Por uma direita menos fofoqueira

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fofoca

Imagine que você tenha se tornado um exímio debatedor, desenvolvendo alta capacidade de identificar estratagemas adversários. Mesmo que a identificação de engodos tenha sido um conhecimento suportado pelos guias de falácias, o conhecimento da Dialética Erística, de Arthur Schopenhauer, tornou-se seu diferencial para debates. Sua capacidade de identificar mudanças de modo, ampliações indevidas, homonímias sutis e outras formas de truque é elogiada por todos que acompanham seus debates.

Tudo vai bem até o dia em que você descobre que Schopenhauer cometeu uma falha moral grave. Ele tinha o costume de levar suas amantes para a pensão onde morava. Uma senhora costureira que morava por lá, Caroline-Louise Marquet,  tinha a mania de espionar seus encontros. Irritado com isso, Schopenhauer certo dia atirou Caroline escada abaixo. Por causa disso, teve que pagar uma pensão vitalícia para a costureira.

Tomando o que ele fez como anti-ético, já que seu sistema moral não admite agressões a mulheres, você passa a rejeitar o conhecimento adquirido por Schopenhauer. Toda vez que você vence um debate, pela identificação da dialética erística, se sente culpado. Como pode você confiar em Schopenhauer depois dele ter agredido Caroline?

Mesmo que você possa, com muita razão, tomar essa situação por absurda, é preciso reconhecer uma verdade amarga: atualmente, alguns representantes da direita estão se comportando exatamente desta forma. Estamos diante de um fenômeno comportamental tão bizarro que chega a levantar suspeitas de financiamento de esquerda para esse tipo de iniciativa.

Dois casos gritantes são os ataques sofridos por Olavo de Carvalho e, agora, por David Horowitz. Sei que o segundo é norte-americano, mas como os ataques respingaram neste site (que é norteado pelos princípios da arte da guerra política de Horowitz) o fenômeno pode ser tratado tanto quando avaliamos o caso de Olavo como o do Horowitz.

No caso de Olavo, surgiu um site chamado Prometheo Liberto, que tem por principal objetivo tentar assassinar a reputação do filósofo brasileiro. Por sorte o trabalho é tão tacanho e amador que não chega a causar sequer arranhões.  O nível da baixaria é tamanha que certo dia Carlos Velasco (um dos líderes dessa tropa) surgiu com uma “revelação arrebatadora”: ele teria conseguido provar que foi aluno de Olavo de Carvalho, enquanto este último negava o fato. Claro que as afirmações de Velasco continham provas duvidosas, mas, supondo, a título de argumento, que ele falasse a verdade. Qual a relevância dessa informação em termos de validação tanto da filosofia como da análise política feita por Olavo? Nada. Nenhuma. Neca de pitibiriba.

No caso de Horowitz, a coisa é ainda pior. Um texto de Jeffrey Nyquist, publicado no Mídia sem Máscara, tem uma tese central: David Horowitz jamais deixou de ser comunista. O fato é que não são apresentadas provas nesse sentido. Horowitz é atacado por ter sido um crítico cruel do livro Americal Betrayal, publicado por Diana West. Veja um exemplo da falta de lógica de Nyquist no trecho abaixo:

Se for para lembrar qualquer coisa dessa controvérsia, lembre pelo menos que Horowitz disse: “Mas eu não ataco as pessoas da direita”. Como, então, ele explica a publicação de um ataque total à reputação da Sra. West? Ele disse pessoalmente que o método da Sra. West é desleixado e que seu livro jamais deveria ter sido escrito. 

Onde que atacar a obra de uma pessoa se torna um ataque à esta pessoa? Recentemente, eu avacalhei um texto de Luis Felipe Pondé. Mesmo assim, eu jamais o ataquei politicamente. Pode até ser que eu tenha feito críticas em termos de sua estratégia política, mas jamais um ataque em prol de aniquilá-lo politicamente. (E quando Horowitz fala em ataque é disso que ele trata, o que deveria ser fácil de reconhecer pelas obras do autor)

Quando Nyquist toma as críticas de Horowitz como um ataque à Diana West é claro que está procurando pêlo em ovo a partir de uma picuinha injustificada. Principalmente quando Nyquist transforma essa picuinha em um ataque frontal à Horowitz, tentando vendê-lo ao público como “agente infiltrado comunista, com intenção de perverter cabeças inocentes da direita”. Golpe sujo, no mínimo.

Nos dois casos, vemos a busca de elementos irrelevantes (Olavo dizendo que Velasco não foi seu aluno, enquanto este alega que foi; Horowitz criticando duramente o livro de uma direitista, o que, segundo Nyquist, não poderia ocorrer) para tirar o valor da obra de dois autores fundamentais para a direita. Hoje em dia, especialmente no Brasil, se for para entrar em campo sem conhecer o básico do que Olavo de Carvalho estudou sobre a esquerda, melhor nem começar. Em um nível global, o não conhecimento dos princípios da arte da guerra política (documentados por Horowitz) já garante logo de cara vantagem automática ao seu adversário.

Eu gosto de pensar mais por dinâmicas do que avaliar eventos isolados. Veja a dinâmica de ambos os casos:

  • Nós temos autores de direita que revelaram para o seu público muita coisa que a esquerda não queria que eles revelassem
  • Ambos os autores aniquilam ingenuidades de seu público, o que é algo que a esquerda teme mais do que o diabo teme a cruz
  • Nos dois casos, é muito difícil atacar o corpo de conhecimentos gerado por esses autores, pois este corpo de conhecimento é facilmente testável no mundo real, dando resultados
  • Diante dessa constatação anterior, elementos irrelevantes (que não maculam a obra dos autores) são usados para tentar assassinar suas reputações
  • O discurso geralmente se acompanha de técnicas lançando desconfiança não apenas contra os autores, mas contra aqueles que usam o conteúdo desses autores (“Podemos confiar em quem lê Olavo ou Horowitz?)

Não é preciso de muito tutano para saber que esse tipo de tática só serve para ajudar a esquerda. Não serei irresponsável a ponto de dizer que essa turma recebe dinheiro de esquerdistas – até por que não quero incorrer no mesmo erro deles. Eles podem ser ingênuos, loucos, desfocados e despolitizados também. Sinceramente não me importa.

O que importa é que precisamos de um antídoto para lidar com esse tipo de gente. Uma coisa que pode funcionar é fazer questionamentos incisivos, como:

  • Isso que você falou impacta na filosofia de Olavo em quê?
  • Isso que você falou inviabiliza métodos de Horowitz aonde?
  • Em relação aos autores, seu discurso propõe métodos de superação ou até melhorias?

Caso as respostas não sejam convincentes, o que temos são apenas “Marias Fofoqueiras”, que não agregam valor algum ao debate. E notar isso é importantíssimo, pois o que a direita mais precisa são de denúncias sobre a esquerda e métodos para derrubar a esquerda. Mas se um sujeito vem atacar quem fornecer essas denúncias/métodos e não agrega valor algum a esse tipo de debate, o que ele está trazendo? Nada mais que ad hominens para destruir a reputação daqueles que produzem algo de útil para a direita. Se for assim, a única alternativa é tratá-los como fofoqueiros. Até por que o que importa em qualquer autor é o que ele produz intelectualmente, e não seu comportamento particular.

Por isso mesmo, a partir de agora este blog tratará qualquer ataque a Olavo de Carvalho e David Horowitz que não esteja relacionado à filosofia, lógica e métodos utlizados por estes autores como se fosse fofoca de baixo nível. E, como tal, a ser descartada de forma simples: “Aqui não temos tempo para fofocas. Ou refutam-se argumentos e métodos ou então vá procurar outro lugar de baixo nível!”

(Em tempo: essa “direita fofoqueira” obviamente não representa a direita, mas uma parcela dela. É apenas esta parte da direita o objeto deste texto)

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85 COMMENTS

  1. Luciano, acho que você colocou o link errado no trecho “Um texto de Jeffrey Nyquist, publicado no Mídia sem Máscara, tem uma tese central…”

  2. Correndo o risco de ter meu comentário não publicado, aqui vai.
    Eu tenho acompanhado a situação de perto. O problema é outro, Luciano.
    Resumindo (muito), Diana West escreveu um livro sobre a infiltração da direita por falsos ex-comunistas ou falsos conservadores que nunca teriam sido comunistas oficialmente. Um dos objetivos dessa patota seria criar confusão, dissenção, com a finalidade de destruir o país de dentro para fora. O tema básico do livro é esse.
    David Horowitz removeu uma crítica favorável ao livro de seu website. Substituiu por um texto demolidor de Ronald Radosh. E o que o próprio David tem a dizer sobre o livro? Algo do tipo “Não li e não gostei. E o livro jamais deveria ter sido sequer escrito.” Pontaquepartiu!
    Diana West escreveu defendendo-se e Jeffrey Nyquist ficou do lado dela e também “bateu”.
    David é um ex-comunista assumido. E não se ajudou vestindo uma carapuça desnecessária e fazendo justamente aquilo que Diane informa em seu livro como estratégia comunista. Criou uma confusão que não agrega valor. Precisa ficar registrado que quem começou o enrosco foi David e não Diane. Muito menos Jeffrey.
    Se David ainda é comunista ou não importa para o estudo e uso de suas proposições estratégicas? Sim e não.
    Sim porque interessa para um conservador a intenção dessas estratégias, que são decorrentes diretamente das de Saul Alinsky. Qual a moral que as embasa.
    Não porque até as de Saul podem e devem ser estudadas e usadas contra a própria esqueTRALHA.
    Eu já disse em outro canto daqui. Merda é merda, mas serve como um adubo excelente. Porém é preciso saber que é merda, para não correr o risco de comer pensando que é doce de leite.

    • Marcos,

      Eu adquiri o livro da Diane West em kindle. Eu vou lê-lo. Minha avaliação terá um foco: avaliar se é justificável que alguém da direita critique o livro. E, em caso de crítica, se isso significa vestir uma carapuça apontada por Diane.

      Note que há um precedente muito perigoso aí: criar um patrulhamento ideológico sob certos autores que não poderiam ser criticados, sob a acusação de ser comunista.

      Por enquanto, essa é uma SUSPEITA que eu tenho, que pode ou não se confirmar.

      Pelo que notei, parece que Jeffrey e Diana criaram uma estratégia para patrulhar ideologicamente quem criticasse seu livro. Mas posso estar errado.

      Abs,

      LH

      P.S. – Já estou lendo o livro. Bem menos conspiracionista que pensei. MUITO MAIS depressivo do que pensei. Estou fazendo o skimmming por enquanto, mas parece que apenas 12 linhas do livro são gastas com MÉTODOS PARA SUPERAÇÃO DO QUE OS ESQUERDISTAS FAZEM. Desse jeito dá para entender o que irritou Horowitz (e a mim). Mas por enquanto é fase de skimming. Vamos ver depois.

  3. Uma pergunta. Isso vale para aqueles extremistas que tavam atacando o Rodrigo Constantino chamando ele de comunista, vendido pelo PT e etc simplesmente por ele não concordar com a candidatura do Bolsonaro?

    • Olha, te falar que eu taquei pedra no Constantino tb.

      Basicamente pq acho que é preciso alguém de direita dura no Executivo e o único que pode é o Bolsonaro e tudo tem que ser direcionado a conseguir posições fortes antes do começo da possível guerra civil. O Executivo é uma posição muito forte e o fogo amigo do Constantino pode prejudicar isso. Ele poderia ter guardado o artigo pra 5 de Outubro e escrito no pretérito.

      Outro motivo é: a diferença entre os 3 grandes candidatos é zero. Pegue as questões fundamentais que atormentam os brasileiros como insegurança, inflação, impostos e vc verá que não há diferença alguma. O unico que tem alguma diferença, o Bolsonaro na parte da insegurança não devia estar levando ataques que podem fazer com que os liberais/libertários se afastem dele. Inclusive pq se ele ver que nunca terá o voto dessas categorias ele pode ligar o f***-se e mergulhar de cabeça nos conservadores.

