Portal Vermelho fica indignado com livro que desmascara o socialismo e dá várias brechas. Eu não resisto. Ah, não resisto mesmo…

23
347

UJC, desenho

Socialistas ficam especialmente indignados quando todas as crenças que usam são expostas como fraudes intelectuais que são. Claro que Karl Marx e Che Guevara jamais acreditaram nos discursos que proferiram. Não passavam de psicopatas que tinham a plena noção de que enganavam um bando de trouxas. Ainda assim, os esquerdistas funcionais realmente acreditam no discurso socialista.

Não sei se o colunista Carlos Pompe, do Portal Vermelho, é funcional ou beneficiário. Tendo a apostar na primeira hipótese. Sendo assim, ele deve acreditar de verdade no discurso socialista, e, por isso, deve ter ficado revoltado com a publicação de “O Livro Politicamente Incorreto da Esquerda e do Socialismo”, de Kevin D. Williamson, no Brasil.

As tentativas dele refutar o livro de Williamson chegam a ser infantis. Comecemos:

O autor, que é periodiqueiro da National Review, um semanário que se opõe ao presidente Barak Obama pela direita, escreve no livro: “O calcanhar de Aquiles do socialismo é que a organização política de determinada atividade não elimina de fato os riscos nem os reduz de modo confiável e previsível”. Ora, quando os socialistas afirmaram que construção do socialismo elimina riscos? Pelo contrário, o planejamento econômico socialista objetiva enfrentar desafios e garantir desenvolvimento com justiça social, preparando o terreno para a sociedade sem classes, e é constantemente revisto justamente por causa dos riscos que possam ocorrer e dos novos desafios que sempre surgem.

Ele não entendeu o que Williamson quis dizer. Quando este diz que “o calcanhar de Aquiles do socialismo é que a organização política de determinada atividade não elimina de fato os riscos nem os reduz de modo confiável e previsível”, ele está apenas reconhecendo o risco inerente da ação política humana. E, se existe um risco com uma concentração de poder menor na mãos de poucos, ele aumenta com a maior concentração de poder. Ou seja, bastam dois fatores para identificarmos o Calcanhar de Aquiles do socialismo: (a) lógica pura, (b) o entendimento do que é a espécie humana.

Da mesma forma, a defesa de Pompe é superficial e não significa absolutamente nada. Veja o que ele diz: “o planejamento econômico socialista é constantemente revisto justamente por causa dos riscos que possam ocorrer e dos novos desafios que sempre surgem”. O problema é que essa constatação é tão vaga que vale para:

  • plantar mandiocas
  • usar técnicas PUA’s para pegar mulher
  • aplicar truques para invadir computadores alheios
  • usar uma metodologia de gestão de projetos
  • fazer uso de técnicas para assaltar caixas eletrônicos

Ou seja, é claro que qualquer ação humana organizada “tende a ser constantemente revista por causa de riscos que possam ocorrer e novos desafios que sempre surgem”. Ainda assim, riscos sempre serão não apenas inerentes, como também amplificados quando temos as seguintes situações:

  • deixamos os controles de segurança de uma organização abertos para os hackers
  • permitimos que os loucos cuidem do hospício
  • damos excessivo poder estatal na mão de socialistas
  • deixamos os presos gerenciarem a prisão

Como vemos, os riscos inerentes apontados para o socialismo prosseguem, e são apenas uma constatação lógica do que o ser humano é, enquanto os tais “riscos revisados e gerenciados de acordo com novos desafios”, que existem para qualquer atividade organizada do ser humano, não servem para eliminar os riscos inerentes apontados por Williamson. Em outras palavras, Pompe não só deixou de refutar Williamson, como mostrou que até os discursos de defesa do socialismo são mais fraudulentos que os xavecos do Bozó (antigo personagem de Chico Anyzio).

