Site para ridicularizar evidências de violência do governo venezuelano demonstra psicopatia esquerdista

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psicopatiadeesquerda

Chegou às minhas mãos o link Acorda Venezuela, site criado por esquerdistas tentando se livrar de suas culpas pelo barbarismo do governo venezuelano contra seu próprio povo. O método deve ser bem conhecido dos leitores deste blog, que já viram algo parecido aqui.

O padrão é o de sempre: diante de uma acusação irrefutável, o esquerdista cria uma versão exagerada desta acusação para ridicularizar esta versão exagerada e então neutralizar a acusação original. Tecnicamente, é uma variação do estratagema de Schopenhauer conhecido como “ampliação indevida”. Diríamos até que é uma mistura da ampliação indevida com os jogos de ridicularização alinskianos.

Eis um exemplo de ampliação indevida vista por lá, feita para neutralizar o fato de que o governo venezuelano tem matado opositores: “Milhares de corpos venezuelanos são encontrados em uma praia da Bolívia. A informação é a de que o governo de Maduro despejou no mar pelo menos 2.000 contêineres com corpos de opositores.” (a foto que ilustra este texto é usada para causar o efeito de sátira)

Para termos uma ideia do quão vil é esse tipo de recurso, imaginemos um sujeito sendo questionado por diversas fraudes corporativas:

  • Auditor: Descobrimos que você assinou seis reembolsos sem notas.
  • Investigado: É, eu assinei quarenta e seis milhões de reembolsos sem notas. Há vários carregamentos de reembolsos sem notas ali na frente, não viu? Todos foram assinados por mim…
  • Auditor: Também vimos aqui que você liberou acessos indevidos ao sistema de gestão…
  • Investigado: Você não sabia? Todos os brasileiros agora tem acesso ao sistema de gestão. Eu liberei todos esses acessos!
  • Auditor: Também observamos que há um excesso de custo em seus projetos, além do limite padrão..
  • Investigado:  Já sei disso! A crise européia aconteceu por que o custo de meus projetos foi para o orçamento deles!

E assim, sucessivamente, o fraudador tenta neutralizar as acusações irrefutáveis sobre ele satirizando a acusação criando uma versão exagerada desta acusação.

No mundo corporativo, dificilmente vemos alguém com tal nível de cinismo. Até por que alguém reagindo assim seria demitido de imediato.

Sabemos que piadinhas e ridicularizações são legítimas na guerra política. Eu diria além: elas são essenciais. O problema moral que vemos no caso dos esquerdistas é que essas piadinhas não são praticadas para aprovar uma lei ou endossar algum político, mas para esconder crimes.

É claro que este tipo de comportamento é digno de psicopatas, pois até mesmo criminosos tradicionais envergonham-se quando seus crimes são descobertos. Psicopatas, por outro lado, podem se tornar ainda mais acintosos quando são descobertos, pois usarão truques para poder continuar causando ainda mais sofrimento.

Não há dúvida alguma de que os criadores de um site desse tipo perfazem o mesmo tipo de caráter daqueles que propiciaram todos os grandes genocídios do século XX.

A partir do momento em que um grupo político de considerável influência toma como comportamento central omitir crimes violentíssimos daqueles que estão ao seu lado, fazendo uso dos recursos mais sujos possíveis, a consequência só pode ser o aumento da barbárie.

O site, no fim das contas, é fenomenal como prova irrefutável de que os socialistas não dão a mínima para a vida humana. Diante de pilhas de corpos causados pelos seus ídolos, resta a eles fazer piadinhas para facilitar que os massacres continuem acontecendo.

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22 COMMENTS

    • O responsável por essa página é um tal de João Carlos Ferreira Filho, de 33 anos, formado em Ciências Sociais (oh, que surpresa!). Entre seus amigos no Facebook estão Cynara Menezes (a Socialista Morena), Jefferson Monteiro (criador da Dilma Bolada), Lino Bocchini (editor da Carta Capital), Renato Rovai (editor da Revista Fórum), Eduardo Guimarães (do Blog da Cidadania), Leandro Fortes (também da Carta Capital e amigo de João Santana, marketeiro de Dilma), Breno Altman (aquele do “libera-fascista, editor do Opera Mundi e braço das Farc no Brasil), entre outros conhecidos nomes do submundo da imprensa alugada.

      Enfim, creio que seja bem evidente a quem o psicopata que criou esse tumblr serve.

      • Com essa formação e esses amigos, o resultado é essa bizarrice de blogs apoiadores dessas filosofias esquerdistas doentes.

        Não precisa dizer mais nada.

