O que podemos aprender com o vídeo “Só é sexismo quando homens fazem” para denunciar a cultura da castração?

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O vídeo que aparecerá ao final deste texto é de um vlogger chamado Terroja Lee “TJ” Kincaid, que se intitula The Amazing Atheist. Provavelmente, é uma homenagem a James Randi, que se auto-intitulava The Amazing Randi.

O vídeo critica a atual cultura de ódio aos homens vista no Ocidente. Hoje em dia, crimes sexuais contra homens são incentivados. O mais absurdo é que esse incentivo à barbárie contra os homens é feito à claras, em programas de TV de larga audiência.

Por sua vez, o vlogger é um neo-ateu, ou seja, é aquela pessoa que se acostumou a combater a religião de modo militante. Por sorte, ele é um dos neo-ateus que renegaram também alguns cânones do esquerdismo, usando a assertividade assimilada com autores como Sam Harris e Richard Dawkins também contra ideologias abomináveis como o feminismo, por exemplo.

Este é o componente que torna o vídeo tão interessante, pois ele abandona a postura condescendente ou conformada. Esta última postura, em especial, denuncia algo como errado, mas, em seguida, diz “É, as coisas são assim mesmo!”. O detalhe é que em muitos casos as coisas NÃO PODEM SER assim mesmo!

Quando dizemos que indignidades absurdas tem sido toleradas pelo senso comum, temos que questionar a aceitação acrítica de ideias amorais. Não é sadio para nenhuma civilização incentivar barbáries somente por que a perda de qualquer noção de empatia e moralidade é consequência do discurso esquerdista. O que é absurdo deve ser denunciado como absurdo.

A postura de Kincaid é um símbolo da assertividade neo-ateísta. Este tipo de assertividade é algo a ser assimilado no combate ao esquerdismo da mesma forma.

Em outras palavras: quando começarmos a denunciar o esquerdismo com a mesma assertividade que os neo-ateus denunciam a religião (e sem usar as fraudes intelectuais que os neo-ateus lançaram contra a religião), enfim começaremos a ter resultados expressivos na guerra política.

Veja o vídeo:

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24 COMMENTS

  1. Bons ventos, há algo de novo no ar!

    Lula disse em Osasco que “está aumentando o conservadorismo” no Brasil e que a “sociedade está ficando mais inteligente e cobrando mais”.

    Alunos da UFF em Niterói, antro de esquerdistas, colaram adesivos por cima da foice e martelo e do logotipo do PSOL: “Menos Marx, Mais Mises”. Os brucutus vermelhos estão atônitos com uma completa novidade para eles, o grande economista austríaco, Ludwig von Mises, cujos livros representam o melhor antídoto existente contra a praga comunista.

    E enquanto os comunistas picham as paredes e estragam o patrimônio das universidades, os liberais colam adesivos que podem ser retirados sem dano à propriedade. Questão de princípios e valores, já no básico.

    Na UFSC, outro antro de marxistas, os alunos retiraram a bandeira vermelha e hastearam a bandeira do Brasil no mastro, e em seguida cantaram o Hino Nacional, enfrentando a cambada dos comunistas que amam mais as greves do que o trabalho.

    A esquerda pseudo-progressista tem motivos para ficar histérica, nunca antes na história deste país se viu nas universidades tal clima de crescente reação espontânea à hegemonia marxista que ninguém aguenta mais!

    Parabéns a esses alunos pela louvável iniciativa e que o exemplo prossiga Brasil afora.

    http://tinyurl.com/pb25r7f

    • “o grande economista austríaco, Ludwig von Mises, cujos livros representam o melhor antídoto existente contra a praga comunista.”
      Mises é muito importante e é uma boa ferramenta conta a esquerda, mas deve ser usado na questão de refutar a parte econômica do marxismo.
      Para a refutação completa de Marx use Eric Voegelin não fique falando de economia contra marxistas tasca logo Eric Voegelin que vc vai se dar bem.
      “Segundo Voegelin, quando a realidade entra em conflito com Marx, ele descarta a realidade.”

      • Vi estes adesivos “Menos Marx, mais Mises” na UFF e fiquei muito feliz. Muito mesmo. Já é um avanço. A UFF é, de fato, ocupada por marxistas desde o corpo discente até o docente. Mas vi também um negócio curioso: num lugar, tinha um adesivo “menos Marx, mais Mises” com uma parte arrancada, e embaixo outro adesivo onde havia escrito: “Sem Mises, menos Marx, e mais xxx. Estude o Anarquismo”, onde xxx era o nome de, provavelmente, um teórico anarquista de quem eu não lembro o nome.