      Não é uma questão de mentir, é uma questão de tato, de saber a hora de falar. E de estar junto na vitória pra poder cobrar o preço do apoio. Os liberais estão ficando irritados e saindo da mesa ao invés de jogar com as cartas que tem. Seria maravilhoso se um clone do Ron Paul se candidatasse e tivesse o apoio popular que o Bolsa tem. Mas não há esse homem e não haverá até outubro. Eles querem um quarteto de ases mas terão que se virar com um trio de noves.

      • Impostos atormenta o brasileiro? Mas aonde? O brasileiro quer mais impostos e mais serviços públicos de qualidade.
        Bolsonaro é um inútil, uma direita estatista que não entende nada de economia e não vai resolver nada.

  4. Boa abordagem! No período eleitoral é que a coisa vai pegar fogo mesmo e os dois lados, direita e esquerda, apelarão para a vida íntima de seus adversários na tentativa de ganhar debate. Acompanhei um pouco o caso dos Veslascos porque sigo o perfil do Olavo e foi uma picuinha dos infernos. O acusaram até de ser um agente islâmico e pegaram uma foto de um dos filhos do Olavo vestido de trajes típicos árabes. Outro rolo se deu na comunidade do True Outspeak com o Hélio Pimentel atacando o Olavo para vender um livrinho que o criticava. Os dois saíram no embate, com o Olavo o arrebentando rapidinho. De outro lado tem-se picuinha de toda forma e o burburinho da candidatura do Bolsonaro fragmentou um pouco a unidade da oposição anti-petista dos liberais e conservadores. Esse tipo de picuinha só atrapalha a guerra política. Nas últimas eleições, o vice do Serra, Índio da Costa, levou a público o esquema do Foro de São Paulo e não teve muito crédito, por isso. Acho que isso repercutiu mal porque os dois lados apelaram para a baixaria, principalmente a imprensa da esgotosfera petista. Se os ânimos se acirrarem, não estranhem se verem liberais e conservadores trocando farpas, logo agora que as diferenças deveriam ser mais toleradas para combater um inimigo maior.

  5. Bom, eu não li Olavo de carvalho, então não tem como eu falar minha opinião sobre o cara.
    Mas FATO… simplesmente eu NUNCA vi critica construtiva alguma ao cara… Os argumentos contra o Olavo essencialmente são : citação de erros dele no campo das ciências naturais (wtf?), e distorções de discursos (como dizer que ele é racista, homofobico, e apoiou a ditadura) …. posso não ter visto muito dele, mas deu pra perceber que ele não era isso, muito pelo contrario.

    • Se o cara não entende nada de ‘ciências naturais’ (e isso não existe, só existe ciência de verdade, ciências ‘naturais’ e ciências ‘humanas’ são uma invenção dos maconheiros das humanas) ele não devia emitir opiniões sobre isso.
      O Olavo é um idiota com delírios de grandeza, solta palpites sobre tudo no mundo, é ridicularizado por quem não faz parte da seita das olavetes e fica se achando o injustiçado.

      • Eu também não gosto da mania do Olavo de meter pitaco em vários assuntos do mundo. E é aí onde ele se embreta.

        Mas o fato é que em seu métier (ciência política), ele tem importância fundamental.

      • O Olavo não entende nada de ciências ou de ciências naturais, Slaine? Ele certamente não é a maior autoridade no assunto, mas até hoje não encontrei alguém que tentou apontar esses erros e obteve sucesso; o que temos são tentativas patéticas como a do Yuri Grecco defendendo uma concepção neurológica defasada e o Pirula extrapolando o significado e a importância de uma menção condensada à uma notícia. O resto não passa de hoaxes e crendices populares, coisa de quem não dedicou a análise do assunto mais do que alguns minutinhos para ouvir fofocas e assistir vídeos manipulados no youtube.

      • (não sei se o comentário anterior foi,então estou mandando de novo)
        Douglas, ta aqui mais um hoax pra vc
        http://www.youtube.com/watch?v=ujJJ9bNJMBE
        Se ninguém se preocupa em refutar o Olavo nessas coisas é porque ele fala TANTA merda que ninguém quer se rebaixar a esse nível. ‘pessoas viajando no espaço teriam idades diferentes’…pqp, o cara não entendeu NADA e fica falando do que não entende mesmo assim
        Mas pra mim a maior merda de todas ainda é a do ‘Ron Paul é um agente da KGB’.
        Sério, se tiver que ser olavete pra ser de direita, eu prefiro virar um Stalin.

  6. Ok, vamos focar nas idéias e não nas pessoas, certo? Todo mundo concorda? Engraçado pq é justamente isso que o artigo do Nyquist diz:

    ‘Se você tem problemas com a qualidade técnica de Diana West, você que dê uma bronca nela abordando esse ponto; agora, ataques ad hominem que destroem a unidade do nosso grupo não nos trará mais força em 2016.’

    ‘Ainda mais escandalosa é a resenha de Radosh que não foi nem um pouco cavalheira; em vez disso, foi um desfile de insultos gratuitos temperados com mais de vinte falsificações ‘

    ‘Se o ataque a West foi empenhado inocentemente e sem qualquer intenção de dividir a direita conservadora, por que foi feito com tão pouca consideração pela verdade?Aha! Eis o x da questão. As palavras de M. Stanton Evans e a refutação da Sra. West revelam uma intenção após a outra do Professor Radosh, uma flagrante falsificação atrás da outra endossada pelo Sr. Horowitz. Qualquer um pode clicar nos links acima, ir até as fontes e ler.’

    ‘Atacar de maneira desonrada pode-se desculpar como lapso momentâneo. Repetir o ataque de novo e de novo não é um lapso. ‘

    ‘E então abri o livro de West nas três páginas citadas e não achei nada da cama de Molotov nem nada sobre a dita mancada acadêmica. Como West mesmo se explicou, “a anedota [sobre George Elsey ou sobre a cama de Molotov] não está em meu livro nem uma, tampouco três vezes”. E eu testemunho ao leitor neste momento que os humilhantes e amadores erros de Radosh ocorrem ao longo de todo o texto. Estude os textos e você verá o que Radosh fez e o que o Sr. Horowitz endossou. ‘

    • Slaine, você esqueceu-se de um detalhe.

      Diana West fez um ataque a Horowitz e Radosh, chamando-os de “queimadores de livros”.

      Motivo: Horowitz disse que o livro “nem deveria ter sido escrito”.

      Pergunta: o que tem a ver dizer que o livro não deveria ter sido escrito (por que é um embaraço para seu autor) com pedir a proibição da escrita desse livro?

      Esse é um exemplo de fraude intelectual clara por parte de Diana West.

      Adquiri também o livro The Rebuttal, da Diana West, que fará parte do caso investigativo aqui. Mas essa primeira fraude dos “book burners” (ad hominem gravíssimo) é clara.

      http://www.amazon.com.br/The-Rebuttal-Defending-American-Book-Burners-ebook/dp/B00FNVUJDO/ref=sr_1_1?ie=UTF8&qid=1399214341&sr=8-1&keywords=the+rebuttal+diana+west

      Vamos dar sequência…

      Abs,

      LH

      • Luciano, vc ta estranhamente parcial nesse caso. Ele começou com os ad hominens primeiro, e ainda com ataques atribuindo coisas que o livro realmente não tinha. E quando ela diz ‘queimador de livros’, é claro que ela está falando metaforicamente, que o cara está queimando a reputação do livro.

      • Não é bem assim não. A imagem que ela usa no livro mostra pessoas QUEIMANDO LIVROS DE FATO. É claro que ela usa a fraude intelectual de fingir-se de desentendida confundindo “o livro não deveria ter sido escrito” com “o livro deveria ser censurado”.

        Abs,

        LH

      • Luciano, a forma como ela se defendeu, censura ou não, é insignificante olhando pra big picture. VINTE fraudes contra o livro dela, todas facilmente comprováveis. De novo, é no mínimo estranho que vc prefira focar na ‘fraude’ dela e deixe passar as outras vinte.
        (E depois, mesmo que seja uma figura, uma música, um texto com gente queimando livros, que diferença faz? O troço deixa de ser uma metáfora pq está desenhado? Pô Luciano, não subestime a inteligência dos seus leitores)

      • Slaine,

        Vamos lá. A crítica de Radosh teve seus exageros (apontados por ela), mas todos esses exageros são pontos a serem discutidos no debate de ideias. A Diane West optou por ABANDONAR o debate de ideias e partir para a CALÚNIA contra seus críticos.

        Vou dar um exemplo: eu já refutei material do Yuri Grecco e hoje ainda, talvez, vou refutar o material de outro neo-ateu atacando a Rachel Sheherazade. No material de Yuri, achei umas 11 fraudes intelectuais em um vídeo de 10 minutos, e nesse outro vídeo de 45 eu devo achar muitas outras fraudes.

        Nada disso justifica eu inventar uma fraude contra A PESSOA que faz o vídeo. Por exemplo, eu posso chamar alguém de “agente que recebe dinheiro do PT” sem ter provas para isso?

        Claro que não.

        O fato é que a Diana podia ter escrito uma crítica de volta atacando tudo que Radosh escreveu. Ela optou pelo crime moral de partir para a difamação de pessoas.

        Abs,

        LH

      • Luciano, fuck off. A crítica do cara não teve ‘exageros’ e vc sabe disso. O que ela teve foi um desfile de insultos gratuitos misturados com mais de vinte falsificações. NESSA hora ninguém diz que é ELE que ta ‘optando pelo crime moral de partir para a difamação de pessoas’.
        Vc continua estranhamente parcial nesse caso.

      • Slaine,

        Mesmo com supostas falsificações e inverdades SOBRE UM CONTEÚDO, não é possível fazer DIFAMAÇÃO de pessoas.

        Por pior que fosse a crítica do Radosh, as regras criadas pelo Nyquist simplesmente não valem.

        Me parece que Diane West não sabe receber críticas, e entende que o retorno de uma crítica ao livro dela deve ser retribuída com ataque à pessoa.

        Abs,

        LH

  7. Lendo a declaração de Horowitz no sitio original (Nyquist) e a tradução que aparece no MSM, à primeira vista me apareceu que a tradução está deficiente levando o leitor a crer que a intenção e Horowitz foi mesmo a de esconder sua resenha original.

    No original, em inglês, algumas coisas ficam mais claras:

    Primeiro, a resenha original, aquela que foi removida, não era de autoria do Horowitz (parece que as matérias são publicadas na página sem que ele tenha que lê-las todas).

    Um segundo ponto: Ele fora alertado por um amigo sobre o verdadeiro conteúdo do livro. e afirma que a primeira resenha era um endosso (o apêndice “do que eu penso”, colocado na tradução NÃO está no original)

    Terceiro: Em seguida Horowitz afirma que aquela resenha seria vista como um endosso dele ao livro de Diana ( NÃO um endosso do livro ao pensamento DELE com a tradução do MSM dá a entender).

    Quarto: Horowitz comprou o livro da kindle e começou a lê-lo e constatou que o alerta que ele recebera estava correto. Deixar a resenha como estava implicava em ele endossar o que Diana escrevera no livro e isso só iria prejudicar todo o trabalho que ele e outros estão fazendo.

    Quinto: para evitar criticar Diana por ser uma ativista da direita, ele preferiu trocar a resenha anterior pela atual e dar a Diana o direito de fazer uma réplica à nova resenha, o que ela se recusou a fazer.

    Em tudo isso, não vi nada de errado, ou conspiratório, no procedimento de David Horowitz, pelo contrário, me pareceu bastante honesto e ético.

    • ‘Primeiro, a resenha original, aquela que foi removida, não era de autoria do Horowitz (parece que as matérias são publicadas na página sem que ele tenha que lê-las todas).’

