Jornalistas de esquerda do SBT em sua manifestação sem-vergonha contra Rachel Sheherazade

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Fonte: Fabíola Reipert (citando um texto de Miguel Arcanjo Prado)

Os jornalistas do SBT comentam entre si que têm vergonha de trabalhar na mesma redação que Rachel Sheherazade.

O motivo é o tipo de pensamento que a apresentadora faz questão de exibir e que incomoda grande parte de seus colegas.

O jornalismo do SBT, que antes era considerado mais imparcial, está cada vez mais associado a um pensamento de direita, por conta da figura de Sheherazade.

Nesta semana, após a entrevista que ela deu a um jornal impresso na qual defendeu o deputado Feliciano e depois de seus comentários sobre a polêmica dos “rolezinhos”, a situação azedou de vez.

O problema é que ninguém na redação pode sequer pensar em tirá-la do cargo, já que a moça é protegida do patrão, Silvio Santos.

O jeito, para manter o emprego, é aguentá-la.

Meus comentários

Um dos conceitos mais importantes no estudo da mente esquerdista é orgulho da vergonha. Uma mistura de psicopatia ou histeria (deve-se escolher um dos dois itens para descrever cada indivíduo deste grupo), com a absoluta falta de noções básicas de ética e moral, tudo sustentando por um relativismo moral retinto, além de uma total falta de auto-crítica. Tudo resulta neste fenômeno comportamental: eles se orgulham de coisas das quais pessoas normais e sadias se envergonhariam.

Um amigo meu, dia desses, comentou ter sido extremamente injusto com um profissional, ao comentar com outros gerentes que “ele não tinha condições de ser líder”. Mas ele estava com informações incompletas. Disse, posteriormente, na reunião gerencial: “Eu pisei na bola ao dizer isso dele. O cara realmente manda bem, e eu estava com informações incompletas”. Em suma, ele se constrangeu pelo erro de avaliação, e disse isso em público. Mas, em outros casos, especialmente se alguém comete uma falha grave e não tem estrutura moral suficiente para reconhecer seu erro em público, também pode esconder sua falha, esperando que outros esqueçam. Em suma, seres humanos normais se envergonham daquilo que deviam se envergonhar, na ótica de uma sociedade civilizada, sob uma ética comumente compreensível a pessoas sadias.

Eu discordo de várias opiniões de Rachel. Eu sou um liberal, ela é uma conservadora. Ela é contra o aborto, e eu, como liberal, defendo o direito da mulher fazer o que quiser com o seu corpo, mesmo que isso vá contra o interesse de um feto que viva lá dentro. Mas, ainda assim, Rachel não tem do que envergonhar em suas opiniões. No caso de Feliciano, ela defende o direito dele opinar promovendo a família tradicional, o direito dele não ser cerceado ao emitir suas opiniões. No caso dos rolezinhos, ela basicamente defende o direito de pessoas comuns não serem incomodadas por baderneiros, e de pessoas que dependem de seu trabalho em shopping, como funcionários e comerciantes, não serem prejudicadas. Nessas duas questões, Rachel não tem motivo nenhum para se envergonhar. São opiniões até comuns, que representam a maioria da população moralmente sadia.

Digo que quem é de direita deve se orgulhar de suas opiniões. Mas essas questões são tão óbvias que seria até um excesso dizer “eu me orgulho de defender a liberdade” ou “eu me orgulho de defender a propriedade”. Eu digo: “não fez nada mais que a obrigação moral”.

Em contrapartida, os esquerdistas tem motivos de sobra para se envergonharem. Eles dizem taxativamente coisas como “Quem dá opinião a favor da família tradicional, deve ser silenciado” e “Quem frequenta um shopping ou trabalha nele não pode ser protegido de vândalos”. Esse tipo de opinião deveria causar muito mais vergonha e constrangimento do que o erro de avaliação do líder cometido pelo gerente, no exemplo que trouxe aqui.

Quer dizer, eles deveriam ter vergonha não das opiniões de Rachel, mas de suas próprias opiniões. Sob qualquer avaliação moral, eles deveriam pedir desculpas em público por defenderem ideias promovendo vandalismo e censura. Mas, se eles não possuem estrutura moral suficiente para pedirem desculpas por suas ideias, deviam, no mínimo, pedir para cagar e dar um sumiço temporário. Mas eles não conseguem fazer isso, devido ao fenômeno do orgulho da vergonha. Em suma, falta a eles vergonha na cara.

Em tempo: Que “beleza” a ética de Fabiola Reipert e Miguel Arcanjo ao citarem “jornalistas do SBT”, e nem dar o nome deles. E eles se orgulham de fazer isso! Como eu disse, é um fenômeno comportamental da esquerda. 😉

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56 COMMENTS

  1. Sempre leio seus textos, mas não tenho o hábito de comentá-los. De qualquer forma, vc presta um ótimo serviço. Cidadão! Você é lúcido e coerente.

  2. Olá Luciano … seus textos são excelentes, obrigado pelo trabalho!!!

    Gostaria de ver um texto seu sobre o tema aborto. Devido o alto nível de suas argumentações, achei estranho ler um texto seu com a seguinte frase: ¨defendo o direito da mulher fazer o que quiser com o seu corpo, mesmo que isso vá contra o interesse de um feto que viva lá dentro.¨

    A meu ver, é muito pobre de argumentação e incoerente (considerando que vc mesmo disse que há uma vida ali dentro, logo, já não é não ¨o corpo da mulher¨). Ok, eu sei que a intenção do texto não foi argumentar sobre o aborto, mas, queira ou não queira, vc iniciou a argumentação. Poderia ter se limitado a dizer somente que é a favor do aborto, ao contrário na jornalista em pauta.

