Esquerdistas da UFES usam dinheiro público para promover campanha de ódio contra policiais e seus aliados

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Seres humanos normais devem ser avaliados por suas virtudes. Alguns esquerdistas podem até ter virtudes (somente quando não falam de política, claro), mas o fato é que eles sempre serão reconhecidos pelos seus atos discursivos. E sempre na defesa dos piores tipos de barbarismo.

O texto Facebook: um mapa das redes de ódio é um exemplo de como a esquerda entende a linguagem não como uma ferramenta para comunicação entre humanos, mas uma arma para atacar oponentes de forma desonesta. Em um conteúdo recheado de apologia ao ódio contra a direita, eles fingem que seus oponentes, que nem de longe praticam discurso de ódio, são “promotores de campanha de ódio”. Isto é a que me refiro quando digo que esquerdistas não usam a linguagem como uma ferramenta de comunicação social, mas como uma arma para ser usada de forma dissimulada contra oponentes.

Basicamente, o objetivo do texto é criminalizar o senso comum de pessoas normais, ou seja, de todos os cidadãos irritados com a violência e, como tal, defendendo a ação policial para a contenção do crime. É uma reação natural de qualquer pessoa em sã consciência torcer para a polícia em detrimento dos criminosos. Para a esquerda, ao contrário, ter esse tipo de reação é “promover campanha de ódio”.

Entende-se que a “lógica” usada pela esquerda é esta:

  • Quanto mais prejuízo um discurso trouxer para criminosos violentos, mais ódio ele contém
  • Quanto mais benefício um discurso trouxer para os mesmos criminosos violentos, mais paz ele contém
  • O nível de paz, então, é definido pelo benefício dado ao criminoso violento em um discurso
  • Pelo mesmo princípio, o nível de ódio é definido pelo prejuízo trazido aos criminosos violentos em um discurso

Note que para a esquerda ódio não tem absolutamente a ver com termo que a linguagem humana nos ensinou. Veja o que ódio significa, de acordo com o Dicionário Michaelis:

  • ódio: sm (lat odiu1 Rancor profundo e duradouro que se sente por alguém.

Para a esquerda, ódio significa dizer algo que não agrade criminosos violentos. Ou a qualquer grupo de lutas de classes artificiais que eles fingem defender.

Mas eu posso estar sendo exagerado, não? Se é assim, que tal avaliarmos um pouco do conteúdo? Neste caso, só a introdução já é suficiente para apresentarmos muitos “findings” (auditores adoram esse termo).

Comecemos:

No dia 5 de março o Laboratório de Estudos sobre Imagem e Cibercultura (Labic), da Universidade Federal do Espírito Santo, publicou um mapa de redes de admiradores das Polícias Militares no Facebook.

Até fazer um mapa de redes, tudo bem. Aliás, é algo que a direita também deveria fazer quanto a esquerda e à própria direita. No caso dos primeiros, para investigá-los e denunciá-los. No caso dos últimos, para alinhamento e divulgação de mensagens em alinhamento com nossos ideais. O problema, neste caso, é que toda a pesquisa foi feita em uma Universidade Pública. E eles entregam logo de imediato o objetivo de sua investigação: “admiradores das Polícias Militares no Facebook”. Ou seja, para eles, admirar policiais militares é… ódio. Enfim, temos dinheiro público sendo usado para, agora sim,  propaganda de ódio contra policiais e pessoas da direita.

São páginas dedicadas a defender o uso de violência contra o que chamam de “bandidos”, “vagabundos”, “assaltantes”, fazer apologia a linchamentos e ao assassinato, defender policiais, publicar fotos de pessoas “justiçadas” ou mortas violentamente, vender equipamentos bélicos e combater os direitos humanos.

Como a esquerda manipulou o termo “direitos humanos”, então, para eles, priorizar uma vítima em detrimento dos criminosos violentos é “combater os direitos humanos”. Prestem atenção também quando eles usam o termo “defender policiais”, como se fosse algo condenável.

A coisa não termina por aí. Segundo o texto, quem é contra criminosos na verdade é contra “o que chamam de bandidos”, “o que chamam de vagabundos” e “o que chamam de assaltantes”. Na ótica da esquerda, bandidos não são mais bandidos, mas apenas “o que chamam de bandidos”.

