De Paulo Henrique a Paulo Nogueira é sempre a mesma coisa: manifestações de racismo abominável, agora contra Joaquim Barbosa

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O jornalista chapa branca Paulo Nogueira, como esperado, resolveu partir para o ataque contra Joaquim Barbosa, em um texto tão imundo quanto inaceitável (intitulado “De Pelé a Joaquim Barbosa, é sempre a mesma história”), recheado de racismo e baixo nível, como é de costume na mídia governista. No desmascaramento de toda podridão moral inerente a Nogueira, usarei o ceticismo político, do qual falarei um pouco antes de começar.

Eis a pergunta: por que eu criei o ceticismo político, para que ele, aos poucos, de acordo com minha perspectiva de um novo iluminismo, fosse se tornar o paradigma que sustenta absolutamente tudo que escrevo? Agora você verá o motivo.

Para entendermos melhor como isso funciona, imagine que você é um gerente disputando uma vaga de gerente de unidade em uma organização que tem como valor principal os resultados. Há um outro gerente que diz defender uma filosofia, chamada resultadismo, no qual as pessoas devem focar principalmente em resultados. Ao vê-lo praticando essa filosofia, imagine que você diga “Ah, os resultados não são tudo, entendo que, pela ótica holística, devemos prever novas perspectivas e blá blá blá…”. É quando um gerente mais sênior assiste a tudo e lhe diz: “Ei, tonto, você não percebeu que resultadismo é apenas o gancho que ele está usando para conquistar a posição? Você já chegou a olhar os dashboards dele? Será que ele é mais adepto de resultados que você? Não caia mais nesse jogo…”

Eu uso exemplos corporativos para facilitar o entendimento do que é “benefício”, em termos políticos. Muitos da direita americana até hoje chamam os esquerdistas de “liberals”. Outros no Brasil aceitam chamar esquerdistas de “progressistas”. Será que eu exagero? Então veja o título de um livro de John Gray lançado em 2004, intitulado Heresies: Against Progress and Other Illusions. Para mim, Gray é um ótimo filósofo, mas quando os oponentes dele disseram que “são do progresso”, ele se auto-intitulou “contra o progresso”. Perdeu, coleguinha…

Já deu para você entender onde quero chegar, não? Veremos aqui um exemplo do que estou dizendo ao estudar o caso dos “esquerdistas como defensores de minorias”. Em revide a isso, alguns (felizmente, não todos) dizem que a “defesa de minorias” é incorreta por isso e aquilo. Os argumentos geralmente são bons, por causa do princípio da isonomia (pelo qual alguém que pertence deve lutar por mesmos direitos, ao invés de privilégios), mas quase sempre o principal acaba sendo esquecido, e aí entra o ceticismo político martelando em nossa cabeça o seguinte questionamento: quem foi que disse que esquerdistas REALMENTE defendem minorias? Ok, alguém teve ter lhe dito isso, mas POR QUE VOCÊ ACREDITOU?

Pois bem, estamos prontos para tratar do texto nojento de Nogueira:

Não é um assunto fácil de tratar. Mas, ao mesmo tempo, não posso deixar de enfrentá-lo. Começo, então, com uma digressão. Uma das coisas notáveis que o ativista negro Malcom X fez pelo seu povo foi, em suas pregações, elevar-lhe a auto-estima. Malcom X, com seu poder retórico extraordinário, dizia aos que o ouviam que deviam se orgulhar de sua aparência. Os lábios grossos de vocês são lindos, bem como o cabelo crespo, bem como as narinas dilatadas – bem como, sobretudo, a cor de sua pele. Os negros americanos tinham sido habituados a se envergonhar de sua aparência, e a buscar tudo que fosse possível para aproximá-la da dos brancos. O próprio Malcom X, na juventude, alisou os cabelos. Não foi por vaidade que um dos seguidores de Malcom X, Muhammad Ali, dizia que era o homem mais bonito do mundo. Ali estava na verdade dizendo aos negros que eles eram bonitos. Ali casou algumas vezes, sempre com negras. Era mais uma maneira de sublinhar a beleza dos negros. Se Ali, no apogeu, tivesse casado com uma loira a mensagem não poderia ser pior.

