Eis uma nova oportunidade alinskyana de negócios: o consultor de rolezinhos

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O maior problema com o qual a esquerda terá que se defrontar, se a direita cada vez mais se conscientizar do que realmente é o esquerdismo, é a perda de legitimidade de todas as suas demandas. Sabemos, evidentemente, que o esquerdista adora fazer cortesia com o chapéu dos outros. Pessoas normais e decentes sabem que esse tipo de postura demonstra uma indignidade merecedora de vergonha alheia.

Sugiro a criação de uma nova carreira focada em um novo modelo de negócios: a consultoria de rolezinhos. A função deste tipo de profissional liberal é bastante direta: organizar rolezinhos para a esquerda caviar, de modo que ela possa comprovar que realmente acredita no que diz. Segundo eles, a liminar obtida pelos shoppings para evitar os rolezinhos designa um “Apartheid Social”. Mas eles próprios definem quem entra em suas casas, apartamentos, sítios, fazendas e condomínios.

Em síntese, devemos fornecer um serviço: a organização de rolezinhos nas propriedades da esquerda caviar. Já consigo imaginar Diego Quintero como um dos clientes potenciais para este tipo de serviço. Veja o que ele diz:

Então não, definitivamente não: eles não tem esse direito. Eu quero mais é ver o circo pegar fogo, que esses jovens se organizem e tomem todos os espaços elitistas que sobrarem, que se tornem um pesadelo para a burguesia podre dessa cidade. Podre por impedir o metrô em Higienópolis, por apoiar rampas embaixo dos viadutos para despejar mendigos e podre por mandar bater em professor em passeata. Podre por expulsar adolescentes pobres do shopping.

Como brilhantemente observou um amigo meu, a ignorância de nossas elites em relação às nossas mazelas só se sustenta com a segregação urbana. Se o rico convivesse com o pobre, quem sabe as coisas melhorariam? Mas faltam espaços onde os mundos se encontrem, e sobram espaços onde eles se isolem.

Dito isso, não vejo outra solução: derrubem todas as catracas!

Fica fácil perceber que essas regras devem valer, então, para o lugar onde ele mora. Assim, é uma obrigação moral de Quintero demonstrar para nós que ele realmente acredita no que diz. Se ele realmente quer evitar ser culpado de “Apartheid Social”, poderá contratar os consultores de rolezinhos para organizarem uma festa, um churrasco, uma rave ou qualquer tipo de diversão na qual ele possa “incluir” adolescentes funkeiros que querem aparecer em grandes grupos.

Claro que o serviço deve ser customizado de acordo com o nível do cliente. Por exemplo, quanto Diego Quinteiro ganha? Qual o tamanho de sua propriedade? Quantos mini-rolezinhos podemos inserir em sua propriedade? Segundo ele, é legítimo que “as catracas sejam quebradas”. Pelo visto, ele poderá ter momentos emocionantes com seu síndico.

Lembremos: se é verdade que Diego Quinteiro acredita que a não permissão de agrupamento de funkeiros em uma propriedade privada constitui “Apartheid Social”, ele é automaticamente acusado do mesmo tipo de delito moral, e, portanto, devemos ajudá-lo a organizar rolezinhos em sua residência. O consultor deve organizar toda a festa, e planejar o tamanho do rolezinho que ele vai receber. E tudo é baseado no livro de regras de Diego Quinteiro.

Eliane Brum foi pelo mesmo caminho, e, na ótica da consultoria de rolezinhos, ela também seria uma ótima cliente. Vejamos como podemos estabelecer um “diálogo” com o discurso dela na defesa dos rolezinhos, tornando, enfim, todos os seus discursos moralmente testáveis.

O Natal de 2013 ficará marcado como aquele em que o Brasil tratou garotos pobres, a maioria deles negros, como bandidos, por terem ousado se divertir nos shoppings onde a classe média faz as compras de fim de ano.

Não, o Natal de 2013 ficará marcado como aquele em que o Brasil tratou garotos pobres, a maioria deles negros, como bandidos, por não terem recebido convites para rolezinhos na casa da Eliane Brum. Precisamos ajudá-la a resolver este problema.

