Por uma revisão do estatuto ético do esquerdismo

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Qual a diferença da proposta deste blogueiro que vos escreve em comparação com autores de outras propostas da direita? A meu ver, é a postura de superação do esquerdismo, enquanto a maioria das demais propostas, a meu ver, são condescendentes demais com este paradigma. (Me coloco, antecipadamente, como alguém em risco de cometer alguma injustiça. Mas se tiver algum autor que proponha o que trarei a seguir, e com tal abrangência, por favor me avisem que faço a retificação)

Reconheço que outros autores da direita já trataram o esquerdismo como uma grande picaretagem. Dentre estes posso citar Ann Coulter, Olavo de Carvalho e Ben Shapiro. Kevin D. Williamson, autor de O Livro Politicamente Incorreto do Socialismo, por outro lado, diz que “o socialismo fracassou” em vários países. Eu não digo que o “socialismo fracassou”, mas que obteve sucesso… ao dar poder para burocratas. Logo, Williamson é condescendente demais, de acordo com minha análise.

Mas apenas tratar o esquerdismo como uma picaretagem não é o suficiente. Precisamos ir além: o que defendo é uma revisão do estatuto ético do esquerdismo. Por isso, quero dizer que quase todas as formas pelas quais temos tratado o esquerdismo tem sido condescendentes demais, a maioria delas recaindo no erro de “crer na crença” esquerdista.

O que esta mudança de postura significa, em termos práticos? Muitas coisas, como:

  • rejeitar qualquer rotulagem falsa proposta por esquerdistas
  • apontar a imoralidade do comportamento esquerdista, e de suas propostas
  • criticar fortemente a ingenuidade com que temos tratado as artimanhas esquerdistas
  • controlar o frame diante da esquerda, sempre
  • demonstrar, em linguagem clara, para o maior número possível de pessoas, o quanto a doutrinação esquerdista em escolas é abjeta
  • criticar o comportamento de direitistas que usarem respeito excessivo para tratar a esquerda
  • denunciar os apaziguadores por sua mistura de pusilanimidade e cinismo
  • entender que enquanto não reduzirmos radicalmente o poder de esquerdistas na sociedade, devemos nos sentir humilhados por não fazê-lo
  • sermos focados em ação, para diminuir os danos do esquerdismo, ao invés da contemplação e a filosofia abstrusa

E que fique claro: a lista vai bem além disso.

Por exemplo, eu vejo muitas pessoas denunciando a doutrinação escolar em salas de aula. Mas é só isso? E a comparação deste tipo de postura com o abuso sexual? Isso é o mínimo que devíamos fazer. Deveríamos explicar para a opinião pública o nível de indignidade que tem um professor que se aproveita da vulnerabilidade de seus alunos perante à autoridade para usá-lo como instrumento de propagação do socialismo. Tudo isso enquanto ele finge que trabalha? É evidente que a direita tem sido “mole” demais na denunciação a esse tipo de comportamento.

Recentemente, vi várias páginas de direita sendo derrubadas no Facebook. Após isso, os direitistas reclamavam: “Lá vem a censura! Que absurdo!”. Mas a coisa fica só por isso mesmo? Fico imaginando o que ocorreria se religiosos derrubassem a página “Richard Dawkins Brasil”. Os efeitos colaterais seriam tão grandes para os religiosos que muitos pediriam desculpas sem precisar fazê-lo. Sendo assim, por que a direita não reagiu da mesma maneira incisiva e denunciadora de forma similar à que os neo-ateus usariam se fossem censurados por religiosos? Motivo: os neo-ateus entraram em campo para revisar o estatuto ético da religião, mas a direita (em outro âmbito) ainda não aprendeu que precisa fazer algo similar, isto é, revisar o estatuto ético do esquerdismo. Assim, a indignidade do comportamento esquerdista não é vista como tão indigna, torpe, desonrosa e intolerável como ela é.