Novamente, é bom frisar: a linguagem, para os seres humanos normais, é uma ferramenta. Para os esquerdistas, é uma arma.

Para centenas de milhares de seguidores dessas páginas, a violência é a única mediadora das relações sociais, a paz só existe se a sociedade se armar e fizer justiça com as próprias mãos, a obediência seria o valor supremo da democracia. Dentro dessa lógica, a relação com os movimentos populares só poderia ser feita através da força policial. Qualquer ato que escape à ordem ou qualquer luta por direitos é lido como um desacato à sociedade disciplinada. Um exemplo: no sábado, dia 8 de março, a página “Faca na Caveira” publicou um texto sobre o Dia Internacional das Mulheres no qual manda as feministas “se foderem”. Em uma hora, recebeu 300 likes. Até a tarde de domingo, 1473 pessoas haviam curtido o texto.

Notem bem a expressão seguinte: “a violencia… única mediadora das relações sociais”.

O problema é que a relação entre criminosos e suas vítimas não é uma relação social, pois relações sociais dependem de não coerção. Por exemplo, se um sujeito pede 10 reais a outro e recebe, esta é uma relação social. Mas se ele aponta uma arma na cabeça de um coitado e leva uma grana, temos aqui uma relação antissocial. Motivo: o caráter coercitivo da relação, ao menos por uma das partes. Então, na verdade, seres humanos normais defendem o uso da violência (dentro da lei) para brecar a ação de bandidos em suas relações antissociais diante da sociedade. Enfim, mais um exemplo de manipulação da linguagem feita por esquerdistas.

Segundo a esquerda, para a direita, “a paz só existe se a sociedade se armar e fizer justiça com as próprias mãos”. Pelo contrário. Podemos ter a paz se os criminosos se desarmarem e adotarem única e exclusivamente ações sociais em sua interação com o resto da sociedade. Ou seja, a paz deixa de existir a partir do momento em que o criminoso age… como criminoso que é. Mas diante de bestas humanas que só param diante de armas, é possível pacificar o ambiente com uma ação dentro da lei. No máximo, entendemos como se sente o cidadão vulnerável a criminosos, estes últimos com direitos e poderes ilimitados. E a verdade é que a paz pode surgir a partir da ação policial, quando a ação antissocial de um criminoso é brecada. Para a direita, a justiça com as próprias mãos é apenas um último recurso, usado quando a polícia não consegue atingir seu objetivo. Por isso, o texto esquerdista é flagrantemente mentiroso.

Grotescamente, o texto critica “obediência [como o] valor supremo da democracia” como se isso fosse algo negativo. Na verdade, a obediência às leis é um dos valores fundamentais da democracia. Quem não reconhece isso tem problemas de caráter.

O texto diz que, para a direita, “a reação aos movimentos populares só poderia ser feita através da força policial”. Na verdade, jamais existiu reação a “movimento populares” por serem movimentos populares, mas à movimentos militantes que ameaçam a segurança física de civis, além do patrimônio público. A mesma fraude é usada no frame seguinte: “qualquer ato que escape à ordem ou qualquer luta por direitos é lido como um desacato à sociedade disciplinada”. O truque é simples, e tem os seguintes passos:

  1. Esquerdista pratica manifestação e comete crimes
  2. Alguém da direita reclama
  3. Esquerdista declara que o direitista é contra toda e qualquer manifestação

Mais grotesco ainda é quando ele reclama de “um texto” que “manda as feministas ‘se foderem'”. Ou seja, a partir de agora temos o puritanismo linguístico, onde nenhum palavrão pode ser dito contra feministas. Mesmo que elas sejam conhecidas pelo seu ódio em relação à interação social com pessoas normais

As fraudes acima são apenas uma compilação do que disse o “professor “Fábio Malini” (cujas redes podem ser vistas nesse link), que descreve seu procedimento:

É um procedimento simples em termos de pesquisa. O pesquisador cria uma fanpage no Facebook e passa a dar “like” num conjunto de fanpages ligada à propagação da violência. Em seguida, usamos uma ferramenta que identifica quais os sites que essas fanpages curtem. E, entre elas, quais estão conectadas entre si. Se há conexão entre uma página com outra, haverá uma linha. Se “Faca na Caveira” curte “Fardado e Armados˜há um laço, uma linha que as interliga. Quando fazemos isso para todas as fanpages, conseguimos identificar quais são as fanpages da violência (bolinhas, nós) mais conectadas e populares. Isso gera um grafo, que é uma representação gráfica de uma rede interativa. Quanto maior é o nó, mais seguida é a página para aquela turma. No grafo, “Polícia Unida Jamais será vencida” é a página mais seguida pela rede. Não significa que ela tem mais fãs. Significa que ela é mais relevante para essa rede da violência. Mas a ferramenta de análise me permite ver mais: quem são as páginas mais populares no Facebook, o que elas publicam, o universo vocabular dos comentários, a tipologia de imagens que circula etc.

Bom, está aí uma metodologia que pode (e deve) ser usada pela direita também, pois tudo que Fábio Malini dirá a partir de agora são dicas de como devemos reverter o jogo contra a esquerda.

Segundo Malini, ele defende que o conhecimento dos mapas de rede das páginas da direita pode “ajudar na construção da cultura de paz nesse país, desvelando os ditos dessas redes, que estão aí, lotadas de fãs e públicas no Facebook”. Quer dizer, ele planeja usar a sua pesquisa para promover uma campanha de paumolescência diante de criminosos violentos. Tradução: ele quer inserir fraudes esquerdistas nas redes sociais da direita.

Avaliaremos, a partir de agora, como ele quer fazer isso:

Após os protestos no Brasil, a estrutura de atenção dos veículos de comunicação de massa se pulverizou, muito tráfego da televisão está escoando para a internet, o que faz a internet brasileira se tornar ainda mais “multicanal”, com a valorização de experiências como Mídia Ninja, Rio na Rua, A Nova Democracia, Outras Palavras, Revista Fórum, Anonymous, Black Blocs. São páginas muito populares. Mas não estão sozinhas. Há uma guerra em rede. E o pensamento do “bandido bom, bandido morto” hoje se conformou em votos. Esse pensamento foi capaz de construir redes sociais em torno dele.

O que podemos traduzir do discurso acima é que a hegemonia esquerdista está quebrada na Internet. Hoje em dia é possível que a direita se expresse. Cidadãos normais que temem criminosos e querem combater o crime agora tem sua voz. E isso o deixa revoltado. Ele reconhece, como eu, que há uma “guerra em rede”. No caso do crime temos os apologistas do crime, da esquerda, e do outro, os cidadãos normais, que defendem a ação policial contra criminosos. E ressalto: é bom que Malini tenha usado o termo “guerra em rede”. Pois é com este termo que devemos tratar a questão: estamos em guerra contra esquerdistas apologistas do crime.

E não tenho dúvida: essas redes, fortes, vão conseguir ampliar seu lastro eleitoral. Vão ajudar na eleição de vários políticos “linha dura”. Em parte, o crescimento dessas redes se explica também em função de forças da esquerda que passaram a criminalizar os movimentos de rua e ficaram omissas a um conjunto de violações de direitos humanos. O silêncio, nas redes, é resignação. O que estamos vendo é só a cultura do medo midiática passando a ter os seus próprios veículos de comunicação na rede.

Para mim, que tenho escrito tanto contra o direitismo depressivo, é um deleite ver a declaração acima. Para além do direitismo depressivo, realmente existe uma parte da direita atuando de forma que cause danos efetivos ao esquerdismo. E o esquerdista acima sabe disso, tanto que ele se preocupa. E, para tratar do assunto, ele critica a “resignação”. Ou seja, ele defende que os esquerdistas “partam para cima” na guerra em rede. É claro que devemos usar isso tudo como forma de motivação.

Malini diz que “é bom conhecer e começar a minerar todos os conteúdos que são publicadas nelas.” Motivo:

Porque é preciso compreender a política dessas redes e seus temas prioritários. Instituir um debate por lá e não apenas ficar no nosso mundo. É preciso dialogar afirmando que uma sociedade justa é a que produz a paz, e não uma sociedade que só obedece ordens. Estamos numa fase de mídia em que se calar para não dar mais “ibope” é uma estratégia que não funciona. É a fala franca, o dito corajoso, que é capaz de alterar (ou pelo menos chacoalhar) o discurso repressor.