    Ser contra o aborto não quer dizer, necessariamente, que vc é um conservador. Eu, particularmente, sou contra o aborto por questões lógicas, não puramente por ser um conservador. O que acha desse artigo, que inclusive refuta a referida frase sua mencionada? http://portalconservador.com/nao-existem-argumentos-para-o-aborto-pt-1/

    Seus textos são muitos coerentes, de repente, depois de ver sua posição sobre o assunto, eu mudo de posição.

    Obrigado, mais uma vez!

    • Olá Léo,

      Ainda falarei mais disso. Farei um post em breve.

      O que acha desse artigo, que inclusive refuta a referida frase sua mencionada? http://portalconservador.com/nao-existem-argumentos-para-o-aborto-pt-1/

      O argumento 1 é somente um argumento acessório.
      O argumento 2 é frágil para os anti-aborto, pois a mulher é quem decide os riscos que quer correr.
      O argumento 3 é realmente fraco para os pró-aborto.
      O argumento 4 é péssimo para os anti-aborto, pois, como já disse antes, a mulher é quem decide os riscos que quer correr. Se há síndrome pós-aborto, isso é um problema da mulher, não dos outros.
      O argumento 5 eu nem conhecia, mas é irrelevante, frágil também.
      O argumento 6 mostra a distorção da questão do estupro, apontada como fundamental. Mas os anti-aborto não dão uma resposta para as questões relacionadas ao estupro.
      O argumento 7 a meu ver é o mais forte para os pró-aborto. Entretanto, é irrelevante dizer “quando a vida começa”, mas sim “quando o sistema nervoso se forma”. Diante disso, podemos fazer uma escolha racional a favor da mulher exercer o direito sobre o próprio corpo.

      No geral, a meu ver, é uma extrema violência definirmos quais decisões as mulheres devem tomar. Em geral, qual o percentual de mulheres são contra “aborto a qualquer momento”?

      Abs,

      LH

  3. Olá Luciano … seus textos são excelentes, obrigado pelo trabalho!!!

    Gostaria de ver um texto seu sobre o tema aborto. Devido o alto nível de suas argumentações, achei estranho ler um texto seu com a seguinte frase: ¨defendo o direito da mulher fazer o que quiser com o seu corpo, mesmo que isso vá contra o interesse de um feto que viva lá dentro.¨

    A meu ver, é muito pobre de argumentação e incoerente (considerando que vc mesmo disse que há uma vida ali dentro, logo, já não é não ¨o corpo da mulher¨). Ok, eu sei que a intenção do texto não foi argumentar sobre o aborto, mas, queira ou não queira, vc iniciou a argumentação. Poderia ter se limitado a dizer somente que é a favor do aborto, ao contrário na jornalista em pauta.

    Ser contra o aborto não quer dizer, necessariamente, que vc é um conservador. Eu, particularmente, sou contra o aborto por questões lógicas, não puramente por ser um conservador. O que acha desse artigo, que inclusive refuta a referida frase sua mencionada? http://portalconservador.com/nao-existem-argumentos-para-o-aborto-pt-1/

    Seus textos são muitos coerentes, de repente, depois de ver sua posição sobre o assunto, eu mudo de posição.

    Obrigado, mais uma vez!

    PS.: nao sei se foi, postei de novo

  4. Luciano, você viu quem voltou a dar as caras após um período de silêncio? Desta vez fica clara a impressão de que o que ela resolveu fazer foi uma “transferência de ativos marxistas-humanistas-neoateístas”, quase como se fosse uma troca de pessoa jurídica para fazer a mesma coisa que faziam antes (ou ao menos no nível que ela queria que ficasse, uma vez que saiu do Femen por ter frustrado internamente a história de pichar o Cristo Redentor). Observe-se o uso de táticas típicas da desmoralizada Marcha das Vadias, como o batido slogan de “não diga o que eu tenho de vestir. Diga aos homens para não estuprar”, fora outros como “meu nome não é Psiu”, “vestida ou pelada eu quero ser respeitada” e “isso não é um convite”. Logo, vamos considerar que estão fazendo a presunção de que homens têm por estado natural o estupro e que precisam ser ensinados a não fazer isso.
    Para aumentar a contradição, que leia o que está na descrição do novo grupo dela:

    Somos um coletivo que se baseia na ideia de liberdade e igualdade. O Bastardxs* foi fundado a partir do fim do movimento “FEMEN Brazil”, e atualmente conta com ex integrantes do mesmo , além de novos membros dispostos a representar os mesmos propósitos do grupo defendendo ideologias acreditadas por nós, através de protestos e manifestações de cunho PACÍFICO, sempre. Tendo em vista as lamurias e problemas sociais de nosso país, levando em conta a nossa própria realidade!
    Tendo como objetivo principal, O Bastadxs, quer levar assistência para todos que sentem sua liberdade ferida de qualquer forma, independentemente de qualquer gênero, orientação sexual, religião, raça ou etnia ou qualquer outra característica que o venha a caber futuramente.
    A Máxima acreditada de que a mídia não foi feita para “aparições” ou para se autopromover é o que acreditamos. Temos o comprometimento de sempre tentar amenizar as injurias sofridas pela minoria, que vive a margem de uma sociedade extremamente patriarcal.
    Caso venham a ter interesse em ingressar ao nosso movimento, esperamos que sejam proativos. Favor entrar em contato no e-mail ( contato.bastardxs@gmail.com )

    ” Bastardxs : lê se bastardos. ”
    (o ”X ” no lugar da letra “O” é para não determinar o gênero dos participantes). Até mesmo porque é um movimento novo, onde homens serão aceitos.

    Que homens seriam esses a serem aceitos se são vistos como estupradores que devem ser ensinados a não fazer isso? Note-se também na linha do tempo do referido grupo que já fizeram outras pequenas ações, com essa mais recente podendo de alguma forma ser considerada o “IPO” do grupo, cujas integrantes também estiveram no fracassado Toplessaço.
    Note-se também o padrãozinho xuxogramscista ao usarem X no lugar da flexão de gênero que existe no português (bem mais rico que o inglês para o qual precisaram inventar “womyn” para dar um Derrida básico na coisa).

