Jogo esquerdista: Violência psicológica

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Última atualização: 07 de janeiro de 2014 – [Índice de Jogos] [Página Principal]

Imagine que um belo dia você, se for desavisado quanto aos padrões dos jogos políticos da esquerda, entre em uma notícia do UOL, Terra ou Folha a respeito de um assunto que esteja em disputa com os esquerdistas. Pode ser qualquer coisa: redução da maioridade penal, discussão sobre o tamanho do estado ou até a condenação dos mensaleiros.

Eis que, de uma hora para outra, você recebe ameaças de morte, intimidações e diversos truques de violência psicológica. Intimidado, deixa de postar e fica desanimado quanto a interagir nas redes sociais.

O que aconteceu aqui? Nada mais que um jogo no qual a esquerda se especializou, que podemos definir como o expertise na prática da violência psicológica contra seus oponentes. O uso da violência psicológica de forma sistemática é sustentado por outros dois jogos: Retórica do ódio e Caminhando na Marcha da História.

Antes de entendermos o que é violência psicológica no contexto da prática esquerdista, imagine as coisas que mais tememos, especialmente de forma subconsciente:

  • medo de receber rejeição social, através da humilhação ou vergonha
  • medo de ficar sozinho, como um animal fora da manada (isso reduz, obviamente, a chance de sobrevivência)
  • medo de ficar em um grupo minoritário (cada vez mais), em termos políticos
  • medo de sofrer qualquer forma de violência ou perda da liberdade
  • e, é claro, medo da morte

Esses “medos” são naturais. São inseridos biologicamente em nosso hardware. Entretanto, muitas vezes eventos que manifestam esses “medos” são injustificados. No caso do jogo da esquerda, quase sempre estamos diante de truques para despertar esses receios, e, então fazer nossos oponentes marcar território.

Para entender como a coisa funciona, imagine-se como um búfalo, que faz parte de uma manada deles. Imagine-se agora ouvindo, dos líderes da manada (sim, nessa parábola, os búfalos falam), que você, se não seguir as regras estipuladas por eles, será isolado do bando, ou ficará entre a parte dos búfalos que é abandonada para os predadores. Também poderá ouvir que será vítima de violência, e poderá morrer (logo). Tudo a partir das mãos dos líderes da manada. A mera menção à essas situações já é desagradável. Assim, a mera “ameaça” (mesmo que o ameaçador não tenha condições de sacramentar a ameaça, na maioria dos casos) já tem o seu efeito psicológico.

A vítima que sofre a violência psicológica pode, em muitos casos, manifestar alguma forma de stress e desistir da interação social. Em relação a Joaquim Barbosa, o próprio já foi várias vezes  vítima desse tipo de violência por parte dos petistas. Nos blogs governistas, se viam frases como “Joaquim, a tua hora vai chegar” ou “Capitão do Mato, você vai ficar sozinho, ninguém vai estar ao seu lado”. Quem é de direita e ainda não leu esquerdistas escrevendo “A direita vai acabar; como é que ainda restam alguns que pensam com eles?”. Ou, então: “Nós vamos acabar com a tua raça”. Tudo não passa, é claro, de um jogo.

Como reagir a isso? Primeiro: é importante termos noção que estamos diante de um truque. Segundo: ridicularize e exponha as ameaças, como um verdadeiro jogo político em sua plenitude.

Uma vez um esquerdista disse “Luciano, você vai morrer!”, no que eu respondi: “Sim, você também. Ou você espera ficar para semente?”. Outro me disse: “Luciano, vou te achar e vou te matar!”. Eu: “Não vai me achar, e se achar não vai me matar. Acho que você só consegue matar um prato de arroz e feijão…”. Aí, é claro, exponha (para a platéia) o alto grau de ridículo e vileza em que o outro se encontra, demonstrando tudo como parte de um jogo de intimidação torpe e rasteiro.

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17 COMMENTS

  1. Essas ameaçinhas, feitas em frente a uma tela de computador, revelam o caráter infantil e covarde desses patifes “ameaçadores” e “amedrontadores”. De fato eles inspiram muito “medo” em nós. Ha! Ha! Ha!

