Vitimismo injustificado e mitomania exacerbada no discurso da extrema-esquerda sobre o Toplessaço

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Desculpem-me, mas não dá para respeitar o feminismo. Aliás, esse rótulo nem precisaria existir, pois o iluminismo original, defendendo a igualdade de direitos (e deveres) para todos, já atende a todas as demandas justificada das mulheres que se sentem realmente oprimidas. Já o feminismo, por ser uma ideologia mentirosa desde seu nascimento (inventando uma luta de classes entre homens e mulheres, que na verdade inexiste), sempre vai cair na baixaria quando começarem seus discursos. Como ocorre com todas as vertentes do marxismo, naturalmente.

O dramalhão irracional da vez se apresenta sob a forma de protestos que elas tem feito por causa do fracasso do Toplessaço no Rio de Janeiro. A decepção delas reside no fato de que apenas 8 mulheres mostraram os peitos, tornando o evento um dos fracassos mais retumbantes da esquerda em 2013.

De quem foi a culpa para este fracasso? As feministas já tem a resposta pronta: a opressão masculina. Veja uma mensagem do Facebook:

Uma roda de homens comemora depois que uma menina tira o sutiã em frente ao posto 9. “Mamãe passou açúcar nimim”, diz a camiseta de um orgulhoso heterossexual que se aproxima para tirar uma foto ao lado dela, que o ignora enquanto toma sol. Sem a presença da polícia, a opressão vem da quantidade de fotógrafos que a cercam como abutres em busca de carne, e gritam, se engalfinham para garantir a foto de seus peitos, como um produto a ser vendido, uma atração turística. Os aplausos provocados pela exposição de alguns poucos seios femininos escancaram o moralismo vergonhoso da sociedade brasileira que o Toplessaço, que acontece agora em Ipanema, busca denunciar. A comoção agressiva gerada pelo topless na praia é um exemplo micro da situação geral das mulheres em nosso país, violentadas cotidianamente pelo machismo naturalizado como cultura e potencializado pela imprensa. 

A falta de lógica impera no texto acima. Primeiro, as feministas organizam um evento, que deveria chamar a atenção da mídia. Segundo, a mídia aparece para tirar foto das (poucas) peladonas e aí chamam de opressão. Meninas, decidam-se! Desse jeito a coisa já começa pegando mal para a classe feminina, que as senhoritas alegam defender. Se for esse tipo de defesa, as mulheres tem muito a reclamar das feministas, pois tudo o que se vê neste discurso é falta de lógica e vitimismo injustificado.

Mas a irracionalidade prossegue quando é dito que os homens aplaudiram os seios nus das mulheres, evidenciando, segundo o texto, o moralismo vergonhoso da sociedade. Ué, que eu saiba o moralismo seria evidenciado na rejeição à exibição dos seios, não em sua aprovação entusiástica.

Daí surge a histeria de sempre: “a imprensa” é culpada pela opressão, pois vários fotógrafos foram tirar foto das peladonas. Mas elas divulgaram o evento no Facebook exatamente para atrair a atenção da mídia. É ou não é um discurso totalmente insano?

No site Pragmatismo Político, a coisa se torna ainda mais constrangedora. Do texto Topless coletivo no Rio de Janeiro: machismo e constrangimento, pinçarei as partes mais vergonhosas.

Comecemos:

Era para ter sido o primeiro topless em massa na praia de Ipanema, mas a convocação atraiu mais jornalistas e homens oportunistas do que mulheres.

Ué, discriminação agora? Se não há distinção entre homens e mulheres (no ideário feminista), então não deveria haver problema algum de aparecerem mais homens. De fato existe o oportunismo masculino, assim como o das feministas. Aproveitar uma oportunidade, aliás, não é o que as feministas estavam fazendo na praia?

Vamos à verdade dos fatos, para desiludir quem escreveu o texto do Pragmatismo Politico: os fotógrafos apareceram na praia por causa do topless em uma ação política. Esse foi o burburinho causado pelo evento. Até por que topless na praia é um evento corriqueiro. Se as feministas fizeram propaganda do evento Toplessaço, queriam um público. Quando conseguiram o público, fizeram um mimimi dizendo que é machismo. Mais um sintoma clássico de histeria.

