Pelo fim da direita conformista e o advento de uma direita indignada

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Cada vez mais tenho me incomodado com o costume de boa parte dos direitistas de aceitar sem maiores manifestações de incômodo as abominações morais praticadas pela esquerda. Aqui usarei mais um rótulo para definir este perfil comportamental: direita conformista.

E antes que alguém se ofenda, todos os “direitismos” abordados por aqui existem em maior ou menor grau em muitos de nós, incluindo o direitismo depressivo. O direitismo conformista é quase um direitismo depressivo “light”, mas capaz de gerar estragos.

Diz o Dicionário Michaelis:

conformismo 
con.for.mis.mo 
sm (conform(ar-se)+ismo) Conformação com os costumes ou opiniões de outrem ou com qualquer situação.

Resolvi tocar no assunto ao relembrar (dia desses em um happy hour com ex-colegas) da história de um líder de testes de software que promovia fracassos de projetos com seu absoluto conformismo em relação à equipe de desenvolvimento.

Ocorre que para os projetos desta equipe a fase de testes dos projetos sempre demorava muito mais do que o esperado em termos de mercado, incluindo na comparação com os projetos das demais equipes. O pior é que os prazos dados pela equipe de testes também eram mais elásticos do que o normal. Não raro a equipe de testes projetava 4 semanas para executar os testes, enquanto em outras equipes de projetos do mesmo porte tinham duas semanas de testes.

O líder de testes para esta equipe tinha um discurso: “Eu dou prazos mais elásticos, pois a equipe de desenvolvimento daqui demora mais para corrigir os bugs. É assim mesmo. Por isso, meu prazo é maior”.

Foi quando um gerente de testes resolveu acabar com a palhaçada, a partir de uma mudança de postura na equipe de testes. Acompanhe o diálogo:

GERENTE: Qual o prazo médio para a sua fase de testes dos projetos da linha X?

LÍDER: Em média quatro semanas.

GERENTE: Qual sua capacidade de entrega se nessa fase de testes não tivéssemos nenhum bug.

LÍDER: Uma semana.

GERENTE: Sendo assim, por que você pediu quatro semanas?

LÍDER: É que aqui funciona de um jeito diferente. A equipe de desenvolvimento tem 24 horas para retornar cada bug corrigido para ser retestado. Mas a equipe da linha X demora uns dois ou três dias para retornar os bugs.

GERENTE: Se eles retornassem os bugs em 24 horas, você entregaria o projeto em quantas semanas?

LÍDER: Duas semanas, com folga.

GERENTE: Este é o novo prazo do projeto. Duas semanas. Já pode escrever o e-mail e informar ao Gerente de Desenvolvimento.

LÍDER: Mas eu sei que eles não vão corrigir em 24 horas. Eles nunca fizeram.

GERENTE: Você responde a quem? A eles ou a mim? Qual centro de resultados do qual sai seu salário? O deles ou o nosso?

LÍDER: Sim, eu sei que me reporto à você. E meu salário sai do centro de resultados de testes.

GERENTE: Se é assim, então a frase “é assim mesmo” não tem que ser falada por você. Eles não pagam seu salário. Sua função tem que exigir que o acordo de nível de serviço nosso seja cumprido.

LÍDER: Mas eles não vão cumprir…

GERENTE: De novo? Você quer mudar de área?

LÍDER: Não.

GERENTE: Então, qualquer tentativa de você advogar por eles é coisa do passado. Estamos combinados?

LÍDER: Combinado.

GERENTE: É importante e vital que você seja enfático, incisivo e persuasivo. Em qualquer reunião de status do projeto, sempre bata o pé e demonstre indignação se o acordo de nível de serviço não for cumprido. Preciso também que toda sua equipe esteja influenciada e use o mesmo tom. Qualquer discurso de conformismo com atrasos na correção de bugs será considerado uma falta grave. Posso contar contigo para que todos seus liderados consigam mostrar o mesmo senso de urgência na intolerância à indisciplina do desenvolvimento.

LÍDER: Conte comigo. Obrigado pelo feedback. E se eu cometer algum deslize nesse sentido, pode me puxar a orelha.

GERENTE: Pode deixar.

É claro que o desempenho dos projetos da equipe X melhorou gradativamente. Alguém poderia até objetar: será que a equipe de desenvolvimento estava com preguiça? Talvez não. Talvez tivessem outras prioridades, principalmente por que a equipe de testes dava mais prazo para os desenvolvedores.

Dito de outra forma, o conformismo de um líder de testes ajudou a demolir resultados organizacionais. A substituição do conformismo pelo inconformismo, este manifestado de forma incisiva, deu resultados, em vários níveis. Um dos aspectos mais importantes foi o aumento de confiança do próprio time na exibição de uma postura mais focada em qualidade.

Relembrando esta história de um time de testes em uma análise conjunta pela dinâmica social corporativa, temos alguns fatores importantíssimos:

  1. Quem se conforma com as coisas, ajuda a manter o status quo (até aqui temos o óbvio)
  2. Quem se conforma e lança discursos de conformação, principalmente quando é um formador de opinião, convence muitos de seus influenciados a serem conformados também
  3. Quando um lado político em qualquer questão (mesmo na política corporativa) realmente “internalizou” um discurso de conformação, este grupo perde poder de forma progressiva
  4. O discurso dizendo “é assim mesmo” (mesmo que a situação incomode o discursante) sub-comunica para a platéia o seguinte: “é assim que as coisas devem ser”. Ou seja, sem querer, você acaba promovendo aquilo com que não concorda.

Vamos com calma no passo 4, pois ele é contra-intuitivo. Muitos podem se indignar dizendo: “Eu digo como as coisas realmente são, mas apenas por que sou realista, não por que concordo em como as coisas são”. O problema é que pela dinâmica social não temos mais o direito moral de comunicar algo diferente daquilo no que acreditamos. E se a afirmação “é assim mesmo” é interpretada como “é assim que as coisas devem ser” por uma larga parcela da população, somos obrigados a reconhecer que muitas vezes, em momentos de desabafo, podemos ajudar nossos inimigos políticos.

Qual a solução para isso? A meu devemos criar um senso de inconformismo em relação ao esquerdismo, e, mais ainda, às abominações morais praticadas por eles.

Recentemente, por exemplo, vimos uma nova série de fraudes da extrema-esquerda praticando crimes de calúnia e difamação contra Rachel Sheherazade. Vimos o aluguel de escravos cubanos. Vimos petistas protegendo mensaleiros. E, com exceção do caso da morte do jornalista Santiago (onde finalmente vi muitas pessoas da direita inconformadas com uma barbárie da extrema-esquerda), muitas vezes vi comentários como: “É… assim… mesmo”.

Sim, eu sei que “está assim mesmo”! Mas é exatamente por isso que temos que criar o senso de urgência de que as coisas não podem continuar assim. Temos que nos conscientizar de que o inconformismo de um lado político com as barbáries cometidas pelo outro lado tornam-se uma forma de conivência, mesmo que não intencional, na maioria dos casos.

Eu estava hoje transferindo meu título de eleitor (no último dia de prazo, viva), quando um sujeito comentou, na fila: “Eu tenho justificado votos há 12 anos, mas agora não dá. Temos que mudar as coisas e tirar essa turma de lá!”. Um papo começou entre 3 ou 4 pessoas, todas elas comentando sobre as barbáries do PT, incluindo na questão da Petrobrás. Dois dos participantes (incluindo eu) eram os melhores na demonstração de indignação em relação ao que o PT tem feito.

Sobre o caso da Rachel Sheherazade, comentávamos até sobre a censura sutil. No que foi dito: “Censura por ameaça de retirada de verbas estatais é muito pior que a censura militar. Ali pelo menos alguém colocava a estampa ‘censurado’ e havia um órgão oficial com regras. No caso de usar verba do estado para proibir conteúdo, isso é muito mais perigoso, pois é mistura de censura com corrupção com regras obscuras. Até nisso o PT consegue se superar em safadeza. Isso não pode continuar!”.

Para vários temas discutidos, os melhores momentos dos diálogos surgiam quando expressões como “isso é absurdo”, “isso é inaceitável”, “é o fim da picada” e “isso é insustentável” eram proferidas. Expressões desse tipo motivam a ação e criam a sensação, em seu grupo, de que algo deve ser feito.

Momento de citar o neo-ateísmo de novo, pois eu sempre os referencio como o template básico para o neo-iluminismo, que é o tratamento dado ao esquerdismo da mesma forma que os neo-ateus fazem contra a religião revelada (e sem as fraudes de gente como Dawkins, Hitchens, etc.).  No livro A Morte da Fé, Sam Harris usava expressões como “é inacreditável que ainda toleramos isso”, “é imperativo reagirmos com repulsa pública contra X” e “nós deveríamos nos sentir humilhados por termos sido tão passivos em relação a casos como Y por tanto tempo”. Sam Harris sabe das coisas. Não se mudam as coisas, em guerra política, com discursos de conformismo, mas com manifestações de indignação. Lembre-se que indignação não deve se converter em ira (que resulta em precipitação), mas em motivação para a ação política de forma estratégica e incisiva.

Proponho uma reflexão sobre o quanto temos sido conformados em relação aos nossos adversários da extrema-esquerda e o quanto temos reagido de forma indignada em relação às abominações morais praticadas por eles. Um dos caminhos (mas não o único, evidentemente) para diminuirmos a capacidade de destruição dos discursos da extrema-esquerda passa pelo aumento de nosso grau de indignação (comunicada em larga escala, por favor) em relação às ideias mais abjetas promovidas por eles.

Principalmente pelo que tenho visto nas redes sociais, temos quase uma hegemonia do conformismo na direita. Já passou da hora de quebrarmos essa hegemonia. Com isso, a derrubada da hegemonia esquerdista torna-se questão de tempo.

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54 COMMENTS

  1. Luciano, penso que um grande divisor de águas na direita é a crença em Deus. Para um ateu, faz todo o sentido desejar transformar a realidade em “algo melhor”.

    Mas para nós, cristãos, nossa esperança não está neste mundo. Pelo contrário, sabemos que todo o sistema político, econômico e cultural é de propriedade do Maligno. Mais ainda, pela antropologia filosófica cristã o homem é não apenas impotente para mudar essa realidade, mas se inclina a ela.

    O termo conformista não se aplica ao cristão, cujo único objetivo na vida é se tornar cada vez mais parecido com Jesus Cristo – o que é feito, evidentemente, no plano individual e possui efeitos apenas na sua diminuta esfera de influência.

    Assim, no âmbito privado, o cristão é o que há de mais radical contra a cultura esquerdista; mas ele sabe que o jogo político se dá em um tabuleiro humano, isto é, inexoravelmente mal.

    A luta política, penso, é melhor empreendida pelos ateus. Todavia, é dever do cristão se posicionar contra o movimento revolucionário sempre que possível, sabendo, é claro, que com isso não muda em um centímetro o destino da humanidade.

    • Tem razão. Creio que estamos num momento especial da história humana. Um momento de juízo iminente do Senhor. Não que eu fique indiferente, mas eu sei que isso pode estar se encaminhando. Porém, lendo o Antigo Testamento vi que quando o povo se arrepende e volta-se para Deus, Ele adia o castigo por mais um tempo. Acho que por isso, Jesus disse que não sabia quando seria sua volta. Ainda temos esse espaço de misericórdia divina para respirarmos.

