Carta Capital, sem querer, entrega o ouro para a gente: a cidadania de Rachel e a monstruosidade moral de Yvonne

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O caso do bandidinho do poste ainda rende pano pra manga. E, na tentativa de capitalizar em cima da histeria causada pela esquerda contra Rachel Sheherazade, a revista Carta Capital publicou uma matéria de capa chamada “O Brasil de Sheherazade a D. Yvonne”. Como propaganda, usam logo na capa três falsas dicotomias, que serão desmascaradas aqui:

  • Olho por olho vs. Cidadania
  • Ódio vs. Solidariedade
  • Privilégio vs. Igualdade

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Aos poucos, no entanto, a revista permite-nos adentrar à mente de Yvonne. É quando notamos que de ético ela não tem absolutamente nada. Estamos diante de um verdadeiro monstro moral, com propostas políticas abjetas, além da mania doentia de praticar chantagens emocionais dignas dos psicopatas mais frios.

Antes de começarmos, vamos neutralizar um truque fulcral que a esquerda tem usado no caso do bandidinho do poste, citando uma provocação feita pela própria esquerda no site Tijolaço, trazendo uma revelação que os complica muito: dois dos agressores do bandidinho do poste possuem ficha criminal, um deles por estupro, lesão corporal, furto e ameaça.

Diante disso, vemos que Rachel Sheherazade (assim como a maioria dos cidadãos decentes do Brasil) cometeu um erro de julgamento, ao achar que os agressores do bandidinho do poste não eram criminosos profissionais, mas, ao menos em um caso, temos bandido batendo em bandido. Enfim, se os esquerdistas acham que o bandidinho do poste foi “vítima de uma barbárie”, agora fica claro que apenas tivemos “briga de cachorro grande”. Logo, tivemos um sujeito acostumado a fazer vítimas atacado por outros sujeitos acostumados a fazerem vítimas. E nós aqui, da direita, apenas erramos ao achar que os agressores do bandidinho do poste tinham ficha limpa.

Mas observem, esse é um erro de julgamento, causado por uma premissa errada que assumimos. Muito ao contrário dos esquerdistas, que sabem que o bandidinho do poste é um criminoso violento, acostumado a praticar barbarismo, e ainda assim o transformaram na “vítima” do momento. Para isso, usaram o truque pelo qual apontaram o bandidinho do poste como “vítima da sociedade”. Mas agora terão que reconhecer que o bandidinho do poste é tão “vítima da sociedade” quanto seus agressores. É quando eles não tem mais moral para falar nada. Em suma, o erro de Rachel Sheherazade (e da direita) foi um erro de julgamento, achando que os agressores do bandidinho eram “ficha limpa”, quando, ao menos em um caso, não eram. O erro da esquerda é um erro de caráter, pois eles transformam os cidadãos de bem (sim, pois até o momento eles não sabiam que os agressores do bandidinho do poste tinham ficha suja) em bandidos e criminosos violentos em “vítimas”. O problema para eles, neste caso, é que os tais “cidadãos de bem” neste caso não existem. Agora eles terão a obrigação moral (se fossem coerentes, é claro) de proteger tanto o bandidinho do poste quanto seus agressores.

Eis o desafio erradamente lançado pelo site Holofote:

A senhora fica chateada se eu lhe der o mesmo conselho que a sua turma dá a quem defende que o ser  humano não é para ser acorrentado nu a um poste? Por que a senhora não o adota?

Eu acho que Rachel não ficaria chateada. Ao contrário, deve rir muito dessa proposta, pois se a sugestão lógica é que o defensor de marginal “adote” bandidos, então ele, se for coerente, deve não só adotar o bandidinho do poste como também os agressores deste bandidinho. Simples assim.