Flavio Morgenstein sugeriu um rolezinho na residência de Eliane. Eu sugiro ainda melhor: pela ótica da consultoria de rolezinhos, que ela PROMOVA um rolezinho em sua propriedade, subsidiando os custos desses rolezinhos de acordo com o nível de “caviarismo” em seu esquerdismo. Em suma, qual é a renda dela? Quanto ela tem no banco? Como consultor, podemos ver o quanto ela pode gastar para evitar ter que ser reconhecida como racista e inimiga dos pobres. Lembre-se do livro de regras: “quem definiu que funkeiros em grupo não podem entrar em seu ambiente, então é racista e inimigo dos pobres”. Ou ela contrata os consultores de rolezinhos (não falei que é uma baita oportunidade de negócio?) ou então terá que assumir ser racista e inimiga dos pobres.

Os shoppings foram construídos para mantê-los do lado de fora e, de repente, eles ousaram superar a margem e entrar. E reivindicando algo transgressor para jovens negros e pobres, no imaginário nacional: divertir-se fora dos limites do gueto. E desejar objetos de consumo. Não geladeiras e TVs de tela plana, símbolos da chamada classe C ou “nova classe média”, parcela da população que ascendeu com a ampliação de renda no governo Lula, mas marcas de luxo, as grandes grifes internacionais, aqueles que se pretendem exclusivas para uma elite, em geral branca.

É exatamente por isso que Elaine Brum tem a obrigação moral de, conforme seu livro de regras (Alinsky rules!), permitir que eles “superem a margem e entrem” em sua propriedade. Podemos, por exemplo, organizar uma rave. Não recomendo que esses consultores promovam uma orgia de drogas – creio que isso deve ficar a cargo do esquerdista que quizer fazê-lo por conta própria. Temos que manter um certo limite profissional!

Uma forma de promoção do rolezinho na casa de Eliane pode incluir a gravação de um vídeo onde ela convida os jovens funkeiros para sua casa, tudo organizado, é claro, pelo consultor de rolezinhos. Lembremos que para você se tornar um consultor de rolezinho, basta identificar o esquerdista caviar que tem a obrigação moral de organizar essas festas, pressioná-lo a fazer isso (com desafios públicos, inclusive), e, em seguida, oferecer o serviço de organização. Serviços de buffett podem ser incluídos.

Vários rolezinhos foram marcados pelas redes sociais em diferentes shoppings da região metropolitana de São Paulo até o final de janeiro, mas, com medo da repressão, muitos têm sido cancelados.

Mais um motivo para Eliane Brum marcar um rolezinho na casa dela. Ela tem um sítio? Melhor ainda. Podemos levar todo mundo para lá. Ela define qual repressão vai existir em suas propriedades. Já imaginaram a beleza? Ela finalmente poderá “abraçar” a população carente que diz defender, eliminando o Apartheid que existe entre sua casa e o povo.

Seguranças dos shoppings foram orientados a monitorar qualquer jovem “suspeito” que esteja diante de uma vitrine, mesmo que sozinho, desejando óculos da Oakley ou tênis Mizuno, dois dos ícones dos funkeiros da ostentação. Às vésperas do Natal, o Brasil mostra a face deformada do seu racismo. E precisa encará-la, porque racismo, sim, é crime.

Eu acho que isso também pode ser resolvido com uma boa consultoria de rolezinhos. Ela pode organizar quatro ou cinco pessoas da esquerda caviar e revender óculos da Oakley e tênis Mizuno em suas propriedades sem lucro. Não é fantástico? Lembremos que, se ela crê no marxismo, deve revender produtos para não obter lucro algum. Assim, as raves ou churrascos que ela organiza em sua propriedade podem ser gratuitas ou a preço de custo. Se for de graça, ela poderia recuperar parte da grana vendendo produtos Oakley e Mizuno com um lucro mínimo. No fim, podemos até apresentar um balanço da festa, mostrando que não existiu fins lucrativos.

Imagino até o vídeo que Eliane Brum pode gravar, com o seguinte texto: “Eu não sou racista, portanto, vamos acabar com esses imperialistas. Venha em minha chácara e traga seus amigos. O rolezinho da Brum? É o Brumzinho! Óculos Oakley e tênis Mizuno a preço de custo! E ainda temos churrasco a R$ 5,00 por pessoa. Venha tomar cervejas Nortenha e comer picanhas Friboi para marcarmos o fim do racismo em minha casa!”.