  5. Vida humana é valor de hierarquia superior à disposição do próprio corpo. A única forma de fazer o argumento pelo aborto ter sentido é:

    – declarar que o concepto não é vida
    -declarar que o concepto, embora seja vida, não é vida humana.

  6. “Ela é contra o aborto, e eu, como liberal, defendo o direito da mulher fazer o que quiser com o seu corpo, mesmo que isso vá contra o interesse de um feto que viva lá dentro.”
    Esse argumento tem uma consequência grave: permite que o aborto seja realizado até mesmo durante o trabalho de parto. Qual é a diferença entre isso e matar um recém-nascido? Será que o direito ao próprio corpo permite que o que seria um crime hediondo se torne uma conduta legítima, por causa de um cordão umbilical e um canal vaginal?
    Existem bons argumentos a favor do aborto em alguns casos, mas esse não é um deles.

    • Fora que mesmo que seja ‘apenas’ aborto nas primeiras semanas, se juntar com a escória do mundo pra aprovar isso vai servir de precedente pro aborto em qualquer fase da gravidez
      O Luciano tem umas coisas… parece que não sabe, parece que nunca ouviu o Olavo falando que TUDO que a esquerda defende tem um objetivo imundo por trás, parece que não conhece esse povo.

      • Slaine,

        O detalhe é que, enquanto você é contra o aborto mesmo nas primeiras semanas, tem que se defender da acusação de “ser contra o direito das mulheres”.

        Mas, quando alguém defende o aborto a qualquer momento, incluindo nas últimas semanas, tem que se defender da acusação de causar sofrimento a bebês. Em suma, é uma acusação de sadismo.

        Hoje, os conservadores optaram pelo lado facilmente derrotável na guerra política. Com a idéia de “não discutir a questão do aborto”, são posicionados como inimigos da escolha feminina e já são retirados do debate. Tem sido assim em todas as instâncias de debate, por que isso iria mudar agora?

        Não é isso que levou à minha decisão de pensar tanto na criança como na mulher, na questão moral do aborto, mas um princípio focado no direito da mulher dispor do seu próprio corpo como quiser, desde que não interfira na vontade de um ser CONSCIENTE que viva lá dentro.

        Abs,

        LH

      • A questão de ser a favor do aborto é que sua liberação irá endossar o aumento da imoralidade ao acabar com a última possível consequencia desta. Isso começou com a pílula, pois a partir de então, abriu-se a possibilidade do sexo livre e aparentemente inconsequente. Ocorre que conforme a pessoa amadurece, percebe que multiplos parceiros sexuais não a tornam mais feliz a longo prazo, inclusive, tem efeito contrário. Sem falar que o instinto natural de uma mulher (e qualquer fêmea) é proteger a cria que está em seu ventre. Só por lutar por isso, que nem deveria gerar discussões, já mostra o quão a humanidade está totalmente pervertida.

  7. Eu não sei o que vc entende por “moralmente sadia” mas já faço uma ideia. Acontece que o que Rachew defende é a separação das classes , no fim de seu pronunciamento ela mesma cita que os arrastões vão sair das periferias para os shoppings de luxo , ou seja enquanto estiver nas periferias tudo bem, lá que é o lugar de ter arrastões , afinal ela com certeza não pisa lá * Vc nunca os verá dizendo ” Morte aos Gays ” , mas sempre defenderão a ideia de que homossexualidade é errado , para que assim os idiotas de mesmo nível intelectual , porém mais agressivos possam se sentir no direito de agredir os gays , afinal o que eles (gays) fazem é errado segundo Feliciano que essa mocinha defende tanto * eu gosto da humildade dos esquerdistas em aceitar a evolução da espécie por que se dependesse da direita ainda teríamos escravos * então eu sinto vergonha em saber que no Brasil existam pessoas tão perigosas com tanto poder de voz para manipular *

    • Dio Rocha, como é divertido ver que eu denunciei o comportamento esquerdista em meu texto, e você veio… para repetir o comportamento. Assim fica fácil demais para mim. (As partes de seu texto que tinham ofensinhas foram extirpadas)

      Eu não sei o que vc entende por “moralmente sadia” mas já faço uma ideia.

      Vamos ver né…

      Acontece que o que Rachew defende é a separação das classes , no fim de seu pronunciamento ela mesma cita que os arrastões vão sair das periferias para os shoppings de luxo , ou seja enquanto estiver nas periferias tudo bem, lá que é o lugar de ter arrastões , afinal ela com certeza não pisa lá *

      Você realmente não tem vergonha de vir em público divulgar uma mentira tão grande? Não tem vergonha? Não tem medo que pessoas que você conhece te vejam fazendo esse papelão em público?

      Vejamos o vídeo da Rachel:

      Vejam o que ela denuncia:

      1. cidadãos optaram por shoppings por que essa cultura de tolerância ao crime tornou o comércio de rua perigoso (ela não disse isso, mas é a esquerda que defende a tolerancia ao crime)
      2. hoje, os shoppings são um lugar seguro para alguém fazer compras, mas até isso querem tirar do cidadão comum
      3. devemos tomar providências, pois, do jeito que está PARECE QUE SÓ VÃO FAZER ALGUMA COISA QUANDO OCORRER UM ARRASTÃO EM UM SHOPPING DE LUXO

      Qualquer um que não seja desonesto, saberá que ela não fez separação de classes nenhuma. Ao contrário, ela defendeu os shoppings de periferia e não quer que as providencias sejam tomadas SOMENTE quando for invadido um shopping de luxo.

      Notaram a canalhice do Dio Rocha? É essa falta de caráter, inerente ao discurso esquerdista, que os desqualifica para qualquer debate.

