A diarréia mental da extrema-esquerda quando fantasia que nazismo “é de direita” – Parte 1

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H&S

Chegou às minhas mãos o texto “A diarreia mental do profexor sobre o nazismo e a esquerda – Parte 1”, que, segundo alguns, é uma das mais completas peças de propaganda da extrema-esquerda tentando vender a ideia de que “nazismo é de direita”. Se for assim, tanto melhor, pois, ao refutarmos esse conteúdo, podemos, então, desmascarar todos os principais truques que eles usam para tentarem se safar das culpas pelo nazismo. E olhem que isso é só a parte 1…

Antes de começar, vemos o autor esquerdista usar termos como “profexor” e “anarcomiguxos”, o que mostra que ele encara a discussão como briga de rua, partindo para a baixaria ao invés de um debate intelectual legítimo. Mais uma vez, tanto melhor para seus oponentes.

Comecemos:

Como já virou habito entre os “Neo-Conservadores e Arnarcomiguxos”, ele tenta desconstruir as definições históricas de “esquerda x direita”, e reconstruir-la da seguinte maneira: Direita igual a Menos Estado, Esquerda igual a Mais Estado.

Como mostrarei aqui, em análises racionais essa é a diferença central entre esquerda e direita. O restante são apenas acessórios. Mas deixemos isso para daqui a pouco.

Essa definição, além de superficial, não é sustentada historicamente . Mediante essa alegação seriamos forçados a definir os seguintes governos como esquerdistas: (a) ditadura militar brasileira, pois foi um período onde o governo foi atuante nas decisões econômicas do pais, (b) todas as monarquias absolutistas da Europa. “-O estado sou eu.” Luís XIV., (c) os governos dos faraós egípcios.

Não é que “seríamos” forçados a definir esses governos como de esquerda. Ele FORAM governos de esquerda (mesmo que mais moderados que os regimes comunistas da fase dos genocídios), e negar isso é negar a realidade. A coisa começou bem fácil.

E todos os governos da história que tenham participado ativamente nas decisões econômicas de seus respectivos países, ou seja, quase todos os governos da Europa.

É exatamente por isso que nós, da direita, criticamos o inchaço estatal que quebrou a Europa. Aliás, as bolhas econômicas foram criadas pelas intervenções estatais de governos de esquerda.

Para exemplificarmos como esse conceito não se sustenta, de acordo com essa premissa, a politica de intervenção do estado brasileiro durante a república velha, de comprar e queimar café, seria uma politica de esquerda. Faz sentido? A oligarquia do café com leite, de esquerda?

Até aqui não vemos um argumento sequer dizendo que a turma do café com leite era “de direita”. Qualquer um que tenha estudado História de forma investigativa, sabe que tínhamos nessa época empresários da agricultura aliados ao governo, para que este controlasse os impostos (lançados contra a propriedade, a indústria, etc.) para a obtenção de benefícios particulares, e isso é a essência de um governo de esquerda.

Até agora o “argumentador” da esquerda usa truques de encenação, dizendo “onde já se viu dizer que eles são de esquerda”. Mas isso não é argumentação. É teatro. Qualquer estudioso de dinâmica social já pega este tipo de truque de imediato.

Como a ciência da história faria? Aceitaria essa definição? Ou usaria uma para analisar o presente, e uma completamente diferente para analisar o passado? E se aceitasse essa definição atual? Seria correto usa-la para analisar o governo nazista?

Depende de quem é a “ciência de história”. Depende, por exemplo, de falarmos de acadêmicos de esquerda ou não. Esquerdistas gostam de historicismo absoluto, e, portanto, temos que ignorar tudo que eles dizem na interpretação dos fatos e passarmos a testar as alegações. Os guias politicamente incorretos, de Leandro Narloch, fazem esse tipo de trabalho muito bem.

Agora, o esquerdista vai nos fornecer a “história dos conceitos políticos de esquerda X direita”, onde encontramos um truque fulcral necessário para eles. Prestem bem atenção no texto abaixo:

As origens da oposição política “esquerda x direita” remontam à Revolução Francesa, através das posições físicas que os partidários de certas reivindicações e propostas ocupavam na Assembléia.

Em 1789 o novo ministro, Necker, convenceu o rei a convocar a Assembléia dos Estados Gerais, que não se reunia desde 1614.

Os que ficavam à direita do rei na assembléia eram os que defendiam a antiga ordem. Eram compostos basicamente por aristocratas (nobreza) e o Clero, defendiam o status quo, a “atual” classe dominante e o direito hereditário ao poder.

Quem ficava à esquerda, o chamado Terceiro Estado, defendia a igualdade de condições dentro da sociedade, independentemente dos privilégios concebidos pela hereditariedade que a aristocracia tinha (lembremos que na antiga ordem Feudal, somente os nobres poderiam ter posses), essa posição era composta por representantes de 98% da população francesa, entre eles os que futuramente seriam chamados de Jacobinos e os Girondinos.

Quem ficava do lado direito defendia a conservação do poder pela classe dominante, e quem ficava do lado esquerdo defendia a igualdade de condições.

Portanto, a burguesia , representada pelos Girondinos, ficava à esquerda da assembléia formando um único bloco composto também pelos trabalhadores da cidade e pelo campesinato, todos reivindicando igualdade social e a quebra da ordem feudal.

No futuro, a igualdade conquistada será suficiente para o primeiro grupo (burguesia), mas o segundo continuará reivindicando igualdade.

“A pressão externa resultou, internamente, numa radicalização revolucionária. A unidade inicial do terceiro estado contra os aristocratas desapareceu, cedendo lugar a uma complexa composição político-partidária, na qual se destacariam dois partidos: 1) os girondinos, formados pela alta burguesia que defende as conquistas da revolução, mas não quer mais avanços nas concessões aos trabalhadores e às classes pobres, os chamados sans-culottes; e 2) os jacobinos, pequena e média burguesia que, sob a liderança de Robespierre, quer mais avanços, contando com o apoio das massas populares.”

O rei, mediante a radicalização da revolução, começa a apoiar os Girondinos, que passam para a direita nas assembleias seguintes.

É a partir dessas assembleias , com os Girondinos sentados á direita, que “nasce” a concepção histórica de “direita x esquerda” e entendemos esse evento como marco inicial da polarização politica que usamos até hoje.

Direita e esquerda, como são entendidas hoje, tem sua origem remetida neste ponto da revolução. […]

Após vários eventos, os Girondinos tomam o poder e colocam na liderança da primeira república francesa , através de um golpe de estado, o oficial Napoleão Bonaparte.

Inicia-se o período Bonapartista na Europa, Napoleão proclama-se imperador em maio de 1804 e parte para uma série de conquistas territoriais e, inspirado pelo império romano, tenta unificar a Europa sob um único líder.

Após a queda de Napoleão e da desfragmentação de suas conquistas territoriais houve o aniquilamento de praticamente todas as monarquias absolutistas na Europa, dos privilégios da antiga ordem feudal e quase todas as colônias europeias na América se tornaram-se independentes.

A geopolítica ocidental se remodelava em torno de uma “nova” classe dominante, exclusiva e absoluta, a Burguesia.

Ah, como é fácil jogar a sujeira pra debaixo do tapete, não? Esquerdistas fazem isso com uma habilidade impressionante. Até o momento em que investigamos o que está por trás desse discursinho, é claro.

Na verdade, todos os intelectuais eram aristocratas, ou aliados à aristocracia. Portanto, essa historinha de dizer “girondinos eram aliados a burguesia, e jacobinos aliados ao povo” não passa de conversa para boi dormir.

Outro problema: antes do iluminismo, não havia o conceito de democracia. Portanto, qualquer um que tente associar a direita à manutenção da monarquia naquela época, está sendo intelectualmente desonesto.