    Existe uma corja de patifes socialistas (a dos pegadores em armas) acreditando realmente que os homens de verdade irão se impressionar e se atemorizar perante seus deploráveis semblantes: id est Genoínos, Gabeiras e Dirceus da vida afora…

    Vejam, por exemplo, o caso do José Genoíno (vulgo ganso bundão), que entregou de bate pronto os companheiros no Araguaia, quando foi simplesmente ameaçado de tomar um bom tapa nas fuças pelo coronel que o capturou. Não foi necessário nem desferir o tapa porque o covarde já estava se cagando todo, e ai deu a letra. E esse bunda mole teve a ousadia de posar de punho cerrado com braço erguido, como herói, a caminho da Papuda. Todos eles são uma grande comédia.

    Eu tenho uma teoria: Esses socialistas, na sua grande maioria, possuem tendencias totalitárias porque são covardes como indivíduos, e valentes apenas na “segurança” da sua coletividade/irmandade demente. Individualmente são incompetentes para garantir a integridade física de seu próprio órgão excretor. Os psicopatas geralmente são assim.

    Braços e queijos.

    • Eu ia comentar a mesma coisa, mas você foi exato em sua descrição.

      Em tempo: segundo o relato do Coronel, ele sequer chegou a ameaçar o Genoíno. Pelo contrário: tratou-o muitíssimo bem, enquanto sob custódia da patrulha, tratamento esse negado pela tropa do Genoíno ao morador da Vila que teria ajudado o Exército como mateiro, e que foi morto com requintes de crueldade pelos canalhas.

    • Por isso que eu digo que lidar com esquerdistas é lidar com CRIANÇAS e ADOLESCENTES mimados & perversos. Essa percepção tem me ajudado bastante.

      Vc tem que entrar num debate ou discussão com essa turma do rebú-vermelho como um ADULTO entrando num jardim de infância ou numa casa de custódia pra menores infratores.

      O ‘AI,AI,AI, QUE FEIO!’ só num primeiro momento pra marcar território e clarear o ambiente. Depois, por acréscimo, é DESCARREGAR a ‘SOPA DE HAWAIANAS’ no lombo do cordeiro.

      E NÃO se pode cair na armadilha da ‘choradeira chantagista’ (sei que ela COMOVE os mais sensíveis e bons), porque quem vai apanhar é vc! E muito! Quem tem criança pequena em casa sabe, quando aquele machucadinho, depois de soprado e beijado, INSISTE em “continuar doendo” mas que já passou a tempos só pra lucrar mais um pouquinho de atenção e carinho da gente.
      |¬)

    • Acabei de passar por isso com uma feminista defensora de aborto. Só que ela se deu mal. Eu não só coloquei as mulheres (plateia) contra ela, como a acusei de todas as formas de utilizar as mulheres como massa de manobra. Ela veio com o previsível discurso de me acusar de disseminar o ódio, ao que eu refutei que as mãos delas fedem a crianças mortas e que estão sujas do sangue de inocentes. Em dado momento ela me disse que eu era decididamente perigoso e que iria me denunciar, ao que eu rebati que se morasse na cidade de, iria alertar a todos os pais a não deixarem seus filhos perto dela, pois eles corriam risco de vida. Peguei pesado mesmo. Somente aí eu vacilei, pois mentalmente levei a ameaça dela um tanto a sério, salvei toda a conversa, mas jamais admitindo para ela que eu tinha levado a ameaça (de processo, sei lá) a sério, pois ela tinha me chamado de estuprador e eu a chamei de assassina de crianças.Portanto eu a avisei que iria imprimir nossa conversa e de que eu não iria esconder nada, nem as ofensas que eu tinha feito a ela nem as ofensas dela a mim, eu disse a ela que eu salvei palavra por palavra, virgula por virgula e que tanto ela poderia me processar por eu a te-la ofendido, como eu a processaria por ela me ter taxado de estuprador. Eu falei para ela que não importava o quanto ela se vitimasse, eu não iria parar, os truques dela não me intimidariam e ela fizesse o que quisesse que ainda estava pra nascer alguma coisa que me pusesse medo. Não deixei jamais uma ofensiva dela sem resposta e a conversa varou a madrugada.
      fui colocando o Feminismo como inimigo número um das mulheres e falei para toda a plateia que eu confiava na capacidade das mulheres e que as mulheres de verdade estavam trabalhando, estudando, fazendo pesquisa acadêmica e não tinham eleito feministas para as representar, portanto as feministas eram usurpadoras que usavam mulheres como massa de manobra para obtenção de vantagens governamentais e influência política. Falei de minha conterrânea Raquel de Queiroz, a primeira mulher a pertencer à Academia Brasileira de Letras não precisou sair mostrando os peitos moles nem mentindo e se fazendo de coitadinha, ela provou que era capaz sem vitimismo. E que Ana Neri pegou em armas para lutar junto ao Exército na guerra do Paraguai, mesmo que tivesse que se disfarçar de homem, por que a sociedade mega patriarcal da época não permitia que uma mulher corresse tamanho perigo de vida e por isso ela se disfarçou ,tomando da espingarda e da espada sem precisar de qualquer feminista orientando ela e sem se vitimar.