      Isso parece sabe o quê? O Plínio na campanha passada perguntando pra Dilma sobre as cagadas da tal Graça Foster, uma corrupta na época subordinada da Dilma. o Plínio então perguntou: ‘E aí Dilma, seu problema é ser desonesta de ter participado, ou ser incompetente de ter contratado alguém assim’?

      ‘e dar a Diana o direito de fazer uma réplica à nova resenha, o que ela se recusou a fazer.’

      Eu te ofendi, agora venha escrever pra mim e dar audiência pro meu blog.

      ‘Em tudo isso, não vi nada de errado, ou conspiratório, no procedimento de David Horowitz’

      O errado não está nisso, está no que vc omitiu.Afinal vc leu o artigo do Niquyst ou não?O artigo final que ele deixou lá tem várias inverdades facilmente comprováveis, Ele cita quais são, cita inclusive criticar a mulher por causa de uma piada que nem no livro está.

      • Slaine, supondo que Radosh realmente apelou em sua crítica contra Diana, isso ainda não justifica as acusações feitas por ele contra Horowitz.

        Se cada crítica (excessiva ou não) gerar uma teoria da conspiração, a direita se tornará vulnerável demais.

        É como minha crítica ao Pondé. Muitos a consideraram injusta. Não há justificativa para criação de uma teoria da conspiração contra mim por causa disso.

        Lembrando que teoria da conspiração é facilmente refutável por quem entende de estratégia de guerra política.

        Abs,

        LH

      • Peço desculpas, por ter dado margem à esta polêmica, embora muitos dos pontos apresentados, em minha opinião, foram esclarecedores.

        Meu objetivo foi apenas tentar expor meu entendimento das motivações de Horowitz conforme as explicações que ele mesmo deu. Fora isso, não me sinto competente para concluir sobre as reais motivações de alguém. Só posso me basear no que esta pessoa diz terem sido suas razões e acreditar, até prova em contrário, que ela esteja sendo honesta e sincera.

    • Erreve, ao invés dos adjetivos finais de seu texto, que bem reflete a realidade dos fatos, eu sugeriria a pergunta: por que Diana West recusou a oferta?

      Jeffrey Nyquist aponta alguns fatores, não?

      • Eu arriscaria uma questão tática, e eu espero que ela continue aprofundando estudos a partir de tantos dados que estão perdendo o selo de “top secret” após 25/50 anos ainda por pesquisar.

    • Em tudo isso, não vi nada de errado, ou conspiratório, no procedimento de David Horowitz, pelo contrário, me pareceu bastante honesto e ético.

      Será mesmo? vamos analisar rapidamente alguns pontos que você mesmo descreveu…

      Horowitz comprou o livro da kindle e começou a lê-lo e constatou que o alerta que ele recebera estava correto. Deixar a resenha como estava implicava em ele endossar o que Diana escrevera no livro

      Até aí OK, ninguém é obrigado a resenhar qualquer livro, ou dar endossos a coisas a quais discorda…..Mas há uma diferença entre dar endoso e dizer que as informações no livro estão incorretas, ou que o método de colhimento de informação é errado.
      Ou seja, há uma diferença entre um endosso, uma crítica, uma desaprovação, um repúdio e uma ação neutra….

      e isso só iria prejudicar todo o trabalho que ele e outros estão fazendo

      A grande questão é PORQUE um livro prejudicaria o trabalho dele e dos outros.
      Isso só seria possível se de fato as informações levantadas por Diana forem FALSAS.
      Mas e se elas forem verdadeiras????

      para evitar criticar Diana por ser uma ativista da direita, ele preferiu trocar a resenha anterior pela atual e dar a Diana o direito de fazer uma réplica à nova resenha
      Acontece que ele trocou a resenha por um resenha negativa do livro e postado por alguém que nem de direita é (o cara é ex-marxista, mas só escreve sobre a esquerda e o comunismo no que parece ser uma tentatica de formar uma esquerda “mais humana”, ou na melhor das hipóteses o “novo esquerdismo”)….o nível de crítica foi baixíssimo e o cara ainda usou do subterfúgios desonestos.
      Se horowitz critica Diana pelo método e retira uma resenha, como pode permitir que alguém de nível inferior publique uma resenha???

      A questão é muito simples, horowitz não devia ter publicado, ou permitido qualquer resenha do livro, ou apenas retirado a resenha e pronto. Se Diana precisou fazer uma réplica, é porque foi de fato questionada, MAS NÃO POR HOROWITZ, e portanto ao permitir a resenha negativa feita por outro (que a princípio parece que usou de expediente desonesto para a realização da mesma), horowitz deu endosso a este, e isto é muito claro.

      A técnicas de horowitz funcionam? sim, podem funcionar — mas não é santo, nem perfeito e está longe de ser “a cara da direita”, se é que a direita deveria ter uma cara.

      O fato de alguém ser ex-marxista, não o torna automaticamente alguém de direita. E na minha opinião neste caso em específico horowitz estará queimado como “representante da direita” a não ser que o livro da moça seja realmente um engodo.

      • Vou entrar nessa conversa tb…

        A grande questão é PORQUE um livro prejudicaria o trabalho dele e dos outros.
        Isso só seria possível se de fato as informações levantadas por Diana forem FALSAS.
        Mas e se elas forem verdadeiras????

        – As informações podem ser verdadeiras, mas a conexão entre os pontos pode estar equivocada
        – Grande parte do trabalho de Horowitz é focado em preparar as pessoas da direita para vencer em um ambiente democrático
        – Suportes ao McCarthismo podem prejudicar este trabalho
        – Com o McCarthismo, muitos socialistas ganharam autoridade moral, que usam até hoje
        – É evidente, no livro de Diana West, o endosso ao McCarthismo

        Assim, entende-se pq a obra da Diana pode atrapalhar o trabalho de vitória EXCLUSIVAMENTE NO CAMPO DEMOCRÁTICO que Horowitz defende. E eu também defendo.

        Se horowitz critica Diana pelo método e retira uma resenha, como pode permitir que alguém de nível inferior publique uma resenha???

        Nesse caso, eu entendo que Diana West se defendeu bem das críticas de Radosh, que foram excessivas e injustas. Mas parece que Horowitz optou por algúem que tivesse uma posição política próxima à dele.

        A questão é muito simples, horowitz não devia ter publicado, ou permitido qualquer resenha do livro, ou apenas retirado a resenha e pronto. Se Diana precisou fazer uma réplica, é porque foi de fato questionada, MAS NÃO POR HOROWITZ, e portanto ao permitir a resenha negativa feita por outro (que a princípio parece que usou de expediente desonesto para a realização da mesma), horowitz deu endosso a este, e isto é muito claro.

        É claro que Horowitz e Diana West possuem estratégias opostas, e a meu ver a estratégia desta última é bastante frágil. Aliás, em termos de estratégia para a direita, ela praticamente não existe.

        Muito provavelmente Horowitz deu endosso a alguém que leu o livro de Diana e resolveu atacar o trabalho dela. A resposta de Diana deveria ter se limitado ao contra-ataque a Radosh e até à postura de David Horowitz, mas não a criar uma teoria da conspiração como fez Jeffrey Nyquist.

        A técnicas de horowitz funcionam? sim, podem funcionar — mas não é santo, nem perfeito e está longe de ser “a cara da direita”, se é que a direita deveria ter uma cara.

        A direita não precisa ter uma “cara”. O fato é que as técnicas dele funcionam. Eu aguardo pelas técnicas de Diana West. Eu não quero ler um livro dizendo “tá tudo dominado”. Eu quero respostas para ação, que possam ser implementadas rapidamente. Se Diana fizer isso, será apoiada por mim tanto quanto Horowitz.

        O fato de alguém ser ex-marxista, não o torna automaticamente alguém de direita. E na minha opinião neste caso em específico horowitz estará queimado como “representante da direita” a não ser que o livro da moça seja realmente um engodo.

        O livro da moça não é um engodo, mas em termos de visão de estratégia política, não agrega muito. Eu li com atenção por busca de métodos de neutralização do que ela denuncia… e não encontrei.

        Não sei quem colocou Horowitz como “representante da direita”. Eu nunca havia lido isso. Eu sempre o vi como um dos melhores ESTRATEGISTAS POLÍTICOS da direita. Gostaria de uma discussão a respeito das estratégias políticas de Diane West, para ver se as estratégias políticas dela “queimam” as estratégias políticas de David.

        Esta é a abordagem que eu uso.

        Temos que ser práticos.

        Se Diane West tem resultados a gerar, ótimo. Temos que recebê-la de braços abertos, pois a direita precisa de frames, estratégias e táticas, além de um pleno conhecimento dos frames, estratégias e táticas do oponente.

        Por enquanto, eu vi uma reação injustificada de Diane em relação às críticas que ela entendeu (de forma injustificada) como injustas.

        Ela até teria muita moral se avacalhasse a crítica de Radosh, como já fez, mas perdeu completamente a razão ao criar uma teoria da conspiração para atacá-los. (“Horowitz é comunista”)

        Abs,

        LH

      • As informações podem ser verdadeiras, mas a conexão entre os pontos pode estar equivocada

        Ora, que horowitz demonstrasse as conexões corretas antes de endossar a palhaçada de Radosh.

        Nesse caso, eu entendo que Diana West se defendeu bem das críticas de
        Radosh, que foram excessivas e injustas. Mas parece que Horowitz optou por algúem que tivesse uma posição política próxima à dele.

        Logo horowitz não pode reclamar da visão de “excessivo e injusto” que lhe foi aplicada por associação e endosso à Radosh.

        É claro que Horowitz e Diana West possuem estratégias opostas, e a meu ver a estratégia desta última é bastante frágil

        Peraí luciano, eu não falei de estratégia, eu falei de endosso ao comportamento. Mesmo que horowitz tenha uma estratégia melhor, o método para a crítica foi endossar a ação de Radosh que foi à princípio desonesta.
        Se horowitz tive feito uma crítica à estratégia e assinado seu próprio nome, o resultado também seria diferente…ou não (mas nesse caso Diane estaria COMPLETAMENTE errada).
        Já que você leu o livro, pode nos dizer em que se baseia?, porque ao que consta ela não quis focar em estratégia, mas em fatos históricos que confirmam sua versão da história.

        Muito provavelmente Horowitz deu endosso a alguém que leu o livro de Diana e resolveu atacar o trabalho dela.

        Acontece que essa pessoa endossada usou de expediente desonesto que Horowitz tanto aponta em esquerdistas, e demonstrou que ou não leu, ou o fez mal e porcamente.

        A resposta de Diana deveria ter se limitado ao contra-ataque a Radosh e até à postura de David Horowitz, mas não a criar uma teoria da conspiração como fez Jeffrey Nyquist.

        Concordo, mas se a teoria da conspiração foi criada por Nyquist, então ficou elas por elas. O lance de queimadores de livros fica por conta do comportamento de Radosh endossado por horowitz. Se randosh “queimou” o livro, horowitz forneceu o fósforo.

        A direita não precisa ter uma “cara”

        Eu sei….eu não disse que precisa.
        Diga isso aos Olavistas, Reinaldistas, Constantinistas, Velasquistas e CIA. Pois eles vivem arrumando representantes e caras para a direita.

        Eu não quero ler um livro dizendo “tá tudo dominado”. Eu quero respostas para ação, que possam ser implementadas rapidamente

        Mas isso é você luciano. Se Diane não fez nada de errado em métodos de pesquisa e escrita do livro (apesar de você citar Marcathismo) não há razão para horowitz dizer que “não deveria ter sido escrito”, apenas que não serve para ações de guerra política, e muito menos endossar alguém que se utilizou de expediente desonesto pra criticar o livro. Eu não espero que a maioria dos livros sejam compêndios de estratégias políticas, mas isso sou eu.