Outro detalhe: os esquerdistas do Holofote estão dizendo que “o ser humano não é para ser acorrentado nu a um poste”. Mas será que eles se pronunciaram com tal veemência quando esta cidadã decente foi assaltada e depois encontrada nua dentro de um matagal? Ou mesmo esta outra obrigada a ficar nua após ser assaltada por outras duas mulheres? E este outro caso onde uma família inteira foi deixada nua após ser assaltada? Desafio aos esquerdistas mostrarem que, na época destes três crimes, protestaram tanto em favor das vítimas como fizeram agora em favor do bandidinho do poste. Minha aposta: eles não protestaram, pois, em seu discurso padrão, só o criminoso é “vítima da sociedade”. Por enquanto, estou no aguardo de evidências da esquerda mostrando  que eles realmente acreditam que “o ser humano não é para ser acorrentado nu a um poste”, ou se eles apenas proferem esta frase na tentativa de obter autoridade moral depois que um marginal é acorrentado nu a um poste.

Creio que estamos prontos para dar sequência à avaliação da moral doentia de Yvonne Bezerra.

Segundo a Carta Capital nos diz, ela lança uma proposta abjeta: a de eliminar as escolas particulares, forçando todos os cidadãos frequentarem escolas públicas. Uma proposta socialista no nível de gente como Hitler e Stalin. Veja o que o monstro diz:

Meu sonho é uma escola pública obrigatória para todos, para que as classes sociais se conheçam. Aqui, quando alguém tem um pouco mais de dinheiro, tira o filho da escola pública para colocar na escola particular.

Mesmo que o ensino público seja uma lixeira, que só serve para doutrinar pobres coitados em marxismo cultural, ela quer que isso não seja apenas um serviço fornecido pelo estado, mas uma obrigação. Não dá para imaginar ideia mais totalitária do que essa.

Quem promove uma ideia desse tipo já está, a priori, desqualificado para participar de qualquer debate sério sobre questões públicas. O estado, na opinião de Yvonne, é instrumento de opressão e barbarismo para saciar a sede de poder de líderes idolatrados por ela. A forma pela qual ela conseguirá essa servidão é fazer todos serem obrigados a sofrer lavagem cerebral em escolas públicas, onde, além de nada de útil ser ensinado, as crianças de todos serão vítimas de ambientes perigosíssimos. E, para quem tem a opção de tirar seus filhos desse ambiente de horror, essa opção deve ser retirada.

Qualquer um que defenda uma proposta como esta de Yvonne é um ser humano dissimulado e cruel, pronto a sobreviver politicamente através de uma série absurda de chantagens emocionais torpes, sempre se aproveitando das durezas da vida humana para a capitalização política. São mentes como a de Yvonne, apoiando a cultura da guerra de classes, que ajudam a alimentar a cultura de ódio.

Tecnicamente, Yvonne é a esquerdista perfeita. Promove o ódio entre classes, e finge que os outros é que estão fazendo isso. Declara-se a favor do “avanço social”, mas quando suas ideias são implementadas com sucesso, vemos sociedades se transformarem em antros de atrocidades, como ocorre atualmente na Coréia do Norte, Cuba, Venezuela e China.

Sociedades assim foram criadas pela limitação da liberdade de expressão de seus opositores. Ciente disso, Yvonne sabe que precisa lançar uma acusação falsa sobre Rachel. Na ótica de Yvonne, opositores devem ser silenciados. Quando ela promove o crime ao transformar os marginais violentos em “vítimas da sociedade”, diz que está promovendo “avanço social”, mas quando Rachel entende a reação da sociedade diante dos marginais violentos, Yvonne diz: “E a apresentadora, será punida por incitar a violência? Duvido.” Este é o tipo de jogo sujo que os esquerdistas fazem para silenciar a oposição. O Brasil que Yvonne almeja é claramente um país chavista.

Também sabemos, pela revista, que Yvonne é mais uma representante da esquerda caviar. Formada em Filologia e Linguística na Sorbonne, é lá que foi doutrinada em social-democracia. É viúva de Álvaro Bezerra de Mello, vice-presidente da rede de hotéis Othon. Em suma, ela com certeza tem segundas intenções em todas as ideias totalitárias que defende.