Imagine, por exemplo, uma tribo que nunca viu a farofa. Daí surge um grupo que pretende trazer farofa para a tribo. A tribo passa a entender a farofa como algo novo. Com o tempo, a farofa já está estabelecida, mas surgem dois grupos: o da farofa como alimento, o da farofa com um culto aos deuses. Ou seja, quem comer farofa estará aprisionado aos líderes da tribo. Pior: todos seriam obrigados a comer essa farofa. Podemos definir a direita como aqueles que querem a farofa como alimento, e a esquerda como aqueles que querem a farofa como mais do que alimento, mas também como um culto aos deuses (para obtenção de poder). Não faz nenhum sentido rotular a direita com inimiga da farofa como alimento, sendo que é isso que ela propõe, mesmo que alguns tenham sido reticentes antes da chegada da farofa. Ao contrário: quando chegou a farofa, foram os esquerdistas que a manipularam como instrumento de obtenção de poder. E é exatamente disso que a direita fugiu deste tipo de discurso.

Enfim, o que vemos na realidade? Os iluministas defendiam a queda da monarquia, mas alguns intelectuais ficaram contra vários discursos que apoiavam barbáries. Só que, quando a monarquia foi derrubada, o discurso vigente se baseou em liberdade individual, igualdade de direitos, livre mercado e responsabilidade individual. Ou seja, tivemos o poder enfim desafiado. Estes eram os girondinos. Alguns iluministas, no entanto (era a turma do iluminismo radical), acharam interessante voltar à obtenção do poder anterior, com os discursos mais focados em “se for em nome do povo, podemos fazer o que quiser”, que, no fundo sempre serviam para inchar o estado. Em outras palavras, a perda da liberdade conquistada, só que com um novo discurso. O resultado, obviamente, se viu na Revolução Francesa, com o início da era dos genocídios praticados por governos contra seu próprio povo. Somente a partir desse novo território, os termos direita e esquerda fazem sentido, pois temos um ambiente democrático onde as questões são discutidas. A direita quer liberdade individual e igualdade de direitos, e a esquerda alega prover igualdade de condições (apenas alega, obviamente, pois a igualdade de condições tende a surgir mais pelo livre mercado), quando na  verdade pede apenas mais inchaço estatal, significando, portanto, um retrocesso em nossas conquistas civilizacionais.

Assim, vemos, historicamente, em uma análise crítica da “história da direita X esquerda”, que a direita sempre prezou a liberdade pela liberdade, e a igualdade de direitos como fruto de uma discussão filosófica séria. A esquerda usou um discurso fajuto de “igualdade de condições, mas só se for a partir de inchaço estatal e aumento de poder deste estado”, que sempre resultou em barbárie, perda de liberdade e coisas do tipo.

Tudo coerente com a análise do comportamento esquerdista mostrando que esquerda X direita são definidos por inchaço estatal X rejeição a esse inchaço estatal.

O termo “esquerda x direita” começava a ser usado pelos escritores da época, e sempre respeitando a seguinte premissa:

Direita: conservação do status quo e defesa dos ideais da classe dominante, tendo ela adotado costumes voltado ao mercado, no entanto , vale ressaltar , que não abandonou os antigos costumes estamentais, que valorizavam o prestígio como elemento hierárquico de distinção social.

Esquerda: mudança no status quo e reivindicação da igualdade perante a classe dominante, ou de concessão de maiores direitos sociais e econômicos.

É claro, não? Só que eu não nasci ontem…

Este tipo de discurso serve para apelar à ingenuidade humana, mas, sinceramente, quem é que ainda cai nessa conversa?

Antes: “quais escritores da época?”. Na verdade, os inimigos da liberdade ficaram animados para recuperar o poder perdido com a derrubada da monarquia e começaram a redefinir termos, mas tudo pode ser demolido com uma mera análise da congruência entre discurso e comportamento.

Vejamos que os dois conceitos de direita e esquerda caem muito fácil, por uma constatação óbvia. Para a concessão de assistencialismos exagerados, é preciso criar uma quarta classe social, essa sim a mais poderosa de todas, composta de burocratas que tomam conta deste estado. Por isso, precisam de desculpas para inchaço estatal.

Dito de outra forma: o esquerdismo prega a manutenção do status quo dos tempos da monarquia, onde o poder estava nas mãos do dono do estado (e dos amigos do rei), a partir de propostas para inchaço estatal. Quer tiver olhos que leia o texto Esperto era o Mao: neta do ditador psicopata é uma das 500 pessoas mais ricas da China.

Atenção: sempre (mas sempre mesmo) que estudarmos o esquerdismo como fenômeno comportamental, veremos que a tese de que direita e esquerda são diferenciados por pessoas querendo se livrar da opressão estatal contra pessoas querendo mais opressão estatal se torna cada vez mais sólida.

Sempre que uma ideologia ou movimento politico surgia pela defesa do capital, pela liberdade parcial conquistada na revolução francesa e pela conservação do status quo ele era classificado como de direita, e se um movimento surgisse contra o capital, reivindicando ampla liberdade e contra o status quo, era imediatamente classificado como de esquerda.

Tradução: “Sempre que grupos usavam pretexto para inchar o estado, retornando aos tempos da monarquia, a direita se rebelava, contra a criação de uma classe ultra-poderosa, composta pelos donos do estado inchado. Todos estes que defendiam o totalitarismo do estado eram definidos de esquerda, e seus opositores de direita”. Tudo simples e óbvio!

No Manifesto Comunista de 1848, Marx já classifica a burguesia como direita (e ele não foi o primeiro) . O surgimento ou o crescimento de um movimento dentro da esquerda proporcionalmente faria surgir ou crescer um movimento oposto na direita, e vice-versa.

É claro que todos nós sabemos que Marx não foi o primeiro dos embusteiros a favor do totalitarismo de estado. E sabemos que sempre que surgiam os discursos de subserviência total ao estado (no caso de Marx, o termo era “ditadura do proletariado”) surgiam seus opositores, isto é, a direita.

Com as movimentações operárias, a Liga dos Comuns e a crescente influência de Marx, a esquerda passa a incorporar a ampla defesa dos direitos trabalhistas (proletários).

Na verdade, tivemos o discurso sedutor de guerra de classes que convenceu os sindicalistas. Mas, pela lei do livre mercado, eles poderiam ter tido as mesmas conquistas sem o esquerdismo. Hoje em dia, aliás, vemos o governo brasileiro importar médicos escravos de Cuba, atacando uma entidade de classe. Quer dizer, os esquerdistas usaram os sindicalistas como bucha de canhão, mas somente a título de conveniência temporária.

O debate acerca da social-democracia e a revolução Russa de 1917, reforçam qualquer defesa pelo capitalismo para a direita. A emergência do Keysinismo pós crise de 1929 e dos estados de bem-social com suas politicas intervencionistas reforçam a oposição entre liberdade de mercado e intervenção do estado na econômica.

Portanto, esse conceito de liberdade econômica só é reforçado na direita como uma oposição ao estado de bem-social, que automaticamente passa a configurar na esquerda (principalmente defendido pela Social-Democracia).

O termo é keynesianismo. E, sim, é verdade que o estado de bem estar social, defendido por boa parte da esquerda, também funcionou como um pretexto para inchaços estatais. O maior exemplo é a Europa, cuja crise foi causada pelo estado de bem estar social, que agora tem sido revisado.

O maior problema da esquerda é que todos os assistencialismos não são feitos para resolver o problema, mas para mantê-lo do jeito que está. Um exemplo é o Bolsa Família. Ora, se o governo criou o “milagre de empregos”, por que não há redução na oferta de Bolsa Família? É claro que sempre veremos esquerdistas atuando com objetivo de manter o status quo para existir o pretexto para o assistencialismo exagerado.

