BNDES e Caixa Economica Federal patrocinaram agressão contra policiais no DF

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Usar dinheiro estatal para promover vandalismo é a marca de um governo socialista, mas, mesmo assim, O PT exagerou na dose, conforme podemos ver na matéria “BNDES patrocina evento do MST em Brasília com R$ 350 mil”, do Terra:

A Caixa e o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) fecharam contratos sem licitação de R$ 200 mil e R$ 350 mil, respectivamente, com a Associação Brasil Popular (Abrapo), entidade ligada ao Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), para evento realizado no 6º Congresso Nacional do MST. O evento ocorreu há duas semanas em Brasília e terminou em conflito com a Polícia Militar na Praça dos Três Poderes que deixou 42 feridos. As informações são do jornal O Estado de S.Paulo.

A Abrapo recebeu os recursos para a Mostra Nacional de Cultura Camponesa, que tinha como objetivo mostrar os diferentes produtos cultivados pelos trabalhadores rurais em assentamentos dentro de um discurso do MST da valorização da reforma agrária e acontecia na área externa do congresso do MST. Segundo o Estado de S. Paulo, o contrato de patrocínio da Caixa, no valor de R$ 200 mil, está publicado no Diário Oficial da União de 3 de fevereiro de 2014. O do BNDES foi publicado três dias depois.

Façamos as contas: no evento 30 policiais ficaram feridos. Cada agressão dessa custou R$ 35.000,00 reais. Tudo financiado com dinheiro público.

É mais que evidente que o PT já ultrapassou a cota de desaforo à população: financiar terrorismo em ataque deliberado a policiais é simplesmente o cúmulo da falta de limites éticos e morais.

Se o partido já desafiou os médicos brasileiros com a importação de médicos escravos de Cuba, agora desafia os policiais com o financiamento de grupos que praticam emboscadas terroristas contra eles.

Resta saber quando os policiais se organizarão contra essa humilhação que lhes foi feita.

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7 COMMENTS

  1. 550 mil reais para bancar as instalações da tal “Mostra Nacional de Cultura Camponesa” é brabo! Juntando isso e o vale-protesto, transporte, vestuário e alimentação dos “manifestantes” que partiram pra dentro da polícia não chega a 30 mil reais. Quem ficou com os outros quinhentos e vinte mil?

  2. Mais notícias:

    1) Luciano, talvez você deva ter visto o Fernando Henrique falar que haveria “fadiga de material” do PT para defender a mudança no poder, mas não achei que ele foi tão bem quanto o Aécio e o Álvaro Dias ao se expressar;

    2) Seria interessante ver o que dizem libertários-anarcocapitalistas em relação à corretora Mt. Gox ter sumido do espectro levando consigo diversas carteiras de bitcoin, como podemos ver noticiado pelo G1 e pelo Infomoney. Fui procurar o que diz o Daniel Fraga a esse respeito, mas até agora ele escapou pela tangente ao dizer que a corretora fujona em questão não era mais a maior, sem levar em conta que algo de tal monta é sim algo que abala a confiança do grande público na tal moeda que supostamente seria a libertação em relação aos bancos centrais e que já vinha perdendo terreno para uma tal de Dogecoin, isso sem falar dos ataques de hackers que vinha sofrendo e sua alta volatilidade;

    3) Mais sobre como poderá ser a volta do PT à presidência da Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara;

    4) Dilma dizendo que ela e Lula não têm conflitos. Bom, aqui não há qualquer inverdade, uma vez que ela é poste do ex-presidente. Porém, a postura dela em relação àquilo que ocorre na Venezuela já está repercutindo mal, como se pode ver por esta lenha do Reinaldo

    5) E São Paulo também pode abrir sua caixa-preta dos black blocs, com direito a trabalho conjunto com o Rio. Aqui seriam 40 os suspeitos de serem líderes dos encapuzados que dizem não ser grupo, mas tática. O que se sabe é que o mascarado padrão é jovem, não tem emprego e creem na depredação como ação política válida, ainda que aqui tais atos tenham virados para eles algo tal qual uma balada na noite de sexta, conforme disse o delegado;

    6) Por fim, aquela que considero a melhor do dia: Sakamoto p da vida com comentaristas que lhe falaram verdades como a de que, a exemplo dos justiceiros do Leblon, os justiceiros cubanos do fim dos anos 1950 também amarraram gente a postes. Também ficou p da vida quando o puseram na laia dos jacobinos e dos bolcheviques, a quem se referiram como “seu povo” (no caso, o povo do Sakamoto). Observe também ele cambojando ao falar de texto impecável na ortografia e na gramática e dizendo que quem escreveu as coisas em questão não é nenhum coitado, mas sim alguém que faz isso conscientemente (como se não existissem pessoas de baixa escolaridade capazes de escrever perfeitamente correto, como eram os compositores de samba do passado).
    Observe-se também que ele tem reações tão previsíveis que logo já disse que quem não é marxista-humanista-neoateísta e fala a verdade de que Che amarrou gente a postes e que isso é ação integral e essencial do processo revolucionário é alguém que “defende a manutenção do status quo em uma sociedade como a nossa, racista, machista, homofóbica, transfóbica, que discrimina pelo tamanho da conta bancária, que usa trabalho escravo, trabalho infantil, que rouba terra de índio, de ribeirinho, de quilombola, que mantém pessoas sem-teto e sem-terra, que espanca manifestante e jornalista, que atenta contra a liberdade de expressão e não garante uma Justiça igual para todos” e que isso não seria “mudar a história”. Logo, os venezuelanos e ucranianos que querem expurgar todo e qualquer marxismo-humanismo-neoateísmo não estão mudando a história de seus países porque na prática estão indo contra a agenda MHN.

    Observe também a frase que poderia gerar a ele a acusação de ser simpatizante da eugenia: “Por fim, se você tem a intenção de, algum dia, procriar, por favor, não repita mais isso não, ok?”. Sim, ele está dizendo que quem não for MHN não deve ter filhos porque esses poderiam ser tão anti-MHNs quanto seus progenitores. Segue também o que está no Face dele.

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