Ele defende, então, que os esquerdistas invadam as páginas mapeadas na rede para inserir fraudes intelectuais por lá, atacando o pensamento de direita e todos aqueles que pedirem punição a criminosos. Se é assim, segue o “arsenal” para que vocês possam entrar nessas páginas também e humilhar os esquerdistas que vir pela frente: na página de rotinas esquerdistas, há no mínimo 30 rotinas mapeadas com as fraudes que eles praticarão por lá.

É importante que façamos essa luta, ridicularizando o discurso deles, sempre com a maior assertividade possível, pois a intenção de Malini é, como sempre em se tratando de esquerdistas, totalitária. O objetivo dele é danificar a possibilidade da direita se comunicar com os seus iguais e a opinião pública da mesma forma que a esquerda já faz. Observe o que ele afirma:

Tal como páginas ativistas se republicam, tais como páginas de esporte se republicam. Todo ente na internet está constituindo numa rede para formar uma perspectiva comum. As ferramentas para coletar essas informaçoes públicas estão muito simplificadas e na mão de todos. Na tenho dúvida que as abordagens científicas das Humanidades serão cada vez mais centrais, pois a partir de agora o campo das Humanidades lidará com milhões de dados. É uma nova natureza que estamos vendo emergir com a circulação de tantos textos, imagens, comportamentos etc.

O caminho das pedras está aí: no máximo em que for possível, vencer a esquerda em embates na Internet. Redes sociais criadas pela direita serão invadidas por eles cada vez mais. É imperativo que a direita os coloque pra correr com a refutação assertiva às fraudes que eles cometem, assim como praticar a ridicularização incisiva deste tipo de comportamento.

Esta é a guerra cultural em uma de suas instâncias mais críticas: o combate nas redes sociais. Malini é claro ao dizer que as redes que possuem o pensamento de direita devem ser invadidas. Como discurso dele é mais falso que propaganda dublada, é imperativo que saibamos nossas armas nessa guerra: a refutação e o desmascaramento de todas as fraudes que eles cometem.

Os mapas de rede serão úteis para Malini e seus amigos esquerdistas invadirem territórios virtuais da direita para pregar um discurso fétido. Devemos, em primeiro lugar, usar os mesmos mapas para saber de quais comunidades devemos participar para derrubarmos o discurso esquerdista que for inserido por lá. Em seguida, podemos usar os mesmos tipos de mapas para adentrar a comunidades neutras. E até comunidades deles, para vencê-los lá dentro.

Há muito trabalho pela frente…

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16 COMMENTS

  1. Muito boa a análise Luciano. Só tenho um detalhe a comentar: só se pode usar o pronome EU antes de verbo, ou seja, o correto é “para mim” e não “para eu”.

    • Aliás, há muito que venho sugerindo para que o Luciano fale desse preconceito que estamos vendo ser inventado praticamente em tempo real e com o nome de “gordofobia” (aliás, os marxistas-humanistas-neoateístas estão tão carentes de criatividade que agora só estão juntando “-fobia” a algo, de tão apressados que se encontram para achar inocentes úteis).
      Aqui eles praticamente precisam incentivar pessoas a continuarem com vidas doentes para que elas sigam sendo válidas para a causa. Se por algum motivo essa pessoa emagrece, subitamente deixa de ser oprimida para ser opressora, segundo essa lógica. E, como sabemos, obesidade é uma condição com chances de transitoriedade muito altas. Logo, na cabeça dos MHNs não interessa que alguém de tala mais larga pratique exercícios, coma melhor ou cuide da própria saúde. Interessa que a pessoa coma pratos de baixo valor nutricional e alto valor calórico, fique parada que nem um poste, tenha altos índices de triglicérides, colesterol, problemas hepáticos, inchaço de pernas e outras tantas condições que vêm junto com os quilos a mais. É o caso de quanto pior para o indivíduo, melhor para a causa, quando o indivíduo em ordem acaba não sendo útil.

