A solução da extrema-esquerda para censurar Rachel Sheherazade: mentir feito psicopatas praticando o crime de denunciação caluniosa

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Os genocídios praticados pela extrema-esquerda, pelas mãos de gente com Stalin, Pol Pot, Hitler e Mao, se baseiam em vários aspectos dos abismos da depravação humana. Mas um desses aspectos é fundamental: a capacidade mórbida da extrema-esquerda em manipular a linguagem para fazer absolutamente o que quiser e limpar sua imagem. Ao menos diante dos que caem no truque.

Por exemplo, em relação aos genocídios, basta que algum deles grite, de forma enfática: “Não ocorreram mortes nesses sistemas, apenas poesia concreta revolucionária”. Se  não forem devidamente desmascarados, eles, como sempre, capitalizarão. Em suma, não há dúvidas de que esse tipo de comportamento é coisa de psicopatas, comportamento mimetizado por seus súditos, que acabam reproduzindo e propagando os discursos mais sórdidos possíveis, mesmo que nem todos estes súditos sejam psicopatas.

Estamos vendo a mesma instância desse tipo de jogo psicopático agora nos truques usados por eles para tentar limpar sua imagem de censores, causada, de forma justificada, pela chantagem feita pelos governistas e seus aliados contra o SBT, forçando a emissora a calar Rachel Sheherazade.

Qualquer pessoa decente e em sã consciência sabe que a extrema-esquerda chegou ao fundo do poço em termos morais por defender, em pleno 2014, censura. E pior: conseguiram censurar Rachel com um truque praticado à luz do dia. Eles nem se dignaram a fazer o truque às escuras.

É claro que, guardadas as devidas proporções, essa atitude deles fica na mesma categoria moral daqueles que chegam ao orgasmo ao acompanhar um genocídio. E como eles conseguem tornar palatável ao público esse tipo de indignidade? Manipulando a linguagem.

Para estudarmos a dinâmica de como eles executam o truque, leia o texto “Adote Rachel Sheherazade”, escrito por Paulo Nogueira para o Pragmatismo Político (como sempre, mais um blog  que adora uma verba estatal:

Não poderia ter sido mais bizarra a maneira encontrada por Sílvio Santos para lidar com o caso Sheherazade.

Nem mandou embora e nem manteve tudo igual.

Ela continua no SBT, mas para ler apenas o que escrevem, e não para gritar teatralmente suas opiniões arquiconservadoras.

Foi um prêmio de consolação para Sheherazade, que mesmo numa mudez parcial continuará a receber seus 90 mil reais mensais.

Foi, também, uma vitória da civilização, porque houve consequências para a abjeta incitação ao crime feita por Sheherazade ao elogiar os delinquentes que amarraram um jovem negro a um poste.

Sobraram as lamúrias falaciosas de Sheherazade e súditos segundo as quais a liberdade de expressão foi agredida.

Ora, liberdade de expressão absoluta não existe. Ou então poderíamos, por exemplo, dizer que foi injustiçado o apresentador do SBT do Paraná que chamou dias atrás um jogador de macaco.

A melhor definição para os limites da liberdade de expressão veio, no passado, de um juiz americano.

Suponha, disse ele, que numa sessão de cinema lotada alguém irrompesse e gritasse “fogo” no auditório.

Seria um caos com consequências imprevisíveis.

E se o autor do berro invocasse depois a liberdade de expressão? Foi esta a especulação que o juiz fez, para chegar à conclusão de que você não pode dizer tudo que quer.

O arranjo que Sílvio Santos encontrou para Sheherazade é obviamente provisório. Para ela, não é satisfatório, a longo prazo, se limitar ao papel de apresentadora.

E para o SBT, em algum momento, vai ficar claro que é um salário muito alto para alguém que apenas lê o texto do telejornal.

Mas por ora a situação é satisfatória.

Com o silêncio parcial de Sheherazade, ou a voz restrita, Silvio Santos consegue mitigar o risco de ver crescer a discussão em torno dos 150 milhões de reais por ano que o SBT recebe em verbas publicitárias do governo.

Tanto dinheiro assim para promover justiçamentos e crime?

