Políticos de esquerda mais uma vez tirando uma onda na cara do novo: Comissão do Senado rejeita reduzir maioridade penal em crime hediondo

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Embora a imprensa esteja escondendo a notícia, é importante falarmos um pouco da palhaçada praticada pela Comissão do Senado, que nesta quarta-feira (19/02)  rejeitou todas as propostas de redução de maioridade penal. Leia, conforme matéria do Terra, comentada aqui:

A Comissão de Constituição e Justiça do Senado rejeitou nesta quarta-feira, por 11 votos a oito, a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) de autoria do senador Aloysio Nunes (PSDB-SP) que pretendia reduzir a maioridade penal no Brasil para 16 anos. A proposta possibilitaria que jovens entre 16 e 18 anos fossem julgados como adultos em circunstâncias excepcionais, mediante pedido do Ministério Público e por autorização da Justiça.

Note que a própria proposta de redução de maioridade penal era quase um apaziguamento. A redução proposta era apenas para 16 anos, quando no mínimo deveríamos falar em 14 anos. E todos os crimes violentos deveriam estar submetidos à mudança proposta, não apenas crimes sob “circunstâncias excepcionais” – provavelmente deve ser aqueles casos em que um criminoso mata uma família inteira com uma serra elétrica, no mínimo. Mesmo com uma proposta tão frouxa e covarde, nem assim a extrema-esquerda aceitou recuar  em sua sanha de privilegiar os criminosos violentos que sejam “de menor” (sic).

A proposta previa que jovens maiores de 16 anos poderiam cumprir penas equivalentes a dos adultos em casos de crimes hediondos, de tráfico ilícito de entorpecentes, tortura, terrorismo ou na hipótese de múltipla reincidência na prática de lesão corporal grave ou roubo qualificado. Entretanto, a punição maior só poderia ser pedida pelo MP especializado em assuntos de infância e adolescentes e decidido por juízes da mesma vara.

Como falei anteriormente, uma proposta covarde. Só podia vir de um esquerdista moderado como Aloysio Nunes mesmo…

A PEC de Aloysio era uma das propostas de redução da maioridade penal em tramitação no Senado. O relator da matéria na CCJ, Ricardo Ferraço (PMDB-ES), propôs o arquivamento de cinco propostas mais rígidas e a aprovação do texto de Aloysio, que considerava mais ponderada. Com a votação de hoje, ficou valendo o relatório do senador Randolfe Rodrigues (Psol-AP), que pedia a rejeição de todas as seis PECs sobre maioridade penal.

Lembram desse tal Randolfe Rodrigues (foto)? Para entendermos o caráter de quem estamos tratando, basta lembrar que ele disse ter “tomado um soco” de Jair Bolsonaro, para se fingir de vítima, quando as câmeras mostraram que o soco em questão só existiu na mente dele. Mas o show de safadeza de Randolfe virá daqui a pouco…

A proposta foi reprovada em meio a protesto de militantes que assistiram à reunião da comissão, que distribuíram panfletos do Conselho Federal de Serviço Social (CFESS) contrários à redução da maioridade penal. Durante fala do senador Aloysio Nunes, um ativista chegou chama-lo de “fascista” e foi retirado pela segurança. “Fascista é quem grita, quem interrompe. Fascista é você”, respondeu o senador.

Aqui vemos o de sempre: militantes aparelhados pelo governo defendendo marginais. E, mesmo assim, chamando seus opositores de “fascistas”. No dialeto deles, fascismo é querer aplicar a lei a criminosos violentos. É por isso que a linguagem não tem mais significado algum para esquerdistas que não o de manipulação política sem nenhuma conexão com os fatos.

Para Aloysio Nunes, hoje há uma presunção absoluta de que o jovem entre 16 a 18 anos não tem capacidade de cometer o crime que pratica.  “A minha proposta visa transformar essa presunção absoluta numa presunção relativa que pode ser medida no curso de um procedimento instaurado a pedido do Ministério Público”, explicou Nunes.

Não é possível que Aloyisio seja tão ingenuo assim. É claro que nenhum esquerdista que se preze acredita em “presunção de que jovens entre 16 a 18 não tenham a capacidade de cometer o crime que pratica”. Na verdade, o que existe á uma crença delirante inserida na militância por líderes mais espertos para fazer uma multidão de pascácios acreditarem que o ser humano “é bom, mas a natureza é que o corrompe” (by Rousseau). Isso não passa de uma crença de suporte para fazer um bando de lorpas acreditarem que o estado deve ser o “reformador da sociedade”, para permitir o alvorecer do “homem bom”. Em outras palavras, lutar contra a redução da maioridade penal é apenas um negócio com foco em inchaço estatal.

O primeiro a criticar a proposta foi o senador Randolfe, responsável pelo voto em separado sobre a proposta. O parlamentar considera a maioridade penal de 18 anos cláusula pétrea da Constituição, baseando-se nos direitos e garantias individuais, e, por isso, não poderia ser modificada por uma PEC. Randolfe também disse que o atual sistema penitenciário não reduziria a criminalidade de adolescentes.