      Olhando para esse mesmo texto, tem uns comentários que achei fantásticos em relação aos “combatentes da gordofobia” (que nós conheceríamos como “pessoas que querem se manter gordas, não suportam as críticas e agora usam essa racionalização criada sob medida para continuarem do jeito que estão”). Passo um diálogo que praticamente mostra o quão esquerda caviar é uma dessas que ficam nisso:

      Marco Aurélio Hoegen Martins • 5 meses atrás

      Mas que besteira isso tudo. Eu já fui bem gordo, e eu nunca experimentei nenhum desses problemas listados. Parece que quem escreveu esse texto nunca foi gordo.
      E agora dizer que os governos que criam impostos para incentivar a saúde do seu povo (como no caso do Japão) é gordofobia é extremamente vitimista.
      Deixem de ser ridículos, existe mais preconceito contra branco do que contra gordo :v

      Laura Marco Aurélio Hoegen Martins • 5 meses atrás

      Homem gordo não sofre como mulher gorda, isso é um fato. Aliás, aposto que você, Marco Aurélio, nunca quis uma “gordinha” né? E aposto que várias “magras” já se interessaram por você.
      Mulheres gordas sofrem muito mais. {Não que o problema se defina a relações amorosas, foi só um exemplo de muitos}.

      Carlos Laura • 5 meses atrás

      Laura, você precisa sair da adolescência. Parece que está frequentando muito o shopping center. Visite um orfanato, um lar dos velhinhos. Aí você vai saber o que é exclusão e opressão a olhos vistos.

      Vocês já viram esquerdista caviar se preocupar com órfãos ou velhinhos? Claro que não, pois esse tipo de gente não rende a oportunidade de eles ficarem por aí dizendo que são superiores aos outros. E já que Alia falou de um determinado comentário, acabei por encontrá-lo na árvore de comentários e segue o mesmo padrão do anterior (alguém comum comenta o absurdo que é a invenção de um preconceito -> ativista gorda faz carnaval -> Carlos vai lá e cala a ativista):

      Guest • 5 meses atrás

      A próxima postagem dessa página será sobre os privilégios de ser inteligente, e que devemos parar de ter preconceito contra os burros.
      Dps virá uma outra dos privilégios de ser bonito, e pararmos de ter preconceito contra feios.
      Tb tem os privilegios de ser dedicado, criativo, etc…
      temos que nos livrar de nossos preconceitos.

      Viva!!! Viva a mediocridade!!!!!!!!

      Taís Albina Guest • 5 meses atrás

      Não deixa de ser uma ótima proposta, pessoa. Aliás, eu estou bastante atenta ao meu privilégio de ser inteligente. Eu, de família que teve seus perrengues financeiros brabos mas ainda sim decidiu gastar o pouco que tinha com a minha educação em colégios de elite, estou sempre atenta ao privilégio que é ter a facilidade que eu tenho em passar em vestibulares federais ou em concursos públicos sem o esforço que fazem as pessoas que não tiveram a mesma sorte ou oportunidades que eu tive.

      Carlos Taís Albina • 5 meses atrás

      Pois é, então não estaria você exercendo uma opressão contra pessoas pobres e também contra as pessoas com atrasos no desenvolvimento cognitivo? Acho que temos que debater a burrofobia, porque os burros também sofrem nesta sociedade que estabelece a inteligência de colégios de elite como padrão.

      O principal da coisa é que a tal “gordofobia” não é voltada para “proteger” os homens gordos, mas as mulheres gordas. Você não observará esses ditos ativistas levantarem uma palha sequer para os gordos, mas só para as gordas. Irão usar aquela patacoada de que a beleza seria um padrão condicionado na cabeça das pessoas e que a beleza feminina, mais ainda (mesmo que em todas as culturas, mesmo nas mais isoladas, todos os parâmetros do que seria uma mulher bonita sejam exatamente os mesmos). Logo, podemos considerar a nova modinha dos MHNs como algo subsidiário do feminismo, uma vez que na prática irão jogar a culpa de tudo nos ombros do homem branco, heterossexual e cristão, mesmo que este seja gordo.

      • Cidadão,

        O discurso anti-“gordofobia” é ridículo. Entretanto, ainda não vi relevância política deles para tratar a questão.

        Vamos ver se a coisa vai pra frente.