Quanto a Rachel Sheherazade, vale para ela o que ela disse para sobre o jovem acorrentado.
Você que a admira está com pena? Leva pra casa, então. Adota.

Gosto muito de estudar os silogismos embutidos nos discursos, pois isso nos facilita a encontrar as fraudes lá embutidas.

O texto se limita a dizer o seguinte:

  1. A liberdade de expressão continua inviolável
  2. Isso por que alguns discursos não estão compreendidos pela liberdade de expressão, que não é absoluta
  3. Assim, existe a liberdade de expressão justa (a não absoluta, com uma regra X), e a absoluta, que não pode existir
  4. Rachel quebrou a regra X, ao executar apologia ao crime
  5. Logo, censurá-la não é um atentado à liberdade de expressão justa

Podemos até dizer que, em termos de dinâmica social, isso configura um jogo em que o jogador acusa o oponente de um crime para dizer que ele não tem o direito de se expressar na prática deste crime. Pode-se apostar que todos os textos de esquerdistas para falar da censura à Rachel usarão este jogo, mais sujo que pau de galinheiro, como mostrarei agora. (Aliás, o próprio discurso de Jandira Feghali não passa de uma instância deste jogo)

O truque deles se baseia em maquiar a compreensão dos motivos de alguém para cometer um crime (o que Rachel fez, ao entender os motivos daqueles que amarraram o marginalzinho ao poste) e fingir que essa pessoa cometeu apologia ao crime.

Mas será que a extrema-esquerda acredita mesmo nessa regra discursiva? Eis a regra de que estou falando: a compreensão dos motivos de alguém para cometer um crime transforma-se em apologia ao crime, e este discurso não está embutido nas regras da liberdade de expressão.

Pois bem. Em relação aos criminosos violentos, como sequestradores, estupradores e latrocidas, a extrema-esquerda sempre os chamou de “vítimas da sociedade”. Por isso, na ótica dessa turma, esses criminosos não podem ser responsabilizados pelo que fazem. A coisa piora ainda mais quando eles usam esse tipo de rotina para defender os menores de idade. Estes sim recebem verdadeiras licenças para matar. Tudo promovido pelo discurso da extrema-esquerda.

Desde a publicação do ECA, em 1990 já se passaram 24 anos. A partir daí, podemos contar quantas vítimas tivemos a partir de menores de idade, que poderiam estar presos se não existisse essa “lei”, que rotulo como a lei mais nojenta da história do Brasil.

A lógica é simples até demais. Se não existisse o ECA (e nem tolerância ao crime em geral), um menor que praticasse um estupro poderia pegar 10 a 15 anos de cadeia. Um latrocida poderia pegar uns 20 anos de cadeia. Mas por causa do ECA (e de diversas instância de tolerância ao crime violento), um menor pode estuprar alguém e dias depois estar livre para cometer o mesmo crime. A quantidade de crimes cometidos por menores que poderiam estar presos (pois vários deles já foram “apreendidos” no passado) é enorme. Todos esses crimes vão para a conta de todos os que promovem o discurso dizendo que “menores são vítimas da sociedade, portanto não podem ser punidos”.

O que importa é saber que o discurso dizendo que “menores são vítimas da sociedade, portanto não podem ser punidos”, mesmo que fraudulento até dizer chega, é uma instância de discursos de compreensão dos motivos dos criminosos. Se o que Paulo Nogueira diz fosse verdade, a extrema-esquerda já teria pedido censura a todos seus amigos que “compreenderam” os motivos dos criminosos violentos. E olhem que esse discurso em prol da impunidade dos menores já criou um verdadeiro genocídio. Note também que no caso da extrema-esquerda, alguns discursos são efetivamente de apologia ao crime, como quando Leonardo Sakamoto disse que “ostentação é que devia ser crime”. Mas todos poderão observar que qualquer componente de incitação ao crime (visto no texto de Sakamoto) jamais existiu no discurso de Rachel.

Aqui encontramos a fraude: é claro que a regra dizendo que “compreender os motivos dos criminosos viola a liberdade de expressão” não existe. Ademais, a sub-regra dizendo que “Rachel cometeu apologia ao crime com seu discurso” é apenas uma distinção de emergência com base em uma fraude para tentar justificar sua censura.