O objetivo desse breve histórico foi mostrar que o liberalismo é de direita, mas nem toda a direita é liberal, porque existe algumas questões fundamentais: a burguesia, a conservação do status quo, a defesa do capitalismo. Os reacionários monarquistas também estavam na direita, portanto, um estado ditatorial, com politicas de controle da econômica, apoiado e sustentado por uma parte da elite burguesa, com o propósito de realizar intervenções estatais visando a manutenção e/ou a ampliação dos privilégios dessa elite burguesa, não seria Liberal (por motivos óbvios) , mas isso não descaracterizaria sua posição no espectro político, que é de DIREITA, assim como seria de direita um partido que defendesse esses pontos em seu plano de governo.

Erradíssimo. Neste histórico, vimos que o estatismo é de esquerda, e realmente algumas pessoas de direita apoiaram esquerdismos mais moderados. Lembremos que o esquerdismo, quando implementado a risca, tende a gerar genocídios e absoluta perda de liberdade dos cidadãos. Como mostrei no exemplo da neta de Mao, a elite “burguesa” depende do esquerdismo. Isso sempre foi assim e sempre vai ser. E que tal a loja de carros em Cuba, vendendo automóveis a R$ 600.000? É claro que existe uma elite “burguesa” que compra esses carros. E como deixar de falar do ótimo livro Esquerda Caviar, de Rodrigo Constantino?

Vamos aos fatos. A elite “burguesa”, em um sistema de direita, está submetida ao consumidor. Ou seja, ou eles atendem bem o consumidor, ou então serão substituídos por outra “elite burguesa”, com uma facilidade impressionante. No sistema de esquerda, a “elite burguesa” aliada ao estado fica em uma posição muito mais confortável, exatamente igual aos aristocratas da época da monarquia. Aliás, Eike ainda está devendo R$ 10 bilhões ao governo, que usou nosso dinheiro para financiar suas estripulias. Nada é mais esquerdista do que isso!

Portanto a intervenção estatal não pode ser classificada diretamente como uma politica de esquerda, porque tudo depende de qual é o objetivo que essa politica intervencionista se propõe.

Esta aí o grande truque da esquerda para definir o “nazismo como de direita”. E me desculpem aqueles que já caíram no truque, pois a verdade é uma só: “Você foi feito de tonto!”.

Todo esquerdista usa um “objetivo declarado” (ajudar os pobres e criar igualdade de condições), que nunca é visualizado na realidade. Ao contrário, na realidade, vemos os esquerdistas promovendo a pobreza para terem pretexto para inchar o estado. Mesmo assim, eles sempre usam o “objetivo declarado”.

Qual o grande truque aí? Eu já fiz dois textos onde refutei a ideia de que “esquerdismo se diferencia do direitismo por ter declarado querer ajudar pobres, enquanto a direita não quer isso”. São eles: E entra em cena o ceticismo político para resolver de vez o problema da falsa rotulagem de nazismo e fascismo como regimes de direita e Como a dinâmica social resolve o problema da rotulagem equivocada de nazismo e fascismo como regimes de direita.

Mas ainda há algo a ser dito. Segue uma verdade auto-evidente: seres humanos fazem, muitas vezes, declarações para obtenção de benefícios, mas que podem na verdade ser mentiras para enganar o outro. Isso é algo que podemos ensinar a qualquer criança de 10 anos de idade, o que mostra o quanto a doutrinação marxista escolar pode devastar o cérebro de suas vítimas.

Assim, quando um vendedor diz a frase “Se você não comprar, vou comprar para mim”, isso não significa que os vendedores são definidos pela intenção de comprar produtos, mas, antes disso, ofertá-los aos seus clientes. Da mesma forma, quando um criminoso preso diz “Sou inocente”, isso não significa que os criminosos violentos são definidos pela sua inocência. Ou mesmo quando uma adúltera descoberta diz “Não é isso que você está pensando”, isso não significa que as adúlteras são definidas pelos erros de percepção de seus acusadores. Quando o esquerdista diz que temos que diferenciar a esquerda da direita pelos seus “objetivos declarados”, ele quer nos dizer para aceitar essa diferenciação pelo discurso de propaganda feito pela esquerda para obtenção de benefícios. Isto é, ele deliberadamente quer fazer o leitor de trouxa. Se ele não respeita nem os próprios leitores, que dirá dos adversários?

Na verdade, os “objetivos declarados” não significam absolutamente nada, mas sim a congruência entre discurso e declaração. Ou seja, não adianta um gerente dizer que é “a favor dos resultados”, se o comportamento observado mostrar o oposto. De novo, isso é algo facilmente explicável para crianças de 10 anos, o que mostra a dimensão da desonestidade praticada pelo esquerdista ao tentar enganar a plateia com a ideia de que “objetivos declarados” definem algo.

Vamos então ao que vemos na análise do comportamento de todo e qualquer esquerdista:

  1. Ele sempre fará propostas para inchaço estatal
  2. Quando fizermos propostas alternativas, como o neo-esquerdismo, ele se revoltará, pois isso vai contra o  objetivo dele (não declarado, mas evidenciado em seu comportamento) de inchar o estado a todo custo
  3. Ele sempre fará propostas que criarão e sustentarão uma classe ultra-poderosa, a dos donos do estado inchado, mas sempre declarará ser “contra o status quo”

Todo e qualquer discurso esquerdista sempre atenderá aos passos 1 a 3, e não há o que eles possam fazer para negar isso. Eles foram doutrinados a pensar assim! Muitos não ganham nada com isso, mas, com certeza, a esquerda caviar se dá muito bem. Enfim, o esquerdismo sempre foi um grande negócio, por causa de seu retrocesso aos tempos da monarquia. Mas o esquerdismo é bom apenas para quem obtém o poder neste estado inchado.

Portanto, quando o esquerdista diz que “tudo depende de qual é o objetivo que essa politica intervencionista se propõe”, isso não faz o menor sentido lógico. A verdade é que o “objetivo declarado da política intervencionista” não significa absolutamente nada. O que importa são os resultados práticos da política intervencionista, e quem está se beneficiando (de verdade) com ela.

Em nenhum momento afirmamos que TODA a burguesia alemã apoiou o Nazismo, mas sim que “o Nazismo teve Apoio da Burguesia” , tanto que uma das características que colocamos nessa mesma imagem foi o Oligopólio, e sobre esse termo entende-se : “Um Oligopólio corresponde a uma estrutura de mercado de concorrência imperfeita, caracterizada pelo facto do mercado ser dominado por um número reduzido de empresas produtoras …” Existe farto material sobre o apoio da burguesia (nacional alemã e internacional) ao nazismo, e essa burguesia apoiou Hitler não porque ele subiu ao poder, mas o apoio da burguesia ao Nazismo é um dos fatores mais relevantes que promoveram Hitler ao poder.

De novo, nada é mais esquerdista do que isso. A obtenção do apoio de uma parte da burguesia que quer se aliar ao estado para manter o poder é a essência do esquerdismo. É claro que o estado não vai tomar conta de tudo, e em Cuba, China e Coréia do Norte temos empresas privadas. A diferença é que elas se aliam aos donos do poder. Portanto, o apoio de uma parte da burguesia (e o próprio esquerdista reconhece que foi uma parte, conforme previsto) está coerente com a tese do esquerdismo. No Brasil, também temos alguns empresários que adoram o governo socialista do PT. Isso vai existir sempre em todo e qualquer regime socialista. A lógica é simples:

  1. Com o socialismo, há o poder totalitário do estado
  2. Alguns se tornarão amigos do poder
  3. Estes obterão os benefícios de ficar ao lado dos donos do poder

De novo, são coisas óbvias que podemos ensinar para qualquer criança do ensino fundamental. As obviedades são tamanhas que não adianta nada citar empresas que se aliaram a Hitler, pois ter empresas associadas aos donos do estado inchado é a essência do esquerdismo. No pensamento da direita, não temos que ter empresas financiando estados inchados, mas focando em conquistar o consumidor.