  2. Excelente texto, eu sinceramente ainda tenho medo do que possa acontecer nessa eleição justamente pelo nosso conformismo caso o PT ganhe fraudando as urnas eletrônicas. De tanta indignação que vejo hj na internet, não é possível que essa praga consiga votos para ganhar democraticamente.

  3. Excelente postagem, Luciano. Percebi através de seu blog, em postagens antigas, como a postura depressiva perante à festança do PT e seus lambedores só os facilita. Comecei notar que tenho vários amigos assim, adoradores do “é assim mesmo”. Postura que além de favorecer o lado oposto, ainda espanta futuros aliados – dificilmente traremos pro nosso lado da força quem já está contaminado com esquerdismo até o rabo, porém, aqueles que estão formando opinião, ou que não estão muito bem decididos, ou simplesmente que até estão encantados com a propaganda esquerdista mas ainda possuem abertura, são novos possíveis aliados. Parei de ter medo de publicar no Facebook (alcance pequeno, fato, mas já notei um mínimo efeito positivo), de ter medo de perder amigos esquerdistas ou de ser atacado. Meu grito não se cala mais. Comodismo e confirmismo são maus parasitários.
    Estou com você, Luciano.

    Gostei bastante do que falou sobre as eleições, e esse será meu objetivo até chegar outubro: buscar conscientizar quem quer a cabeça do PT de que é possível fazer isso.
    Tenho muito amigo que detesta o PT e vem com aquele discurso de rebeldia adolescente, “quero que se explodam as eleições, voto nulo mesmo, to nem aí”. Agora entendo o que sempre ouvi falarem, de que o brasileiro precisa aprender a votar.

    Abraço.

    • Outra matéria mais ou menso sobre o mesmo assunto:

      http://www.midiasemmascara.org/artigos/cultura/15177-o-direitista-ideal.html

      O que me parece é que de repente a direita percebeu que está andando de salto alto no meio de traficantes analfabetos. Pessoalmente acho muito positiva esta campanha embora reconheça ser muito difícil a um direitista, da noite para o dia, mudar o seu comportamento.

      A esquerda, talvez até por uma questão própria dela conviver confortavekmente com a mentira e só com a mentira, sempre fez “bullying” e ela tem pós-graduação no uso da ridicularização como meio de calar o adversário e a direita não tem esse tipo de experiência. Se a gente quiser mesmo mudar o cenário em outubro, está mais do que na hora de aprender.

  4. A grande questão não é ser de direita ou de esquerda, mas não ter aprendido com pais honestos e de caráter. Que não recebeu ou recebeu e jogou no lixo os ensinos, só pode dar o que está em suas mentes promíscuas e descompromissadas com o bem comum. Quem não tem caráter faz propostas esdrúxulas e contrárias ao norma e ainda chamam os de caráter ilibado de preconceituosos e olha que temos bons quadros, mas o deus deste século tem cegado ou tentado impor seus engodos. Precisamos expurgar, se bem que sempre existirão ” as batatas poderes,” mas temos que ser éticos e mostrar diferença em nossas ações.

    • “A grande questão não é ser de direita ou de esquerda, mas não ter aprendido com pais honestos e de caráter.”

      Não existem esquerdistas com bom caráter. Todos eles apoiam, em ultima instância roubos, genocídios e repressão em nome de um ‘mundo melhor’. Na esquerda só existem manipulados ou canalhas.

    • Mais um idiota útil fruto do esquerdismo canalha entranhado nas universidades e nos cursos de humanas do Brasil afora, mas de tudo que esse imbecil falou uma coisa me agradou muito foi o grau de histeria e descontrole psicológico do indivíduo que só pode significar uma coisa: o medo; esses canalhas estão com medo da lucidez crescente da massa. Nada se pode comentar sobre essa falação ridícula além do que já foi exaustivamente comentado, é uma pena nossas universidades que deveriam ser palco de discussões inteligentes terem se transformado em celeiros de mulas e musgos como esse aí.

  5. “conformados em relação aos nossos adversários da extrema-esquerda”…

    MAS E QUANTO A NÓS DA ESQUERDA MODERADA, QUE VENCEREMOS DEMOCRATICAMENTE NAS ELEIÇÕES?

    • E você ainda acredita em “esquerda moderada”? Isso é um aparadoxo: “esquerda” – “moderada”. Não esquecer que foi a teimosia – e a omissão, talvez por serem da mesma ideologia – de vocês que acabou levando o PT ao poder.

      Se tiver interesse, leia “O Livro Politicamente Incorreto da Esquerda e do Socialismo” de Kevin D. Williamson. Ele tem um capítulo onde dá vários exemplos do quê esse tipo de esquerda fez com a Europa ocidental, especialmente a Suécia. Mas o livro todo é excelente, principalmente os capítulos que tratam da Coreiado Norte e da Venezuela

      Mas não nego que vocês da “esquerda moderada”, pelo menos, poderão nos dar – a nós da direita – um tempo para formar massa crítica para equilibrar com o contraditório os descalabros da esquerda (toda ela). 😀

    • Esquerda moderada não existe. É uma mentira pra enganar trouxas e atingir os objetivos da extrema esquerda de maneira mais fácil. Esquerdistas moderados ou são tolos manipulados, alienados do mundo real ou são os canalhas que lucram com o esquerdismo. Quem é você?

  6. Luciano, leio sempre seus textos e acho que para atingir um público maior você deveria maneirar na erudição e tornar os textos mais acessíveis a todos. Apenas uma sugestão. Grande abraço.

    • Não sei quanto a vírus, porém o Luciano deve “se livrar” do uso de httpS (protocolo seguro, isto é, que usa criptografia). Conforme eu já alertei, o certificado do WordPress é tecnicamente inválido, e vários navegadores não gostam disso.

  7. Luciano, não valeria a pena falar um pouco que fosse da invasão comandada pelo MST e pelo MTST à sede da Odebrecht? O Reinaldo já falou e os comentários na postagem também já levantaram a boa lebre de que é muito estranho que MST e MTST, movimentos ligados ao PT, invadam justamente a empreiteira que construiu o porto cubano de Mariel e que há um bom tempo faz tabelinha com os marxistas-humanistas-neoateístas que estão no poder.
    Iremos perguntar quem pagou pelas faixas e pela logística empregada para que esses manifestantes estivessem naquela hora e naquele momento, bem como iremos fazer outras tantas perguntas sobre esse quebra-cabeças para o qual nos foram dadas peças bem pequenas para que as tentemos encaixar.

    • Só para constar, o assunto recebeu uma sakamoteada insinuando que aquelas pessoas que veem o óbvio de serem na prática manifestantes profissionais que se fazem de despoissuídos seriam pessoas por fora das malícias do mundo. E como de costume, a postagem já recebeu comentários em número suficiente para ser dessakamoteada (incluindo aí os sakamotetes que foram dessakamoteados no caminho):

      maisvalia ontem

      Neste momento lanço o movimento ACS -Acampe na Casa do Sakamoto e no final quem sabe sobre um restinho de champanhota e caviar, afinal pobre ele só conhece de estudo antropológico.

      detesto o pt ontem

      Vou acampar na frente do apartamento do Sakamoto exigindo o Mac Book da Apple dele em nome da justiça social!

      Leandro Maurício ontem

      Excelente texto. Principalmente a parte “Sem essa vigilância invisível feita pelos próprios controlados, é impossível um grupo se manter no poder por tanto tempo e de forma aparentemente pacífica como ocorre por aqui.” Parabéns pelo trabalho, Sakamoto.

      ArmandoDaSilva 21 horas atrás

      O MST quer é tomar o poder, ganhar cargos e depois dar boa vida aos seus lideres. Lembra do PT da década de 1980? Se não lembra ou não viveu, procure saber o que eles falavam.

      Cão Do Mato ontem

      O problema não é arrumar moradia para esse pessoal. É a forma como a coisa é feita. Por que o governo não compra o terreno pelo valor de mercado e constrói habitações populares para quem não tem moradia? Invadir a propriedade dos outros acusando-os de improdutivos é fácil. Existe uma lei que obriga o dono a cumprir a função social da sua propriedade. Por que os movimento sociais não denunciam esses terrenos? A lei vai obrigar o proprietário a se mexer. E além do mais, esse terreno de Itaquera existe há muito tempo. Por que só agora, com a valorização do bairro, resolveram invadir? Pelo que parece que, guardadas as devidas proporções, esse pessoal não fica devendo nada aos especuladores imobiliários…

      Abraão Soares 10 horas atrás

      Discordo. O problema é sim “arrumar” moradia. Para o governo comprar, primeiro ele precisa de dinheiro. Como não produz nada, para ter dinheiro, primeiro ele precisa saquear de alguém. Para ter o que saquear, alguém precisa trabalhar em dobro.

      Butcho ontem

      Só empreiteiro é pilantra e acumulador de capital. Arregimentados por “movimentos sociais” são todos de excelente índole. Nunca houve cambalacho com terras inalienáveis de reforma agrária. Nunca houve gatunos que se cadastraram em programas de habitação para vender sua vaga. Nunca houve ocupação em que cada integrante da família tentou garantir lugar para um barraco para depois revendê-lo, ou para embolsar vários auxílio aluguel até ser beneficiário de uma (ou mais de uma) casa do governo. Nunca houve blocos inteiros de prédios destinados à habitação popular invadidos por marginais (quase todos integrantes de uma conhecida organização criminosa que só o governador finge que não existe). Nunca houve ocupação em que os baderneiros tacaram fogo nos barracos na hora da reintegração de posse para fazer um auê, comprometendo viaduto recém-construído. Como todo cidadão de excelente índole, eles também nunca queimaram pneus ou lixo nas avenidas próximas a sua ocupação, nem utilizaram de meios violentos para garantir seu meio metro quadrado, seja contra forças do Estado, seja contra quaisquer de seus pares que queriam avançar sobre seus limites. Ainda bem que essa gente é pacífica, cumpridora das leis e só quer ver a função social da propriedade se tornar realidade.

      jopamacedo 22 horas atrás

      Com o dinheiro que gastam com bonés, bandeiras e camisetas (sempre novinhos, né?) daria pra poupar e dar entrada num ap

      ArmandoDaSilva 21 horas atrás

      Nao tenho casa própria e nem quero pois já estou velho. Vivo do meu trabalho e acho que todos deveriam fazer o mesmo. Ofereço uma enxada para o MST – a mesma com que comecei a vida – tá lá guardada até hoje de lembrança.

      Rapa 6 horas atrás

      Não serve Sr. Armando, trabalhar não é com eles, preferem as benesses dos Governos, afinal são os “excluídos”, “vítimas da sociedade” e massa de manobra para os “socialistas-de-mesa-de-bar”, aqueles que resolvem qualquer coisa enchendo a cara no boteco.

      Nivaldo Moura 20 horas atrás

      “O opressor não seria tão forte se não tivesse cúmplices entre os próprios oprimidos” Simone de Beauvoir

      billy bones 6 horas atrás

      só porque simone diz, não precisa ser verdade, né não, nivaldo??

      Abraão Soares 10 horas atrás

      “Fuzilamos, estamos fuzilando e seguiremos fuzilando até que seja necessário.” Che Guevara, ídolo de Simone de Beauvoir, a respeito de como lidar com os oprimidos cúmplices.

      patefloripa 20 horas atrás

      É, Sakamoto, concordo com você quando diz que esse povo precisa aprender interpretação de texto. Urgente! Parabéns pelas suas reflexões. A sensibilidade humana jamais poderá ser percebida pelo insensível.

      detesto o pt 18 horas atrás

      Não tem nada de errada na interpretação de texto feito pelos críticos. É o Sakamoto que mistura meias verdades com mentiras. Repare, que até aqueles que concordaram com texto, entenderam de forma diferente!