      Vc nunca os verá dizendo ” Morte aos Gays ” , mas sempre defenderão a ideia de que homossexualidade é errado , para que assim os idiotas de mesmo nível intelectual , porém mais agressivos possam se sentir no direito de agredir os gays , afinal o que eles (gays) fazem é errado segundo Feliciano que essa mocinha defende tanto *

      Na tese de Dio Rocha, não podemos criticar alguma coisa, por que críticas levam a morte. Mas ele próprio entra em contradição, pois criticou a religião, e, segundo ele, criticar algo leva à morte dos que praticam esse algo. Claro que o discurso não faz o menor sentido, não é respaldado por nenhum evidência, e não passa de um dramalhão histérico que algum professor marxista inseriu nele.

      Dizer que alguém critica X só por que “no fundo quer agredir os praticantes de X” é mais uma baixaria da qual o Dio Rocha deveria se envergonhar…

      eu gosto da humildade dos esquerdistas em aceitar a evolução da espécie por que se dependesse da direita ainda teríamos escravos *

      É exatamente o oposto nos dois casos. Se a esquerda aceitasse a evolução, ignoraria todas as suas bandeiras do marxismo cultural. Veja: http://lucianoayan.com/2013/02/11/segurem-se-na-cadeira-por-que-tanto-conservadores-cristaos-quanto-humanistasesquerdistas-estao-errados-quanto-a-evolucao/

      Esquerdismo e teoria da evolução não combinam 😉

      Quanto à escravidão, sua abolição dependeu da filosofia de direita, pois foi o capitalismo que dependia da inserção de escravos no mercado de trabalho, pois precisava de CONSUMIDORES. Qualquer um que não tenha sido doutrinado por cartilhas do MEC sabe disso.

      Isso é tanto uma evidência que hoje em dia vemos o governo socialista do PT contratar médicos escravos de Cuba. A esquerda é escravagista ATÉ HOJE. 🙂

      então eu sinto vergonha em saber que no Brasil existam pessoas tão perigosas com tanto poder de voz para manipular *

      Não, pelo seu desempenho aqui, você deveria tomar VERGONHA NA CARA e parar de manipular o que os outros disseram e parar de MENTIR em debates, pois isso é feio. Mas você deve se orgulhar de mentir…

      Obrigado por ter sido um exemplo vivo do tipo de comportamento abominável que eu denunciei em meu texto.

      Abs,

      LH

      • Diferentemente dos beagles, camundongos e das populações submetidas a regimes de esquerda, as cobaias aqui são todas voluntárias. |¬D

        Luciano, vistes a Rachel Sheherazade comentando e agradecimento lá no outro post? Legal, né!?

    • Faça um favor, Dio Rocha: vá ao site http://homofobiamata.wordpress.com/ e me ajude a encontrar UM ÚNICO CASO de homossexual agredido ou assassinado por alguém que tenha feito isso só por achar o homossexualismo errado. Por enquanto, só encontrei casos de latrocínio, crimes passoniais, suicídio e homicídios relacionados a prostituição e tráfico de drogas. Afinal, se sua tese é de que as opiniões do Marco Feliciano e da Rachel Sheherazade incitam crimes violentos contra homossexuais, o mínimo que você tem que fazer é mostrar um caso em que isso aconteceu.

  8. Muito bom texto, que, ao meu ver, precisa ser repercutido, para estimular a produção de outros, de teor equivalente, porque já passou da hora de se reagir aos velhos, repetitivos e desgastados esquemas com que a fajuta esquerda brasileira tenta calar toda e qualquer opinião contrária à sua “lengalenga pseudo-socialista”, em busca e defesa do poder absoluto.
    Rachel Sheherazade é, ao meu ver, umas das mais lúcidas e corajosas jornalistas, com projeção nacional, no Brasil de hoje. Ela é muito mais do que uma profissional inteligente, competente e corajosa. É quase uma persona a ser declarada “de utilidade pública”, quando se trata de esclarecer à opinião pública sobre questões essenciais aos interesses da sociedade brasileira.

  9. Você resumiu tudo. Não tem o que comentar, a esquerda é isso mesmo. E o motivo destes dois invejosos fazerem esta calúnia, em nome de ‘todos’ os jornalistas da redação do STB, é pura INVEJA e FALTA de CARÁTER.

  10. Luciano vc disse que é liberal e que Raquel é conservadora. E por isso tem alguns entedimentos diferentes de ações e comportamentos em relação a conservadores .entretanto tem pessoas que dizem ser conservador liberal . Eu me classifico conservador liberal . Por que sou de acordo com a moral católica e sou a favor da economia de mercado liberal .fiquei na dúvida quando vc identificou liberal como moral, liberal não seria econômico. Poderia me mostra um post sobre essa classificações .

  11. Ser liberal não é ser a favor do aborto é ser a favor de menor intromissão do Estado na economia. Ser a favor do aborto não é opinião política. Eu sou liberal e sou contra o aborto. Aborto é assassinato de indefeso. Não se discute.

    • Eu vejo o aborto como o direito de uma mulher eliminar uma gravidez indesejada (mesmo que isso resulte na morte de uma pessoa indefesa). Para mitigar este problema, pode-se discutir um limite para o aborto legal. Por exemplo, 2 ou 3 meses de gravidez.

      • Desculpe-me mas a questão do aborto é muito mais complexa do que isso. Se temos uma criança, temos uma mãe, que tem um corpo e uma decisão dificílima: ser ou não ser mãe. Eu só defendo um direito, em situações específicas, pensando tanto no feto como na mãe.

        Essa é a pergunta moral a fazer: estamos causando sofrimento a pessoas conscientes, ou que, ao menos tenham adquirido consciência uma vez na vida?