  2. Procurem um livro chamado MAN ON STRIKE, mostra cada coisa que o feminismo faz que vc fica horrorizado.
    Fala inclusive da idiotice que é chamar o homem que não quer cooperar com isso tudo de infantilizado, coisa que tem gente até aqui, na direita brasileira, que já fez

  3. Luciano, hoje o Sakamoto pergunta o porquê de as pessoas xingarem outras de “gay” ou “lésbica” e desfila aquele rosário cujas contas já conhecemos. E a melhor resposta que ele recebeu foi a que passo abaixo, em réplica a um sakamotete e que deixarei negritada:

    Gleison Zambon 3 horas atrás

    Penso que o mesmo vale para quando alguém é “xingado” de “comunista”. Aqui mesmo seus desafetos, que inexplicavelmente não deixam de acompanhar seus textos, adoram usar este “palavrão” para ofendê-lo, não é verdade?

    Rafa Alencastro 1 hora atrás

    Ora Gleison, mas ser “capitalista” ou “de direita” virou uma espécie de xingaremos, não? Aliás, ser “neoliberal” virou uma ofensa, cujo termo pode ser visto como pejorativo em qualquer cartilha acadêmica. Aliás, o que mais têm são professores doutrinando crianças contra o capitalismo. Sofri “bullying” (na minha época não havia este termo) minha adolescência inteira. Sou gay e, como tal, piadinhas eram normais. Pior ainda é eu que sou gay e capitalista liberal ao moldes do liberalismo Austríaco. O problema é que hoje, por causa destas campanhas politicamente corretas, vivemos com medo de expressar nossas opiniões. As pessoas ficaram tão reprimidas que não entendem o humor sarcástico. Lembro de personagens interpretados por Chico Anysio que hoje seriam proibidos.

    Sim, exatamente isso que você leu: um gay contrário ao marxismo-humanismo-neoateísmo (e pelo que dá a entender, completamente contrário aos ativistas gays) explicando o porquê de a patrulha ideológica ser extremamente danosa e por que que atos aparentemente para o bem de alguém ou algum grupo de pessoas com uma certa característica em comum são muito mais danosos do que permitir o livre fluxo de ideias. E o mesmo parece demonstrar uma boa capacidade de entender a enorme diferença que há entre se fazer humor e querer reprimir pessoas por elas dizerem determinadas coisas. Possivelmente esse cara devia rir com o Jorge Laffond fazendo a Vera Verão, assim como também deve rir até hoje com a Rogéria, isso sem falar que provavelmente deve ter dado risadas com o Chico Anysio (que era amigo de Rogéria).
    Para mim, esse é o maior tapa na cara que um pretenso defensor de homossexuais pode tomar, tapa esse metafórico, pois a força do impacto é o “não, obrigado, não preciso de alguém que diga que eu não posso fazer algo de que sou bem capaz de fazer”.

    • ” um gay contrário ao marxismo-humanismo-neoateísmo” mas a maioria é contra como a maioria da população.
      E faz todo sentido os regimes comunistas foram os que mais agrediram.
      Cuba chegou a prender nos campos de “reeducação” socialista.

  4. Luciano, tive uma idéia para ajudar a pensar como levantar recursos. O Estado tem criado demandas na sociedade, como elevação dos impostos e dos preços das mercadorias, dificuldades legais para homens, problemas na educação e na saúde etc. E se a direita aproveitasse fornecesse serviços baseados nessas demandas e usasse esse dinheiro para lutar para desenvolver o movimento? Por exemplo, se homens tem dificuldades legais, poderia haver um grupo de advogados pela causa ou uma campanha de arrecadação para a contratação desses advogados. Outro exemplo, se os impostos estão altos, poderia haver uma equipe de economistas que indicassem direções para lidar com isso ao mesmo tempo que pedem recursos para manter o conteúdo atualizado e talvez até disponibilizar contadores para cortar despesas relacionadas aos impostos.

    • Uma coisa que tenho percebido é que se a esquerda e o Estado são bem mais poderosos que a direita, é importante levar em consideração qual tem sido o papel de ambos sobre diversos aspectos da sociedade. Eles são aqueles que mais influenciam o surgimento de problemas e demandas, e a solução ou amenização dessas demandas e problemas podem ser usados pela direita para levantar recursos.

  5. Achei um vídeo do Clarion de Laffalot interessante para o assunto:

    http://www.youtube.com/watch?v=aNP94TQru38

    Para mim ele também deu uma explicação bem definitiva também sobre o hábito marxista-humanista-neoateísta de desprezar o intermediário (vide, em outro campo, querer obrigar os mestiços brasileiros a se assumir como negros, mesmo que parte significativa deles não tenha ancestralidade africana). Observe-se que ele cai em uns marxismos-humanismos-neoateísmos, mas não acho que prejudique a mensagem principal a ser passada.

    • Salvo engano, esse maluquinho é alguém que pensa em termos de “marxismo(cultural, pelo menos) – humanismo – neoateísmo”. Já vi alguns vídeos deles bem ruins.