Prestaram atenção no baixo nível visto já no começo? Ou seja, para ele o casamento de um negro com alguém não deve ocorrer por questões de atração sexual ou mesmo compatibilidade de gênios, mas por questões políticas. Tivesse Malcolm X sido atraído por uma loira, deveria, então, desistir do relacionamento com ela para optar por uma negra. Mas o critério não deveria ser o da escolha individual? Não, pois Paulo Nogueira pensa em termos de “classes”. Vejamos como a baixaria segue:

Pelé, no Brasil, teve uma atitude bem diferente – e não apenas ele. Era como se na ascensão dos negros no Brasil estivesse incluída a mulher branca. Falta de consciência? Alienação? Deslumbramento? Compensação? Alpinismo social? A resposta a esse fenômeno é, provavelmente, uma mistura de todos estes fatores. Pelé casou com uma branca, Rose, há meio século. Depois, passou para uma Xuxa adolescente. É uma bênção para as negras brasileiras que seu orgulho nunca tenha estado na dependência de estímulos de celebridades como Pelé.

Novamente, vemos Paulo Nogueira em completo desrespeito pelo indivíduo negro, desrespeitando seus gostos e interesses. Não sabemos, por exemplo, se Pelé realmente tem preferência por loiras. Por sua trajetória, podemos supor que sim. Na ótica de Nogueira, no entanto, havia “alienação” e “falta de consciência”. Será que realmente Pelé passou por cima de seus desejos carnais? Fica claro que, pela posição social ocupada por Pelé, é mais fácil prever que ele simplesmente seguiu seus desejos. E nada mais que isso. (Sim, eu sei que estou pegando leve até agora, mas quero chegar ao final do texto de Nogueira logo…)

Quanto mudou o cenário nestes cinquenta anos fica claro quando se olha a fotografia da namorada de Joaquim Barbosa. Não mudou nada. Quando, algum tempo atrás, falaram que JB fora fotografado em Trancoso numa pizzaria com uma namorada, imediatamente pensei:  branca e com idade para ser sua filha. Ao ver a foto, ali estava ela, exatamente como eu antecipara para mim mesmo. Não sou tão inteligente assim. Mas observo as coisas. Seria esperar demais que JB, por tudo que já mostrou, agisse diferentemente. Que estivesse mais para Ali do que para Pelé. Os traços de personalidade já estavam claros. Numa entrevista à Veja, ele se gabou dos ternos de marca estrangeira que estão em seu guarda-roupa. Não é uma coisa pequena senão por ser grande na definição de caráter. A partir desse tipo de coisa, você pode montar os dados básicos do perfil  da pessoa. Ou alguém imagina, para ficar num personagem dos nossos dias, um Pepe Mujica falando de grifes a repórteres? De Pelé a JB, o Brasil sob certos aspectos marchou para o mesmo, mesmíssimo lugar. Racismo não faltou, neste tempo todo. Faltou foi gente do calibre de Malcom X e de Muhammad Ali.

Notaram a lógica do infeliz? Racismo é algo que está em Joaquim Barbosa, por ele ter optado se relacionar com uma garota branca e jovem. Mas Malcolm X e Muhammad Ali não são racistas, por terem se casado com garotas negras. Que o discurso da extrema-esquerda tenha descido tanto de nível, a coisa não surpreende, mas agora é que veremos o tamanho da desonestidade intelectual (e racismo exacerbado) de Nogueira.

Vejamos a foto de Jair Oliveira, com Tania Khalil:

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Na ótica de Nogueira, Jair Oliveira seria racista por não ter casado com uma negra?

Agora, para colocá-lo em mais constrangimento, vejamos a foto da irmã de Jair Oliveira, Luciana Mello, com seu marido Ike Levy:

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Ué, por que Luciana não se casou com um negrão? Lembrando que tanto Luciana Mello quanto Jair Oliveira possuem status suficiente para terem suas escolhas de parceiros mais facilitadas.

