Rodrigo Constantino, Rachel Sheherazade e uma argumentação racional sobre o caso do marginalzinho amarrado ao poste

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Como noticiado pela mídia recentemente, um marginal “di menor” (sic) tomou uns cascudos de três homens na Avenida Rui Barbosa, no Flamengo. Foi o suficiente para a esquerda caviar ficar revoltadíssima, conforme vemos na matéria do Globo:

A justiça feita pelas próprias mãos, por três homens, que teriam espancado na noite de sexta-feira um adolescente, na Avenida Rui Barbosa, no Flamengo, deflagrou uma discussão que ganhou as redes sociais, com comentários de apoio à violência — que foram condenados por moradores, psicólogos e sociólogos. Na pauta dos debates, questões como a omissão policial, a legislação frágil para punir menores infratores e até o ato instintivo da vingança.

Na lógica da extrema-esquerda, atos de retribuição contra criminosos são “vingança”. Então, a partir da próxima vez em que você amarrar um cachorro violento, saiba que na ótica da esquerda isso é um “ato de vingança”. Eles realmente capricham no embuste.

Em seguida, o texto diz que os tabefes dados no ladrão foram “uma violência”. Engraçado que o bandido estava inteirinho, sem faltar nenhum pedaço. O mesmo não se pode dizer de vítimas desse tipo de gente.

Outro frame falso do texto diz que a “violência” foi condenada “por moradores, psicólogos e sociólogos”. Que a maioria dos sociólogos e psicólogos é de esquerda (por causa da doutrinação marxista em humanas), é um dado que já deveria fazer o trecho acima não impressionar ninguém. E quanto a “moradores”? Quantos % ficaram a favor do criminoso? Aha. É claro que eles não divulgam essa informação.

Segundo a artista plástica Yvonne Bezerra de Melo, coordenadora e fundadora do projeto Uerê (ONG que oferece educação a crianças e adolescentes com dificuldades de aprendizagem decorrentes de traumas), o grupo tirou a roupa do adolescente e o prendeu pelo pescoço a um poste usando uma trava de bicicleta. Yvonne foi chamada por vizinhos, que flagraram a cena, registrou a situação e compartilhou em sua página no Facebook.

O rapaz disse seus agressores eram “os justiceiros de moto”. Internautas afirmam que o adolescente praticaria roubos e furtos na região. A delegada Monique Vidal, titular da 9ª DP (Catete), registrou nesta segunda-feira a ocorrência e abriu inquérito para investigar a agressão.

A delegada tem que investigar mesmo. Até aí, nada demais.

Tamanha sede de sangue tem explicação, observa a psicóloga e doutora em psicanálise pela Universidade de São Paulo (USP) Priscila Gasparini Fernandes.

Lá vem abobrinha. Quer dizer que prender um marginal a um poste (ou apoiar a ação) é “sede de sangue”? E um sequestro então é o que? Seria vício em genocídio? O uso da expressão “sede de sangue” para descrever a satisfação com o que ocorreu com o marginal não passa de uma encenação teatral, patética e ridícula.

Veja o que ela diz:

[O ato de vingança, afirma, é instintivo] vem do inconsciente. É impulsionado por ódio, por rancor. Pesquisas feitas com bebês mostram que o ser humano nasce com esse comportamento. Quando as pessoas veem que as autoridades não estão dando conta de garantir a segurança, acabam fazendo justiça com as próprias mãos. Com essa busca por vingança, acaba-se regredindo em relação à Justiça estruturada. Porém, nada justifica essas atitudes. Somos seres humanos. Sei que é difícil, mas as pessoas precisam tentar controlar os instintos, puxar a razão ao máximo, reforçar o que têm de racional.

Isso decididamente não faz o menor sentido. A partir do momento em que esquerdistas legitimam os crimes de marginais chamando-os de “vítimas da sociedade”, deveriam adotar o mesmo critério para qualquer pessoa que diz sentir-se feliz ao ver um criminoso ser agredido. Assim, não existe mais “ato de vingança”, mas uma poesia concreta em direção à “sociedade opressora”. Assim, o apoio aos catiripapos dados no criminoso são apenas uma tese contra a antítese (sociedade atual que oprime cidadãos pobres vitimados por violência), em busca de uma síntese.

Priscila apenas poderia solicitar o “controle dos instintos” se pedisse o mesmo aos criminosos. E se o criminoso tivesse “controlado os instintos”, então não seria um marginal vítima de vigilantes. Ora, se o criminoso não “puxou a razão ao máximo”, o que Priscila quer problematizar?

Deve-se reconhecer: é divertido discutir esquerdismos com a “dialética” deles…

Nas redes sociais, houve internautas que apoiaram o ataque ao adolescente. “Acordem seus tapados… quem anda no Flamengo sabe… isso aí é LADRÃO que assalta senhoras e mulheres todos os dias na Avenida Oswaldo Cruz e ruas adjacentes… ele tem uma gangue… geralmente anda com mais 4 pivetes homens e 2 mulheres… fizeram foi pouco… faltou álcool e isqueiro pra ‘esterilizar’ o meliante”, escreveu um rapaz no Facebook. “Se é bandido, pena eu não ter passado com meu pitbull pra deixar ele brincar um pouquinho… Bandido bom é bandido morto!!”, comentou outro. Um terceiro homem reiterou: “Sinceramente, acho que só quem mora em Botafogo sabe o quanto esses pivetes estão colocando o terror. Já tá todo mundo de saco cheio.” Este ainda afirmou que o rapaz não estava machucado, apenas preso.

Detalhe: todas as “violências” solicitadas pelos internautas acima são apenas projeções… que nada significam perto do que os criminosos violentos realmente FAZEM. Estranho que a esquerda gaste mais tempo criticando cidadãos que pedem cacetadas em criminosos do que bandidos que fazem violência contra civis.

Embora abomine a agressão ao adolescente, o vice-presidente da Associação de Moradores e Amigos do Flamengo (Flama), Luiz Antonio Melo de Souza, acredita que ela seja consequência da precariedade do policiamento na região: “De qualquer forma, bandido precisa ser julgado. Condeno a agressão.”

Epa, epa. Então quer dizer que não eram “os moradores” contra os sopapos no bandido, mas o vice-presidente da Flama? Isso explica muita coisa.

Veja agora o que disse a vereadora Leila do Flamengo (PMDB):

O que ocorreu é muito triste. Não queremos justiceiros. Queremos, sim, é mais policiamento. A Zona Sul não pode continuar sendo tratada dessa forma. O 2º BPM (Botafogo) conta com pouco mais de 350 policiais. Faço um apelo ao secretário Beltrame (José Mariano, secretário de Segurança), que aumente o efetivo do 2º BPM. Já encaminhei ofício para ele, pedindo a implantação, com urgência, do projeto Flamengo Legal. Também enviei ofícios à prefeitura, pedindo parceria. Os menores que circulam pela região precisam ser acolhidos e tratados.