O detalhe, que muitos ainda não perceberam, é que para que os radicais de esquerda, como Paulo Nogueira, continuem executando sua rotina fraudulenta dizendo que “Rachel cometeu apologia ao crime”, eles precisam cometer um crime efetivo: a denunciação caluniosa.

Denunciação caluniosa é um crime previsto no código penal:

ARTIGO 339 CP: “Dar causa à instauração de investigação policial, de processo judicial, instauração de investigação administrativa, inquérito civil ou ação de improbidade administrativa contra alguém, imputando-lhe crime de que o sabe inocente:” Pena: Reclusão, de 2 a 8 anos, e multa.
§ 1º – A pena é aumentada de sexta parte, se o agente se serve de anonimato ou de nome suposto.
§ 2º – A pena é diminuída de metade, se a imputação é de prática de contravenção.

Ou seja, acusar alguém de um crime indevidamente é, de fato, um crime.

Se realmente Rachel cometeu “apologia ao crime”, como dizem Feghali e Nogueira, eles poderiam processá-la. Mas por que não fazem isso? Por que sabem que ela pode processá-los de volta por denunciação caluniosa.

Cientes disso, ao invés de procurar a justiça, eles foram para a pressão política, ameaçando a retirada de verbas do SBT, e lançando a acusação falsa de crime contra Rachel pela mídia. Em suma, a canalhice dessa gente não encontra limites.

Rachel está sendo vítima de várias instâncias de um mesmo crime praticado pela extrema-esquerda (denunciação caluniosa). A prática deste crime se encontra no centro do truque (como pudemos ver nos discursos de Nogueira e Feghali) para que a extrema-esquerda consiga censurar seus oponentes e tentar evitar a acusação de que são censores.

Quando Rachel decidir reagir a esta série abominável de ocorrências do mesmo crime praticadas contra ela, pode reverter o jogo e dizer: “Você está me acusando do delito de apologia ao crime? Vamos decidir a sua acusação nos tribunais!’. Como o SBT reconheceu que sofria pressões externas, o dinheiro a ser recebido por ela em indenizações por danos morais não é pouco.

Em suma, a solução encontrada para fraudar o debate e implementar a censura contra Rachel foi a partir da prática de um crime nojento: o de denunciação caluniosa. É claro que a reação a isso deveria ser nos termos mais fortes possíveis. Caso contrário, a escória da humanidade (os censores) vai nadar cada vez mais nadar de braçadas.

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16 COMMENTS

  1. O texto desse imbecil do “pragmatismo político” é tão nojento que fez nascer ódio em mim. Sério. Até neste ponto, os esquerdistas são verdadeiros “incitadores de ódio”.

  2. Para começar socialista/comunista, que são possuidores de QI de ameba (e vivo a desafiá-los que me peçam que prove isso) não possuem, portanto, inteligência suficiente para manipular a linguagem.

    Apenas possuem uma ASTÚCIA capaz de permiti-los fugir do discurso racionalmente sustentável, substituindo-o por “slogans” e chavões, que somente funciona perante os que possuem o mesmo QI de ameba.

    Isso é provado, por exemplo, quando o Luciano resolve cobrar dos mesmos a obediência às regras de sintaxe que todo discurso para ser racionalmente sustentável TEM de OBEDECER, o que não acontece com os “slogans” e chavões. E o Luciano o faz, justamente quando vai à procura dos silogismos “embutidos”, tendo em vista demonstrar que se constituem como argumentos inválidos.

    Agora, um exemplo bem prático e bem “rasteiro” para provar a INCOMPETÊNCIA para PENSAR DIREITO (esse é o título de um livrinho de Lógica) desse tal de PAULO NOGUEIRA, quando pretendeu estabelecer uma analogia entre o que a Rachel teria dito e o que ele, com sua genialidade de ameba disse.

    Suposta fala da Rachel: “está com pena do jovem acorrentado leva para casa; adota”

    Fala da figura, referindo-se à Rachel: “Você que a admira está com pena? Leva pra casa, então. Adota.”