  1. Brilhante exposição! Pior que está sendo compartilhado em contas de facebook de esquerdistas brasileiros. O nosso futuro será idêntico se não fizermos nada. O primeiro passo pra impedir isso é o povo sair as ruas pedindo o fim do desarmamento civil. Não vai ser possível derrotar o PT nas urnas, o combate vai ter que ser nas ruas também. Aqui diferente da Venezuela não acredito que as Forças Armadas se prestem a esse papel grotesco que a guarda bolivariana está fazendo, dentro dos quartéis o ódio a Dilma também é grande, basta que o ódio dos quartéis se una ao das ruas e o governo é que ficará acuado.

  2. socialismo, comunismo, entra como um salvador da patria… mas no fundo é uma ditadura sindicalista disfarçada, onde eles manipulam as leis, os votos, tudo… para manterem no governo… porque se cairem tem que fugir pra cuba (não é a toa que esses comunista do brasil e venezuela estão investindo em cuba), onde não podemos coloca-los na cadeia… porque sao ladrões natos.

  3. A oligarquia deseja a depressão
    Posted: 19 Feb 2014 04:30 AM PST

    Artigo no Alerta Total – http://www.alertatotal.net
    Por Adriano Benayon
    É hora de abrir o olho. Estamos no Brasil e no Mundo em situação especialmente perigosa, de que há copiosas manifestações, cujas causas são sistematicamente ocultadas, pois os que estão por trás delas, querem operar despercebidos.
    As potências hegemônicas, suas associadas e satélites seguem em depressão econômica, com aspectos mais perversos que os da iniciada em 1930 e que só terminou, em 1943, nos EUA – com a mobilização de dezenas de milhões de combatentes na Segunda Guerra Mundial, mais os vultosos investimentos para produzir armas. Na Europa e na Ásia, a depressão foi substituída pela devastação.
    A terrível Guerra de 1939 a 1945 não foi desencadeada para acabar com a depressão, pois sempre os móveis são obter mais poder, arruinar potências vistas como rivais e desviar o foco dos reais problemas sociais e econômicos.
    Agora, desde a contra-revolução liberal dos anos 80, a financeirização e a concentração do poder econômico e da renda deram grandes saltos, enquanto decai o patrimônio e a renda real, no caso da grande maioria dos que trabalham e no da crescente massa dos desempregados.
    Essa iniquidade jamais poderia ser tolerada sob sistemas democráticos. Assim, quase nada resta do pouco de democracia, antes presente nos sistemas políticos representativos, hoje mera embalagem, com rótulo falso, de um sistema tirânico, que investe massivamente em contracultura, desinformação e alienação, há mais de século.
    Assim, institucionalizou-se a mentira, e a verdade é reprimida através de instrumentos totalitários, radicalizados desde os ataques 11.09.2001.
    O terrorismo de Estado dirige-se contra os cidadãos e é usado para marquetar, como justas, agressões militares genocidas contra países alvos da geopolítica da oligarquia angloamericana: Afeganistão, Iraque, Somália e Líbia.
    Além disso, EUA, Reino Unido, Israel e satélites têm intervindo em numerosos países com golpes e pretensas revoluções suscitadas por serviços secretos, mercenários e organizações terroristas. Síria e Ucrânia são alvos preferenciais dessas agressões, sem falar nas permanentes pressões e falsas acusações contra o Irã.
    O prelúdio da Segunda Guerra Mundial, nos anos 30, também apresentou invasões e conflitos localizados, e a ascensão de regimes fascistas (Itália, Alemanha e Japão), além de na Espanha, após sangrenta guerra civil, de 1936 a 1939, com participação de forças militares estrangeiras.
    No presente, a depressão econômica prossegue, bem como suas trágicas consequências sociais. A oligarquia financeira está cada vez mais concentrada e tem cada vez mais poder sobre os governos – à exceção dos demonizados, por não se submeterem – pela mídia e pelas demais instituições formadoras de opinião.
    A oligarquia não deseja acabar com a depressão – tarefa fácil, se fosse decidida – e visa concentrar mais poder e tornar irreversível o controle totalitário sobre o Planeta, seus recursos e habitantes. Isso envolve desumanizar os seres humanos, inclusive acabando com as sociedades nacionais.
    As soluções para recuperar a economia podem ser entendidas por qualquer pessoa sensata, não bitolada por lugares comuns disseminados pelos economistas mais renomados (justamente por agradarem a oligarquia).

    A depressão dos anos 30 explodiu com violência, notadamente na Alemanha, exaurida pelas reparações da 1ª Guerra Mundial. Ali o desemprego atingiu 6 milhões em março de 1932.

    Economistas competentes, como Lautenbach, alto funcionário do ministério da economia, mostraram o caminho correto, apoiado pela federação das indústrias, semelhante ao plano de Woytinski, sustentado por sindicatos de trabalhadores.