Notaram como a coisa se complica quando avaliarmos o ser humano enquanto indivíduos? Devemos lembrar que respeitar o indivíduo é um dos princípios da direita? Indivíduos tem interesses particulares, assim como histórias de vida diferente e mesmo personalidades diferentes.

Algumas pessoas negras possuem atração por brancas, e algumas pessoas brancas possuem atração por negras. Isso é plenamente normal e os desejos sexuais individuais devem ser respeitados.

Paulo Nogueira, por outro lado, volta ao tempo da KKK, onde um negro deveria ser espancado por ter relações sexuais com as brancas. Na ótica de Nogueira, as brancas bonitas e jovens devem ficar apenas à disposição de homens brancos. E se um homem negro nutrir desejo por ela? Ah, isso se torna irrelevante para um socialista, pois indivíduos, para ele, não merecem ser respeitados.

Mas o mais grave de tudo é notar que Nogueira comete um dos racismos mais abjetos possíveis, muito pior do que o caso de Justine Sacco, que foi demitida por postar comentários em seu tweet que teriam ofendido o povo sul-africano. Como agravante, em comparação ao caso de justine, Nogueira atacou um indivíduo, Joaquim Barbosa. Quem não se lembra de Paulo Henrique Amorim sendo racista contra Heraldo Pereira?

Recentemente, Reinaldo Azevedo disse que a esquerda usa algo como se fosse “monopólio da virtude”. Mas, na verdade, vemos que eles possuem um monopólio da falta de princípios morais e da hipocrisia levada ao estado da arte.

Paulo Nogueira mostra um raciocínio digno de escravagista, querendo dizer como os negros devem pensar. Aliás, nem um negro deve dizer como um negro deve pensar, assim como um branco não deve dizer como um branco ou negro devem pensar. Somos indivíduos, que não precisamos de que pessoas (especialmente aquelas com segundas intenções, por causa da política) digam como devemos pensar, ou mesmo quais desejos devemos ter.

Em tempo: quem ainda acredita que a extrema-esquerda “defende minorias”?

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44 COMMENTS

  1. Luciano, posso estar enganado, mas desde o retorno do pensamento de direita no Brasil a extrema-esquerda tem se mostrado cada dia mais delirante. Isso me remete à sua tese (inegável, aliás) da Espiral do Delírio, consequência do oponente ideológico estar na Espiral do Silêncio. Arrisco-me a dizer, haja vista o que temos observado (esquerdistas a cada dia mais enlouquecidos e sem medo de demonstrar isso) que o delírio chega ao ápice quando o silêncio começa a ser quebrado. Dessa forma, creio que podemos ter uma noção de como será 2014: conforme o pensamento direitista aumente (e a tendência parece ser essa), a psicopatia esquerdista, num mecanismo desesperado de preservação, seguirá o mesmo ritmo. Considerando também a proximidade das eleições (provavelmente a mais difícil que o PT já enfrentou desde 2002) e a conhecida falta de noção de petistas e seus asseclas, este ano provavelmente será um prato cheio para análises do comportamento histérico da esquerda. Aguardemos um 2014 com muito desespero, golpes baixos e psicopatias dos comunas.

    • Por isso, Julio, “a guarda” NÃO pode baixar nem por um instante. O que eu critico na direita (e depois de virar aluno- meio preguiçoso é vero- desse blog isso ficou mais claro) é essa postura extremamente civilizada, POLIDA, respeitosa, pacífica, PIEDOSA que boa parte da dita ‘direita’ tem para com indivíduos e grupos extremamente psicóticos, perversos, maus, VIOLENTOS, com uma mentalidade criminosa profunda, com uma conduta social falsa, FINGIDA, extremamente arrogante, histérica e ILÓGICA.

  2. O texto do sujeito é tosco, mas o fenômeno é real: pro negro que ascendeu socialmente no Brasil, a mulher branca é troféu. Aliás, é notória a preferência, por parte dos homens negros no Brasil, por mulheres não negras. E não me venham dizer que é por falta de negras com a mesma condição sócio-econômica: eis aí a Glória Maria solteira que não me deixa mentir…

    • Então pra você o negro bem sucedido orienta suas escolhas sexuais pautados por condicionamentos sociais e não por seus sentimentos? Desculpa aí moça, mas você é racista.