O pior de tudo é que elas nem sequer são coerentes com seu discurso. Segundo as feministas, gêneros são construções sociais. Vamos testar essa hipótese?

Imagine que surja uma manifestação masculinista pelo direito do homem andar pelado na praia. Agora imagine que nesta manifestação, surjam várias mulheres para ver homens pelados na praia. Pergunta: será que algum deles vai reclamar de “opressão feminina”? Claro que não. Se a luta é pelo direito de exibir sua nudez, os homens não reclamarão se as mulheres forem assistir a tudo. Sendo assim, por que as feministas não fazem o mesmo? Se elas dizem lutar pela igualdade entre homens e mulheres, por que não buscam se comportar da mesma maneira lógica que os homens se comportariam caso fizessem um evento similar?

Muitos homens reunidos no local perguntavam “cadê as oito mil?”, em alusão às mulheres que haviam confirmado presença no Facebook.

No Facebook, avisaram que 8.000 mulheres iam praticar topless. Só 8 mostraram os peitos. Questionar pelo restante agora virou machismo?

Outros se dirigiam às mulheres vestidas dizendo: “tira! É pra tirar!”. Um vendedor de chá mate no local gritava que aquele era “o mate do peitinho gelado”.

O assédio fez com que muitas mulheres desistissem de participar. A estudante Julia Anquier, de 20 anos, diz que não se sentiu confortável para fazer topless.

“Estou chocada, muito decepcionada. É um estupro da mídia e dos homens que estão aqui. É muito baixo nível.”

Mais um exemplo de discurso de sensibilidade à flor da pele que entra em contradição absoluta com o discurso de que gêneros “são apenas construções sociais”. Qualquer homem que vá em um evento onde ficarão pelados na praia e ver uma mulher dizendo “Tira! É pra tirar!” vai ficar pelado, pois esse é o objetivo do evento. É isso que as feministas não entenderam ainda. Simplesmente não caiu a ficha para elas.

“As pessoas estão aqui para ver peitos. ‘Peitos’ de forma separada, sem considerar que é parte de um corpo, de uma pessoa. Os homens ainda vendo a mulher como um objeto a ser consumido.”

Deixe-me entender. Se eu for olhar os peitos dela, e dizer que “estou vendo apenas uma poesia concreta, em prol de um futuro sem desigualdade de gêneros”, estamos combinados? Elas são ou não são engraçadas? Agora, ela acabou de ensinar uma cantada que funciona para seduzir feministas.

Vi a seguinte mensagem de uma mulher no Facebook, mostrando que em termos de representação feminina, as feministas ainda tem muito o que aprender:

Então as feministas querem protestar. Contra o quê? O de sempre: contra o suposto machismo vigente, contra o suposto patriarcado, contra o capitalismo, contra não poder andar pelada, em suma, “contra tudo isso que está aí”. E pra isso, é claro, elas escolhem a forma mais ridícula, mais vulgar e burra: mostrar os peitos. Aí elas organizam eventos no Facebook, divulgam a coisa toda, chamam imprensa e etc., e quando o dia chega, vão lá ficar com os peitos de fora. Então tá. Fica por isso, né? Elas realizam seu super protesto sem motivo, mostrando suas super idéias, digo, seus peitos murchos, e pronto. Certo? Não. Errado. Quando finalmente recebem toda a atenção que queriam, com fotógrafo registrando tudo – e transeuntes também, oras bolas, afinal, tem que registrar, pois não é todo dia que se vê tamanha imbecilidade – e a internet fica cheia de imagens de peitos caídos, o que elas fazem? Reclamam por que as pessoas foram ver seus peitos, como vocês podem ver no link abaixo, onde usam a cobertura do protesto como exemplo de “machismo encarnado”. Se não era pra ver, por que mostraram? Te contar, viu… Esse tipo de mulher deixa a gente com vergonha do nosso sexo.

Não, mulheres, não fiquem com vergonha das feministas. Elas é que devem ter vergonha do que são: adeptas de demandas incoerentes baseadas em discursos histéricos, tudo com base em uma ideologia mais falsa que lógica de esquerdista.