        Não sei quem colocou Horowitz como “representante da direita”. Eu nunca havia lido isso
        Não leu, mas imagino que já observou o comportamento, ou não?
        Pô luciano…você é o cara que fala sobre processo vicário, mas ignora a idolatria dos sedentos por uma direita ‘unida’ controlada pelo seu grupinho de momento?
        Olavistas, Reinaldistas, Constantinistas, Velasquistas e CIA.

        “Gostaria de uma discussão a respeito das estratégias políticas de Diane West, para ver se as estratégias políticas dela “queimam” as estratégias políticas de David.”
        Mas será que ela se colocou na posição de criar estratégias políticas, ou só escreveu um livro contando uma história com outras fontes de evidência e realizando conexões?

        Uma coisa acho que vamos concordar em gênero número e grau: isto tudo é muito barulho por quase nada.
        Quem quiser vai ler Diane, e quem quiser continuará aplicando as estratégias de horowitz. Afinal é possível fazer os dois.

      • Ora, que horowitz demonstrasse as conexões corretas antes de endossar a palhaçada de Radosh.
        Eu já tive sites de vários participantes e não considerei nenhum “endosso” quando publiquei o material de outra pessoa. Entretanto, eu podia barrar algum material sem problemas. Esse discurso de “endosso” também não cola.
        Logo horowitz não pode reclamar da visão de “excessivo e injusto” que lhe foi aplicada por associação e endosso à Radosh.
        Pode sim. Notei que o Nyquist (e a própria Diana West) usam a técnica de chamar o que Horowitz fez de “endosso”. Na verdade, é a mesma técnica que a Jandira Feghali usou para dizer que o SBT “endossa” o que a Rachel Sheherazade fala. São apenas técnicas. Vendo dessa forma, a coisa fica mais fácil…
        Peraí luciano, eu não falei de estratégia, eu falei de endosso ao comportamento. Mesmo que horowitz tenha uma estratégia melhor, o método para a crítica foi endossar a ação de Radosh que foi à princípio desonesta.
        Esse texto também explica muita coisa, mostrando que West, mesmo que possa rebater alguns pontos, falha em outros:
        http://www.frontpagemag.com/2013/david-horowitz/diana-west-invents-a-new-conspiracy/
        Além do mais, estamos avaliando a postura de Diana West de usar para fazer chantagem emocional e atacar os oponentes. Por exemplo, a ideia de acusar seus críticos de “comunistas” e “queimadores de livros”.
        É este tipo de abordagem westiana que ajuda a ridicularizar a direita. Entende-se por que Horowitz não quis se aliar a isso, e permitiu uma crítica (as vezes até excessiva) de Radosh em seu site.
        Se horowitz tive feito uma crítica à estratégia e assinado seu próprio nome, o resultado também seria diferente…ou não (mas nesse caso Diane estaria COMPLETAMENTE errada).
        Na verdade, aqui é o costume de alguém criar regras para o comportamento alheio e julgar por essas regras. Essa foi a tônica do texto de Nyquist. Textos assim usam o seguinte padrão: “Se Horowitz quisesse isso, deveria ter feito X, mas se não fez X, então quis Y”
        Enfim, Horowitz pode fazer o que quiser. Nenhuma pessoa que tem um site é obrigado a ler todos os livros comentados em seu site. Essa regra simplesmente não existe. Foi uma distinção de emergência criada por West.
        Se Diana tivesse um pingo de ética, se limitaria a escrachar Radosh em uma crítica, e até a esculachar o site de Horowitz por permitir o que ela pudesse chamar de “crítica lixo”, mas não iniciar o cirquinho conspiracionista que ela usou.
        Já que você leu o livro, pode nos dizer em que se baseia?, porque ao que consta ela não quis focar em estratégia, mas em fatos históricos que confirmam sua versão da história.
        O livro mostra vários fatos para dizer que “tá tudo dominado” pelos esquerdistas, e que é assim desde a Segunda Guerra Mundial. Por isso, na ótica dela, foram os soviéticos que “mexeram alguns pauzinhos” na época da Segunda Guerra Mundial. Mas é preciso muito boa vontade para “juntar os pontos” e criar a imagem que ela quer. No fim das contas, ela inocenta Joseph McCarthy e diz que o “macarthismo” é mais invenção da esquerda que outra coisa.
        Como obra, eu rotularia o livro de direitismo depressivo, cuja funcionalidade é nula em termos de gerar resultados politicamente. O material pode ser usado facilmente pela esquerda para ridicularizá-la de volta. Talvez por isso Horowitz, um estrategista político, não tenha gostado.
        Por outro lado, o livro não é tão “atrativo” assim a ponto de gerar burburinho. Melhor seria que Radosh o tivesse ignorado.
        Acontece que essa pessoa endossada usou de expediente desonesto que Horowitz tanto aponta em esquerdistas, e demonstrou que ou não leu, ou o fez mal e porcamente.
        Mais uma vez vou dizer que não é justa essa regra de “endosso”?. Não vi tantos expedientes desonestos assim no caso de Radosh. Vi apenas alguns exageros que podem ser atribuídos a excessos que ocorrem em críticas de livros. Você leu o The Rebuttal?
        Concordo, mas se a teoria da conspiração foi criada por Nyquist, então ficou elas por elas. O lance de queimadores de livros fica por conta do comportamento de Radosh endossado por horowitz. Se randosh “queimou” o livro, horowitz forneceu o fósforo.
        O truque de lançar a culpa de seus crimes nos outros é coisa de esquerdista. Se Nyquist (em alinhamento com Diane West, e se você lesse o livro dela The Rebuttal saberia disso) chamou Horowitz de “comunista disfarçado” isso é culpa única e exclusiva de Nyquist. Na verdade, no livreto The Rebuttal, Diana West já usa o truque sujo.
        Radosh e Horowitz não tem culpa alguma dessa baixaria praticada pela dupla West-Nyquist.
        Não existe isso de “elas por elas”. O ataque a um livro não pode ser revidado com uma teoria da conspiração para assassinar a reputação de INDIVÍDUOS.
        Diga isso aos Olavistas, Reinaldistas, Constantinistas, Velasquistas e CIA. Pois eles vivem arrumando representantes e caras para a direita.
        Acho que não. O “me representa” é mais um jargão político para demonstrar apoio a alguém. Isso ajuda a desmoralizar os oponentes dessa pessoa. Me parece mais uma tática…
        Mas isso é você luciano. Se Diane não fez nada de errado em métodos de pesquisa e escrita do livro (apesar de você citar Marcathismo) não há razão para horowitz dizer que “não deveria ter sido escrito”, apenas que não serve para ações de guerra política, e muito menos endossar alguém que se utilizou de expediente desonesto pra criticar o livro. Eu não espero que a maioria dos livros sejam compêndios de estratégias políticas, mas isso sou eu.
        Acho que a Diane West deveria estudar um pouco mais do que é democracia. Se Horowitz disse que o livro de Diane West “não deveria ter sido escrito” ela poderia rebater com “Horowitz podia ter ficado de bola calada” e daí por diante.
        Os motivos que Horowitz teve para dizer que o livro “não deveria ter sido escrito” são motivos dele. Ninguém deve patrulhá-lo nesse sentido.
        Esse é o defeito de TODO o discurso de Nyquist/Diana. Um patrulhamento comportamento bizarro e enlouquecido, que não faz o menor sentido em uma sociedade civil.
        E tudo poderia ter sido resolvido como pessoas civilizadas deveriam fazer: rebater com uma crítica ácida, e uma crítica AOS ERROS do Radosh e criticar o Horowitz por isso. É tão difícil para Diana viver assim?
        Entende por que pessoas como Diana atrapalham todo o esforço de gente como Horowitz em treinar pessoas para debater em um ambiente democrático?
        Pô luciano…você é o cara que fala sobre processo vicário, mas ignora a idolatria dos sedentos por uma direita ‘unida’ controlada pelo seu grupinho de momento? Olavistas, Reinaldistas, Constantinistas, Velasquistas e CIA.
        Quanto a isso concordo contigo. Mas não vejo como um problema. That’s human nature…
        Mas será que ela se colocou na posição de criar estratégias políticas, ou só escreveu um livro contando uma história com outras fontes de evidência e realizando conexões? Uma coisa acho que vamos concordar em gênero número e grau: isto tudo é muito barulho por quase nada.
        Quem quiser vai ler Diane, e quem quiser continuará aplicando as estratégias de horowitz. Afinal é possível fazer os dois.

        Exatamente.
        Meu resumo da história
        1 Radosh fez uma crítica do livro de Diane West
        2 Horowitz publicou e o apoiou
        3 Diana poderia ter feito um artigo para esculachar a crítica de Radosh
        4 Errou ao criar uma teoria da conspiração para chamar Radosh e Horowitz de comunistas
        5 Ciente de que que apelou, usou uma série de técnicas para dizer que foi “culpa de Radosh e Horowitz”
        6 Mas qualquer um sabe que pessoas que escrevem críticas negativas (exageradas ou não) não pode gerar esse tipo de celeuma

      • Slaine, o que você está propondo é utópico.

        Sobre o Daniel Fraga, não o levem tanto a sério.Eu já o peguei em contradição.
        Diz ser anarco-capitalista, mas é a favor da internação compulsória.Quando eu o perguntei se isso não ía contra o próprio anarco-capitalismo, ele disse que não, usando como resposta o PNA.

      • Maxwell, eu não levo o Daniel Fraga a sério, como não levo nenhum ateu militante a sério, nem sou liberal por causa dele.
        Mas não tem contradição no que ele disse se vc considerar que o PNA tem que ser aplicado somente entre gente maior de idade, vacinada e que não sejam malucos.

      • Cingapura não ficou livre e rica por causa de democracia.O Chile não ficou rico por causa de democracia. A URSS não desabou por causa de democracia. OS EUA dos fouding fathers não ficaram ricos por causa de democracia.
        Agora digam aí UM, só um país do mundo que tenha feito reformas liberais, que optou pelo governo mínimo e que tenha ficado rico e livre por causa de democracia.
        Vcs que são os utópicos.

      • Não há nada de utopia em identificar coisas óbvias, em termos de dinâmica da política. Os Estados Unidos desde o início valorizaram a soberania do indivíduo e o livre mercado. O Chile enriqueceu por um governo mais democrático do que aquele tentado pelos esquerdistas. Cingapura é uma democracia: http://www.libertarianismo.org/index.php/artigos/democracia-em-singapura/. E daí por diante…

        Mas a questão não é enriquecer ou não por causa da democracia, mas sim saber que quando MENOS DEMOCRÁTICO é um país, com mais facilidade o estado consegue tornar a vida de seus cidadãos um inferno.

        A receita para o inferno é:
        – ditadura
        – censura à imprensa
        – mercado controlado pelo governo

        Abs,

        LH

      • Não foi pela democracia que os EUA ficaram livres da inglaterra. O Chile virou livre mercado na DITADURA (não que isso justifique ) do pinochet. etc etc etc.

  8. Luciano, mudando um pouco de assunto. Queria saber se voce tem alguma dica sobre como lidar com a possibilidade de algum esquerdista se apropriar do discurso da direita.

    Há algum modo de evitar(diminuir as chances) disto acontecer?
    Há algum modo de tirar proveito ou diminuir o problema quando acontecer?

    Minha dúvida é em função de já ter visto isto acontecer algumas vezes, e o esquerdisa ganha até alguma popularidade, muito embora seu discurso seja mais falso que uma nota de 3.

    Ex:

    “Um dos problemas de discutir com um direitista é ele se colocar como “contra tudo está aí”. Se você criticá-lo, necessariamente você é a favor de “tudo isso que tá aí” como, corrupção, criminalidade, injustiça social.”

    Essa argumentação parece ser retirada diretamente de uma das principais críticas ao socialismo.

    • Na verdade, vejo isso como a crítica de oposicionista contra situacionista.

      Nesse caso, basta que a pessoa aponte que o esquerdista necessariamente apoiou ideias que levaram à crise atual (o governo é esquerdista, diga-se).

