Eli Vieira se mostra um legítimo sucessor de Goebbels ao tentar uma chantagem emocional baixíssima para defender criminosos

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Goebbels

É engraçado ver como esquerdistas se acham espertos enquanto lançam uma fraude intelectual. Provavelmente, não esperam que alguém especializado em encontrar seus embustes surja pelo caminho. É, Eli Vieira, não foi desta vez.

Ele publicou o seguinte texto no Facebook:

O Bandido

Tudo pode ser discutido abertamente no Brasil, e todo brasileiro tem direito à opinião em toda e qualquer questão. Um é católico, outro evangélico, um é trabalhador, outro é patrão, um é capitalista, outro é socialista. Não tem nada de vergonhoso em escolher um lado ou outro numa questão. O debate é público e onde as coisas não são claras ou são confusas, resolve-se pelo argumento e contra-argumento. Mas há um problema que não é discutido publicamente, que é delicado até de se mencionar: o problema dos bandidos. É tabu na nossa democracia.

O bandido é protegido de tudo: não querem que seja maltratado na cadeia, não querem que seja alvo de penas mais duras, tudo o que se faz contra ele é rebatido como água numa capa de chuva. Experimente chamar bandido de bandido que verá como ele se ofende, se recolhe: “me descobriram”.

Não se pode mais ter legítima defesa contra o bandido. Ele ataca com uma velocidade incrível, de sua posição confortável e segura, e usa sua força pra esmagar qualquer tentativa de defesa.

Nada poderia ser mais equivocado do que tentar se defender. É isso que o bandido quer. A vítima se torna o vilão, e rapidamente esse novo vilão é posto no banco dos réus. Isso é o que aconteceria a nós se todos nos conscientizássemos da natureza do bandido, e se não tivéssemos coragem de chegar às seguintes conclusões:

1. Não se pode combater o bandido por meios positivos. Ele é negativo, e essa negatividade precisa ser eliminada da sociedade brasileira, ou vai corrompê-la sempre.

2. Não se discute o problema dos bandidos com bandido.

3. Não se dá a bandido os meios que se dá a um oponente honesto, pois o bandido não tem honra. Ele vai usar direitos humanos apenas em benefício próprio.

4. Bandido não tem nada a dizer sobre a democracia brasileira. Ele não é democrático, goza dos privilégios de um convidado a essa democracia, privilégios dos quais ele sempre abusa.

5. Com bandido, ou você é contra ou é a favor. Quem defende bandido fere outros cidadãos de bem. Opor-se ao bandido é uma questão de higiene.

Agora, vejam a tal “tacada de mestre” (ao menos, é isso que ele acha), com a qual ele tenta vencer o debate a favor dos esquerdistas que priorizam os marginais em detrimento dos civis:

Tenho duas notícias, que serão boas ou ruins a depender de você ter concordado com o texto acima.

1) O texto não é meu. O autor é Joseph Goebbels, chefe da propaganda nazista durante o regime de Hitler. O título é “O Judeu”. Eu só troquei “o judeu” por “o bandido”, troquei Alemanha por Brasil e fiz outras pequenas modificações para refletir expressões idiomáticas mais modernas. E também encurtei o texto. Pode conferir com o texto original traduzido para o inglês aqui: http://www.calvin.edu/academic/cas/gpa/angrif03.htm

2) Eu não concordo com o texto. E estou publicando outro texto amanhã, no Diário da Manhã, detalhando o que acho de errado tanto no que Goebbels disse quanto no que ele disse através dessa tradução minha trocando todas as acusações contra judeus para acusações contra “bandidos”.

E quero convidar todo mundo, tanto quem ficou surpreso negativamente por eu publicar coisa tão horrível, quanto quem concordou com o texto e ficou surpreso no final, para ler o que eu tenho a dizer.

O nível de chantagem emocional atinge a estratosfera, e é hora de desvencilharmos os embustes.

Para começar, o texto escrito por Goebbels vai na mesma linha do conteúdo marxista (que Eli Vieira adora) feito contra os “burgueses”. Ou do conteúdo neo-ateu feito contra os religiosos. E, em todas essas instâncias, é um discurso extremamente imoral, pois trata cidadãos como criminosos. Assim, Eli projeta nos outros aquilo que ele pratica.

Entretanto, os cinco pontos apontados por Goebbels, aplicados de forma imoral contra os judeus, são justificados (em parte) se aplicados contra criminosos.

Vejamos:

1. Não se pode combater o bandido por meios positivos. Ele é negativo, e essa negatividade precisa ser eliminada da sociedade brasileira, ou vai corrompê-la sempre.

Se a eliminação implica em uma prisão, que vai manter o criminoso longe da sociedade por um bom tempo, isso é mais do que justificado. Novamente, aquilo que não deve ser feito contra judeus, cristãos ou “burgueses”, deve ser feito, é claro, contra criminosos, para defender pessoas inocentes de qualquer tipo, rico ou pobre, ateu ou religioso, etc.

2. Não se discute o problema dos bandidos com bandido. 

Diante de um criminoso apontando uma arma para você, não há “discussão dialética”.

3. Não se dá a bandido os meios que se dá a um oponente honesto, pois o bandido não tem honra. Ele vai usar direitos humanos apenas em benefício próprio.

Isso também é um fato, haja vista os vários casos de criminosos presos, morrendo de rir dizer dizendo que “a lei os protege”, e que ainda vão voltar às ruas para cometer mais crimes.

4. Bandido não tem nada a dizer sobre a democracia brasileira. Ele não é democrático, goza dos privilégios de um convidado a essa democracia, privilégios dos quais ele sempre abusa.

Novamente, temos apenas a constatação dos fatos. Hoje em dia, o criminoso violento tem o monopólio do autoritarismo, e, enquanto empunha sua arma, pode decidir o que fazer com sua vítima. Ele não pensa em “democracia” neste momento…

5. Com bandido, ou você é contra ou é a favor. Quem defende bandido fere outros cidadãos de bem. Opor-se ao bandido é uma questão de higiene.

Eu não usaria o termo “higiene” mas sim “caridade com as vítimas”. A defesa do bandido é um direito da democracia, mas devemos priorizar as suas vítimas sempre. Em muitos casos, a defesa exacerbada dos criminosos viola o direito das vítimas. E isso é uma questão facilmente fechada a favor da priorização da defesa das vítimas, tanto na esfera lógica quanto moral.

O que podemos dizer do texto de Goebbels então?

Primeiro: é extremamente imoral o fato dele ter tratado judeus da mesma forma que se trata criminosos, pois todos os cidadãos, judeus, cristãos, islâmicos ou ateus, devem ser defendidos dos criminosos. Quase tudo que Goebbels disse se aplica a criminosos, e o erro moral (gravíssimo) é ter tratado os judeus dessa forma.

