As feministas como prostitutas ideológicas dos burocratas do estado inchado

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homem-aranha

Tempos atrás, o ditador venezuelano Nicolas Maduro tentou lançar as culpas da violência do país no Homem-Aranha. Como de costume, quando ocupa a hegemonia, a esquerda sempre cai na espiral do delírio.

Mas os esquerdistas deviam temer o Homem Aranha. Não o do cinema. Falo de um vlogger que usa o nickname de Strider Hien e usa uma máscara do Aranha.

Ele tem razão em proteger sua identidade, pois seus argumentos desmascarando o feminismo são tão contundentes que com certeza ele é vítima automática do ódio de uma legião de pessoas (que atendem por feministas) serviçais de burocratas, todas usando rotinas mais falsas que prêmio de “bilhete premiado” comprado na esquina.

Strider é um conservador. Eu sou um liberal. Mas no mínimo 90% de seus argumentos são suficientes para fazer qualquer feminista se sentir envergonhada, mas só se ela for capaz de fugir da doutrinação que lhe envolveu. Essa doutrinação é capaz de impossibilitar o menor traço de raciocínio em qualquer uma delas (ou de seus apoiadores). Portanto, elas não serão capazes de assimilar nada dos vídeos. Nós sim.

Os três vídeos abaixo farão você perder cerca de 2 horas e meia de sua vida. E são de graça! Muito melhor do que pagar para ver o Robocop ultra-esquerdista de José Padilha no cinema.

Enfim, deixemos de enrolação. Abaixo seguem três vídeos de Strider Hien, suficientes para revisarmos o estatuto ético do feminismo, que, a partir de agora, pode ser formalmente chamado de uma falha gravíssima de caráter, digna de rejeição social de todos que defendem este tipo de ideia:

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15 COMMENTS

  1. Luciano, vc acha que os esquerdistas podem criar essas falsificações intelectuais não apenas para vencer um debate para para que as pessoas aprendam a acreditar e usar essas falsificações em seus raciocínios danificando-os?

    Por exemplo, um esquerdista sabendo que vai vencer uma causa facilmente, ao invés dele simplesmente vencer a opinião contrária, ele aproveita para convencer o público da validade de argumentos absurdos(facilitando futuras vitórias)

  2. Para nós brasileiros nojentinhos o dado biográfico de preferência religiosa não é importante, ao contrário dos países no hemisfério norte em que se paga até imposto, por ex., católicos na Alemanha. Daí, nosso feminismo parecer uma ação de mau-caratismo, sem-vergonhice mesmo numa massa de manobra muito triste. Mas, nossas feministas igualam-se na histeria internacional, ao não entender que o núcleo duro do feminismo luta contra o Deus de Israel, aquele que obriga as mães a entregar seus filhos para circuncisão. Daí, a agenda do aborto, do lesbianismo, o fim da família tradicional judaica. E cristã. Daí, também a contradição em apoiar países e movimentos islâmicos.
    Somando tudo percebe-se que discussão racional com essa gente é como bater cabeça num muro.

  3. Luciano, dois textos com feminismo embutido e que podem render:

    1) Uma sugestão que deixo é a de usar eventos que ocorrem no momento para sapecar em tempo praticamente real a pregação contrária ao marxismo-humanismo-neoateísmo. Como estamos no Carnaval e amanhã é a terça propriamente dita, eis que daria um ziriguidum especial neste blog comentar sobre este texto do Sakamoto que supostamente defende as mulheres vítimas de assédio no Carnaval mas que na prática guina contra a sociedade que aí está. Observe que ele fica reciclando os mesmos cacarejos de outrora (como aquela história de que homens seriam treinados para ser agressivos, em vez de serem mais agressivos por produzirem mais testosterona e por isso aprendendo com suas famílias a direcionarem a energia dessa agressividade para coisas, coisa que já foi derrubada anteriormente neste texto e pela ciência em geral), mas também vem com pérolas como a que passarei abaixo:

    E não se engane. Não é só meia dúzia de celerados. Ataques como esse traduzem o que parte da nossa sociedade machista pensa. Que uma mulher que conversa de forma simpática em um bloco de carnaval está à disposição, que uma mulher que se veste da forma como queira está à disposição, que um grupo de mulheres sem “seus homens”, brincando na rua, está à disposição.