Nestes dois exemplos, está claro que temos um problema sério por não entendermos (ainda) o quão realmente imoral, repreensível e anti ético é o esquerdismo. E muito menos entendemos a urgência de reação a isso. É contra essa falta de assertividade e senso de urgência que me posiciono.

Sugiro duas comparações: com o latrocínio e o estupro. Observe sua reação perante esses dois eventos e o seu nível de indignação. Sim, eu sei que estou falando de crimes. Entretanto, preste atenção em como você reage a eventos deste tipo na avaliação moral e ética. Pare alguns minutos para refletir…

Já o fez? Pois bem. Agora pense nos seguintes atos:

  • uso de logros e embustes para dar poder a ditadores
  • para evitar que as pessoas critiquem a indignidade acima, lute para censurar a imprensa, de forma a ajudar a estes ditadores
  • promoção de falsas lutas de classe, nas quais um dos lados sempre será incentivado a praticar crimes (se duvida, veja o que Robin Morgan, feminista, disse: “Eu sinto que o ódio aos homens é um ato honroso e viável politicamente, pelo qual o oprimido tem o direito de nutrir ódio de classe contra a classe que os oprime”)
  • para garantir uma legião de zumbis siga aceitando as ideias acima, promoção de doutrinação escolar de crianças e jovens vulneráveis à autoridade

Se eu fosse elencar todas as ações esquerdistas avaliando-as pelo que elas realmente são, com certeza esses bullets ficariam entre 30 a 40 itens. Acima, portanto, estão apenas alguns exemplos. E, só por essa pequena amostragem, podemos ver que, em termos éticos e morais, o esquerdismo está na mesma categoria do latrocínio e do estupro. E não podemos deixar de ignorar que foi por causa do esquerdismo que tivemos o uso do estado para genocídio de seus habitantes no século XX. A proposta de inchar o estado, a ponto de que ele tenha o poder de esmagar seus habitantes, é 100% esquerdista.

O que eu quero dizer é que ser esquerdista é moralmente errado. Além de tudo, é anti-civilizacional e contra tudo que conhecemos como racional. Isso não quer dizer que alguém de direita não possa nutrir crenças moralmente erradas, muito pelo contrário. Claro que pode. Mas o que estou sendo claro ao dizer é que o esquerdismo é inerentemente imoral.

Mas eu ainda não terminei: a direita que não for assertiva o suficiente na denunciação dessa imoralidade também deve ser responsabilizada por conivência ou ingenuidade. Neste último caso, podemos até ser ligeiramente tolerantes. Mas se a pessoa já está consciente do que realmente representa o esquerdismo, então ela também deve assumir a responsabilidade de denunciar (na medida do possível, naturalmente) o quanto é abjeto o comportamento esquerdista. Se você visse uma mulher sendo perseguida por um bandido, não chamaria a polícia? Então, pelo mesmo princípio, devemos denunciar um esquerdista quando ele é conivente com o crime violento para que a opinião pública saiba do que estamos tratando.

Se assumirmos esse mindset, então aos poucos você perceberá o que significa aquilo que defino como revisão do estatuto ético do esquerdismo. Ou seja, a forma pela qual encaramos o esquerdismo deve ser radicalmente alterada, com um aumento gradativo de assertividade na denunciação das imoralidades cometidas por eles (ou mesmo do que eles representam), além da noção de que nos devemos nos sentir humilhados se não formos firmes nesse tipo de denunciação.

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27 COMMENTS

  1. Texto excelente. Se não me engano, o correto, neste caso, é “imoral”, não “amoral”: aquele é contrário à moral, por exemplo, fazer experiências sociais com crianças para fins de obtenção de poder totalitário e de escravização massiva de seres humanos; este é o que não segue, nem viola a moral, como o ato de escovar os dentes.
    Sucesso

      • Caro Luciano.

        O termo “imoral” provem do latim “IN MORES” com a negação “IN”, e é usado para designação individual ou pessoal, sendo que: uma pessoa ou indivíduo é moral ou imoral.