Para Williamson, o fervor revolucionário seria um mero disfarce ao apego à comodidade. Um contrassenso, pois fervor revolucionário é ação, exatamente o oposto da comodidade.

Novamente, Pompe não entendeu absolutamente nada do que Williamson escreveu. Quando Pompe diz que “o fervor revolucionário é ação”, mais uma vez apela ao discurso vazio que não tem significado nenhum, até por que temos vários exemplos de ação:

  • ligar a TV para assistir o Jornal Nacional
  • abrir uma latinha de cerveja
  • regar as plantas
  • cagar

E nenhum desses itens refuta a possibilidade de que alguém, no contexto da luta por seu ganha pão, poder optar pelo comodismo em comparação com outros buscando seu ganha pão.

Existem várias atividades que não envolvem comodismo. Como exemplo:

  • atender pacientes em um consultório
  • desenvolver código de software
  • gerenciar equipes
  • processar faturas
  • efetuar atendimento em help desk

Quem quer que opte por esse tipo de ganha pão vai ter que ralar. Existem outras opções arriscadas, como ser líder de tráfico de drogas. Mas, além de imoral e criminosa, é uma opção arriscada. E não é cômoda.

Mas como o socialismo visa inchar o estado para dar poder a burocratas, estes burocratas usam o estado como seu ganha pão. E aí não precisam mais fazer praticamente nada que preste. Basta continuar usando o poder estatal e seguir mamando nas tetas do estado. Não é preciso entregar um bom serviço, nem sequer competir com outras pessoas. Para os burocratas que detém poder no estado inchado (conquistado pelo esquerdismo), a vida é uma moleza. E isso também vale para artistas que ganham dinheiro por causa da Lei Rouanet ou donos de ONG’s aparelhadas pelo estado.

Em resumo, o fato do “fervor revolucionário ser ação” não significa absolutamente nada, pois qualquer coisa que o ser humano faça é “ação”. A constatação de que o ser humano executa “ações” a todo momento não serve para livrar ninguém que seja da acusação de luta pelo comodismo na hora de buscar seu ganha pão. E o socialismo, por ser focado apenas em dar poder para burocratas mamarem nas tetas do estado inchado, é a apologia do comodismo. Por que nada é mais cômodo do que viver às custas do estado e não ter que prestar satisfação a consumidores.

Ele repete a ladainha de que o socialismo é militarista e só beneficia os detentores do poder e desinforma: “O defeituoso sistema de escolas públicas não garante que os estudantes pobres e pertencentes às minorias escaparão de um fardo que os deixará em desvantagem por toda a vida: ter recebido uma educação de baixa qualidade a um custo exorbitante”. Isso é desconhecer totalmente a inclusão social e educacional que a China, por exemplo, realiza. É ignorar, para citar um exemplo que nos é caro no momento, a excelência de qualidade da formação dos médicos cubanos.

Que o socialismo só beneficia os detentores do poder, quanto a isso não há nem o que discutir. Basta estudarmos a vida nababesca de líderes de Cuba, China e Venezuela para tirarmos qualquer dúvida.

Quanto a China, a tal “inclusão social e educacional” que eles propiciam é tão grande que muito mais chineses saem da China para viver em outros países do que pessoas de outros países (se considerarmos nações civilizadas, como os Estados Unidos e vários países da Europa) mudam-se para lá. Além do mais, incluir mais pessoas no estudo não significa dar educação de qualidade para elas, e nem garantir que elas todas possam ter a devida recompensa pelo seu estudo, o que deveria ser traduzido em oportunidades para essas pessoas.

No caso dos médicos cubanos, a coisa fica ainda mais grave, pois a “excelência de qualidade da formação dos médicos cubanos” é conhecida por ser a única a ter fugido do exame Revalida no Brasil. É claro que os socialistas não possuem um teste objetivo mostrando, por exemplo, que os médicos cubanos pontuam melhor que os médicos de outros países.