Mais hipocrisia e inversão de valores. Segundo a figurinha acima, o que ocorreu é “muito triste”. Não, chega até a ser divertido. É até uma cena lúdica, perto do grau de violência do que ocorre com as vítimas dos criminosos violentos. Se ela pede urgência a esse caso, qual o nível de urgência que devemos ter para casos de sequestro, estupro e assalto à mão armada contra civis?

De acordo com Leila, os menores que circulam pelo Parque do Flamengo e áreas vizinhas são viciados em crack. No início do mês, ela quase foi assaltada por um grupo de 11 deles, na própria Avenida Rui Barbosa, quando foi buscar uma de suas netas na casa de amigos: “Escapei porque abriram a portão do prédio e entrei antes de eles se aproximarem.”

É divertido como ela pede para esses “menores” serem acolhidos e tratados, mas quando eles vão em direção a ela, o que Leila faz? Se esconde dentro de um prédio e não acolhe e trata nenhum deles.

A PM, segundo o comandante do 2º BPM, só soube da agressão ao adolescente pela internet. Ao analisar a agressão sofrida pelo menor, o professor e doutor em sociologia Gláucio Soares manifestou preocupação: “O episódio indica que há falta de credibilidade na polícia de alguns setores da população. Isso tem várias dimensões, sendo as mais conhecidas a da violência e a da corrupção. Nesse caso, outra crítica bem diferente das anteriores é a ausência ou a incompetência […]”

Mais um sociólogo “muito preocupado”, que, é claro, só demonstra tal nível de preocupação com a possibilidade de marginais serem impedidos de cometer crimes.

O detalhe não é que o episódio indica “falta de credibilidade na polícia”, mas sim falta de credibilidade no estado, que protege criminosos violentos e desarma o cidadão honesto. Culpa de esquerdistas que influenciam a impunidade de criminosos.

Com 12 anos de polícia, o inspetor Carlos Gadelha, ex-presidente do Sindicato dos Policiais Civis do Rio, foi mais uma voz a condenar a agressão. No entanto, ele avalia a atitude como resultado da fragilidade da lei: “Casos envolvendo menores não têm resposta à altura do estado. Menores cometem dez, 15 roubos, são detidos e soltos. A falta de resposta do Estado acaba sendo muito fraca. E o cidadão, às vezes e de forma errada, acaba perdendo as estribeiras.”

O engraçado é que enquanto a maioria da população está satisfeita com atos de vigilantes, o Globo maquia uma realidade que não existe, transformando o que ocorreu com o meliante do poste em algo mais grave do que ocorre com as vítimas desse tipo de figurinha, e fingindo uma rejeição social ao ocorrido que simplesmente é mais falsa que a claque do Praça é Nossa.

Em seu blog, Rodrigo Constantino comentou o caso, lançando uma opinião aparentemente ponderada sobre o caso, mas completamente injustificada. Diz ele:

[…] não posso aplaudir os justiceiros. Como ficou claro, entendo sua revolta, seu desespero até, sua sede de vingança e justiça. Mas os meios escolhidos são errados. São, inclusive, parecidos com aqueles que o lado de lá utiliza, imbuído de seu sentimento de pureza e justiça.

Invasores de propriedade privada, mascarados que depredam patrimônio público, rolezeiros que invadem shopping center, petistas mensaleiros que se julgam acima das leis porque roubaram para uma causa “nobre”, todos eles cometem o erro de justificar seus instrumentos ilegítimos com sua finalidade “justa”.

Claro, no caso deles o próprio fim é abjeto, o que não ocorre no caso dos “justiceiros do Flamengo”. De fato, punir um marginal que vive nas redondezas, impunemente, roubando pessoas inocentes parece um objetivo justo. Mas não se deve ignorar o devido processo legal e substituir o estado em sua função mais básica.

Que fique claro: não estou condenando a legítima defesa aqui. Em hipótese alguma! Se um marginal desses tenta assaltar uma senhora, e como reação, um grupo de cidadãos parte para cima e a defende, dando um corretivo no bandido, isso é obviamente digno de aplausos.

Mas não da forma que foi feita. Não com sadismo, tortura, humilhação desnecessária, linchamento. Ao agir desta maneira, os “justiceiros” acabam se tornando, também, potenciais marginais. Os “camisas negras” que formaram na Itália a Milícia Voluntária para a Segurança Nacional, organizados por Mussolini, achavam-se justiceiros acima das leis corruptas também. Deu no que deu.

Portanto, condeno a atitude desses justiceiros, apesar de compreender sua revolta. O certo seria chamar a polícia e prender o marginal. Sei que isso é pouco eficaz, pois as leis funcionam, muitas vezes, para proteger esses delinquentes, graças aos esquerdistas. Mas que lutemos para alterar essas leis e a mentalidade vigente, que retira a responsabilidade do indivíduo criminoso.

Saibamos lutar da forma certa, pois os meios utilizados fazem toda a diferença do mundo. Afinal, nós não somos como eles, nem devemos ser. Nós não vamos colocar máscaras e fazer justiça com as próprias mãos. Não vamos assumir o papel de polícia e juiz por conta própria. Nós vamos lutar pelo estado democrático de direito, pelo império das leis isonômicas, e pelo fim da impunidade. Tudo dentro da própria lei.

Há um erro grave dele ao usar o clichê “não podemos ser como eles”. Antes de tudo, quem está satisfeito com o que ocorreu com o criminoso não é igual a quem fez isso com o criminoso, e, mesmo aqueles que amarraram o bandido ainda assim não são iguais a ele. Até que se prove o contrário.

Criminosos violentos, que usam armas para cometer assaltos, sequestros e estupros, o fazem contra vítimas que nada fizeram contra ele. Em muitos casos, essas vítimas não praticaram nenhum crime violento em suas vidas. Portanto, agressões contra o criminoso jamais estão no mesmo pé de igualdade que agressões contra civis.

Isso não significa dizer que os agressores do marginal estão acima da lei, mas que possuem atenuantes que os criminosos não possuem.

Por isso, é preciso ter muita responsabilidade quando se profere expressões como “nós não somos como eles, nem devemos ser”, pois, para alguém ser “igual ao marginal”, é preciso ter cometido crimes contra pessoas inocentes, e ele nem de longe mostrou que nem os agressores do bandido e muito menos os cidadãos que apoiaram os croques dados no meliante cometeram crimes contra pessoas inocentes.

De resto, a lógica dele está correta.

Achei muito mais consistente a posição de Rachel Sheherazade, conforme podemos ver abaixo:

A assertividade (e correção) no que ela diz foi tanta que o Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Rio emitiu uma nota de baixíssimo nível, como sói ocorre quando alguém da direita acerta na mosca:

O Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Município do Rio de Janeiro e a Comissão de Ética desta entidade se manifestam radicalmente contra a grave violação de direitos humanos e ao Código de Ética dos Jornalistas Brasileiros representada pelas declarações da âncora Rachel Sheherazade durante o Jornal do SBT.