Podemos vender o serviço desta forma convincente: “Segundo seu livro de regras, não permitir funkeiros em seu ambiente é racismo. Mas você precisa provar que quer os funkeiros em seu ambiente. Estamos aqui para te ajudar. Quanto você tem para gastar?”

Enfim, eles precisam mostrar ao público que acreditam no que dizem acreditar. Só conseguirão isso promovendo rolezinhos em suas propriedades privadas. Eis a oportunidade de negócio.

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24 COMMENTS

  1. Luciano, falando em Saul Alinsky, sugiro uma pauta para um post: Que tal falar sobre o caso do Governador de New Jersey, Chris Christie? Note o seguinte: O objetivo não é apurar a denúncia, pelo qual já houve até retratação, mas sim “cortar as asas” de um republicano supostamente competitivo. Nunca dão notícias de nada que diga respeito a assuntos internos nos EUA na nossa imprensa. Mas esse caso do Chris Christie já passou no Jornal Nacional pelo menos três vezes, reverberando, como de hábito, o que acontece na imprensa de esquerda americana (CNN, NY Times etc). Não tenho simpatia pelo Christie e não seria meu escolhido em uma convenção republicana, a menos que fosse muito favorito. Mas o que estão fazendo nada mais é do que um novo caso de agenda setting.

  2. Sensacional postagem Luciano Ayan! Nao resisti e estou postando aqui tambem pois acho que nossos amigos que passam tanto tempo no Facebook merecem dar as devidas respostas a esses esquerdopatas “caviar”. Nao e possivel que continuemos refens de “rolezinhos” inuteis e ainda tendo uma gama de Imbecis dando desculpas para semelhantes atos insanos. Gostei demais das sugestoes a essa comunista que gosta de dolares. Vamos apostar que ela nao fala mais no assunto e colocara o “rabo” entre as pernas? Para mim e certeza. Ou entao dira que voce e um adepto do “apartheid social”. Valha-me Deus. (desculpe). Lindinha mas poderia ter ficado calada que ganharia muito mais.

  3. Luciano, daria para incluir nesses rolezinhos com consultoria algum espaço para merchandising, indo em consonância com o lado caviar da coisa. Que tal banners com “Um Rolexzinho para o patrono deste rolezinho”?

  4. A idéia de fazer o outro sucumbir pelo seu próprio livro de regras é interessante e válida em muitos casos, mas quando existe uma realidade prática em que algumas dessas regras não se aplicam igualmente para um contexto(shopping centers) como em outro(casa) parece não ser uma estratégia muito forte. Por exemplo, apesar de ser coerente o que escreveu pouca gente levaria a sério a possibilidade de invasão de casa, mas leva a sério a invasão de outras propriedades privadas como os shoppings centers. Por isso, pessoas que defendem a invasão de Shoppings não se preocupam com a possibilidade de terem suas casas invadidas, mesmo que isso seja uma decorrência lógica dos seus próprios discursos.

    Como superar essas limitações práticas? Ou tentando formar um novo senso comum sobre o que é razoável ou fazer, ou fazer o outro lado sucumbir pelo livro de regras levando em consideração sobre o que é considerado razoável pelo senso comum.

    • Acervo

      Por exemplo, apesar de ser coerente o que escreveu pouca gente levaria a sério a possibilidade de invasão de casa, mas leva a sério a invasão de outras propriedades privadas como os shoppings centers.

      O que importa é o desafio: se ela não tornou a casa dela tão importante para a turma do rolezinho, é pq não quer contribuir para a diversão deles. 😉

  5. “se divertir nos shoppings onde a classe média faz as compras de fim de ano.”
    Agora tocar o terror, aos bandos, aos berros, intimidando clientes e lojistas é “se divertir”? Vou promover uma “diversão” destas na casa de um desse “amantes da humanidade”, para eles verem o que é bom pra tosse.