      Abs,

      LH

  9. Os pares que você estabelece nesta disputa podem ser verdadeiros para exemplificar sua estratégia de vitória em qualquer combate de idéias. E sim, reconheço, eles venceram!

    Mas são pares secundários; pois, podemos mentir dizendo só verdades, como nos demonstrou o antigo slogan da Folha de São Paulo.

    Olavo de Carvalho e Horowitz contra Carlos Velasco e Diana West no tema destacado, isto é, lê-se como ataque a reputações. E isso não é verdade.

    No caso de Diana West (e Jeffrey Nyquist), cujo objeto da disputa é seu livro publicado. Ronald Radosh (e David Horowitz) ataca-a afirmando que as teses dela não encontram respaldo na tradição de pesquisa histórica e ela desqualifica, por exemplo, o valor consagrado pela academia a depoimentos de alguns ex-kgbs. Enfim, Radosh considera West como uma teórica da conspiração, e David Horowitz afirmou que seu livro nem deveria ter sido publicado, portanto sem direito a voz pública. Luciano, isso é ataque à reputação dela.

    No caso de Carlos Velasco. Ele, como aluno do Seminário, fez perguntas sobre a conjuntura histórica no blog de Olavo de Carvalho no Facebook. Olavo não respondeu nenhuma. Daí, Carlos Velasco apontou as possíveis situações para que Olavo de Carvalho se omitisse de responder. Daí, Olavo de Carvalho aciona sua tropa contra Carlos Velasco, e não contra sua leitura da realidade. Daí, e só aí, Carlos Velasco aponta alguns dados biográficos de Olavo de Carvalho suficientes para justificar a ausência de respostas de Olavo – a mesma que este aponta em seus oponentes. Mas, Carlos Velasco não se omitiu, ao contrário, sua voz foi simplesmente excluída do “debate”, e isso sim é ataque à reputação.

    Tudo ao contrário dos pares apontados por você, induzidos magistralmente pelas supostas vítimas.

    Essa é a verdadeira censura.

    Mesmo os mestres da constestaçã que estão na praça pública – Olavo de Carvalho e David Horowitz – não são os limites, as fronteiras para compreensão do problema da escravidão a que estamos submetidos, por exemplo, quem diz o que é dinheiro, outro, quem é dono/manipulador do dinheiro. Mas, esses homens são muralhas a impedir o avanço das possíveis relações – estas sim reais – para ao menos compreendermos o que realmente está acontecendo. E então a partir delas, traçarmos estratégias eficientes e eficazes de combate.

    Não se esqueça, Luciano, direita e esquerda são mãos de um mesmo corpo (como bem afirmou o “maluquinho” Rafapal em seu blog), um mesmo sistema que muda de tempos em tempos para continuar exatamente como sempre foi, isto é, o mesmo grupo de poder a manipular a realidade – pessoas e meio-ambiente.

    De minha parte, eu uso o argumento seguinte: todos os que enfrentaram esse grupo de poder foram exemplarmente mortos, portanto quem se atreve a seguir esse caminho já sabe quais serão as conseqüências. Estude as biografias de Abraham Lincoln, William McKinley, J. F. Kennedy, mais recentemente, Saddam Hussein, Kadafi e o mestre de todos os mestres, Jesus Cristo.

    Ele aponta duas formas de combate para vencer essa guerra – exorcismos e boas chicotadas no lombo de banqueiros e seus lacaios, incluindo aí nossos caríssimos políticos brasileiros.

    • Nausíaca,

      Eu sou experiente nesse negócio que a esquerda inventou de fazer falsas acusações sobre os outros, misturado com chantagens emocionais. E é exatamente isso que Nyquyst e Diana West estão fazendo O TEMPO TODO!

      Vamos lá…

      No caso de Diana West (e Jeffrey Nyquist), cujo objeto da disputa é seu livro publicado. Ronald Radosh (e David Horowitz) ataca-a afirmando que as teses dela não encontram respaldo na tradição de pesquisa histórica e ela desqualifica, por exemplo, o valor consagrado pela academia a depoimentos de alguns ex-kgbs. Enfim, Radosh considera West como uma teórica da conspiração, e David Horowitz afirmou que seu livro nem deveria ter sido publicado, portanto sem direito a voz pública. Luciano, isso é ataque à reputação dela.

      Informação falsa: Horowitz não disse que o livro “nem deveria ter sido publicado”, mas que não deveria “nem ter sido escrito”. Ele jamais foi contra o direito dela ter a voz pública.

      É o mesmo que eu dizer que “Jurassic Park IV é um filme que nem deveria ser feito”. Estou censurando Spielberg? Ah, faça-me o favor…

      O fato é que Radosh atacou um livro de Diana West. Em troca, Diana e Nyquist atacaram AS PESSOAS Radosh e Horowitz. Isso são os fatos. Ao invés de criticarem a resenha do Radosh (podiam dizer que a resenha foi um lixo, errada, etc.) criaram uma NOVA TEORIA DA CONSPIRAÇÃO.

      Esse é o ponto apontado aqui. O uso de teoria da conspiração como MÉTODO para evitar debates.

      No caso de Carlos Velasco. Ele, como aluno do Seminário, fez perguntas sobre a conjuntura histórica no blog de Olavo de Carvalho no Facebook. Olavo não respondeu nenhuma. Daí, Carlos Velasco apontou as possíveis situações para que Olavo de Carvalho se omitisse de responder. Daí, Olavo de Carvalho aciona sua tropa contra Carlos Velasco, e não contra sua leitura da realidade. Daí, e só aí, Carlos Velasco aponta alguns dados biográficos de Olavo de Carvalho suficientes para justificar a ausência de respostas de Olavo – a mesma que este aponta em seus oponentes. Mas, Carlos Velasco não se omitiu, ao contrário, sua voz foi simplesmente excluída do “debate”, e isso sim é ataque à reputação.

      Essa historinha do Velasco sempre foi muito mal contada. E quando eu entrei no blog dele e vi ataques ao capitalismo e ao neo-liberalismo (ou seja, emulações de discursos do PT) aí fiquei mais desconfiado.

      Essa é a verdadeira censura.

      Não houve nenhuma censura praticada por Horowtiz ou Olavo…

      Mesmo os mestres da constestaçã que estão na praça pública – Olavo de Carvalho e David Horowitz – não são os limites, as fronteiras para compreensão do problema da escravidão a que estamos submetidos, por exemplo, quem diz o que é dinheiro, outro, quem é dono/manipulador do dinheiro.

      Ninguém falou que eles são os limites. Não são mesmo. Há vários outros autores muito bons. O problema é: e o que a turma da “fofoca” produziu em termos de estratégias e métodos para ajuda a direita? Parece que eles não gastaram mto tempo nisso, certo?

      Mas se tiver algo assim vindo do Velasco ou de Nyquyst, gostaria de ler…

      Mas, esses homens são muralhas a impedir o avanço das possíveis relações – estas sim reais – para ao menos compreendermos o que realmente está acontecendo. E então a partir delas, traçarmos estratégias eficientes e eficazes de combate.

      Espere aí… Estamos em 2014 e com um baita conhecimento histórico sobre o esquerdismo, e os caras ainda nem traçaram estratégias de combate? Parece que esses críticos de Olavo e Horowitz são um tanto quanto, digamos, lentos, não?

      Não se esqueça, Luciano, direita e esquerda são mãos de um mesmo corpo (como bem afirmou o “maluquinho” Rafapal em seu blog), um mesmo sistema que muda de tempos em tempos para continuar exatamente como sempre foi, isto é, o mesmo grupo de poder a manipular a realidade – pessoas e meio-ambiente.

      Ah… a superação de direita e esquerda… 🙂

      De minha parte, eu uso o argumento seguinte: todos os que enfrentaram esse grupo de poder foram exemplarmente mortos, portanto quem se atreve a seguir esse caminho já sabe quais serão as conseqüências. Estude as biografias de Abraham Lincoln, William McKinley, J. F. Kennedy, mais recentemente, Saddam Hussein, Kadafi e o mestre de todos os mestres, Jesus Cristo.

      Então você quer dizer que todos esses nomes superaram direita e esquerda?

      Ele aponta duas formas de combate para vencer essa guerra – exorcismos e boas chicotadas no lombo de banqueiros e seus lacaios, incluindo aí nossos caríssimos políticos brasileiros.

      E como fazer isso?

      P.S. – Em tempo, não disse que você é de esquerda. Mas esse discurso de “se fingir de atacado” e lançar teorias da conspiração é uma mania da esquerda. Aliás, manias estas ao que parece assimiladas por Nyquyst e Diana. Agora, que sejam avaliados por esses parâmetros também.

      • Luciano, só recentemente, consegui juntar peças suficientes para formar um quadro, e então, estabelecer estratégias de sobrevivência. É aquela coisa que Jesus ensinou e vibra muito forte em mim e por ser novo, ainda estou aprendendo: se você permitir que lhe batam numa face, dá a outra também, idiota! Sejamos puros como pombas, mas também prudentes como serpentes. Senão, seremos simplesmente assassinados antes que alcancemos alguma relevância pública; daí, que eu citei ex-presidentes e ditadores que tinham em comum tomar posse da emissão de dinheiro, e nenhum especialista – historiador, economista, sociólogo… – tradicional aponta. Essa é a guerra.

        Bem, começo respondendo a última pergunta: exorcismos é assunto metafísico. Eu conheço um excelente exorcista que atende on-line, você está interessado?

        Boas chicotadas no lombo de banqueiros e seus lacaios. Um bom começo, você já faz desmascarando os políticos. Falta em língua portuguesa, outros para também dar no lombo de economistas, por ex.

        O que você pressupõe com a expressão “superação de direita e esquerda”?

        Reconheço meu erro: Horowitz diz que o livro “não devia ser escrito”

        Quem primeiro usou os termos teórica da conspiração foi Radosh contra West. E você concordará que ele é representante da direita, não?

        Quanto a “ataques ao capitalismo e ao neo-liberalismo (ou seja, emulações de discursos do PT)” de Carlos Velasco, informo que ele é monarquista, ele é conservador anterior à revolução francesa. E ele contou com documentos todo o caso com Olavo de Carvalho, que é um homem preocupado em divulgar suas ideias e conclusões para o maior número de pessoas. Mas, rejeita quem seja católico tradicional, isto é, alguém que reconhece nas encíclicas de São Pio X a melhor regra para agir no mundo.

        Ao fim, sejamos à identificação daqueles que concordam com judeus tradicionais crentes em Deus e, por extensão, aguardam seu Messias, o senhor dos exércitos, para vencer e construir a nova Jerusalém, ou concordam com aqueles judeus ateus que tomaram em suas mãos a construção e realização das profecias bíblicas, isto é, a nova ordem mundial liderada por judeus já muito poderosos hoje! É isso que incomoda no livro de West ao apontar uma série de homens facilmente identificáveis com essa agenda global.

      • Nausíaca.
        Existe alguma instância da guerra sendo executada em algum lugar do mundo e dando resultado?
        A primeira coisa que buscamos em estratégias é no mínimo instâncias onde elas funcionem.
        Aliás, para um exorcismo fazer resultado, é preciso que alguém creia em divindades antes. Senão, não há efeito, certo?
        Superando os banqueiros, quem colocaríamos no lugar?
        Quem primeiro usou os termos teórica da conspiração foi Radosh contra West. E você concordará que ele é representante da direita, não?
        Sim, mas o Radosh acusou-a de usar teoria da conspiração em seu livro. A Diana fez uma teoria da conspiração CONTRA ELE.
        Quanto a “ataques ao capitalismo e ao neo-liberalismo (ou seja, emulações de discursos do PT)” de Carlos Velasco, informo que ele é monarquista, ele é conservador anterior à revolução francesa.
        Mas ao que parece, é meio difícil vender o monarquismo hoje em dia não? Ele defende a eliminação do mercado?
        É isso que incomoda no livro de West ao apontar uma série de homens facilmente identificáveis com essa agenda global.
        Parece mais uma teoria da conspiração que só dá munição aos oponentes.