      TB001 19 horas atrás

      A verdade Sakamoto eh que o cara que se estrepou q vida inteira pra conseguir, por exemplo uma casa, se ressente pq eh ele indiretamente que vai pagar a conta da casa do cara que fincou uma bandeira ou colocou uma lona; eh sempre assim, quem paga a conta nao eh o milionario, e sim o classe media baixa. vou te dar um exemplo, os concursos publicos e suas cotas. O cotista que vai conseguir um emprego de 5000 reais nao vai estar redistribuindo renda tirando de um filho do milionario, ou de politico: vai estar tirando de alguem em condicoes mto semelhantes as suas. Em uma universidade, o usineiro ta se lixando se um afrodescendente tirar a vaga da Usp do seu filho se branco, pq ele paga a Puc rindo. Agora o filho do lixeiro branco, ah, esse vai ter que se matar pra pagar uma faculdade de esquina qquer. Entende o pq do ressentimento? Nada eh de graça nessa vida. alguem paga a conta, e na piramide social pra vc melhorar a vida da camada mais baixa, nao eh do topo que vao sair os recursos, e sim da penultima classe em alguma jogada demagoga, que por fjm vai acabar apenas trocando de posicao com a posterior. Eh por isso que tem tanto “pobre de direita” (sic) no Brasil como dizia Tim Maia. Eh pq a ideia do socialismo brasileiro (e ate que se prove o contrario, em outros paises tb) eh sobretaxar o cara que ganha tres salarios minimos pra pagar beneficio assistencial. Nao sao as grandes fortunas que arcam. Nao sao os grandes artistas como Tim Maia. Nao sao nem blogueiros usando Macbook! Esses sim podem “curtir ser da esquerda numa boa!” Nao dói nada e eh muito mais cool que ser “classe media falido conformado facistoide cozinha sheherazade bolsonaro jason jack estripador bicho papao tinhoso”

      detesto o pt 18 horas atrás

      Você Sakamoto escreve verdades com conclusões mentirosas. Os sem tetos ocupam imóveis ociosos, e mesmo assim continuam ociosos depois de um tempo. Pois eles não tem qualificação profissional para gerar renda e administra-las e sustenta-las. Nas grandes cidades e no campo o que se vê é um verdadeiro fracasso nessa política habitacional, e da reforma agrária. Nas cidades vemos um amontoado de Cohab, CDHU, e casas populares. São construções tão básicas que mais parecem cortiços, longe do trabalho, do transporte, e no extremo da periferia. Sem contar que quem as recebem são apenas os moradores ligados a associações como é o caso do MTST, o que é um absurdo, já que a maioria dos pobres que não tem casa, não pertencem a ela, tornando a disputa desigual, (irônico não?), pra quem prega a igualdade em direitos. Já no campo, a maioria das terras da reforma agrária tem baixíssima produção agrícola, e grande miséria, o qual deveriam seres também desapropriadas, já que são também ociosas. (Eu nunca vi esquerdista exigindo desapropriação de terras ociosas do MST). Sakamoto, escreve alguma coisa baseada em fatos, e não em coisas da sua imaginação!

      a.cieri@bol.com.br 14 horas atrás

      Pois é Leonardo Sakamoto, Stalinista formado nas entranhas da Pontificia Universidade Comunista….começe dando o exemplo…divida sua casa e as propriedades dos seus familiares com os sem teto. Não seria lindo? Seria um começo não é?…de uma sociedade igualitária e justa !

      Mduo – 11 78 6 horas atrás

      show… mas a falta de uma politica publica de habitação não dá o direito de invadir propriedades privadas… escolhidas a dedo pela boa localização.. recordo-me que tempos atrás, depois de algumas enchentes em áreas de invasão o governo disponibilizou unidades de uma cohab, só que os “moradores” das áreas atingidas não aceitaram por que era longe…

      a.cieri@bol.com.br 9 horas atrás

      Sr. Fernando, nessa linha de raciocínio, haveria então também o direito de se invadir hospitais e espancar médicos por causa da saúde precária, de saquear os supermercados por causa da falta de alimentação adequada para alguns, de queimar-se mais e mais ônibus e trens da CBTM por causa do transporte ruim. Se o caos é a saída então estamos todos perdidos…vivemos em um estado de direito….isso aqui não é a Russia de 1917 !! Aliás….uma coisa ninguém se atreve a debater….se chama controle de natalidade. Quando pega fogo em alguma favela, aparecem as mulheres reclamando que perderam tudo e tal…de cada 10.., 9 estão grávidas…desse jeito ficamos sempre correndo atrás do próprio rabo !!

      Abraão Soares 9 horas atrás

      Fernando. O estado não produz absolutamente nada. Para que ele possa “garantir” alguma coisa a alguém, na outra ponta alguém outro vai receber a conta. A nossa sugestão é apenas que, ao invés de mandar essa conta para os “covardes” que preferem trabalhar a fazer beicinho, sejam os defensores do “estado garantidor” que paguem.

      Don Ramon 13 horas atrás

      Comentários críticos não são aceitos, hein? Tirando as conclusões óbvias que eu coloquei no outro o fato é que foi a sociedade individualista que o autor ataca a fornecedora do direito de propriedade e liberdade de expressão (como apagar boas críticas ao seu texto, claro). Numa Cuba ou URSS ou Idade Média o Estado/Conde/Secretário Geral decidiria pela vida deles – até o extermínio fosse o caso. Na lógica do autor, como na lógica de um teólogo, a “crítica” é apenas do outro? Nenhum modelo socialista deve ser mencionado – só o da Suécia esquecendo seu mercado livre – e as sociedades liberais devem ser avaliadas por seus problemas? A Utopia x a Realidade? Quais conclusões podem ser tiradas de um comportamento assim?

      Ricardo Almeida 11 horas atrás

      Convido o Sakamoto a conhecer o Parque Oziel, em Campinas-SP. Uma área gigante, invadida por pessoas “sem-teto” há mais de 20 anos e que se tornou um dos lugares mais violentos da cidade, onde nem a polícia entra. Conceder casas populares a pessoas necessitadas é uma coisa, pois é feito com regras, água encanada, esgoto e luz elétrica. Outra coisa totalmente diferente é apoiar invasão de propriedade privada e estabelecer lá uma área onde a lei não existe. Em Sumaré-SP, uma área foi invadida há menos de um ano com apoio de uma vereadora esquerdista, e o índice de crimes na região da invasão disparou. Dai a polícia tem que cumprir ordem da justiça e fazer a reintegração de posse, e todos os “progressistas” vão lá fotografar e criticar a polícia fazendo o seu trabalho. Mas qual dos “progressistas” (incluindo o Sakamoto) realmente faz um trabalho que faz justiça social? Algum deles tira a b*nda da cadeira para ensinar uma profissão a um adolescente em área de risco, por acaso?

      billy bones 6 horas atrás

      white egg, se a oicsa fosse fácil já tinha sido resolvida, né???

      Osvaldo Junior 7 horas atrás

      O certo éntão é desalojar todos e fazer o que exatamente com eles? Dar casa pra todo mundo ou botar pra morar na rua?

      Abraão Soares 10 horas atrás

      Peraí, deixa ver se eu entendi. O cara que, sem ajuda dos burocratas armados, estudou, se esforçou e penou para conciliar um curso superior com um trabalho humilde porém honesto, se especializou, subiu na carreira, acorda cedo todo dia e trabalha duro para pagar o financiamento do seu imóvel – e graças ao qual existem imóveis para começo de conversa (se ninguém comprasse, ninguém construiria)… esse é um covarde, não luta e não tem uma vida digna. O cara que vai pra rua fazer beicinho para exigir dos burocratas armados que lhe deem um imóvel de graça, pago com dinheiro saqueado do “covarde” ali de cima, esse sim, está lutando e tem uma vida digna. Ok. Acho que temos dicionários diferentes.

      Ricardo Almeida 10 horas atrás

      É isso mesmo. Neste país quem trabalha e estuda não tem valor. Só tem valor quem é parte dos “movimentos sociais”, que vivem de esmola governamental paga pelos impostos das pessoas trabalham e estudam. Comprar terreno e construir com suor do trabalho está fora de moda. O negócio agora é invadir. Enquanto essa mentalidade não mudar, nunca chegaremos a ser país de primeiro mundo.

      13582196 10 horas atrás

      AHAM, sei, ganham um terreno, constroem uma casa IRREGULAR sem supervisão de engenheiro, nem arquiteto, SEM ALVARÁ, que corre o eterno risco de DESABAR sobre alguma MULHER ou CRIANCINHA, EM VIOLAÇÃO AO ECA, mal podem pagar IPTU, depois constroem MAIS andares IRREGULARMENTE, aumentando o RISCO DE DESABAMENTO (costume por sinal bem “machista”, não?), aí reclamam que não tem creche nem escola perto e ficam depredando tudo em manifestações até conseguir. poxa que coisa cinicamente previsível.. aliás, os investimentos na copa são de responsabilidade dos esquerdistas que botaram o Lula e o seus aliados no poder… Sakamoto, se quer dar terrenos e casas para os pobres, façam uma vaquinha do seu próprio bolso e seus amigos e comprem pra eles. ONGs estão aí pra isso. e NÃO hajam como cretinos usando dinheiro público…

      Cão Do Mato 10 horas atrás

      Pois é, pela lógica do Sakamoto, só quem deve se preocupar com invasões de grandes propriedades são os donos…O problema é que, hoje eles invadem propriedades improdutivas. Se ninguém fizer nada, amanhã estarão invadindo casinhas de 80 m2. Além do mais, muito me admira o Sakamoto fazer uso desse tipo de argumento. Fazendo um paralelo: não sou negro nem homossexual. Se algum dia eu vir um negro ou homossexual sendo agredido ou tendo seus direitos violados, vou fingir que não é comigo, ok?

      Cão Do Mato 9 horas atrás

      Comigo aconteceu a mesma coisa. Invadiram uma casa que meus pais construíram em Itanhaém. Dei sorte porque fui para lá bem no dia da invasão. Duas velhotas, acredite! Como a invasão não estava consumada, consegui tirá-las no mesmo dia. Mas se eu tivesse demorado uma semana a mais, só uma semana, já era…

      Odeio tudo isso 9 horas atrás

      Cão. Isso já acontece. Há uns quatro anos, uma pessoas de minha família conseguiu comprar uma pequeno terreno de 8×20 na Ilha Comprida, litoral sul de São Paulo, e nele fez uma casa de madeira pré-moldada para passar os fins de semana com a família. Para a surpresa do mesmo, certo dia quando desceu para a propriedade a mesma estava ocupada. Levou mais de um ano para ele conseguir a desapropriação e ter novamente o direito de utilizar o imóvel, que lhe foi entregue todo danificado. É pobre invadindo casa de pobre.