  6. Rolezinho de hoje pelas notícias:

    1) Depois do Rio, é a vez de São Paulo avisar que usará de violência contra rolezinho se passar dos limites;

    2) “Entre Aspas” sobre rolezinho, no qual se está tentando empurrar novamente a hipótese de que reprimir rolezinho seria racismo ou elitismo:

    http://www.youtube.com/watch?v=3uTybLvbPlM

    3) Mais provas de arrastão no rolezinho itaquerense:

    http://www.youtube.com/watch?v=H-gf8RG7ja0

    4) Notícia da Gazeta sobre o assunto e que fala claramente que o Itaquera também conseguiu a tal liminar supostamente racista e elitista:

    http://www.youtube.com/watch?v=vCmpC9_nnos

    5) Hangout do Lib-Con de Niterói sobre rolezinho. Os caras mandam bem em outras coisas, mandam mal em outras e alertam sobre se Rodrigo Constantino de repente não está sem saber fazendo coisas que favoreçam o marxismo-humanismo-neoateísmo:

    http://www.youtube.com/watch?v=NcsTSxphkD4

    6) E nessa, surpreendentemente um grande aliado dos contrários ao MHN são… os marxistas-humanistas-neoateístas tradicionais (aqueles que não tenham embarcado no gramscismo). Veja o tal de Merlin das Trevas, que diz ser de esquerda (e quem vir o canal dele notará que há vídeos de tal tipo) descendo a lenha tanto nos rolezinhos quanto em quem apoia isso:

    http://www.youtube.com/watch?v=5p5zRSut5jk

    Entre as surpresas, que alguns MHNs iriam chamar de “moralismo stalinista”, observe o cara sendo mais radical que qualquer anti-MHN ao dizer que você só pode ir a um shopping se for para comprar algo. Pode também ser algum resquício qualquer de moralismo normal mesmo, mas irei me preocupar caso esteja apertado e só tenha um shopping a meu dispor para fazer minhas necessidades, pois irei me sentir obrigado a comprar alguma coisa só para justificar uma ida para falar com a mãe natureza;

    7) Mais proposta de rolezinho em casa de MHN:

    http://www.youtube.com/watch?v=ogkZ1YuZvgk

    8) Segue charge do Maurício Ricardo, em que fica para mim a impressão de que ele possa estar suspeitando da suposta espontaneidade dos tais rolezinhos (e aqui também acrescentando o lance de quererem politizar a coisa toda):

    http://www.youtube.com/watch?v=f5UsAm1TkH8

    9) Pode ser que haja alguma razão nesta história de que o embrião do rolezinho tenham sido os encontros dos famosinhos de internet periféricos com seus fãs, mas ainda assim acho que há a diferença importante de que os encontros dos famosinhos nunca terminaram em pancadaria e correria como os rolezinhos que estamos vendo. Logo, acho que temos de separar joio do trigo;

    10) E os shoppings estão se preparando para uma onda de rolezinhos e pode ser que mesmo com a tentativa de MHNizar os rolezentos, os MHNs no poder podem estar com muito receio de a coisa sair de controle ou mesmo eles não conseguirem cooptar esses muitos jovens, como se pode ver aqui. Ainda assim, vê-se a tentativa de conduzir os que zoam em shoppings, como o uso do MTST para tomar a dianteira do movimento;

    11) E o Rio segue apreensivo em relação a possíveis rolezinhos convocados para sua capital;

    12) Mais suspeitas sobre esse muito noticiário de rolezinhos e possível uso para eclipsar notícias mais importantes, como o uso de poupanças sem dono para contabilidade criativa do governo, como se pode ler neste texto que também fala sobre o Abramovay. Observe também que se está pondo em dúvida a legitimidade e espontaneidade de tais eventos;

    13) Por fim, veja este artigo no site da Carta Capital também querendo amaciar para o lado dos rolezentos.

  7. Tudo bem, até aqui apenas estamos “brincando” filosoficamente com a ideia. Mas na prática, que defesa tem a sociedade cujos agentes criados para sua proteção (políticos e autoridades civis) estão ameaçados de punição por repimirem o evidente banditismo que existe por trás dessa nova estratégia esquerdista de guerrilha urbana?

    Me desculpe a pergunta, mas é que a cada dia fico mais angustiado quando nos vemos praticamente de mãos atadas, praticamente impossibilitados de reagir a altura, devido ao discurso esquerdista e ao mal se espalhando como um câncer, principalmente entre as classes mais pobres, criando neles ódio e rivalidades que não existem de fato, porque tais são os mais vulneráveis ao discurso esquerdista devido à desinformação com que são diariamente bombardeados pelo jornalismo de esquerda que domina nossa mídia e defende esse tipo de demagogia (“ricos” contra “pobres”) esquerdista.