    Em 1931, Lautenbach apresentou o memorandum “Possibilidades para reviver a atividade econômica, através do investimento e da expansão do crédito”. Afirmou:

    “O curso para superar a emergência econômica e financeira não é limitar a atividade econômica, mas aumentá-la, porque o mercado não mais funciona nas condições de depressão e crise monetária mundial.”

    “Neste momento, temos situação paradoxal, na qual, apesar dos cortes extraordinários na produção, a procura ainda está defasada em relação à oferta. Assim, temos excedentes crônicos da produção, com os quais não sabemos lidar. Encontrar algum modo de transformar esses excedentes em valor real é o problema real e o mais urgente da política econômica.”

    “Excedentes de bens físicos, capacidade não-utilizada dos equipamentos produtivos e força de trabalho não-aproveitada podem ser aplicados para satisfazer uma nova necessidade, a qual, do ponto de vista econômico, representa investimento de capital. Podemos conceber tarefas como obras públicas, ou obras realizadas com apoio público – que para a economia significariam aumento da riqueza nacional – e que teriam de ser feitas de qualquer modo, quando se voltasse a ter condições normais (construção de estradas, expansão do sistema ferroviário, melhoramentos na infra-estrutura, etc.)”

    “Com tal política de crédito e investimentos, será remediado o desequilíbrio entre a oferta e a procura no mercado interno, e toda a produção terá ganhado direção e objetivo. Se, todavia, deixarmos de instituir tal política, estaremos encaminhados para inevitável e continuado colapso e para a completa destruição da economia nacional, levando-nos a uma situação que nos forçará, para evitar uma catástrofe, a assumir dívidas de curto prazo meramente para fins de consumo; enquanto que hoje, está ainda em nosso poder obter esse crédito para fins produtivos e, assim, recolocar em equilíbrio tanto a economia como as finanças públicas.”

    Woytinski recomendou explorar oportunidades de complementar as iniciativas das empresas privadas com a criação de empregos, através de investimentos públicos. Propôs, ainda, a liberação de fundos, via políticas de expansão monetária para a reconstrução da Europa.

    Em janeiro de 1932 foi apresentado o plano de criação de empregos WTB (Woytinski, Tarnow e Baade) para criar 1 milhão de novos empregos, com investimentos financiados por créditos de longo prazo, a juros baixos, pela Reichskredit AG, descontáveis no Reichsbank.

    A Confederação Geral dos Trabalhadores Alemães aprovou esse plano, recusado, entretanto, conforme o parecer dos “peritos economistas” Hilferding, Naphtali e Bauer, pelo Partido Social-Democrata..

    Schäffer, secretário de Estado do ministério das Finanças, apoiou o plano de Lautenbach. Moção similar partiu de Wagemann, chefe do Escritório Nacional de Estatísticas, que, em janeiro de 1932, publicou seu plano, que incluía emitir 3 bilhões de reichsmarks para criar empregos.

    Nada disso foi adiante, pois não interessava à oligarquia angloamericana. Esta armava a subida de Hitler ao poder, mesmo tendo os nazistas perdido 2 milhões de votos nas eleições de 6.11.1932.

    Após essas eleições, o presidente, marechal Hindenburg, nomeou chanceler o chefe do Estado-Maior, general von Schleicher, que propunha pôr em execução as políticas recomendadas por Lautenbach, Woytinski e Schäffer, e apoiadas por entidades de classe patronais e dos trabalhadores.

    A oligarquia financeira tratou de evitar que von Schleicher sequer as iniciasse, minando-lhe a sustentação política, enquanto conspirava na chantagem junto ao marechal-presidente para nomear Hitler, consumada em 30.01.1933.

    O objetivo era a Segunda Guerra Mundial, pois Hitler anunciara no “Mein Kampf” seu desígnio de atacar a União Soviética. Finalidade: empregos e recuperação econômica só mediante a mobilização para a guerra, que destruiria mutuamente Alemanha e Rússia.

    Hoje, o Estado é enfraquecido como agente de desenvolvimento econômico e social. Ele serve, nos países-sede da oligarquia, para erguer enormes arsenais de armas destrutivas e hipertrofiar órgãos de repressão, serviços secretos e meios tecnológicos de desinformar.

    Nos países periféricos, como o Brasil, o Estado, empobrecido pelo serviço da dívida e pelas privatizações, funciona para arrecadar recursos para a dívida e subsidiar empresas transnacionais.
    Com a política econômica dominada pela oligarquia financeira, a concentração não cessa de crescer. No trabalho The Network of Global Corporate Control, publicado em 2011, os matemáticos suíços, Vitali, Glattfelder e Battiston, demonstraram a interligação das corporações econômicas e financeiras por laços diretos e indiretos de propriedade.

