Sakamoto declara: cidadãos pobres que forem contra rolezinhos são uma “elite cruel”

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rolezinhos

Depois que pegamos o jeitão de investigar o discurso da esquerda, a coisa se torna praticamente uma diversão. Muito melhor do que jogar palavras cruzadas.

Ainda hoje eu publiquei um texto falando das fraudes intelectuais de dois colunistas do PT. Antes eu já havia desmascarado os embustes de Leonardo Sakamoto na mesma questão. Mas agora Sakamoto se superou. Como sói ocorre quando eles estão empolgados em suas provocações de parquinho, chamando os oponentes de “coxinhas”, parece que o excesso de endorfina produzido no cérebro enquanto fazem isso os deixa descuidados. E esses são os melhores momentos para capturar as verdadeiras intenções deles em atos falhos homéricos.

Enfim, veja o texto “Coxeco, o mascote dos coxinhas do Brasil apoia liminares contra rolezinhos”, que mostra bem o nível da atual intelectualidade da esquerda brasileira:

Este blog, com a ajuda de amigas e amigos, criou o Coxeco, o Mascote dos Coxinhas do Brasil.

O Coxeco ficou muito feliz depois que o Shopping Center JK Iguatemi, estabelecimento localizado em um bairro nobre da capital paulista, conseguiu uma liminar judicial para garantir que rolezinhos não ocorram em suas partes interna e externa, sob risco de multa de R$ 10 mil por dia.

E mais feliz ainda quando soube da justificativa: que o procedimento visava à tranquilidade e ao conforto de seus clientes, lojistas e empregados, quer dizer, colaboradores.

E entrou em estado de graça, com um sorriso que não mais saiu de seu delicioso rosto empanado, quando soube que seguranças, advogados e até um oficial de Justiça plantaram-se nas portas para selecionar as pessoas com menos de 18 anos que poderiam entrar no prédio.

A partir disso, ele colocou uma animação, digna de retardados mentais (veja no site, pois não consegui capturar a animação), na qual ele passa a seguinte mensagem, que podemos transmitir ao cidadão pobre e honesto da seguinte forma:

“Ei, você, que luta todos os dias para manter sua família de forma honesta, e sem cometer crimes. Sabia que você é chamado de “coxinha” pela extrema-esquerda? Como você já acabou de me dizer que acha revoltantes os rolezinhos, saiba que intelectuais de esquerda estão usando esses movimentos para criar uma falsa guerra de classes. A partir daí, eles dirão que ficar contra esses vândalos é ficar “contra os cidadãos pobres”. Você vai engolir isso? Eles chegaram a criar uma animação na Internet onde dizem que você, por ficar contra os rolezinhos, é um elitista que usa Rolex, e anda de carrão, passando por cima de poças d’água em cima de moradores de rua. Somente por que você ficou contra os rolezinhos, eles dirão que você é um elitista que anda de carrão e fecha o vidro diante de garotos pedintes. Você vai aturar isso?”

É assim que devemos nos comunicar com as pessoas mais humildes, que estão sendo vítimas de campanhas de difamação a partir de esquerdistas como Sakamoto, estes sim elitistas que vivem defendendo o estado inchado que beneficia a poucos.

Em tempo: tanto pessoas decentes ricas e pobres serão contra os rolezinhos. Mas é claro que as pessoas pobres são muito mais afetadas com a ética tribal, na criação de um mundo sem lei, orientado ao vandalismo, do que os cidadãos ricos.

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32 COMMENTS

  1. Esse Sakamoto as vezes abusa do direito de ser idiota.Será que ele acha que um ricaço/burgues vai frequentar um shopping center se achar que tem a possibilidade de dar de frente com um rolezinho?Claro que não.Os burgueses aos quais o nosso amigo japa se refere mal saem de casa quando se sentem ameaçados.Quem mais sofre com o role é aquele pobre que sua o ano inteiro pra conseguir sua grana e tem ser ter o seu direito de ir e vir vilipendiado por pessoas que,se duvidar,tem condições financeiras até melhores que a dele.
    Vale lembrar que com o advento da internet nenhum ricaço precisa sair de casa pra fazer as compras-até eu,um pobre de marré faço compras via internet-o que põe em cheque a tese sakamoteana de que são os ricos que são contra o role,quando,na verdade,o rico não está nem ai.

  2. Pô Luciano!

    É evidente que esse Agino-Sakamoto é um patifezinho, pilantrinha e bunda mole fazendo cinicamente o “trabalho” sujo pelo qual é pago. Aposto que ele fica gargalhando daqueles que escrevem artigos críticos contra ele na internet, pois além de lhe darem mais visibilidade de mídia, não consideram o fato dele não estar nem ai com o falatório a respeito dele. O importante pra ele é a grana que ele ganha com a disseminação (visibilidade) do lixo vomitado em seus textos.

    Digo isso porque não acho que esse patifezinho seja digno de críticas intelectuais, pois intelectual ele claramente não é. Criticá-lo é o mesmo que atribuir-lhe um certo respeito à uma possível intelectualidade maligna, a qual nem mesmo isso ele possui.

    Aposto que ele, até mesmo, conta com essa reação dos críticos, que lhe garantem o faturamento.

    Esse BOSTELHO do Sakamoto só pode ser refutado com um BOM TAPA naquela CARA de BUNDA LARGA que ele tem. Seria o caso de pegá-lo, como se diz, “NUMA QUEBRADA”, mas, infelizmente, esse não é o correto modus operandi dos homens adultos.

    Enfim acho que devemos dar menos visibilidade a esse idiota, pois os seus argumentos já perderam a capacidade de subversão dos leitores. Acredito que os leitores já estão vendo e reconhecendo o BOSTELHO CAVIAR que ele é, portanto a efetividade do “trabalhinho” dele está se tornando nula, e ele tende a perder a boquinha suja estatal, (logo, logo…) simplesmente por sua total inutilidade revolucionária.

    Braços.

    • Mamedes, mais um pouco os marxistas-humanistas-neoateístas irão querer nos dizer que o brasileiro se americanizou de tal maneira que a classe média que eles tanto odeiam passou a morar nos subúrbios tal qual a daquele outro país-continente que se encontra neste continente também conhecido por Novo Mundo.
      Assim sendo, o pessoal de Itaquera que ficou em pânico de ver o rolezinho acontecendo é apenas e tão somente gente burguesa e elitista, que aproveitava o fim de semana para fazer um igualmente elitista e burguês programa de ir com a família ou os amigos comer alguma coisa ou pegar um cineminha em vez de se juntar a um monte de gente para do nada começar a cantar apologia a crime e drogas e fazer fuzuê. Lembre-se que em um dos vídeos do ocorrido no shopping vê-se um EcoSport do modelo novo, que custa pelo menos uns R$ 55.690 (que transformado em suaves prestações não fica tão acima do que se paga por um popular nessa modalidade). E, como sabemos, Eco é carro de burguesão opressor que, como classe média paga-pau de americano que é, mora nos subúrbios.

  3. Luciano, conforme te falo sempre, é sempre bom dar uma olhada nos comentários que a galera deixa nos textos do Sakamoto, pois eles por vezes desmontam por completo o marxismo-humanismo-neoateísmo que se quis passar ou mesmo dão um sinuca de bico daquelas. Segue um abaixo:

    Galo Candango 5 horas atrás

    Ah, coitadinhos dos participantes do rolezinho!!! Apenas queriam quebrar umas lojas, tocar um terrorzinho para desestressar, enfim, curtir o shopping, que, afinal, foi feito pra isso: para alegrar as pessoas. O investidor gasta alguns bilhões para construir um shopping, e depois querem impedir uns poucos milhares de jovens baderneiros de usufruir desse espaço privado, sem dar nada em troca? Malditos coxinhas. Malditos empresários privados, que, ao construírem tantos shopping, criaram emprego e desenvolvimento para os pais desses jovens. Se não tivessem investido tanto, talvez esses jovens que hoje fazem rolezinho com o apoio de cientistas políticos hipócritas, estivessem ocupados TRABALHANDO. Malditos coxinhas, que querem transmitir a ideia de que estudar, trabalhar e subir na vida com o proprio esforço e por mérito próprio é algo a se lamentar, a ser alvo de chacota e apelido jocoso. Malditos coxinhas. Acho que tem alguma coisa de muito errada comigo, pois eu, por uma razão que não sei explicar, prefiro que meu filho seja coxinha a ser pivete desocupado.

    Sugerirei que se compare com o de um marxista-humanista-neoateísta que parece querer ser mais realista do que o rei e sugerindo coisas que até agora o blogueiro não fez e não aparenta pensar em fazer (ao menos por ora):

    Schwaz 4 horas atrás

    Recomendo terminarem com os comentários no seu blog, Sakamoto. O nível dos comentários e ridículo e eles atrapalham a ideia central de seus textos.

    Que foi apoiado por outro MHN:

    Leonardo89Leonardo 4 horas atrás

    Os dois comentários abaixo te dão toda a razão.

    Mais um MHN resolveu ir acudir a ideia que se estava querendo passar:

    Claudio Santos 4 horas atrás

    Parabéns Sakamoto. No Ano do falecimento do Mandela, os brasileiros de mentalidade tacanha, conseguiram lançar o Apartheid à moda brasileira. Sejam vindos aos shopping center, os negros, nordestinos e pobres em geral. Todos tem o meu respeito.

    Claudio Santos 4 horas atrás

    A resposta violenta da administração dos shoppings, das autoridades públicas, da clientela e de parte da mídia demonstra que esses atores decodificaram a entrada da juventude das periferias nos shoppings como uma violência. Mas a violência era justamente o fato de não estarem lá para roubar, o único lugar em que se acostumaram a enxergar jovens negros e pobres. Então, como encaixá-los, em que lugar colocá-los? Preferiram concluir que havia a intenção de furtar e destruir, o que era mais fácil de aceitar do que admitir que apenas queriam se divertir nos mesmos lugares da classe média, desejando os mesmo objetos de consumo que ela. Levaram uma parte dos rolezeiros para a delegacia. Ainda que tivessem de soltá-los logo depois, porque nada de fato havia para mantê-los ali, o ato já estigmatizou-os e assinalará suas vidas, como historicamente se fez com os negros e pobres no Brasil.