Segundo: também é extremamente imoral ver que da mesma forma que Goebbels tratou os judeus como criminosos, os neo-ateus fazem a mesma coisa com religiosos, e os marxistas com seus opositores. Esse é um problema moral que afeta tanto os nazistas, como os neo-ateus e a marxistas como Eli Vieira.

Terceiro: quando aplicamos o texto da forma que os bandidos visualiza suas vítimas, a coisa fica ainda pior para Eli Vieira:

O Cidadão de Bem

Tudo pode ser discutido abertamente no Brasil, e todo brasileiro tem direito à opinião em toda e qualquer questão. Um é católico, outro evangélico, um é trabalhador, outro é patrão, um é capitalista, outro é socialista. Não tem nada de vergonhoso em escolher um lado ou outro numa questão. O debate é público e onde as coisas não são claras ou são confusas, resolve-se pelo argumento e contra-argumento. Mas há um problema que não é discutido publicamente, que é delicado até de se mencionar: o problema dos cidadãos de bem. É tabu na nossa democracia.

O cidadão de bem é protegido de tudo: não querem que seja vítima de crimes, não querem que seja alvo de estupros ou sequestros, tudo o que se faz contra ele é rebatido como água numa capa de chuva. Experimente chamar cidadão de bem de “cidadão de bem” que verá como ele se ofende, se recolhe: “me descobriram”.

Não se pode mais ter legítima defesa contra o cidadão de bem. Ele nos ataca e nos transforma em “vítimas da sociedade” com uma velocidade incrível, de sua posição confortável e segura, e usa sua força pra esmagar qualquer tentativa de defesa, com seu crime de ostentação. (inspired by Sakamoto)

Nada poderia ser mais equivocado do que tentar se defender. É isso que o cidadão de bem quer. Nós, as vítimas, nos tornamos os vilões, e rapidamente esses novos vilões são postos no banco dos réus. Isso é o que aconteceria a nós se todos nos conscientizássemos da natureza do cidadão de bem, e se não tivéssemos coragem de chegar às seguintes conclusões:

1. Não se pode combater o cidadão de bem por meios positivos. Ele é negativo, e essa negatividade precisa ser eliminada da sociedade brasileira, ou vai corrompê-la sempre.

2. Não se discute o problema dos cidadãos de bem contra cidadãos de bem.

3. Não se dá a cidadãos de bem os meios que se dá a um oponente honesto, pois o cidadão de bem não tem honra. Ele vai usar direitos humanos apenas em benefício próprio.

4. Cidadão de bem não tem nada a dizer sobre a democracia brasileira. Ele não é democrático, goza dos privilégios de um convidado a essa democracia, privilégios dos quais ele sempre abusa.

5. Com cidadão de bem, ou você é contra ou é a favor. Quem defende cidadãos de bem fere os revolucionários. Opor-se ao cidadão de bem é uma questão de higiene.

Alias, se trocarmos “cidadão de bem” por “classe média” temos o discurso de Marilena Chauí contra a classe média, veja só:

Aí está a grande falha de caráter de esquerdistas como Sakamoto, Goebbels, Chauí, Marx e Vieira. Eles tratam os seguintes grupos (classe média, “burgueses”, religiosos, judeus) como os criminosos deveriam ser tratados.

Essa é a grande falha moral deles: não conseguir diferenciar moralmente um criminoso violento de um cidadão de bem (seja ele judeu, ateu, pobre, rico, etc.). Em outras palavras, todo e qualquer esquerdista, seja ele um nazista, marxista ou fascista, dá ao cidadão honesto (que não esteja ao seu lado) o mesmo tratamento que é lícito darmos apenas a criminosos.

Sem querer, Eli Vieira mostra-se um sucessor de Goebbels.

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30 COMMENTS

  1. É uma comparação estranha essa do Eli, de uma etnia, uma raça, com um termo dado a quem pratica crimes. No caso, ideal, logicamente, ele, Eli, compara um judeu de fato (não suposto, confundido) com um bandido de fato, ficou bizarro e diria, tremendamente preconceituoso.

    • “É uma comparação estranha essa do Eli”

      Não nos é estranha, porque sabemos que ela faz esse tipo de coisa propositalmente. Se sakamoto é o exemplo perfeito do uso constante de fraudes em uma verborragia delirantemente espiralizada, Eli vieria é o exemplo mais apropriado de que Neo ateus são completas abominações morais elevados a grandeza da psicopatia aguda — eli vieira é atualmente um dos maiores adpetos de doutrinas presentes na maiores ideologias assassinas do mundo:

      – A desumanização do ser humano, em uma aplicação nefasta do darwinismo que considera humanos descartáveis do ponto de vista biológico ou produtivo. E o faz através de argumentações pró abortistas.

      – E uma falsa igualdade IMPOSTA, que visa tornar legítima ações violentas e extremas contra àqueles que ideologicamente são definidos como o “opressor” — apenas lembrando que o Nazismo se deu com tal eficiência, pois conseguiu através da definição de um “opressor” (judeus), legitimar a violência contra os mesmos.

      Goebbels Trocou a palavra ‘bandidos’, por ‘judeus’.
      Eli vieria inverteu Goebbels e quer trocar a palvra ‘cidadão de bem’ por ‘bandido’.

      Na ótica doentia e demente de Eli Vieria:
      “Os bandisos somos nozes”.

  2. Eli Viado é um sujeito com graves deformações morais e mentais. Já foi tão humilhado por você e pelo Flavio Morgenstern que deve chorar no banheiro até hoje.

  3. Luciano, gostaria de te fazer uma pergunta bastante sincera, e que pode ajudar a me aperfeiçoar nos meus estudos: Como você criou estomago para isso tudo? A sua habilidade em obeservar esquerdistas com a mesma frieza de um ciêntista é simplesmente formidavel.

    • Olá Yago,

      Eu acabei criando estômago para tudo isso por que ver de meu background como investigador de fraudes corporativas. Grande parte do trabalho, com foco em engenharia social, é preparar as pessoas a se livrar destes embustes. Ainda hoje, atuando em gestão de TI, eu lembro dos velhos tempos.

      Esse post explica um pouco desta perspectiva:

      http://lucianoayan.com/2014/02/01/a-licao-numero-1-da-politica/

      Digamos que meu foco é trazer o expertise dos investigadores de fraudes de TI para o debate público. 😉

      Abs,

      LH

      • Hey Luciano.

        Forget about C/C++ language and try D language.

        From Mr. Walter Bright ( http://digitalmars.com )

        Ai Luciano se você é um profissional de engenharia se software, acredito que você irá apreciar esta nova linguagem (linguagem D) projetada para ser uma evolução tecnológica de software em relação à linguagem C/C++ e voltada primariamente para engenharia e desenvolvimento de sistemas (engenharia de software, sistemas operacionais, interfaces de rede-networking, interfaces gráficas, drivers em geral etc.), sendo também uma linguagem que introduz o inovador conceito de multi-paradigmas (OOP, Procedural, Script etc.), não obstante podendo ser usada também para desenvolvimento de aplicativos complexos.