      Num dado momento em que ela falou que machistas matam mulheres eu repliquei com isso: ” Toda semana aparece nos jornais a notícia de que um casal colocou uma câmera escondida para filmar maus tratos a crianças e a idosos: esses maus tratos são feitos 99,99% por MULHERES. Aliás, pelo fato de as mulheres serem mais próximas a crianças, são elas as maiores responsáveis pelas mortes de crianças, e isso é um dado real, não é achismo. Feminismo mata.”

      Ela parece que recuou, pois me chamou de estuprador com total certeza, depois que viu que eu não iria recuar, me chamou de “potencial” estuprador. Então eu me mantive firme: ” Já virou em potencial ? ainda há pouco não existia o termo “potencial”, você dizia com certeza que eu era um estuprador. Não tente amenizar as coisas com eufemismos ridículos. Eu já avisei, eu não recuo de minhas convicções nem que seja um milimetro, nem que fosse diante de balas, que dirá diante de loucas”.

      Eu a havia chamado de bruxa. Pode ser infantil, mas mulher alguma quer esse nome. Também a chamei de bipolar e recalcada, mal comida e mal amada. Ela, num assomo de “coragem” me deu o endereço dela, para que eu mandasse meus amigos pega-la (mora em Natal-RN) ao que eu comecei a zombar, falando me referindo a um filme de terror infantil, João e Maria Caçadores de Bruxas: ” Não tenho nenhum amigo com o nome de João ou de Maria. Os caçadores de bruxas são eles. Sinto muito”.

      A conversa foi enorme e ainda falei que ela devia me idolatrar muito para estar até as 3 da manhã respondendo meus comentários, que acendesse uma vela em minha homenagem ecolocasse minha imagem em um pedestal.

      “Tadinha da bixinha, tão neurótica com a ideia de matar embriões e crianças em formação que se esquece até de tomar os remédios”.

      kkkkkk estou me aperfeiçoando nessa história de enfrentar esquerdistas. Logo irei ficar bom nisso.

  2. E o que fazer qdo ela te chamam de racista numa discussão sobre cotas qdo não conseguem mais argumentar? Isso está se tornando banal. As pessoas estão sendo chamadas de racistas a esmo.

  3. O Olavo de Carvalho deu a dica há um tempo: “Para vencer um histérico, diga que ninguém gosta dele. Para vencer um psicopata, diga que ele é fraco”.
    Por isso minha a resposta padrão para essas situações é: “Você está dando vexame, todo mundo sabe que você não tem coragem”.

  4. Luciano, acho que vai nessa toada que você dissecou este texto do Sakamoto sobre a saída de Marco Feliciano da Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara dos Deputados. Observe-se que ele fala de minorias (usando aqui o conceito de que minoria não seria só numérica, mas em representação política, uma rotina que você poderia dissecar), mas convenientemente esquece-se de que evangélicos são minoria religiosa no Brasil (ainda que a maior das minorias). Depois ele guina para agronegócios, evoca mortes de índios e outras coisas, bem como fala de lendas urbanas, tudo com o óbvio objetivo de querer tentar silenciar quem apoie o deputado da discórdia.

  5. Como Olavo de Carvalho já deixou claro, militante esquerdopata se trata assim : VAI SE FODER, FILHA DA PUTA!!! Ou seja, não tem que ter conversa com essa gente. Eles nunca jogam limpo e se você tentar jogar limpo com eles é você que se fode.

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