Latuff. O próprio. Ele mesmo. Aquele que incita crimes contra policiais. Revoltado com sátiras estupendas do Flatuff, ele perde a esportiva e pede arrego para Facebook censurar o oponente.

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Comentei aqui há poucos dias sobre o lançamento da página de Facebook do Flatuff, que satiriza e subverte as charges do ultra-esquerdista Carlos Latuff. Como a iniciativa foi sensacional, Latuff perdeu a esportiva (como sempre ocorre com esquerdistas), e denunciou a página ao Facebook. Por isso, alguns dos posts foram deletados. A denúncia de Latuff ocorreu por uma alegada quebra de direitos autorais.

Veja evidência abaixo:

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O problema é que esse comportamento contradiz o que ele próprio afirmou (por que, de novo, não estou surpreso?). Observe o vídeo abaixo onde ele declara que todo o seu material é “Copyleft”, ou seja, não é protegido por direitos autorais:

Claro que esperar que um esquerdista mantenha sua coerência é o mesmo que enxugar gelo. Nunca vai dar em nada. Mas ao menos ele é coerente com a obsessão por censurar oponentes, como nos dizem seus líderes do coração, Stalin e Trotsky:

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O problema é que o pedido dele por censura não faz o menor sentido, pois ele mente ao dizer que seus direitos autorais foram violados, já que paródias não dependem de autorização do autor da obra originária, como nos diz Flávio J. de Moraes Jardim.

A regra geral, prevalecente no âmbito do direito autoral, é a de que qualquer utilização da obra protegida depende de autorização prévia e expressa do titular dos direitos de autor. Essa determinação encontra previsão legal no artigo 29, da Lei n.º 9.610, de 19.2.1998, a qual dispõe sobre a proteção da propriedade intelectual no país. Entretanto, a própria lei tratou de estabelecer limitações aos direitos assegurados ao autor, permitindo, em certas hipóteses, a utilização de obra sem a anuência do titular dos seus direitos. O caso das paródias é, sem dúvida, um dos que desperta maior curiosidade e atenção, seja por sua popularidade, seja pelas características que fazem uma obra possuir essa natureza.

Paródias são criações que imitam outras obras, com objetivo cômico. Um parodista é um crítico, que ridiculariza uma criação, fazendo o observador analisar uma determinada obra de forma lúdica (Mashal, Understading Copyright Law, LexisNexis). É o que José de Oliveira Ascensão chama de “tratamento antiético do tema” (Ascensão, Direito Autoral, Renovar). Pela natureza da paródia, o parodista utiliza-se de elementos de expressão fixada em obra pré-existente, criando uma obra derivada. Tanto obras musicais, como audiovisuais ou literárias podem ser parodiadas. Exemplos típicos são os quadros do programa televisivo “Casseta & Planeta”, que imitam, de forma cômica, as novelas exibidas pela Rede Globo.

Todavia, tendo em vista o tom cômico e jocoso que é atribuído à criação original, podem ocorrer conflitos entre o parodista e o titular dos direitos de autor da obra original. Haveria a possibilidade de o titular dos direitos de autor não autorizar a realização da paródia, apenas para não ter a sua obra circulando de maneira divergente da que idealizou, ainda que nenhum prejuízo lhe fosse causado. Conforme afirmou o Ministro da Suprema Corte dos Estados Unidos David Souter, em voto proferido em julgamento daquele Tribunal, “as pessoas pedem por críticas, mas apenas querem elogios.” Campbell v. Acuff-Rose Music, Inc., 510 U.S. 569, 592 (1994). Por essa razão, optou o legislador por conferir liberdade à criação de paródias, conforme previsão do art. 47, da Lei 9.610/98. Note-se que a ausência de autorização prévia do autor se justifica pelo grande interesse da coletividade na proliferação dessas criações, que conferem um tom humorístico e crítico a obras conhecidas do público em geral.