Quanto a Igreja Católica e o Nazismo, eu não sei para qual grupo o texto dele refere-se quando denomina “Católicos Conservadores”, muito menos em qual ano esse grupo posicionou-se contra Hitler, o que podemos dizer é que a Instituição Igreja Católica apoiou o Nazismo de Hitler, esboçando um tímido arrependimento, apenas em 1938.

Como ele resolveu não se aprofundar neste tema, também não o farei. Mas deixo aqui as rotinas neo-ateístas utilizadas para tentar associar o nazismo à Igreja Católica. Há até uma encíclica lançada em 1937, condenando o nazismo, que o esquerdista do texto fingiu ignorar. Um pouco mais:

Se algum leitor deste blog ver a parte 2 do texto dele ser lançada, peço gentileza que me lembre, se eu esquecer, pois com certeza refutarei a parte 2 também.

Nessa primeira parte, o que pudemos perceber? Que ele não tem um argumento para sustentar a ideia de que “nazismo é de direita”. Ao contrário, o “melhor” argumento dele se baseia em dizer que “objetivos declarados de esquerdistas são diferentes”, o que beira a infantilidade e o retardo.

Quem é que acredita em “objetivo declarado” depois de passar pela adolescência? Só quem sofreu lavagem cerebral a ponto de ter o raciocínio atrofiado, tornando-se um zumbi incapaz de pensar por si próprio.

Se este é o melhor “argumento de venda” do esquerdismo, a coisa vai mal, pois “objetivo declarado” tem o mesmo valor que um peido, se não estiver congruente com o comportamento. E, pela análise do comportamento, vemos que o esquerdismo sempre foi coeso em suas intenções de inchar o estado, exercer o totalitarismo, aliar-se a “burguesia” para manter o poder, exterminar adversários e coisas do tipo.

Isso não é um “desvio” do esquerdismo, mas sua execução à risca. Nazismo, marxismo e fascismo foram implementações esquerdistas que tiveram sucesso absoluto. Se hoje não temos essas monstruosidades ocorrendo em nossos países do Ocidente, é por que nós, da direita, não permitimos que o esquerdismo tenha sucesso absoluto, a partir da resistência de direita. Por isso, somente os esquerdismos mais moderados tem prosperado.

Que venha a parte 2, que será avaliada criticamente por aqui também. O trabalho nessa parte 1 foi fácil até demais…

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42 COMMENTS

  1. Perfeito, Ayan. É incrível a incapacidade de esquerdistas funcionais não entenderem as regras mais elementares do próprio esquerdismo. O sujeito estatista, que já é risível em essência, se torna completamente ridículo e patético quando cria um blog com o objetivo de “desmentir reacionários”. Digno de pena.

  2. Antes de tudo, sobre um trecho que vou usar e é muito desonesto:

    “Sempre que uma ideologia ou movimento politico surgia pela defesa do capital, pela liberdade parcial conquistada na revolução francesa e pela conservação do status quo ele era classificado como de direita”

    Ele diz que se a ideologia era pela liberdade parcial conquistada na revolução então era de direita, a esquerda não, segundo ele, ela lutava pela “concessão de maiores direitos sociais e econômicos”. Então, observando a política atual pelos óculos dele, os right-libertarians são a única esquerda que existe e o que chamamos de esquerda já caiu fora do espectro por ser contra as liberdades e direitos individuais ainda mais que o Antigo Regime.

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    Agora vamos abordar os absurdos que o sujeito escreveu que tem apenas desonestidade moderada:

    A mentira é imensa na sua base e por isso chega a mais mentiras no fim. Jogar os conceitos de direita e esquerda somente pra revolução francesa diminui bastante a história política. Nobres já haviam reduzido o poder do Estado na Inglaterra há séculos com a Magna Carta e Liberais e Conservadores seguiram nessa redução muito antes da Revolução Francesa, discordando em vários pontos mas em geral se opondo tanto a fortes intervenções estatais quanto a rebeliões bruscas e sangrentas contra o Estado, como foi a Revolução Francesa. Essa ideia de que direita e esquerda são melhor representadas pelas posições nas Assembleias dos Estados Gerais são reducionistas, porque as duas principais tradições de direita tem fortes marcas inglesas e a posição dos revolucionários em nada se aproxima dessas ideias.

    Os revolucionários claramente criam num novo poder estatal salvador e criador de riquezas, que em nada compactua com o liberalismo ou o conservadorismo.

    O choque da ideia de centralização de poder com o liberalismo clássico é total e em nada se conciliam, o liberalismo não acredita em controle estatal da economia em beneficio de nenhum grupo. O conservadorismo, que já tinha em si concordância econômica com liberalismo clássico, além de não compactuar com os estados inchados, teve críticas ferrenhas de seu grande pensador, Burke, à própria Revolução. Não há como dizer que sujeitos que se consideravam legítimos herdeiros da revolução francesa sejam usados para descrever posições políticas que não compactuavam com a revolução.

    O autor do texto diz:
    “Sempre que uma ideologia ou movimento politico surgia pela defesa do capital, pela liberdade parcial conquistada na revolução francesa e pela conservação do status quo ele era classificado como de direita”

    Pois bem, mas o francês da época que melhor representa a direita (Liberalismo clássico e conservadorismo) do ponto de vista anglo-americano é Tocqueville, que fez críticas à revolução e ao modo como seus herdeiros foram contra a liberdade e causaram uma maléfica centralização de poder.

    Ora pois, a direita e a esquerda no mundo anglo-americano foram se definindo como: Um lado que seguia uma tradição mais clássica de pensamento, do classical liberalism e do conservadorism, contra o inchaço estatal e a favor de organizações mais locais (decisões descentralizadas) e mais liberdade econômica (nem ingleses nem americanos herdaram isso da Revolução Francesa, estavam no mundo anglo-saxão os homens que moldaram essas ideias antes da revolução francesa), esta era a direita. De outro lado foram surgindo os adeptos do social liberalism (que era menos adepto da “moral” conservadora e acreditava em “justiça social” promovida pelo governo) e de ideias social-democratas, essa corrente estava em clara dissonância com a tradição conservadora e do liberalismo clássico exatamente por ser a favor de um estado mais inchado, centralizado e poderoso.

    Analisando um mundo mais amplo que a Assembléia dos Estados Gerais naquele mesmo período e caminhando no tempo no mundo anglo-saxão, fica claro que a definição do espectro colocando a esquerda como subversiva em relação à democracia e a favor do inchaço estatal é muito mais coerente e fidedigna.

  3. Os nazistas tinham repugnância pelos judeus da mesma forma que os jornalistas marxistas do SBT tem “vergonha” de trabalharem junto com a Rachel Sheherazade.

  4. Ótimo texto. Quando é que você vai publicar um livro sobre o tema (ceticismo político, claro)? Seria ótimo ter o conteúdo organizado num volume impresso.
    Se o fizer, já pode ir separando o meu. hehe
    Parabéns pelo trabalho.

  5. “Para exemplificarmos como esse conceito não se sustenta, de acordo com essa premissa, a politica de intervenção do estado brasileiro durante a república velha, de comprar e queimar café, seria uma politica de esquerda. Faz sentido? A oligarquia do café com leite, de esquerda?”

    Ai que burro, dá zero pra ele! Quem começou a prática de queima de café para valorização artificial foi Getúlio Vargas (fascista, portanto esquerdista), que acabou com a República Velha e instaurou o Estado Novo!

  6. Vish… fiquei com dó do cara Luciano. Mas já passou kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

    Passam de simplórias as linhas do artigo dele. Já ficou batido demais esse negócio de dizer que a principal diferença entre esquerda e direita é que: a primeira defende a mudança, em “nome do social”; e a segunda defende o status quo.