O desrespeito aos direitos humanos tem sido prática recorrente da jornalista, mas destacamos a violência simbólica dos recentes comentários por ela proferidos no programa de 04/02/2014. Sheherazade violou os direitos humanos, o Estatuto da Criança e do Adolescente e fez apologia à violência quando afirmou achar que “num país que sofre de violência endêmica, a atitude dos vingadores é até compreensível” — Ela se referia ao grupo de rapazes que, em 31/01/2014, prendeu um adolescente acusado de furto e, após acorrentá-lo a um poste, espancou-o, filmou-o e divulgou as imagens na internet.

O Sindicato e a Comissão de Ética do Rio de Janeiro solicitam à Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj) que investigue e identifique as responsabilidades neste e em outros casos de violação dos direitos humanos e do Código de Ética dos Jornalistas Brasileiros, que ocorrem de forma rotineira em programas de radiodifusão no nosso país. É preciso lembrar que os canais de rádio e TV não são propriedade privada, mas concessões públicas que não podem funcionar à revelia das leis e da Declaração Universal dos Direitos Humanos.

Eis os pontos do Código de Ética referentes aos Direitos Humanos:

Art. 6º É dever do jornalista:

I – opor-se ao arbítrio, ao autoritarismo e à opressão, bem como defender os princípios
expressos na Declaração Universal dos Direitos Humanos;

XI – defender os direitos do cidadão, contribuindo para a promoção das garantias
individuais e coletivas, em especial as das crianças, adolescentes, mulheres, idosos,
negros e minorias;

XIV – combater a prática de perseguição ou discriminação por motivos sociais,
econômicos, políticos, religiosos, de gênero, raciais, de orientação sexual, condição física
ou mental, ou de qualquer outra natureza.

Art. 7º O jornalista não pode:

V – usar o jornalismo para incitar a violência, a intolerância, o arbítrio e o crime;

Também atuando no sentido pedagógico que acreditamos que deva ser uma das principais intervenções do sindicato e da Comissão de Ética, realizaremos um debate sobre o tema em nosso auditório com o objetivo de refletir sobre o papel do jornalista como defensor dos direitos humanos e da democratização da comunicação.

Que tal rebatermos ponto por ponto?

Quando eles dizem que o jornalista deve se opor “ao autoritarismo e à opressão”, é exatamente isso que Rachel faz ao pensar nas vítimas oprimidas de criminosos autoritários. 

Quando eles dizem que o jornalista deve “defender os direitos do cidadão”, é exatamente isso o que ela faz ao pensar nos direitos civis de cidadãos, continuamente violados por marginais violentos.

Quando eles dizem que o jornalista deve “combater a prática de perseguição ou discriminação”, é exatamente isso o que ela faz ao defender as vítimas de criminosos violentos. Sabemos que as maiores vítimas de criminosos estão na população carente, portanto, são oprimidos que precisam ser defendidos. 

Até aqui Rachel dá de 10 a 0 nesse sindicatinho aí. Aliás, seria melhor que eles parassem de lançar notas anônimas e começassem a colocar seus respectivos nominhos, para que possamos investigar a história política pregressa de quem escreve texto tão recheado de galhofa contra a decência humana.

Ah, eles ainda lembram que o jornalista não pode “usar o jornalismo para incitar a violência, a intolerância, o arbítrio e o crime”. O problema é que violência, intolerância, arbítrio e o crime são praticados todos os dias por criminosos violentos contra cidadãos decentes. E esquerdistas (muitos jornalistas, inclusive) acham “atenuantes” para criminosos deste tipo continuamente. Neste ponto em específico, a única diferença de Rachel é que ela mencionou um atenuante para pessoas que cometeram um crime… contra um cidadão que está longe de ser uma vítima.

Esta é uma diferença crucial (dentre tantas diferenças) entre Rachel e os esquerdistas do sindicatinho aí. Ela entende os motivos daqueles que atacam um criminoso violento. Enquanto isso, os esquerdistas do sindicatinho só entendem os motivos daqueles que atacam vítimas civis da sociedade.

Essa é dica para Rachel rebater essa escória do sindicato: “Se o entendimento dos motivos de alguém ao mencionarmos atenuantes para o crime é incitação ao crime, então todos os jornalistas de esquerda podem ser condenados moralmente agora por usarem de incitação ao crime contra civis”.

Este é o frame a ser explorado. Não há nada de condenável no que Rachel disse a não ser uma menção a fatores que atenuam o crime de pessoas que vitimaram um criminoso. Enquanto isso, alguns esquerdistas gastam todo seu esforço atenuando o crime de bandidos que vitimam cidadãos honestos. Na lógica da esquerda, os assaltantes, estupradores e latrocidas são “vítimas da sociedade”. Ora, então por que os agressores do bandidinho do poste não podem ser chamados de “vítimas da sociedade” também?

Em suma, esquerdistas não tem moral alguma para reclamarem de Rachel. Que esse sindicato vá catar coquinho na descida.

Em tempo: o “di menor” (sic) que foi preso disse que foi agredido por 30 homens (é a inflação). Mais um motivo para vermos a extrema diferença. Imagine 30 do naipe do bandidinho chegando para estuprar uma mulher. Ou 30 chegando para matar alguém. Dá para imaginar o resultado, não? Essa é uma diferença que faz toda a diferença. O dramalhão esquerdista em torno do bandidinho é vergonhoso e imoral.

Para finalizar, um meme…

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71 COMMENTS

  1. O mais divertido disso tudo é que os esquerdistas tem cada vez deixado mais claro que defendem bandidos e não os cidadãos. Cada vez mais a população vai ficar mais indignada com esse tipo de capacho.

    • EU ENTENDO QUE OS “DI” MENORES ESTÃO ABUSANDO E AJUDANDO OS “DI” MAIORES, GENTE EU ACHO QUE OS PAIS TEM QUE CORRIGIR OS FILHOS,AQUI UNS 2 ANOS SÓ VAMOS TER BANDIDOS E BANIDOS DDO BRASIL. TEM QUE MUDAR AS LEIS DOS “dI” MENORES.

    • Estão acusando-a de incitar o crime, por dizer que “justiça com as próprias mãos” é uma atitude “compreensiva”, QUANDO os mesmos esquerdistas alegam que é compreensivo o roubo num ambiente de “””desigualdade””” ou em casos de ostentação.

    • Senhores, é lição primária de Direito Penal: se o Estado não atua, o particular vai atuar, seja com uma arma ou com as mãos. Por este motivo a atuação contra o crime deve ser rigorosa, para que não ocorra o pior, uma epidemia de agressões particulares.

    • A atual situação política do brasil levará o país a uma guerra civil entre os que sentem saudades dos tempos em que, somente os milicos podiam roubar, e o povo ficava na inação (pasmaceira); e os esquerdistas (conforme lavrado em um comentário). É lamentável que facções tenham sido criadas, principalmente, entre os pentecostais guiados por falsos profetas que conduzem a massa para insultar as religiões alheias; a opção sexual; a opção política; a opção de lazer; etc. Seremos, talvez, no futuro uma palestina x israel (uma guerra idiota; criada por idiotas que não conseguem conviver com a diferença). ==== V I V A E D E I X E O O U T R O V I V E R !!!!!! ====

      • Karolus, você é um caluniador barato. Aponte um SÓ militar que tenha feito parte do regime e que tenha saído rico, ele ou a família. Que civis que apoiavam os militares roubaram, isso é verdade, e o regime pecou ao se aliar a eles. Mas, por outro lado, é muito fácil julgá-los quando se está ali tentando combater o lixo comunista que tentava tomar conta do Brasil. Queria ver gente como você sustentando essas acusações levianas perante um tribunal militar. E ainda hei de ver, se Deus quiser.