      • Não vou nem rebater a sua acusação de que eu sou racista, já que, me parece, é um expediente que os esquerdistas usam para desqualificar o oponente – chamá-lo de feio, chato e homofóbico.

        O que relatei é um fato que, no caso brasileiro, é facilmente observável. Em nenhum momento eu tentei pautar as escolhas dos outros, apenas levantei uma questão.

      • Não Júlia, isso não é uma desqualificação no sentido esquerdista do termo, que ignora o que interlocutor diz e parte pro ad hominen, o que fiz foi apontar que acusar os negros de se relacionarem com brancas buscando um troféu é sim um pensamento racista.

        Logo abaixo ao se defender você só confirma o que eu disse, ou seja seu racismo. Você diz que é um “fato”, como se você soubesse o que se passa na cabeça e nos sentimentos de todos os negros bem sucedidos que pegam uma branquinha, mas o “fato” que essa suposição é sua, você ignora uma infinidade de outras motivações e afirma que o objetivo desse relacionamento é a ascensão social, um objetivo pouco nobre quando se trata de relacionamentos.

    • E é um fenômeno real que pra todo campeão que ascende socialmente, seja negro ou branco, haverá sempre uma mulher troféu esperando por ele (também de qualquer cor de pele), e isso não define a natureza nem da mulher branca, nem do homem negro, nem de qualquer suposta raça, apenas revela como todos nós somos muito semelhantes por dentro, com propensão às mesmas paixões, instintos e valores. O que pode diferenciar é a cultura de origem. Mas os genes, definitivamente, não ditam as mesmas características internas, democraticamente distribuídas nas diferentes supostas “raças” humanas. Por isso, o valor maior está no indivíduo, que além da interferência da cultura, da origem, é capaz de ditar os próprios rumos e transcender quaisquer grilhões de abstrações políticas como raça e religião.

      • Se não me engano, havia sido publicado um livro – com base em pesquisas do IBGE – sobre casamentos inter-raciais no Brasil e havia se observado que o casamento no qual os dois cônjuges se declaravam negros era em menor proporção.

      • ” havia se observado que o casamento no qual os dois cônjuges se declaravam negros era em menor proporção.”

        Isto apenas demonstração que o racismo NÃO é, o que esquerdistas dizem que ele é.
        A observação (se verdadeira) é congruente com a realidade de que o Brasil é um país de mestiços. Ou seja relações inter raciais são comuns, desdes os primórdios do Brasil.
        ——

        No mais…meu comentário no site dos dementes do diário do centro do mundo, para (variar) foi bloqueado.
        Afinal, vocês devem imaginar porque não é mesmo amiguinhos??? Nenhum socialista gosta de ser desmascarado…

        Para o Sr. Paulo nogueira, junto com patota do PT, é natural pregar segregação racial com base em ideologia, isto, quando não estão exercendo o racismo propriamente dito, chamando seus desafetos de “macacos”, “negros de atitude branca”, “Capitão do mato”, entre outros. Afinal na visão distorcida destes…negros somente são negros, se forem socialistas.

        Aliás, o sr. Paulo nogueira se diz casado com uma asiática — péssima escolha da asiática. Afinal um homem branco, burguês (senão classe média), colunista em jornal financiado pela elite governamental (com o dinheiro dos descamisados), não representa em nada o pobre proletariado. Com certeza os socialistas estariam melhor representados se ela sendo asiática, se casasse com um chinês ou norte coreano.
        Virão só como é fácil usar do expediente esquerdista para qualquer deturpação da realidade?? É uma pena que diferente do pessoal do diário do BURACO do mundo — eu não tenha tantos massageadores escrotais como os idiotas úteis que frequentam tal site.

        Por favor leiam Ponerology, pois todos os estágios do PATOCRACIA já são fielmente verificados em nossa sociedade.