        O Walter Bright era engenheiro aeronáutico, mas adquiriu o vírus da computação e tornou-se um dos maiores engenheiros desenvolvedores de compiladores C/C++ na área da ciência da computação (também é fornecedor de compiladores C/C++ para a Microsoft).

        Vai ai alguns links da D-Language para sua apreciação:

        http://digitalmars.com/
        http://dlang.org/
        http://www.dprogramming.com/
        http://dsource.org/
        http://www.prowiki.org/wiki4d/wiki.cgi?FrontPage
        http://www.prowiki.org/wiki4d/wiki.cgi?AllLibraries
        http://www.prowiki.org/wiki4d/wiki.cgi?AvailableGuiLibraries

        Os compiladores da linguagem D estão disponíveis no site da Digital Mars, empresa do Walter Bright, para download e uso gratuito em todas as plataformas: Unix-FreeBSD, Unix-Linux, Unix-Apple-OSx e também para aquele sisteminha sem vergonha de qualidade inferior (como bem dizia o Steve Jobs) o tal eletrodoméstico Microsoft-Windows.

        Vai abaixo um exemplo simples e introdutório mostrando semelhanças estruturais, sintáticas e semânticas com o C/C++, e algumas evoluções estruturais específicas da nova linguagem. Os links acima lhe darão as especificações técnicas necessárias.

        // ($ax$) (axhello.d) (module ax.axhello)

        import std.stdio;
        import std.cstream;
        import std.conv;

        void main(string[] args)
        {
        // Primus part – Hello World.
        writeln(“Hello World!”);
        writefln(“args.length = %s”, args.length);
        foreach (int index, string arg; args) {
        writefln(“args[%s] = ‘%s'”, index, arg);
        }
        writeln();

        /* foreach (index, arg; args) {
        * writeln(“args[“, index, “] = ‘”, arg, “‘”);
        * }
        */

        // writeln(“Welcome to my D.Program!”);
        displayDataTypes();

        // computeHeights();
        // waitEnter();
        // displayResult(askInt() + askInt());
        }

        // Print out information about data types.
        void displayDataTypes()
        {
        // Print out information about integer types.
        writefln(” bool stringof:(%6s) sizeof:(%d):(%d) min..max:(%d..%d):(%s..%s)\n”,
        bool.stringof, bool.sizeof, (bool.sizeof * 8), bool.min, bool.max, bool.min, bool.max);
        writefln(” byte stringof:(%6s) sizeof:(%d):(%d) min..max:(%d..%d)”,
        byte.stringof, byte.sizeof, (byte.sizeof * 8), byte.min, byte.max);
        writefln(” ubyte stringof:(%6s) sizeof:(%d):(%d) min..max:(%d..%d)\n”,
        ubyte.stringof, ubyte.sizeof, (ubyte.sizeof * 8), ubyte.min, ubyte.max);
        writefln(” short stringof:(%6s) sizeof:(%d):(%d) min..max:(%d..%d)”,
        short.stringof, short.sizeof, (short.sizeof * 8), short.min, short.max);
        writefln(” ushort stringof:(%6s) sizeof:(%d):(%d) min..max:(%d..%d)\n”,
        ushort.stringof, ushort.sizeof, (ushort.sizeof * 8), ushort.min, ushort.max);
        writefln(” int stringof:(%6s) sizeof:(%d):(%d) min..max:(%d..%d)”,
        int.stringof, int.sizeof, (int.sizeof * 8), int.min, int.max);
        writefln(” uint stringof:(%6s) sizeof:(%d):(%d) min..max:(%d..%d)\n”,
        uint.stringof, uint.sizeof, (uint.sizeof * 8), uint.min, uint.max);
        writefln(” long stringof:(%6s) sizeof:(%d):(%d) min..max:(%d..%d)”,
        long.stringof, long.sizeof, (long.sizeof * 8), long.min, long.max);
        writefln(” ulong stringof:(%6s) sizeof:(%d):(%d) min..max:(%d..%d)\n”,
        ulong.stringof, ulong.sizeof, (ulong.sizeof * 8), ulong.min, ulong.max);

        // Show information about size_t type.
        writefln(” size_t stringof:(%6s) sizeof:(%d):(%d) min..max:(%d..%d)\n”,
        size_t.stringof, size_t.sizeof, (size_t.sizeof * 8), size_t.min, size_t.max);

        // Show information about floating-point types.
        // writefln(“(%d) float\t(%d) double\t(%d) real\n”, float.sizeof, double.sizeof, real.sizeof);
        writefln(” float stringof:(%6s) sizeof:(%d):(%d)”,
        float.stringof, float.sizeof, (float.sizeof * 8));
        writefln(” double stringof:(%6s) sizeof:(%d):(%d)”,
        double.stringof, double.sizeof, (double.sizeof * 8));
        writefln(” real stringof:(%6s) sizeof:(%d):(%d)\n”,
        real.stringof, real.sizeof, (real.sizeof * 8));

        // Show information about character types.
        // writefln(“(%d) char\t(%d) wchar\t(%d) dchar”, char.sizeof, wchar.sizeof, dchar.sizeof);
        writefln(” char stringof:(%6s) sizeof:(%d):(%d)”,
        char.stringof, char.sizeof, (char.sizeof * 8));
        writefln(” wchar stringof:(%6s) sizeof:(%d):(%d)”,
        wchar.stringof, wchar.sizeof, (wchar.sizeof * 8));
        writefln(” dchar stringof:(%6s) sizeof:(%d):(%d)\n”,
        dchar.stringof, dchar.sizeof, (dchar.sizeof * 8));
        }

        /* Compute heights from feets’inches” to centimeters.
        * Compute heights in centimeters, for a range
        * of heights expressed in feets and inches.
        */
        void computeHeights()
        {
        // Values unlikely to change soon.
        immutable int inchPerFoot = 12;
        // immutable inchPerFoot = 12;
        immutable double cmPerInch = 2.54;
        // immutable cmPerInch = 2.54;
        // Loop’n write.
        writeln(“Display Feets’Inches” to Centimeters.”);
        foreach (int feet; 0..2) {
        // foreach (feet; 0..2) {
        foreach (double inches; 0..inchPerFoot) {
        // foreach (inches; 0..inchPerFoot) {
        writefln(“%s’%s”\t%s”, feet, inches, (((feet * inchPerFoot) + inches) * cmPerInch));
        }
        }
        }

        // Wait for user to press enter.
        void waitEnter()
        {
        write(“Press enter to continue…”);
        din.readLine();
        }

        // Display result.
        void displayResult(int result)
        {
        writefln(“The answer is %d”, result);
        }

        // Ask for an integer from user and return it.
        int askInt()
        {
        char[] line;
        int num;
        write(“Enter an integer: “);
        line = din.readLine();
        num = std.conv.to!int(line);
        // num = to!int(line);
        return num;
        }

        Abraços.