Como a chantagem emocional é o seu principal recurso, Yvonne apela ao dizer que hoje temos “povo contra povo”, o que é o jogo do coletivismo exacerbado, criado com os seguintes objetivos: obtenção de uma (falsa) autoridade moral e confusão dos interlocutores. Embora seja verdade que os esquerdistas vivam querendo jogar “o povo contra o povo”, sabemos que os cidadãos de bem estão todos juntos na luta por uma sociedade mais justa, ao contrário dos esquerdistas, que dependem da criação de rivalidades injustificadas, apenas para justificar inchaço estatal. (Em tempo: a frase “o povo está contra o povo” não é tecnicamente errada, mas Yvonne diz que “o povo está contra o povo” quando vê um cidadão honesto querer ser defendido de um marginal, por exemplo, o que, como sabemos subverte todo o sentido da expressão original)

O Brasil precisa escolher entre Rachel Sheherazade e Yvonne Bezerra.

Ou optamos pela civilização defendida por Rachel Sheherazade, ou por uma cultura em que o cidadão civil será cada vez mais gado em um curral mantido por marginais, conforme almeja Yvonne Bezerra. Ou defendemos a cidadania, como Rachel Sheherazade, lutando para que os cidadãos decentes possam se defender, ou optamos por transformar os cidadãos em vítimas constantes e eternas de criminosos profissionais e burocratas. Ou passamos a ter o mínimo de solidariedade pelas vítimas de criminosos, conforme defende Rachel Sheherazade, ou transformaremos cada vez mais o cidadão honesto em culpado de forma antecipada pelos crimes que sofre, conforme deseja Yvonne Bezerra. Ou lutamos pela igualdade de direitos, onde todos devem responder à lei, conforme defende Rachel Sheherazade, ou permitiremos o privilégio dos criminosos violentos, que são defendidos todos os dias por discursos baseados em chantagens emocionais e fraudes intelectuais, como aqueles professados por Yvonne Bezerra.

A Carta Capital está correta ao dizer que devemos optar entre o Brasil de Rachel Sheherazade e o Brasil de Yvonne Bezerra. Mas qualquer um que não é esquerdista, sabe que o Brasil de Yvonne Bezerra é uma grande arapuca que abusa do sofrimento humano para criar pretextos para inchar o estado, retirar a liberdade individual dos pagadores de impostos, promover o ódio injustificado entre classes, e, enfim, transformar os marginais violentos na grande classe privilegiada, suplantada, em termos de poder, somente pelos burocratas que adquirirem poder neste estado inchado.

Fugir do Brasil almejado por Yvonne Bezerra é fugir do inferno na terra.

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30 COMMENTS

  1. Pois é, se ferraram os imbecis, foram chamar de barbaridade o bandido no poste, pensando que foi um cidadão de bem da classe média que fez aquilo, nem foi, foi outro bandido, e agora? Agora tem que admitir (se fossem honestos, coisa que não são) que a escória que eles adoram e vivem defendendo fez uma ‘barbaridade’, como eles mesmos descreveram. Haha palhaços

  2. Luciano
    Não vi os livros nem os cadernos nem assisti nenhuma aula, mas a notícia é da avó dos estudantes de escolas particulares: essa escolas não estão tão independentes assim, pois precisam preparar os alunos que precisam prestar o ENEM. Faça uma ideia do precisam aprender, principalmente em aulas de Sociologia. Vale uma pesquisa.

    • Como a página MpHmpm disse:

      (…) O esquema denunciado por Tuma está mais atuante do que nunca. Somente essa semana assistimos os canhões de mentiras e as metralhadoras de embustes serem disparados contra a médica cubana que pediu desligamento do programa Maus Médicos — a qual teve a honra e a vida pessoal devassadas — e contra a jornalista Rachael Sheherazade — que ousou apontar a omissão do donos do poder em relação à segurança pública, comprando assim o ódio daqueles que fazem a glamourização do crime. (…)

      https://www.facebook.com/MeuProfessorDeHistoriaMentiuPraMim/posts/359684524171733?stream_ref=10

      Querem assassinar a reputação dela a qualquer custo. Pelo assunto ainda estar em discussão, isso jah tava virando psicopatia por parte deles.

  3. É como digo: Atualmente, nesse sistema progressista nefasto, temos de sobreviver entre os meliantes do andar de cima e os delinquentes do andar de baixo. E financiar ambos!!!