      • Vou considerar que parte do trabalho dele possa ser usado contra o marxismo-humanismo-neoateísmo mais ou menos como se pode fazer com os depoimentos de Alain Sorel, pois não há uma desconexão total da lógica e da razoabilidade (quadro típico de comunista clássico, em oposição à desconexão total de um gramscista). Veja este vídeo sobre a pesquisa do Ipea:

        http://www.youtube.com/watch?v=pRVWRhDMuSM

        Observe-se que ele tem ainda um bom grau de credulidade no MHN (vide a parte em que ele pergunta se é preciso mentir para defender uma causa em que fundamentalmente se diz que um grupo é oprimido e outro, opressor). Aqui ficamos naquela situação em que o ouro está escondido em muita areia e sedimentos, sendo preciso peneirar e separar o precioso do que não é. E observe-se que ele não deixa de agir de forma marxista-humanista-neoateísta, como neste vídeo em que ele meio que amacia para o lado do Paulo Ghiraldelli em relação ao episódio envolvendo Rachel Sheherazade:

        http://www.youtube.com/watch?v=qeLsDp7n35U

        Como disse antes, os vídeos do Clarion acabam tendo uma parte muito útil para usar contra o MHN, sendo que seu entranhamento em tal corrente faz na prática MHN brigar com MHN e ambos combaterem o MHN nessa situação. É aquela tecla na qual bato diversas vezes: dá para usar o MHN como inocente útil no combate ao próprio MHN.

  6. Luciano e demais, não sei se já leram este livro “O Homem Domado” – Esther Villar.
    Ela tem muitos bons argumentos contra o feminismo. Ela chega até a dizer que se um dos sexos tivesse que ser protegido, este seria o masculino, pois este sempre foi descartável pela sociedade (devido ao potencial reprodutivo), e mesmo assim, nunca reclamou desta condição e até se orgulha disto. Ela também mostra que por isso (sua descartabilidade) a mulher tem valor pelo simples fato de ser mulher, todavia o homem para ter algum valor tem que fazer algo de relevância.
    Para que quiser baixar – http://mundorealista.com/livraria/2012/07/26/esther-villar-o-homem-domado/.
    Vale a pena ler.

  7. Luciano, OBSERVE ESTE ESPÉCIME:

    http://www.youtube.com/watch?v=YWjw03mQ8jc

    O tema deste vídeo deveria ser: O poder da ridicularização contra a crença esquerdista.

    – O espécime já inicia o vídeo demonstrando a inveja do sucesso alheio.

    Note que além de analfabeto funcional (que usa termos como “faxistas, vareia, ingaria, pobrema, incrusive”) O cara chama o marxismo de “sistema”, afirma que a coréia do norte tem um sistema socialista de “regime familiar” (nepotismo) e que isso não é nada demais, depois afirma que “não sabe como funciona o sistema da coréia do norte”, e diz que pelo menos “cuba tem internet, mal mas tem”.

    O que devemos notar é a ameaça que ele faz à família de quem o ridicularizou, e diz que “nem todo esquerdista é “bonzinho” como ele”

    O que aprendemos deste vídeo?
    Eu já usei o termo e o conceito por aqui antes A ridicularização é uma GRANADA PSÍQUICA — é capaz de causar um profundo dano em termos morais, intelectuais — e até espirituais (para aqueles que creem nisso)…..a ridicularização é a arma mais eficaz ao se lidar com esquerdistas, faz com que se mostrem como realmente são (no caso de funcionais — aqueles que RELAMENTE CREÊM na fábula marxista):

    – pouco instruídos a respeito de suas próprias crenças

    – claramente portadores de dissonância cognitiva, que os faz dissociar da realidade.

    – quando questionados, demonstram raiva por serem incapazes de responder ao questionamento com lógica (visto estarem dissociados da realidade)

    – quando ridicularizados — PERDEM TOTALMENTE A LINHA, partem para a rotulagem e ameaça de agressão física.

    Nem mesmo religiosos quando ridicularizados perdem a linha deste jeito — acontece que religiosos em sua maioria são pessoas equilibradas, engolem o sapo, e continuam vivendo sua vida segundo sua própria fé….

    Já os comunistas, FANÁTICOS que são e enxergando ESPIÕES AMERICANOS em todos os lugares, não conseguem lidar com o “contraditório”.

    No mais não tem como não rir muito assistindo o vídeo 🙂

  8. Luciano, adivinha quem voltou a dar as caras em pleno 6 de abril? É protesto do Bastardxs e é mais um que tenta “transferir os ativos da Marcha das Vadias” para a “nova pessoa jurídica”. Quando vem falar que “mulher não é um pedaço de carne”, esse é lema totalmente transplantado daquela marcha cujo filme definitivamente se queimou no último dia da Jornada Mundial da Juventude, assim como o slogan “não somos mercadoria”. Apenas acrescentaram, para entrar na modinha, o “não mereço ser estuprada”. Porém, pelo que dá para ver, só mesmo as participantes fotografadas é que estavam no tal protesto, como mostram os ângulos muito próximos.
    Parte do esvaziamento obviamente surgiu da revelação do erro da pesquisa do Ipea, em que pese marxistas-humanistas-neoateístas estarem dando de ombros em relação a isso e seguindo como se nada tivesse acontecido. Já o resto da sociedade com razão desmoralizou o Ipea por tabela e já faz piada com isso.

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