      • Os problemas das suas afirmações sra Julia, são bem óbvios:

        Primeiro você mistura duas afirmações:
        “negro que ascendeu socialmente no Brasil, a mulher branca é troféu.
        Aliás, é notória a preferência, por parte dos homens negros no Brasil, por mulheres não negras.”

        Quando questionada: “Tem certeza que é um fenomeno generalizado ou você tá fazendo um julgamento a partir de uma minoria de casos que chamam a atenção?”

        Daí você rebate: “pesquisas do IBGE – sobre casamentos inter-raciais no Brasil e havia se observado que o casamento no qual os dois cônjuges se declaravam negros era em menor proporção.”

        A – A pesquisa do IBGE que você referiu (mas não apresentou) não afirma ou não se o homem negro vê ou não a mulher branca como troféu. Pois ao que parece a pesquisa é quantitativa e não qualitativa.

        B – A pesquisa do IBGE que você referiu (mas não apresentou) poderia até indicar uma preferência SE e SOMENTE SE (C, baixo) estiver INCORRETO.

        C – Segundo o que você mesma disse, a própria pesquisa do IBGE está sujeita a erro, pois um dos cônjuges, por qualquer motivo, poderia não ter “se declarado” negro.

        A conclusão é que a pesquisa do IBGE não tem nada a ver com sua afirmação primeira, que nem preciso dizer é pautada apenas em sua opinião pessoal. Já a segunda declaração estaria subjugada a uma pesquisa idônea — a qual não foi apresentada — e que em nosso país seria dificilmente realizada. É interessante, que em sua afirmação número 2, se correta — é também necessária verificação de que é bem possível que mulheres não negras em boa parte, tem preferência por homens negros.

        E enquanto isso o governo vai tirando dinheiro do bolso do povo para pesquisas FÚTEIS como essas 🙂

    • “Aliás, é notória a preferência, por parte dos homens negros no Brasil por mulheres não negras”
      Julia, sou negro e gosto de mulheres, aliás, de todas as cores, de tipos e tamanhos. Afinal, sou HOMEM. Uma pena que nem todas me são acessíveis, mas vou fazer o quê?
      Eu não entendi direito o que você quis dizer com essa sua frase,levando em conta o contexto todo (suas duas mensagens), que até posso chamá-la de infeliz, e pensei em pelo menos duas opções:
      1º Você gostaria que os negros gostassem de você e por isso se sente ofendida, caso seja negra, quando não causa atração em outros negros. Essa opção me leva a achar que você é uma pobre garota ressentida, e por isso te aconselho a se arrumar um pouco melhor, seja esse o seu caso ou, então, estudar um pouco mais, porque uma mulher inteligente e culta sempre é atraente, sempre!
      2º Você quer pautar a escolha dos outros… Bom, quero que nem essa nem a outra sejam opções válidas, mas se você me disser que a segunda era o que você realmente tinha em mente, é preciso dizer que no fundo da sua alma, nem que seja bem lá no fundo, há uma pequena dose do veneno esquerdista? Seja esse o seu caso, continue aqui nesse site, você vai encontrar algum antídoto, rs. Bora ajudar a menina, Luciano,

      A sua frase, dentro do seu contexto, se puder explicá-la melhor, muita gente aqui está disposto a entendê-la.

      Abraços.

      • Ok, estou disposta a explicá-la, desde que os argumentos ad hominem fiquem fora da discussão (esse de dizer que eu sou preterida pelos homens negros e que eu tenho que me arrumar mais foi muito ridículo). Leia minhas respostas acima, se houverem sido liberadas.

    • Dentro de um contexto racista, um negro sair com uma branca seria um modo de afrontar os brancos. Nesse caso, o racismo não seria contra a mulher negra, mas contra o homem branco. Analisando sob a ótica do direito de escolha, pode ser simplesmente uma questão de preferência. O fato de eu preferir asiáticas não significa que eu tenha preconceito contra negras e brancas.
      O nível de feminismo dentro da comunidade também é um fator de rejeição.

    • Julia.

      A melhor resposta pro cê “neguinha” é:

      Ave Julia! Morituri te salutant!