Ah, ele tinha que se adiantar. E as fraudes de Randolfe são tão óbvias que só me basta citar os links de suas rotinas:

Realmente não há realmente debate com gente como Randolfe. Como previsto, ele se limita a lançar rotinas fraudulentas. E aqui temos mais:

“Nosso sistema penitenciário não é feito para ressocializar, é feito para condenar. Não há dados que a redução da maioridade penal reduz a criminalidade juvenil”, disse.

Mapeando, mapeando:

Diante da certeza de que sempre podemos enquadrar a totalidade das frases de Randolfe como embustes já mapeados torna-se claro que o discurso contra a redução da maioridade penal é desonesto até dizer chega.

Por isso mesmo, é importante citarmos o nome dessa “gente fina” que votou contra 90% da população brasileira:

  • Angela Portela (PT-RR)
  • Aníbal Diniz (PT-AC)
  • Antônio Carlos Valadares (PSB-PE)
  • Eduardo Braga (PMDB-AM)
  • Eduardo Suplicy (PT-SP)
  • Gleisi Hofmann (PT-PR)
  • Inácio Arruda (PCdoB-CE)
  • José Pimentel (PT-CE)
  • Lúcia Vânia (PSDB-GO)
  • Randolfe Rodrigues (Psol-AP)
  • Roberto Requião (PMDB-PR)

Estes são os políticos de esquerda do Senado que resolveram tirar a maior onda na cara da maioria absoluta da população brasileira.

Sempre que você souber de uma vítima de um criminoso violento com licença para matar (ou seja, um menor de idade), lembre-se de quem atuou conscientemente para permitir que este criminoso pudesse ficar livre para fazer tudo o que quisesse.

E você vai continuar aturando isso?

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7 COMMENTS

  1. “Mesmo com uma proposta tão frouxa e covarde, nem assim a extrema-esquerda aceitou recuar em sua sanha de privilegiar os criminosos violentos que sejam “de menor” (sic).”

    Genial e verdadeiríssima a frase de uma decisão extremamente burra.

    Desisto desse país e vou me mudar daqui o quanto antes. Posso estar sendo pessimista demais, no entanto, notícias assim causam um tremendo desânimo.

    Não dá mais não, definitivamente, não dá.

  2. Só tem gente escrota nessa lista. Jamais compraria um carro usado de nenhum deles. Esse Randolfe precisa de um corretivo, já que sua mãe não deu quando era a hora.

  3. Ah, só uma coisa, Luciano: não entendi o que você quis dizer com: “(…) não tem mais significado algum para esquerdistas que não o de manipulação política sem nenhuma conexão com os fatos.”

    E desculpe se exagero em algumas coisas, mas isso é muito desanimador e será questão de tempo para esse país virar uma Venezuela ou Cuba.

    Abraços.

    • O que quis dizer ali é que a linguagem para os esquerdistas não é feita com o intuito de tratar os fatos e abordar a realidade, mas maquiar a realidade. Em outras palavras: a linguagem, para pessoas normais, é uma ferramenta. Para a esquerda, é uma arma.

  4. Luciano, segue uma cachoeira noticiosa com temas mais ou menos afins a este:

    1) Você viu o Marcelo Semer, juiz de direito, dizendo que ser “reacionário” está na moda? Achei engraçado ele dizer que Reinaldo Azevedo diria as coisas a altos brados, sendo que o normal dele é um tom de voz monocórdico e baixo, fora dizer algo do Lobão que está mais com cara de colocar palavras na boca do cantor. Além disso, ele está dizendo que estamos com “catastrofismo sem limites”, sendo que apenas estamos vendo uma bolha imobiliária em vias de explodir, manifestações feitas praticamente por encomenda, acusações infundadas de racismo quando vemos alguma restrição a rolezinhos e outras coisas;

    2) Também temos um tenente da PM paulista dizendo que a polícia deveria ser desmilitarizada e que isso estaria na Constituição;

    3) Já que Bolsonaro não mais presidirá a Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara, em que pese ser membro integral, eis que agora vemos Erika Kokay dizer que o estado laico estaria sob ataque. Isso muito lembra a fala do pessolista Jean Wyllys (que chama cristãos de “fundamentalistas” e insinua que eles poderiam fazer o mesmo que radicais islâmicos), que em tese seria oposicionista do atual governo;

    4) Já em São Paulo, que espera manifestação para amanhã, teremos black blocs intimados para depor no mesmo dia (postura muito parecida com a que estão fazendo com torcedores violentos), a estreia da “tropa do braço”, formada por PMs que irão propositadamente sem armas de fogo ou de dissuasão e concentrada em identificar ataques de encapuzados antes de eles ocorrerem e hoje tivemos uma demonstração do GATE com artefatos do grupo que se diz tática (que chegam a usar coisas legalmente vendidas em supermercados e mercearias, como açúcar e paçoca).

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