    Se não é meia dúzia de celerados, como é que isso traduz parte do que a sociedade pensa? Meia dúzia de celerados são parte da sociedade e pensam de uma determinada maneira. Supondo que o termo “celerados” refira-se a psicopatas, isso significaria que são de 1 a 2% do total da população, o que significa que em um Brasil de 190 milhões temos de 1,9 a 3,8 milhões de caras que fazem isso. Como índices de psicopatia são mais ou menos invariáveis independente do lugar, isso significa que temos essas pessoas espalhadas por aí em uma média de 345,45… a 690,9… por município (fazendo uma divisão grosseira do número de psicopatas pelo número de municípios do Brasil, 5.500). Em uma cidade como São Paulo (11,320 milhões de pessoas), isso significa de 113.200 a 226.400 psicopatas, número mais que suficiente para gerar coisas mais pesadas do que simplesmente alguém passando uma mão boba em uma mulher e dizer que ela está lá para isso (por mais pesado entenda-se assaltos, crime organizado, golpes de rua ou mesmo o psicopata corporativo). Ah, mas São Paulo não respira tanto Carnaval assim e isso vê-se mais em Rio (6,32 milhões), Salvador (2,675 milhões) e Recife (1,538 milhão). Logo, temos nessas cidades, respectivamente, de 63.200 a 126400, de 26.750 a 53.500 e 15.380 a 30.760, isso sem contar psicopatas fazendo turismo nessas ocasiões e indo para esses municípios, o que pode aumentar o número geral deles. Logo, se ataques como esse traduzem o que parte da sociedade machista pensa, que se considere os tais 1 a 2% de psicopatas da sociedade, com os 98 a 99% de outros machistas não concordando com caras que chegam na folga em cima das mulheres.
    Sakamoto sequer notou que descreve um psicopata no tal parágrafo em questão, pois psicopatas costumam considerar as pessoas ao redor como coisas suas, que eles podem descartar quando não mais servirem a seus propósitos. Porém, ele, tentou novamente dizer que todo homem é psicopata. Ué, mas Sakamoto não é homem? Se o é, então a coisa vai ficar ruim também para o lado dele.

    Como o blogueiro em questão tem opiniões fechadas a respeito de tudo e nunca as muda em sua essência (no máximo levando em conta pequenas correções), lá está ele novamente jogando aquela ladainha de que somos massinha de moldar ou, pior, robôs:

    Como já trouxe aqui, o homem precisa começar a mexer na sua programação que, desde pequeno, o ensina a ser agressivo e a tratar mulheres como coisas. Raramente a ele é dado o direito que considere normal oferecer carinho e afeto em público. Bom é xingar, machucar, deixar claro quem manda e quem obedece. O contrário é coisa de mina. Ou, pior, de bicha.

    Novamente, alguém aqui foi ensinado a ser agressivo ou aprendeu a conter a própria agressividade e direcionar a energia dela para coisas boas? Vide naquela postagem sobre o André Baliera que o mesmo foi acudido majoritariamente por homens heterossexuais (motoboys fazendo grupinho e ameaçando dar capacetada nos dois fortões que bateram no cara, policiais militares, transeuntes comuns etc.). E se ameaçaram inclusive bater nos caras que agrediram injustamente o cara em questão, é porque souberam direcionar a agressividade, assim como os policiais militares souberam fazer o mesmo em vez de sair por aí dando borrachada a torto e a direito. E quase como um CTRL+C, CTRL+V mental, vejam o que ele disse naquela ocasião:

    Por fim, como aqui já disse Claudio Picazio, psicólogo, especialista em sexualidade e violência doméstica, o homem precisa começar a entender que tem direito ao afeto, às emoções, a sentir. Passar a ser homem e não macho. O homem é programado, desde pequeno, para que seja agressivo. Raramente a ele é dado o direito que considere normal oferecer carinho e afeto para outro amigo em público. Manifestar seus sentimentos é coisa de mina. Ou, pior, é coisa de bicha. E bicha tem que ser exterminada pois subverte a figura que se espera do homem.