      A mulher de César não deve apenas ser honesta, mas também parecer honesta.

      Braços e queijos.

    • O que? Eu li isso mesmo?
      Certo, não vou chamá-lá de racista, mas chamar mulher branca de troféu?
      tá de brincadeira comigo, até nas periferias acontece isso, negro pobre com branca pobre, posso citar ainda um tio que sua primeira, terceira e quarta esposas eram negras e se ele partir pro sexto casamento, grandes chances de ser negra, afinal a atual esposa dele é morena.
      Isso parece discurso “Nacional Socialista”, os brancos são arianos e os negros os vêem como troféus, precisamos fazer isso de forma pítema, em vez de dizer à nossas brancas que não devem se misturar com negros, vamos colocar na cabeça do negro que eles não devem ser racistas e se comprometerem somente com negros, e o negro que se meter com nossas brancas, vamos falar que ele é racista!
      Eu realmente não acredito que li que mulher branca é troféu para negro!
      preciso de um anti-enjoo urgente porque eu vou vomitar!

  3. A Glória Maria, aliás, tem a mesma idade do Joaquim Barbosa e eu, pessoalmente, a considero uma mulher muito bonita. Porque escolher justamente aquela branquinha??? e nem venham com o argumento de que “é o amor”. O amor aqui no Brasil é muito seletivo…

    • Pois é Julia,

      Mas veja o que peguei na Wikipedia:

      “Glória Maria já teve relacionamentos com vários estrangeiros: namorou por oito anos o engenheiro austríaco Hans Bernhard, o francês Eric Auguin (de 1985 a 1991), o empresário português Frederico Fragoso e o sueco Martin Sternmark.4
      Em outubro de 2003, Glória contou à revista Quem que, cinco anos antes, se casara em segredo, em uma cerimônia discreta. Apesar de ter desmentido os boatos de que sempre fora solteira, ela não revelou quem era o parceiro, nem se continuava junto com esse.
      Em junho de 2009, Glória adotou duas meninas baianas, chamadas Maria e Laura. Ela conheceu as crianças durante suas visitas diárias à Organização de Auxílio Fraterno (OAF), em Caixa d’Água, um bairro de Salvador.”

      • “em nenhum dos relacionamentos o parceiro era brasileiro… triste…”
        Se esqueceu que em nenhum dos relacionamentos o parceiro era negro.

        Porque a tristeza sra Julia? Porque um(a) brasileiro(a) ter relacionamentos com quem não é brasileiro é algo triste?

    • Seu texto está esquisito. Você estaria sugerindo que o ministro deveria relacionar-se com Gloria Maria ? Não acha que “aquela branquinha” tem conotação racista ? O amor é um sentimento inerente ao ser humano, portanto universal e, como cada ser humano tem sua individualidade a manifestação do amor é plural não se submetendo a qualquer tipo de generalização.

      • “O amor é um sentimento inerente ao ser humano, portanto universal e, como cada ser humano tem sua individualidade a manifestação do amor é plural não se submetendo a qualquer tipo de generalização”.

        Dizer isso é ignorar que existem pessoas que se casam por outros interesses, alguns não muito nobres…

      • Pessoal, equilíbrio é bom…

        O tempo e a história já demonstrou que amor não é uma qualidade inerente, nem universal.
        Por outro lado, o fato de pessoas se casarem por outros interesses não nobres, não significa que isso ocorreu no caso em questão, nem que ocorram em casos semelhantes, como se fosse um padrão consecutivo.

        Seria bom que deixássemos os esquerdistas se debateram em suas próprias fraudes. O Fato é que os relacionamentos de pessoas de raças diferentes em nosso país são COMUNS, e se dão por outros fatores que não ideológicos, como gostariam o pessoa do diário do BURACO do mundo, o que também demonstra que as pessoas em sua maioria são normais.

  4. Pois é Luciano. Se você achou este texto abominável, precisa ver um outro relacionado, no qual o sr. Nogueira afirma que Joaquim Barbosa está tornando o brasileiro pior com sua conduta. É um amontoado de sofismas e sentimentalismo dos mais rasteiros. Este “jornalista” é uma fraude completa.