      • Atenção!

        O sistema editor de comentários do seu blog (serviço da WordPress) eliminou a indentação do código fonte do programa que eu forneci como exemplo, portanto compense a des-identação (hehehe) interpretando o código com sua experiência e habilidade profissional.

        Eu sei que fica esquisito e chato analisar o código fonte desse jeito, mas não foi intencional.

        Abraços.

  4. Dando aquela vasculhada pelo que a mídia publicou sobre outros assuntos, eis que vejo esta notícia sobre gays andando em grupo com medo de serem atacados, algo completado por este vídeo que segue abaixo:

    http://www.youtube.com/watch?v=h00ITx9ULY0

    No caso da matéria da Folha e aqui perguntando sobre o comportamento dos entrevistados, vou questionar o quanto desse receio deles é real e o quanto disso foi insuflado por militantes gays dizendo que haveria um homofóbico em cada esquina. Não esqueçamos que o rapaz morto na rua Herculano de Freitas a pontapés e golpes de skate foi vítima de uma gangue que, ao menos por ora, parece assaltar homossexuais porque há grande número deles no Baixo Augusta e o uso de skates permite um bom disfarce e ocultação na praça Roosevelt:

    http://www.youtube.com/watch?v=86pcLu0YvUw

    Fica a dúvida sobre se essa gangue só assalta mesmo homossexuais ou se o fez também com heterossexuais que porventura estivessem passando por ruas daquelas imediações que estivessem ermas, como o caso da Herculano de Freitas. Por que digo isso? Pelo óbvio fato de que a Augusta fica segura o suficiente à noite por toda a sua extensão ter gente, Ainda voltando ao vídeo intitulado “Cruzada Homofóbica”, eis que vou falar sobre o depoimento de Juliano Polidoro, que pode ser visto a partir desta marca e que tem as seguintes palavras:

    A umas três, quatro quadras da Paulista eu estava andando sozinho, ouvindo música, mas enfim, estava superatento. E encontrei esse cara. Em um primeiro momento ele tentou me derrubar. Aí eu só respondi: eu temo muito pelo que você pode fazer com outra pessoa como eu daqui a algum tempo, quando a rua estiver deserta. E isso foi suficiente para que ele corresse até mim, eu já estava de costas, andando, caminhando para a Paulista e ele me perseguiu e derrubou.

    Por que negritei algumas coisas? Primeiramente pelo fato de que o mesmo sem notar expôs-se a um perigo que poderia atingir também um heterossexual. Ele não falou a rua em que se encontrava, mas vou supor que seja a parte alta da Frei Caneca, que é bem erma (poderia também ser a parte da Haddock Lobo ou mesmo o circuito gay do lado dos Jardins, que também está perto da Paulista e é facilmente acessível a pé). Logo, vou subentender que ele andou por lugares paulistanos que são perigosos para qualquer um, independente da sexualidade. Se ele estava ouvindo música, logo ele não estava totalmente atento, uma vez que sua audição não estava totalmente liberada para ouvir com mais distância a aproximação do tipinho em questão. O outro erro foi o de dar as costas para o oponente, o que significa dar de presente um ponto cego daqueles para si próprio sem que se tenha como saber de onde vem o golpe.
    Pode ser que o tal agressor de fato seja um skinhead da vida, mas também pode ser um assaltante comum. E assaltantes, como sabemos, dirigem termos derrogatórios a suas vítimas para aumentar o terror do momento. Logo, é bem possível que ele o tenha chamado de algum termo derrogatório relacionado à homossexualidade como forma de aumentar o terror, assim como chamaria outro cara de “playboy” (mesmo que o cara seja mauricinho porque trabalhou duro para chegar a tal ponto). E, pelo que ele diz, a rua em questão não estava assim tão deserta, o que significa que ele pode não ter concretizado o todo que queria por haver testemunhas próximas. Que se observe aqui que estou fazendo uma série de suposições. E aí vamos para a primeira intervenção do Jean:

    É claro que a população como um todo está vulnerável aos crimes urbanos, o que a gente chama de violência urbana: assalto, sequestro-relâmpago, mas a população LGBT está vulnerável a um outro crime. Além de ela estar vulnerável a esse crime mais genérico, essa violência mais genérica urbana, ela está mais vulnerável a uma violência específica, de motivação homofóbica, que se abate sobre ela porque ela é quem é.

    Imagino eu que você tenha observado o quanto que o Jean Wyllys está elaborando mais seus discursos após o tanto de desmoralização que já teve. Vamos aqui ficar pensando sobre como ficaria o cargo dele caso cessassem por completo todas e quaisquer agressões a homossexuais (incluindo aquelas que teriam por motivação exclusiva a sexualidade deles). Possivelmente ele não teria como surfar qualquer onda e nós ficaríamos nos perguntando sobre se na prática ele não depende dessas 200 a 300 mortes violentas por ano (e cuja maioria é causada por fatores que podem atingir também heterossexuais, como latrocínio, homicídio simples, homicídio passional, bala perdida e outras). Também ele ficaria desmoralizado caso grandes massas de homossexuais acabassem aprendendo muay-thai, krav-magá ou mesmo fizessem como fazem os travestis, que sentam a porrada em quem folga com eles (e por vezes não precisa folgar muito):

    http://www.youtube.com/watch?v=RaE_QbEQZUM

    http://www.youtube.com/watch?v=-JQmv1dwTJU

    http://www.youtube.com/watch?v=0mE7Ryp9g1Y

    http://www.youtube.com/watch?v=kvTGuqHq-iQ

    E aí prosseguimos no vídeo da Folha com a fala de Vitor Angelo, responsável pelo Blogay, hospedado no UOL:

    As agressões… elas surgem para dar um recado: vocês, diferentes, bizarros, LGBT, sigla do caralho que for, fiquem dentro de casa, voltem pro armário, não saiam, não expressem seu desejo, não amem…

    Quem já passou pela Frei Caneca ou pela Augusta sabe que nas partes mais movimentadas não há qualquer problema e isso inibe violência de qualquer tipo, independente de para quem é dirigida. Os casos que temos visto costumam ser em lugares ermos, vide a lampadada na Paulista, dada em uma hora em que o sol nasce e a referida avenida está bem vazia, uma vez que seu perfil comercial é mais para durante a semana em vez de no fim dela (até por não ter muitas atrações noturnas). O mesmo de lugar ermo aplica-se ao lamentável latrocínio da rua Herculano de Freitas. E aí vamos para o depoimento de Junior de Almeida, logo a seguir de Vitor:

    Eu acho pré-histórico, tipo triste mesmo.