    A pergunta que fica: não houve qualquer violência no JK Iguatemi, apenas e tão somente a comunicação clara e cristalina de que se havia conseguido uma liminar que impedia a realização do referido evento naquelas dependências, sob pena de multa de R$ 10 mil/cabeça. Porém, violência houve no Itaquera. A mecânica do “rolezinho”, como sabemos, não é a de roubar, mas a de ser uma espécie de flashmob em que se começa a assustar as pessoas cantando canções de apologia ao crime e a ficar fazendo algazarra em uma praça de alimentação, algo completamente diferente de outras flashmobs (que normalmente introduzem a ideia suavemente e sinalizando claramente que não há qualquer intenção violenta ou fazem algo completamente bizarro, mas engraçado, como usar capa de chuva amarela e lembrar do desenho do Pica-Pau descendo as cataratas, por exemplo). A mecânica do tal “rolezinho” acaba por sua vez muito se aproximando da mecânica de um arrastão, que começa do nada e pega as pessoas no susto, aproveitando-se disso para depená-las de seus bens duramente conseguidos. Logo, acaba sendo natural que todas as pessoas fiquem assustadas ao verem o estopim do evento, assim como ficariam se vissem, por exemplo, black blocs dando gritos de bugio (uh, uh, uh), mesmo que nada fizessem. E onde houve violência por parte da polícia (violência essa que, como já disse, pode ter pego gente que nada tinha a ver com o peixe)? Justamente no Shopping Metrô Itaquera, que também havia conseguido liminar antirrolezinho, uma vez que foi dos mais afetados pelo tal evento. E, como já dito antes, assim como só pobre vai para o JK Iguatemi, só ricaço burguês e elitista vai para o Itaquera, ainda que os ricaços que vão para o shopping da Zona Leste sejam do tipo excêntrico ou low profile e prefiram vestir roupa simples, ir de metrô ou ônibus por lá e, quando muito, com o próprio carro que pagam em suaves prestações (uma vez que rico não é aquele que tem dinheiro, mas sim aquele que tem crédito, de maneira a poder deixar mais suave a pancada da prestação, mesmo que os juros estejam altos).
    E continuemos com os comentários:

    Rorschach1974 3 horas atrás

    Sugiro, aos jovens paulistanos, um “rolezinho” pela PUC. Vocês serão recebidos de braços abertos…

    Talvez não consigam passar da porta da PUC, caso haja crachá obrigatório. Mas fica a sugestão. E vamos a outro comentário:

    Furano 2 horas atrás

    Não adianta disfarçar; a distancia de um inocente rolê e um arrastão é muito pequena. Essa turma tem por objetivo provocar pânico no ambiente. E os proprietários de lojas tem o direito de proteger o patrimônio .

    Alguns estão se perguntando se esses tais rolezinhos não seriam balão de ensaio para coisa muito pior. É uma questão válida se pensarmos na dinâmica de algo menor que serve como balão de ensaio para coisas maiores e mais graves, vide ocupação de 2011 da reitoria da USP começando com suposta solidariedade a detidos por posse de maconha e mudando de pauta no meio do caminho e denotando ser coisa que havia sido planejada antes e só buscava um pretexto para ser deflagrada, algo análogo aos protestos do Passe Livre em maio que começaram pelos 20 centavos e depois disseram que não era mais só isso. E aí iremos nos preocupar e pensar em um Walking Dead daqueles, ainda mais em ano de Copa.
    Vamos a mais um, coincidentemente do mesmo cara que iniciou a série que aqui passo:

    Galo Candango 2 horas atrás

    Tem um comentarista aqui que insinua que talvez eles apenas quisessem curtir as mesmas coisas que os filhos da classe média curte. Sei. Em grupos de milhares, todos, por certo, íntimos e conhecidos, que marcaram de se encontrar lá para um inocente passeio? Claro, eu acredito. Mas só acredito se vier acompanhada de uma declaração pública do papai noel.

    O cara acabou falando o óbvio: é impossível que milhares de pessoas se conheçam e sejam amigas entre si, mas fica a clara suspeita de ser ação de agente multiplicador, tais quais as ocorridas nos protestos de junho, ainda que tenham jogado água no chope dos MHNs no poder (como o povo repudiar os partidos na passeata e expulsá-los, fora as pautas da maioria dos brasileiros ser diferente daquela dos MHNs e impedir que eles liderassem a passeata para que fosse contra quem eles quisessem) e os próprios inimigos dos MHNs extremistas terem feito jogadas pra lá de habilidosas (como o governo de São Paulo deixar propositadamente que os black blocs arrombassem o portão do Palácio dos Bandeirantes em frente a um monte de mídia para que tivessem todas as provas de que o revide da PM foi legítimo). E é essa a dinâmica gramscista básica, se formos pensar.
    E a velha questão de por que não vemos rolezinho e black blocs em lugares governados por aliados dos MHNs no poder ou que interessem a eles a vitória em uma eleição:

    Antonio M 2 horas atrás

    Por que não vão fazer rolezinhos na rua, nos condomínios onde moram os políticos? Em Brasília? Quanto a população não reagir aos assaltantes, estão certos oras, os ladrões não são apenas pobres coitados injustiçados sem alternativas na sociedade buscando um lugar ao sol do consumo !!! Chamar polícia para quê? Além do mais, pela lei a segurança do Metrô tem poder de polícia nas instalações do Metrô e em republiqueta sindical é difícil mexer com certos direitos não? Ou acham que a CUT que os representa vai abrir mão disso fácil?

    Mais duas do Galo Candango:

    Galo Candango 1 hora atrás

    Rolezinho é ato inocente, como demonstra a seguinte notícia: “A Polícia Militar reagiu com bombas de gás lacrimogêneo e balas de borracha contra um grupo de jovens que se encontraram para um “rolezinho” no shopping Itaquera, na Zona Leste de São Paulo, na tarde deste sábado (11). Segundo a PM, houve um arrastão e duas pessoas foram detidas. Os dois detidos foram liberados durante a madrugada de domingo (12). De acordo com o 24º DP foi registrada apenas uma ocorrência após o ‘rolezinho’ por furto qualificado a uma loja de games.” Coitados, só jovens inocentes de bem intencionados.

    Galo Candango 1 hora atrás

    “Na última semana, a vida de Felipe, de 14 anos, mudou. Um evento que ele organizou no Facebook apenas para “se divertir, conhecer novos amigos, tirar umas fotos e dar uns beijos”, se proliferou pelas redes sociais, chamou a atenção da Polícia Civil e também contou com a apreensão da mãe do jovem. Resultado: preocupado com os avisos de que arrastões poderiam acontecer, Felipe cancelou o evento. Quem mais ficou preocupada com a repercussão foi a mãe do garoto. Auxiliar no Hospital das Clínicas, Patrícia Viana não foi trabalhar na quarta para ficar com o filho em casa e tentar descobrir o que estava acontecendo. “Ele fica o dia inteiro no Facebook e me disse que isso é para conhecer as pessoas do outro lado do mundo virtual. Agora que estou vendo o tamanho do problema.” É, parece que não é assim tão inocente não.

    E por que só rolezinho em shopping? Por que não em outros lugares?

    clima123 1 hora atrás

    Sakamoto – varios restaurantes de coxinha tem como regra nao aceitar clientes sem camisa ou sem sapato. Um absurdo! Isso acontece ha mais de 50 anos e ninguem fala nada. So porque o estabelecimento eh “privado” acham que podem estabelecer regras de conduta e (vejam so) impedir os que nao seguem essa regra de usufruir. So faltam impedir rolezinhos em bibliotecas, museus, escolas, bailes funk…

    Eu também queria rolezinhos em bibliotecas, contudo que respeitassem o silêncio desses lugares que, quando públicos, estão abertos a qualquer um. E, claro, em vez de cantarem canções de apologia a drogas e crimes, que quem estivesse lá desse uma lidinha que fosse no precioso material que esses baús de conhecimento humano abrigam. E por que não um rolezinho no museu, sendo que alguns museus públicos organizam sem problema algum visitas guiadas que permitem às pessoas que vão a esses estabelecimentos irem em multidões e verem as obras? Abaixo, segue resposta do Galo Candango a esse comentário que postei acima, ainda que a sugestão de rolezinho dele não tenha pensado em algo tão pacífico e com proposta de adquirir mais conhecimento:

    Galo Candango 59 minutos atrás

    Rolezinhos em igrejas, nas redações dos jornais, nos hospitais, nas concessionárias de veículos… parece que tudo é permitido agora, e que não há mais espaço para a ordem e o sossego. Há quem aplauda esse estado de coisa, por mais absurdo que seja. Qual o próximo passo?

    O mesmo clima123 pensou em sugestões de rolezinhos mais brabos, mas que iriam contra a agenda dos MHNs e usariam parte dos inocentes úteis que eles angariaram:

    clima123 1 hora atrás

    Paradoxos: rolezinho em aldeia indigena pode? E rolezinho na parada do orgulho lgbt/ marcha da maconha / marcha das vadias? Pode?

    Ao que novamente o Galo Candango respondeu:

    Galo Candango 1 hora atrás

    Caramba, você foi simplesmente perfeito agora. Rolezinho na parada gay e na marcha das vadias? Responde essa, Saka.

    Creio eu que, desmoralizada como está, não veremos mais Marcha das Vadias para que se faça uma coisa dessas em nível experimental. A parada gay também está se esvaziando pois quiseram politizá-la em demasia, quando na realidade o que a lotava era o gay comum que nada tem de militante nem subscreve o que seus ditos defensores dizem. Um hipotético rolezinho por lá geraria a mais que esperada reação de susto nas pessoas que estão na paz, tal qual ocorreu com o frequentador comum dos shoppings rolezados. Porém não creio que isso irá acontecer, pois seria gramscismo contra gramscismo e tudo isso daria munição aos anti-MHNs, isso sem contar que o frequentador comum que no máximo seria propagador inconsciente de gramscismo iria começar a ligar pontinhos e desmoralizar o gramscismo que lhe quiseram impor.
    Se há algo que noto nessa história toda é que os gramscistas estão meio que nem baratas tontas. Parece que descobriram o truque do mágico e ele não era Mister M o suficiente para saber usar essa descoberta a favor dele. E eles estão com medo de que o grande público descubra outros truques.

      • E seguem mais comentários da mesma postagem, começando pelo atleticano que mais incomoda por aquelas bandas (e que está mais artilheiro que o Ronaldinho Gaúcho):

        Galo Candango 22 horas atrás

        “São Paulo – A Polícia Militar deteve três pessoas em uma ação para conter um tumulto na noite de ontem (11) no Shopping Metrô Itaquera. Segundo a Secretaria de Estado de Segurança Pública (SSP), centenas de jovens promoveram quebra-quebra, furtos e roubos no centro comercial. O encontro foi um dos chamados rolezinhos, marcados para ocorrer em shoppings da Grande São Paulo. A polícia usou bombas de gás lacrimogêneo e cassetetes contra os adolescentes. De acordo com a SSP, uma loja de jogos eletrônicos teve as portas arrombadas e parte da mercadoria roubada por pessoas portando pedaços de madeira. Dois jovens, de 15 e 19 anos, foram detidos com pedaços de pau. Um adolescente de 16 anos foi detido, segundo a PM, com um celular roubado no bolso. Ele é suspeito de ser uma das 11 pessoas que agrediram dois irmãos com socos e chutes. O grupo roubou celulares, tênis e bonés das vítimas do lado de fora do shopping. O menor apreendido será encaminhado para a Vara da Infância e Juventude.” Decida-se sobre quem é leviano, caro leitor.