      Abraão Soares 10 horas atrás

      “aceitar bovinamente um destino horrível em uma sociedade que, apenas teoricamente, não é de castas. Ou lutar para sair dessa condição.” >>> Para que alguém “lute para sair dessa condição” é preciso que alguém outro não só “aceite bovinamente um destino horrível” e trabalhe para pagar suas contas, mas trabalhe um pouco mais para pagar as contas do “lutador”.

      wirtome 6 horas atrás

      maravilhoso , foi incrivelmente preciso. parabéns

      Sebastião Cláudio Ramos 9 horas atrás

      Como é sabido governos não geram recursos, eles gerenciam e porcamente por sinal os tributos pagos pela sociedade, logo para fazer benesses à alguns, outros estarão pagando a conta, quero ver o dia em que os pagadores se cansarem ou exaurir sua capacidade, como será mantida a filosofia Sakamotiana, os Venezuelanos estão descobrindo a duras penas o resultado da política assistencialista do governo bolivariano da dupla Chaves/Maduro. A simpatia, a tolerância e o flerte constante com aqueles que transgridem é o estopim que culminou com o lamentável episódio do linchamento no Guarujá, ou passamos a respeitar as leis no seu todo e não aquelas que nos convêm e vivemos um sistema institucional ou nos preparemos todos para a barbárie.

      a.cieri@bol.com.br 9 horas atrás

      O Sr. Sakamoto convoca a partir desse momento, todos seus pares proletários do MTST e do MST à iniciar as invasões as residências, casas de praia, sítios e fazendas dele, de seus amigos, principalmente dos professores da PUC, inclusive do reitor…..parabéns Sakamoto….vc é déz !! E viva o bolchevismo !!!

      Liguria 9 horas atrás

      Sakamoto, INOCENTE É O LULA, QUE NUNCA SABE DE NADA…

      FADL 8 horas atrás

      Na antiga URSS ou nas atuais Cuba e Venezuela, Sakamoto seria alto membro do partido, espalhando ao quatro ventos suas posições sociais… Em contra partida moraria em mansões, teria carrões, comeria caviar…

      OnTheAir 7 horas atrás

      o povo brasileiro acredita, bovinamente, que a atual situação que o país se encontra mudará, da água para o vinho , sem luta, sem sangue e sem lágrimas. Em toda a história do mundo uma situação como a que vive o Brasil hoje com poucos usufruindo e vivendo nababescamente às custas de muitos ocorreu sem lutas. O que brilhantemente o Jornalista expôs foi a indiferença de grande parte do povo bovino desse país para as reais necessidades. E como o povo bovino aceita ser comandado e teleguiado pela ilusão de justiça

      NORDSK 5 horas atrás

      Mais um iludido que senta nos bancos de uma faculdade e já quer mudar o mundo. Daqui a pouco vai ter o seu ‘choque de realidade” quando cair na selva de pedra para conquistar seu espaço.

      billy bones 6 horas atrás

      nem tudo que teu professor te fala é verdade, garoto.

      Mduo – 11 78 6 horas atrás

      sou a favor de que reinvindiquem seus direitos e garantias básicas.. mas, invasão de propriedade privada também é crime, e não posso ser favoravel a essa pratica. eu não tenho uma ferrari, então posso me apropriar da primeira que eu avistar estacionada?? ah vá!!

      Marina2011 1 hora atrás

      Mduo, parabéns pela lucidez. O texto do blogueiro carece disso…

      JOAKIN MANUEL 6 horas atrás

      MORO DE ALUGUEL,NUNCA TIVE CASA PROPRIA, MAS E DAI , CONTINUO VIVENDO , A MINHA CASA PROPRIA VAI SER LA NO CEMITERIO ,AFINAL NAO SE LEVA NADA DESTA VIDA

      M ara 6 horas atrás

      Não concordo com invasões, depredações e nem o que está acontecendo no Brasil.Há pessoas se aproveitando da situação, com moradia e querendo ganhar sim, tudo de ” braços abertos”..Nossos pais ” camelaram”, trabalhando para nos criar e em porisso fomos invadindo, depredando e queimando tudo pela frente, pq não tinhamos casa própria..Há casos e casos..precisa muita cautela..

      Buttercup2 6 horas atrás

      Esse texto reflete exatamente a tal “esquerda caviar”. Se bobear, digitou esse texto do seu imac comprado na última viagem aos Estados Unidos. É a hipocrisia comunista.

      martinha 25 6 horas atrás

      Sakamoto fica incitando a desordem, a baderna! Ele quer que voltemos a ignorância total, tdos armados até os dentes para defender seu direito a propriedade adquirida a custa de trabalho e imposto. Sim pois qualquer transação imobiliária paga-se altos impostos ao governo que os desvia descaradamente.

      LylyC 6 horas atrás

      O senhor Sakamoto está aplaudindo e aprovando com seu artigo, o desrespeito às leis e propriedade privada. Mas o que se pode esperar de alguém que crê cegamente nos mantras esquerdistas que lhe foram ensinados durante sua vida escolar? Nada, além de mais um “bovino” que foi doutrinado segundo a cartilha marxista.

      Selma Carnieto 6 horas atrás

      O que o governo tem conseguido é colocar O POVO x O POVO. Todos sem exceção tem direito a saúde, habitação e educação… quando tudo isso falta e aqueles que de forma “suada” conseguem ter acesso precário … estes se insurgem contra aqueles que buscam “no grito” conseguir… Infelizmente o povo… está a mercê de seu próprio destino… Achar que há governo!!! rsrsrsrs… Utopia… O que estamos vendo é a ineficiência do Estado colocar O POVO CONTRA O POVO…. Acorda Brasil…. Ótima reflexão….

      vai levando 6 horas atrás

      Olha… eu tento ler seus textos pq acho democratico ouvir a esquerda… mas dai pra apoiar invasões a propriedades privadas, pichações e quebra quebra não da…. querem protestar, justo! É previsto em constituição! Vão na frente do palacio do governo, da prefeitura, ou planalto e cobrem os politicos pelos seus direitos fundamentais… e não invadam uma propriedade privada de outra pessoa e queiram fazer valer seu direito a força oprimindo um cidadão terceiro… esse é o problema da esquerda… sempre tenta justificar atos criminosos dizendo que o que vale é a intenção… é somente cometido o crime para um mundo melhor colorido e social… vocês são pateticos e oportunitas! Um bando de vagabundos Sim!! Estavam ontem ao lado do meu escritorio na frente da Andrade Gutierrez…. tinha meia duzia de gato pingado e nenhum ali parecia de fato miseravel passei no meio deles e vi… são baderneiros profissionais que lembram muito mulecadas de centro academicos…. vivem de fazer greves e militancia… como se isso fosse profissão! A exemplo do Senhor Lula que a vida inteira fez o mesmo…. esse é o legado maximo que ele deixou para o Brasil…. e esse é o ponto de por que a grande maioria da sociedade, que vcs chamam de coxinha, não aceitam esses movimento imbecis como legitimos…. para e pensa Sakamoto… vc é massa de manobra de politicos corruptos que não querem o bem do povo… não querem igualdade nem na cadeia vide o Sr Dirceu e seus privilegios na Papuda….. mas

      Wboare 6 horas atrás

      Sakamoto, que lindo !!! depois que legalizar eles vão vender e se fazer de sem teto novamente, virou profissão…e quem paga somos nós que trabalhamos e pagamos impostos. Leva todos eles para morar na sua casa !!! Pelo seu discurso, você é Comunista, e Comunismo é isso: dividir o que é dos outros é fácil …

      Peter C 6 horas atrás

      Se invadirem a casa desse Sakamoto ou do Lula…da Dilma….quero ver se nao vão e tirar todo mundo de lá rapidinho…Pára de falar tanta asneira!! O problema é Federal e querem que São Paulo resolva? Meus impostos estao financiando moradias até pros Haitianos …tenha dó. Obvio que deve existir um programa sério de habitação..mas isso é baderna.

      47melão 6 horas atrás

      BEM LEMBRADO, LOGO A TIA DILMA DECRETA A “BOLSA HAITI” E TERÃO DIREITO A VOTO.

      Catedrático 6 horas atrás

      1o – Nenhum país socialmente bem sucedido do mundo promoveu igualdade social tomando a forceps propriedades privadas que estão com as contas em dia. 2o – O fato de qualquer terra ser improdutiva (conceito absolutamente vago, aliás) não corrobora o direito à invasão! Todo e qualquer processo de absorção desta pelo estado deve ser feita por vias JUDICIAIS! No dia em que isto não for verdade, eu (que tenho posses) também vou invadir terras por aí com a alegação de improdutividade. Parafraseando o internauto, a ignorância é um lugar quentinho, mas mais quentinho ainda é apoiar invasão de propriedade privada sentado na sua própria, livre de invasões e ganhando um bom dinheiro pra escrever para um jornal que é em grande parte financiado por anúncios de construtoras, COMO É TEU CASO, SAKAMOTO!

      47melão 6 horas atrás

      Sakamoto, primeiro roubou a frase do cantor, nada original. O bando que invadiu um terreno ou invade propriedades particulares tem que ser expulsos, sim senhor. Faço aqui, e espero que seja publicado, a seguinte proposta. Deem aos invasores o imóvel, terreno ou casa casa e facilitem a compra de eletrodomésticos e facilidades. Depois da família instalada e mesmo que esteja pagando, eu um bando de amigos iremos invadir e expulsar o morador de lá. Afinal temos os mesmos direitos ou não?

      WILL WALL 6 horas atrás

      Sakamoto, sua matéria pode pegar muito bem entre pessoas interessadas em manter o PT no poder. O brasileiro trabalhador, esta cansado de pagar impostos para manter uma monte de bolsistas, cotistas, sindicalistas, corruptos e diretores de estatais.Esta ocupação é eleitoreira e todos sabemos disto. Não vi ainda, nenhuma manifestação a favor de mais empregos e controle de natalidade. O BRASIL precisa de pessoas éticas e a favor dos direitos coletivos e individuais.

      WChurchill 6 horas atrás

      Quanta bobagem em apenas um texto — voce deve ser admirador de Stalin, que matou mais gente que Hitler! Tudo pelo social … vá morar na Venezuela ou em Cuba. Inocente são as pessoas que a sua ideologia nefasta matou aos milhões

      Rbcm 6 horas atrás

      Sakamoto = lógica rasteira, frouxidão ética, pelego do PT

      Fridoca 6 horas atrás

      Me incomoda muito quem defende as invasões sem morar na periferia… Se você estivesse ao lado de uma invasão (assim como eu estou e que não é esta do parque do carmo) saberia que não são tão inofensivos assim… está cheio de “teóricos”, “filósofos” que só conhecem a periferia pela literatura. Se morasse lá, saberia que o que falta não é oportunidade e sim vergonha na cara! Muitos lá, querem uma única oportunidade que é a de bater a carteira do mais próximo. Concordo tb com o Buttercup2.