    E disso ninguém discorda nem um pouco, assim como consideramos pré-histórico que outros agressores se sintam tão livres assim para fazer o que fazem com gente como Berta Loran e outros idosos que se sentem cerceados de fazer sua rotina normal e sequer imaginem que poderia ser algo que alguém fizesse com as avós desses agressores. Porém, não notaram o tal lance de que o marxismo-humanismo-neoateísmo depende muito de a violência estar generalizada para que MHNs possam surgir como salvadores da pátria. E aí vamos para o depoimento de Marcel Motobu:

    É muito machismo. As crianças ainda nos dias de hoje ainda são criadas assim, dessa forma.

    Negritei inteiro porque, como podem observar, esse cara pode estar propagando gramscismo inconscientemente. O termo “machismo”, como sabemos, é palavra-ônibus para MHNs atribuírem o significado que quiserem (conforme ensinou Derrida). No caso do rapaz em questão, ele está propagando o significado que seria mais corrente na sociedade, mas não atentando para o fato que homens são ensinados a defender os mais fracos, caso o termo em questão esteja sendo usado para definir uma criação tradicional. E, claro, o mesmo caiu na esparrela de que seres humanos seriam moldáveis como massinha. Porém, como já disse antes, não acho que ele esteja falando isso consciente de que usa gramscismo. Logo, estaria como a maioria das pessoas ao redor que usam certos pensamentos sem saber de onde vieram e qual o objetivo disso. E vamos para o depoimento de Cizi Cardoso:

    As pessoas pegam: “ah, o viadinho”, “ah, a sapatão do caralho”.

    Aqui novamente caímos na propagação inconsciente de gramscismo e o uso que gramscistas fazem do medo natural da população para avançar suas agendas. No caso, fica aquele lance de dizer que um determinado termo ou discurso seria obrigatoriamente gerador de violência física (e aqui derridamos novamente). Por que digo isso? Porque os próprios homossexuais chamam-se entre si de “viado”, “bicha”, “sapatão”, “sapa” e outros termos. Claro que aqui, a exemplo de qualquer outra coisa, há o tipo de entonação que permite saber o contexto em que se está dizendo aquilo, bem como também fica aquele lance de que se eles assim se referem entre eles e isso não é gerador de violência, podemos entender que também é possível que um heterossexual use tais termos sem significar que isso vá obrigatoriamente derivar em violência física ou subtração de vidas. E aqui inclusive ficaria aquele discurso de que, se um homofóbico na realidade é homossexual enrustido, logo o heterossexual nada teria a ver com essa história e fica isento. Aqui, como se pode observar, acabei usando duas situações típicas de gramscista para falar mal da sociedade que os cerca para bloquear o próprio gramscismo. E eis que Vitor Angelo volta a falar:

    Sempre se bateu no viadinho da escola, sempre se fez o bullying…

    Assim como sempre se bateu no gordinho, no que usa óculos, no tímido, bem como meninas fazem fofoca de outra e são capazes de gerar má fama em uma menina comportadinha, entre outras tantas coisas. Logo, se não combatem isso na escola, vou suspeitar que muito diretor quer justificar o cargo e usar aquele rousseaunismo adaptado para idades menores e falar que crianças são poços de inocência e pureza. Quem perde com isso é a criança vítima disso, além do adolescente, que se for alvo preferencial irá crescer traumatizado. Logo, há algo em comum entre o viadinho e os heterossexuaizinhos que sejam vítimas de valentões de colégio. Logo, caso se combata toda forma de agressão escolar independente de qual seja, o viadinho acaba sendo beneficiado tanto quanto o heterossexualzinho.
    E voltamos a Jean:

    Nós temos aí também em setores mais esclarecidos, inclusive no Estado e na própria estrutura do Estado, a permanência desses preconceitos. As delegacias, por exemplo, que investigam os crimes contra homossexuais quase sempre não tipificam esse crime como motivado por homofobia.

    Observe que em uma única fala ele resolveu dar uma indireta em Marco Feliciano e Jair Bolsonaro, bem como resolveu falar da história de delegacias. Porém, não foi no ano passado que tivemos casos como este e este outro? No início usaram a história de homofobia por envolver gays, mas depois viu-se que não haveria como ser isso porque um foi assassinado por homossexuais após uma relação sexual na praia de Gaibu e outro, agredido dentro de uma boate gay. E aqui caímos no que todo mundo sabe: em todos os setores da população temos gente boa, gente má, gente pacífica, gente porradeira, gente de bem e criminoso. E voltamos ao Polidoro:

    Eu denuncio ou não denuncio?

    Essa pergunta poderia ser feita pelo(a) brasileiro(a) heterossexual que porventura foi roubado e verá seu BO ser feito de má vontade pelo delegado, assim como o homem heterossexual que porventura foi vítima de estupro e teme que o delegado faça troça da grave situação de que foi vítima (não esqueçamos que finalmente a lei de estupro foi mudada para permitir que um homem possa ser vítima passiva disso). Também podemos perguntar se aquele que testemunha corrupção ocorrendo a seu lado também não está desestimulado a denunciar quando vê o destino triste de um Eriberto França ao seguir gramando duro para continuar se sustentando enquanto o Collor é senador da base governista e outras tantas contínuas desesperanças que o Brasil fornece a seus habitantes locais diariamente. E voltamos a Vitor:

    Você viu um ataque? Denuncie! Você sofreu um ataque? Denuncie!

    E aqui caímos naquela outra desesperança do Brasil: o terceiro que, solidário à vítima, pode acabar se ferrando justamente por ter sido solidário. Logo, acaba só mesmo ficando válida a parte do “você sofreu um ataque?”. E vamos às ruas de novo:

    A gente tem que canalizar essa força que a gente tem. A gente é gay, a gente é talentoso, a gente trabalha, a gente tá ganhando dinheiro, a gente está formando o país e a gente está sendo influente.

    E aqui ninguém duvida mesmo. Porém, que o gay comum veja para onde está sendo orientado e qual o interesse dos gramscistas neles, ainda mais pensando que regimes marxistas do passado usaram gays de massa de manobra para depois dizerem que eles eram um “desvio burguês”, segundo as palavras do próprio Marx, e mandá-los para a Sibéria ou para campos de reeducação. Nesse ponto, faz muito mais pelos gays aquele gay que cria o próprio negócio e se firma pelo poder financeiro e pelos prêmios que ganha, bem como o gay que emprega gays que sejam talentosos, isso sem falar do próprio empresário que se esforça para que seu próprio estabelecimento gay recepcione os frequentadores da melhor forma possível. Como é muito normal que estabelecimentos especializados acabem ficando um próximo do outro (como ocorre na São Paulo que tem ruas para noivas, lustres e outras coisas), esses empresários acabam por se tornar grandes conhecedores de seu entorno e capazes de pleitear segurança para seus negócios com conhecimento de causa, isso sem falar da natural comunicação direta entre os seguranças desses estabelecimentos tanto entre si quanto com a polícia. E voltemos para a Cizi:

    A gente sempre tenta manter a disciplina, vamos falar assim, porque eu acho que mais ignorante é aquele que discute com outro ignorante.