É, a tal educação socialista deve ser realmente muito ruim, pois nem sequer ensinaram o tal de Pompe a apresentar suas alegadas evidências de forma estatística.

Ignorar, não; esconder, fraldar, pois é no capitalismo que as escolas públicas perdem em qualidade diante de algumas escolas particulares. É no capitalismo que a educação – aliás, como todas as atividades humanas – é tratada como mera mercadoria.

Fraldar?! Para um investigador de fraudes, ler isso realmente incomoda. É claro que a tal “educação de qualidade socialista” é inegavelmente um desastre.

Aliás, educação, saúde, segurança, esporte, processamento de faturas, venda de carnês e qualquer outra atividade humana é sempre uma mercadoria. A diferença é que no socialismo aqueles que vendem seus serviços são mal pagos. A não ser, é claro, os donos de estado inchado.

Resta apenas saber se Pompe é esperto o suficiente para fazer parte dos burocratas que mamam nas tetas do estado inchado, e por isso é inteligente ao apoiar o socialismo, ou então é ingenuo o suficiente para acreditar de verdade no socialismo, e então não passa de mais um esquerdista funcional (espécime que detalha mais o perfil do idiota útil) que só serve para mostrar o baixo nível da “intelectualidade” resultante das sessões de doutrinação marxista escolar em nossas escolas e universidades.

Anúncios

23 COMMENTS

    • Alguém precisa “fraldar” o Sr. Pompe, ou seja, colocar uma fraldinha nele para que não escape o tanto de merda que ele fez ao escrever aquela porcaria de texto.

  1. Luciano, achei uma contrarresposta genial e que poderia render um comentário. Eis que Latuff criou esta charge dizendo como pensariam os “coxinhas”. O pessoal da Indireitas do Karl resolveu fazer uma resposta assinada pelo pseudônimo Flatuff e trocando o texto dos balõezinhos por clichês marxistas-humanistas-neoateístas. Em vez de uma coxinha, que é alimento e entra pela boca, os MHNs foram representados por uma montanha de excrementos (e de repente poderia render a eles o epíteto de “bostinhas”). A mão, que na do coxinha está limpa, na do bostinha está manchada de sangue, enquanto o MacBook teve apenas o adesivo de “Viva 1964” removido, ficando muito parecido com este.
    O mais genial da coisa toda foi notar que usaram contra os MHNs exatamente o mesmo expediente que eles costumam usar contra os anti-MHNs: ver o discurso fornecido, ater-se aos penduricalhos deles e combater com base nos penduricalhos. Latuff poderia ter deixado o laptop sem qualquer logotipo, mas pôs um logo da Apple para dizer que “coxinha” só tem esse tipo de computador (sendo que a maioria das pessoas teria um laptop da Positivo, Dell, Samsung ou outra marca mais em conta que a do Steve Jobs). Logo, forneceu o penduricalho para ser usado contra, em vez de ter deixado o discurso mais seco. Também forneceu onze balõezinhos com bom espaço para textos e o tal do Flatuff foi lá e aproveitou os mesmos com mais texto dentro do mesmo espaço e só usando clichês MHNs (que são os penduricalhos que eles deixam soltos no texto). Como coxinha possui um formato de gota, bastou mudar um pouco para fazer o bostinha, inclusive liberando espaço livre no quadrinho.

    E nessa, o Latuff não só ganhou um arqui-inimigo chamado Flatuff como também jogou por terra seu trabalho na tentativa de ressignificar “coxinha” como gíria de algo que em São Paulo é usado para chamar policial militar para um suposto significado equivalente a mauricinho ou patricinha, provando novamente que tal significado nunca teve qualquer respaldo legitimamente popular, mas era algum código MHN que eles queriam espalhar pelo povo em geral para depois dizer que foi uma gíria que surgiu do legítimo uso popular. Por fim, acabou alicerçando que chamemos os MHNs de bostinhas (algo que encontraria muito mais respaldo dentro do povo, que já chama de “bostinha” qualquer um que, não conseguindo vencer por si só, vive de querer prejudicar os outros ou achar ruim a felicidade alheia). Podemos dar os parabéns ao cartunista carioca?