Em tempo: eu não vejo problema nenhum em Topless e acho que deveria ser liberado. Mas com certeza as feministas vão gritar “Machista! Machista!”, ao ler este texto, mesmo que em todos os momentos valorizei a igualdade de direitos para homens e mulheres. Mas não tente entender a mente de uma feminista…

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15 COMMENTS

  1. Esse papo furado dessas feministas cai por terra quando o pneu do carro estoura. Falta de louça e roupa pra lavar, combinada com uma dose de carência de uma piroca opressora patriarcal dá nisso aí: mulheres que querem “direitos”, mas não aceitam os seus ônus.

  2. ” Os aplausos provocados pela exposição de alguns poucos seios femininos escancaram o moralismo vergonhoso da sociedade brasileira”

    Brilhante, acho que essa frase já mostra que todo mundo que dá moral pra essas palhaças carentes ou é desonesto ou louco.

    Quanto ao topless, acho que podemos reclamar de como a sociedade brasileira é inocente perante esses truques da esquerda, já que em março quando as belas atletas dinamarquesas tiveram sua prática de topless divulgada houve todo um alvoroço contra elas, inclusive das feminazis, mas na mesma semana as “feministas” usaram sua desculpa de ideologia para ir pra porta de uma igreja falando palavrões e fazendo “topless” traumático para crianças (vocês já viram fotos de algumas dessas moças) que saiam da missa, algo feito COM O CLARO OBJETIVO DE OFENDER, e ninguém fala nada, a imprensa se cala e o povo engole tudo.

  3. “Agora, ela acabou de ensinar uma cantada que funciona para seduzir feministas”

    Luciano, gente boa: quem diabos vai seduzir … feministas?!?!?! (rs)

    Se bem que há os manginas, i.e., a turminha masculina que se arrasta para essas estúpidas.

    Ótimo artigo!

  4. As patetas feministas querem igualdade de direitos entre homens e mulheres. Desde que as mulheres sejam mais iguais do que os homens. Dá dó de ver. São umas coitadas.

  5. Caramba, esse povo não aprende mesmo. Mas dei boas gargalahdas com o comentário de Vitor, 3:00 pm. Já valeu o ingresso, kkkkkkkkk!
    Podemos criar o PPOP! Partido da Piroca Opressora Patriarcal!
    Não se esqueça de colocar para a direita a dita cuja!

  6. Esses dias eu li uma reportagem que antigamente os homens davam preferência as mulheres e as crianças em situações de enchente, incêndio, etc para que estas se salvassem primeiro. Tão logo se entendeu que homens e mulheres são iguais e que cavalheirismo é uma forma de machismo como elas mesmo dizem, em situações onde antes os homens priorizavam a vida delas, hoje está cada vez mais raro. No naufrágio daquele navio na Itália houve uma reportagem falando disso, que os homens simplesmente deram no pé passando por cima delas e virando as costas. Claro que elas reclamaram, mas se elas acreditam que são iguais e não precisam de homens, tratem de se virarem então. É isso que hoje infelizmente entendem. Todos perdem com essa ideologia feminista distorcida.

    Link interessante sobre uma capitã americana falando que mulheres não deveriam entrar para a infantaria como muitas feminazis acham que devem:
    http://www.mca-marines.org/gazette/article/get-over-it-we-are-not-all-created-equal