        E já que quiseram envergonhar os ditos “coxinhas” e o suposto mascote é só vergonha alheia na lomba dos marxistas-humanistas-neoateístas, pode ser que agora eles tenham mais vergonha ainda:

        Rorschach1974 17 horas atrás

        Caviarzinho, o mascote da esquerda caviar apoia tudo o que resulte em destruição da propriedade privada dos outros…

        E mais gente desmontando a coisa toda e lembrando que a realidade não é conformável a uma teoria:

        CHEGA DE ROUBO DO ERÁRIO 16 horas atrás

        Sr Sakamoto, shopping é um empreendimento e espaço privado é propriedade privada, não é passeio público, tem o direito de não permitir a entrada de uma ou mais pessoas, se julgar que estas irão tumultuar o ambiente, assim como tem o dever de garantir os direitos de quem frequenta o shopping, para compras e lazer. Manifestação pública se faz em espaços públicos, como praças e avenidas. Shopping center não é bem público, existe videos de arrastões e consumo de drogas e álcool por parte de pessoas dentro dos shopping, que participavam do tal “rolezinho”. Essa esquerda caviar é muito engraçada, hoje em dia abrigando as mais díspares figuras, que vão do líder sindical ao professor universitário, passando pelo estudante de passeata e o socialista de salão. É essa esquerda para proletário ver, que desconhece contracheque e cartão de ponto. É “bonito” para (“gauche caviar”) e equivalentes na Inglaterra (socialista “champagne”), Estados Unidos (“liberal limusine”) e Itália (“radical chic”), criticar as autoridades e sempre tentar defender o indefensável. esquerda festiva, é essa que pratica um socialismo de salão e pontifica sobre os oprimidos da terra, mesmo refestelando-se no consumo capitalista.

        Tal texto recebeu o seguinte comentário:

        13582196 15 horas atrás

        uma adiçãozinha, como espaço privado qualquer estabelecimento comerical como o Sopping tem de pagar Imposto Para Trambiqueiros Usurpadores (IPTU), caixinha para a máfia do ISS, Contas de gás, eletricidade, água, seguro, seguranças, faxineiros, etc. como eles vão fazer isso se não vendem? Fomo ficam os familiares desses trabalhadores dos shoppings? esse será um dos primeiros desses posts polêmicos e seus comentários maravilhosos pra 2014: Japorongo, abra uma loja, uma lanchonete ou um bar e tente gerar empregos e pagar as contas, IPTU, tente sustentar funcionários e suas famílias, com seu faturamento, tendo seu estabelecimento cheio de gente inútil que só vai lá pra marcar presença num “rolezaum”e não comprar nada..

        E como todo mundo que usa o termo “coxinha” é MHN até que se prove o contrário, eis que tivemos resposta de algum apoiador de tal ideologia que parece confundir a reunião pacífica com a formação de bando com gente que só se conhece na hora para assustar aqueles que foram apenas dar uma banda das mais inocentes em um shopping como o Itaquera (que conseguiu liminar antirrolezinho, diga-se):

        Lauro Portela 14 horas atrás

        Aos coxinhas comentadores: Constituição de 1988. Art. 5º. Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade, nos termos seguintes: (…) “XVI – todos podem reunir-se pacificamente, sem armas, em locais abertos ao público, independentemente de autorização, desde que não frustrem outra reunião anteriormente convocada para o mesmo local, sendo apenas exigido prévio aviso à autoridade competente;” (…)” O Shopping (embora espaço privado) é espaço aberto ao público. E até que alguém cometa um crime, ninguém pode ser enquadrado apenas por se reunir.

        Esse recebeu as seguintes respostas, uma delas com direito de reversão do epíteto contra os queridinhos dos gramscistas de hoje:

        CHEGA DE ROUBO DO ERÁRIO 13 horas atrás

        Escreveu e não leu, ” sendo apenas exigido prévio aviso à autoridade competente”. Se todos são iguais perante à lei, por que os políticos e outros funcionários públicos do alto escalão têm direito a foro privilegiado, só podendo assim serem julgados pelo Supremo Tribunal Federal? Se todos são iguais perante a lei, por que os políticos têm imunidade parlamentar, onde só podem ser presos se for em flagrante delito em casos de crimes inafiançáveis?

        Antenor Boas-Vindas 12 horas atrás

        Os coxinhas do rolezinho avisaram à autoridade competente anteriormente?

        SasciFufu 10 horas atrás

        Pode ser punido sim se a finalidade da reunião é para causar desordem e perturbação da paz, coisa que está mais do que clara nessa baderna. Ninguém ali se reuniu para ir ao shopping procurar descontos coletivos nas compras, e sim para causar desordem e pânico aos clientes. Se você estivesse num local desses, ou sua mãe, crianças,etc com certeza teria pavor de ver um bando cantando e gritando nos corredores sem ordem.

        Outro usa uma série de substantivos para definir o que seria o grupo que tornou a ida a um shopping periférico um momento de grande receio, lembrando da diferença entre local público e local aberto ao público:

        Emanuel Andrade 13 horas atrás

        Gangue, malta, Quadrilha, bando, arruaceiros, turba, terrorismo… Esqueci mais alguma coisa?? shopping não é local público.

        Segue outro comentário abaixo:

        Antenor Boas-Vindas 12 horas atrás

        Excelente argumentação, Sakamoto! Só que não! Falácia do espantalho nas mãos de esquerdista caviar é o delírio da adolescentarada revolucionária de facebook.

        Não sei por que quando vejo MHN chamando os outros de “coxinha” muito me lembra o Kiko do Chaves chamando os outros de “gentalha”, mas aqui há um MHN que praticamente está entregando que o uso do termo como gíria foi claramente deturpado pelos praticantes de tal ideologia e falseado na história popular, quando o significado original é um dos sinônimos de policial militar:

        Cesar LXXXII 11 horas atrás

        Fica aqui o meu repúdio, no uso do termo “coxinha” para designar os bem nascidos criados no leite ninho! Este termo é velho e só deveria ser usado para designar aqueles funcionários públicos estaduais, que usam fardamento de cor cinza, e que fazem a alegria dos “coxinhas” acima citados!

        E eis que vejo alguém que me parece ser propagador inconsciente de gramscismo, ainda que eu possa estar errado em meu parecer. Ele disse o seguinte (ainda que esteja usando o tal epíteto tipicamente MHN):

        Rodrigo Tomé 11 horas atrás

        Os coxinhas (como possuem visão limitada) não percebem a oportunidade de atacar o prefeito petista Haddad. O incidente serve como mostra da incompetência da prefeitura de SP em oferecer lazer de qualidade aos adolescentes. Além de não conseguirem defender o ponto de vista deles, perdem a chance. Daí a gente tem que ficar “jogando dos dois lados do campo”.

        Que foi seguido dos seguintes comentários:

        Antenor Boas-Vindas 11 horas atrás

        Até agora não tinha entendido direito o que é esse lance de “coxinha”, mas agora ficou mais claro. Não vota no PT? É coxinha!

        13582196 10 horas atrás

        Todo mundo sabe da incoPeTência do Haddad, a questão é por que os adolescentes NÂO PEDEM lazer de qualidade e preferem o FUNK e o SHOPPING CENTER?, sabe que existem quadras esportivas em praças públicas? e centros culturais como o do Vergueiro? por que não vão dar um rolezinho nas bibliotecas grátis? nos livros de Jorge Amado, Drummond ou Cecília Meireles?

        O mesmo que suspeito ser propagador inconsciente de gramscismo também deixou o seguinte, que é bastante aproveitável e esclarecedor, ainda que aqui possa parecer que ele esteja sendo não o tal propagador inconsciente, mas um MHN que diz que seu MHN é mais puro e verdadeiro que o MHN alheio:

        Rodrigo Tomé 11 horas atrás

        Política do medo. Funciona muito bem com a classe média. Inocula-se o veneno de uma ameça iminente nela e depois “corre pro abraço” que o apoio tá garantido. Foi assim no macartismo e ditaduras sul-americanas, foi assim no apartheid, foi assim com a invasão do Iraque e é assim em SP.

        Acabou recebendo o seguinte complemento de lugares que ele esqueceu de citar:

        13582196 11 horas atrás

        foi assim na na União Sovietica , foi assim no Vietnã, é assim na Coreia do Norte, é assim na China e também é assim em Cuba. é assim no Paquistão, e na Siria. é assim em TODO o Brasil.

        Ainda que o Coxeco tenha se voltado contra os MHNs de uma forma bem marcante), eis que temos sugestões de mascotes para quem se enquadra em uma das três letrinhas da sigla:

        MiltonXF 10 horas atrás

        Falta lançar o “Sushizinho”, o mascote da esquerda-cabecinha, sectários de Sakamoto.

        Antenor Boas-Vindas 8 horas atrás

        Sugiro “Caviarzinho”.

        E mais gente lembra do outro lado (tanto geográfico como de poder aquisitivo de público, isso sem falar de episódio sem qualquer shopping envolvido) da notícia:

        Bruno Lopes 8 horas atrás

        Sakamoto não lê jornal? Critica um shopping por ter conseguido uma liminar para impedir um evento que não ocorreu, mas deixa de citar que no mesmo dia um rolezinho terminou em confronto (com direito a tiros de borracha de gás lacrimogêneo e três pessoas levadas à delegacia) em um shopping que não havia se dado ao trabalho de conseguir uma liminar parecida. E um rolezinho em um parque público também acabou em agressão… a um guarda municipal. Francamente.

        O que gerou evocação do bárbaro ocorrido na cidade vizinha a São Paulo:

        Rorschach1974 7 horas atrás

        Trecho de reportagem: “Um guarda municipal foi agredido durante um rolezinho de jovens no Bosque Maia, em Guarulhos, na tarde de domingo (12). Ele estava acompanhado de outro guarda quando encontrou os jovens consumindo bebida alcoólica. Segundo a Prefeitura de Guarulhos, os dois guardas foram agredidos com lixeiras e pedras quando abordaram os jovens, que consumiam bebida alcoólica. Uma lixeira acertou um dos guardas no rosto, e depois ele foi espancado. Os ferimentos foram leves.”

        Talvez alguém que tenha lido esta postagem foi comentar lá. Note o teor deste comentário:

        Força Tricolor 6 horas atrás

        Pronto. Agora o “rolezinho” virou uma nova categoria no imaginário da luta de classes. É a vítima social (o garoto da periferia) contra a classe média branca, egoísta e reacionária que passa o seu tempo livre no shopping. Engraçado. Já vejo quem conhece pobre só de ouvir falar fazendo conjecturas sobre o aspecto “revolucionário” dos rolezinhos. Acaba sendo patético a forma como essas pessoas que se consideram – apesar de nunca dizerem – “moralmente superiores” veem injustiça social quando um espaço PRIVADO de USO público reage a um distúrbio orquestrado por 200, 300, 1000 pessoas. Por que? Porque acabam é ofendendo a TODOS os pobres. Na fantasia marxista dessas pessoas, nenhuma família pobre frequenta shoppings – apenas a 25 de março. Todos os centros de compra são filiais do Iguatemi. É o mesmo que dizer que as famílias pobres achariam super natural esse tipo de “manifestação” e entrariam na dança. É o mesmo que dizer que elas não tem o mesmo objetivo das famílias ricas quando vão a um shopping: ter um pouco de lazer e segurança que as nossas violentas ruas não são capazes de proporcionar.