  2. Só para constar, a Caros Amigos, aquela revista acusada de se apropriar em excesso da mais-valia produzida por seus funcionários, acabou publicando mais um artigo que coitadiza o adolescente com três passagens por furto e roubo e que fugiu do hospital em que estava internado para exames. Vieram falando do papo de negro que por ter essa cor só pode ser pobre e que é oprimido por brancos que por terem tal cor só podem ser ricos, mas isso já caiu com a revelação pelas próprias palavras do adolescente de que havia ao menos um negro no lado vigilantista.
    Porém, também deram uma espezinhada na senhora que tirou as fotos que ganharam o mundo, dizendo que ela não teria chamado uma ambulância (o que não é verdade, uma vez que ele foi encaminhado ao hospital e teve assistência dos bombeiros, que por sua vez gerenciam ambulâncias). Além disso, vêm querer dizer que a culpa seria da cidade por esconder os pobres em favelas com UPPs e que esses morros pacificados na prática seriam como bantustões. E novamente também desceram pau na classe média (dentro daquele velho lance marxista-humanista-neoateísta de lutar contra o intermediário, seja ele classe média, brasileiro miscigenado, bissexuais ou outros que são a metade do caminho).

  3. Isso tudo só vai dar mais notoriedade ao trabalho da Rachel e desmascarar a verdadeira intenção dos esquerdistas de plantão. Rachel não se abalará com esses charminhos.A professora Clarice Victor que anda fazendo campanha contra a Rachel em seu perfil de facebook, provocou e vai ter que aguentar as consequências. Só fez arrumar estresse e um motivo a mais pra passar vergonha rs.

  4. Se a vingança é produto inconsciente do ódio e precisa ser suprimida, por que quando é “vingança social” do pobre oprimido contra o rico opressor é, apenas, “justiça”?
    Aí o sujeito comenta que acha absurdo que um marginal que foi preso em um poste, sem grandes indícios de tortura, ganha páginas e páginas de destaque enquanto milhares de assassinatos mensais, praticados pelas vítimas que começar no “furtinho”, passam em branco e só são conjurados em forma de números estatísticos, as vezes maquiados, e é chamado de fascista por tal. É uma inversão de valores tão brutal que espanta até quem conhece a psicopatia desta gente.

    • Concordo totalmente. Até porque SÓ TEM ELA na frente de batalha da TV aberta em rede nacional.

      Cá prá nós… Ô minina arretada! :¬)

      Rachel é a definição de mulé-cabra-macho-si-sinhô.

      É isso que a cuecada tá precisando ser pra ontem!!!

    • A maneira mais simples (e eficiente) de apoiá-la é assistindo e divulgando os seus comentários na TV. Se não for possível, basta acessar o comentário no site do SBT. Tenho feito isto todos os dias da semana.

  5. Tipo, lendo o texto do Rodrigo Constantino entendi que ele se refere aos esquerdistas, e não aos bandidos (sim, bandidos, não tem essa de ser menor não, quem comete crime é bandido e sem mas)

  6. “Se o entendimento dos motivos de alguém ao mencionarmos atenuantes para o crime é incitação ao crime, então todos os jornalistas de esquerda podem ser condenados moralmente agora por usarem de incitação ao crime contra civis.”

    Difícil vai ser um jornalista de esquerda entender esta frase…

  7. Longe de mim ser de esquerda: sou centrista. Nem direita, nem esquerda. Mas confesso que detesto um “tantinho à mais” dessa esquerda do país. Pronto, agora que deixei claro que não sou PTralha, quiçá tampouco tucanalha, minha opinião: um ato de violência não justifica o outro. Não estamos mais na idade média. Pegou o rapaz? Segura ele até a polícia chegar. Não estou passando a mão na cabeça do bandido, só dizendo que largar o meliante lá, pelado, e dar umas porradas não vai melhorar essa merda toda que está o país. Votar sim, vai melhorar. Votar direito e tirar esse merdões do PT que só emparelharam a máquina pública com incompetentes.

    • Tá, tudo bem. Você pega o meliante, entrega para o policial e o policial leva para delegacia. No mesmo dia o menor já está na rua. No dia seguinte o policial faz a mesma coisa, mas o resultado é o mesmo. No terceiro dia o policial já está cagando e andando e o meliante está mais abusado ainda.
      E aí? Vai se fazer o quê?
      Tem uns comentários que eu vejo que parece que são feitos por pessoas totalmente desassociadas da realidade.

    • “Pegou o rapaz? Segura ele até a polícia chegar.”

      Com certeza as pessoas fariam isso se soubessem que ele fosse ficar na cadeia por alguns anos.

      Portanto se quer que menores não sofram violência de justiceiros faça campanha para a redução da maioridade penal, e critique todos os juízes que mandam soltar menores.

      Ou adote um bandido.

    • “Votar sim, vai melhorar”. Mais um “democrata” e “legalista” janota alla Reinaldo Azevedo e Rodrigo Constantino. Tudo isso é covardia ou medo de enfrentar a realidade da guerra civil que se aproxima e quebrar as unhas? Este país não será mudado por voto, muito menos nas próximas eleições, com toda blindagem que já está ocorrendo dentro do TSE para evitar o questionamento de fraudes e a persecução de crimes eleitorais. Mas não adianta eu falar. Neste país, a burrice é o atributo que mais prospera.

      • Roberto,

        A coisa é completamente diferente.

        Na guerra política, o que você DECLARA faz a diferença. A esquerda luta dia após dia pelo totalitarismo, mas SÓ FALA EM DEMOCRACIA enquanto faz isso. Por isso eles vão ganhar o jogo.

        A maioria da direita luta pela democracia e FALA EM DEMOCRACIA. Mas uma pequena parte defende um regime ditatorial, com intervenção militar, e REJEITA A DEMOCRACIA.

        Quem “rejeita a democracia”, em público, saiu do debate.

        Abs,

        LH

      • Roberto, você está coberto de razão, o ultimo recurso a que dispomos são as armas. Eles controlam a “Máquina”, portanto já não precisam mais de nossos votos. Jogarão migalhas sobre migalhas até se cansarem e começarem a agir de forma violenta contra protestos (vide Venezuela), e tentar silenciar-nos, por fim, se não conseguirem (espero que não consigam) ocorrera um massacre, será fácil para eles, já nos desarmaram.
        Devíamos fazer algo, mas já não sei mais o que pode ser feito, rumamos desgovernados (ou não) para uma ditadura auto intitulada.