    Outra coisa com a qual concordamos totalmente, isso sem falar que a tendência natural para que a paz ocorra é a de se caminhar rumo à ordem, pois quando a coisa está bagunçada é o momento em que fica mais propenso de o caos aumentar. E voltemos ao depoimento de Marcel e seu parceiro:

    Eu acho que postura vale muito…

    É postura, mas acho que…

    Não que eles, essas outras pessoas merecessem, não é isso que eu quero dizer

    Observe-se aqui algo importante: em que pese multiplicação inconsciente de gramscismo, o mesmo Marcel demonstra ter conhecimento de vitimologia, o que significa saber que há certos procedimentos que podem concorrer para que alguém fique mais ou menos propenso a algo. Pensemos aqui em alguém que anda com um Rolex no meio da Cracolândia, por exemplo. E Cizi está de volta:

    Geralmente a gente vem de carro, mas quando a gente não vem de carro, se encontra no metrô, que é um lugar que está sempre bem movimentado, digamos assim, e a gente vem todo mundo junto. De madrugada a gente sempre tenta sair junto também pra não correr o risco de acontecer nada.

    Aqui novamente demonstração de conhecimento de procedimentos de segurança que heterossexuais fariam da mesmíssima maneira, como comprovam as estações de metrô sempre cheias à noite nas imediações da Augusta. Pulemos agora para o depoimento de Renato Santos:

    Apesar de parecer pintoso, mas a gente tem que andar normal na rua, não tão afetado…

    Aqui também ficamos naquela história de o quanto isso pode ser consequência de insuflarem crenças dentro do “mundinho”, pois evocarei o exemplo dos travestis anteriormente citados, que não só têm os trejeitos como também a aparência dizendo tudo. Observe-se aqui que pode ser que os agressores estejam mirando mais quem porventura demonstre alguma fraqueza qualquer e esteja em uma situação de exposição ao perigo. Pode ocorrer de alguém agredir alguém por seus trejeitos? Pode, mas aqui poderíamos perguntar se os mesmos skinheads não poderiam, por exemplo, agredir nordestinos que estivessem em situação de alta desvantagem numérica, por exemplo. E observe-se que só peguei skinheads por esse ser um exemplo clássico de gente que agride os outros por aquilo que são. E novamente aparece o Jean:

    O Estado deveria garantir isso a elas, o direito de ir e vir, o direito à cidade. Ninguém pode pedir a um jovem gay que em vez de cabelo moicano ele use um cabelo raspadinho.

    Héteros também adorariam ir a um bom samba em uma favela qualquer, mas sabem que nessa favela qualquer podem ser vítimas de algo. Logo, estamos naquela situação de o direito de ir e vir e à cidade estar cerceado independente da sexualidade. O mesmo se aplica ao morador de periferia que esteja sob toque de recolher de traficante. Logo, novamente caímos na história de que policiamento ostensivo e abundante acaba reduzindo crimes de todos os tipos, não sendo necessário que se use forças exclusivamente para um só setor da sociedade. E volta o Vitor:

    Há órgãos legais, o estado de São Paulo tem uma lei anti-homofobia, mas tenha (nota: pode ser “tem”, ficou difícil entender esse trecho pelo áudio) uma delegacia atuante.

    Será que se só a delegacia fosse atuante e a lei comum sendo aplicada corretamente (aqui com o agravante de motivo fútil para agredir ou matar alguém por causa de sua sexualidade, algo previsto pelo Código Penal do jeito que conhecemos) não teríamos algo melhor do que promulgar uma lei tão específica? Prossigamos para o depoimento de Helio Schwartsman, que aqui já foi descascado anteriormente:

    É claro que esse movimento tá cheio de ruído, não é uma coisa que vai em uma linha reta sempre melhorando e tal. Então tem retrocesso: se você olhar em um detalhe vai ter retrocesso em várias partes do mundo, vai ter avanços em outras. Aí você tem por exemplo o caso da Rússia, que agora acabou de aprovar uma legislação bastante retrógrada nesse sentido, ou Uganda, pior ainda, que prevê a pena de morte para homossexuais…

    Aqui vemos aquela frustração de o avanço dos tempos não corresponder a uma melhoria, o que obviamente faz com que a teoria não corresponda aos fatos. E já que ele falou de Rússia, que se veja o vídeo desta postagem do Blogay e se pergunte se no Brasil temos coisa desse tipo ou mesmo se há algo parecido com Uganda por aqui. Acho que não, ainda mais pensando que este é o país que abraçou Clodovil, Rogéria e tantos outros. E volta o Polidoro:

    Eu acho que essas reações mais exacerbadas, em geral, eu consigo ver uma correlação entre o fato da população LGBT ultimamente estar ganhando mais reconhecimento e mais direitos, inclusive, e você estar tendo uma reação, inclusive de agressão física, eu acho que existe uma correlação entre as duas coisas. Eu acho que conforme a gente tem conquistas, existe uma reação razoavelmente proporcional.

    Aqui vou acreditar em propagação inconsciente de gramscismo. Observe-se que o cara, que outros poderão pesquisar para ver quem é mas não farei na hora em que escrevo isto, fala de “mais direitos” e perguntaremos se ele não está prestando atenção que a condução marxista cultural da coisa acaba dividindo a sociedade e gerando ódio onde não existia. Por que o heterossexual teria de ser preventivamente punido para que o homossexual tenha seus direitos respeitados? Vou também considerar que, além de propagação inconsciente de gramscismo, ele esteja falando isso tomado por forte emoção de relembrar a situação de que foi vítima, algo compreensível.

  5. Que truquezinho barato o deste sujeito! Devolvo, mas sem truque, o programa de governo nazista que poderia, esse sim, ser colocado em uma cartilha pelo PT, PSOL, etc, sem alterar uma vírgula!
    Quer dizer que todo judeu é bandido, seu vigarista? Como diria Raul Seixas, “Tente outra Vez”!

  6. Luciano Ayan, esse parágrafo do seu texto é um argumento matador contra as falácias contra essa turminha canalha que defende bandido em detrimento do cidadão de bem:

    Essa é a grande falha moral deles: não conseguir diferenciar moralmente um criminoso violento de um cidadão de bem (seja ele judeu, ateu, pobre, rico, etc.). Em outras palavras, todo e qualquer esquerdista, seja ele um nazista, marxista ou fascista, dá ao cidadão honesto (que não esteja ao seu lado) o mesmo tratamento que é lícito darmos apenas a criminosos.