        Se eles quiserem proibir os obesos de fazer a cirurgia bariátrica, por exemplo, aí pode ter certeza que eu os esculhambarei por aqui.

        Abs,

        LH

      • O lance da “gordofobia” é de fato ridículo e por ora irrelevante. Porém, o que importa na coisa é vermos praticamente em tempo real:

        1) A criação de uma nova categoria para se encaixar as pessoas;

        2) Uma série de ideias pré-formatadas para se dizer o porquê de essa categoria ter de se rebelar e “lutar por sua libertação”;

        3) O incentivo para que essa categoria se separe do resto da sociedade, que supostamente a oprimiria, e contra essa mesma sociedade se volte;

        4) Tentativa de induzir a sociedade à espiral do silêncio. Logo, estão pondo no mesmo balaio tanto aquelas pessoas que de fato fazem maldade com gente gorda com aquelas pessoas que tentam aconselhar a alguém para que emagreça, alguém que sinta aflição ao ver um obeso mórbido, um homem que porventura faça cara de asco ao ver uma mulher gorda, um homem que educadamente recuse as investidas de uma mulher gorda nele interessada, entre outras coisas inofensivas;

        5) Demonização de quem seja transformável em inocente útil e não se sinta discriminado por o ser. Logo, possivelmente reclamariam do Jô Soares por este falar sem problema de seus muitos quilos a mais ou um gordo comum que diga não ter problemas por causa disso;

        6) Dizer que estão lutando por todos que compartilham dessa condição, mas na prática lutarem por um recorte bem menor e na realidade não estarem lutando por esse recorte bem menor, mas o usando de inocente útil. No caso do pessoal da “gordofobia”, você vê que o discurso só fala de mulheres, como se não existissem homens gordos, bem como se nota que o discurso é uma derivação do discurso feminista. E, como sabemos, feministas não lutam pelas mulheres comuns, mas sim as usam de inocentes úteis para avançarem a agenda marxista-humanista-neoateísta;

        7) Dizerem que querem o progresso do grupo que defendem, mas na realidade dependerem da estagnação desse grupo para que o discurso possa continuar sendo aplicado ou até defenderem um progresso, desde que com mediação estatal (imagine-se cota para gordo, por exemplo), dizendo que aqueles que conseguiram vencer por si próprios são uma exceção daquelas (aqui obviamente usando a psicologia contra a capacidade de alguém fazer acontecer, como fizeram e fazem com os grupos clássicos de extração de inocentes úteis);

        8) Dizer que o discurso é específico, mas na prática guiná-lo contra a sociedade ocidental como um todo.

        Há outros comentários que podiam ser feitos, mas não lembrarei agora. Podemos considerar que os MHNs estão que nem baratas tontas e sentindo que seu discurso poderá ser corroído e eles, jogados no ostracismo. Eles não iriam em cima de algo com alta transitoriedade como isso (afinal, uma dieta de poucas calorias mais exercícios e, em um extremo, cirurgia bariátrica, transformariam qualquer oprimido em opressor), mas estão indo (assim como tivemos um aumento na virulência dos cicloativistas, sendo que você deixa de ser oprimido quando desembarca da magrela e vira opressor caso entre em um carro, o que faz essa condição ser ainda mais transitória que a de gordo). Logo isso significa que estão naquele ponto que você mesmo já disse que é comparável ao velhinho sem vergonha que fica mostrando o badalo por aí sem se importar que achem ridículo.
        Além disso, também temos a oportunidade de monitorar mais uma tentativa MHN pelo fato de a estarmos vendo acontecer no presente momento. As associações que dizem defender os grupos clássicos do marxismo-humanismo-neoateísmo contaram em parte com um bom tempo de ostracismo que lhes permitiu crescer com força, o que os da “gordofobia” não têm nem terão. Desta vez há a chance de se matar no nascedouro algo que se crescer vai assumir a condição que está o feminismo nos tempos atuais. E convenhamos que é difícil matar um gramscismo tão facilmente em sua condição inicial e mais difícil ainda é ver um gramscismo incipiente anunciando-se tão ostensivamente assim.