      • ‘-Estude as biografias de Abraham Lincoln, William McKinley, J. F. Kennedy, mais recentemente, Saddam Hussein, Kadafi e o mestre de todos os mestres, Jesus Cristo.

        -Então você quer dizer que todos esses nomes superaram direita e esquerda?’

        Eu ACHO que ela quis dizer que eles foram vítimas de um poder que usa esquerda e direita como fantoches.

  10. OFF: é Luciano, parece que o vídeo lá não vai rolar….
    pessoal me mandou uma mensagem dizendo que se não for anônimo não vai ter quem queira postar o vídeo sem medo de retaliação.

  11. Luciano, sem querer o combate ao marxismo-humanismo-neoateísmo pode ter descoberto que as feministas podem ficar irrelevantes por esforço delas próprias. Basta que elas fiquem fazendo funk carioca:

    http://www.youtube.com/watch?v=pEQruB_eGcE

    Sim, depois de tentarem cortar a pica até de quem apoia o Bolsonaro, agora temos uma companhia ao tal do Pagu Funk: as Putinhas Aborteiras. Elas primeiramente precisam agradecer de não ter sido abortadas, pois sequer teriam chegado à idade adulta para proporcionar esse facepalm eterno. Mas podemos ir adiante:

    1) Se embaixo da roupa do papa está o Amarildo, então elas estão acusando o senhor Jorge Bergoglio de ocultação de cadáver. Porém, como o Sumo Pontífice estava no Vaticano quando do ocorrido, então não há qualquer prova do envolvimento dele no tal ocorrido. Fica configurada calúnia então e se Francisco quiser, é só processar as Putinhas Aborteiras;

    2) Observe-se novamente a torção de linguagem quando elas dizem que mulheres podem ser gordas, magras e médias e não precisa ter padrão. Obviamente que aqui caímos naquela história de, conhecendo a linguagem MHN, sabermos que elas querem angariar mais e mais gordas para suas hostes, justamente para tentarem constituir a massa que sairia por aí alegando “gordofobia” (termo esse que por vezes está sendo trocado por “lipofobia” para parecer mais erudito) e alegarem que a sociedade oprimiria quem tem mais peso.
    Além disso, no caso do “não precisa ter padrão”, é claro que não precisa ter padrão, pois seres humanos têm diversas proporcionalidades. Porém, o que o ser humano considera bonito tem sim uma receita básica, que é a de simetria associada com proporções áureas, cintura na casa de 70% do quadril no caso de mulheres e tórax em V para homens. No caso específico de beleza feminina, há também o fato de obesidade afetar a fertilidade de uma mulher, algo que já foi comprovado cientificamente e que com certeza já estava no conhecimento empírico coletivo de milhares de anos e tempos bem mais precários que os atuais. Também poderíamos acrescentar os muitos problemas de saúde que a obesidade acarreta a alguém. Logo, por que incentivar algo doentio para que se extraia mais inocentes úteis?
    Como já disse antes, quando os MHNs começam a jogar em cima de condições com alto grau de transitoriedade, é sinal de que estão correndo que nem baratas tontas. Se uma obesa emagrece, deixa ela de ser oprimida para ser opressora?

    3) E quando elas falam “vem anarquizar”, não precisamos dizer que elas estão pregando aquele lance de que a civilização que está aí precisaria ser destruída para que dela saísse o tal mundo perfeito pregado pelo marxismo-humanismo-neoateísmo. Porém, como sabemos bem, os líderes MHNs jamais farão isso, até porque precisam manter aquela distância necessária do pessoal da fuzarca, ainda que precisem desse mesmo pessoal para botar em ação seus planos, sem obviamente contar para os funcionais que estes serão descartados quando não mais forem necessários e na prática estiverem atrapalhando a coisa toda;

    4) “Desconstruir o gênero”? E ele será reconstruído como? Eu suspeito que seja de alguma maneira que permita o avanço da agenda MHN;

    5) “Em matéria de aborto a gente sabe bem. O corpo é da mulher é a decisão também”? OK, então vamos entender que elas estão propagando a incorreção científica de dizer que o feto na barriga dela, que tem metade do DNA igual ao dela e metade igual ao do pai, seria parte do corpo dela (aqui poderíamos lembrar aquele exemplo simples do Silas Malafaia: se você puser um embrião negro dentro do ventre de uma mulher branca, nasce uma criança negra). E novamente vamos lembrar que as Putinhas Aborteiras só puderam todas elas proporcionar a vergonha alheia que estamos vendo porque há uns 20 ou 30 anos as mães delas notaram que aquelas vidas em gestação eram pessoas completamente diferentes daquelas que as gestavam e, portanto, eram donas de seus corpos, corpos esses que estavam em um útero para que pudessem vir ao mundo mais resistentes e com menos riscos de perder a vida;

    6) Note-se aqui a retórica encontrada em “Feminista, antifascista e punk…”. Novamente vamos considerar isto aqui como uma senha de transmutação de grupos existentes. Black Bloc está com o filme queimadíssimo e quem for ver os últimos protestos notará que já estão fazendo “transferência de ativos” e já se fala de “antifa” (vide aquela marcha que disseram que seria contraposição à da Família, mas que na realidade era parte de um protesto mundial em várias partes do planeta). Sendo na TVE, significa que foi no Rio, onde os black blocs estão ainda mais queimados que no resto do país após a morte de Santiago Andrade;

    7) “Expulsa o machão”? Como conhecemos da retórica MHN, termos como “machão” e “machismo” significam qualquer coisa, desde que possa ser usada para avanço de agenda. Logo, “machão” pode significar qualquer homem heterossexual, mesmo aquele que trata bem uma mulher, mas que não admite que ela aja mal para com ele ou outros. E como sabemos, uma família que não esteja intacta é mais demandante de estrutura governamental que aquela em perfeita ordem, o que significa que um maior número de lares esfacelados oferece maior oportunidade de avanço de agenda MHN;

    8) “Cria resistência contra as formas de opressão”? Ué, mas se uma família esfacelada fica mais necessitada de ajuda governamental, não seria a família intacta mais livre de opressão justamente por ter um grau de autonomia perante governos bem maior?

    9) “Sou anarquista doida, pichadora e vidaloka”? Se algum proprietário de imóvel vir mulher depredando aquele muro que custou uma bela grana para ficar imaculadamente branco, poderá suspeitar de quem tenha sido, ainda mais se for pichação em stencil com um punho cerrado dentro de um símbolo de feminino ou um A dentro de um círculo. Elas são vidaloka? Será que os vidaloka mesmo irão aceitar isso?

    10) “Não vem com moralismo que não vai calar minha boca”? E o que vem a ser moralismo? Se alguma delas for pega pela polícia e processadas conforme a lei, isso constitui moralismo?

    11) “Vem vandalizar, deixa de ser bundão. Se rolar prejuízo é da conta do patrão”? OK, vamos dizer então que é coisa de patrão alguém ter um muro imaculadamente pintado, como elas falaram anteriormente. Também é prejuízo do patrão se um bar sofre preju que se iguala ou supera o pagamento a um garçom que por lá trabalhe, como já vimos em ações de black blocs que sobraram para bares da Paulista que tiveram seu mobiliário usado como arma de guerra ou sua infraestrutura depredada. Se ser bundão é não vandalizar, creio que até as Putinhas Aborteiras torçam para que haja muito bundão por aí, pois não ficariam muito felizes se um não-bundão fosse lá e pichasse os imóveis nos quais elas residem;

    12) “E quando rolar treta, não vem homem se meter. As minas se organiza e consegue resolver (sic)”. OK, já está avisado, mas não reclamem se uma bater em outra e outras não conseguirem apartar a briga, nem reclamem se homens comuns ficarem indiferentes a situações que vocês não consigam resolver, pois é o que estão dizendo claramente aí;

    13) “Até na autodefesa saiba reagir. Porradeira, violência também começa por ti”. OK, vamos ver se é tudo isso se estiver diante de alguém do Pavão/Pavãozinho, Morro do Alemão e outros endereços;

    14) Bueno, ya que ellas también cantan en español, es necesario decir que en Sudamérica el funk carioca no es tan popular cuanto en Brasil, siendo el reggaeton bien más popular. Así siendo, no creo que va a llegar para un público mayor que lo de activistas de izquierda de los países hispánicos;

    15) “Ser putinha não precisa carteirinha. Ninguém nos policia, não vamos andar na linha”. De fato não precisa de carteirinha e é até bom que não haja isso, pois facilitaria muito a vida de um totalitário que assumisse o poder usando as tais como inocentes úteis. Sobre ninguém as policiar, aí é problema exclusivo delas, desde que elas também não fiquem policiando os outros, o que me parece meio difícil quando elas ficam falando um monte de adjetivos contra os outros e estarem parecendo dispostas a policiar quem não seja MHN. Sobre não andarem na linha, também é problema delas, desde que não prejudiquem a outrem, mas que não reclamem das consequências de seus atos, mesmo que só a elas tenha prejudicado;

    16) “Precisa ser indignada e combativa e transformar a vida em construção coletiva”. OK, já que alguém se indigna, o faz contra alguém ou algo concreto. Vê-las-emos indignadas com o tratamento que as mulheres recebem no Irã e, como tal, combativas ao tal regime que gera isso? Vida como construção coletiva? Quer dizer então que os atos daquela vida são todos oriundos de uma coletividade? Sabemos que, segundo os MHNs, a sociedade é um espírito que toma posse de um corpo e obriga uma pessoa a fazer algo horrível, mas mesmo um espírito é algo individual. Seria então a vida como construção coletiva alguém tomado por uma legião de espíritos MHNs que tomam posse de um corpo?

    17) “A esfera do político engloba o pessoal. Vamos refletir sobre o que parece normal”. É, aqui novamente estamos naquela base de “o pessoal é político” e aí dizer que o que parece normal (obviamente podendo entender por “anormal” aquilo que não fosse MHN) seria uma atrocidade daquelas;

    18) Também iremos perguntar para elas o que é assédio sexual, pois do jeito que elas são, tenho medo de que algum cabra qualquer seja vítima de histeria (ou mesmo coisa pior) se der um simples “bom dia”;

    19) Por fim, será mesmo que a TVE não poderia ter tido mais critério para fazer sua programação? Não teria valido muito mais a pena chamar sambista de raiz que não consegue espaço nos canais comerciais para cantar umas coisas bonitas para o público? Afinal, é dinheiro do público e mesmo que seja para destinar espaço a quem não está dentro de um esquema altamente comercial, creio que haja coisas de maior agrado do pagador de impostos do Rio.

    • Luciano, mais repercussão das Putinhas Aborteiras na TVE/RS: foram duas as exonerações devido a essa vergonha alheia pelo óbvio motivo de ser linguagem inadequada e exposição a crianças. OK, é verdade que são duas razões bem consistentes para que se demita alguém de uma TV pública, uma vez que uma coisa é exibir música que não esteja dentro de esquema altamente comercial e influenciado pela estrutura do showbiz, mas outra coisa completamente diferente é sair permitindo algo com linguagem chula e que pudesse ser visto por crianças. Além disso, o que elas cantavam incentivava também o vandalismo, conforme a letra mostrava.
      Porém, os que foram exonerados foram dois funcionários em cargo de confiança que subiram o vídeo no YouTube em vez dos caras que permitiram que as tais Putinhas Aborteiras fossem ao ar em rede estadual. Sim, a famosa lógica do corno que troca o sofá em vez de se divorciar da esposa que o traiu em cima daquele sofá. Caso o vídeo das Putinhas Aborteiras não tivesse sido subido no YouTube por funcionários de confiança, poderia ter sido subido por internautas comuns, uma vez que existem dispositivos de gravação digital de conteúdo veiculado pela TV, o que igualmente tornaria a coisa toda uma vergonha alheia sem tamanho e uma desmoralização das boas à proposta das TVs públicas de também serem um espaço cultural para aquilo que não tem um esquema comercial forte por trás. Porém, novamente frisando, é muito diferente você pôr no ar as Putinhas Aborteiras e pôr no ar alguma banda que toca canções do folclore gaúcho, samba de raiz na vertente da terra das bombachas e outras culturas de preservação importante e que de fato correm risco de cair no esquecimento se não lhes for dado um canal de divulgação ampla.