  5. Sob a ótica do Darwinismo, a mistura genética, que leva a maior variação é desejável do ponto de vista da evolução e da seleção natural.

    Nada estranho para mim “os desejos carnais” de um negro por uma loira. Muito branquelo quer pegar as morenas cavalonas.

  6. Bom, no quesito “namorar alguém com idade para ser sua filha”, que tal o Michel Temer, que é casado com uma mulher com idade para ser sua neta? Como diz o velho adágio de um velho bicheiro carioca, “quem gosta de p** duro é viado, mulher gosta é dinheiro”.
    O articulista deve estar é se borrando de inveja de não ter a mesma grana nem o status de Joaquim Barbosa, e adoraria “pegar” a namorada do mesmo.
    Como todo esquerdista, é movido pela inveja, sempre!
    É o fim da picada fazer de um relacionamento conjugal uma declaração política.
    Esse cara na lua de mel é capaz de colocar a Internacional Socialista no aparelho de som, só pra *criar um clima*.

  7. “Diário do Centro do Mundo”, “Pragmatismo Pollítico”, “Brasil 247” (ou algo assim), “Carta Capital”… Essa farra de financiamento de veículos de comunicação com dinheiro de estatais e órgãos do governo tem que acabar!

    CPI nesses putos já!

  8. Algum advogado na área que possa dar uma opinião a respeito dessa questão?

    Não seria o caso do MP estar se movimentando para dar um freio nessa dinheirama que tá fluindo do caixa de empresas estatais e órgãos do governo para o caixa desses veículos de imprensa governistas?

    Isso tá uma vergonha, não é para isso que eu pago imposto não

    • Infelizmente, isso é uma coisa muito difícil de apurar. Não sei quais são as leis usadas para justificar esses patrocínios, mas pegue, por exemplo, a Lei Rouanet. Há critérios na lei citada que me parecem muito subjetivos e, por isso, fica difícil mostrar que A ou B foram patrocinados por serem pró-governo. A lei Rouanet fala, em seu primeiro artigo, sobre “direitos culturais”. Mas, em nenhum outro lugar da lei se definem quais são esses direitos. Então, a princípio, me parece que ela poderia ser usada para patrocinar qualquer coisa (espetáculos teatrais, filmes, blogs, etc), dado que “cultura” é um conceito muito amplo.

      PS: não sou advogada, sou só curiosa.

      • Oi, Julia

        O apoio de que estou falando se dá através da compra de espaço publicitário (esse banner do Banco do Brasil aí na página do Diário do Centro do Mundo). Não é patrocínio

        As regras de patrocínio e publicidade são bem diferentes. As regras de patrocínio são até bem rígidas se compararmos com as regras de publicidade

  9. Curioso como funciona a cabeça desse senhor Nogueira: para ele, não dar importância a critérios raciais na escolha de parceiros seria “ignorância e alienação”. É claro que ele não disse isso diretamente, preferindo fazê-lo forma velada, no melhor estilo sakamotiano. Mas o simples fato dele levantar isso como hipótese razoável já dá mostras do estado mental sofrível de quem se submeteu a doutrinação esquerdista por décadas à fio: a pessoa simplesmente não é mais capaz de enxergar a realidade, isto é, vê tudo invertido. Assim, como no caso, uma atitude pessoal claramente antirracista (não dar a mínima para questões raciais) que, na pior das hipóteses, deveria causar indiferença (afinal, os gostos e a vida é dele e não minha) é suficiente para insuflar revolta, chacota e desprezo.

    E é essa mesma gente que aparece mais tarde melindrando-se como vítimas de “Hate speech”.

    Uma observação que cairia bem no artigo, Luciano Ayan, seria mostrar a total falta de proporção na atitude do Nogueira em comparar a situação americana (onde relacionamentos interraciais são raros) com a do Brasil, onde mais da metade da população é formada por mulatos. E que, portanto, a escolhe da Ali, bem como a de Joaquim Barbosa, longe de revelar elevação moral ou não, são meros reflexos do ambiente em que eles vivem.