        O termo “amoral” provem do latim “MORES” em conjunção com a negação em grego “A MORES” (negação em grego = “A” ou “ALPHA”), e é usado para designações impessoais ou genéricas de grupos, sendo que um grupo ou sociedade é amoral.

        No seu texto você não se referiu à pessoa do ESQUERDISTA, mas ao ESQUERDISMO como prática sectária daquele que é esquerdista.

        Reveja:

        “Nestes dois exemplos, está claro que temos um problema sério por não entendermos (ainda) o quão realmente moral, repreensível e ético é o esquerdismo. E muito menos entendemos a urgência de reação a isso. É contra essa falta de assertividade e senso de urgência que me posiciono.”

        Portanto o correto ai é AMORAL.

        O ESQUERDISTA é (I) IMORAL, e O ESQUERDISMO é (A) AMORAL, de acordo com o entendimento vigente das práticas atuais do esquerdismo.

        “Ridendo castigat mores.”

        Jack.

        Abs.

      • O termo “moral” vem do latim “mores” = “costume” (costume de valores humanos).

        Portanto o indivíduo contrário, por sua própria vontade, aos costumes de valores, é (I) IMORAL, ou NÃO MORAL, significando: CONTRARIO à MORAL.

        Uma entidade impessoal (um grupo ou ideologia) não pode SER CONTRA, ou A FAVOR, pois não tem vontade individual ou vontade própria. Portanto a entidade impessoal pode TER ou NÃO TER (ser, ou não, constituída intrinsecamente de) costumes de valores.

        Portanto o grupo ou ideologia em geral que NÃO TEM CONTEXTOS de costumes de valores é: (A) AMORAL, ou NÃO MORAL, significando NÃO TER CONTEXTOS MORAIS.

        O ESQUERDISTA é (I) IMORAL, e O ESQUERDISMO é (A) AMORAL.

        Jack.

        Abs.

  2. Caaara, eu descobri o seu blog há pouco tempo — o que é tarde pelos meus interesses, porém… a tempo. Te parabenizo por seus excelentes artigos 🙂 . Sendo aforístico, atitudes extremas contra situações extremas costumam ser como o debater-se em areia movediça, só nos afundamos mais. Mas como diz o Olavão, quando a piroca vai entrando o cu vai se desvincilhando, e, no nosso, não! E a esquerda tem instilado isso nos direitistas, numa espécie de coisa que os deixa resilientes para que não reacionem, como de costume de um bom reaça. Vai-se aceitando os seus ditames, me parece, com uma certa coisa por se ajustar, assim acham alguns (”Eu vou sobreviver a isso!”, pensam.), quando a coisa é muitíssimo mais séria. Eles nos engolem com o tal ”crer na crença”. É humilhante mesmo que se faça tímidos ceceios contra o esquerdismo, há que objetar-se-lhes com a verdade e com arres. É ter foco. De resto, concordo plenamente com a lista.

  3. Luciano, em geral concordo com o que você disse, mas não deveríamos ter em mente também a dinâmica social da denunciação? Imagine, por exemplo, que você esteja num ambiente de faculdade, como muitos estão, e lá um esquerdista esteja defendendo a história de sempre de que o crime é culpa da sociedade e tudo.

    Tudo bem — nós sabemos que esse pensamento é diretamente responsável pela explosão de violência que ocorre aqui e que o esquerdista, ao defendê-la, está com sangue nas mãos. Mas como transmitir essa ideia de uma maneira que convença a audiência, que em sua maioria não vai ser tão convicta assim? Normalmente o esquerdista transmite suas ideias no maior tom de paz e amor, mesmo que essas ideias literalmente envolvam não ligar para a morte de inocentes. Se você for agressivo em excesso com ele, a audiência média vai prestar mais atenção no tom que você usa do que nas palavras que você está dizendo, o que vai inclusive acabar associando a mensagem com um tom agressivo comparado ao esquerdismo paz e amor.

    Para mim, contornar essa dinâmica é o verdadeiro desafio.