  4. A esquerda está exagerando – por muito – na dose. Passou do limite de ludibriar os idiotas úteis (como faz normalmente, mas de forma mais encoberta) e está ficando cada vez mais escancarada a sua verdadeira face. Se desse pra fazer uma comparação bizarra, diria que a esquerda largou a era da cortina entreaberta, onde apenas alguns conseguiam realmente enxergar o que se passava por trás do pano, para fazer sexo explícito no meio da Avenida Paulista.

  5. Luciano, não é só na escola pública que existe a lavagem cerebral marxista cultural… eu estudo em escola particular e todos os dias tenho que ouvir os professores de mimimi “socialismo é bom, capitalismo é do mal” “opressor vs. oprimido” “segundo marx, segundo marx…” não tá mole nem pros alunos da escola particular…

  6. Luciano, sem querer ser chato….

    1º Pouco importa que 1 dos agressores do marginalzinho do poste tem ficha criminal ao mesmo tempo que a MAIORIA dos agressores não possuam nenhuma. Aliás, todos eles possuem ficha criminal agora por terem usado de força coerciva contra o marginalzinho.

    O fato importante da coisa, é que em sua maioria os agressores do bandido, NÃO TORNARAM O CRIME UM PROFISSÃO, NEM MEIO DE VIDA.

    Se formos considerar delitos, a maioria dos esquerdistas não deveriam nem abricar a boca nojenta deles. Como muitos deles adoram atolar o cú de maconha ou cocaína, é bem provável que a maioria deles são fichados.

    PORTANTO É DESNECESSÁRIO (em minha opinião) explicar o tal “erro” de julgamento, simplesmente porque NÃO EXISTIU ERRO ALGUM uma vez que qualquer cidadão poderia ter executado a mesma ação contra o bandidinho e esta ainda seria legitimante representante do atual estado de caos da justiça brasileira, bem como a preferência de esquerdista pelo bandido. Não existiu erro porque se em sua maioria os agressores do marginalzinho não possuem ficha, então pela maioria não se tratam de criminosos profissionais.

    Conclusão: Não explica não, que quem tá explicando — tá perdendo.

    2º Estamos chegando em uma situação que o debate não existe e a sanha psicopática dos esquerdistas alcançam níveis alarmantes — vejam o retardado do Paulo H. Amorim fazendo troça depois da morte do jornalista, e acusando os venezuelanos de Golpistas….Vejam os esquerdistas culpando o jornalista de ter causado sua própria morte (hello feministas, lembram do estrupador que culpa a vítima???)…Veja a sr. Yvonne com suas obrigatoriedades estatais anti-burguesas, e vejam a carta capital querendo destruir Raquel Sheherazade seguindo a cartilha de um governo especialista em assassinar reputações.

    Não há diálogo com psicopatas. Se um psicopata entre em sua casa não adianta dialogar com ele — o que resta é simplesmente mandá-lo para o inferno de onde ele nunca deveria ter saído. As ações da direita devem se basear nesta premissa.

    PS: Meu recado para Raquel Sheherazade:

    Demorou para você fazer um curto documentário atacando DIRETAMENTE aqueles que a difamam, e DANDO NOME AOS BOIS. Deve mostrar ao público as acusações infundadas desse lixo esquerdista, apontar as instituições compradas, DAR O NOME dos SITES CHAPA BRANCA e denunciar um Ministério Público no mínimo…OMISSO.
    Deve fazer isto em VÍDEO pois tem maior alcance do que artigo escrito.

    Vou lhe perguntar novamente Luciano….DO QUE VOCÊ PRECISA(?)…para compactar o seu conteúdo e começar a fazer vídeos?

    • Pecador, há um detalhe aí na frase “Não explica não, que quem tá explicando — tá perdendo.”.

      Na verdade quem está APENAS se explicando, está perdendo, mas quem, DURANTE SUA EXPLICAÇÃO, ATACA O OPONENTE, não.

      O que devemos fazer é transformar alguns atos de ajustes em ATAQUES AUTOMÁTICOS ao oponente, quando cabível.