    Que homem de bom gosto, sendo livre, evidentemente, não gostaria de levar a Rachel Sheherazade para casa e ADOTÁ-LA, como sua legítima “esposa” ?

    Entenderia, e até justificaria, o posicionamento do tal de Paulo Nogueira, se soubesse qual a opção sexual dele (que não sei). E, dependendo disso, eu não precisaria nem sugerir para o mesmo: que levasse para casa e adotasse o tal “jovem acorrentado” !

    • Gilberto,

      Bem provável sua hipótese.

      Mas lembremos: se Paulo Nogueira não tem inteligencia para criar seu truque central de criar a distinção de emergência que ele embutiu no texto, alguém o fez por ele.

      Mas concordo que o QI desta figura é muito baixo.

      Abs,

      LH

    • Lembremos também que Paulo Noguera é o racista nojento que estava dizendo que Joaquim Barbosa fazia um dasfavor à ideologia racialista por namorar uma branca.

      Paulo Nogueira, ao relacionar Rachel Sherazade ao marginalzinho do poste, acaba acidentalmente fazendo a mais descrição perfeita da realidade de que Rachel está PRESA, e AMORDAÇADA — e a diferença é que Rachel não praticou nenhum crime, o BRASIL JÁ ADOTOU como exemplo de coragem — diferente dos esquerdistas que não moveram um dedo em prol do marginalzinho, que voltou a cometer crimes.

    • Pode haver uma solução para a história: fala-se que a Bandeirantes quer contratar Rachel Sheherazade. E aí a coisa poderia piorar para os marxistas-humanistas-neoateístas, pois a base de combate televisivo ao marxismo-humanismo-neoateísmo acabaria por se ampliar, ainda mais que estamos perto de eleições e há uma certa tradição de a emissora dos Saad ser um porto aberto a todos devido à tradição de debates políticos, dos quais eles foram os pioneiros.

    • Esse tal de RAFA é mais um que repete, como papagaio, o que já virou um chavão totalmente desacreditado. Para começar a contestá-lo, pergunto: qual foi o “tipo de controle” (que é básico em qualquer pesquisa) utilizado, para garantir que a “violência” não teria aumentado, se maioridade penal NÃO tivesse sido reduzida?

      Ou dito de outra forma (para não ter de desenhar): também posso argumentar que a “violência” se manteve num mesmo nível (não diminuiu, mas também NÃO AUMENTOU), justamente porque a maioridade penal foi REDUZIDA ! Mantê-la no mesmo nível, já não terá sido uma consequência da redução da maioridade penal? Caso essa redução não tivesse ocorrido, a violência não teria aumentado? Sem controle, como saber?

      De forma muito semelhante, é muito comum ouvir-se vários idiotas (principalmente na área jurídica) encherem a boca para afirmar que:

      “a INTENSIDADE da pena não inibe o crime!”

      Então, peço que me mostrem a pesquisa que levou a essa conclusão, para submetê-la a uma CRÍTICA (principalmente a respeito da forma de controle utilizada). NÃO ! NÃO ME APRESENTAM !!!

      Agora, eu tenho um “design” para esse tipo de pesquisa, mas não me deixam fazê-la, já que pretenderia COMPARAR, em relação a um mesmo tipo de crime, a sua sujeição à PENA de MORTE x NENHUMA PUNIÇÃO (intensidade da pena = zero)

      Então, numa cidade em que existissem, p. ex., 200 bairros, divulgar-se-ia, de forma intensa, quais os 100 deles, em que esse tipo de crime seria punido com a PENA de MORTE e os 100 em que NÃO HAVERIA PUNIÇÃO para o mesmo tipo de crime.

      Depois de algum tempo, ir-se-ia comparar as QUANTIDADES MÉDIAS desse tipo de crime, cometido nos bairros em que fosse punido com a pena de morte X nos bairros em que não houvesse punição alguma. simples assim: apenas “diferença entre duas médias”.

      Aí sim, seria possível chegar-se a uma conclusão, pelo menos mais próxima da “verdade”.

  3. Eu ainda não entendi porque a Rachel não processou essa canalhada. E com estardalhaço midiático! Não deve ter encontrado um advogado decente que compre essa briga.