        Alguém resolveu usar a estratégia do Lobão, mas ressignificando um slogan típico da Marcha das Vadias:

        Liguria 1 hora atrás

        Se ser “coxinha” é repudiar o vandalismo, as drogas e a “falta do que fazer”, então eu sou, com muita honra, COXINHA…

        Talvez fosse hora de ressignificarmos à moda das vadias mesmo: se ser “coxinha” é (insira aqui algo que seja do real desejo do povão), então somos todos coxinhas. Claro que quem for sair na rua tem de sair vestido de gente comum do povo mesmo e não ficar fazendo qualquer tipo de arruaça, uma vez que não se quer igualar ao que temos visto acontecer nos últimos tempos.

    • E continuam os comentários. Lembra do comentário de alguém chamado Liguria falando que se defender o certo é ser “coxinha”, então ela o é? Pois bem, eis que suscitou uma réplica com alto teor marxista-humanista-neoateísta:

      denis petersen 13 horas atrás

      Então agora conta para nós o que eles quebraram e quais as drogas apreendidas… Ah…não teve…que opnião embasada!

      A “opnião embasada” (sic) desse cara, que provavelmente não viu o vídeo dos rapazes fugindo de uma tentativa de roubo no Shopping Metrô Itaquera no dia do tal rolezinho, acabou sendo desfeita com isto que passo abaixo:

      Alex Mamed 9 horas atrás

      Denis, segue Trecho de reportagem: “Um guarda municipal foi agredido durante um rolezinho de jovens no Bosque Maia, em Guarulhos, na tarde de domingo (12). Ele estava acompanhado de outro guarda quando encontrou os jovens consumindo bebida alcoólica. Segundo a Prefeitura de Guarulhos, os dois guardas foram agredidos com lixeiras e pedras quando abordaram os jovens, que consumiam bebida alcoólica. Uma lixeira acertou um dos guardas no rosto, e depois ele foi espancado. Os ferimentos foram leves.”

      E já teve gente alertando sobre o uso que os MHNs querem fazer do referido evento:

      Milena Valle

      ontem

      Estão fazendo uso político de fatos que são no máximo “zoeira”. É só entrar na comunidade “rolezinho” em que adolescentes sugerem que “coxinhas” protestem contra corruptos.

      O comentário que lhe passo agora é meio confuso e cheira a biconceitualismo ou propagação inconsciente de gramscismo, mas pode ter algo a se aproveitar:

      Câmara Cascudo 23 horas atrás

      Já fui maltratado pela segurança nesse tal shopping perto da estação Vila Olímpia, que é um lugar onde só se vê gente branca mesmo (talvez um ou outro oriental). Lá, os não-brancos são empregados. Só que eu não vou usar isso para justificar essa ação desses funkeiros (?) que inventaram essa flash mob apelidada de « rolezinho ». Mesmo o shopping sendo racista (o racismo parte dos funcionários pardos), é possível a qualquer pessoa ir lá normalmente, como qualquer cliente, e esse é o caso de qualquer outro shopping. Não adianta dizer que alguém inventou o tal do « rolezinho » por se sentir excluído. Na verdade, esse negócio nasceu do tal « funk ostentação » e daí já se pode ter uma ideia. Esse « rolezinho « nem ao menos é um protesto. É mais uma brincadeira, uma micareta fora de época, assim como foram aquelas manifestações de junho, que deixaram a classe ingênua decepcionada pq acreditavam que estavam « lutando » pela pátria. Não adianta querer fazer dramalhão novelístico para dizer que os « pobres coitadinhos da periferia… » não tem outra alternativa pq foram esquecidos pelo governo malvado… Ninguém tem necessidade de ir a shopping algum mas essa força do mal (gente politicamente correta, heroisinhos da pátria…) parece querer forçar o povo das camadas menos favorecidas a desejar o que nunca fez falta. Daqui a pouco, os verdadeiros coxinhas, os que se dizem esquerdistas e curtem Che Guevara e afins, vão defender excursões organizadas de « gente diferenciada » aos shoppings, como forma de integração dos « periféricos ». A gente tem de ver bem de onde vem o preconceito e ele vem sempre de pessoas « politicamente corretas ».

      E mais uma vez tem gente ajudando a derrubar de uma vez por outras a artificial ressignificação que os MHNs deram para “coxinha”:

      TenenteColumbo 17 horas atrás

      Muito obrigado, antes coxinha, do que defensor de vândalos e criminosos

      E tem mais gente suspeitando que de fenômeno espontâneo das periferias, os rolezinhos nada tenham:

      Rorschach1974 17 horas atrás

      Os chamados “rolezinhos” são planejados pelo Facebook. Não são pobres que estão participando dessas manifestações de vandalismo. Mas a demagogia de alguém como Sakamoto faz com que ele fique imediatamente contra o Shopping e a favor da destruição do patrimônio privado alheio.

      Comentário esse que recebeu uma resposta que também reafirma o quão vergonha alheia para os MHNs é o tal Coxeco:

      Klingon Silva 13 horas atrás

      E desde quando Facebook só é usado por “não-pobres”?? Isso não quer dizer nada. O fato do Facebook ser usado para marcar os encontros não acrescenta nada à discussão. Ele só foi UM dos meios usados para ajudar a reunir as pessoas. Mas concordo com você na segunda parte do seu comentário, quando fala do Sakamoto. Aliás, eu que sempre considerei que minha orientação política puxava mais para a esquerda, estou decepcionado com esta “nova geração”, a qual tem como um dos representantes o cidadão que escreve este blog. As ideias de esquerda, que outrora eram discutidas nas universidades e que ajudaram a construir o nosso país, hoje são ridicularizadas por causa de blogs como este, escrito por um “jornalista” sedento por audiência e que, para atingir seus objetivos, lança mão de textos de péssima qualidade, recheados de socialismo “coxinha”. Aliás, para completar, cria este personagem “Coxeco”… é patético! Definitivamente, este tal de Sakamoto não me representa!

      Observe que é comentário vindo de MHN (aliás, seria uma boa que você falasse da grande quantidade de pessoas que apoiaram o marxismo-humanismo-neoateísmo em maior ou menor grau e que hoje engrossam as fileiras de seu combate aqui no Brasil. Temos o exemplo do Lobão e da Rachel Sheherazade, mas há também uma legião de outros tantos que não são nem de longe tão famosos). E esse mesmo MHN (que me parece ser do tipo tradicional, e não do gramscista) também comentou o seguinte:

      Klingon Silva 12 horas atrás

      Vamos lá, tentando mais uma vez: Lauro Portela disse: “O Shopping (embora espaço privado) é espaço aberto ao público” Impressionante como a espécie Homo Brasiliensis evoluiu tanto nas habilidades relacionadas à “esperteza”. Incrível como está no nosso sangue o impulso de tentar distorcer qualquer coisa, um fato, um texto, uma palavra, o que for, para benefício próprio ou apenas para justificar aquilo que julgamos ser verdade, ainda que o fato, o texto, ou a palavra seja cristalino como água! E assim vamos vivendo… o cidadão escreve uma frase que que equivale a uma equação do tipo UM É IGUAL A MENOS UM e ainda quer usá-la como argumento para justificar esta mais nova forma de arrastão disfarçada de “expressão cultural de jovens coitados excluídos”. Meu amigo, ignore por alguns momentos seu DNA de brasileiro e entenda: PÚBLICO NÃO É PRIVADO! Se o shopping é um espaço PRIVADO, significa que NÃO É PÚBLICO! Quer que desenhe? Se for assim, imagina só, se amanhã aparecem 3000 pessoas na sua casa. Posso ouvir você gritando neste momento: “ah, mas é diferente!” Os shoppings PERMITEM que o público em geral frequente e entre à vontade porque eles tem INTERESSE COMERCIAL nesta liberdade. O sucesso de um shopping se mede pela quantidade de pessoas comprando e dinheiro, meu amigo, não tem cor, credo, orientação sexual nem classe social. Todo o projeto de um shopping é concebido minuciosamente para criar um ambiente perfeito para…COMPRAR! Este é o negócio de um shopping e ele investe pesado nisso, inclusive em segurança. Segurança é um item fundamental para as pessoas que compram em um shopping, cientes de que pagam a mais por isso e por todo o conforto que o shopping oferece. Ora, se a ideia é só se divertir, por que não marcam um rolezinho na 25 de março? Já deu essa história de levar este tema para a luta de classes. A coisa é muito mais simples e a solução idem. São baderneiros e devem ser tratados como tal. Simples assim.

      Sim, até mesmo MHN está p da vida com os analistas MHNs. Mas vamos adiante e temos isto:

      Herbáceo 6 horas atrás

      Quem não possui argumentos cria Espantalhos.

      E que espantalho maior esse de querer dizer que liminar antirrolezinho seria racismo ou elitismo, não acha?

      • Cidadão, também gosto de ver os comentários nos sites desses ignorantes. Parece que ultimamente muita gente tem chineliado os posts desses esquerdistas. Outro dia um blog criticava um projeto que defendia alargamento das vias em uma favela, afirmando que a favela iria se contaminar com a alienação da classe média. O que tinha de gente insultando o articulista não era brincadeira. São tão idiotas que na hora de falarem bem do governo petista, usam o fato da classe média ter crescido. Dois dias depois estão falando mal justamente da mesma coisa que haviam exemplificado como ponto positivo. Quem lê esses sites por duas semanas não agüenta tanta incoerência, pois o que estão dizendo nesse caso é: “o governo foi bem sucedido economicamente dado o crescimento da classe média, esta que tão alienada prejudica os pobres favelados”. Porra, primeiro quem entrou para a classe média veio de onde? Se a classe média é tão prejudicial assim, então o governo não teve sucesso em aumentá-la.

      • E continuemos com os comentários que dessakamoteiam a coisa toda. Comecemos por este cara lembrando da necessidade de a coisa seguir uma racionalidade:

        Ferpaolopes 22 horas atrás

        Se a lógica não importa , se não há racionalidade e se o objetivo é somente causar encrenca e gerar notícia para este tipo de blog, faremos o que ainda a democracia relativa vivida aqui nos permite : a maioria acha que isto é um absurdo , então que se proíbam os tais “rolezinhos”. E que se use a força para que seja feita a vontade da maioria , contra uma minoria que não quer ser parte do regime democrático e se nega a ser razoável….