    “Ta serto” então. Quer dizer que os conservadores que lutaram contra regimes totalitários esquerdistas no mundo inteiro, são esquerdistas (por não terem se conformado com status quo)? Eles se enrolam no próprio discurso. Aliás, nosso governo é de esquerda. E alguns setores da sociedade que querem uma mudança, mais liberdade econômica e etc., não são nem um pouco esquerdistas.

    Me parece que o autor desse blog, é mesmo que tentou pegar carona com o sucesso da página “Meu Professor de História Mentiu Pra Mim”… Ele criou uma página chamada “Meu Professor de História” e na descrição escreveu “Meu Professor de História Desistiu de Mim”. Dias atrás, ele estava querendo “instigar o debate” a cerca dos números de mortos na antiga URSS… eu dei umas risadas e deixei passar.

  7. Já no começo do texto me veio a pergunta: se a direita burguesa é pelo status quo (nas regras dele), como pode o sujeito achar que um progressismo tão gnostico como o do Adolfo pode ser dessa mesma direita? É justamente o oposto.

  8. Segundo Olavo de Carvalho, a mente revolucionária tem 3 características essenciais:

    A inversão da percepção do tempo

    As pessoas normais consideram que o passado é algo imutável e que o futuro é algo de contingente ― “o passado está enterrado e o futuro a Deus pertence”, diz o senso-comum.

    A mente revolucionária não raciocina desta forma: para ela, o futuro utópico é um objectivo que será inexoravelmente atingido ― o futuro utópico é uma certeza; não pode ser mudado.
    Por outro lado, a mente revolucionária considera que o passado pode ser mudado (e ferozmente denunciado!) através da reinterpretação da História por via do desconstrucionismo ideológico (Nietzsche → Gramsci → Heidegger → Sartre → Foucault → Derrida → Habermas). Em suma: o futuro é uma certeza, e o passado uma contingência ― isto é, o reviralho total.

    A inversão da moral

    Em função da crença num futuro utópico dado como certo e determinado, em direcção ao qual a sociedade caminha sem qualquer possibilidade de desvio, a mente revolucionária acredita que esse futuro utópico inexorável é isento de “mal” ― esse futuro será perfeito, isento de erros humanos. Por isso, em função desse futuro utópico certo e dado como adquirido, todos os meios utilizados para atingir a inexorabilidade desse futuro estão, à partida, justificados. Trata-se de uma moral teleológica: os fins justificam todos os meios possíveis.

    Inversão do sujeito – objecto

    A culpa dos actos de horror causados pela mente revolucionária é sempre das vítimas, porque estas não compreenderam as noções revolucionárias que levariam ao inexorável futuro perfeito e destituído de qualquer “mal”. As vítimas da mente revolucionária não foram assassinadas: antes suicidaram-se, e a acção da mente revolucionária é a que obedece sem remissão a uma verdade dialéctica imbuída de uma certeza científica que clama pela necessidade desse futuro sem “mal” ― portanto, a acção da mente revolucionária é impessoal, isenta de culpa ou de quaisquer responsabilidades morais ou legais nos actos criminosos que comete.

    Segundo a mente revolucionária, as pessoas assassinadas por Che Guevara ou por Hitler, foram elas próprias as culpadas da sua morte (suicidaram-se), por se terem recusado a compreender a inexorabilidade do futuro sem “mal” de que os revolucionários seriam simples executores providenciais.

  9. AHUHUAS, na metade do texto, a explicação que ele deu sobre a revolução francesa parece um ctrlc+ctrlv do meu antigo livro de escola da 8ª série de quando estudava numa escola estadual, IDÊNTICO. Não é muito difícil perceber que o nazismo fazia parte de um movimento de esquerda, partindo da premissa do nivelamento, e até por conta do expoente pensamento maquiavélico de que os fins justificam os meios através do extermínio de judeus. É a coisa mais simples, rápida e fácil pra quebrar qualquer argumentação.

  10. No livro “O Mínimo que vc precisa pra não ser um idiota” o Olavo explica, em +- cinco artigos, sucintos e eloquentes, como funciona o socialismo.

    Capitalismo não é doutrina, é descrição de uma realidade. Realidade essa imperfeita, Socialismo é doutrina, que quer mudar à força essa realidade, sempre em prol do pobres. Como se sabe, Mao e Pol Pot adoravam os pobres, por isso fizeram de tudo pra melhorar a vida deles hehe.

    Tentar explicar o socialismo pros idiotas úteis é como explicar cálculo diferencial pra uma criança de 5 anos. A gente não sabe por onde começar, e dá um preguiça imensa.

    Os esquerdistas vendem uma utopia: um mundo feliz, paisagens idílicas, todo mundo de mãos dadas cantando, e no fundo um arcoíris, Na prática sabemos como acaba essa utopia, Foi provado e comprovado, a custa de mais 100 milhões de mortos e muito sofrimento, que não dá certo e nunca dará.

    Já o capitalismo é a realidade, com suas imperfeições inerentes. Por isso impossível comparar um sonho com a realidade.

    Esquerdistas fumam maconha e sonha, enquanto nós trabalhamos pra bancar a vagabundagem dos mesmos.

  11. Esses caras são divorciados da realidade, não conseguem perceber que a própria base do discurso de auto legitimação da esquerda, a igualdade social, inevitavelmente leva ao inchamento do Estado. Para igualar um agente menos poderoso socialmente com o mais poderoso é preciso um terceiro agente mais poderoso que os dois e a cada vez que se tenta igualar esse dois extremos esse terceiro agente aumenta seu poder.

    Esse papo que a esquerda busca a igualdade social é só um discurso de auto legitimação da própria esquerda, na real o que sempre acaba acontecendo é a concentração de poder político e econômico nas mãos um grupo de “iluminados” (vulgarmente chamado de Partido) para que possam realizar sua missão divina de acabar com as desigualdades sociais.

  12. Luciano, já que este blog fala sobre religião política, creio ser praticamente obrigatório transformar este videozinho que te passo abaixo em postagem:

    http://www.youtube.com/watch?v=rWqMYBdwscY

    Tudo bem que ele poderia ter falado mais do gramscismo, até porque essa é a forma mais corrente da tal seita, pois isso permitiria às pessoas situar melhor as coisas em relação aos dias de hoje, ainda mais com a alta capacidade dele de falar as coisas de uma maneira bem inteligível, mas vamos esperar o que ele dirá em próximos vídeos.

  13. Refute estes daqui também, quero ver sua capacidade

    [1]http://periodicos.uem.br/ojs/index.php/EspacoAcademico/article/viewFile/20041/10506

    [2]http://analisesocial.ics.ul.pt/documentos/1218721988E0nWB3uv2Lf11OW9.pdf

    [3]http://books.google.com.br/books?id=eTE7ytbtp_cC&printsec=frontcover&hl=pt-BR&source=gbs_ge_summary_r&cad=0#v=onepage&q&f=false

    [4] http://books.google.com.br/books?id=JU3th4LnKvsC&printsec=frontcover&hl=pt-BR&source=gbs_ge_summary_r&cad=0#v=onepage&q&f=false

    [5]http://books.google.com.br/books?id=hnv0F88nLawC&printsec=frontcover&hl=pt-BR&source=gbs_ge_summary_r&cad=0#v=onepage&q&f=false

    É só o começo de uma extensa bibliografia que discute o Fascismo dentro de suas várias faces além da econômica, a qual você tentou, tacanhamente, apresentar aqui. São trabalhos sérios, de pesquisadores de longa de data, com trabalhos mundialmente conhecidos e atuais. Eu quero ver é você aceitar este meu comentário e refutar esta historiografia. Fico no aguardo.

    • ahioahioahiaoha… era só o que me faltava.

      É preciso ser muito, mas muito tosco para entrar em debate, citar livros e falar “refuta aí”.