      E como pôde ver no link do Reinaldo, ainda há gente na TVE/RS que anteriormente havia sido exonerada de órgão federal por má conduta.

  12. Concordo com a maioria das coisas que disse, só quero levantar dois pontos?

    1 – Na verdade(..)é o costume de alguém criar regras para o comportamento alheio e julgar por essas regras(…)Textos assim usam o seguinte padrão: “Se Horowitz quisesse isso, deveria ter feito X, mas se não fez X, então quis Y”
    Enfim, Horowitz pode fazer o que quiser. Nenhuma pessoa que tem um site é obrigado a ler todos os livros comentados em seu site. Essa regra simplesmente não existe

    Mas no final horowitz acabou fazendo o que “supostamente” (de acordo com a regra inventada) deveria fazer desde o começo…nesse link que você demonstrou.
    Pelo menos horowitz demonstrou que as conclusões de West são injustificadas.

    2 – Eu já tive sites de vários participantes e não considerei nenhum “endosso” quando publiquei o material de outra pessoa. Entretanto, eu podia barrar algum material sem problemas. Esse discurso de “endosso” também não cola

    O próprio Horowitz se refere a endosso quando trata da resposta que você mesmo linkou….ele explica que havia endossado a primeira resenha:

    That was also the reason I removed Frontpage’s endorsement of her book (I did not suppress the Frontpage review as she falsely claims, but allowed it to appear elsewhere).

    Felizmente radosh não é a Jandira feghali, porque mesmo que você publique o material de outra pessoa em seu blog, e em teoria não o endosse, duvido que postaria o artigo (sem qualquer efeito de refutação, só exposição pura e simples) de alguém que está em oposição ao seu paradigma. Usei este exemplo (a parte da situação com Radosh) só pra demonstrar que a completa insenção do dono de um blog com respeito ao que é publicado, é lenda, e não faz sentido. Horowitz endossou ambos tanto West, como Randosh, e depois teve que fazer a sua própria crítica e posicionamento sobre o ocorrido……enfim….cada um com seus problemas.

    E tudo poderia ter sido resolvido como pessoas civilizadas deveriam fazer: rebater com uma crítica ácida, e uma crítica AOS ERROS do Radosh e criticar o Horowitz por isso. É tão difícil para Diana viver assim?
    Fato.
    Acho que não estou acostumado a ver situações como essa na direita. Mas vivendo e aprendendo.

    por fim…

    “O “me representa” é mais um jargão político para demonstrar apoio a alguém. Isso ajuda a desmoralizar os oponentes dessa pessoa. Me parece mais uma tática…”

    Quando as vezes o olavo fala descuidadamente de certos assuntos (como o que já discutimos aqui e até o defendi), e quando bolsonaro passa vergonha em rede nacional sendo ridicularizado por garotos esquerdistas amadores, dizer que ele “me representa” não é demoralização do oponente, mas sim um convite à ridicularização. Você mesmo, aqui, já falou sobre o blog do velasco por exemplo, e sabe que gente tradicionalista por aí se sente representada por ele. Isto não é uma tática, mas é evidência de que existem pessoas que acham que a direita deve ser representada por x ou y e reproduzem seus discursos por aí como sendo a ‘maxima verita’ da direita.
    Talvez essa seja a natureza de alguns humanos.

  13. Luciano, voce acha que as gafes ptistas nas relações com outros países da Europa ou os Eua, bem como o fracasso que parece que vai ser a Copa no Brasil, poderiam ser propositais para afastar o interesse destes países sobre o Brasil, e assim, outros países não prestarem atenção ao que acontece no Brasil depois da copa?

  14. O que eu tenho a dizer sobre o Constantino:
    “Ateu até o avião começar à cair, feminista até casar e liberal até os comentários divergentes começarem à incomodar”. Eu pus um comentário bem elaborado no blog do cara e ele não respondeu, evidentemente algo ali o incomodava. Acredito que você um certo tempo atrás escreveu que a direita tem de deixar de ser dogmática, mas a direita ‘fundamentalista e autoritária’ da qual o Bolsonaro faz parte nunca se recusou à conversar e falar com liberais como o Constantino. Agora quando a popularidade do Bolsonaro cresce, de repente toda a VEJA declara guerra contra o cara? Justo o Bolsonaro o único candidato que poderia derrotar a Dilma nas eleições. O Constantino se mostrou um moleque, assim como o resto dos jornalistas da VEJA. O Consantino e o Ricardo Setti devem preferir mais 4 anos de PT e mais 4 anos de aparelhamento do estado do que o Bolsonaro que defende a propriedade privada, o livre mercado e é contra essa onda vermelha que ameaça o Brasi. Em quem eles votariam, Aécio Neves, do PSDB, partido do FHC e do Soros? Que tal o do pastor Everaldo que se reúne com comunistas?!

    Querem falar de fofoca do Horowitz? Bem, o Horowitz e o Shapiro adoram falar sobre os EUA e enrolar-se na bandeira americana enquanto exigem que os EUA mandem bilhões de dólares por ano para Israel e que soldados americanos estejam dispostos à se sacrificar por Israel porque isso supostamente estaria nos interesses do EUA. Aquele neo-conservadorismo podre do qual o Olavo, Horowitz, Bush, McCain, Shapiro são adeptos, teve suas origens no trotskismo, e inclusive ODV e HWTZ já foram comunas. Seriam ambos comunistas disfarçados de direitistas, não sei… Mas falar do Obama é fácil, mas você já viu o Olavo ou o Horowitz criticarem o Patriot Act passado por seu colega neo-conservador, George Bush, uma das mais graves violações da constituição americana?

    Que tal os agentes da NOM descritos por ODC. O bloco islâmico supostamente é hegemônico; porque então a Arábia Saudita e o Qatar financiam (junto com os EUA e Israel) a Al-Qaeda na Síria para combater os sírios e iranianos, massacrando cristãos que o ODC supostamente defende?

    A miséria intelectual no Brasil é justamente essa. Socialismo ou liberalismo, direita iluminada ou ‘duginistas’ malucos. Enfim, esse meu comentário, ironicamente escrito no artigo por uma direita menos fofoqueira, tenta mostrar que por detrás de certas ‘fofocas’ existe um pouco de verdade…. Entre no site do Viva Rio, veja os parceiros daquele ONG e em 30 minutos você descobre a verdadeira NOM e sua face no Brasil.

    PS Luciano, talvez para um liberal como você, e falando da perspectiva de alguém que já foi um ferrenho liberal, essas informações possam parecer blasfémias ou loucuras, mas digo-te eu não falaria essas coisas se não realmente soubesse, até porque é incrivelmente triste saber que o poster-boy do seu ‘segmento’ político trabalho com meia verdades e algumas importantes omissões.

    Abraço

  15. Luciano, agradeço muito a você pela sua generosidade ao oferecer este espaço para conversas inteligentes visando o Bem. Grata mesmo!

    Aponto aqui um exemplo de um economista, Adriano Benayon, que, por sua vez, aponta outros especialistas a nos contar a verdade sobre a realidade que vivemos:

    http://www.alertatotal.net/2014/05/juros-taxa-efetiva-e-taxa-selic.html

    Pensando no sucesso mundial da campanha “somos todos macacos”, que tal a campanha “supressão inciso II do § 3º do art. 166 da Constituição Federal”?? 😉

    Abraços.

    • Tem um livro Nausícaa, chamado Russia and the New World Order escrito por um economista russo chamado Sergei Galzyev em 1999, quando a Rússia passava por suas piores crises. As altas taxas de juros, ‘reformas’ e emendas constitucionais ilegais é tudo padrão desse processo. Um camarada ali em cima debochou (e com razão) de um cara que diz que a democracia é uma maldição; mas, para uma democracia ser autêntica e no mínimo séria, as instituições tem de ser soberanas. O Brasileiro vota hoje mas as decisões no campo economico como o Benayon demonstrou vem de Nova Iorque e Londres, as sociais vem da ONU e nenhuma das duas beneficia os brasileiros. Outra, dê uma olhada em quem já dirigiu e teve cargos importantes no Banco Central, é até uma piada de mau gosto chamar aquela instituição de brasileira, o Mantega nem brasileiro é, ou que tal o Armínio Fraga, ex-PRESIDENTE no Banco Central e antigo sócio de ‘none other than’ Mr George Soros.

  16. Luciano, para dar algumas risadas (e aqui caindo naquele mesmo lance de marxistas-humanistas-neoateístas estarem tão baratas tontas que caem nesses ridículos sem notar que estão caindo, tal qual o lance da “gordofobia”), creio eu que você tenha visto o PT acusar a Globo de fazer campanha subliminar para o PSDB e o PSB no título da novela Geração Brasil pelo fato de este estar escrito naquela forma típica de hackers em que eles empregam números para substituir algumas letras, ficando G3R4Ç4O BR4S1L, em que estão dizendo que 4S seria um subliminar de “45”, número da legenda tucana e 4O seria subliminar de “40”, número da legenda do partido de Eduardo Campos. Observe-se que Chico Santa Rosa, marqueteiro político experiente, já alertou que na prática o PT pode ter dado um tiro daqueles no próprio pé e que agora sim é que as pessoas irão ver um 45 que não viam e que nunca esteve lá.
    E já que é para notarmos eventuais rachas no Foro de São Paulo, que se veja novamente que também incluíram o PSB na conta, sendo que ambos os partidos fazem parte da entidade latino-americana em questão. E nessa, novamente temos o tiranossauro brigando com os velociraptores sem notar que estão afundando a causa dos dinossauros com sua briga.

    Complementando a coisa toda, temos este artigo em que Marco Antonio Villa dá adeus ao PT. Acho meio cedo para dizermos qualquer coisa e ele parece estar com otimismo exagerado, mas há ideias que ele passa nesse texto que são bastante razoáveis.

  17. Luciano, acabou de sair este vídeo envolvendo o Aloysio Nunes Ferreira:

    http://www.youtube.com/watch?v=yuO6wPidF7I

    O mesmo foi reproduzido aqui. Incautos de memória curta ou que não foi corretamente informada estão reproduzindo a toda velocidade e falando cobras e lagartos contra o Aloysio, que de fato perdeu o controle. Porém, a coisa não é tão simples assim, ainda mais que se falou que a pergunta é para o blog BotandoPilha.com, pois o nome já denuncia uma coisa: que pertence a Rodrigo Grassi, que vem a ser o autor das obras-primas que passo abaixo:

    http://www.youtube.com/watch?v=J7gLogyKcOk

    http://www.youtube.com/watch?v=8Lcht9OesDA

    Não é um furo de notícia, até porque tudo já estava disponível para o povo ver, mas O Globo noticiou a coisa com os elementos que não foram ditos pela maioria, como o fato de o cara que foi mandado para a PQP ser ex-assessor da deputada Erika Kokay (PT-DF) e Aloysio ter sido quem liderou o pedido de alguma ação contra o Rodrigo em questão por causa dos ocorridos com Joaquim Barbosa. Logo, não é exatamente um jornalista nem exatamente isento. E também está naquela situação que você mesmo já descreveu em outra ocasião ao comparar com um velhinho sem-vergonha que sai por aí balançando o órgão genital porque não tem mais nada a perder. Reinaldo Azevedo, um dos primeiros a levantar a lebre sobre o tal Pilha, obviamente obviamente falou do assunto.