        E mais gente lembrando que estão querendo chamar de “coxinha” aqueles que não concordam com o marxismo-humanismo-neoateísmo:

        Lippe123 22 horas atrás

        Sakamoto, você deve olhar esse blog todo o dia e se pensar porque tem tanto comentário de gente revoltada e sem um pingo de racionalidade. Eu acho que em grande parte, o responsável é você. O seu post, ao invés de defender o seu ponteo de vista e abrir um espaço pra discussão, se importa mais em falar mal de um certo tipo de gente. Parece que se a pessoa defende um ponto de vista diferente do Sakamoto, ela é um coxinha babaca, e é disponsável debater com essa pessoa, porque um cozinha nao pode ter uma ideia certa sobre nada. Acho que qualquer pessoa que usa uma pagina de acesso publico para falar mal de um tipo de pessoa, seja pela classe social, cor, costumes ou jeito de se vestir, ( independente se é um branco do itaim ou um negro da ZL) ou é inseguro pra debater ou só quer causar polemica. Acredito que voce tem segurança pra debater, então isso deve ser só pra causar polemica. Se é isso que voce quer, conseguiu, um blog com posts até interessantes mas que não permitem o debate. Posts onde a opiniao dos outros é inferior a priori, porque pertencem a um certo grupo de “coxinhas”. Quando voce faz isso, impede a discussao, e o resultado disse é esse monte de comentario tao babaca quanto o post. Tente fazer posts inteligentes e que não empobrecem o debate, e voce vai ver como os comentarios sobem de nivel.

        Que recebeu os seguintes comentários:

        Câmara Cascudo 10 horas atrás

        Ele não quer debater, quer bater o martelo.

        Antenor Boas-Vindas 11 horas atrás

        Na verdade, isso é o mais próximo de “debater” que um caviarzinho chega.

        E o comentário interessante de um brasileiro de ancestralidade germânica e que já morou na terra de seus antepassados falando da marcante diferença entre uma Alemanha que reconhece aquelas pessoas que trabalham duro e são talentosas e um Brasil onde quanto mais incompetente você é, mais ascende socialmente:

        Wilhelm H 19 horas atrás

        É muito engraçado o pensamento corrente em nosso pais, sou neto de Alemães que fugidos da guerra chegaram sem um tostão no bolso apenas a vontade de recomeçar e trabalhar, foram muito bem recebidos no Brasil e retornaram isso com muito suor. A prioridade absoluta em nossa família foi educação e a retidão de comportamento. Com 19 anos fui morar em Berlim ficando na casa de uma namorada também brasileira que trabalhava como babá não tem de forma absoluta o padrão germânico, tenho cabelos pretos e olhos castanhos escuros, trabalhei em serviços menores até conseguir o emprego para lavar pratos em um restaurante de origem Austríaca o Café Einstein, onde me tornei garçom e trabalhei por seis anos e por motivos familiares infelizmente tive que retornar ao Brasil. O povo alemão ao contrario do imaginário popular respeita demais as pessoas trabalhadoras com metas e que não tentam dar jeitinhos nem desculpas, eles abominam isso, quando percebem que você é focado e dedicado você terá suas oportunidades, os estrangeiros que se dão mal na maioria absoluta é porque fogem do pensamento corrente. Digo tudo isso porque me assusto com o rumo tomado no Brasil. Sempre existe uma desculpa pra tudo, por exemplo, os trabalhadores que honestamente ganham a vida no shopping(sejam lojistas, vendedores, faxineiros, seguranças), ou seus frequentadores estão são demonizados como coxinhas, como classe média burguesa entre outros adjetivos pejorativos(como se você trabalhar para subir na vida ou usufruir dos frutos do seu trabalho fosse um crime), enquanto aqueles que estavam lá para atrapalhar, ou causar desestabilidade , ganharam teorias para justificar o injustificável. Realmente aqui não existe bom futuro, pra tudo de errado existe alguma desculpa e alguma teoria rebuscada. A mentalidade de alguns brasileiros deve mudar, chega de coitadismo, de sempre achar alguém para colocar a culpa (geralmente os que menos tem culpa), o resto é perfumaria pra acadêmicos de direita e esquerda.

        Na resposta que esse comentário recebeu, mais um que lembra o quanto que os gramscistas amam demonizar a classe média e não demonizar os empresários que dão verbas para suas ONGs:

        pedro83 13 horas atrás

        Mas esta é a tática da nova esquerda: demonizar a classe média, transformá-los como sanguinários comedores de criancinhas. A jocosa alcunha de “coxinha” esconde uma franca demonização da classe média, que é culpada até pelo que não faz.

        O mesmo cara que fez esse comentário também prossegue na recordação do quanto que o termo “coxinha” em sua modalidade ressignificada pelos marxistas-humanistas-neoateístas é uma forma de querer demonizar aqueles que querem as coisas em perfeita ordem. E ele também lembrou do quanto que a PM ao usar bala de borracha e gás lacrimogênio em ambiente fechado acabou fazendo o serviço que os MHNs queriam que ela fizesse:

        pedro83 13 horas atrás

        Antigamente, com a velha esquerda, o grande mal do mundo era a burguesia. Stalinistas ao redor do mundo matavam burgueses sem dó nem piedade. Hoje, com a nova esquerda, os progressistas, mudaram o a pecha classista de “burguês” para a alcunha jocosa de “coxinha”. Tal como a burguesia, os coxinhas são culpados até pelo que não fazem. No fundo, essa brincadeira do vídeo acima denota um claro preconceito. Para essa nova esquerda, qualquer arrumadinho com camiseta polo ou engravatado que pensa diferente dela é um coxinha. Não utilizam armas (não há clima político para isso), mas tem blogs. É óbvio que progressistas da ‘teoria do oprimido” vão achar os rolezinhos a quintessência da democracia. Sou contra a repressão da PM, mas isso politizou desnecessariamente essa bobagem de rolezinho, que não passa de uma gurizada sem educação querendo azucrinar num ambiente confinado que não tem estrutura para isso.

        Porém, eis que surge um MHN que parece estar sentindo os efeitos do combate ao MHN:

        Capablanca27 13 horas atrás

        É engraçado ver o comentário de alguns, em sua maioria por que viram no personagem “coxinha” eles mesmos. O problema é não defender posição x ou y, mas usar argumentos como, “maldita esquerda, demonizar classe média” esse tipo de farofada de pseudo intelectual que nunca pegou um livro de ciências sociais/filosofia, e discutiu sobre nossa sociedade como um todo.

        Que recebeu a seguinte resposta:

        Rafael Esteban Garcete 5 horas atrás

        grande discussao que resulta em criar um espantalho e dizer que “ó é assim que eles são” demais precisou de quantos livros pra isso? hahahaha

        E novamente vem a pergunta: por que só rolezinho em shopping?

        Diego Henrique Uroda 12 horas atrás

        Que tal um rolezinho numa Biblioteca, numa sala de estudos ou semeando currículos para arrumar o que fazer? Até mesmo um rolezinho no inferno, para aqueles que se orgulham por estarem desocupados.

        O cara que deu a resposta ao MHN que demonstra sentir os efeitos do combate a sua ideologia também deixou esta:

        Rafael Esteban Garcete 6 horas atrás

        Sakamoto para variar criando estereótipos e preconceito… Ad Hominem e espantalhos infinitos Ah essa esquerda mofada!

        Sobre “coxinha”, eis que alguém lembra da mecânica que está por trás desse expediente:

        Rayssa Lyra 5 horas atrás

        Se não tem argumentos contra a realidade dos fatos, invente qualquer apelido engraçado para eliminar seu adversário, e pense três vezes: Eu venci, eu venci, eu venci!kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk…^^…Esse texto foi digno de um pastel de vento mesmo….prefiro o Coxeco com conteúdo!!!

        E mais um lembrando que, se vivemos em sociedades, regras de convívio surgem:

        José Carlos Zyro 5 horas atrás

        Vivemos em sociedade, correto? O que pressupõe regras de convivência, correto? Será que ao entrar em uma sala de cinema, por exemplo, posso fumar e ficar berrando o filme todo ou vale a máxima: o seu direito termina quando começa o do outro? Mas para a esquerda jurássica isso não vale, desde que você não seja um coxinha ou “plaiba” (playboy de antigamente) e sirva ao discurso embolorado dos defensores das minorias. Nessa visão estreita, sempre tem de haver a luta de classes. Os oprimidos e os opressores. Enfoque que apenas os ditos progressistas (que são os verdadeiros retrógrados na atualidade, querendo jogar nossa sociedade em um passado nefasto) conseguem dar aos movimentos contra a dona “zelite”. Shopping é uma opção de divertimento barata, que atrai os mais diversos tipos de frequentadores. Qualquer um entra, passeia, senta, conversa, passa o tempo, sem necessidade de colocar a mão no bolso e sem necessitar apresentar holerite. Então, essa conversinha fiada de sempre não cola mais, a não ser para intelectualoides orgânicos chamarem à luta os novos revolucionários primitivos!

        E, como pode observar, ele até lembrou que shoppings também costumam ser frequentados por gente que não irá consumir nem um pouco, mas gosta do ambiente.

  4. Só para constar o grau de vergonha alheia que é esse tal Coxeco, observem que a ação sempre começa com a vinheta básica: dá-se o Play, vê-se a cena do camarote, do tapa tomado com corte instantâneo para uma manifestação com supostas pautas de quem não é marxista-humanista-neoateísta, o mendigo molhado pela água jogada pelo carro do cara e o vidro que se fecha para o pedinte, para após isso ver-se o personagem dizendo algo. Duvidam? Pois aqui está e pedirei que comparem com a mais recente. Notem que a segunda animação está mais sem pé nem cabeça do que a primeira, pois sequer vemos qualquer sugestão de rolezinho que o Coxeco tenha visto.
    E se usarmos o raciocínio MHN de que alguém em representação caricaturalmente depreciativa estaria sendo oprimido, o fato de o Coxeco ser loiro e ter olhos azuis pode ser considerado de alguma forma uma estereotipação negativa de pobres loiros de olhos azuis que gostem das coisas em sua devida ordem. Ué, mas loiro de olho azul não seria rico e opressor? Não obrigatoriamente, como nos mostram:

    1) Nordestinos de Pernambuco, Paraíba, Rio Grande do Norte e Ceará, lugares nos quais houve colonização holandesa e seus descendentes ainda existem, sendo carinhosamente chamados de “galegos”, ainda que tal termo remeta aos imigrantes espanhóis que se instalaram na Bahia, que eram da região da Galiza e, tal qual os tatatatararanetos de algum “Van Fulano”, também tinham um número de loiros entre eles maior que o da população baiana da época que os recepcionou. E, como sabemos, há um bom número de pessoas loiras naquelas bandas do Nordeste ao norte do rio São Francisco, a ponto de termos canções como estas, em que está claramente falada a palavra que os nordestinos usam carinhosamente para designar os loiros que são do bode assado, do xinxim de galinha e curtem o São João de Caruaru ou de Campina Grande:

    http://www.youtube.com/watch?v=zTtfixq8jP4

    http://www.youtube.com/watch?v=kIIKAigKNw8

    E pode haver galego pobre? Claro que pode, fora que sofrem bastante com o sol inclemente daquelas bandas;

    2) Capixabas pobres descendentes de italianos e alemães que tenham os tais cabelos claros e olhos azuis, que no máximo tenham sua glebinha de agricultura familiar, situação essa que vale também para o interior da região Sul e acrescentando aí também ancestralidades russa, polonesa e ucraniana;

    3) Pobres que sejam sararás. Eles podem ter ancestralidade africana, mas também têm ancestralidade europeia e dela herdaram cabelos clarinhos e, em alguns casos, olhos azuis;

    4) Filhos brasileiros de ciganos romenos que tentam ganhar a vida tocando sanfona nos semáforos de nosso país e que porventura sejam loiros;

    5) Outros casos de loiros de olhos azuis que sejam pobres e não gostem de bagunça que aqui não estejam descritos.