  8. O rapaz pelo que eu entendi tem 15 anos. Já tem passagem 3 vezes por roubo e 1 por agressão.
    O que você acha que aconteceria se ele fosse conduzido para delegacia?
    No mesmo dia estaria de volta para as ruas.
    Porra! O que estes jornalistas querem que a população faça? Estão de sacanagem?

  9. Eu só espero que quando as manifestações retomarem o impulso com a proximidade da copa do mundo, os mesmos que defendem essa infâmia, defendam aqueles que destruirão agências bancárias e outros símbolos de poder daqueles que espoliam o País, essa sim uma expressão de revolta justa e que não atenta a integridade física de ninguém.

    Desde quando precisa ser esquerdista pra ser contra a violação de direitos de uma pessoa?

    Se eles tiveram força e meios p’ra pegar o cara e imobilizá-lo, por que não ligaram p’ra polícia ou mesmo deram-lhe voz de prisão e o conduziram para a delegacia do Catete ou de Botafogo? Respeito às leis é exatamente o que diferencia as pessoas de bem dos criminosos.

    • “Se eles tiveram força e meios p’ra pegar o cara e imobilizá-lo, por que não ligaram p’ra polícia ou mesmo deram-lhe voz de prisão e o conduziram para a delegacia do Catete ou de Botafogo?”

      Certamente eles fariam isso, se acreditassem que o bandido iria passar uma boa temporada na cadeia, ao invés de passar apenas uma noite, ou algumas horas, como costumeiramente acontece.

      Portanto você é quem deve fazer campanha pela redução da maioridade penal.
      Se a maioridade penal fosse menor esse bandido estaria bem protegido na cadeia e ninguém teria pego ele na rua.

      Faça a sua parte promovendo essa mudança de lei, ou então adote um bandido.

    • “espero que…defendam aqueles que destruirão agências bancárias e outros símbolos de poder daqueles que espoliam o País, essa sim uma expressão de revolta justa…” e

      Essa “expressão de revolta justa” é nada mais que CRIME contra a propriedade pública e privada.

      “que não atenta a integridade física de ninguém. ”
      O que é comprovadamente mentira, visto que várias pessoas saem ferida dos ‘protestos’), e quando não SÃO ELAS que devem ressarcir os cofres públicos, ou privados (através de impostos e taxas) do estrago provocado por gente que você acha que expressa a tal “revolta justa”.

      “Desde quando precisa ser esquerdista pra ser contra a violação de direitos de uma pessoa? ”

      Desde quando esquerdistas se preocupam com direitos de uma pessoa????…ah…tá só quando a pessoa em questão é um BANDIDO.

      Já está participando da campanha???
      https://lucianoayan.com/2014/02/xr8d.jpg?w=700

      João Guilherme, você é um completo RETARDADO MENTAL. É por isso que vocês esquerdistas são completamente esculhachados em debate, porque vocês não tem o mínimo de bom senso, lógica, e vergonha na cara para racionalizar coisa alguma.

  10. “É preciso lembrar que os canais de rádio e TV não são propriedade privada, mas concessões públicas que não podem funcionar à revelia das leis e da Declaração Universal dos Direitos Humanos.”
    Nunca ouvi falar nisso. Não podem funcionar à revelia das leis e da Declaração Universal dos Direitos Humanos.”? Isso está escrito na Constituição do Brasil?
    NO mais, parabéns a Raquel Scherazade por, mais uma vez dar as coisas o nome que elas TÊM!

    • Que vídeo idiota. Comparando o Justin (que por sinal eu detesto) com um marginal que rouba e esfaqueia uma pessoa inocente no meio da rua. Até onde eu saiba o Justin ainda nao fez esse tipo de coisa. Pichar muro, dormir com prostitutas, raspar o cabelo ou fazer umas tatuagens é um tipo de rebeldia que nao machuca ninguém a sua volta, agora roubar, esfaquear ou sequestrar alguém está longe disso. Que fracasso de vídeo.

    • Peraí….Peraí….

      Os esquerdistas adoram a FALSA ANALOGIA.

      Não diria que Rachel defendeu o Justin biba, mas obviamente ele não cometeu nenhum crime de maior gravidade, como o marginalzinho do poste.

      Logo temos ampliação indevida para o lado de justin biba, somente para demonizar Rachel Sheherazade.

  11. Olá, Luciano (é só um autor o responsável por tantos textos excelentes?), como vai?
    Decidi comentar aqui para oferecer um contraponto à sua visão, sempre tão precisa e repleta de bons argumentos.
    A crítica aos esquerdistas doentes é sempre válida, claro, pois a posição desse pessoal é necessariamente vitimista e distorcida. Contudo, não concordo com a abordagem da bela Rachel Sheherazade, pois a incitação a violência é nociva. Acho que a posição dela é tão prejudicial para a defesa da lei quanto o discurso de sujeitos como Marcelo Freixo é para os direitos humanos. Ambos transformam a causa em uma caricatura.
    Assim, a argumentação em favor da correta aplicação da lei é manchada por jargões como “bandido bom é bandido morto”… da mesma forma que a a defesa dos direitos humanos vira uma piada de mau gosto quando Maria do Rosário diz que Champinha é apenas uma criança sem oportunidades.
    Os dois discursos saem prejudicados. E qual seria a posição correta? Prender o criminoso/menor infrator e também investigar a violência praticada contra ele, simples assim.
    Finalizando: sou policial, e estou longe de ser um apaixonado por bandidos. Acredito apenas que discursos equivocados como o “bandido bom é bandido morto” apenas AUMENTAM a carga de coitadismo sobre eles, dificultando a correta aplicação da lei. Para mim, bandido bom é bandido preso.
    E sem mais! Grande abraço!

    • Olá Leonardo,

      Sou eu mesmo o autor de todos os textos. Obrigado pelas palavras.

      Em relação à Sheherazade, eu discordo de que ela incitou ao crime. No máximo o que ela fez foi discutir um atenuante para o crime feito contra o bandidinho.

      No mais, concordo contigo. Acho que prender bandidos é melhor que fazer justiça com as próprias mãos.

      Abs,

      LH

    • Esse é o ponto que tb acho preocupante. Me parece que, NA MÍDIA, MAIS UMA VEZ, a esquerda tá saindo vitoriosa desse caso já que é ela que detém o frame no imaginário popular de ser a defensora dos direitos humanos e coisa e tal.

      Concordo TOTALMENTE com a postura da Rachel, mas, infelizmente acabou passando uma imagem (falsa) de intolerância para a platéia NEUTRA E APATETADA, que a esquerda já tá capitalizando em cima.

      • Saindo vitoriosos nada. Eles estão é apanhando em todas as pesquisas de opinião. Os que são contra não chegam nem a 15% dos internautas.

  12. Nesta questão de violência, não vem ao caso ser de esquerda ou de direita, O certo, é que quando falamos de atos violentos, não deve existir relativismo. Agressão é agressão, seja ela em um policial ou num bandido e nós não podemos aceitar que isso ocorra, temos sim, o dever de agir de acordo com as leis, e exigir das autoridades competentes que façam JUSTIÇA, E condenar qualquer ato que faça apologia a violência. Se começarmos a aceitar isso que aconteceu com este homem, logo vamos perder a noção de certo e errado não podemos confundir vingança e justiça.