    Porque eu percebo, na região onde moro (Leblon, zona sul do Rio), um recrudescimento a cada dia, da hostilidade por parte de atendentes, vendedores e demais prestadores de serviço – via de regra pessoas de classe média, baixa – para com o público a quem prestam serviço – via de regra, pessoas de classe média, média ou alta.

  8. Luciano, vamos dar mais um rolezinho no que está sendo noticiado na mídia sobre esse assunto. Como é uma porrada de notícias, as que considero mais importantes ficarão em negrito e creio que são altamente comentáveis:

    1) Você sabia que, segundo a ministra da Igualdade Racial, Luiza Bairros,o medo dos rolezinhos é reação de branco? Nessa, descobri uma coisa que eu não sabia: Gil Brother é branco:

    http://www.youtube.com/watch?v=lutS85CBU84

    Assim como estes rapazes que saíram correndo de medo do rolezinho no Shopping Metrô Itaquera são facilmente confundíveis com russos:

    http://www.youtube.com/watch?v=JSDekIUWTqk

    Só para avisar, Reinaldo já falou a respeito;

    2) Adivinha quem deu seu pitaco sobre rolezinho e tentou amaciar para o lado dos rolezentos?

    http://www.youtube.com/watch?v=P5o3LyH9tKk

    Sim, ele mesmo, que já frequentou outras vezes este espaço.

    3) Prossegue a politização dos rolezinhos (e a suspeita de que eles desde o começo tenham sido políticos e vindos de partidos marxistas-humanistas-neoateístas que disfarçaram a coisa de espontânea e legitimamente popular), como se pode ver com os shoppings Jardim Sul (que, como sabemos, é shopping de gente humilde e oprimida) e Campo Limpo (que, como sabemos, é só frequentado por burguês, elitista, coxinha e outros xingamentos MHNs);

    4) Gilberto Carvalho entra na jogada, como podemos ver aqui e já teve lenha descida pelo Reinaldo:

    http://noticias.terra.com.br/brasil/cidades/para-governo-federal-reprimir-rolezinho-e-por-gasolina-no-fogo,2f396ce14db93410VgnCLD2000000dc6eb0aRCRD.html

    http://g1.globo.com/pernambuco/noticia/2014/01/gilberto-carvalho-critica-repressao-rolezinho-e-pede-abertura-de-dialogo.html

    E, como sabemos, ele já foi flagrado no meio da multidão da Jornada Mundial da Juventude que foi segurada pelos black blocs:

    http://www.youtube.com/watch?v=L6tNk27O8Ro&feature=player_detailpage#t=182

    5) Uma crítica de cara que parece ser bem jovem e que deu uma desancada boa:

    http://www.youtube.com/watch?v=RsctN0NrTw0

    6) Outro que desmonta a crença de que crítica a rolezinho seria incentivo a racismo e discriminação social:

    http://www.youtube.com/watch?v=wauK0OCs4Ww

    7) Outra crítica a rolezinho:

    http://www.youtube.com/watch?v=PWwpXSwNDWY

    8) E para quem disse que rolezinho não tinha roubo, segue o pancadão:

    http://www.youtube.com/watch?v=uLYo7gF_uJw

    9) Frei Petrônio de Miranda abençoa o rolezinho, mas não nota que está repetindo discursos que ajudam os MHNs, em que pese dar uma coça das boas em relação a omissões do governo:

    http://www.youtube.com/watch?v=13xSn5BDzlw

    Pode ser que ele, por ser frade, seja mais asceta em relação a este mundo do que outras pessoas e nessa, tenha se informado pelo lado MHN da mídia e esteja somente reproduzindo aquilo que leu;

    10) Leandro Mazzini fazendo comparação de rolezinho com ação de política partidária e governamental. Fica para mim soando que ele quer amaciar para o lado dos que levaram pânico aos shoppings;

    11) Geraldo Alckmin volta a falar que poderá intervir se o rolezinho virar arrastão. Segue vídeo:

    http://www.youtube.com/watch?v=Mrt8nww9gu8

    12) Mais notícias sobre a probabilidade de o rolezinho não ser ação legitimamente popular, mas importação de algo que vem dos Estados Unidos com adaptações;

    13) Por fim, mais sobre funk ostentação.

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