    O truque é sempre tirar do bandido o fato de que ele é um perigo que afeta qualquer cidadão, independentemente que seja rico, pobre, ateu, religioso, gay, heterossexual etc, e transformá-lo numa classe e depois se basear em alguma falácia manjada do tipo que essa classe existe devido ao fato de que ela é explorada por outra economicamente (Marx). Se um bandido qualquer pode ser protegido por esse discurso da vítima, os esquerdistas se aproveitam para esconder suas ações, que são decididas por sua própria moral corrupta, sob esse mesmo discurso e se blindarem tanto quanto os criminosos que eles se defendem.
    Uma coisa que já percebi há um certo tempo é que essa dualidade e constante contradição é característica do pensamento da esquerda e também de pessoas que tem distúrbios mentais. Digo isso porque recentemente li o Manifesto do Partido Comunista e ficou bem claro que Marx se contradizia em muitos pontos. Na parte que ele tenta falar da propriedade privada, por exemplo, ele se contradiz dizendo que é contra a propriedade burguesa, no parágrafo seguinte se enrola que é contra a propriedade privada e diz que é contra a propriedade burguesa se ela é propriedade privada e segue o livro todo dizendo que é contra se for burguês, do contrário ele acaba não se posicionando de forma clara.

  7. Para mim está bastante claro que, como já foi dito, o que Eli Vieira fez, foi comparar Judeus a bandidos, o que é uma verdadeira aberração e merecia um processo da justiça por preconceito.

    Infelizmente herdamos dos Estados Unidos essa cultura de processar as pessoas por tudo, mas como é uma cultura criada, difundida e defendida pelas esquerdas alguém, de vez em quando, deveria dar a eles o remédio que eles gostam tanto de dar aos que deles discordam.

  8. Que truque baixo, se trocar bandidos por “baratas”, e fazer os devidos ajustes dá no mesmo. Quem não sabe que trocando o sujeito pode mudar totalmente o sentido do texto, tornando-o intolerante ou tolerante conforme o sujeito.

  9. Esquerdistas simplesmente odeiam os cidadão de bem, por isso vivem xingando eles de “coxinha”, “conservador”, etc… para demonizar os cidadão de bem.
    Essas palavras “coxinha” e “conservador” por exemplo, nem sequer representam um xingamento, mas são usadas como se fossem, e tem o mesmo efeito dependendo de quem escuta.
    Apenas quem já sabe que o esquerdismo é causador de males à sociedade percebe que quando A xinga B de conservador ou coxinha é porque A é um esquerdista perigoso, ou um idiota útil.
    Mas infelizmente para a maioria das pessoas comuns, dá a impressão de que B é quem está errado.
    E assim vão eles repetindo sem parar essas fraudes intelectuais.
    Por isso sempre que vejo uma fraude em ação eu não argumento, eu posto um link para algum texto explicativo do Luciano.

    Obrigado, Luciano, por tornar mais fácil para todos nós desmascarar esses fraudadores!!!

  10. Deixa eu entender, ele comparou judeus com bandidos? E seguindo a lógica dele, se estava errado com judeus, está errado com bandidos(matadores, assassinos, estupradores)? Meu Deus esse cara e um monstro!

  11. Olá, Luciano. Estou lendo um livro de um jornalista investigando a psicopatia. Tem vários pontos que acho que você vai gostar, como pessoas criando teorias da conspiração influenciado por psicopatas, inclusive dizendo que um a mulher que esteve num atentado em Londres não existia, dizendo que na realidade eram três ou quatro pessoas do governo na internet ( acho que vc vai se identificar). Outro capítulo interessante é como a mídia tem como critério para colocar em pauta a loucura, mas na medida certa, muito louco afugenta expectadores, normal não dá ibope. http://www.amazon.com/The-Psychopath-Test-Journey-Industry/dp/1594488010/ref=pd_sim_b_47. Abçs.

  12. Substituir “judeu” por “bandido” e achar que existe uma equivalência é delinquência, uma abjeção.

    O ódio dessas pessoas não tem fim, a cada dia fico mais impressionado com essa desonestidade intelectual pra ver o circo pegar fogo e legitimar o ódio a pessoas comuns. Estão tentando criminalizar condutas razoáveis, normais.

    Muito bem sacada a substituição por “cidadão de bem” e depois mostar o vídeo da Marilena Chaui, em que ela destila seu ódio pela classe média. Essa expressão – classe média -, sim, pode ser colocado no lugar de judeu no texto de Goebbels.

  13. Burro, burro, burro. Eu nem acreditei quando li. Esse cara deveria continuar quieto, posando de inteligente por causa do diploma, porque nunca deu uma dentro, só fala besteira, é um analfabeto funcional.

  14. Luciano, o que acha disto aqui?

    http://www.revistadehistoria.com.br/secao/artigos/curtindo-uma-violencia

    Um historiador (leia-se “esquerdista”, pois usa argumentos do tipo “como qualquer pessoa que é conscientemente herdeira das tradições ditas iluministas deve saber, a ideia de punição-exemplaridade (que também tem o seu fundo religioso – a vingança divina contra os pecados) foi substituída (nas tradições racionalistas, obviamente) pela constatação de que os seres humanos são animais sociais e culturais e, logicamente, seria mais útil para toda a sociedade que o indivíduo que não está adequado às normas socialmente aceitas deve ser reeducado e utilizado em benefício da própria sociedade”) levanta a tese de que a violência é uma característica inerente à sociedade brasileira (advinda do terrível expansionismo escravagista ibérico), que enxerga a violência como fator estrutural da sociedade da “terra brasilis bananis”.

    Ou seja, ele inverte o argumento esquerdista, mas mantém o mesmo espírito que isenta o bandido de culpa: não é a desigualdade social e a pobreza que geram violência, mas justamente o contrário. A violência é que gera a desigualdade social e a pobreza. Disto decorre que a culpa agora é transmitida a um terceiro, o “dominador português”, que aqui veio dizimar e escravizar, e perpetuou assim uma cultura “pré-iluminista” de violência, na qual não se distingue justiça de vingança.

    E segue todo um texto em linguagem altamente rebuscada. Penso que seria interessante uma análise sua sobre este texto, caso haja interesse e tempo para que você o fizesse.

    Um abraço e parabéns pelo blog!

  15. O truque do Eli é óbvio. Você dá um texto pra uma pessoa ler, pergunta o que ela acha e, se ela disser que concorda com o que está escrito, você revela que o autor se trata de uma pessoa imoral como Goebbels, provando portanto que a sua concordância é uma coisa imoral ou errada. É o que foi feito no caso daqueles políticos que leram textos do fascismo italiano e concordaram. Pode-se até mesmo mudar o sujeito sobre o qual o autor fala. O problema é que não há equivalência moral entre os judeus enquanto grupo étnico e religioso e os bandidos enquanto… bandidos. O primeiro não pode ser considerado culpado de nada por definição, enquanto o segundo o é necessariamente. Comparar um grupo étnico-religioso com sujeitos que resolveram dedicar-se a roubar, matar e estuprar não funciona, é comparar laranjas com bicicletas.