      • Mas Luciano, se ela não desejou, por que abriu as pernas largada de qualquer jeito? Assuma a responsabilidade. As mulheres tem uma duzia de opções anticoncepcionais.

      • Mas qual o argumento em favor de que devemos proteger uma vida que ainda nem sequer adquiriu consciência uma vez sequer DE QUALQUER FORMA? Entendo o fato de protegermos crianças que já tenham o instinto de auto-preservação.

      • Luciano, por um lado eu lhe parabenizo por engrossar a fileira daqueles que, de alguma forma, combatem o socialismo, mas por outro lado, quanto a ser liberal em questões éticas e morais e, principalmente, sendo favorável ao aborto, faço um apelo ao bom senso que você demonstra no restante de seu texto. Pense no seguinte:
        O liberalismo em questões éticas e morais é fomentado no mundo inteiro pelas mesmas correntes de esquerdismo que você combate. Isso é parte da estratégia gramscista que busca, em síntese, a formação de uma geração de idiotas que serão devidamente manipulados até o último ato dessa “peça”, que é o socialismo real ou comunismo.
        É óbvio que você tem o direito de ser liberal em questões de comportamento e até mesmo de ser favorável ao aborto, mas aborto é assassinato sem defesa, e mesmo quando a gravidez provém de um estupro é difícil encontrar justificativa para tal atitude, o que pode se tornar legítimo apenas quando um médico tenha que fazer a escolha entre a vida do que está por vir e a vida de sua mãe
        Por outro lado, perceba a ironia de que você também parece ser mais uma vítima da corrente de pensamento que você mesmo denuncia, visto que o liberalismo em questões de comportamento ou formação cultural (via feminismo, gaysismo, ateísmo…) é a principal forma de ataque dessa canalhice mundial. Não é a toa que os esquerdista nos Estados Unidos são denominados liberais.
        E, ainda, me parece relevante observar que a importância do conservadorismo, tanto econômico quanto cultural, pode ser medida pelos excelentes resultados que alcançaram nas nações mais ricas do mundo (Inglaterra, Alemanha, Estados Unidos, Japão…) e cuja riqueza também está sendo minada pelo socialismo, começando pelo aspecto cultural do mesmo… Não conheço exemplo de nação, em nenhuma época, que tenha prosperado com base nesse tipo de comportamento; ao contrário, as lições históricas nos dizem que são os mais disciplinados e conservadores (vide os japoneses, por exemplo) que obtém os melhores resultados.
        Noutras palavras, o liberalismo cultural de modo geral pode ser mais nocivo e indefensável do que o próprio aborto…
        Julio Neto
        http://www.casalemcristo.com ( em breve )

      • Só uma coisa, Julio
        Por outro lado, perceba a ironia de que você também parece ser mais uma vítima da corrente de pensamento que você mesmo denuncia, visto que o liberalismo em questões de comportamento ou formação cultural (via feminismo, gaysismo, ateísmo…) é a principal forma de ataque dessa canalhice mundial. Não é a toa que os esquerdista nos Estados Unidos são denominados liberais.
        Eles são AUTO-DENOMINADOS liberais, mas como podem ser liberais se defendem coerção estatal excessiva?
        Outra coisa: quando eu defendo o direito ao aborto, não estou aliado com nenhuma bandeira feminista de IMPOSIÇÃO COMPORTAMENTAL.
        Meu liberalismo é o original, e não a maquiagem proposta pelos esquerdistas norte-americanos, maquiagem nesta na qual os conservadores de lá caíram feito patinhos.
        Abs,
        LH

      • Olha, que a mulher tem o direito de evitar a gravidez, é inquestionável. O que se questiona é quando e como. Eu sou um que já fiz de tudo para apoiar esse direito de minhas ex-namoradas.
        Mas como você coloca a questão da não consciência, ou inconsciência do ser humano no útero, primeiro precisamos analisar um pouco duas formas inconsciência. Existe a inconsciência definitiva de quem sofreu morte cerebral que já é uma antecipação da morte efetiva. Alias, talvez a primeira manifestação da morte quando ela chegar para cada um de nós venha a ser a inconsciência. Como cristão creio que será temporária, já você como ateu provavelmente crê que seja definitiva.
        Nesse caso, a não consciência é manifestação da morte, da não vida, e não há o que proteger ou protelar, senão deixar a natureza seguir seu curso.
        Mas há outra forma de inconsciência, como um desmaio, um ataque epiléptico ou um coma. São situações temporárias.
        A inconsciência do feto, salvo os raríssimos casos de anencefalia, é transitória também. Não podemos nem afirmar que um bebezinho tem já uma consciência, mas com certeza terá e será empolgante ver como ela surge e evolui numa inocente criancinha descobrindo o mundo.
        Ninguém proporia abandonar os comatosos à própria sorte como uma forma de ortotanásia. Eu, pelo menos, se cair em coma, por favor tentem salvar minha vida. Quero ir para o céu mas não tão cedo.
        E outra grande questão: quando a consciência começa afinal? Ninguém é capaz de responder.
        Em caso de estupro, pílula do dia seguinte. A mulher vai esperar o que? Foi vítima, já tome a pílula como parte do tratamento. A gravidez não começa na fecundação, mas na nidação. Mais da metade dos embriões naturalmente não se fixam no útero. Extremismo não leva nada e a pílula do dia seguinte é uma última forma ética de contracepção, aliás a mais comum na natureza.
        Agora, com todas as oportunidades para evitar a gravidez, uma vez que se permitiu engravidar seja por descuido ou intenção, assuma responsabilidade pela vida inocente que já existe.
        Da forma como eu vejo, proibir o aborto é proteger os mais puros e inocentes ainda que temporariamente inconscientes do egoísmo de algumas mulheres frívolas que só pensam em si mesmas.
        E também de proteger os sentimentos de muitos pais, afinal, não existe partenogênese humana. Esse argumento do suposto “direito da mulher sobre seu corpo” é o último prego no caixão da dignidade masculina.