    Com dados sobre 43.000 transnacionais (ETNs), chegaram a 1.300 maiores companhias com fortes elos entre si, núcleo refinado para um de só 737 companhias, que controlam 80% das 43.000. Mais elaboração permitiu chegar a 147, detentoras da propriedade quase total sobre si mesmas, mais 40% das 43.000.

    As 147 são basicamente controladas por somente 50, das quais 48 são financeiras. Apenas duas envolvem-se diretamente com a economia real (Walmart e China Petrochemical Group).

    Susan George, do Transnational Institute, Amsterdam, conclui: “Nossos problemas originam-se do 0,1%, na verdade do 0,001%.” Mas essa fração não retrata a dimensãoinfinitesimal, em relação à população da Terra, da minoria que concentra o poder econômico, financeiro e político.

    De fato, existe hierarquia entre os donos das companhias mais poderosas, e, entre esses, muito poucos exercem comando sobre bancos centrais, instituições financeiras multilaterais e mercados financeiros.
    George aponta as interligações entre a finança e as corporações de petróleo e gás, e seus vínculos com a indústria automotiva, gastadora de combustíveis fósseis.

    O poder dos concentradores financeiros manifesta-se, inclusive, pelo fato de o 1% do topo pagar percentual de tributos inferior ao de qualquer época desde os anos 20, apesar da enorme elevação de seus ganhos e de seu patrimônio nos últimos 35 anos.

    Mais: dezenas de trilhões de dólares/euros das emissões dos bancos centrais e das receitas tributárias foram usados para salvar da bancarrota instituições financeiras cujos controladores e executivos haviam lucrado dezenas de trilhões com jogadas financeiras, em operações alavancadas, sobre tudo com o quatrilhão de derivativos criados a impulsos de chips, antes do colapso de 2007/2008.

    Pior: o dinheiro posto nos bancos é aplicado em novas especulações, criando novas bolhas, prestes a estourar. A conta fica para os cidadãos dos países endividados, inclusive dos EUA, e maior para os dos menos privilegiados que não podem emitir dólares.

    No Brasil, recordista mundial de juros altos, só dois bancos, Itaú e Bradesco registraram R$ 28 bilhões de lucros em 2013.
    Adriano Benayon é doutor em economia e autor do livro Globalização versus Desenvolvimento.

  4. Concordo com o que diz o texto, exceto quando faz uso de um caso particular na tentativa de definir sua própria verdade geral (no caso, de que toda a esquerda se define tal como o exemplo demonstrado), o que, ironicamente, pode ser categorizado como um dos citados estratagemas de Schopenhauer, conhecido como ‘salto indutivo’.

  5. Luciano, qual a sua opinião sobre esta entrevista de ontem com a Monica Waldvogel e os professor Igor e José Augusto Guillon? http://g1.globo.com/globo-news/entre-aspas/videos/t/todos-os-videos/v/especialistas-debatem-perspectivas-politicas-da-venezuela-apos-prisao-de-lider-da-oposicao/3157867/ Um professor meu publicou este texto de análise da conversa: http://www.redebrasilatual.com.br/blogs/blog-na-rede/2014/02/uma-aula-de-venezuela-e-um-pito-na-globo-em-plena-globo-9326.html Gostaria de saber a sua opinião, se possível. Um Abraço!

  6. Luciano, Esse Adriano Benayon pode ser doutor no que quiser, mas é esquerdista de carteirinha e aposto uma caixa de cerveja como votou em Lula e Dilma. Depois acusam a direita de “teoria da conspiração”. Tá pensando que a gente é idiota?

  7. Até esqueci de comentar o artigo. Esse truque é manjadíssimo. O povo da esquerda, além de burro e/ou canalha, não tem imaginação nenhuma. Sempre a mesma lenga-lenga!

  8. Que gente maldita. Como ousam fazer piadas sobre um fato histórico cheio de tragédias? Mas se fosse uma página que estivesse zoando algum conflito de um país africano qualquer, essa mesma turma que se diz amiga dos pobres e oprimidos iria logo fazer um escândalo infernal.
    Cadeia nessa corja maldita.

  9. Li o seu texto hoje de manhã, e logo mais tarde um esquerdista maconheiro fez exatamente isso comigo. Ele mesmo se declara maconheiro e esquerdista no Facebook, mas quando eu mencionei isso, por algum motivo ele ficou muito ofendido de eu ter falado sobre o que ele se declara publicamente.

    Postei o trecho do seu texto onde se resume o “padrão” e citei a fonte. O cara “foi dormir”, afinal, amanhã é mais um belo dia pra ele fumar maconha sustentado pelos coitados dos pais.

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