    Se as críticas do povo fossem em direção não a bandidos genericamente, mas a um grupo étnico, religioso ou a uma raça específica, o truque faria sentido. Poder-se-ia comparar o ódio nazista aos judeus a ódio a negros, por exemplo.

    Em outras palavras: condenar judeus por serem judeus é errado, condenar bandidos por serem bandidos é certo. E quem discordar disso é um bandido também.

  16. Luciano, você não vai falar do assassinato do cinegrafista da Bandeirantes? Derramo uma cachoeira de notícias de hoje:

    http://www1.folha.uol.com.br/mundo/2014/02/1409827-milicias-fazem-cerco-contra-cartel-no-mexico.shtml

    http://g1.globo.com/fantastico/noticia/2014/02/nao-podemos-viver-num-mundo-em-que-pessoas-acreditam-na-vinganca-diz-sociologa.html

    http://g1.globo.com/rio-de-janeiro/noticia/2014/02/governo-finaliza-plano-para-coibir-violencia-contra-imprensa-diz-rosario.html

    http://noticias.band.uol.com.br/cidades/noticia/100000663029/nota-oficial-da-band-sobre-a-morte-de-santiago-andrade.html

    http://fernandorodrigues.blogosfera.uol.com.br/2014/02/10/analise-incivilidade-urbana-mostra-coisas-fora-do-lugar-no-brasil/

    http://noticias.uol.com.br/cotidiano/ultimas-noticias/2014/02/10/cinegrafista-ja-ia-embora-de-protesto-quando-foi-atingido-diz-colega.htm

    http://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/2014/02/1410035-dilma-determina-acao-da-pf-para-apurar-morte-de-cinegrafista-no-rio.shtml

    http://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/2014/02/1410043-familia-autoriza-doacao-de-orgaos-de-cinegrafista-morto-em-protesto.shtml

    http://noticias.uol.com.br/cotidiano/ultimas-noticias/2014/02/10/em-carta-filha-de-cinegrafista-morto-diz-que-teve-despedida-mais-linda.htm

    http://noticias.uol.com.br/cotidiano/ultimas-noticias/2014/02/10/morre-cinegrafista-da-band-atingido-por-explosivo-em-protesto-no-rio.htm

    http://g1.globo.com/rio-de-janeiro/noticia/2014/02/cinegrafista-atingido-por-rojao-em-protesto-no-rio-tem-morte-cerebral.html

    http://blogdomariomagalhaes.blogosfera.uol.com.br/2014/02/10/mataram-um-reporter-mataram-um-trabalhador-justica/

    http://josiasdesouza.blogosfera.uol.com.br/2014/02/10/black-blocs-tem-seu-primeiro-feito-um-cadaver/

    http://g1.globo.com/rio-de-janeiro/noticia/2014/02/advogado-da-policia-contato-de-amigo-de-homem-que-acendeu-rojao.html

    http://g1.globo.com/rio-de-janeiro/noticia/2014/02/suspeito-de-passar-rojao-em-ato-pichou-alusao-black-bloc-diz-vizinho.html

    http://noticias.terra.com.br/brasil/policia/advogado-entrega-a-policia-nome-de-suspeito-por-morte-de-cinegrafista,8eecec06fcc14410VgnVCM20000099cceb0aRCRD.html

    http://noticias.terra.com.br/brasil/policia/black-blocs-lamentam-morte-de-cinegrafista-atingido-por-rojao-no-rj,f47add6e0cc14410VgnVCM4000009bcceb0aRCRD.html

    http://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/2014/02/1409857-tatuador-preso-no-rio-corre-rapido-durante-briga-diz-amiga.shtml

    http://g1.globo.com/rio-de-janeiro/noticia/2014/02/estagiario-de-advogado-diz-que-ativista-afirmou-que-homem-que-acendeu-rojao-era-ligado-ao-deputado-marcelo-freixo.html

    http://g1.globo.com/rio-de-janeiro/noticia/2014/02/preso-por-rojao-em-ato-esta-em-cadeia-publica-de-sao-goncalo.html

    http://cbn.globoradio.globo.com/programas/cbn-rio/2014/02/10/ADVOGADO-DIZ-QUE-VAI-PASSAR-PARA-A-POLICIA-IDENTIFICACAO-DE-MANIFESTANTE-QUE-SOLTOU-ROJ.htm#ixzz2svABtayT

    http://www.estadao.com.br/noticias/impresso,testemunha-diz-que-black-bloc-armou-rojao-que-atingiu-cinegrafista-no-rio,1128003,0.htm

    http://g1.globo.com/rio-de-janeiro/noticia/2014/02/destruiram-uma-familia-diz-mulher-de-cinegrafista-atingido-em-ato-no-rio.html

    Bem como as lenhas do Reinaldo:

    http://veja.abril.com.br/blog/reinaldo/geral/a-morte-de-santiago-andrade-o-pais-marcou-um-encontro-com-a-tragedia/

    http://veja.abril.com.br/blog/reinaldo/geral/vamos-la-jornalistas-e-veiculos-de-comunicacao-ao-velorio-de-santiago-andrade-jogar-alguns-punhados-de-terra-na-liberdade-de-imprensa/

    http://veja.abril.com.br/blog/reinaldo/geral/policia-ja-tem-nome-de-homem-que-disparou-rojao-que-atingiu-cinegrafista/

    http://veja.abril.com.br/blog/reinaldo/geral/como-e-que-e-quem-acende-o-pavio-entao-nao-mata-quem-mata-deus-ou-as-babas-dos-black-blocs/

    http://veja.abril.com.br/blog/reinaldo/geral/eles-queriam-matar-santiago-nao-era-pior-queriam-matar-qualquer-um/

    http://veja.abril.com.br/blog/reinaldo/geral/e-freixo-hein-ele-ameaca-os-criticos-com-a-justica-burguesa-mas-tudo-esta-mal-explicado-ou-o-lider-dos-socialistas-de-copacabana-leblon-e-ipanema/

    http://veja.abril.com.br/blog/reinaldo/geral/e-aquela-foto-caetano-balck-bloc-veloso/

  17. É bom ver que o Eli mudou e que agora ele é exatamente contra as técnicas esquerdistas e emocionais (“homem não sabe o que é machismo, branco não sabe o que é racismo” e outras baboseiras), apesar de se manter parte progressista, porém moderadamente e ferrenho crítico do feminismo atual e outros movimentos “fresculóides” que fizeram seus seguidores ganharem a alcunha de SJW (Social Justice Warrior). “Aventuras na Justiça Social” é uma página no Facebook e um canal no YouTube que denuncia justamente essas táticas (que o Eli se desamarrou).

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