Para ser paródia, uma criação não pode simplesmente reproduzir uma obra originária. Terá, basicamente, que transmitir duas mensagens ao mesmo tempo simultâneas e contraditórias ao público: a de que está se falando da obra parodiada, mas a de que não é a obra parodiada. Black Dog Tavern Co. v. Hall, 823 F. Supp. 48, 53 (Mass. Dist. Ct. 1993). Para tanto, o parodista deve ser autorizado a fazer uso de elementos distintivos e significativos da obra original e até mesmo do âmago do original, tudo para assegurar que o público associe a paródia à criação primígena. Contudo, não poderá empregar mais que o necessário para realizar essa associação. Campbell, 510 U.S., at 589. Caso as criações sejam bastante similares, tornando difícil a diferenciação entre ambas, causando confusão no mercado, será caso de violação dos direitos do autor. O uso de elementos da obra original terá sido excessivo, não tendo sido transmitida a mensagem de que se trata de obra distinta.

Além disso, as paródias não podem implicar descrédito à obra originária. Esse requisito, também estabelecido no artigo 47, da Lei n.º 9.610/98, entretanto, não deve ser tratado com rigidez, até pela subjetividade envolvida na apreciação do tema. As paródias, por sua natureza, ridicularizam a criação original, de maneira cômica. Há, como já dito, um “tratamento antiético do tema”. Apenas em situações em que, devido à desonra imposta, a paródia possa influir no mérito do trabalho do autor, prejudicando a sua exploração comercial, é que se deve descaracterizá-la. Não se pode somente levar em consideração a opinião do autor, mas a efetiva existência de prejuízos. Nesse ponto, a lei brasileira se preocupa com a preservação da reputação da obra e, conseqüentemente, do próprio direito moral do autor (art. 24, IV, da Lei 9.610/98).

Tendo os direitos de autor características peculiares, é necessário manter um equilíbrio entre o interesse privado do autor e o interesse da sociedade na obra protegida (Cabral, A Nova Lei de Direitos Autorais, Habra). A análise de uma paródia deve ser feita à luz desse princípio. O legislador optou por conferir liberdade, tornando desnecessária qualquer autorização do titular dos direitos da criação primígena, para a confecção de paródias. Assim, salvo situações que acarretem verdadeira confusão com a obra originária ou causem embaraços à sua exploração comercial por descrédito, a regra preponderante é que as paródias são livres e independem de autorização do titular dos direitos do original.

Enfim, Carlos Latuff não é apenas um censor, como um mentiroso contumaz, reclamando daquilo que não foi vítima. É claro que estamos diante de mais um show de canalhice digno da psicopatia. Quem satiriza um sujeito desse naipe está batendo de frente com um exemplo da escória da espécie humana.

Essa charge, aliás, é uma das melhores:

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E não adianta ele reclamar, pois é exatamente isso que Latuff afirmou, tempos atrás:

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Sim, o sujeito é barra pesada. Daqueles que não podem ser considerados aptos para o convívio social com pessoas normais.

Esse é um motivo adicional para satirizá-lo. Tiramos o poder de pessoas perigosas quanto as satirizamos. Essa outra charge que fizeram é ótima:

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Aliás, a charge acima já é assinada como “Flatoonf”, provavelmente para despistar a sanha censória de Latuff.

A meu ver, deviam usar o nickname Flatuff mesmo e usar as tentativas deles censurarem o conteúdo como uma credencial. Sim, é isso mesmo que eu quis dizer!

Assim como alguns militantes usam suas prisões como credenciais perante seu grupo, devíamos cada vez mais usar essas tentativas da extrema-esquerda em nos censurar como credenciais mostrando que somos eficientes em atingi-los. Os esquerdistas só atacam aqueles que podem lhes causar danos. Logo, se eles tentarem censurar um conteúdo nosso, ele passaria a adquirir um “selo de qualidade” mostrando que ele é importante para ser propagado.