      Heitor Miotto Jr 6 horas atrás

      E alguém ainda se surpreende com os textos deste senhor? Já é mais que claro que ele funciona como um Porta_voz informal deste (des)governo que está no momento no poder , na minha humilde opinião. Gostaria de ver qual seria sua reação se sua casa ou terreno ( ou de uma pessoa próxima a você ) fosse invadida/o.

      sergionatel 6 horas atrás

      esse é o pensamento que vem tomando conta da nossa sociedade. Um grupo resolve invadir a propriedade que lhe dá na telha, publica ou privada, é recebida pela presidente da republica , que faz reforçar a ideia de que invadir vale a pena, e vem pseudo jornalista defendendo tal ação. Depois estranham porque o pais está indo para o buraco, porque os agentes economicos deixam de investir. Enfim, o PT inaugurou a fase “trabalhar pra que” nesse país.

      celciohk 5 horas atrás

      você esqueceu o: estudar pra quê, basta dizer que sou minoria, ai eu tenho cotas, e assim vai, criando cada vez mais párias por não terem lições de pescar, mas, recebendo peixes,

      rendido 6 horas atrás

      Caro Sakamoto, vc. nao e’ digno de ter uma coluna neste site, pois, cade a denuncia do FRIBOI sobre trabalho escravo no Pontal do Araguaia-MT? Nao poderiam ter recebido financimento direta ou indiretamente de bilhoes…..Agora vc. coloca que estas pessoas sao massa de manobra para gente ligada ao ex-grupo INPAR para forcar a desapropriacao por parte da prefeitura pagando uma exorbitancia (foi pago menos que 5 milhoes de reais pelo terreno ha 2 anos). E lembrando que este mesmo grupo fechou com a Prefeita marta Suplicy, a troca de de um terreno na Raposo Tavares, com um terreno com escola na Vila Nova Conceicao……e agora esta tentando dar outro golpe, com o Haddad junto??????? tenha vergonha meu amigo, o unico avestruz que coloca a cabeca no buraco e’ o Sr. SAKAMOTO…

      Amauri Chicarelli 6 horas atrás

      Divida suas propriedades, seu salário e o que vc ganha do PT com eles. Fazer caridade com o que não nos pertence é muito fácill.

      Adriano Ferreira 6 horas atrás

      O problema amigo não esta no dono da terra, nem no uso que ele faz dela, pelas regras do capitalismo o proprietário fará o que achar mais viável economicamente. A sociedade tolerava melhor esse tipo de movimente, porém deixou de tolerar quando percebeu que isso era moeda de compra de votos. Tudo o que for distribuído, deve ser dado em nome do estado, não pode ser usado para fins eleitoreiros.

      ndmaciel 5 horas atrás

      Sakamoto, ideologicamente nós sabemos que o mundo de seus sonhos não dá certo. ( estude história ) Vamos conversar sobre direito legal. O terreno em questão, o dos seus “sonhos” é sim de uma construtora ( que para voce tem uma certa conotação pejorativa ) e foi dado como garantia para empréstimos em banco, ora !!! Portanto ele não pode ser invadido, nem doado, nem vendido, nem nada, ele é do banco. pare de ser “esquerdinha caviar” e vem pro mundo real, das pessoas que trabalham e estão pagando impostos absurdos !!! Quer defender inclusão ? Vamos começar então por direito a saude, a segurança e transporte já !!! É urgente, para hoje e aqui no Brasil, sem esta de financiar governos “amigos” !! Isto sim seria a inclusão que estamos precisando !! Parem de dar dinheiro em bolsas para melhorar os índices e contar para todo mundo que o brasil melhorou… isto é falso, é subsidio do estado e não por produtividade. Vai explodir um dia, a conta não vai fechar e voce sabe disto. Uma economia não sobrevive assim e pessoas intelectualizadas ( mesmo ? ) como voce deveriam já ter colocado a “boca no trombone” a muito mas ficam neste discurso pequeno de nós, a sociedade perfeita contra os… chega !!!

      Armando Menecucci 5 horas atrás

      Realmente, acredito que se chegou ao cume, nunca li tanta besteira e tão pouco espaço, dessa vez o colunista se superou. Rasguem-se todos os códigos, viva o anarquismo.

      dirceucelini 5 horas atrás

      Na bandeira brasileira tem duas palavras que até agora não foram colocadas em prática pelo nossos governantes. “ORDEM E PROGRESSO”. Para isso precisamos de uma atituede importante que se chama patriotismo que por sua vez significa pensar no coletivo e não no individualismo, para isso precisamos respeitar as leis, as regras. Invadir uma propriedade privada é violar a lei, é baderna e coloca o país em desconfiança no mercado internacional. Hoje muitas pessoas usam do expediente pra sair ganhando. Precisam fazer uma investigação nessa turma de invasores. Precisamos de políticas criativas para resolver os problemas, sim, mas sair invadindo propriedades privadas ou até áreas de preservação ambiental vai só piorar as coisas. Deve existir pessoas dentro da prefeitura que repassa informações privilegiadas para esse pessoal quanto a prédios vazios, pois estão invadindo prédios bem fechados. O governo precisa regaçar as mangas e trabalhar e colocar ordem na casa e valorizar quem trabalha e deixar de apoiar essas idiologias hipócritas e larápias.

      rendido 5 horas atrás

      Acho estranho Sr. Sakamoto, porque a prefeitura nao vota a lei para transformar o terreno em ZEIS, e cobra o valor do IPTU condizente…..lembrem, o grupo do Sr. Parizoto, foi o mesmo que comprou a casa dos Suplicy, e trocou o terreno na Vila Nova Conceicao por outro na Raposo tavares……Precisa investigar estas relacoes com a prefeitura de Sao Paulo. Se invadirem, os invasores devem pagar diretamente ao proprietario, nada de desapropriacao, o valor atual por ser um terreno com varias restricoes de uso nao passam de R$ 5 milhoes….

      ssedistribuidora8040 5 horas atrás

      por acaso você conhece as leis que garantem a propriedade? você é fundamentalmente incoerente e descompromissado com a verdade.

      CGaillard 5 horas atrás

      Nunca vi um jornal/portal de notícias abrir espaço para tanta gente ruim escrever. Às vezes, venho a este espaço e penso: “vá lá, vamos dar uma olhada, quem sabe melhorou… O rapaz esforça-se, vamos dar-lhe uma chance…”. Mas realmente, está difícil.

      Magrão “faz tempo” 5 horas atrás

      Boa tarde Sakamoto, repito sim ” Trabalho igual a um condenado” , “pago meus impostos(q não é barato) , pago “prestação da minha casa”, aí vem ümas pessoas”querendo uma casa/moradia ?? trabalho desde os 12 anos de idade, ninguém nunca me deu nada, o pouco q tenho foi trabalhando, “respeito sua opinião”, mas sou contra . Abçs.

      Wboare 5 horas atrás

      Regra básica de todo Comunista: Subtrair somente no que é dos outros e somar somente no que é meu !!!

      luizz fernando 5 horas atrás

      Até que o Sakamoto está evoluindo: não colocou a culpa da invasão na classe média alta paulistana.

      MarcielS 5 horas atrás

      Leia de novo. É isso que diz nas entrelinhas.

      MAURICIO_B 5 horas atrás

      nunca vi tanta babaquice, em um mundo perfeito onde todos trabalham e são honestos essa filosofia funciona, mas onde movimentos como esse de ocupação servem para saquear patrimônio privado e depois vender para se juntar a outro movimento é piada , no Brasil se você dividir tudo igual para todos , no outro dia tem alguém com duas partes, quero ver o dia que você tiver de dividir um apartamento com alguém onde somente você paga a conta se vai gostar, hipocrisita tem limite meu velho.

      Hjunior0710 5 horas atrás

      Realmente não da pra entender, o errado então sou “eu”, que trabalho, pago impostos, acordo cedo todo dia pra tentar melhor minha vida e o futuro dos meus filhos digna e honestamente?? Ahhh ta!! O certo é invadir, depredar, coagir, tomar a força independente da legalidade do ato?? Ahhh taaaaa!!! Pq o Sr. colunista não leva os invasores pra sua casa?? Comece dando o exemplo Sr. Sakamoto tenho certeza que as bobagens que vc fala começarão a ter mais sentido.

      NORDSK 5 horas atrás

      Quer terreno, quer casa, compre! Invadiu propriedade de terceiros, tem que ser processado, é um criminoso!

      Lê 5 horas atrás

      Mais um blogueiro petista publicando textos ridículos…

      Haroldoqbf 5 horas atrás

      Sakamoto, com certeza você não ocupa todos os cômodos de sua casa. Então porque o senhor não libera um deles para um família de sem-teto morar e assim o senhor da o exemplo de função social e o quanto o senhor é solidário com a causa… Pessoas como o senhor deveriam cair no ostracismo, o brasileiro esta cansado de pessoas demagogas como você e a corja vendida… A partir de outubro é melhor começar a arrumar um emprego, pq a sua mamata vai acabar!

      GEMADO 5 horas atrás

      Todos sabemos, menos o Sakamoto, que as invasões são uma indústria política. Cidadão decente, sempre comprou seu terreninho com dignidade, pagou prestações construiu sua casinha aos poucos porem com a cabeça erguida. Esses verdadeiros desocupados, que são cooptados por partidos políticos, para fazerem manifestações e ganham pontos em carteiras, com promessa de serem sorteados com a casa própria. Os inscritos no pro-uni, é a mesma coisa, tem obrigação de participar de manifestações. Aliás essa turma dos sem teto, sem casa sem nada, tem tempo para fazer passeatas durante o dia, e quando trabalham?????????? Como as demais pessoas que pagam seus impostos?

      Airton de Souza Jr. 5 horas atrás

      esse pessoal da esquerda caviar me racha a cara de vergonha…..vai lavar essa cara Sakamoto! Já que vc é tão revoltado com a questão dos sem teto….libera um cantinho na tua casa e leva umas duas familias para dividir com vc o mesmo teto..ai sim vc teria moral para poder falar alguma coisa.Porque incentivar pessoas a invadir propriedade dos outros fica fácil e parece nobre…..fica a ai minha sugestão!

      Irineu Trentin Junior 5 horas atrás

      Sr. Sakamoto, o senhor reside no Sumaré, Perdizes ou Pinheiros? Que tal deixar sua casa e morar com os invasores? Falo com conhecimento de causa, pois sou formado na mesma PUC que vc (conheço bem o ranço demagogo dessa institituição sem , contudo, deixar-me contaminar) e ainda por cima nasci e me criei em Itaquera. Desça do seu pedestal, pois daí é muito fácil falar.

      CaCo3 5 horas atrás

      O direito de um indivíduo termina onde começa o direito do outro, ou se preferir, a partir do momento em que “invade” o direito do outro.

      Paulo Henriq 5 horas atrás

      Desculpe-me Sakamoto mas seu Doutorado é falho e desatualizado, eu vivo muito próximo o suficiente de uma “invasão” para afirmar que muitos invasores são pessoas espertas e que não se importam de vender o tal terreno para entrar na fila do Bolsa- aluguel, muitos destes muito antes de conseguir moradia já estão pensando no proximo terreno a ser invadido.Como projetar progresso e desenvolvimento social se incentivamos a falcatrua e a roubalheira ? o sujeito quer uma casa com água , luz e telefone, a tv a cabo ele faz gato, e quanto chegar a conta para pagar ele prefere vender e novamente ter beneficios, que tal falar sobre as areas do MST no MS ? ou do MTST que querem invadir o centro de SP, ou da crise da agua que tem como principal problema o roubo nas tubulações pela comunidades que se recusam a pagar a conta?

      dudutio 5 horas atrás

      PARA VARIAR, MEUS COMENTÁRIOS SÃO CENSURADOS. E OLHA QUE EU NEM XINGUEI NINGUÉM… MAS CONCORDO COM TODOS QUE DISSERAM QUE O SAKAMOTO DEVERIA DOAR TODOS OS SEUS BENS PARA OS SEM TERRA E SEM TETO E IR MORAR EM CUBA. É FÁCIL DEFENDER OS INVASORES QUANDO SE ESTÁ NO “BEM BOM”

      RedBaron 5 horas atrás

      Os beneficiaries do Fundo de Pensão AERUS foram furtados de suas aposentadorias. O STF já determinou que a União pague sua dívida. Há dois anos tentam falar com o Governo. Os sem teto em UM DIA foram recebidos por nossa Presidenta. Explique, por favor Sakamoto.

      santista822 5 horas atrás

      “Ou seja, querem poder participar, pagar por seu imóvel.” Então,façam a coisa certa.Cadastrem-se no programa “Minha casa,minha vida”. É justo passar na frente de milhares e milhares que estão na fila esperando? Onde está o seu senso de justiça, japa? A maioria não tem tempo de sair por aí invadindo terrenos,porque trabalham.E aí como fica? Mais uma vez você está do lado errado.