    Tirando que antes ele mencionava um psicólogo para tentar dar um verniz científico a sua pregação marxista-humanista-neoateísta, a sequência é praticamente a mesma, começando com a história de que é programado desde pequeno a ser algo e que o contrário seria coisa de menininha ou de homossexual. Se não ser agressivo seria coisa de bicha, como explicar isto aqui?

    http://www.youtube.com/watch?v=oMPTbhU0GWs

    Sim, são dois travestis, portanto homens que tomam hormônios femininos para terem silhueta mais feminina mas mantendo pênis e testículos, dando porrada a torto e a direito. Seriam esses travestis, portanto homossexuais e supostamente isentos de agressividade, programados desde criancinhas para serem agressivos? Ou o que estamos vendo aqui é o natural lance de agressividade física proporcional à testosterona produzida sendo direcionada de um jeito que invalida o postulado sakamotiano usando o próprio postulado contra ele mesmo?
    E vamos ao último parágrafo, em que novamente ele vem com aquele papo de que “a sociedade” seria um espírito mau que quer fazer mal aos outros e precisa de alguém como seu “cavalo”, como se pode ver aqui:

    E quando uma mulher não tem a garantia de que não será importunada, ofendida ou violentada, com ações ou palavras, toda a sociedade tem uma parcela de culpa. Pelo que fez. Pelo que deixou de fazer.

    Ué, que culpa eu tenho se estou longe de um baile carnavalesco ou desfile de bloco em que acontece algo assim? Sequer teria como acudir ou chamar o segurança (ou policial, se fosse Carnaval de rua). Logo, vamos considerar que Sakamoto está com aquele lance de sentir culpa por algo que ele não fez, mas que não quer assumir a culpa sozinho e imputa essa culpa para esse ente místico. Se eu achar um cartaz na rua que diga algo como “Pai Fulano, faço amarração para te proteger da sociedade”, vou procurar os serviços dele, pois tenho medo que A Sociedade incorpore-se em mim e me induza a fazer coisas que eu não faria;

    2) Enquanto isso, em blog parceiro, mais uma das consequências de se inventar a gordofobia e dizer que a sociedade imporia que as mulheres deveriam ser magras mesmo que deem à luz três crianças por parto natural (como o fez Maria Kang).

  4. NUNCA é assédio quando o homem que está olhando a mulher na rua é do seu agrado (eu nem digo que o cara tem de ser rico ou bonito nos padrões da “mídia”, ele pode só ser um cara que lhe agrada por qualquer motivo, como é comum neste tipo de interação humana).
    Só é “estupro” quando o cara é um carroceiro desdentado ou tem cara de marginal (algumas gostam disso, claro). E isso é facilmente identificável quando se trata com uma feminista. Caso ela ainda seja um pouco “machista” e seja hétero, tente saber como foi a primeira vez que ela flertou com o namorado dela. 98% é com troca de olhares e 90% das vezes foi o cara que olhou primeiro (aí o código social do cara tendo que cortejar e tomar a atitude vale). Mas aí é o cara que ela escolheu como namorado então não é estupro porque ele era “bonitinho”.

  5. […] Mais grotesco ainda é quando ele reclama de “um texto” que “manda as feministas ‘se foderem’”. Ou seja, a partir de agora temos o puritanismo linguístico, onde nenhum palavrão pode ser dito contra feministas. Mesmo que elas sejam conhecidas pelo seu ódio em relação à interação social com pessoas normais. […]

  6. Acrescentemos aqui o hangout com o Striden como um dos debatedores, falando sobre a “cultura do estupro” (essa coisa que as feministas inventaram para chamar de “estupro” qualquer coisa e dizer que homens seriam intrinsecamente estupradores):

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