        Aliás, a invenção da “gordofobia” pode ser abordada como um sintoma interessante de que algo anda errado nas hostes MHNs, que sentem os efeitos de sua contestação se espalhando pela sociedade comum e começam a buscar novos prosélitos para tentar se sustentar. Logo, é algo que poderia sim render algum comentário, pois é fenômeno amplo. Dá para incluir aí nessa criação de novas minorias o tal lance dos “assexuais” e outros que acabam sendo sinais externos interessantes de há quantas anda a coisa nas bandas de quem segue a Escola de Frankfurt.

      • Isso não me parece um caso exclusivo do Brasil. Há tempos passou um filme em que um rapaz se apaixonou por uma garota gorda que ele via como top model. A TV a cabo tem vários seriados com pessoas obesas em stuações que, via de regra, eram vividas por atores e atrizes “magros”.

        Acho que a nossa esquerda nunca tinha pecisado prestar a atenção no assunto, como agora o repertório deles está sendo pouco a pouco demolido, como no caso citado da violência contra o cidadão, estão buscando reforço e apoio em outras formas de “luta de classes”.
        Com certeza em breve surgirão mais ONGs “gordas” (literal e metaforicamente falando) para embolsar o nosso dinheiro com a desculpa de defender os gordos oprimidos.

      • Achei ridículo o post sobre gordofobia também. Principalmente no tangente a dizer que a escolha do homem pelas magras – o que não é verdade – e não pelas gordas – colocando nela, segundo a autora, toda e qualquer mulher acima do peso – é por demais simplista, propositadamente tendencioso e coisa de quem milita em causa própria. Explico: os homens não preferem as magras, nem as gordas, incondicionalmente. Na verdade, PREFEREM, as belas. Por que assim que fomos construídos: temos um dispositivo evolucionário que nos diz que as pessoas bonitas são aquelas SAUDÁVEIS, logo meu eu primitivo (aquele, sabe, que controla meu senso estético, dentre tantas outras coisas) me diz que uma mulher que não seja nem excessivamente gorda, nem magra, com cabelos bonitos, com dentes bonitos, olhos bonitos, ou seja, tudo em ordem, é COPULÁVEL, por ser SAUDÁVEL. Querer desconsiderar isto dizendo ser invenção da sociedade, de forma simplista, que é machismo, que não tem base, é coisa de achismo, e achismo é coisa da Idade das Trevas, mais de 1.500 anos atrás. A cada dia vejo que vivemos em uma ineptocracia, onde os mais competentes têm de ralar mais para compensarem o infortúnio dos menos afortunados e preguiçosos!

  2. Luciano, falando no assunto desta postagem, aviso que o texto do Outras Palavras também foi reproduzido na Carta Capital, bem como também segue esta outra página do Labic – UFES.
    Abaixo seguem outros assuntos que coletei nestes tempos:

    1) Depois de os aparelhados praticamente terem melado o julgamento do Mensalão, eis que agora temos mais baterias voltadas contra Joaquim Barbosa, como este texto de Nirlando Beirão insinuando que o ministro em questão gosta de aparecer;

    2) Vi também este texto sobre Cuba que de repente pode servir para algo;

    3) Viu Glória Maria acusando uma internauta de racismo? A fulana disse “ai que susto”, que poderia ser muito bem em relação ao excesso de maquiagem que ela ostentava em uma determinada foto, e a repórter da Globo resolveu guinar para suposto desmerecimento da cor de pele dela. Se uma branca tivesse usado muita maquiagem em uma foto e aparecesse com uns reflexos esquisitos e alguém dissesse o mesmo que essa internauta comum disse, estaria configurado racismo ou é só o puro e simples susto com o excesso de maquiagem?

    4) Você viu que agora querem obrigar as empresas a cuidarem daquilo que nada tem a ver com elas nem terá? Circula proposta para obrigá-las a fazer campanhas internas contra violência doméstica. Iremos nos perguntar se por violência doméstica entendem todas as possibilidades de ocorrência disso ou se só ficarão naquela história de homem intrinsecamente mau bate em mulher intrinsecamente boa. Estou apostando nisso e, portanto, não acho que iremos ver campanhas falando de violência doméstica entre homossexuais ou mulheres histéricas que saem batendo em maridos equilibrados que até evitam dar porrada por saber que a lei joga contra eles. E de qualquer maneira iremos perguntar o que as empresas têm a ver com o que ocorre na casa de seus funcionários;

    5) Pode interessar para algo esta entrevista com o José Serra;

    6) Notícia grave: depois do senador, é a vez de um promotor boliviano fugir para cá e pedir asilo

    7) E tome Carta Capital fazendo o servicinho sujo que o PT não quer fazer, como se pode ver nesta matéria desancando o pré-candidato à Presidência Pastor Everaldo, do mesmo PSC do Feliciano;

    8) Finalizando tudo, eis que temos este artigo de Conrado Hübner Mendes falando que o Brasil estaria refém do “primitivismo político”, a que chama de “bolsonarismo”.