  7. na verdade vc ficou meio equivocado com as palavras….isso seria femismo(supremacia feminina contrario de machismo),não feminismo(luta por igualdade de direitos e DEVERES)estas pessoas idiotas pseudofeministas só sujam o nome da causa que apesar das pessoas tirarem sarro e dizer que “na hora de trocar pneu” o que alias é uma baita de uma idiotice falado por pessoas que não entendem o assunto,não estudam e dão palpite errado,feminismo ainda preciso,ainda existem mulheres que são tratadas como objeto,escrava…que ganham menos na mesma função….é obvio q somos fisiologicamente diferente,por isso acho que temos que usar blusas pq nossos seios fazem parte dos orgãos reprodutores e causa excitação nos homens,e que mulheres não tem a mesma força fisica do homem….mas feminismo é a luta pelos direitos e deveres iguais,os dois limpam a casa,os dois pagam as contas,os dois trocam pneus….luta sobre o direito de ir e vir,é muito facil um homem falar que não precisa….ja que ele nunca passou por isso!infelizmente aparecem pessoas que acham muito mais importante andar pelado do que fazer o certo…lutar com a inteligencia…aew aparecem pessoas que confundem e dão palpites errados…..femen,toples e etc….dentre outros ignorantes não tem nada a ver com feminismo………NÃO TEM LOGICA….”EU NÃO SOU SÓ PEITO E BUNDA”….DEIXA EU IR ALI PROTESTAR PELADA….NÃO CONFUNDAM ESTE TIPO DE GENTE COM FEMINISTAS.

    • Você acertou na questão do femismo, que eu tinha desconsiderado. Mas a maioria das feministas atualmente adota o femismo ao pedir privilegios.

      Vamos ao resto…

      não feminismo(luta por igualdade de direitos e DEVERES)

      Luta por igualdade de direitos e deveres, que independe do feminismo…

      estas pessoas idiotas pseudofeministas só sujam o nome da causa que apesar das pessoas tirarem sarro e dizer que “na hora de trocar pneu” o que alias é uma baita de uma idiotice falado por pessoas que não entendem o assunto,não estudam e dão palpite errado

      Quais são as VERDADEIRAS ORGANIZAÇÕES FEMINISTAS, a seu ver, e qual a discordância dessas organizações em relação a eventos como Marcha das Vadias e Toplessaço?

      feminismo ainda preciso,ainda existem mulheres que são tratadas como objeto,escrava…

      Onde há escravidão de mulheres que não afete também os homens?

      Qual o argumento para dizer que PRECISAMOS DO FEMINISMO ao invés de substitui-lo pelo iluminismo tradicional, que não difeencia homens e mulheres na hora de falar de direitos e deveres?

      Em relação a “tratamento como objeto”, as mulheres agora tem o Lulu. Não tem lido as notícias?

      que ganham menos na mesma função….

      Vc já ouviu falar de licença maternidade e trabalhos de meio período?

      Ou será que os homens querem perder as melhores profissionais por pagarem menos para elas de propósito?

      Mais razão, e menos emoção, ok?

      é obvio q somos fisiologicamente diferente,por isso acho que temos que usar blusas pq nossos seios fazem parte dos orgãos reprodutores e causa excitação nos homens,e que mulheres não tem a mesma força fisica do homem….mas feminismo é a luta pelos direitos e deveres iguais,os dois limpam a casa,os dois pagam as contas,os dois trocam pneus….

      Vc está delirando…

      Convenções sociais como troca de pneus, pagar as coias e limpar a cara NÃO SÃO DIREITOS NEM DEVERES a serem discutidos via ação estatal.

      São acordos que os casais fazem…

      Ninguém te proibe de nada disso. Vc pode escolher um homem que queira dividir contas, deixar vc trocar pneu e lavar a louça. Quem te proibe disso hoje em dia?

      luta sobre o direito de ir e vir,é muito facil um homem falar que não precisa….ja que ele nunca passou por isso!

      É verdade, eu desisto!

      Só mulheres são oprimidas, só mulheres são cerceadas em seu direito de ir e vir.

      Como eu pude ser tão cego e não perceber isso?! Você trouxe iluminação à este blog… 😉

      infelizmente aparecem pessoas que acham muito mais importante andar pelado do que fazer o certo…lutar com a inteligencia…aew aparecem pessoas que confundem e dão palpites errados…..femen,toples e etc….dentre outros ignorantes não tem nada a ver com feminismo………NÃO TEM LOGICA….”EU NÃO SOU SÓ PEITO E BUNDA”….DEIXA EU IR ALI PROTESTAR PELADA….NÃO CONFUNDAM ESTE TIPO DE GENTE COM FEMINISTAS.

      Replay: quais são as VERDADEIRAS ORGANIZAÇÕES FEMINISTAS, a seu ver, e qual a discordância dessas organizações em relação a eventos como Marcha das Vadias e Toplessaço?