    Logo, como se pode comprovar, tem gente pobre que não gosta de bagunça sendo chamada de “coxinha” e de indiferente àquilo que o cerca por simplesmente ter cabelos e olhos claros.

  5. Se um bando de loiros de olhos azuis e ricos fosse pro shopping fazer bagunça os lojistas iriam querer expulsar e impedir a entrada deles da mesma forma.
    Não existe preconceito algum, os lojistas apenas querem manter a ordem.

    Esquerdistas são máquinas de mentir e cometer fraudes intelectuais.

  6. O que tem que fazer com esses pulhas é o que o Lobão já fez com aquele tal de Capilé e com o Mano Brown (e o Olavo de Carvalho fez com TODOS os famosinhos da inteléqui-léqui-tualidade acadêmica-midiática): chamar os sujeitos pessoalmente prum bate-papo informal e aberto ao público.

    Os caras SOMEM do cenário, perdem credibilidade de boa parte dos seus próprios seguidores e FIM DE PAPO minha gente.

    Confrontos somente via textos virtuais não surtem efeito. Vide o que ocorreu recentemente com o ‘Guiralda’ (vulgo Paulo Ghiraldelli Jr.). Não adianta ficar só brincando com esses ‘cocôs fedorentos’ (ref.Lobão) como um gato diante de uma barata (patada pro lado, patada pro outro).

    É divertido eu sei, mas chega uma hora que cansa e devemos dar um fim nisso.

    Outro dia ainda vi a Miriam Leitão lançando livro no Sem Censura (acho que infantil). Pensei, surpreso: -mas o Reinaldo Azevedo não ACABOU com a reputação dela na internet!? Mas logo em seguida reparei que se tratava de uma reprise. Uns dois meses depois rolou o “qui-pro-có” entre eles. Será que isso influenciou as vendas do livro dela? Possivelmente.

    O próprio Olavo fala sobre isso: tem que acabar de uma vez com a reputação, com os falsos prestígios dessa gente. Tem que DESTRUIR o FINGIMENTO LOCUPLETADO. Não é querer ver ninguém morto ou preso (como se a esquerda mesma não quisesse isso dos seus adversários), apenas vê-los dissociados das funções e cargos de poder pelos quais se reportam às platéias quando querem posar de profissionais idôneos, cultos, honestos, merecedores de respeito e credibilidade. É colocar essa gente nos seus devidos lugares.

    Olha aqui, vem cá, toma essa vassoura e vai lá varrer o saguão do edifício onde vc mora; vai trabalhar de frentista, porteiro, freirante, balconista, camelô ou gari (sem querer desmerecer essas profissões); em vez de administrar uma escola, vai administrar o banheiro da escola primeiro… Enfim.

    PS: Eles (a esquerda) agem em bloco; a direita age individualmente. Um ataca de todas as formas por todos os lados sem muito critério; o outro tende a mirar a lança direto no coração do bicho.

    O coração da esquerda é a exposição pública. É sol do meio-dia pro elenco do ‘True Blood’. O problema é que muita gente na ‘direita’ tb não quer se expor. Os motivos? Acredito que seja a extinção do sossego e da privacidade.

    Eu vejo essa luta contra o esquerdismo que o Luciano faz aqui (usando as armas do inimigo) como uma espécie de combate moderno de MMA.

    Dizem que o melhor ataque é uma boa defesa; conversa… Mestre Bruce Lee (e o Aikidô, krav-magá…) já dizia que a melhor defesa é atacar, jamais recuar. A hegemonia do ‘Gracie Jiu-jítsu’ nos octógonos acabou assim (apesar de ainda servir como ferramenta importante nas lutas).

    “PODER É O PODER DE MATAR… ESSE É O VERDADEIRO PODER. TIRAR ESSE PODER DAS MÃOS ALHEIAS É MAIS DO QUE PODER, É O IMPULSO NATURAL DA PRÓPRIA CRIAÇÃO, DA SUPREMA SABEDORIA”

    O que a esquerda no fim quer é esse tipo de poder, o de MATAR; e vai usar de outros poderes (de persuasão, de grana, de indução, de ocultação, chantagem, dissimulação…) pra chegar nesse fim.

    Por que TODO o experimento socialista acaba resultando em matanças homéricas num período relativamente curto? Porque esse é e sempre foi o objetivo único do experimento. Como é possível uma variável permanecer tão invariavelmente constante em diversos elementos heterogêneos?

  7. O que Sakamoto está fazendo em liberdade? Que vá fazer rolezinho no presídio por incitação ao crime e ainda ganhe de brinde um gel lubrificador. Cambada de marginais!

  8. Caro Luciano Ayan, esse Sakamoto nao pensa dessa maneira pois e impossivel alguem em sa consciencia apoiar arrastoes, muito menos em Shoppings mas ele defende so para “ingles ver” e para provocar odio, que e a sua funcao como participante da “esquerda caviar” que estimula a luta de classes e o odio entre as pessoas para que seu projeto de dominacao seja consolidado. O que ele queria? Que todos ficassem felizes e aceitassem a violencia? Nao se trata de cidadaos pobres mas de todos os frequentadores desses locais que sao mesmo verdadeiros oasis de tranquilidade para qualquer classe social desde que nao seja bandido! Entao acho bastante salutar que voce continue pegando no pe dele que tem sido corretamente desmistificado por voce e eu aplaudo sempre

  9. E vamos atualizar o noticiário rolezinhal:

    1) Já se está preparando ações na justiça das grandes contra a modalidade;

    2) Pode ser que o rolezinho seja moda importada dos Estados Unidos e por lá, gerou fechamento de shoppings. Se for isso mesmo, é sinal de que a ação não surgiu espontaneamente, mas sim veio pelas mãos de agentes multiplicadores que fizeram dos jovens de periferia seus inocentes úteis e propagadores de gramscismo. E vamos também ficar com receio da importação de coisas ainda piores, como o knockout game, que em um país miscigenado como o nosso poderia significar tranquilamente um mestiço derrubando no soco outro que nada fez contra ele;

    3) Mais noticiário a respeito da história, só que com gente marxista-humanista-neoateísta tentando amaciar para o lado dos que estão assustando os outros;

    4) Outro caso de MHN querendo amaciar para o lado dos praticantes do rolezinho em vez de para o lado do morador da periferia que quer ir ao shopping na paz. Outros estados já estão sendo proativos na prevenção de rolezinhos;

    5) E o Antero Grego, que é repórter esportivo, também atreveu-se a amaciar para o lado do pessoal do rolezinho, o que gerou polêmica no Twitter, conforme segue abaixo:

    http://twitter.com/anterogreco/status/422755435158831104

    http://twitter.com/anterogreco/status/422755575986794496

    http://twitter.com/anterogreco/status/422755891255848960

    http://twitter.com/anterogreco/status/422756060378566656

    http://twitter.com/anterogreco/status/422756288917807104

    http://twitter.com/anterogreco/status/422756852112179200

    http://twitter.com/anterogreco/status/422759781204369409

    http://twitter.com/anterogreco/status/422761169493843968

    6) Se você for a um shopping, preste atenção à agenda de rolezinhos e previna-se disso;

    7) Diz Geraldo Alckmin que a violência policial nos rolezinhos será apurada. Claro que a distância entre dizer que vai e isso aconteça mesmo é grande, mas há coisas muito estranhas mesmo, como usar bomba de gás lacrimogêneo e bala de borracha em ambiente fechado. E isso pode começar a gerar desmoralização para o lado da PM, como se pode ver por esta charge publicada no Yahoo;

    8) Tudo bem que opinião de vlogger não conta muito e pode ser considerada tão abalizada quanto a de uma pessoa comum falando sobre como fazer uma cirurgia cerebral, mas estes dois vídeos que passo abaixo, ainda que com boa dose de marxismo-humanismo-neoateísmo e com o Cauê Moura usando o termo “coxinha” e querendo dizer que não é de esquerda nem de direita, apresentam algumas coisas aproveitáveis a respeito dessa história toda:

    http://www.youtube.com/watch?v=X7LtIRj9v68

    http://www.youtube.com/watch?v=8O_KhXBsHLs

    9) Ainda há algum senso de humor na Twitter a respeito da coisa e a denúncia fica interessante quando se mostra a diferença do que dizem os MHNs sobre qual seria a causa do rolezinho e o que os rolezentos dizem na realidade:

    http://twitter.com/mirandanilo/statuses/422781585516425216

    E também um descaviarizada das boas dentro do limite de 140 caracteres:

    http://twitter.com/FeFessaurus/statuses/422723902276501504

    10) Novas imagens do rolezinho no Shopping Metrô Itaquera, com direito às cenas de antes da atuação da PM, o que permite ver como estava o clima lá dentro:

    http://www.youtube.com/watch?v=6yoytvTKrBg

    http://www.youtube.com/watch?v=i1cd-dObIn8

    Observaram que já havia coisa denunciando que coisa boa não vinha por aí? Notaram os caras andando em grupo compacto, como se estivessem obedecendo a uma ordem?