        Abras

      • A questão dos comatosos é diferente. Falamos de indivíduos conscientes que, momentaneamente, estão inconscientes. Todos eles se tornaram cidadãos.

        É diferente de um feto que NUNCA se tornou um cidadão. E note que eu sou a favor de proteger crianças indefesas que já tenham instinto de auto-preservação, isto é, que já tenham adquirido um sistema nervoso.

        No caso dos pais, acho a comparação equivocada, pois não é ele que carregará a criança em seu ventre, mas a mulher.

        Abs,

        LH

      • ‘Mas qual o argumento em favor de que devemos proteger uma vida que ainda nem sequer adquiriu consciência’

        Muito estranho um agnóstico (ou qualquer um que segue o deus ciência) defender isso, sendo que ninguém, incluindo a ciência, sabe exatamente o que é a consciência e quando ela começa.
        Se for consciência no sentido de forte atividade cerebral então você perde a mesma toda noite quando dorme.Podemos te matar dormindo agora?
        Se for consciência no sentido de auto preservação, podemos então matar os doentes mentais ou um bebê que acabou de nascer?
        Luciano, gosto de quase tudo que vc escreve, mas aborto não tem como, melhor vc não queimar mais o seu filme falando disso.

      • Muito estranho um agnóstico (ou qualquer um que segue o deus ciência) defender isso, sendo que ninguém, incluindo a ciência, sabe exatamente o que é a consciência e quando ela começa.
        Não é preciso saber exatamente o limite de X para saber se estamos diante de X ou não.
        Se for consciência no sentido de forte atividade cerebral então você perde a mesma toda noite quando dorme.Podemos te matar dormindo agora?
        Claro que não, pois falamos de cidadãos que já adquiriram seus direitos.
        Se for consciência no sentido de auto preservação, podemos então matar os doentes mentais ou um bebê que acabou de nascer?

        Também não, pois bebês e doentes mentais possuem instinto de auto-preservação e um sistema nervoso formado. Note que essas situações não refutam meu argumento, que, como o Anderson mencionou, focam na redução de dano.
        Luciano, gosto de quase tudo que vc escreve, mas aborto não tem como, melhor vc não queimar mais o seu filme falando disso.
        Este blog é focado em mapeamento de fraudes intelectuais de esquerda. Se meu filme for queimado por minhas ideias quanto ao aborto, eutanasia e outras ideias do liberalismo original, as minhas refutações continuam funcionando. 😉

  12. Esses esquerdopatas ainda na puberdade não tem coragem de assumir-se, disparam contra aqueles que, de fato, tem. E bem frisado por vc Luciano “eles se orgulham de coisas das quais pessoas normais e sadias se envergonhariam.”

    • O espermatozoide tem DNA do pai e o ovulo tem DNA da mãe o embrião tem um DNA diferente . Cada ser humano tem um DNA diferente sendo consiente ou nao. A mãe para o se bem estar ou medo de criar uma vida pode tirar a vida do embrião?. No individualismo estado tem que garantir o direito fundamental de cada ser humano .quando ocorre o risco de vida da mulher.ai a mulher ou seus familiares tem o direito de decidir .nas primeiras semanas a mulher ainda não tem tanta consiencia da vida que vai vim mesmo que já tenha filhos ,matando o seu filho nesse período pode trazer consequência psicologia no futuro .

  13. Ótimo post Luciano…
    Concordo também com a relação do “direito de abortar”, pois acredito que muitas mulheres (e pasmem, crianças!!) que engravidam ainda não estejam preparadas para ser mães, e quem melhor poderá decidir se conseguirá ou não dar uma estrutura digna a um ser que se tornará um cidadão, senão sua própria progenitora??

    PS: Achei muito bacana o fato de você desmascarar aquele aprendiz de sofista comunista de M#$%@ nos posts anteriores… Parabéns!

  14. Luciano não entendi essa de você ser liberal e ser a favor do aborto. Acho que você fez alguma confusão, ser liberal é somente ser contra a intervenção do Estado na economia, ser a favor do livre mercado. Bom, e se você se considera liberal tanto em questões econômicas, quanto em questões morais e sociais, então você é um libertário, talvez não tão radical quanto Daniel Fraga, mas ainda sim libertário. Discordo veemente da sua posição frente ao aborto, pra mim ser contra o aborto é negar a dignidade humana e o direito a vida, e sem esquecer é claro, que está colaborando com a agenda esquerdista. Na minha opinião você não deveria mais tratar sobre o aborto, já sabemos que você é a favor e eu particularmente não vou deixar de ler e gostar dos seus textos, mas aborto é um assunto que para cristãos (acredito que a maioria que acessa seu blog) é indiscutível. Abraços.

  15. Será que é verdade ou apenas estão tentando criar intriga, o famoso “jogar verde par colher maduro” pois ambos os “jornalistas” são ligados a record e todos nó sabemos a turma que está encampada por lá.

  16. Eu acho que tô entendendo o ponto-de-vista do Luciano, que, de uma certa forma, mesmo eu sendo católico, tendo a compartilhar.

    Bom, o aborto tem DUAS realidades hoje: a filosófica e a pragmática. Não dá pra escapar disso. O aborto que o nosso Luciano defende está inserido nessa segunda realidade, admita-se ou não (confere, Ayan!?)

    Só os fins (os objetivos) é que são diferentes nesse pragmatismo.

    O pragmatismo liberal do Luciano se difere da dos esquerdistas na medida em que ele aceita o fato (e o fardo) da responsabilidade individual, pessoal sobre o aborto e admite o uso das NOVAS TECNOLOGIAS (pílulas, intervenção cirúrgica nas primeiras semanas…) pra resolver uma situação que por si só carrega tremendos dilemas e dificuldades a quem passa por isso (*ADENDO: na prática já não vejo tanta gente assim sofrendo por ter abortado, mas por estar botando um filho no mundo).