      Se você tivesse o mínimo de desconfiômetro, postaria algo assim:

      1. Aqui está uma citação do livro X, que refuta seu texto
      2. Tal citação possui várias evidencias, citadas no livro (leia o livro)
      3. Refute

      Mas dizer “leia lá o livro” não significa nada.

      É claro que existem milhares de historiadores de esquerda escrevendo milhões de páginas para dizer “fascismo é de direita” e “nazismo é de direita”, mas até hoje não vi um que não tenha fugido dos truques que mapeei neste texto.

      Tente de novo. 😉

      Abs,

      LH

      • É mesmo? Então leia o capítulo introdutório do livro Fascists, de Michael Mann, que está na lista e desconstrói todo seu texto – que, diga-se de passagem, não tem referencial nenhum, só Rodrigo Constantino (?), certamente um grande estudioso do nazi-fascismo.

        Você pode ir, também, ao texto do Zeev Sternhell e ver a Introdução e o último capítulo, para ter uma noção de como o nazi-fascismo surgiu e as tentativas de negação de seu extremismo.

        Ainda, pode dar uma lida, até que rápida, porque o livro é muito bem escrito, no livro Anatomia do Fascismo, de Robert Paxton (livro 4 da lista); em especial, veja o capítulo 3, quando ele discute a ascensão do nazismo e suas articulações com liberais e conservadores e o que Hitler fez depois que chegou ao poder: ali você notará o que, realmente, aconteceu com os liberais e quem eles apoiaram depois de 1933 na Alemanha – dica: eles foram trocar umas ideias com o pessoal da esquerda.

        Por fim, dá uma olhadinha nos artigos; o do professor Bertonha é só uma desconstrução do senso comum praticado por intelectuais como Constantino, Azevedo, Pondé, de Carvalho…

        Já o texto do consagrado professor Costa Pinto traz uma espécie de revisão historiográfica do fascismo e discute algumas definições.

        Você pode julgá-los de esquerda… entretanto, boa parte deles sequer é marxista.

        Gostaria que o Luciano Ayan… citasse ao menos um autor que afirme que o nazi-fascismo não foi de direita.

        * provocações de parquinho editadas *

      • Chega a dar dó de você… mas vamos lá…

        É mesmo? Então leia o capítulo introdutório do livro Fascists, de Michael Mann, que está na lista e desconstrói todo seu texto – que, diga-se de passagem, não tem referencial nenhum, só Rodrigo Constantino (?), certamente um grande estudioso do nazi-fascismo.

        É exatamente o oposto. O capítulo introdutório do livro de Mann endossa todo o meu texto. Não sei se você prestou atenção, ou se ficou tão irritado que não conseguiu ler, pois o meu texto usa como base não só os discursos de esquerda como de direita, mas trata o fascismo, marxismo e nazismo como fenômenos comportamentais, e portanto, avaliados como fenômenos comportamentais. Nessa ótica, Mann não refuta nada de meu texto, mas o endossa. Começou mal hein…

        Você pode ir, também, ao texto do Zeev Sternhell e ver a Introdução e o último capítulo, para ter uma noção de como o nazi-fascismo surgiu e as tentativas de negação de seu extremismo.

        Mais uma vez temos um material que valida o meu texto, e desconstrói sua revolta, que é injustificada. Todos os pontos apontados por Sternhell sustentam que o nazi-fascismo se comporta conforme previsto para qualquer sistema de esquerda, o que é exatamente o que o meu texto diz.

        Ainda, pode dar uma lida, até que rápida, porque o livro é muito bem escrito, no livro Anatomia do Fascismo, de Robert Paxton (livro 4 da lista); em especial, veja o capítulo 3, quando ele discute a ascensão do nazismo e suas articulações com liberais e conservadores e o que Hitler fez depois que chegou ao poder: ali você notará o que, realmente, aconteceu com os liberais e quem eles apoiaram depois de 1933 na Alemanha – dica: eles foram trocar umas ideias com o pessoal da esquerda.

        Outro ponto fortíssimo de sustentação de meu texto, que, até agora, não foi nem um pouco arranhado por suas “referências”. Mas há um ponto interessante: o ultra-esquerdista Heidegger também apoiou o nazismo. E, sim, ALGUNS conservadores apoiaram o nazismo (você tenta o truque dos quantificadores universais, e isso não funciona aqui), mas somente como ALTERNATIVA AO MARXISMO. É o mesmo fenômeno que explica pq os conservadores apoiaram o regime militar, de esquerda-moderada, em oposição aos extremismos do marxismo, que já era conhecido como um grande moedor de carne humana.

        Por fim, dá uma olhadinha nos artigos; o do professor Bertonha é só uma desconstrução do senso comum praticado por intelectuais como Constantino, Azevedo, Pondé, de Carvalho…

        O texto de Bertonha cai no erro comum de avaliar o esquerdismo pelo que os esquerdistas falam de si próprios, ao invés de avaliar o fenômeno comportamental esquerdista, portanto, ele não PODE NEM PARTICIPAR DA DISCUSSÃO.

        Já o texto do consagrado professor Costa Pinto traz uma espécie de revisão historiográfica do fascismo e discute algumas definições.

        Novamente, outro texto que cai no mesmo erro de não tocar no ponto central de meu texto, que menciona a análise do fenômeno comportamental esquerdista, e não do que os esquerdistas dizem sobre eles próprios. Na boa, que tipo de gente ingênua cai neste truque que você tentou?

        Você pode julgá-los de esquerda… entretanto, boa parte deles sequer é marxista.

        Sua frase não faz o menor sentido.

        Veja similares: “Você julgá-los como torcedores de futebol… entretanto, boa parte deles sequer é flamenguista”.

        Percebeu teu erro cognitivo grave que o incapacita de SEQUER CONSEGUIR AVALIAR MEU TEXTO?

        Gostaria que o Luciano Ayan… citasse ao menos um autor que afirme que o nazi-fascismo não foi de direita.

        Para que eu preciso usar autores que “afirmam que nazi-fascismo não foi de direita” se as próprias fontes que vocÊ trouxe endossam tudo o que eu disse mostrando que o nazi-fascismo é de esquerda? rs.

        Acho que você não é muito treinado para duelos céticos, nos quais ambas as partes exigem evidências de alegações de outra parte, certo? Outra coisa: discurso feito para enganar adolescente em sala de aula não cola aqui, ok? 😉

        Conforme suas próprias fontes, nazi-fascismo é de esquerda.

        Abs,

        LH

  14. Não é difícil, pra quem estiver disposto a raciocinar, enxergar a proximidade do nazismo com o marxismo.
    Ele simplesmente viu que a ideia de “luta de classes” não era viável, então trocou esse conceito pelo discurso de nacionalismo e a superioridade ariana, que no caso seria apenas como trocar “luta de classes”, que era algo muito vago, por “luta de raça”, que seria mais concreto, o inimigo seria mais facilmente identificado.

    Mas é aquele negócio, né… Esquerdistas só “aprendem” aquilo que lhes convém, aí fica complicado.

  15. Blz, vamos aceitar então, Nazismo é de direita!

    Ainda assim, o nazismo matou 6 milhões o comunismo/socialismo matou mais de 100 milhões!
    O nazismo está praticamente morto e enterrado o comunismo/socialismo continua matando e colocandom gente dentro paises-jaulas onde ninguém pode sair.

    Fico com Hitler, entre duas merdas, pego a que fede menos.

    O esquerdista é intelectualmente inferior e o pior ELE SABE DISSO!

    • Night, você é um idiota útil, se alguém comete uma fraude para te desqualificar, ainda que o adversário seja pior que a falsa desqualificação que ele lhe imputa, se vc não expor a fraude da falsa imputação estará automaticamente derrotado no debate

  16. Particularmente acho esta discussão sobre qual a matiz do Nazismo inútil, como se fosse um embate entre o bem e o mal, quando na verdade é a comparação entre o mal e o mal. Serve apenas para desviar o foco de uma realidade obvia e cruel, útil apenas ao proselitismo marxista: Milhões de pessoas assassinadas em nome do comunismo, do nazismo, do fascismo, etc. O que importa de fato nestes debates é que tanto os conservadores como os liberais condenam e repudiam os resultados de quaisquer destes regimes(independentemente da ideologia que possam ser classificados), enquanto a esquerda idolatra assassinos como Stalin, Mao, Che, Fidel e Cia. Minha razão não faz qualquer distinção entre estes e Hitler!