      TIRANDO À LIMPO 5 horas atrás

      Meu amigo, ou vc é bobo ou se faz de bobo. Que segurança jurídica o país teria se adotasse suas teorias?? Se eu comprar um terreno lá fora da cidade, pra daqui a 20 anos eu vender e lucrar com a valorização, não poderei sob pena de um bando que não soube administrar sua vida invadi-lo a hora que der na telha??? Se for pra ler a Constituição então leia-a inteira, o Direito a propriedade também é garantido ao cidadão. Se existe deficit habitacional o problema é do governo que assegura esse direito; agora querer garantir o Direito de uns em cima do suor de outros é pilantragem. Conheço vários casos de gente, que além de ganhar suas casas quase de graça ainda querem exigir uma boa localização, não aceitam morar onde existe programas habitacionais. Ora se o país adotou o sistema capitalista que siga a regra, ou assuma sua faceta é publique a regra do jogo para que os incomodados se retirem. O rumo que esse país está tomando com esse governo é Lamentável, mas há quem inveje Cuba e Venezuela.

      Caca Monte 5 horas atrás

      50 comentários publicados. Praticamente todos assinados por pessoas que repudiam essas teorias esquerdistas demagógicas que, na prática, fatalmente conduzem ao totalitarismo e miséria. Alguém conhece pelo menos um País socialista bem sucedido, em que haja liberdade de fato e bem-estar entre o povo? Claro que o Sr. Sakamoto vai simplesmente denominar de reacionários e conservadores todos os que estudam e trabalham decentemente, e que não participam das tais “lutas” pelo social: invasões, depredações, saques, anarquia…

      vai levando 4 horas atrás

      Bem isso!! 99,9% é contra o que os caras pregam e fazem e eles dizem… Tudo coxinha reaça e pronto somos uma democracia de direito… kkkkkkkkkkkkkkkk Essa esquerda brasileira é patetica!

      Hélio Alves 4 horas atrás

      Pq sera que não acho nenhuma fazendo produzindo que seja de pessoas que eram sem-terra?? Sera que é pq vendem as terras??

      Edmundo animal 3 horas atrás

      Artigo legitimando o desrespeito à lei, através de invasões de propriedades privadas, sob o argumento de que o “social” se sobrepõe aos interesses particulares. Em suma trata-se da mesma ladainha de sempre. Porém o que esperar de um “doutor” que se orgulha em aparecer nas fotos empunhando armas ao lado de guerrilheiros, pensando que está “bem na fita”? Fato é que o amadurecimento vem com a idade, então quem sabe no futuro Sakamoto evolua, ou nao! Tenho dito.

      billy bones 2 horas atrás

      a esquerda acha que o pobre é burro e limitado, e só pode conseguir as coisas na base da invasão. assim, a retórica desses pseudo-intelectuais tem que ser essa: “distribuir”, “conceder”, “dar”, sempre de cima pra baixo, dos “iluminados”, dos ditadores liberais, dos filósofos, para os ignorantes, que tem que estar sempre abaixo deles, e agradecidos. quem sobre na vida, e sai da obscuridade, por seus próprios meios, sem “dádivas”, é taxado de burguês. vão trabalhar, cambada de filósofos (?), cientistas sociais(?), sociólogos, etc!!!

  8. Em toda fila que eu pego (bancos, lotéricas, etc.) cada vez mais vejo gente indignada com o pt, desde as pessoas mais simples (é, não tem mais dessa de partido dos pobres) até as mais esclarecidas. Acho que é o momento certo para a direita agir e se fortalecer.

  9. Luciano, você sabia que o poder é homem, heterossexual e branco? Pois é o que afirma Ideli Salvatti, ministra dos Direitos Humanos. E o título da matéria da Revista Fórum acaba dando margem a um amplo disparo em leque contra significativa parte do povo brasileiro, ainda mais depois que lemos que o que a Ideli disse, em que até o próprio pessoal da revista fez uma ressalva entre parênteses:

    Para a ministra, se trata, no fundo, de uma luta contra o patriarcado. “É de poder, para ser exercido em nome e a favor de todos ou em nome e a favor de poucos. E ela tem muitas facetas. Muitas. O machismo é uma delas. O racismo é uma delas. O patrimonialismo é uma delas. A violência contra trans e lesbo é também uma delas. O poder, infelizmente, é homem, branco, rico e hétero. O poder é isto, no nosso país (mas a presidenta da república é Dilma Rousseff), e é por isso que a gente tem que cotidianamente trabalhar, disputar e avançar”, disse Ideli Salvatti.

    Se infelizmente o poder é homem, branco, rico e hétero, quem é o poder? As empreiteiras que financiam campanhas e que por vezes recebem grana do BNDES para ir fazer obra lá fora? As empresas automobilísticas estrangeiras que venham dos Estados Unidos ou da Europa (afinal, japonesas e coreanas não se enquadram na parte “branco”)? E o que vem a ser “rico”? Algum homem heterossexual e branco que ganha R$ 5 mil está incluído nessa? Logo, é possível que muito homem branco e heterossexual por aí está sem saber sendo visto como esses a quem a ministra demoniza.
    Observe-se que ela deu uma transmutada no discurso habitual dos marxistas-humanistas-neoateístas. Em que pese ter sido proferido quando da parada gay paulistana e, portanto, com certos contextos a influenciar, agora ela fala de violência contra transexuais e lésbicas. Sim, até mesmo os homossexuais masculinos foram retirados do discurso, em que pese eles serem as maiores vítimas de violência no setor arco-íris da população brasileira (assim como homens heterossexuais são as maiores vítimas de violência no país, sendo mortos em uma razão média de 9 para cada mulher que perde a vida).

    E vamos para a tal “retórica balofa” e perguntar o que vem a ser patrimonialismo, bem como se podemos considerar racismo também quando um negro agir contra um branco pura e simplesmente por este ter cor de pele mais clara. E o mais interessante de tudo é que em um espaço tão MHN quanto o site em questão, um monte de gente está descendo a lenha na ministra.

  10. Novidades aos interessados, a Rachel Shererazade assinou renovação de contrato com o SBT e parece que fica no jornal e possivelmente ainda ganhe um programa semanal extra pra meter o pau nesses esquerdistas canalhas; de quebra a reação foi imediata da Jandira que já solicitou imediato corte de verbas governamentais para o SBT.
    Outra notícia interessante para mostrar como as táticas esquerdistas pró-criminalidade sempre escondendo a verdade com a fumaça dos “direitos humanos”, querem liberar definitivamente a entrada de drogas, armas e celulares nos presídios:
    http://ultimosegundo.ig.com.br/brasil/2014-05-08/ongs-engrossam-coro-pelo-fim-da-revista-vexatoria-nos-presidios-brasileiros.html

  11. O esquerdismo e suas táticas de controle de poder, controle das pessoas, criação de normas, implantação de idéias distorcidas sobre temas variados; tudo isso foi implantado lentamente e sempre acobertado pela fumaça ludibriante dos direitos humanos, liberdade, direitos sociais nobres( saúde, educação, segurança, alimentação….); tentar reverter um quadro tão avançado de infecção requer um tratamento semelhante ao usado por eles, qualquer tentativa de combate aberto e agressivo tende a ser mal visto pelo alienado que se sente confortável na situação em que se encontra, temos que ser tranquilos, moderados, muito ativos, e temos que sair do tecnicismo teórico que restringe muito o universo de pessoas aptas à compreensão dos males do esquerdismo, precisamos de simplicidade e demonstrar aos manipulados que a vida deles na verdade piorou com as estratégias esquerdistas; vou dar um exemplo real, se vc chegar para um assistido de bolsa família e criticar o sistema, ele como escravo dessa esmola vai te ver com maus olhos mas se vc provar que antes da bolsa o cara tinha uma vida melhor, sem dependência, uma vida produtiva, que seu sítio era produtivo e não um matagal, que seus filhos eram trabalhadores e não vagabundos drogados, que suas filhas casavam e tinham suas famílias e não engravidavam com 12 anos, vc mostrará a fraude na vida real e não em um mundo intelectual e distantes da massa. A luta é dura e longa mas vai ser ganha, mas a estratégia tem que ser bem traçada, se não for vamos ficar dando murro em ponta de faca.; mas uma coisa me deixa feliz é que não há como negar o renascimento de um pensamento não politicamente correto que está sendo cada vez mais discutido em todos os lugares e até por pessoas pertencentes aos grupos dos idiotas úteis, as pessoas parecem que estão acordando desse sonho delirante regado pelo ópio vermelho destilado pelos canalhas esquerdistas. Acho que esse acordar pode ter sido causado por erro estratégico dos canalhas que andaram exagerando na dose de manipulação e controle, meu medo é eles se darem conta disso e moderarem o extremismo, isso pode esfriar o movimento contrário à eles.

    • Esse artigo imundo é uma mentira atrás da outra.Eu estou dentro de uma federal, ninguém me contou nada, EU VEJO professores baixando o nível pra facilitar a vida dos cotistas sim, cotistas desistindo do curso sim, e o racismo crescendo dentro da universidade SIM.

      • No meio de tanta mentira, pra ver a verdade basta se lembrar que as universidades públicas estão considerando criar cursinhos para ensinar pros cotistas as matérias básicas que eles não sabem, e que são necessárias pra entender as coisas mais avançadas.
        Ou seja, graças às cotas a universidade deixa de ser universidade e vira colégio.

    • Destaque também para o fato de que o cara do Pizzaria Brasil parece estar bem safo em relação à dinâmica do marxismo-humanismo-neoateísmo brasileiro. Em vez de postar no YouTube, que pertence ao Google, tem escritório no Brasil e, portanto, está sujeito ao Marco Civil, ele postou no Vimeo, que torcemos para que não tenha escritório aqui. Logo, o vídeo está pelas leis americanas, que permitem sossegadamente todo e qualquer tipo de expressão.

  12. Falando em enquete online, queria muito saber a opinião do Luciano (e de outros leitores que porventura tenham conhecimentos avançados de computação) sobre a segurança de enquetes online dos sites da Câmara e do Senado. Vocês acham que essas enquetes online, deveriam ser usadas para a aprovação ou criação de projetos de leis que afetem o país inteiro? Alguém já chegou a testar a segurança do sistema de votação desses sites específicos?

    Particularmente, acho uma péssima ideia (principalmente para a direita) dar credibilidade a essas enquetes e petições online, pois é mais uma forma de o governo manipular a população pela via software, que nem já ocorre nas urnas eletrônicas.

    Leiam os artigos abaixo:

    http://www12.senado.gov.br/noticias/materias/2014/04/15/enquete-sobre-marco-civil-da-internet-e-retirada-do-ar-por-suspeita-de-votacao-irregular

    http://www12.senado.gov.br/noticias/materias/2014/05/08/proposta-de-desmilitarizacao-da-policia-mobiliza-internautas-nas-redes-sociais

    http://veja.abril.com.br/blog/reinaldo/geral/os-bons-fascistas-o-petista-pedro-abramovay-chefao-da-avaaz-no-brasil-considera-se-juiz-de-um-tribunal-de-excecao-e-comandante-de-um-pelotao-de-fuzilamento

  13. Estás escrevendo algum livro, caro Luciano? Vc já teria material para publicar obra de sua lavra, não? Se pretendes, seria com certeza um de seus leitores. Abç., Gabriel.