  13. Luciano, já tô andando com esse post debaixo do braço. Será o meu PORRETE CONTRA-REVOLUCIONÁRIO pra minha auto-defesa caso encontre por essas esquinas e vielas escuras algum delinquente membro de alguma ONG politicamente correta com diploma de humanas do MEC.
    |¬D

    Um adendo:

    Frequentei por anos essa região do Flamengo. Conheço bem o local. Estudei no Bennett. Aprendi a andar de bicicleta na minha infância por ali no Museu Carmem Miranda. Meu pai morou a pouco tempo no bairro. Pra mim o melhor local pra se viver no Rio (perto do Centro da Cidade, metrô, condução, Aterro, praias, não pega o engarrafamento monstro caso vc more mais pra dentro da Zona Sul…). O custo de vida é que pega (mas não se compara com o do Leblon, Ipanema, Lagoa ou Gávea).

    O problema é que de uns tempos pra cá começou a se formar uma playboyzada (na faixa dos 18 aos 30 anos) tão delinquente quanto o moleque que foi atacado. Já me deparei com alguns. Sozinhos já são cheios de marra, agressivos, alguns chegam a andar com seus pitbuls e rotweillers soltos pelas praças e parquinhos a noite e mesmo durante o dia. Uma vez quase arrumei confusão com um desses. Parecem que querem provocar a sociedade. Se acham os donos da rua. São TODOS filhinhos-de-papai e gostam duma canabis; e hoje, acredito mais ainda, muitos desses bandidinhos almofadinhas participam dos vandalismos promovidos por BLACK-BLOCKS. Cogito tb que possa ser uma ação isolada de alguns PMs ou guardas municipais que trabalham na região.

    A gente aqui tem que tomar cuidado sobre esse caso, porque me parece (tenho quase certeza) que isso NÃO FOI executado por donas de casa, por cidadãos honestos e honrados revoltados e cansados de tanto apanhar do crime. Foi apenas um acerto de contas entre marginais (uns bem nascidos, outros não; uns com a chancela do Estado, outros não).

    E é claro que dizendo isso eu não estou legitimando as ações do esquerdismo caviar das Yvones de Bezerras (e tutti quanttis). Só estou dizendo: não caiam no mesmo erro deles de defender um dos lados. Aqui NÃO tem lado nenhum pra defender. A violência em cima do ladrãozinho foi tão gratuita e covarde quanto a praticada pelo ladrãozinho.

    Entendo que hoje não há mais punição para o crime cometido por menor de idade (já não existe mais a punição devida, justa pra quem é maior pô). Seria bom nós questionarmos a esquerda caviar sobre a urgência então de nós começarmos a adotar esses guris e encarcerar eles em nossas casas para preservá-los de tanta barbárie nas ruas, porque a polícia prende e a lei solta (ensinando aos “menores” que a prática criminosa realmente compensa).

  14. o sindicato deve procurar mais o que fazer, e o psol partido sem relevância no senario nacional ta querendo é aparecer perto ja das eleições, a Rachel nada mais fez que dar sua opinião o que é valido em um estado democratico de direito, apologia ao crime é defender esse marginalzinho que é fruto de um estado omisso e de leis fracas…. parabens Rachel Sheherazade…..

  15. Parabéns Raquel pelo seu comentário lúcido, real e verdadeiro! Não se amedronte com meia dúzia de bobos de uma esquerda retrógrada, instigados pela cúpula PeTista! Tenha fé, força e coragem de sempre falar a verdade…Parabéns menina!

  16. Falou bonito mais uma vez Rachel, tenho orgulho mesmo seu, odeio esta hipocrisia o povo esta cansado e esta chamando o feito a ordem, bandido pinta e borda com o cidadão e porque não podemos dar o troco…. Esta achando ruim adote um você também…. Já vou até providenciar cordas aqui para meu comercio pois o próximo vai ficar amarradinho no sol também….

  17. É jornalista Rachel Sheherazade! Você tem ideia própria! É justa! Tens coração puro! Combate o mal! Não é Jornaleira de ler papeizinhos não! Perseguição á Imprensa Livre que resta ainda graças ao Silvio Santos SBT! Vamos defendê-la sim Rachel! Você e Carlos Prates falam o que os outros omitem! Parabéns a vocês! Não vejo nada demais no comentário, você disse alguma mentira, não! Se você esta sendo assaltado por este rapaz! Qual sua atitude tendo em vista que não tem policiais para lhe ajudar! Que quando é preso aquele rapaz fica dois dias na cadeia e solto novamente para praticar o mesmo crime! Políticos safados adoram aparecer nesta hora! Quero os ver dar atenção aos pobres! Tirar o povo das ruas e combater a violência que atinge com força o Brasil.

  18. “É preciso lembrar que os canais de rádio e TV não são propriedade privada, mas concessões públicas que não podem funcionar à revelia das leis e da Declaração Universal dos Direitos Humanos.”

    Assim fica parecendo que em propriedade privada pode-se violar a Declaração Universal dos Direitos Humanos.
    Claro que não foi isso que o esquerdista quis dizer. Mas é que esquerdista são analfabetos funcionais.

  19. Vamos aos comentários de hoje sobre este assunto:

    1) O adolescente, agora apreendido em um reformatório, diz que foi ameaçado de morte por aqueles que o prenderam no poste. Diz ele que eram umas 30 pessoas sobre 15 motos, todos fortões à exceção de um e que esse único magrinho foi quem jogou a moto para cima dele. Diz ele inclusive que um dos agressores estaria com uma pistola.
    Há coisas que estão estranhas. É verdade que tivemos 14 detidos (algo que parece compatível com todos os supostos garupas menos um), mas ainda assim, em um país como o nosso em que não há tantas motos quanto haveria no Vietnã ou na Índia, um monte de motos juntas fica muito estranho se não forem motoboys e mais estranho ainda fica quando se vê coordenação de grupo entre essas motos, coisa que aqui vemos mais mesmo em passeios de motoclubes. Logo, seria algo que iria chamar muita atenção.