    Um é individualista; o outro, coletivista.

    Aí eu até entendo (e creio que muitos da tropa PRÓ-VIDA de conservadores, liberais e religiosos tb entendam).

    O mov. abortista tem fins políticos e ideológicos muito claros, evidentes.

    Um é honesto intelectualmente; o outro, fraudador compulsivo.

    Pelo que eu entendi o Luciano tende a escolher pelo dano menor. Os abortistas vão sempre optar pelo dano maior, pois se eu coletivizo e legalizo uma prática já existente no âmbito privado eu DINAMIZO essa prática para o infinito, oras. Não foi o que aconteceu exatamente nos EUA? Sem a rédea curta das regras morais (sintetizadas e aprofundadas nas religiões), que limitam nossos escrúpulos, viramos um monte de bichinhos tarados e perversos (beirando o indiferentismo, a impessoalidade, a falta de empatia pelo outro).

    Pra começar a esquerda ASSIMILOU a Teoria Malthusiana para uso EXCLUSIVO no Ocidente civilizado. O MITO DA SUPERPOPULAÇÃO QUE IRÁ CONSUMIR OS RECURSOS NATURAIS E DESTRUIR O PLANETA E A NECESSIDADE DE CONTENSÃO DAS TAXAS DE NATALIDADE foi restaurado no fundo das nossas almas e virou senso comum ATÉ pra quem se considera anti-esquerdista de carteirinha.

    Depois tem a Teoria Eugênica aplicada sobre as classes mais pobres como forma de resolver a pobreza (que a esquerda considera um CANCRO SOCIAL extremamente incômodo aos olhos).

    Mais!? Tem a questão do CONCEITO DE FAMÍLIA que tá atrelado ao CONCEITO DE CASAMENTO (a ‘MENINA-DOS-OLHOS’ da esquerda mundial), inserindo na sociedade “NOVAS DIMENSÕES SOCIO-ANTROPOLÓGICAS” nesse conceito e PRÁTICA milenar, como forma de QUEBRAR A VERVE do NÚCLEO de qualquer sociedade E SEPARÁ-LO DO RITUAL DO CASÓRIO CIVIL E RELIGIOSO pra poder estabelecer mais fácil as políticas que irão instaurar o mundo melhor e trazer paz, amor, justiça e igualdade a toda humanidade (não é o que eles dizem!? :¬\).

    Casamento que se submete a uma instituição (seja religiosa ou laica), que instaura uma família grande, temente a Deus, com MUITOS FILHOS, papéis sociais distintos, onde o homem LIDERA materialmente e moralmente um lar e a mulher emocionalmente, PSICOLOGICAMENTE e espiritualmente a família inteira, torna qualquer revolução socialista impossível.

    A questão do aborto tá ligada a essas teorias fomentadas por décadas pela esquerda no Ocidente.

    Eles criam demandas, as propagandeiam por aí e em toda parte, as ofertas pra reduzir essas demandas de repente começam a surgir do nada, as pessoas começam a gritar por seus direitos de minoria, e daqui a pouco estamos todos discutindo se deve ou não legalizar o aborto.

    O aborto, filosoficamente falando, NÃO TEM outras possibilidades éticas & morais que não seja aquela que encerra no mistério da própria vida. Um dos argumentos pró-aborto questionam: “E quando começa a vida, oras?”. Essa pergunta é INÓCUA, pois de algo que é morto não pode surgir algo vivo. A vida surge de outra vida e de outra vida… e assim por diante. Sem cessar, não existe HIATO nisso, nessa dinâmica. Isso não tem fim, é pra sempre.

    E, de qualquer forma, na dúvida, vou ficando com o prof. Olavo (loco si, pero non tonto! ;¬)):

    http://www.olavodecarvalho.org/semana/051124jb.htm

    “Nenhuma causa idônea necessita de tantas fraudes, de tantos crimes, de tantas baixezas para defender-se. Se o abortismo se mela nessa sujeira com tanta persistência, é por causa da moral sui generis que o inspira.”

    http://www.olavodecarvalho.org/semana/980122jt.htm:

    “[…]se há 50% de probabilidades de que o feto seja humano e 50% de probabilidades de que não o seja, apostar nesta última hipótese é, literalmente, optar por um ato que tem 50% de probabilidades de ser um homicídio.

    Com isso, a questão toda se esclarece mais do que poderia exigi-lo o mais refratário dos cérebros. Não havendo certeza absoluta da inumanidade do feto, extirpá-lo pressupõe uma decisão moral (ou imoral) tomada no escuro. Podemos preservar a vida dessa criatura e descobrir mais tarde que empenhamos em vão nossos altos sentimentos éticos em defesa do que não passava, no fim das contas, de mera coisa. Mas podemos também decidir extirpar a coisa, correndo o risco de descobrir, tarde demais, que era um ser humano. Entre a precaução e a aposta temerária, cabe escolher? Qual de nós, armado de um revólver, se acreditaria moralmente autorizado a dispará-lo, se soubesse que tem 50% de chances de acertar numa criatura inocente? Dito de outro modo: apostar na inumanidade do feto é jogar na cara-ou-coroa a sobrevivência ou morte de um possível ser humano.

    Chegados a esse ponto do raciocínio, todos os argumentos pró-aborto tornaram-se argumentos contra. Pois aí saímos do terreno do indecidível e deparamos com um consenso mundial firmemente estabelecido: nenhuma vantagem defensável ou indefensável, nenhum benefício real ou hipotético para terceiros pode justificar que a vida de um ser humano seja arriscada numa aposta.[…]”

  17. Boa noite!

    Gostaria de concordar com o texto ora exposto neste blog.
    Em especial quando se refere à falta de ética e moral com a qual aqueles “jornalistas” parecem ter conduzido sua postagem.