  14. Luciano, você viu o Ney Matogrosso descascando o verbo sobre o Brasil na mesma RTP que entrevistou o Lula pouco tempo antes e ouviu do ex-presidente que não existiu Mensalão?

    http://www.youtube.com/watch?v=Hrgh6c9NBlw

    Achei que ele mandou bem na coisa, ainda mais pensando que ele é alguém que faz questão de se manter afastado de política partidária, militância ideológica e militância gay (vide entrevistas anteriores dele em que ele fala que recusa ir a parada gay ou mesmo frequentar lugares especificamente gays por não querer resumido a um único aspecto de sua vida). Porém, provavelmente ele deve ter notado os obstáculos da política brasileira e mesmo no governo que teoricamente dizia que ia levar a classe operária ao paraíso, uma vez que sua única militância é pelos pacientes com hanseníase e essa ainda é doença altamente estigmatizante.
    Usando termos que você usa, acho que ele controlou bem o frame. Na entrevista completa, ele também fala de casamento gay e da polícia carioca. Pode ter algumas coisas a se dizer em que ele não tenha mandado tão bem, mas no geral eu acho que ele foi bastante coerente com sua trajetória de vida.

    • Acho interessante e positivo o fato de que muitos artistas que no passado caminhavam lado a lado com os esquerdistas hoje conseguem ver o que vem ocorrendo, outra coisa é o fato de que homossexuais normais( não vinculados a ideologias gayzistas) são neutros em relação ao casamento gay e geralmente não participam dessas paradas gays, veja o exemplo do Clodovil que em uma falação foi muito vaiado por gayzistas fascistas: https://www.youtube.com/watch?v=VUxzYcS2c6c

      • No caso específico do Ney, que se observe o fato de que ele quer ser visto como uma pessoa e valorizado pelo trabalho que faz e por aquilo que ele é enquanto pessoa. Ele historicamente mostrou que não gosta de ser resumido por um único aspecto de sua vida, bem como recusa andar no “mundinho” gay (diz ele que todos os casos amorosos de sua vida surgiram em ambientes de amplo público, como bares e outros tipos de estabelecimento e o mesmo disse que nunca pôs um pé em balada gay). A mim essa afirmação dele, que acaba sendo mais da vida pessoal, acaba sendo coerente se pensarmos no tanto de heterossexuais com quem ele fez parcerias musicais durante sua carreira, além de fatos interessantes de sua vida, como as cenas de humor que fez com os Trapalhões (sendo que ele sempre foi bastante sério fora do palco).
        Vamos também considerar que, em se imaginando que a média de escolaridade homossexual é maior que a heterossexual, isso significa que os mesmos não só têm acesso a mais conhecimento como também estão mais capacitados a decodificá-lo. Somando-se aí a variável do conhecimento que meio que por inércia vai atingindo até mesmo os menos interessados em adquiri-lo, é bem possível que esteja com certo grau de dispersão no ambiente deles o tal fato de que Marx os considerava um “desvio burguês” que deixaria de existir quando se atingisse a utopia socialista, bem como também o fato de que ninguém matou mais homossexuais na história da humanidade do que os comunistas (e aqui sem poder considerar como distorção do que disseram os inventores da ideologia). Por isso, é de se crer que esteja surgindo alguma forma de resistência ao marxismo-humanismo-neoateísmo dentro do movimento homossexual e que ainda não estejamos captando direito.

        É interessante notar que a parada gay paulistana deste ano teve apenas 100 mil pessoas, menos gente do que em 2013. Talvez possamos considerar isso termômetro de que o MHN esteja perdendo integrantes gays de suas fileiras em uma razão maior do que a que supomos e que tal fato seja um dos motivos de estarmos vendo uma certa Espiral do Delírio entre marxistas-humanistas-neoateístas, como podemos ver no surgimento de discursos de que gordos seriam oprimidos por magros e feios seriam oprimidos por bonitos (sendo que neste último eles teriam de jogar no lixo aquele discurso de que beleza seria um padrão criado aleatoriamente por opressores).

      • Falando em política e homossexuais, eis que temos esta entrevista de Jean Wyllys a Morris Kachani, em que há alguns trechos que chamam a atenção, como:

        1) O expediente de dizer que ele seria de algo diferente do que sabemos ser mais ou menos sistematizado (gramscismo):

        Como se define politicamente?

        Eu diria que sou de uma esquerda renovada. Tenho um problema com a esquerda, que diz respeito à liberdade individual – como os direitos LGBT, ou da mulher sobre seu corpo. A esquerda sempre teve problema de lidar com isso.

        Aqui ele nota o óbvio: se um movimento é coletivista e só enxerga as pessoas enquanto partes individuais de coletivos, não há mesmo como se querer que enxergue direitos e liberdades individuais. Porém, logo depois ele já guina com coisas coletivas (sendo que o maior coletivo de todos é o povo inteiro e a liberdade individual sem prejuízo do alheio se dá não com direitos especiais para categorias, mas direitos que se resumem aos princípios básicos, até para haver a tal igualdade);

        2) A tentativa de conciliar a ideologia de Marx e Engels, que é homofóbica por princípio ao considerar homossexualidade a um “desvio burguês” e que em sua modalidade gramscista só usa os homossexuais como massa de manobra, de uma forma mais sofisticada do que eles foram usados por Lenin, com o fato de ele próprio ser homossexual e, como tal, não querer ser atropelado pela ideologia que defende:

        Como assim?

        Historicamente, a luta de esquerda na América Latina associou homossexualidade a uma reminiscência burguesa. Manuel Puig escreveu sobre isso, em “O Beijo da Mulher Aranha”. A revolução cubana mandou homossexuais para o paredão. No Brasil, você não podia dizer que era homossexual num grupo guerrilheiro, se não era expulso ou corria risco de ser rebaixado, considerado fragilizado.

        Aqui novamente ele acaba sendo o marxismo-humanismo-neoateísmo que pode e deve ser usado para combater o marxismo-humanismo-neoateísmo, e aqui sendo obrigado a admitir que marxistas-humanistas-neoateístas perseguiram sim homossexuais. Porém, observe que ele quer deixar a coisa localizada à América Latina, quando sabemos que essa perseguição ocorreu e ocorre no mundo justamente pelos tais regimes;

        3) A obrigação de assumir que Che Guevara era homofóbico, mas tentando jogar o guerrilheiro no colo daqueles que supostamente oprimiriam os homossexuais (leia-se aí os heterossexuais, com especial predileção ao homem branco e cristão):

        Como enxerga Che Guevara?

        Virou um ícone, como Mickey Mouse. Che Guevara é o macho alfa da revolução socialista. É inegável seu papel na condução da revolução, mas Guevara foi muito ruim para os homossexuais, que foram para o paredão em Cuba. Ele está associado a um espaço da sociabilidade heterossexual masculina.

        Será mesmo que só Che é o macho alfa (MHN beneficiários) de fêmeas no cio (MHNs funcionais)? Ele não é o único que faz isso e, se pensarmos na Ásia, não tem assim tanta repercussão quanto um Mao da vida. Não seria o sistema em questão intrinsecamente dependente de machos alfa que ascendem ao poder e, na via gramsciana, usam os instrumentos da democracia para solapá-la, sendo que no caminho vão tirando os direitos dos machos beta (entenda-se aí pessoas comuns sem conexões políticas ou econômicas)?

        4) Tentativa de amaciar a tal homofobia intrínseca do pensamento MHN, mas aqui revelando as mordidas que as cabeças da hidra se dão:

        E hoje em dia, como a esquerda lida?

        Tenho muito pontos em comum com meu partido, o PSOL, mas algumas divergências. Temas ligados à sexualidade ou a criminalização da homofobia não foram tão bem assimilados no partido. Há um debate que não está resolvido. Acerca da regulamentação da prostituição, por exemplo, muita gente no partido defende uma visão ortodoxa socialista de que a prostituição é subproduto do capitalismo, envolvendo a mercantilização do corpo, e que portanto seria preciso lutar por sua erradicação, e não regulamentação. É o pensamento mais tosco que já vi na minha vida. O mesmo moralismo de um partido conservador.

        Se formos pensar quantitativamente, existem mais mulheres heterossexuais do que homens e mulheres homossexuais, significando ser esse um público que os MHNs consideram ter mais potencial do que o de sexualidades não heterossexuais. Logo, eles vieram com aquele papo de que minoria não é numérica, mas sim em participação política (mesmo que a maioria do eleitorado seja do sexo feminino), de maneira a tentar conseguir esse público, que acaba sendo mais imprenscindível do que o homossexual.
        Observe-se que o projeto dele para tentar arrecadar mais impostos mesmo que na prática abrindo caminho para coisa pior (vide o que ocorreu com a regulamentação da prostituição na Holanda) encontra resistência dentro do partido, e aqui justamente pela visão MHN da coisa (vamos lembrar que Marx falava de mulheres casadas como sendo propriedade particular de um homem e que a utopia só iria se concretizar se elas deixassem de ser de um só homem). Logo, eles não iriam aceitar que mulheres que na prática estariam coletivizadas (e portanto não servindo para o propósito MHN), auferindo lucros físicos de sua coletivização mas gerando problemas que seriam indesejáveis em uma fase de normalização do processo revolucionário, continuassem coletivizadas (e aqui podemos pensar nas leis como a da Islândia que só funcionam por ser país insular e de pouca gente). Logo, vai mesmo ocorrer essa resistência, mas não porque seria “o mesmo moralismo de um partido conservador”, mas sim por ser o tal empecilho à normalização (vide a situação de muitos países gramscianizados, mas que não oferecem condições de se proibir a prostituição, em que homens pararam de se casar para usar os serviços sexuais pagos e evitar serem escalpelados por sistemas jurídicos caso ocorra um divórcio);

        5) Talvez Kachani tenha tentado de alguma forma pôr o ex-BBB contra as cordas e esteja ciente da existência de ações como os Gays de Direita, bem como pode ter feito a pergunta usando o princípio de “a menor minoria é a de uma só pessoa”, mas aqui eu acho que ele não formulou a pergunta de maneira adequada e deu brecha para que Jean saísse pela tangente:

        Você escreve que ser de esquerda é defender minorias. A direita não defende minorias?

        Muito pouco. Em termos de justiça social e erradicação da pobreza, redução da desigualdade, a direita defende muito pouco as minorias. E quando o faz é sob uma perspectiva de mercado, como se a liberdade de mercado pudesse solucionar questões como o racismo ou a homofobia. Nesse sentido, sou mais da esquerda.

        Fica a pergunta: segurança ampla e que não olha para a cor da pele ou a sexualidade da pessoa não é mais efetiva do que aquela que prioriza certas coisas e fecha os olhos para o tanto de homens heterossexuais que são assassinados anualmente? E aqui não se fala de liberdade de mercado, mas sim a pura aplicação da segurança pública. São coisas completamente diferentes;

        6) Aqui ele começa a querer fracionar a coisa e usa o lance negro-e-pobre para tentar invalidar a existência de gays que não assinam o rosário MHN. Observe-se também que ele quer novamente igualar evangélicos a terroristas da Jihad, uma vez que o alvo maior do movimento deles é a religião cristã, sem apresentar provas (e aqui usando o termo genérico “pentecostais”, uma vez que acusar uma igreja específica geraria problemas):

        Existem militantes homossexuais de direita?