      • Luciano, já na página do Flatuff há mais uma alicerçada no uso do termo “bostinha” para denominar os marxistas-humanistas-neoateístas que chamam os outros de “coxinhas”, baseada neste original do Latuff. O principal da coisa: ao tentarem (sem muito sucesso, pois o povo comum pouco usa esse termo no significado dado pelo pessoal do marxismo-humanismo-neoateísmo) ressignificar o termo “coxinha” da gíria paulistana que é para policial militar para denominar quem não é MHN e expulsou os partidos MHNs das passeatas de junho, os adeptos de tal corrente não notaram que deram um tiro no pé master que agora vai mostrando as consequências.
        Primeiro eles chamavam quem com eles não concordavam de “burgueses”, mas aí tiveram de lembrar que pipoqueiro é pequeno-burguês e dono de seus próprios meios de produção. Depois tentaram chamar esse pessoal de “racista”, mas descobriram que há não-brancos que odeiam o MHN e mestiços que se recusam a ser chamados de “negros”. Depois usaram “homofóbico”, mas aí descobriram que além do Clodovil há outros gays que odeiam o MHN e sabem que onde essa ideologia assumiu o poder, matou milhões de gays. Passaram então para o “elitista”, mas aí viram que os pobres que ascenderam socialmente não eram aliados incondicionais do MHN. Foram pensando e chegaram ao termo “coxinha”, que supostamente sintetizaria toda e qualquer pessoa que odiasse o MHN e aproveitaram a grita dos médicos contra a vinda dos cubanos para tentar popularizar o significado que eles inventaram e que dizem supostamente ser de origem legitimamente popular como qualquer outra giria. Não estava emplacando e eles tentaram novamente emplacar esse significado para xingar o popular que foi às passeatas de junho e expulsou os partidos das mesmas, frustrando a tentativa de guiarem o povo contra os opositores dos MHNs no poder. Vieram black blocs dizendo que manifestações pacíficas são ineficazes e coisa de “coxinha” alienado. Veio Sakamoto com seu Coxeco três vezes e em cada uma delas foi uma mostra de vergonha alheia das boas contra ele, fora comentários de pessoas falando de fazer um contrapersonagem chamado Caviarzinho ou Sushizinho. Aí veio o Latuff tentar fazer sua parte e a resposta foram os cartuns desesquerdizados do Flatuff. Será que ainda tentarão chamar os outros de “coxinha” ou notaram que não só esse termo não se enraizou no povo como também está recebendo respostas legitimamente populares. Quanto mais de “coxinhas”” chamarem os não-MHNs, mais de “bostinhas” serão chamados pelos não-MHNs, que sabem ser “bostinha” um termo altamente enraizado no povo e de fácil compreensão do sentido que se quer passar. Além disso, coxinha entra pela boca e alimenta, enquanto bostinha, se não for eliminada, causa problemas de saúde para o organismo que a retiver.

  2. Comprei o Livro Politicamente incorreto da esquerda e do socialismo e já li o primeiro capitulo. O livro é recheado de fatos (apontando sempre fontes) e de análises certeiras, de modo que fica muito difícil para o esquerdista/socialista safar sua ideologia do ‘desmascaramento’ que ocorre ali. Daí a histeria destes lunâticos. Certamente estão se borrando todo, porque estão assistindo o crescimento da direita em todos os meios.

  3. No trecho em que o tal de Pompe diz que “é no capitalismo que as escolas públicas perdem em qualidade diante de algumas escolas particulares” nada mais está fazendo que uma confissão de que, quando se tem opção para comparar, é que se vê que as escolas públicas não têm qualidade.