    De brinde, esta implicância mostrando que há cinco médicas cubanas grávidas que podem ser obrigadas a fazer aborto (contrariando a lei brasileira) ou retornar à ilha, conforme noticiado pela Istoé. O que podemos falar? Machismo, afinal é um governo de um homem (Raúl Castro) oprimindo pobres mulheres que foram levadas ao Brasil contra sua vontade e que estão ganhando menos dinheiro que os R$ 10 mil que outros integrantes do programa estão recebendo. Há cerceamento do ir e vir, uma vez que eles ficam enfurnados em hotéis ou mesmo instalações do governo brasileiro. Também podemos considerar que há desumanização, uma vez que se está tratando como coisa uma pessoa que ainda não nasceu. Ah, mas eu me esqueci que feministas são chegadas em um aborto e são marxistas-humanistas-neoateístas, o que significa que irão relativizar o machismo castrista e o que ele está fazendo com os médicos e as médicas cubanos. Logo, ninguém do lado MHN irá falar qualquer coisa.

    • Só para continuar o caso, agora há um vídeo novo do ex-assessor da Erika Kokay falando sobre o que ocorreu depois do episódio com Aloysio Nunes:

      http://www.youtube.com/watch?v=TeiMUr5lb6k

      Fica com muita cara de que ele se fez mesmo de boi de piranha, com os possíveis agravantes da Polícia do Senado piorando a coisa toda, mas sendo aquela piora altamente desejada para quem quer capitalizar em cima. Observe-se também que ele joga ferro em uma mídia toda que costuma boa parte das vezes ter matérias que favorecem os marxistas-humanistas-neoateístas que estão no poder mas, como sabemos, não é suficiente para eles que haja concordância parcial.
      Outra coisa é que fica a impressão de que deve ter rolado fofoca das boas no Congresso (sendo que lá é um lugar em que a rádio-peão é mais confiável do que as informações oficiais) de que o Aloysio seria vice do Aécio. Isso não interessaria aos petistas (uma vez que não só cravaria um bom pé da candidatura do neto do Tancredo em São Paulo como também o senador derrotou o Netinho de Paula na eleição de 2010). Logo, interessava ao partido tentar desmoralizar o político oposicionista em questão e nesse caso, alguém que não tem nada a perder após os ocorridos com Joaquim Barbosa acaba sendo o veículo perfeito para tal propósito.

  18. Luciano, tudo bem que é campo religioso, mas estou vendo uma dinâmica de direita fofoqueira (tudo bem que a estrutura da direita historicamente é bastante derivada da estrutura das igrejas que vieram da Reforma em diante, mas…). Pelo que estão falando, a Confradesp, que representa as igrejas Assembleia de Deus em São Paulo, quer cassar o título de pastor do também deputado Marco Feliciano por ele ter dado entrevista para a revista Playboy. Pelo que estão falando, a entrevista foi um direito de resposta concedido ao Marco da discórdia por este ter sido mencionado por um humorista anteriormente entrevistado.
    De fato, há o problema de ele ter sido entrevistado por uma revista com mulher nua, o que vai contra o preconizado pela Assembleia, mas se há contexto de direito de resposta, fica difícil entender como se daria isso em uma revista que não a Playboy (de minha parte, acho que foi solapado o instituto do direito de resposta com o advento da internet, pois o Marco Feliciano poderia muito bem contestar a coisa toda em seus espaços de internet). Ainda assim, é questão delicada pela natureza de tudo aquilo que está envolvido.

    Também não haveria tanto problema assim para o Marco, pois ele poderia continuar sendo pastor fora do guarda-chuva da Assembleia de Deus, ainda mais depois do tanto de público que ele ganhou após o achincalhamento oriundo dos petistas que queriam eclipsar a nomeação de mensaleiros na Comissão de Constituição e Justiça da Câmara. Também não acho que ficaria ameaçado enquanto deputado concorrendo pela reeleição e a entrevista poderia até mesmo angariar uns votos mais seculares (que imagino já terem sido conquistados depois do salseiro do ano passado). Em se pensando em uma votação grande, poderia levar a reboque também outros integrantes do PSC e na prática aumentar as bancadas evangélica e contrária ao marxismo-humanismo-neoateísmo jogando estritamente pelo livro de regras existente.
    Porém, acho que a entrevista para a Playboy, mesmo se foi em contexto de direito de resposta, e a posterior reação da Confradesp abriram uma brecha das boas para que marxistas-humanistas-neoateístas comecem a deitar sua cantilena, tendo o assunto já sido sakamoteado em um texto curto, que passo abaixo e muito cheira a provocação de parquinho:

    Se “homens de bem” calarem Pastor Feliciano, “pervertidos” estarão com ele

    Leonardo Sakamoto 07/05/2014 17:53

    Gostaria de prestar minha total e irrestrita solidariedade a você, Marco Feliciano, pastor e deputado federal, ex-presidente da Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara dos Deputados, vítima de uma tentativa torpe de cerceamento de seus direitos fundamentais por parte de religiosos de sua congregação que não gostaram de sua entrevista à revista Playboy, de acordo com matéria de Daniela Lima, na Folha de S. Paulo. Li a mencionada entrevista e achei extremamente interessante para entender sua visão de mundo e a razão para toda lambança que você e seus correligionários fizeram na comissão.

    E aproveito para ressaltar que se precisar de um advogado ou advogada com experiência na defesa de direitos fundamentais para combater essa injustiça, posso indicar uma série de organizações que lutam pelos direitos de mulheres, gays, lésbicas, transexuais, travestis, negros, quilombolas, indígenas, pessoas com deficiência, pessoas com HIV, crianças e adolescentes, entre outras, que teriam prazer em defendê-lo. Apesar de tudo.

    E força na peruca! Tem tanta gente jogando contra as garantias fundamentais do ser humano que, nessa hora, a gente tem que se unir, não é mesmo?

    Por dar entrevista à Playboy, Feliciano pode perder o título de pastor

    A Convenção Fraternal das Assembleias de Deus no Estado de São Paulo (Confradesp) pode cassar o título de pastor do deputado Marco Feliciano (PSC-SP) por ele ter dado uma entrevista à revista “Playboy”, cujo carro-chefe é a publicação de fotos de mulheres nuas.

    Ontem, a entidade que reúne 8.000 pastores do Ministério do Belém no Estado decidiu abrir uma apuração contra Feliciano em seu conselho de ética. O procedimento pode levar a desde uma advertência até o “descredenciamento pastoral” do deputado. Ou seja, a cassação do título de pastor.

    A entrevista, publicada em abril, tem oito páginas. À publicação, Feliciano confessou ter usado cocaína na adolescência e disse sonhar com a Presidência. Ele também falou sobre sexo anal. “Com certeza tem homens que têm tara por ânus, sim. Não entendo muito dessa área porque nunca fiz, graças a Deus, e espero nunca fazer, porque parece que quem faz não volta mais”, avaliou.

    À Folha, o chefe de gabinete de Feliciano, Talma Bauer, disse que ele não falaria sobre o caso porque ainda não havia sido notificado, mas que considerava normal um “pedido de explicações”. Bauer diz que a entrevista foi um “direito de resposta” concedido pela revista ao deputado, que se sentiu ofendido pelo modo como um humorista se referiu a ele na ‘Playboy’.

    Membro da direção da Confradesp, o pastor Lelis Washington diz que o problema não está no conteúdo das declarações de Feliciano. “Deixando de analisar a entrevista, não é essa literatura que recomendamos aos fiéis.”

    Como se pode ver, está nítido aqui um N de MHN dos mais fortes. Observe que estão dizendo que os evangélicos fizeram lambança na CDH quando Marco a presidia, o que podemos entender aqui como prestar atenção aos direitos humanos gerais (como o tal lance de finalmente os contaminados por chumbo de Santo Amaro da Purificação terem conseguido uma audiência). Diz ele que pode indicar uma série de organizações que trabalham com os típicos utilizáveis em sua inocência do gramscismo brasileiro, mas o próprio se esquece de que os próprios evangélicos se ajudam bastante, bem como do fato de até integrantes de religiões afro já terem apoiado o deputado e pastor seja por notarem o componente comum de defesa da família (ainda mais essencial nos cultos afro) e também de notarem que os MHNs só querem o pessoal do atabaque como inocentes úteis (uma vez que há o componente neoateísta).
    E já há ao menos um comentário dessakamoteador que ajuda a jogar por terra o castelo de cartas erguido pelo blogueiro:

    88o8d6swxi6g 14 minutos atrás

    E desde quando “título de pastor” é direito fundamental? pfff… A tal Confradesp é uma entidade privada, tem seus regramentos internos e a causa não é de ordem pública. Podemos questionar se é justo ou não, agora vir com esse papinho de advogado é pura retórica balofa.

    Esse termo é bom e já anotei aqui: “retórica balofa”. É um ótimo qualificador para o tipo de papo que os MHNs costumam soltar e que vem com aparência de coisa embasada em ciência, direitos humanos e outras coisas, mas que na prática é só mesmo embasado pelo próprio MHN.

  19. Luciano , me esclareça uma dúvida honesta de minha parte . Quanto ao assunto do livro ‘American Betrayal’ , Sua crítica é devido ao cetismo quanto a infiltração comunista no governo dos EUA ou por que a obra de Diana West não é de muita valia sobre esse assunto ?

    Yuri Bezmenov falava de infiltrações e táticas que a KGB usava de tal modo que é meio difícil de negar que houve essa infiltração .

    No entanto , sei que muito pode ter sido exagerado e os defensores dessa tese devem ter visto infiltrações e espionagem onde nem havia , dando origem a uma sorte de teorias conspiratórias infundadas .

    Mas enfim , gostaria de ler uma pequena observação de sua parte e se possível , alguma recomendação de livro , video ou texto sobre esse assunto .

    No mais , comentando sobre o que é discutido aqui . Creio que o pessoal está meio com uma ‘síndrome de CESPE’ , ou seja , para cada opinião de um pensador conservador ou liberal julgada errada , anula-se uma opinião certa dele ( senão tudo ) .

    Vamos ser menos ‘passionais’ , pessoal .

    • Li o livro mais ou menos, não achei o livro ruim.

      Mas eu entendo que ela pertence à uma ala da direita que apoiava o macarthismo, e é adepta do direitismo depressivo.

      Por isso, NÃO GOSTO do estilo do livro.

      Também não vejo o material de Diane West como produtivo em termos de ajuda à direita para combate à esquerda.

      Por isso, ENTENDO que é possível que alguns perfis da direita, mais pragmáticos (como o Horowitz), reneguem o material.

      Basicamente, é isso.

      Abs,

      LH

      • Creio que entendi . Se Diane West é uma direitista depressiva , então ela está prestando um tremendo desserviço à Direita .

        Explicando melhor ; se ela denuncia a infiltração de agentes soviéticos no Governo da Casa Branca e ainda diz que a situação é difícil , ou ”eles ganharam” por causa disso , bem , basta aplicarmos o denuncismo de West contra ela mesma .

        É mais ou menos, se me permite um leve toque de humor , que um vilão que diz que a vitória é certa por que infiltrou seus agentes e que , por causa disso ,”Resistence is futile” .

        Agora entendo por que ela é nociva à Direita , embora ainda tenho curiosidade em ler o livro de West , deixando a ‘depressão’ dela , de lado .

  20. Mais uma pra coleção de merdas que o Olavo fala:
    Pelo youtube é fácil achar um vídeo onde ele diz com a maior convicção do mundo que a obra filosófica da Ayn Rand não tem importância NENHUMA. Que aquilo não é filosofia, é só uma auto ajuda pra empresários egoístas.
    Será?
    http://www.iep.utm.edu/libertar/#H4
    ‘ Ayn Rand was perhaps the earliest modern proponent of such theory, and while her writings were largely ignored by academics, the core idea has since been picked up and developed with greater sophistication by philosophers like Tara Smith, Douglas Rasmussen, and Douglas Den Uyl (Rasmussen and Den Uyl 1991; 2005).’

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