      • Essa conversa mole de somos desiguais, mas queremos direitos e deveres iguais é a mais pura balela. A igualdade de direitos é para os humanos. Sejam masculinos, femininos, crianças, velhos… Mulheres e homens são diferentes, com habilidades e necessidades inerentes diversas.Como é possível medir a “igualdade” com pesos e medidas não cambiáveis? Não há igualdade nem entre gêmeos univitelinos. Nem de direitos, nem de deveres.
        Mulheres ganham menos do que homens? Pontaquepartiu! Alguém já fez alguma pesquisa sobre quanto custa para o empregador uma hora de trabalho efetivo de um homem e de uma mulher? Homem falta, mas mulher… E muito bem citou o Eduardo o lapidar artigo http://www.mca-marines.org/gazette/article/get-over-it-we-are-not-all-created-equal.
        Eu comento aqui para colaborar nessa ingrata tarefa com o Luciano, já que essa Evelyn escreve muito mal, argumenta pior e vai acusar-me de dizer isso porque ela é mulher e eu um porco machista.

      • Luciano

        Você escreveu: “Você acertou na questão do femismo, que eu tinha desconsiderado. Mas a maioria das feministas atualmente adota o femismo ao pedir privilegios.”

        Vejo que você fez bem em ter desconsiderado, mas pisou na bola ao indiretamente pedir desculpa e diretamente se justificar.

        Inegavelmente nesse tema está uma das maiores desonestidades intelectuais do feminismo. Tentarei resumir…

        1. Machismo a princípio designava a qualidade do macho, como por exemplo a de defender as mulheres, as crianças e OS OUTROS HOMENS MAIS FRACOS de perigos e amaças, dentre outros.

        2. O feminismo resolveu ressignificá-lo como “o opressor do feminino” (frame?)

        3. Daí o feminismo começou a executar ações de ódio ao homem, enfiar o crucifixo no rabo, etc e isso começou pegar mal para o movimento feminista. Como se resolve isso?

        Criando um novo termo, no caso o “femismo”. Então tudo o que há de ruim passou a ser jogado lá e o “feminismo” ficou blindado. (“damage control” + rótulo?)

        4. Para completar vieram com essa balela de que “feminismo é diferente de machismo” e que “machismo é igual ao femismo” – isso é desonestidade intelectual pura, mas tem seus méritos – em uma só jogada conseguiram ressignificar negativamente o “machismo” e limpar o “feminismo”.

        5. Até aqui tudo bem. Agora, para as feministas, quem não concordar com o feminismo automaticamente se torna o seu oposto: machista.

        Sei não, até o ponto 4 parece que tudo estava indo bem (sic!), mas acho que esqueceram de combinar o ponto 5, kkkk.

        Resumindo: femista nada mais é que uma feminista quando executa ações que o feminismo não pode se orgulhar publicamente (mesmo que internamente estejam comemorando).

        Aliás acho que se aplica por analogia o teu texto “A ilusão do esquerdismo moderado” – http://lucianoayan.com/2012/03/06/a-ilusao-do-esquerdismo-moderado/

        Abraço

  8. Cara, concordo com a inconsistência e oportunismo de certos grupos e de muitas mulheres, mas acho que nao tem nada a ver com falta de piroca. Observo que esse circo é apenas para um direito de estar seminu, sem camisa sem sutiã. Eu curto muito o nudismo, e é ótimo nao ser visada (ou visado) penetrantemente como carne fresca no açougue, mas em um ambiente de naturalidade, que as 8mil não encontraram -então justifica-se, penso, seu recuo. Amigos meus, brasileiros heterossexuais, por outro lado, não se sentem à vontade em praias nudistas cheias de homossexuais observando seus pênis. É falta de piroca? Lhes faltam direitos? Eles estão sendo vítimas? No final do show vemos que precisamos de pessoas menos estúpidas e mais educação, em todos os segmentos.

  9. Caro Luciano.
    Vim pedir a você um novo artigo dissertando a respeito dos aspectos abordados no iluminismo que desconstruam essa ideia da necessidade do feminismo para que as mulheres tenham seus direitos obtidos.
    Um grande abraço!

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