    11) Voltando ao Twitter, tem mais uma fotomontagem (que pode ter sido feita por MHNs que querem influenciar a coisa para o lado deles) circulando pela rede querendo nos igualar nem que na porrada ao antigo regime racista sul-africano:

    http://twitter.com/FFrajola/status/422694986254020608/photo/1

    O mesmo ocorre aqui (observem como esquecem-se convenientemente de que o Shopping Metrô Itaquera também conseguiu liminar antirrolezinho):

    http://twitter.com/AlimacVic/status/422704225823367168/photo/1

    12) A quem ainda estiver pensando que rolezinho não é sinônimo de violência, que veja o que ocorreu ontem no Parque Maia, em Guarulhos, com direito a vídeo:

    http://www.youtube.com/watch?v=ajK-SV3r0H8

    Sim, um guarda civil foi espancado pelos rolezentos;

    13) Mais uma para suspeitar de que rolezinhos possam ser uma espécie de transmutação da ação dos black blocs e que de repente só acontecerão em lugares que interessam aos MHNs no poder: estão planejando rolezinho no Rio, onde sabemos que anteriormente houve black blocs fazendo arruaça em espaço aberto e gritando “fora, Cabral”;

    14) Ainda que aqui fiquemos com uma cara de Fry do Futurama olhando e pensando “not sure if it’s MHN”, este artigo aqui também tem algumas coisas aproveitáveis e lembra do problema dos pancadões nas periferias;

    15) Temos MHN querendo dizer que um rolezinho seria igual a um flashmob, com a diferença de flashmob ser coisa de rico e rolezinho, de pobre. Como disse em outros comentários, flashmobs têm introdução suave ou, se mais de surpresa, com algo que seja propositadamente pacífico (como aquelas do pessoal homenageando o Pica-Pau nas cataratas). E isso é muito diferente de fazer fuzuê ou correr em bandos nos corredores, o que por si só gera medo;

    16) Mais MHN, desta vez dizendo que seria natural a migração dos rolezentos para dentro dos shoppings porque a vida urbana do brasileiro passou a ser dentro dos tais estabelecimentos. Vem bater na velha tecla de suposto apartheid e de que shoppings seriam excludentes, sendo que ninguém é proibido de entrar no Itaquera ou no JK, desde que não gere pânico nas pessoas ao redor;

    17) Mais gente querendo insinuar que classe média não é espancada em shopping, mas pobre sim se fizer a mesma coisa. No Twitter pegaram este vídeo de calouros da FEA no Shopping Eldorado:

    http://www.youtube.com/watch?v=nGHvq_pCMGU

    Porém, alguém notou algo que eles disseram que tenha ameaçado as pessoas ao redor? Fazer brincadeira com o pessoal da GV significa alguma apologia a crime ou a drogas? Acho que não e mais uma vez suspeito de forçada de barra de MHN;

    18) Estão dizendo que a situação deste curta documental seria o primeiro rolezinho:

    http://www.youtube.com/watch?v=UHJmUPeDYdg

    Em que pese ter MHN na jogada (vide a bandeira do MTST, grupo do qual Reinaldo Azevedo falou recentemente, ainda que dentro do contexto paulistano), observe-se que os sem-teto que entraram no shopping em questão estavam na maior das pazes e não apresentavam perigo. Veja que até o policial que aparece estava tranquilo;

    19) Também pipocam no Face imagens altamente MHNs querendo dizer que rolezinho teria o mesmo teor de uma flashmob ou Harlem Shake, como esta e esta outra altamente suspeita de ter gente do Foro por trás com a intenção de tentar ganhar a eleição estadual paulista, usando aquele lance da FEA que anteriormente citei;

    20) Parece que tem gente sabendo usar as mesmas armas dos MHNs em contextos muito parecidos, mas para promover coisas francamente contrárias ao MHN: conheça o rolezinho evangélico;

    21) Um comentário que considero interessante no Face e que pode nos fazer pensar que os MHNs precisam promover mais e mais a desigualdade e a concentração de renda para que possa continuar tendo seus discursos recepcionados;

    22) Demorou, mas o PSTU falou da história toda, obviamente descendo a lenha na polícia (novamente falo sobre o tal lance de que usar bala de borracha e bomba de gás lacrimogênio em ambiente fechado é dar aos MHNs aquilo que eles querem para descer a lenha em quem não seja MHN), bem como continua jogando a carta do racismo e da pobreza para tentar um salvo-conduto. Como outros MHNs, falam só do JK conseguindo a liminar antirrolezinho, mas esquecem-se de que o Itaquera também conseguiu tal liminar, como se pode ver nesta notícia que fala dos desdobramentos da confusão recente;

    23) Um apanhado do Terra sobre a coisa, com direito a atualização em tempo real do Twitter com a hashtag #rolezinho;

    24) Mais uma vez é bom que a PM pense bem em como conter os rolezinhos, para evitar que surjam notícias como esta;

    25) Só para mantermos a rotina e passar para os MHNs em estado mais avançado, segue o que o Brasil 247 falou a respeito:

    http://www.brasil247.com/pt/247/favela247/125599/Os-rolezinhos-e-seus-significados.htm

    http://www.brasil247.com/pt/247/sp247/126620/Muralha-da-desigualdade-JK-barra-rolezinho.htm

    http://www.brasil247.com/pt/247/brasil/126654/Veto-a-rolezinho-consagra-o-apartheid-brasileiro.htm

    26) Finalizando, segue o que o Reinaldo falou sobre eventual possibilidade de os rolezinhos serem inocente-utilizados pelos MHNs, isso se desde o começo não eram ideia deles disfarçada de algo espontâneo.

  10. Dentro das suspeitas do que pode ter criado os rolezinhos, eis que temos a famosa hipótese de um evento que serve de balão de ensaio para coisas futuras. Por ora os mesmos parecem ser espontâneos, mas sabemos que o marxismo-humanismo-neoateísmo costuma criar muitas coisas aparentemente espontâneas e por vez cria os próprios pretextos para disparar suas ações (o que nos faz suspeitar do tal “rolê contra o racismo”, que só vai até o JK Iguatemi, mas esquece-se de que o Itaquera havia também conseguido uma liminar igual). Ano retrasado tivemos a seguinte manifestação no Pátio Higienópolis, aparentemente contra o racismo, mas que gerou portas de lojas se fechando assim que viram a multidão entrar:

    http://www.youtube.com/watch?v=ORH75X-hXuc

    Observe-se que eram poucas pessoas em comparação às muitas que vimos nos tais rolezinhos, mas foi um número suficiente para gerar um certo medo nos lojistas. Seria preciso ver quem é que está convocando esses rolezinhos (que também foram convocados em BH, praia de Aécio Neves) e com quem essas pessoas se relacionam, bem como ver quem está por trás do tal “rolê contra o racismo” no JK. E já surgiu musiquinha apoiando os tais atos:

    http://www.youtube.com/watch?v=qEkqh9PxqT0

    Porém, no mesmo YouTube tem gente que já está falando contra marxistas-humanistas-neoateístas que apoiaram a tal modalidade:

    http://www.youtube.com/watch?v=Orh0TYYj3yc

    O próprio cara do vídeo deixa bem claro na página do evento que o mesmo é satírico e não deve ser levado a sério. Creio que podemos considerar essa como a primeira ridicularização tanto aos MHNs que apoiam tal tipo de uso dos shoppings como também aos rolezentos em si.

  11. Segue a avalanche rolezinhal de hoje:

    1) Os marxistas-humanistas-neoateístas não perderam a viagem e agora vemos uma avalanche de sociólogos, antropólogos, advogados e outros ditos intelectuais dizendo que quem é contra rolezinho seria racista-elitista (obviamente os frequentadores do Shopping Metrô Itaquera foram transformados subitamente em brancos nazistas com bandeiras de suástica em seus lares). Ouçam Umberto Fabretti afirmando que coibir esse troço seria discriminação social. Este ao menos teve a razoabilidade de usar só a parte social, em que pese no Itaquera os rolezentos e os ordeiros serem da mesma classe social;

    2) Segue Daniel Martins de Barros falando sobre o assunto. O que acho aproveitável nessa coluna é ele falando da história de aproveitamento do ímpeto adolescente, o que reforçará uma suspeita que tenho de que o primeiro impulso possa ter sido dado por um MHN que fez a coisa fingir-se de espontânea e legitimamente popular para que, com a repressão, gerasse o pretexto para que se passasse aos protestos politizados, isso sem contar com a história de que pode ser o equivalente indoor aos black blocs;

    3) Como já disse em outras ocasiões, preocupo-me com a maneira como a polícia está lidando com o assunto (vide bala de borracha e gás lacrimogênio em ambiente fechado). Temos esta história de um menor de idade na Fundação Casa (também conhecida por Febem) que pode ter sido detido por engano no Itaquera. Por ora ele está sem advogado e, pelo que falam, sua família mora em Ferraz de Vasconcelos. Está sendo acusado de roubar um celular e um tênis de um cara em um arrastão com mais dez pessoas, mas pelo que estão dizendo ele quis ir ao cinema e acabou ficando no meio do rebu e foi tomado por engano como rolezento.
    Que esclareçam essa história o quanto antes, ainda mais porque estão dizendo que ele trabalha em um minimercado e não tem passagem na polícia. E que a polícia revise o procedimento, pois se fizerem a coisa certa já teremos MHN reclamando e acusando de racismo-elitismo, mas se fizerem errado oferecem ainda mais margem para isso e eles ficam sorrindo ainda mais (assim como sorriem ainda mais quando, em posição totalitária de poder, condenam e executam algum inocente). Por ora, diz a polícia que está investigando a coisa toda e gostei de uma frase do delegado Luiz Antonio da Cruz, do 65º DP (Artur Alvim): “Esses jovens têm o direito de se divertir. Mas que democracia é essa em que 2.000 pessoas prejudicam outros 5.000 que vão passear?”;

    4) Já começa a amaciada dos rolezinhos no Rio, como se pode ver aqui. De fato um monte de gente ir junta ao shopping não é crime, mas pode vir a ser se causarem pânico em lugar público. E no Rio, como sabemos, há crime organizado que adoraria ver o terror sendo tocado em ambiente fechado. Por ora, diz a polícia que só agirá na coisa se houver vandalismo, mas poderá ser tarde demais;

    5) E já que é alvo de rolezinho convocado, o Shopping Leblon já começa a tomar medidas preventivas. É importante prestar atenção ao que diz o texto do evento:

    Em apoio à galera de São Paulo, contra toda forma de opressão e discriminação aos pobres e negros, em especial à brutal e covarde ação diária da polícia militar no Brasil, seja nos shoppings, nas praias ou nas periferias.

    Ops, aqui temos coisas bem estranhas e que me fazem suspeitar de uma conexão entre rolezinhos e black blocs. Lembram que, quando os black blocs tocaram o terror no Rio durante os últimos meses do ano passado, veio solidarização em São Paulo que tinha entre outros slogans o “Fora Alckmin”? Logo isto pode ser uma espécie de retribuição aos favores recebidos outrora. Além disso, temos os termos “opressão” e “discriminação” sendo usados no contexto tipicamente MHN;

    6) O grande problema na revenção do rolezinho é que muito do “vai dar merda” antes depende daquelas características que a intuição saca em dois tempos. Logo, de fato os rolezentos irão jogar em cima disso e acabar usando a seu favor aquilo que disseram profissionais do Direito.