      Enfim, o que se deve fazer é constranger o esquerdista após a informação de que os agressores do bandidinho podem “não ser santos”, e cobrá-los pela hipocrisia de só dizer que um deles é “vítima da sociedade”.

      Em relação aos vídeos, precisamos conversar. Mande-me um email para falarmos.

      Abs,

      LH

    • Até porque pequenos vídeos são TAMBÉM uma espécie de “MEME”; tem o mesmo efeito cognitivo, é rápido na emissão de uma mensagem, enfim.

      Brasileiro médio NÃO LÊ texto com mais de 1O linhas. Por isso o sucesso dos ‘memes’. Mas quem os faz, esses tem que ler pra carai! ;¬)

  7. Aí, Luciano, acabo de assistir um quadro no programa Pânico da BAND onde o Edu Steblish esculhamba com a Rachel Sheherazade, usando de um “humor” extremamente agressivo, violento e desnecessário. Só pra ter uma ideia, o nome da jornalista no quadro é Rachel “Sherada”, um negócio assim. E o programa tá anunciando um discurso “bomba” dela que vão deixar pro final, acho eu.

    Liguem lá na BAND, AGORA!

    Abs

  8. E assim a esquerda paulatinamente vai cavando a própria cova, escrachando desse jeito seus métodos, que aliás não eram novidade pra ninguém, é manipulação mental digna de participantes de pirâmides financeiras: A ponta da pirâmide (PT, PSOL, PC do B, PSB, PCB e os cacetes) vai ganhando poder e mantendo a base da pirâmide (os idiotas úteis) domados com seus discursos furados. E ai de quem falar mal do esquema, é “destruidor de sonhos”, “coxinha”, “arregão”.

  9. Sobre o fato dos agressores do marginal dimenor serem tb marginais eu já tinha cantado-a-pedra por aqui logo no começo da história, pois vivi um bom tempo frequentando essa área do Flamengo e convivendo com os moradores dali. E vou dizer mais: acredito mesmo que são todos PLAYBOYS MARGINAIS da região. Eu mesmo já me deparei com um desses e quase deu merda pra ambos (por causa de cachorro). E toda essa repercussão se deveu APENAS ao fato de parte da ESQUERDA-CAVIAR MORAR TB NA REGIÃO (caso da própria Yvone) e saber da existência desses marginais yakult.

    Pronto, o jogo ‘Detetive’ tá concluído:

    MENOR NEGRO E POBRE->ASSALTANDO TRANSEUNTES->APANHANDO DE GRUPO RICO E BRANCO->DEIXANDO ELE NU-> AMARRADO NO POSTE SANGRANDO->COM O CADEADO DA BICICLETA NO PESCOÇO->NUM BAIRRO DE ELITE CHIQUE DA ZONA SUL CARIOCA

    Ganhei!

  10. Pô, Luciano, você, que tem toda a razão no caso da Yvonne, vai ficar mais revoltado e enojado com o amiguinho dela à época da Chacina da Candelária: o então juiz, hoje DESEMBARGADOR de Justiça do Rio de Janeiro, o Sr. Siro Darlan. Dá uma olhadinha no blog dele – http://www.blogdosirodarlan.com/ . É incrível como uma pessoa do mais alto escalão da Justiça fluminense possa ser tão imparcial e desonesto (por ser de esquerda), quando deveria, pela posição dele, ser totalmente neutro; veja a defesa que ele faz da marginal, ops! desculpe, da ativista e “fadinha” dos black blocs e do PSOL. É nojento…

  11. Eu acho que há alguma relevância no fato de que, de 30 pessoas, apenas duas tinham ficha criminal. Me parece, mais ou menos, o uso da mesma estratégia para tentar destruir a reputação da Igreja Católica com a acusação das práticas de pedofilia, sendo um ínfimo número de padres desqualificando um sem número de outros que possu
    em reputação ilibada.

    Aliás, se um grupo de esquerda se reúne para protestar e acaba dando quebra-quebra, a desculpa clássica é a do “o todo não pode pagar pela ação de poucos”. Não estou defendendo a turba que agrediu o marginal mas creio eu que essa justificativa da esquerda é mais um caso da sua eterna vocação para o uso de dois pesos, duas medidas. E, naturalmente, eles querem demonstrar que não foi o “povo” que atacou o rapaz mas sim bandidos. Bem, basta uma pesquisa rápida no Google para conferir quais foram os últimos linchamos da vez. Garanto que tem bastante coisa para ser comentada… Será que todos foram praticados por bandidos contra bandidos?