    Em hipótese alguma se ataca diretamente uma pessoa, citando seu nome, ofendendo sua moral, prejudicando sua imagem… Principalmente sem apresentar nenhuma prova concreta de seus argumentos… Pura fofoca!

    Cadê a credibilidade destes “profissionais” do R-7? Cadê a criatividade destas pessoas?
    Simplesmente achei que alguém que estudou tanto e está em uma empresa tão bem conceituada poderia ser mais competente do que aparentemente este “blogueiro”.

    Tanto assunto efetivamente importante para ser discutido e debatido e o homem resolve expor FOFOCA, sem PROVAS de seus ARGUMENTOS, sobre uma situação que em comprovada verdadeira ou falsa não fará bem a ninguém…
    É triste? Não! É vergonhoso para todos nós blogueiros…

    Convido-os a ler o que postei no meu blog sobre o assunto em questão:
    http://www.ijui.com/blogs/blog-do-ronei-mayer/57871-rachel-sheheazade-direito-a-liberdade-de-expressao.html

  18. Ayan, acho que não é possível descolar a posição pró-aborto da “mentalidade revolucionária”, aquela que Olavão denuncia.

    Mesmo tendo estudado em escola católica (onde, aliás, se ensinava tudo menos catolicismo) fui incentivada a ver o aborto exatamente como você: um direito da mulher. Havia também a cantilena de que se tratava de um “problema de saúde pública” a ser resolvido com a máxima urgência (lá no grêmio estudantil adorávamos esse viés, hehe). Igualmente, havia a sugestão insidiosa de que o aborto era uma daquelas questões que poderiam ser relacionadas à vitória das “luzes” sobre as “trevas”, à conquista de direitos individuais e coletivos advindos de um longo e combativo devir histórico, político e social miticamente iniciado com o celebrado e sangrento movimento do Liberté, Egalité, Fraternité.

    Em meio a tudo isso, não por acaso, muitas meninas da minha geração abortaram com o apoio (veemente ou discreto) de suas famílias, namorados, “ficantes”, professores, filmes, séries televisivas, livros da Simone de Beauvoir, Camille Paglia, Michel Foucault. Afinal, como elas poderiam imaginar, desejar, acessar e pagar um aborto sem algum background, né? A verdade, porém, é que a “ressaca” pós-aborto invariavelmente chegou para cada uma delas e falo isso com total conhecimento de causa.

    O resultado de toda essa aposta relativista “radical” (o relativismo virou religião) sobre a vida e a morte, o certo e o errado, a verdade e a mentira, é esse que está aí: uma multidão de ególatras, uma sucessão de gerações hedonistas, dionisíacas, muuita gente irresponsável e corrupta, uma visão de fundo niilista, á moda Nietszche, sobre o ser humano e a vida (ou seja, um pulo no abismo).

    Se, neste tipo de cosmovisão, no final das contas, nem a vida do “ser ciente” tem lá muito sentido (e não é à toa que para muitos a religião política, o Estado, as causas politicamente corretas viram idolatria, uma tábua de salvação, pois, apesar da confusão geral, é da condição humana buscar algum sentido) não é surpreendente que o aborto seja visto e publicizado como um sagrado direito da mulher.

    Se uma dessas moçoilas descoladas que defendem o aborto pedisse a minha opinião sobre o tema, diria, como mulher mais experiente e “ex-descolada”: não caia nessa, fuja da propaganda enganosa! Ao final, sozinha e no silêncio ensurdecedor da alma/consciência, a gente, infelizmente, tende a concluir que a nossa vida vale o equivalente ao que naquele momento difícil pensamos que valia a vida do filho (sorry, o politicamente correto prefere feto) abortado. Fuja dessa armadilha do desvalor! Essa conta é alta demais e não há incentivador do aborto que a pague por você.

    • Mafê

      Mesmo tendo estudado em escola católica (onde, aliás, se ensinava tudo menos catolicismo) fui incentivada a ver o aborto exatamente como você: um direito da mulher. Havia também a cantilena de que se tratava de um “problema de saúde pública” a ser resolvido com a máxima urgência (lá no grêmio estudantil adorávamos esse viés, hehe)

      Desculpe. Se existia essa "cantilena", então você não via o aborto exatamente como eu.

      Minha discussão sobre o aborto não tem nada a ver com os discursos de esquerda. É uma discussão sobre MORAL em termos seculares.

      Abs,

      LH

      • Caro Ayan, não disse que a cantilena era sua, afinal, leio o seu blog. Apenas expus os diferentes vieses seculares (liberais e socialistas, à moda brasileira) que subsidiavam o debate moral numa escola católica, já nos anos 80/90.

        Por lá nunca houve proselitismo religioso (não por acaso, raríssimos egressos são católicos). Tratava-se, na verdade, de um mix de “Luzes/Razão, Liberdade e Fraternidade” na defesa (direta ou discreta) do aborto e de quase todas as bandeiras do hoje chamado politicamente correto.

        Ou seja, secularismo, liberalismo moral e progressismo na veia! Tudo junto. Uma salada russo-francesa (uma mistura de Rousseau/Marx/Teologia da Libertação com pitadas de René Descartes e Voltaire). O resultado que vi sobre o tema: muito aborto e pouca poesia. Ainda assim, continuamos por aqui tentando entender esse mundão.

        Pena não ter conseguido chamar a sua atenção para além do trecho que selecionastes.

        Ainda assim, obrigada pela atenção e parabéns pelo blog!

  19. Não podemos ser ingênuos. O uso da expressão “jornalistas do SBT”, sem citar nomes, pode ser uma estratégia misturada a uma mentira (sim, mais que óbvio), pois podem fomentar um conflito interno na emissora. Ainda que esses “jornalistas do SBT” nem existam.

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