    7) A associação dos shoppings já prepara reunião de emergência em relação ao assunto. Quem não conseguir ler no UOL pode ler o mesmo texto aqui;

    8) Um vídeo de um cara dando vários pontos de vista possíveis nessa história:

    http://www.youtube.com/watch?v=dRU1fxTlLcc

    9) Esta postagem é importante para mostrar o grau de MHNização que estão fazendo em cima do tal rolezinho (isso se ele não foi ideia MHN desde o começo, conforme suspeito). Tem quem diga “Occupy Shopping” e aí poderemos suspeitar de certas coisas. Observem também o quanto que eles que o autor do mesmo quer jogar novamente o jogo de que reprimir rolezinho seria racismo e elitismo e o quanto que ele quer igualar ao que vemos nas praças de cidade do interior (o chamado “bobódromo”, aonde todos vão no fim de semana e ficam por lá)
    Na lista de comentários, gostei deste do Silva, que resume o que sempre ocorre quando surge algo deletério ao tecido social:

    O debate no Brasil está muito fraco, sem rumo e até chato. Qualquer fato novo black bloc, rolezinho, desigualdade social etc, aparecem tantos comentaristas e ditos entendidos como antropólogos, sociólogos, psicólogos, advogados, juristas, colunistas etc, etc que nesta hora é melhor desligar rádio, tv e fechar revistas e jornais e esperar o novo assunto da mídia. O país está indo para o buraco a galope e ninguém tem interesse em discutir como evitar este desastre econômico e social.

    E vamos para o próximo;

    10) Vemos o sociólogo Rudá Ricci também querer amaciar para o lado dos rolezentos. Veja o cara dizendo que são os shoppings que têm de se encaixar a quem os frequenta e não o oposto. Vem ele também querer falar que supostamente os jovens estariam ressentidos por não poder consumir como um rico e estariam fazendo dessas.
    Observe-se também que ele meio que canta a bola de que a ação policial poderia gerar politização. Mas não é isso que os MHNs querem que aconteça, tal qual os protestos do Passe Livre? Vem ele também falar que a virada de Haddad para cima de Russomanno seria devido ao fortalecimento das classes populares (temos cá nossas impressões de que parte disso na realidade deveu-se à ação de internet da Militância em Ambientes Virtuais do PT coordenada com movimentos como o Existe Amor em SP, que convocou ação na Praça Roosevelt acusando o à época candidato do PRB de homofóbico e outras coisas);

    11) A quem acha que não houve roubo e confusão em Itaquera, que veja este vídeo de rapazes fugindo de uma tentativa de roubo por aquelas bandas:

    http://www.youtube.com/watch?v=JSDekIUWTqk

    E aí, alguém me diz que esses rapazes que sofreram tentativa de roubo são brancos e ricos e, portanto, supostamente fariam parte de um coletivo racista e elitista que reprime os rolezentos até eles fazerem o que fizeram? E o fato de eles estarem bem vestidos seria prova de que eles subscrevem um discurso elitista e, portanto, seriam “capitães do mato” e outras coisas de que eles chamam quem é MHNizável e não MHNiza? O autor desse vídeo também tem este outro registrando tumulto lá dentro:

    http://www.youtube.com/watch?v=eRRPCmcj4mI

    12) Rolezinhos ou suas tentativas começam a se espalhar e agora é o Iguatemi de Sorocaba, que fica praticamente na divisa com Votorantim, que sofreu tentativa de rolezinho:

    http://www.youtube.com/watch?v=RMYcXNKgNHw

    Logo, na prática os habitantes de duas cidades, que dependendo de onde moram podem ir tranquilamente a pé para lá, foram prejudicados. E aqui fica a pergunta sobre se há beneficiários entre os convocadores de rolezinho que queiram prejudicar a rede Iguatemi de shoppings, pois deve ter gente que ficou P da vida com a liminar conseguida pelo JK Iguatemi;

    13) Mais gente querendo amaciar para o lado rolezinho da coisa. Cliquem no link e vejam o vídeo todo e vejam que agora tem gente da OAB dando suas MHNizadas, bem como o presidente da Alshop lembrando que não dá para falar de discriminação étnica ou social nessa história, até porque houve evento em shopping popular;

    14) E novamente tem gente querendo comparar o que fizeram os calouros da FEA em 2011 com rolezinho e este vídeo abaixo é ressuscitado:

    http://www.youtube.com/watch?v=9K11V6xJmls

    Observem que os amiguinhos de rolezentos não notaram que os caras da FEA deixaram espaço para os frequentadores comuns passarem, fora que o clima por si só já mostrava que era coisa bem pacífica (notem que tinha gente que não da FEA rindo ao subir a escada rolante);

    15) Mais tentativa de amaciar para o lado dos rolezentos, desta vez com o uso de “classe média disciplinada” (como se a imensa maioria dos pobres não fossem pessoas que também não gostam de bagunça);

    16) Mais para jogarmos na suspeita de ser ação orquestrada MHN: já que shoppings de periferia conseguiram liminares antirrolezinho, agora querem fazer isso em outros shoppings

    17) Rachel Sheherazade comenta sobre o assunto:

    http://www.youtube.com/watch?v=8hZ4cewFSl4

    18) Pedro Abromovay batendo na tecla de que liminar antirrolezinho seria segregação (obviamente esquecendo-se de que há registro de furto e o vídeo que já mostrei aqui de rapazes de periferia fugindo de gente que queria roubá-los). Novamente vamos lembrar que, assim como o JK Iguatemi conseguiu liminar, também as conseguiram o Metrô Itaquera e o Campo Limpo.
    E nunca esqueçamos do que está no pé do artigo:

    PEDRO ABRAMOVAY é professor licenciado da FGV Direito Rio e diretor para a América Latina da Open Society Foundations

    Se ele é diretor para a América Latina da Open Society Foundations, isso significa que ele trabalha para George Soros. E isso já diz muito.

  12. Cidadão,

    3) “Como já disse em outras ocasiões, preocupo-me com a maneira como a polícia está lidando com o assunto (vide bala de borracha e gás lacrimogênio em ambiente fechado).”

    Mas quem está sabendo lidar com isso?? Só a gente aqui pela internet que tá se esforçando pra compreender isso e SE ANTECIPANDO a esses movimentos. A polícia pra mim é O ELO MAIS FRACO dentro dessa Revolução Cultural promovida pelos MHN. Acho extremamente necessário (URGENTE!) que o Dep. de Inteligência da PM seja VISITADA por cada um de nós.

    Ah! TODOS esses acontecimentos onde se EXIGE a presença da polícia, tem a ver com aquele OBJETIVO JÁ DECLARADO da DESMILITARIZAÇÃO E DA EXTINÇÃO da PM (segunda agora revi o Tropa de Elite 2 na Globo e tá lá dito na cena final pela boca do próprio Coronel Nascimento- dentro da Câmara dos Deputados- que a Polícia Militar do Rio precisa ACABAR).

    A mentalidade vai se impondo no ambiente e é mesmo complicado lidar com um bicho desses que não possui forma definida e origem certa; é como enfrentar um “enigma do outro mundo”, saca!?

    “Temos esta história de um menor de idade na Fundação Casa […] que pode ter sido detido por engano no Itaquera. […] Está sendo acusado de roubar um celular e um tênis de um cara em um arrastão com mais dez pessoas, mas pelo que estão dizendo ele quis ir ao cinema e acabou ficando no meio do rebu e foi tomado por engano como rolezento.”

    Mais UM MOTIVO pra DESMORALIZAR e CRIMINALIZAR esses rolezinhos, Cidadão: qual é a consequência NATURAL da concentração de gente (seja num espaço fechado ou aberto) em meio a um tumulto qualquer, senão CRIAR UMA DIFICULDADE CONCRETA PRA IDENTIFICAR AQUELES QUE ESTÃO PROMOVENDO, INCITANDO E FAZENDO O ARRASTÃO?! Isso é uma tática que precisa ser desmascarada PARA a própria polícia (e PRA turma da segurança dos próprios shoppings).

    “[…]Por ora, diz a polícia que está investigando a coisa toda e gostei de uma frase do delegado Luiz Antonio da Cruz, do 65º DP (Artur Alvim): “Esses jovens têm o direito de se divertir. Mas que democracia é essa em que 2.000 pessoas prejudicam outros 5.000 que vão passear?”

    É a tal ‘democracia participativa das minorias oprimidas’. Engraçado é esse conceito de ‘MINORIA’ da esquerda… São sempre minorias gigantescas de 100, 500, 1000, 2000 pessoas. |¬)

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    4) “Já começa a amaciada dos rolezinhos no Rio, como se pode ver aqui.”

    E não ficarei surpreso se essa “amaciada” tiver origem no PSOL daqui.

    “De fato um monte de gente ir junta ao shopping não é crime, mas pode vir a ser se causarem pânico em lugar público.”

    Dependendo do comportamento, dos trajes, do papo, e já sabendo da “nova moda”, a administração do estabelecimento pode e deve acionar a polícia e deixar os seguranças espertos pra AGIR no PRIMEIRO SINAL de tumulto (isso vai depender MUITO do TALENTO, EXPERIÊNCIA E VOCAÇÃO do profissional de segurança… E sabemos que o CRITÉRIO DE SELEÇÃO pra QUALQUER CARGO anda bem confuso).

    “E no Rio, como sabemos, há crime organizado que adoraria ver o terror sendo tocado em ambiente fechado. Por ora, diz a polícia que só agirá na coisa se houver vandalismo, mas poderá ser tarde demais;”

    Pois é. Toda a tática de vandalismo DEPENDE da camuflagem pra funcionar; uma vez começado, dificilmente pode ser controlado sem que acabe gerando MAIS vandalismo. Como diz o prof. Walter White, é apenas química básica.

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    5) Eu QUASE não tenho mais dúvida sobre essa ligação rolerzinho BlackBlock, Cidadão. Os eventos futuros vão provar (ou não) isso.

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    6) “O grande problema na revenção do rolezinho é que muito do “vai dar merda” antes depende daquelas características que a intuição saca em dois tempos. Logo, de fato os rolezentos irão jogar em cima disso e acabar usando a seu favor aquilo que disseram profissionais do Direito.”

    O que importa aqui é que essa molecagem feita por marmanjos, juntamente com esse DISCURSO (vigarista), NÃO TÁ COLANDO pra MAIORIA da população que frequenta os shoppings, PRINCIPALMENTE da população pobre que gosta de frequentar esses ambientes pra diversão, encontros, paqueras e consumo.

    É esquerdalha… Cês vão ter que REBOLAR MAIS UM POUCO pra impor suas crenças e agendas políticas por aí até as eleições. Mas continuem tentando, afinal, precisamos de matéria-prima pra enriquecer nosso discurso e aumentar as nossas fileiras. |¬)

    É que nem naquele filme de zumbi dos anos 80 na cena da ambulância:

    -Câmbio! Veículo x , vc ainda está aí!? Câmbio! Tudo bem com vcs!? Câmbio!

    -Mandem mais médicos! Grrrrrrrr!!!

    -Ok! Entendido! Meu Deus! Pelo visto a situação aí é grave… O reforço já está a caminho. Tenham calma e aguentem firmes!

    – %¬[>] Grrrrrrrrr!(*tradução: -Grato pela atenção concedida!)

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