  4. Certíssimo o conteúdo do texto. A dificuldade é prática, pois levar o que foi dito adiante implica, muitas vezes, em isolamento social e até prejuízos financeiros (perda de empregos, oportunidades etc). Já ocorreu comigo situações nas quais rolou uma certa rispidez com conhecidos que carregam alguns valores de direita por eles não pintarem o esquerdismo como um mal em si mesmo e até apelarem a frames esquerdistas em discussões. Estes ainda conseguem enxergar a esquerda e seus valores com alguma generosidade e se você retruca, eles se ofendem e podem até contribuir para o seu isolamento. E normalmente, dentre os supostos direitistas, são essas as pessoas que estão em postos privilegiados porque, no Brasil, a pusilanimidade e o murismo são premiados.

    A direita precisa criar uma rede de proteção aos seus. Rede essa que inclua coisas como apoio jurídico, logístico, financeiro etc. Isso gera segurança para o combate. Não adianta apenas pensarmos que aqueles que não topam jogar o jogo agora, que a situação ainda é difícil, são covardes a serem descartados. É muito melhor estimular gente adormecida para o combate do que insistir com “liberasnos” que, irremediavelmente, conferem respeito e poder indevidos à esquerda.

  5. O pensamento do Olavo de Carvalho sobre a esquerda não é tão simples assim, de que são picaretas, pois engloba todo o seu trabalho em cima da chamada Mente Revolucionária. O marxismo como uma grande elaboração a partir da cultura revolucionária já vigente na época de Marx, no mundo atual, pós-Escola de Frankfurt, atinge caracteres de uma religião fundamentalista voltada apenas para a destruição da ordem vigente, não há mais o tal projeto de “mundo melhor”. Olavo aponta que tal cultura da morte arrasta milhões de psicopatas pra suas fileiras, gente capaz de matar e morrer pela causa, ou seja, dada a situação atual, já na fase de implantação, da “militância”, os comunistas não irão recuar, inclusive estão chamando seus adversários pra briga, forçando a “pressão de baixo”. Só um milagre salvará o Brasil do bolivarianismo, de um efêmero totalitarismo e, dado que o país é altamente dependente da agricultura, indústria, dificilmente vamos nos livrar de uma guerra civil e da fome. Olavo de Carvalho, pelo que eu noto, esta tentando formar uma elite intelectual pra uma reconstrução do que restará do Brasil pós-comunismo.

  6. Luciano você mora em que cidade do Brasil? Teria algum email para contato, ou é só por aqui mesmo? Pergunto isso, pois tenho contato com algumas pessoas que apreciam muito o seu trabalho aqui no site, principalmente o uso da retórica. Participo de grupos de jovens, alguns nem tão jovens, e tenho notado que ainda falta formação na guerra política, pois muitos não conseguem compreender e perceber as desonestidades no discurso que vigora. Enfim, você faz um trabalho impecável no site e acredito que mereça mais destaque. Seria ótimo se tivesse como contata-lo. Uma última pergunta, você ainda irá lançar o livro, em que estava trabalhando?
    Abraço.