  12. A forma pela qual ela conseguirá essa servidão é fazer todos serem obrigados a sofrer lavagem cerebral em escolas públicas, onde, além de nada de útil ser ensinado, as crianças de todos serão vítimas de ambientes perigosíssimos. E, para quem tem a opção de tirar seus filhos desse ambiente de horror, essa opção deve ser retirada.
    COMO ASSIM?
    Eu estudei em escola pública, meus filhos estudaram e meus netos estudam. Boa parte do que sei, aprendi na escola pública. Aprendia-se muito, o ambiente não era e não é perigosíssimo. Tudo bem ser contra esta corja mas, acho que este trecho foi muito infeliz.

  13. Essa dona Yvone quer que todos alunos estudem em escolas públicas, usando o livro que ensina “nós pega os peixe” ou o livro de matemática publicado pelo MEC que ensina que 10 – 7 = 4?

  14. Luciano, sobre o assunto, não devemos esquecer que a Yvonne é aquela que tirou as fotos do tal menor preso ao poste e que alguns suspeitam que ela queria aparecer (pois tirou uma foto dela ao lado do tal menor, fora os comentários de notícias no Extra carioca). Segue um vídeo do canal TV Carta do YouTube, que pode render análise:

    http://www.youtube.com/watch?v=42W-a7Zal9Q

    Observou novamente que ela fez a associação de que alguém branco só pode ser rico e alguém pobre só pode ser negro, em que preze ter jogado um terrorzinho na classe média que tenha ancestralidade africana? Enquanto isso, Eliane Brum continua batendo na tecla do pobre-negro, mesmo que já tenham mostrado que bandidos brancos estão também sendo presos a postes.

    • Também temos o caso de quem foi pego no flagra, amarrado e jogado sobre um formigueiro:

      http://www.youtube.com/watch?v=-RN5OuoQB8A

      Como podem observar, é em Teresina e não dá para falar nada além de serem dois pobres conduzindo outro que parece tão pobre quanto para uma punição bem draconiana. E, como pode observar, nada há de brancos escravistas conduzindo um negro pobre para algo análogo ao escravismo, pois todas as pessoas no vídeos seriam classificáveis como mestiças, algo que só vira “negro” quando um marxista-humanista-neoateísta quer engrossar artificialmente um contingente para virar massa de manobra, bem como exercer seu desprezo pelo intermediário. Aliás, falando de intermediário, fica a sugestão para o Luciano mapear o desprezo pelo intermediário que os MHNs exibem e que é coerente com a crença de que só há duas forças se digladiando (em vez de muitas tendências presentes em uma mesma sociedade). Isso gera, entre outras coisas, a transformação de mestiços (categoria “pardo” do IBGE) em “negros” (mesmo que esse mestiço não tenha qualquer ancestralidade africana, é usado para dizer que o Brasil seria o país mais africano do mundo), o desprezo pela existência do bissexual enquanto tal (que acaba sendo acusado até mesmo por militantes gays de na realidade ser um homossexual indeciso ou no armário), entre outras coisas muito parecidas ao que os nazistas faziam com os Mischlinge, pessoas com parcial ancestralidade judaica que podiam ser vistos como alemães tais quais outros compatriotas se engrossavam as fileiras da Wehrmacht (vide o livro Os Soldados Judeus de Hitler), mas que poderiam ser transformados em judeus (mesmo que não professassem tal fé e a ancestralidade fosse distante) caso fossem inconvenientes aos comandados do Adolf em questão. Também temos o desprezo ao intermediário quando se chama um biconceitual de racista-fascista-elitista-homofóbico por este não concordar com o todo do marxismo-humanismo-neoateísmo (ou com o todo daquela vertente do MHN em que a pessoa que xinga crê), entre outros desprezos possíveis por aquilo que está na metade de um determinado caminho.

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