    Outra falácia contundente é a rotulação de que a direita é conservadora e a esquerda progressista. Basta uma comparação entre as antigas Alemanha Oriental e Alemanha Ocidental, ou então, entre as Coréias do Norte e do Sul para verificar empiricamente onde está o progresso e o atraso. A lógica e os fatos são cruéis, destroem os ideais da esquerda, mas o que vale para eles é o discurso e não os resultados.

    • Hely Heck,

      Eu acho importante saber a matiz do nazismo, pois estamos discutindo VALORES. E é importante mostrar que os VALORES da direita impedem o vicejar de coisas como nazismo, fascismo e marxismo.

      No mais, concordo contigo.

      Abs,

      LH

  17. Qualquer um que ler o Mein Kampf, perceberá que o Hitler era extremamente anti-marxista. Aliás, certos gurus conservadores como o Olavo, repetem muita coisa que o Hitler dizia.

    Qual é a diferença disso, para o que os conservadores dizem hj:

    “A contaminação, em matéria de cultura, manifesta-se na arte, na literatura, no teatro. Cobrindo de ridículo o sentimento espontâneo, destroem todo conceito de beleza e elevação, de nobreza e de bondade, arrastando o homem aos seus sentimentos inferiores. A religião é ridicularizada Bons costumes e moralidades são taxados de coisas do passado, até que os últimos esteios de uma nacionalidade tenham desaparecido.”

    “O marxismo marchará com a democracia até que consiga, por via indireta, os seus criminosos fins, até obter apoio do espírito nacional por ele condenado à extirpação.”

    “A agitação foi dirigida com material de outra espécie, isto é, com a imprensa. Nisso está a diferença entre a imprensa marxista e a burguesa. Os jornais marxistas eram redigidos por agitadores, enquanto a imprensa burguesa preferiu dirigir a sua agitação através de escritores.

    O redator clandestino social-democrata, que quase sempre sai dos locais de reunião para as redações, conhece a sua gente melhor do que ninguém. O escrevinhador burguês, que sai do seu escritório para pôr-se em contato com o povo, cai doente só em sentir o cheiro das massas e, por isso, fica impotente em face delas, com a sua palavra escrita.

    O que fez com que o marxismo conquistasse milhões de trabalhadores foi menos a maneira de escrever dos papas marxistas do que a infatigável e verdadeiramente poderosa propaganda de cem mil incansáveis agitadores, a começar dos apóstolos da primeira fila até aos pequenos empregados de fábrica e aos oradores populares. Foi nas centenas de milhares de reuniões, nas salas contaminadas de fumo das estalagens, que os oradores martelavam as suas idéias na cabeça do povo, obtendo um conhecimento fabuloso do material humano, que o marxismo aprendia a usar as armas adequadas para conquistar a opinião pública.

    A vitória do marxismo foi também devida às formidáveis demonstrações coletivas, àqueles cortejos de centenas de milhares de homens, perante os quais os indivíduos se Julgavam mesquinhos vermes, mas, não obstante isso, orgulhavam-se de pertencer à gigantesca organização, ao sopro da qual o odiado mundo burguês poderia ser incendiado, permitindo à ditadura proletária festejar a sua vitória final.

    Dessa propaganda vêm os homens que estavam preparados a ler a imprensa social-democrática, imprensa que não é escrita mas falada. Enquanto, no campo burguês, professores e exegetas, teóricos e escritores de todas as nuances tentaram a tribuna, os oradores marxistas também se dedicaram à produção de trabalhos escritos.”

    Não há diferença entre essas passagens e os textos e TO do Olavo de Carvalho.

    Qual é a diferença disso para o liberalismo:

    Programa do partido trabalhista (fascista) alemão:

    “Por esse novo programa, o camponês recebe proteção para a sua propriedade, o industrial para as suas mercadorias, o consumidor para as suas compras, aos professores elevam-se os vencimentos; aos funcionários melhora-se a aposentadoria: das viúvas e órfãos cuidará o Estado com largueza; será incentivado o comércio; as tarifas serão reduzidas e os impostos serão não totalmente, mas quase abolidos.”

    “Se, na origem da civilização material de hoje, vemos sempre personalidades que se completam umas às outras e sempre realizam novos progressos, o mesmo acontece na execução e aperfeiçoamento das coisas descobertas. Os vários processos de produção, em última análise, são sempre obras de determinados indivíduos. O trabalho puramente teórico que, em relação a cada pessoa, dificilmente se pode medir, e que representa a condição indispensável para todas as descobertas posteriores, até esse trabalho é produto individual. As massas nunca inventam, nunca organizam ou pensam por si. No início de tudo está sempre uma atividade individual.”

    http://www.radioislam.org/historia/hitler/mkampf/por/por.htm#_=_

      • 11. Portanto, nós exigimos: Que toda renda não merecida, e toda renda que não venha de trabalho, seja abolida.

        Esquerda. Normalmente ve se esquerdistas reclamando de pessoas que são ricas por herança, como se essa pessoa que recebe herança tivesse cometido pecado. Para alguém liberal, se alguém recebe uma herança é por que seus antepassados lutaram por alguma coisa para deixar aos filhos.

        “Como cada guerra impõe sobre o povo sacrifícios em sangue e bens valiosos, todo lucro pessoal proveniente da guerra deve ser tratado como traição ao povo. Nós portanto exigimos o confisco total de todos os lucros de guerra.”

        Quem gosta de sair culpando o lucro por tudo?

      • “Nós exigimos a nacionalização de todos os grupos investidores.”

        Esquerda. Adeptos do liberalismo, da direita, não pensam em nacionalização de empresas.

        “Nós exigimos participação nos lucros em grandes indústrias.”

        Esquerda. Para os liberais participação em lucros não é algo que deve ser exigido, mas conquistado através de acordos e méritos.

        “Nós exigimos um aumento generoso em pensões para idade avançada”

        Pois quem é da direita liberal já optaria pelas pensões oriundas da iniciativa privada.

        “Nós exigimos a criação e manutenção de uma classe média sadia, a imediata socialização de grandes depósitos que serão vendidos a baixo custo para pequenos varejistas, e a consideração mais forte deve ser dada para assegurar que pequenos vendedores entreguem os suprimentos necessários ao Estado, às províncias e municipalidades.”

        Isso é economia totalmente controlada pelo estado, com uma intervenção excessiva e até ações que poderíamos definir como tirânicas. É praticamente uma escravização do povo em prol do Estado.

        “Nós exigimos uma reforma agrária de acordo com nossas necessidades nacionais, e a oficialização de uma lei para expropriar os proprietários sem compensação de quaisquer terras necessárias para propósito comum. A abolição de arrendamentos de terra, e a proibição de toda especulação na terra.”

        ” Nós exigimos que uma guerra dura seja travada contra aqueles que trabalham para o prejuízo do bem-estar comum. Traidores, usuários, aproveitadores, etc., serão punidos com morte, independente de credo ou raça.”

        Esquerda. Discurso de “bem-estar comum”? E o parangolé é sempre deste tipo. Quem não está “trabalhando para o bem-comum” é um inimigo do povo, e portanto tudo pode ser feito contra ele. Esquerdistas sempre foram acostumados a pensar com tal carga de ódio contra os “inimigos da causa”. Quem é de direita, por sua vez, sabe que as pessoas não precisam lutar “pelo bem-comum”, mas por seu próprio bem, e, ao conseguir isso, por CONSEQUÊNCIA, estarão auxiliando a melhorar a vida dos outros, sendo até mais eficientes que os proponentes do “bem-comum”.