  10. Luciano,aquele texto é um dos piores ataques .racistas que eu ja li,sou negro,por isso evito ler blogs nazistas,não quero me machucar.Dá para imaginar como me senti lendo aquelas palavras escritas por um representante de um grupo que eu considero representar as minhas demandas.
    Quando leio o seus textos concordo com algumas coisas,discordo de outras,neste caso umas das coisas em que estamos de acordo é o perigo destes movimentos conseguirem poder suficiente para impor suas agendas.
    Querem legislar até mesmo sobre as escolhas afetivas dos indivíduos.Dá medo!
    A ironia é que aquele texto uniu todos os racistas,de esquerda e de direita.
    O que me dá esperança é ler os comentários e ver que a maioria dos brasileiros tem bom senso neste assunto.

  11. Olá a todos.

    Esse tema, alias, também foi abordado de modo muito característico e peculiar pelo grande e inesquecível filósofo e conselheiro do Rei o Magnus Lord Sir. William Ladiesfucker.

    “As mulheres devem ser respeitadas em seus direitos individuais e suas liberdades civis, assim como o são os homens, e isto significa reconhecer os legítimos anseios e desejos arquetípicos das mulheres (dá-lhe Jung pos Freud). Se uma mulher BRANCA gosta da COISA PRETA ou uma mulher NEGRA gosta da COISA BRANCA, isso é, exclusivamente, uma questão de foro intimo da mulher. Devemos observar que a coisa branca ou preta está relacionada, em proporção direta, com a interioridade e a intimidade mais íntima da própria mulher, que é a justa usuária por excelência da tal coisa branca ou preta.”

    ———- Powered by Lord Sir. William Ladiesfucker.

    Observem essas observações, pois que observadas foram, para observância geral.

    Braços e queijos.

  12. Há pouco, no ônibus, vi um branquelo com uma negona que mais parecia uma deusa da fertilidade. Ao redor, todo mundo babando de inveja. Fosse discípulo do Paulo Nojeira, o felizardo teria que dispensar aquele monumento e flertar com alguma das diversas loirinhas presentes ali no coletivo.

    É… Nojeira propõe o apartheid matrimonial, ou melhor, amoroso… Os nazistas fizeram o mesmo, a seu modo.

  13. Paulo Nogueira também foi infeliz no trato dos relacionamentos inter-raciais nos Eua em comparação com os brasileiros. Nos Eua desde sempre, do surgimento da nação, negros e brancos, os casais, são separados, é parte do próprio sistema de colonização, não precisou em nada da pregação marxista para que virasse costume essa prática que querem forçar por aqui. No Brasil, desde os tempos da colônia, foram comuns os relacionamentos inter-raciais, principalmente dos homens brancos com as negras e índias, que fizeram surgir uma quantidade enorme de mestiços que hoje muitos consideram “brancos” ou “negros”. Vemos os casos de muitas celebridades mestiças que se considera negras, como Camila Pitanga, Preta Gil, Gabi Amarantos, no dia-a-dia entre anônimos, pobres, muitos relacionamentos entre negros e brancos, é o caso da minha família hehehe, minha avó é “cafuza”, meu avô branco italiano.

  14. Gente, o que precisamos é o ativismo judicial de direita! Ninguém processa o cara! Fico impressionado que nem o Ministro Joaquim, que já foi vítima do Blog da Dilma parece ter feito nada… É por isso que eles estão por toda parte!

  15. Com relação a Jairzinho e Luciana Mello, lembro que o pai deles,o grande Jair Rodrigues, esteve no antigo PROGRAMA LIVRE do Serginho Groismam, num programa temático onde só havia negros na plateia, nesta tinha jovens pertencente a um Grupo de Militancia, expuseram suas reivindicações e críticas e uma delas é de serem contra Homens negros casarem com brancas. O Jair ficou de pé e se pois contra essa opinião alegando q isso não era assunto deles e não tinham direito de proibir se algum negro quisesse casar com uma branca, eles revidaram, “mas vc é casado com negra”, e ele, “sim, mas e daí?

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