    • A palestrante se atropelando para argumentar com o aluno é impagável. Misturar o banditismo com o terrorismo, dizendo que o terrorismo é só uma questão de “ah, me deu a louca, vou explodir uma bomba ali” foi ridículo.

  3. O vídeo acima é por demais nojento para ser assistido até o final. Quer dizer que com algum “propósito” o terrorismo é válido na cabeça destes débeis mentais.
    Já o texto do “estudioso” da UFES me passa uma mensagem bem clara: Estão com MEDO!!!
    Então, como numa luta de MMA em que vemos que o oponente machucou o joelho, é lá que devemos chutar sem piedade até que o juiz encerre a luta.
    E VIVA OS SITES E PÁGINAS DIREITISTAS DO FACEBOOK E O ESCAMBAU! Pra cima deles!!!

  4. Marxismo cultural, multiculturalismo, coitadismo, sentimento antirreligioso, feminismo, ativismo em prol de liberação das drogas. Resultado é a violência que hoje vivemos. Essa mistura explosiva e perigosa está afundando vários países, como os EUA, e irá afundar o nosso também. Muita gente não está nem aí para isso. Vejam o que acontece nos EUA. Um país contaminado pelo politicamente correto, feminismo e multiculturalismo. Elegeram um homem fraco para a presidência da República, só pelo fato de ser negro, mas é um incompetente, indolente e toma um baile do Vladimir Putin, que é um macho alfa, militar, conhece a política e tem convicções. Tanto é que já vi em sites dos EUA americanos pedindo Putin para presidente! Aqui acontece o mesmo. Elegemos uma pessoa apenas por ser mulher, mas olha o resultado!

  5. Luciano,

    É verdade que a ‘gordofobia’ é um termo irrelevante, porém tem ganhado um certo crescimento entre o meio esquerdista, o que vai tornar em médio prazo esse termo não tão relevante assim.

    Prova disso é você ver a quantidade de artigos crescentes tratando desse assunto idiota nesses blogs esquerdistas ou ver também no Google Trends (um mecanismo gráfico do google que vê quantas vezes anualmente um termo é buscado): http://www.google.com/trends/explore#q=gordofobia

    Isso merece qualquer hora um artigo e sem contar que é uma ótima oportunidade para ridicularizar muitas gordas feministas, que falam que um homem escolher uma magra é preconceito devido a ‘ditadura da beleza’, mas uma gorda escolher um homem sarado é direito de escolha, sem contar que elas adoram ficar postando imagens de vitimismo ou com frases de auto ajuda idiotas no facebook, que dizem para não julgar pela aparência, que o que conta é o interior ou para não julgar pela embalagem e sim pelo conteúdo, mas nessas imagens sempre mostram elas abraçadas com um homem saradão e nunca um gordo.

  6. se fizerem uma lei “anti-gordofobia” pode apostar que eu vou estar pronto pra rasgar meu RG/CPF e ser preso!!! se eu quiser mandar um gorducho TOMAR NO CU eu vou mandar, o estado gostando ou não!

  7. quanto as “redes de ódio”… vai ver o perfil dos “esquerdinhas” de hoje em dia: magrelo, feio, maconheiro, cabelo sujo igual o do bob marley, sofreram bullyng na infância, boy de apartamento, tem autoestima baixa e são feministas… ou seja, na natureza são os famosos “betas” enquanto que os tais “opressores” são os alfas, portanto nada mais natural do que um moleque LIXO sair na rua e reclamar dos “direitistas” opressores, afinal a evolução nunca lhes favoreceu e querendo ou não SIM eles são inferiores.

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