        “Nós exigimos que a lei romana, que serve a um arranjo materialista do mundo, seja substituída pela lei comum alemã.”

        Esquerda. O ódio pelo Direito Romano vem da esquerda, não dos liberais.

        “Nós exigimos a abolição do exército regular e a criação de um exército nacional (popular).”

        Esquerda. Aliás, todos os ditadores de esquerda adoram dizer que o exército agora é um “exército do povo”. Um exemplo evidente está em Hugo Chavez. O populismo, como sempre, é uma das armas centrais da esquerda.

        “Nós exigimos que haja uma campanha legal contra aqueles que propaguem mentiras políticas deliberadas e disseminem-nas através da imprensa. A fim de tornar possível a criação de uma imprensa alemã, nós exigimos:

        (a) Todos os editores e seus assistente em jornais publicados na língua alemã deverão ser cidadãos alemães.

        (b) Jornais não-alemães deverão somente ser publicados com a permissão expressa do Estado. Eles não deverão ser publicado na língua alemã.

        (c) Todos os interesses financeiros em, ou de qualquer forma afetando jornais alemães serão proibidos a não-alemães por lei, e nós exigimos que a punição por transgredir esta lei seja a imediata supressão do jornal e a expulsão dos não-alemães do Reich.

        Jornais que transgridam o bem-estar comum serão suprimidos. Nós exigimos acão legal contra aquelas tendências na arte e literatura que tenham influência ruidosa sobre a vida do nosso povo, e que quaisquer organizações que que atentem contra as exigências agora mencionadas sejam dissolvidas.”

        Esquerda. Controlar a mídia está no DNA de todo esquerdista. Na Venezuela e Cuba, a mídia está completamente controlada, e o mesmo pode-se dizer do Equador. Na Argentina, a situação está caminhando a passos largos para a ditadura formal, e um símbolo dessa iniciativa foi a invasão do Clarin pelas forças do governo. No Brasil, a recente proposta do PNDH-3 visava controlar a mídia. Como se nota, o padrão esquerdista não muda. Desde os tempos de Stalin e Hitler, dois de seus mais cuidadosos representantes.

        “Nós exigimos liberdade para todas os credos religiosos no estado, à medida que eles não coloquem em risco a existência ou ofendam a moral e senso ético da raça germânica. O Partido como tal representa o ponto-de-vista de um cristianismo positivo sem ligar-se a qualquer credo particular. Ele luta contra o espírito judaico materialista internamente e externamente, e está convencido de que uma recuperação duradoura do nosso povo só pode vir de dentro, sobre o princípio: BEM COMUM ANTES DO BEM INDIVIDUAL”

        Esquerda. Bem comum antes do bem individual é uma das promessas da esquerda. Aliás, o cristianismo positivo é uma variação humanista do cristianismo, todo distorcido para se adaptar ao culto ao homem. Como o humanismo é uma das variações da esquerda, de novo essa plataforma do NSDAP entregou os nazistas como esquerdistas.

        “A fim de executar este programa, nós exigimos: a criação de uma autoridade central forte no Estado, a autoridade incondicional pelo parlamento político central de todo o Estado e todas as suas organizações.”

        Esquerda. Estado, estado, estado… nota-se que os nazistas cultuavam o estado até mais que o pessoal de Stalin.

  18. Li isso aqui em outro link do Luciano e mostra nazismo como de esquerda.

    “O primeiro dever de todo cidadão deve ser trabalhar mental ou fisicamente. Nenhum indivíduo fará qualquer trabalho que atente contra o interesse da comunidade para o benefício de todos.

    Esquerda. Coletivismo em detrimento do individualismo é uma manifestação 100% esquerdista”

    Li isso aqui em um outro

  19. Mas como essas Olavetes falam asneiras não é possível. Acreditam em tudo que seu guru-astrólogo-punheteiro-gagá fala. Mas nunca que o Nacional Socialismo de Hitler era de esquerda! O Hitler era tão “marxista” que sempre dizia que sua maior ambição era acabar de vez com o comunismo e os marxistas. Deixa de ser desonesto Ayan! E desde quando um estado grande e presente significa ser de ‘esquerda”. Se formos partir desse pressuposto, então a nossa ditadura militar foi “esquerdista” porque era extremamente estadista. Não fala cocô mano! Para de se influenciar pelo velho gagá do Olavo. O Olavo é um charlatão!!!! O nazismo foi a maior força anticomunista que já se teve notícia e vem Olavete acusar o Hitler de ser esquerdista. Então o Churchill também era “marxista” pois preferiu se aliar a um comunista do que a um nazista. E sobre esse último, aí sim podemos dizer que era esquerdista. Não no sentido marxista. Mas por ser a favor do “combate ao racismo”, “defesa das minorias”, pautas defendidas pela esquerda meu caro. E seu ídolo Churchill caso tu não saiba, manteve uma organização antinazista até pelo menos 1950, 5 anos depois do fim da guerra para capturar nazistas foragidos. Seu ídolo Churchill meu caro Luciano Ayan simpatizava com idéias progressistas e até humanistas. Ele era muito mais anti-fascista e anti-nazi do que anti-comunista como vocês olavetes costumam afirmar. E é patético quando vocês falam: “Churchill estava lutando contra o esquerdista Hitler”. Meu Deus, quanta burrice. Hoje as Olavetes tem a internet pra passarem vergonha a beça. Como vocês faziam antes pra passar vergonha e proferir asneiras atrás de asneiras? Ayan, o Churchill sequer era conservador. Ele foi um estadista. “Estadistas são esquerdistas” dizem as Olavetes. Então o Churchill era marxista e comunista então? Cala a boca seu idiota!!!! Cala a sua boca seu otário!!! Vai estudar pra não passar vergonha.

  20. E qual o problema se o nazismo era de direita? Você é nazi Ayan? Não? Então pronto mano, deixa de frescura e deixa também de desonestidade. Seu ídolo Churchill então era marxista e esquerdista. Pois ele não era liberal, era um estadista. E ainda mais sobre o Churchill, ele NÃO era conservador! E se tu quer saber, era muito mais conservador Goebbels, Roberto Farinacci(fascista italiano), Ezra Pound(escritor inglês fascista simpatizante do fascismo) do que esses Churchill, Milton Friedman que vocês tanto reverenciam. Deixa de passar vergonha Luciano!! Você é um infeliz, um zé-ninguém. Um Olavete fanático bobalhão e fura-fronha. kkkkkkkkkk

  21. O Olavo de Carvalho deve defecar no cérebro dos aluninhos retardados dele. Por isso que falam tanta merda quanto o astrólogo embusteiro. Aliás, defecar ele já defeca, postando os vídeos ridículos dele distorcendo histórias, manipulando os idiotas úteis. Olavete gosta mesmo de passar vergonha.

  22. O nazismo jamais foi de esquerda…

    Hitler era defensor da propriedade privada dos meios de produção. Ele jamais defendeu a socialização dos meios de produção de riqueza, muito pelo contrário. Logo, cai por terra a tese de que ele era de Esquerda. Socialista Marxista é quem apoia a ideia da socialização dos meios de produção, uma ideia que Hitler nunca defendeu e a qual ele repudiava integralmente, na verdade;

    Hitler aniquilou os partidos de Esquerda alemães (Social-Democratas e Comunistas) que se declaravam marxistas. Se Hitler era socialista, então porque ele não se aliou aos mesmos, em vez de massacrá-los?;

    Hitler odiava tudo que cheirasse à Esquerda. Seu grande objetivo sempre foi o de varrer o Marxismo e a URSS da face da Terra. Ele sempre disse isso. Mas os coxinhas e reacionários não sabem disso, coitados;

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