Em suma, não usemos a tentativa de censura dos esquerdistas como um fator de desânimo, mas de motivação adicional.

Para finalizar, mais outra ótima charge do Flatoonf. Esta imagem abaixo, a meu ver, deveria se tornar um dos símbolos do nosso lado, dizendo que “ser de direita é ser contra a censura”:

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21 COMMENTS

  1. Latoff, você um bocado insignificante, te conheci aqui, caso contrário jamais ouviria falar de ti. Cara, seu traço é CAÍDO, e você NÃO TEM A MENOR IDEIA DO QUE SEJA HUMOR. Enfim, você é fraquinho mesmo, sem talento, fazer o quê? Só mesmo imbecis amestrados para esboçar um sorriso diante dos seus desenhos CAÍDOS e SEM GRAÇA. O lance do traço não é uma questão técnica, de apuro. É preciso ter ORIGINALIDADE. Seus desenhos parecem os de um adolescente mau aluno rabiscando no caderno no fundo da sala. Não tem PEGADA, não tem ORIGINALIDADE. Quanto a tematica PQP, você deve ter furunculos na bunda enquanto desenha esses desenhos CAÍDOS e SEM GRAÇA.
    Eu conheço cartinistas de verdade. Você não merece o titulo, E não pode se dizer cartunista. Para isso tem que ter HUMOR!!!

  2. Luciano, até hoje eu não esqueço desse senhor dando entrevistas para um programa da universidade Gama Filho, onde o próprio dizia que “arte” era para provocar e que não queria conversar com a grande mídia, mas sim com os universitários.Pois bem, tempo vai, tempo vem e que eu vejo no programa da Globo News?O sr. Latuff, todo sorridente (mas ele não estava afim de conversar com a grande mídia?).
    O sujeito é pura contradição!
    Mais cômico do que isso só o fato do mesmo usar uma rede social de origem americana, criada por um judeu e que têm ações na bolsa de valores (três coisas que o desenhista de boteco condena).

    Abraços!

  3. A Flatoonf já era uma página reserva . Devem vir outras mas também deveria investir em blogues , twitter , youtube …E se a perseguição persistir , ”ressuscitemos o orkut” .

  4. Então … acessei o site deste tal de Latuff … e gostei dos desenhos que ele faz … gostei tanto que imprimi na minha impressora HP capitalista e ainda em modo econômico, cada desenho dele … o que fiz com as impressões ?!?! Se joguei fora ?!?!? Nada … virou papel para limpar bunda com os desenhos dele … afina de contas … ideias esquerdistas de merda em desenho, só servem para uma coisa mesmo, limpar a bunda, mais nada … mas, nem isso … mas tá lá … pendurado como papel higiênico.

  5. Atenção ! A página FLatuff não caiu , apenas ficou temporariamente oculta , segundo o próprio criador : Nota de esclarecimento:

    Peço desculpas por ter anunciado a derrubada da página do Flatuff. Mas, como o mesmo explicou, ele tornou as páginas ocultas e ficou impossibilitado de administrá-las. Mais uma vez, peço desculpas pelo mal-entendido.
    -Teacher

    Explicação do Flatuff:

    “Amigos, as páginas não foram derrubadas, eu só as deixei ocultas, no momento estou impossibilitado de administrá-las, assim que puder, coloco de volta no ar e produzo conteúdo novo, peço desculpas se alguém pensou que haviam sido derrubadas, até mais. PS.: O tumblr continua lá, http://flatuff.tumblr.com/, vou deixar esta página visível, se sumir é porque derrubaram, abraços”.

    FONTE : https://www.facebook.com/pages/Contra-Comunismo/545775702196703

  6. O Latuff é um comunista descendente de árabes, e o panaca não sabe até hoje que o comunismo é judaico e foi feito pelo judeu Kissel Mordekay, dito de “Karl Marx”! Vai ser burro assim no inferno!

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