  4. Eu li esse livro e realmente ele apresenta vários pontos que os socialistas não respondem com argumentos e sim como propaganda, jogos de palavras ou xingamentos. Nos primeiros capítulos, o autor mostra o problema do planejamento central e sua deficiência em satisfazer as vontades das pessoas com relação ao consumo de leite, exemplo utilizado por Hayek, inclusive. Como as preferências mudam com o passar do tempo, não tem como antever o que as pessoas vão querer amanhã. Como por exemplo, vegetarianos podem não querer leite de vaca e sim leite de soja, e podem estar dispostos a pagar um pouco mais caro pra isso. Mas primeiro, tem que surgir na sociedade os próprios vegetarianos, para que haja a demanda por leite de soja. Ninguém tem bola de cristal.

    Já nos capítulos finais o autor afirma que os socialistas acham um requinte supérfluo e burguês o Wall Mart oferecer 900 tipos de shampoos, e acham isso um desperdício. Eis aí um dos motivos que em países onde os planejadores chegam ao poder nunca se tem uma grande variedade de produtos, pois limitando muito a escolha das pessoas, fica mais fácil de planejar, em vez de satisfazer as vontades do consumidor, que invariavelmente elevaria o número de opções de qualquer produto, é mais fácil dizer o que é bom para o consumidor, e claro, se ele reclamar, cala-se a boca dele, como ocorre em qualquer país socialista. Realmente o livro é muito bom e todos deveriam ler.

  5. Acho que uma das coisas principais do socialismo atual é o culto a preguiça. Trabalhar, para o socialista, é motivo de vergonha, pois significa ser explorado. Isso é expresso pela própria economia socialista, uma economia em que se elimina a competição por empregos mais remunerados e com maior benefícios, só resta competir para reduzir custos e recursos usados, ou seja, trabalhar o mínimo possível sem receber punição. Aliás, enquanto que a principal punição em um sistema democrático e em que se preza a liberdade é a prisão, em regimes socialistas é o trabalho. O horror ao trabalho está na origem do próprio pensamento marxista, que, talvez de forma fantasiosa, relatava longas e duras jornadas de trabalho e tem como um dos pilares da teoria do valor economico a quantidade de trabalho realizado.

  6. Luciano, aí vai um material muito bom do Instituto Internacional Republicano (http://www.iri.org/) sobre as eleições que elegeram Hugo Chaves. Ele explora tanto os sistemas de votação, quanto o papel da mídia etc:

    Venezuela’s Legislative and Regional Elections: Assessment Report

    http://www.iri.org/sites/default/files/Venezuela's%201998%20Presidential,%20Legislative%20and%20Gubernatorial%20Elections%20Pre-Election%20Assessment%20Report.pdf

    Venezuela’s 1998 Presidential, Legislative, and Gubernatorial Elections:Election Observation Report

    http://www.iri.org/sites/default/files/Venezuela's%201998%20Presidential,%20Legislative%20and%20Gubernatorial%20Elections.pdf

  7. o Karl Marx deve estar se mexendo no caixão com essa porquice toda….quando ele convocou para a Revolução, ele chamou os trabalhadores dizendo, “Trabalhadores, uni-vos”…… não esse lixo, que o PT apóia e financia, porque o PT sabe que o trabalhador é honesto e não quer expropriar ninguém, nem entrar numa matança mutua….. então o PT apóia, os maconheiros, os pedófilos, os abortistas, os zoófilos, os necrófilos e toda essa corja, porque sabe que com eles terá mais chances de tocar la revolución…..

    • Desculpa aí Xthink, mas o tal Marx pensou EXATAMENTE nisso. Ninguém seria ingenuo a ponto de achar que a criação de um núcleo de poder (ditadura do proletariado) iria tirar a natureza humana destes que estivessem no poder. Marx foi esperto, e quem acreditou (de verdade) nele foi feito de trouxa. Lamento.

Deixe uma resposta