    Para continuarmos achando a coisa estranha, observe-se que ele não reconheceu nenhum dos 14 acusados e disse que não era nenhum dos detidos e disse que apagou ao tomar capacetada. Logo, vamos nos perguntar sobre quando é que veremos as imagens de câmeras de rua dessa história, pois são testemunhas totalmente isentas.
    Observe-se no vídeo da matéria que o rapaz veio com o papo de “sou trabalhador” quando foi abordado e que teria tomado porrada. Porém, admitiu sem maiores problemas as três passagens, duas por furto e roubo e uma por agressão física. E quem ler os comentários notará que tem gente que se surpreendeu com o tom de voz sem maiores abalos do adolescente ao falar do assunto;

    2) Novo vídeo de Rachel Sheherazade sobre o assunto e derivado do rebu causado pelo anterior:

    http://www.youtube.com/watch?v=LE7dbFZQPvo

    3) Geledés querendo atacar Rachel Sheherazade usando o exemplo de uma mulher negra que protegeu um neonazista de ser espancado por uma multidão de marxistas-humanistas-neoateístas locais;

    4) Como comentei em uma das postagens sobre a médica cubana que fugiu, ponho aqui novamente uma sakamoteada de dupla utilidade que foi publicada hoje. Como verão, o blogueiro em questão quis “racistizar” a coisa levando em conta a cor de pele do adolescente preso no poste à Breaking Bad e ficar evocando suposta analogia a uma escravidão que não teria de fato sido abolida em 1888. Segue o trecho em que ele fala disso:

    Depois que algum braço da Ku Klux Klan composto por cariocas desmiolados prendeu um rapaz negro pelo pescoço em um poste no Rio de Janeiro, imaginei que o caso iria atiçar o debate sobre a dignidade da molecada pobre nas grandes cidades – que, mais de 20 anos depois da Chacina da Candelária, continua uma peça de ficção científica.

    Contudo, a discussão ficou concentrada nas declarações de cunho suíno de uma apresentadora de telejornal do SBT, fazendo apologia ao que aconteceu e conclamando ao justiciamento. Quem já assistiu dois dedos de seu programa percebe que a moça montou um personagem em busca de audiência e testa, periodicamente, os limites do tolerável para executá-lo.

    A verborragia dela é tão frágil que contribui mais com a reafirmação de bravatas do que na construção e reconstrução de preconceitos. Outros apresentadores usam discursos mais elaborados e, não raro, em formas mais refinadas, fazem com que o telespectador pense que foi ele mesmo quem chegou sozinho a uma ideia. Quando, em verdade, ela foi devidamente implantada. Seu mérito é que se expressa muito bem e, portanto, vai longe. Em todos os casos, são discursos reforçados diariamente que entra, em nossos ossos, veias e entranhas e ficam por lá alojado, nos moldando como idiotas.

    Esses discursos de ódio transmitidos pela TV têm o agravante de que usam como amplificador em sua luta por audiência a qualquer preço uma concessão pública. Não é proveniente de uma revista, jornal, internet, enfim, um veículo que usa estrutura e espaço privados, mas – pelo contrário – se faz valer do espectro público para defender o desrespeito aos direitos fundamentais e à Constituição. Programas já saíram do ar por razões semelhantes na Rede TV.

    Mas como nem este governo federal nem os que vieram antes dele têm coragem de botar ordem no barraco e questionar concessões que são usadas para veicular mensagens de ódio (que não se resume à emissora supracitada), teremos a manutenção dessa várzea com anuência estatal.

    Até porque alguns canais são muito úteis durante as eleições.

    A propósito, uma das melhores matérias, curta e grossa, a respeito do caso foi feita pelo site da revista Veja, que muitos de nós, autointitulados à esquerda, adoramos criticar. Foram lá ver a história do rapaz, que é uma desgraça completa. Simples assim.

    Há outra coisa que me impressiona nisso tudo. Considerando que tem sido impossível dormir nessa estufa chamada São Paulo, passei a madrugada assistindo trechos de programas de outros jornalistas que, sistematicamente, adotam o discurso espreme-que-sai-sangue. Ela ocupa um espaço em um horário nobre e eles estão em programas que mais se assemelham ao entretenimento do que jornalismo, portanto a cobrança foi maior.

    Mas não posso deixar de sentir um certo machismo em algumas críticas direcionadas a ela (“Ah, uma mulher dizendo isso, que absurdo!” ou “Não combina com ela, tão bonita, falar essas baboseiras”) que circularam à exaustão nas redes sociais. Isso não deslegitima as críticas a ela, mas para algumas pessoas ela incomoda não apenas pelo conteúdo que profere mas por tomar o lugar de fala sobre violência que ,em nossa imaginário, foi construído para ser eminentemente masculino.

    Descer o sarrafo em uma mulher é mais fácil. Porque tem um rosário de jornalistas que, como ela, fazem apologia à violência ao desrespeito aos direitos humanos que não são criticados da mesma forma.

    Enfim, a apresentadora se tornou o que é porque vocaliza uma grande parcela da sociedade mal informada e que foi cultivada na base do medo. Portanto, antes de considerar a sua queda como a solução para todos os males, como também já vi circulando por aí, devemos perguntar como estamos garantindo que seja feito um trabalho de base, via educação, para que a matriz de interpretação do mundo no padrão Casa Grande e Senzala não continue hegemônica.

    Pois um negro foi preso a um poste. No Rio de Janeiro. Em 2014.

    Não vou dizer que o pessoal extrapola os limites, porque eles não têm limites. Até porque a escravidão formal, se abolida em 1888, continua por aqui.

    E a situação deplorável em que hoje se encontra parte da população negra se deve ao fato de que a Lei Áurea não veio acompanhada de políticas para garantir os mesmos direitos aos escravos libertos e seus descendentes. Ao longo dos anos, eles foram cidadãos de segunda classe. A ponto de termos em curso na periferia de cidades um lento genocídio de jovens negros e pobres. Basta verificar o gráfico de mortes violentas por idade e cor de pele.

    E entre os mais de 45 mil resgatados da escravidão contemporânea pelo governo federal desde 1995, a presença de negros é maior que a proporção deles na sociedade.

    Sim, como podem observar, ele vem querer dizer que Rachel Sheherazade seria propagadora de ódio e inclusive a desumanizou ao dizer que suas declarações teriam “cunho suíno” e que na realidade ela não teria essas opiniões, mas sim estaria querendo aparecer ao fazer tipo. E diz ele que o comentário da apresentadora seria algo impróprio para um meio cujo espectro de frequência depende de concessão pública. E também lança uma acusação vaga e diz que isso estaria nos moldando para sermos supostamente racistas e elitistas. Logo, podemos dizer que ele está defendendo a censura baseada na elasticidade de interpretação do discurso alheio (Derrida manda abraços) e a “tolerância repressiva” (Marcuse deixa lembranças).
    Ele também acusa os agressores de “braço da Ku Klux Klan” e aí é que começa a morte do peixe pela boca, pois o adolescente disse que um dos agressores era negro, o que novamente reforça a hipótese de vigilantismo que se baseou em conhecimentos prévios do paradeiro do tal adolescente, que em outros links as pessoas dizem que faz parte de um grupinho de seis pessoas que assalta os transeuntes.