  4. E porque diabos os “justiceiros do Flamengo” trambém não são “vítmas da sociedade”? Afinal, com todos esses filmes em que o mocinho se vinga e destrói sozinho uma organização criminosa, matando desde o porteiro ao presidente, o cara se influencia! A culpa não é dele, é da “sociedade”. Se amanhã eu dou um tiro na cara do Sakamoto, não fui eu quem cometeu o crime, mas a perversa “sociedade” me fez cometê-lo. Já que ninguém é culpado de nada, também quero meu código 007, e licença para matar quem eu achar que devo.
    Se a carteira de Sakamoto estiver bem recheada, eu levo também, ora! E seu computador Apple também!

  5. “Adote Rachel S..”
    Esse texto é o ápice da tentativa da esquerda comuna de tentar justificar a jornada censuradora do governo, tentam enganar desavisados justificando a censura financeira que ocorreu alegando que não se pode falar tudo que se quer falar; mas essa é a diferença entre democracia onde se pode sim falar tudo que se tem vontade ocorrendo a responsabilidade legal pelo que se fala, nas ditaduras as pessoas são proibidas de falar o que pensam. Um aviso a vcs esquerdistas comunas, o povo está abrindo os olhos e não está mais caindo em fantasias criadas por vcs, até pobres manipulados por dinheiro do assistencialismo populista já estão discutindo sobre censura. Posso dar uma opinião: mudem de tática, a censura já não é mais aceita nesse País, encarem as críticas com honestidade em um diálogo amplo e sério, não somos Cuba, Venezuela ou Argentina, aqui vcs vão se dar mal com essa tática; não tenham medo do novo, das discussões divergentes, dos “reaças”, da política moderna baseada em boa gestão e resultados, tudo isso é algo sem volta.
    Os caras grudam no poder e não querem largar as tetas do Estado, mas ( podem até me chamar de depressivo) o pior é que no meio político só vejo um lado, a esquerda; isso eu tenho que elogiá-los pelo fato de conseguirem se organizar e se aglutinar em torno de objetivos (abjetos); onde está a direita nesse País?, difusa, mal organizada, longe dos partidos políticos; qual partido político ou político é realmente de direita?; será que se esses vermelhos forem substituídos por azuis, verdes, ou sei lá o quê a gente não vai só trocar vermelho por red. Creio que nossa luta ainda é longa e não vai depender das próximas 4-6 eleições.

    • Não sei se temos fôlego para mais uma eleição depois desta. A hora de tomar o poder das mãos do PT é agora. O que, em minha opinião, depende de vencermos dois grandes obstáculos:

      1° – A urna eletrônica está na mão deles. eles fazem o que querem com os resultados de uma eleição em que ninguém (exceto eles) sabe quantos votaram em quem;
      2° – Argentina, Venezuela, Colômbia, Bolívia, Equador, Uruguai etc. são fruto dos esforços – do poder – do Foro de São Paulo, e muito provavelmente do nosso dinheiro também . No caso do Brasil, se a urna eletrônica for mesmo inviolável, alguma esperança existe se um partido não participante do Foro de São Paulo, mesmo de esquerda “light” como o PSDB, ganhar as eleições. Mas no cenário atual, substituir o PT (fundador do Foro) pelo PSB (também membro do Foro e que talvez pinte como a alternativa viável ao desgastado PT) será substituir 6 por meia dúzia.

    • Notaram que é sempre a mesma sequencia de rotinas de sempre?

      1 – Usar o estratagema da ampliação indevida para dizer que censura só existir se ocorrer INVASÃO DE REDAÇÃO POR POLICIAIS (Acho que nem na China isso existe mais)
      2 – Como não ocorreu (1), dizer que não ocorreu CENSURA DE FORMA ALGUMA
      3 – Omitir o fato de que o governo usar dinheiro de anúncios para DIRECIONAR CONTEÚDO é enquadrado como SOFT CENSORSHIP (o sujeito omite essa informação)
      4 – Ignorar o aspecto moral de (3)

      E daí por diante.

      É vergonhoso um sujeitinho desses ser tão crítico contra a religião revelada e abrir tanto as pernas para a religião política.

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