  7. Concordo com tudo. O problema é que toda esta discussão não atinge o cerne do problema. Quem decide as coisas no Brasil não é mais o povo que pensa, mas o que não pensa. O que isso significa, em termos gerais? Significa que qualquer conclusão a que se chega em relação ao esquerdismo, ou a qualquer outro tema, não fará qualquer diferença nos momentos em que a história se move. Veja, por exemplo, o mapa das eleições de 2012 para prefeito de São Paulo, em azul, os que votaram contra o PT, em vermelho, os eleitores do PT. http://veja.abril.com.br/blog/reinaldo/files/2013/10/Vota%C3%A7%C3%A3o-elei%C3%A7%C3%A3o-2012.png Está claro que o povo com alguma capacidade cognitiva não vota mais na esquerda, sem que para isso sejam necessárias maiores admoestações intelectuais, simplesmente o próprio quadro da realidade mostra à pessoa com um mínimo de racionalidade que esquerdismo é furada. Já com os vermelhos, a situação se inverte totalmente, eles não pensam, mas são eles que decidem. Se o destino do Brasil estivesse nas mãos de quem escreve nos blogs, nas revistas Veja, Diário Do Comércio, etc, estaria tudo resolvido. A questão é que o Zé que vota na esquerda nunca ouviu falar ( e mesmo que ouvisse jamais entenderia ) em Olavo de Carvalho ou Luciano Ayan, de modo que fica patente que a luta contra o esquerdismo deixou de ser uma luta intelectual há muito tempo, nós ( os conservadores ) já ganhamos no âmbito intelectual, enquanto eles já ganharam no âmbito político. Uma vez que o âmbito político é que decide os destinos do país, nossa vitória intelectual pouco ou nada representa, a não ser que se converta em ações que possam de alguma forma reverter o quadro, que não é, repito mais uma vez, um quadro de elucubrações intelectuais, mas sim de ações políticas efetivas, as quais estão distantes do “pensar” abstrato e inócuo dos direitistas. Enquanto Rodrigo Constantino escreve mais um artigo para deleite de seus leitores liberais ( eu sou um deles ), que nenhum efeito a mais terá do que reafirmar para o leitor aquilo que ele já acredita, milhões de militantes petistas, que jamais leram Rodrigo Constantino ou Reinaldo Azevedo, e vão continuar sem ler, realizam ações eficientes no sentido de consolidar o poder da esquerda. Não existe, pois, uma saída para a situação de domínio esquerdista no Brasil a curto prazo, tal transformação requer uma mudança do imaginário, um choque de racionalidade que o país não tem como promover. Não há saída, o totalitarismo socialista que já está implantado e em pleno crescimento no Brasil é irreversível sob quaisquer análises. O PT é uma ratazana gorda e cercada de alimentos, sem que ninguém a ameace, não há porque deduzir que pode ser morta só pela vontade de quem a odeia.

    • Há um erro aí. Para a esquerda, a luta sempre ocorreu na esfera intelectual, que DEPOIS influencia as massas. É claro que os cidadãos mais humildes não entenderão patavinas do que Olavo, Constantino e eu dizemos. E não entendem nada do que os intelectuais de esquerda dizem também. Mas são conteúdos assim que desdobram-se para versões mais simples e DEPOIS influenciam as massas. Essa é uma dinâmica que a esquerda usa há muito mais tempo que nós.

  8. Luciano, a sua idéia de que “a direita que não for assertiva o suficiente na denunciação dessa imoralidade também deve ser responsabilizada por conivência ou ingenuidade” é PÉSSIMA IDÉIA.

    Em vez de dedicar tempo atacando os esquerdistas, quer dizer que a chave da vitória é gastar tempo para detonar os direitistas que não atacam pela mesma ponta, com a mesma tática que você.

    Essa idéia é tão ruim que parece mesmo até que foi plantada por um esquerdista infiltrado.

    Ora, a gente vê esquerdista de tudo quanto é frequência do espectro: desde os troskos, eco-melancias, tiranos gays, playboyzinhos punks de verdurada e straight edge, grevistas/sindicalistas, dos petistas ralé até os petistas no poder fazendo conchavo com Sarney/Maluf/Collor – nenhum deles tem o mesmo discurso e atacando pontos diferentes da sociedade.

    Você por acaso vê eles se atacando uns aos outros o tempo todo?

    • Fernando,

      A auto-crítica não é um ataque.

      Se eu digo que NÓS DEVEMOS NOS SENTIR HUMILHADOS por não termos reagido antes, e que PODEMOS REVERTER ISSO, não estou atacando a direita, mas ajudando-a com uma conscientização forte.

      No mundo corporativo, buscamos responsáveis o tempo todo, e não significa ESTAR CONTRA ELES.

      Em tempo: RESPONSABILIZAÇÃO é um dos temas fundamentais do meu sistema de pensamento.

      Entendo que a partir do momento em que ASSUMIMOS RESPONSABILIDADE POR NOSSOS ERROS ESTRATÉGICOS, podemos corrigir eses erros.

      Abs,

      LH

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