    Novamente ele transita sobre aquele lance de suposto “genocídio de jovens negros e pobres” e também fala de sobrerrepresentação de negros nos mais de 45 mil casos de trabalho análogo à escravidão desde 1995. Porém, o que o blogueiro não nos conta é que há um monte de gente sem qualquer ancestralidade africana que está sendo usada para engrossar a conta de uma suposta maioria étnica no Brasil, pois no marxismo-humanismo-neoateísmo brasileiro o termo “negro” significa a soma das categorias “preto” e “pardo” do IBGE, sendo “pardo” sinônimo de mestiço e portanto podendo englobar pessoas multiétnicas sem qualquer ancestralidade africana, como o caso da maior parte da população da região amazônica, que é mestiça de branco e índio, mas está sendo usada para engrossar uma conta que interessa aos marxistas-humanistas-neoateístas com o fim de criar artificialmente uma bipolaridade, mesmo que às custas de obrigar as pessoas a assumirem uma identidade africana que podem até ter, ou não, e desprezarem suas outras ancestralidades por estas não serem interessantes a uma corrente doutrinária que abomina o intermediário. A parte do comentário sobre a médica cubana está no primeiro link que passei nesta alínea;

    5) Foi falado na alínea anterior e repasso aqui a matéria da Veja sobre o adolescente em questão, que há dois anos está na rua e que o serviço social encontrou a família, que se recusa a recebê-lo de volta. E aqui pode reforçar a história de que o estão recusando por causa de seu paradeiro;

    6) Pode de fato haver uma gangue atuando no Aterro do Flamengo, como se pode ver aqui. E esta seria uma das coisas que os militantes gays muito desejariam que acontecesse, pois é relato de homossexuais dizendo que foram perseguidos por uns 30 caras. Aqui de fato seria homofobia, pois estariam perseguindo gays por eles o serem, mas os mesmos não registraram BO a esse respeito.
    Uma possibilidade é a ressurreição do fenômeno dos “pitboys”, que foi bem forte na segunda metade dos anos 1990, mas ainda assim será difícil dizer se é o mesmo grupo que prendeu o menor de idade ao poste;

    7) E a região da Baixada Fluminense pode estar sob uma onda de vigilantismo das grandes, como mostra este vídeo altamente replicado no YouTube e que tem cenas fortíssimas de um ocorrido em Belford Roxo:

    http://www.youtube.com/watch?v=4ErEyOKCC8k

    O ocorrido,, que data de 23 de janeiro, também noticiado pelo Extra, seria o de o morto com três tiros ser ladrão, em liberdade há quatro meses, e estar atacando comerciantes e pedestres. Sérgio Cabral, talvez tentando levantar seu candidato à sucessão Pezão, diz serem inadmissíveis os justiçamentos no estado por ele governado.
    Mas também temos de levantar a possibilidade de não ser vigilantismo, mas sim execução comum vinda de traficantes, que não admitem que alguém roube na área deles. O que sabemos de antemão é que não será utilizável por MHNs para falar de analogia à escravidão ou abolição malfeita, pois podemos ver a cor de quem executa e a cor de quem é executado, bem como podemos perguntar quais as cores dos comerciantes e pedestres assaltados;

    8) Já em Goiânia houve um arrastão em um terminal local:

    http://www.youtube.com/watch?v=qDoieWlm8vc

    Outro caso em que não poderão evocar uma suposta mentalidade escravagista pelo fato de dois dos integrantes terem sido agredidos e detidos pelos passageiros, como poderão ver pela cor de um dos que dizem ter sido roubados pelos bandidos (a partir de 1min01), fora o fato de Goiânia também ser um lugar onde a maior parte da população é miscigenada. Completando, por 1min39 vemos uma senhora em uma casa bem simples relatando o roubo de um celular.

  20. O problema é que a Elite social brasileira não aceita que o povo tente resolver os problemas do seu jeito. Imagine se, após lutarem por mais segurança, resolvam lutar por uma política limpa, uma justiça mais justa e um Pais mais igual….onde se lê: mais igualdade, se lê repartir, o que é, na verdade, menos privilégios para as ditas Elites. Assim, ao primeiro sinal de autonomia popular, chama-se a mídia, a turma do jabá das ONGs, os políticos sanguessugas, a polícia e o judiciário que, nessas circunstâncias, trabalha melhor do que de costume. Todas essas instituições são controladas pela classe dominante, que jamais jogará contra, é claro! O resto é blablabla.

  21. Tentando expandir o assunto mais um pouco:

    Fazer justiça com as próprias mãos é uma coisa; fazer justiçamento COLETIVO é outra coisa.

    Fazer justiça com as próprias mãos, dependendo onde vc vive, tendo a chancela do Estado , É LEGÍTIMO. Não é assim em alguns países? Num dos lugares mais seguros e civilizados do mundo- o Estado do Texas- fazer justiça com as próprias mãos é um direito constitucional (as autoridades até colaboram com vc, pois vc acaba por facilitar e muito o trabalho da própria polícia e um agente facilitador para a manutenção da ordem e da segurança públicas).

    Praticar justiça coletiva a margem da lei é barbárie e acabará por atomizar cedo ou tarde injustiças (condenando a prisão ou morte um monte de inocentes, já que boa parte das acusações são baseadas em BOATOS, fofocas, impaciência e sangue-quente).

    Nessas horas acho que temos que recorrer à lei desse país e verificar se EXISTE essa distinção, se existe esse direito do cidadão de bem praticar a auto-defesa (seja armada ou não).

    Se não existe, todo o discurso da Rachel (do Luciano, e de tantos outros) tá legitimado e é justo.

  22. Rodrigo Constantino é um liberal de merda, um pó-de-arroz, como o Reinaldo Azevedo. Tenho nojo dos dois. Vocês querem apostar que se os militares reagirem e intervirem eles vão chiar? Serão os primeiros. Essa gente não agrega em nada. São “posers” do bom-mocismo.

    • Ou será que Constantino e Azevedo sabem mais de guerra política do que aqueles que pedem “intervenção militar”?

      Quer um exemplo? Intervenção militar já existiu em 1964…

      E o que ocorreu? Estamos em via de ter um totalitarismo petista no poder.

      Ao que parece, esse resultado do regime militar não conspira muito a favor de darmos credibilidade a uma nova ação militar.

      Abs,

      LH

      • Ao contrário, quem tem o poder das armas, conseguirá facilmente dominar o Estado, afastar e eliminar as ervas daninhas e, consequentemente, poderá influir decisiva e positivamente a fim de fomentar uma nova cultura. Basta ter essa consciência. E eu tenho percebido que há gente no meio militar consciente de que não é possível convivência democrática com essa turma e de que é preciso fazer um expurgo. Esse negócio de guerra política é muito bonito em teoria, mas o fato é que o tempo já está esgotado. Estamos às vésperas da violência generalizada, da guerra civil, e de nada mais valerá essa cogitar essa frescura de “parecer” democrata, embora saibamos que o ideal é a democracia – não a “democracia comunista”, que os celerados dizem existir. Não estamos falando de perder a cutícula das unhas ou os anéis, mas os dedos.

        Mas, enfim, cada um com suas alucinações… Saudações!

      • Roberto,

        Entendo seu ponto de vista, mas veja minha argumentação:

        1 – Já existiu um governo com o poder das armas
        2 – Este governo não fez nada para impedir que o socialismo vicejasse no Brasil
        3 – Ao contrário, o uso das armas por eles ajudou a dar autoridade moral para os socialistas

        Abs,

        LH

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