        Existem. Mas não levam em conta as bichas pobres, por exemplo. São pouco preocupados com a questão de classes. A homofobia social que um branco de classe média enfrenta é diferente do negro pobre, que está muito mais vulnerável. Há muitas favelas no Rio de Janeiro em que os gays são deliberadamente expulsos de casa, em um acordo velado entre os traficantes e os pentecostais.

        Observe-se novamente a tentativa de dizer que um homossexual de direita seria obrigatoriamente rico, quando poderia perfeitamente existir um homossexual pobre de mesmo espectro político que porventura poderia estar até atento ao ver que aquilo que veio de Marx e Engels o trata como um desvio burguês. Se Jean tanto fala de traficantes expulsando homossexuais de favelas cariocas, por que não exige segurança pública, UPPs e outras coisas justamente para que homossexuais sejam protegidos inclusive nos lugares mais precários?

        7) Observe-se também que ele agora embarca na onda dos linchamentos (sendo que já falei do cara que pesquisou esse fenômeno por 30 anos, coletou dados de 2 mil linchamentos e, pelo que vi de sua retórica, é MHN no discurso, mas tem os tais dados que são muito relevantes em sua letra fria). Observe-se também a tentativa de querer associar os evangélicos mais fervorosos (a quem ele chama de fundamentalistas religiosos) ao caos e à barbárie, como se alguém não pudesse se expressar enquanto religioso (sendo que ninguém o proibiu de se expressar enquanto gay):

        Por que “Tempo bom, tempo ruim”?

        A gente está vivendo tempos bons e tempos ruins. Um momento ambivalente, de avanço e retrocesso. Ao mesmo tempo que nos posicionamos como a quinta maior economia do mundo, com mais protagonismo, temos um baixíssimo índice no IDH, assistimos a subsombra desumana dos linchadores se estender, os fundamentalistas religiosos se organizando financeira e politicamente. Não está claro para onde o Brasil está indo, tempos são bons e ruins simultaneamente.

        8) Vejo também o deputado dando nota 5 em termos de direitos humanos para o Brasil e me perguntarei que nota ele daria para Bolívia, Nicarágua e Venezuela, só para pegarmos exemplos dos mais precários do bolivarianismo. Aliás, ele até poderia falar com certa liberdade a esse respeito se levarmos em conta que o PSOL não está na lista de partidos associados ao Foro:

        Que nota você dá ao Brasil, em termos de direitos humanos?

        Cinco. Tem que ver qual rumo que a gente quer dar. Precisamos valorizar não só nossos recursos naturais mas também os humanos.

        9) Observe-se também a tentativa de ele dizer que o país não é conservador, mas tentando juntar alhos com bugalhos:

        Somos um país conservador?

        O país não é mas a elite política, que é majoritariamente conservadora, pensa que sim. Existe um lado da sociedade que é profundamente transformador, plural. Na periferia de São Paulo por exemplo, são comuns as famílias formadas por mães solteiras, com filhos de diferentes pais. Nossa sociedade passa por uma profunda transformação mas o discurso político ainda é conservador.

        Será mesmo que só na periferia paulistana são comuns lares com mães solteiras cujos filhos são de diferentes pais? Será mesmo que lares com mães solteiras não são comuns no Brasil inteiro? E será que isso não é muito parecido com a situação da Rússia comunista nos tempos leninistas, quando os próprios dirigentes comunistas viram que sem famílias no molde tradicional eles não conseguiriam normalizar as coisas? Será mesmo que naquelas favelas cariocas com traficantes expulsando gays não é também comum um grande número de lares com mães solteiras?

        10) Observe-se que Jean já notou a força dos evangélicos na política brasileira (uma vez que das poucas outras forças organizadas que não são MHNs). Porém, que se note o quanto que ele segue querendo colar no pentecostalismo (vertente predominante das igrejas brasileiras vindas da Reforma) a tal pecha de “fundamentalistas religiosos”:

        E os evangélicos nesse contexto?

        Estão crescendo, fazem parte. Mas não quero localizá-los no ‘tempo ruim’. Não são necessariamente conservadores. Há um aspecto progressista de certas igrejas evangélicas mais modernas. De outro lado, cresce também o fundamentalismo religioso das pentecostais.

        Imagino eu que ele tenha visto que Marco Feliciano e outros não são tão fracos assim e, pior, ficaram ainda mais fortes após as campanhas que fizeram contra eles;

        11) Ele foi obrigado a reconhecer que as novelas da Globo têm viés gramscista, mas novamente ele segue querendo colar a tal pecha de “conservadora” na emissora que o projetou para o mundo. Aliás, que emissora é essa que permite a um gay que não só ganhe no BBB como também o emprega por um tempo?

        E as novelas da Globo, não são conservadoras?

        Quando falo de elite política, me refiro a toda estrutura que a sustenta. As novelas da Globo são conservadoras, mas são mais liberais do que muitos colegas do Congresso Nacional. A representação da homossexualidade nelas tem avançado bastante, estão mais plurais. Isso é resultado de uma luta envolvendo audiência, movimentos organizados, redes sociais.

        Creio eu que ele não esteja querendo mesmo se indispor com os Marinhos, ainda mais depois de tudo que fizeram por ele;

        12) Aqui eu o vejo querer eclipsar o exemplo de Clodovil, primeiro deputado assumidamente homossexual do país e que não via problema algum em se mostrar conservador, quando fala do espectro que vai da extrema-esquerda ao socialismo fabiano. Porém, novamente ele vem querer transformar algumas centenas de homicídios de homossexuais em casos relacionado obrigatoriamente a homofobia, sendo que podemos sim ter casos em que homossexuais matam outros homossexuais. Que ele nos mostre os dados detalhados para sabermos o porquê desses 326 homicídios do ano passado estarem relacionados à sexualidade da vítima e não a coisas que poderiam atingir indistintamente qualquer pessoa de qualquer sexualidade (dívidas de drogas, latrocínio, crime passional etc.):

        Qual o status dos direitos LGBT no Brasil?

        Do PSOL até os partidos de centro esquerda como o PSDB, temos representantes. As demandas são múltiplas, mas poderiam ser resumidas em um tripé de conquistas.

        O casamento igualitário, e os direitos a ele associados, como família, adoção ou herança. Isso precisa passar pelo Legislativo, hoje só tramita pelo Judiciário.

        A letra “T” do LGBT – travestis e transexuais – também faz parte de nossa luta. A mudança do nome em registro civil, de gênero, a garantia de hormonioterapia, a inserção no mercado de trabalho.

        E por fim, a criminalização da homofobia. Houve 326 homicídios relacionados no ano passado, no país. É preciso que a legislação reconheça esse motivo, embora eu pessoalmente não ache que a homofobia deva implicar aumento de pena, como muita gente do movimento defende.

        Quando ele diz que não acha que homofobia deva implicar aumento de pena, acaba por se contradizer e, pior ainda, abre margem para que vejamos que a lei do jeito que é permite que sossegadamente se considere o ato de assassinar alguém por ser homossexual como agravante de pena (no caso, motivo fútil). Logo, fica meio na cara que ele próprio nota que “homofobia” segundo o viés MHN da coisa acaba sendo algo tão subjetivo que permite que até mesmo se possa prender um homossexual por homofobia (que MHNs diriam ser “homofobia internalizada”). Logo, vamos considerar que esse é um daqueles projetos para não ser aprovado mesmo e que o deputado está consciente de que é mais mesmo para gerar agitação favorável a avanço de agenda MHN;

        13) E aqui temos praticamente a resposta, jogando a culpa novamente nos evangélicos:

        Em que pé estão estes projetos?

        O primeiro foi derrubado pela bancada evangélica, o segundo segue em tramitação. A mobilização do Congresso Nacional é zero, o que temos em termos de avanço são certas políticas estaduais e municipais que punem a discriminação.

        Se o Congresso é majoritariamente MHN ou linha auxiliar de MHNs, por que será que não avançam os projetos que ele disse que estão sendo derrubados? Poderíamos considerar que aqui na prática está havendo o descarte dos inocentes úteis após eles terem feito o que se esperava deles?

        14) Observe-se também que ele não quer se indispor com a grande massa amante do futebol, em que pese ter associado as quatro linhas com homofobia:

        Você escreveu que futebol é homofobia. É?

        Ai meu Deus do céu. Em que pese ao longo desses anos conquistas como a abertura para o futebol feminino ou a emergência de uma ou outra torcida gay, o futebol é uma sociabilidade masculina que se apoia muito na derrisão da homossexualidade e da mulher. É um meio social do homem heterossexual, nasceu e foi criado assim. Tanto que na hora dos insultos o adversário sempre é colocado numa posição feminina ou homossexual.

        Agora, de um ponto de vista cultural mais amplo, não estou dizendo que todo torcedor é homofóbico. É claro que não é.

        Observe-se também que ele não nota que a mecânica de xingar um adversário de “bicha” nos estádios não difere muito assim daquela dos MHNs chamarem de “fascista” quem não concorda com eles: é o tal lance de chamar o outro de algo que ele não é sabendo que essa qualificação vai mesmo incomodar alguém que não é isso. Poderíamos aqui também considerar os comentários derrogativos que são feitos aos evangélicos por eles estarem se mostrando contra o MHN algo nessa mesma linha?
        E já que ele falou do futebol feminino, por que ele não incentiva que essa modalidade pegue os bons exemplos de esportes femininos bem-sucedidos, como o vôlei daqui (vide o quão assistidos e comentados foram os jogos de semifinal e final da Liga)? Por que ele não incentiva que se olhe para o que países campeões mundiais de futebol feminino (Estados Unidos, Noruega, Alemanha e China, por exemplo) fizeram para dar tão certo? Por que ele não incentiva que haja preliminares nos jogos masculinos? Isso por si só aumentaria bastante a visibilidade das mulheres com a bola no pé. E já que ele falou de torcidas organizadas gays, por que não falar da fama de pé-quente da Coligay? Os caras podem ter sido hostilizados, é verdade, mas depois passaram a ser vistos com carinho pelos gremistas, que se divertiam com a festa que eles faziam;

        15) E toca novamente ele falar da suposta “heteronormatividade”. E já que ele falou de campanha publicitária, por que ele não lembra que nossa craque é sim garota-propaganda de anunciante de alto gabarito?

        Existe muita hipocrisia?

        Querido, apesar de todos os avanços, ainda vivemos em uma sociedade heteronormativa. Você já viu alguma campanha publicitária com as jogadoras Marta ou Formiga? O atleta pra sair do armário tem um custo muito grande. Compromete a carreira.

        E fica a pergunta: se estamos em uma sociedade heteronormativa e ela é tão ruim assim, como seria uma sociedade homonormativa? Em relação a jogadores gays, que com certeza existem, por que o deputado em questão não chama para si a responsabilidade e até mesmo fala com o Romário, colega de Casa, para que se crie algum clima de influência positiva para que esses atletas saiam do armário numa boa? Por que ele não estuda o caso de Michael Sam, primeiro jogador assumidamente homossexual a estar em um time de futebol americano da NFL? Afinal, o Legislativo tem sim como função primeira criar leis, mas também tem como função secundária a lida com a cultura de seu país, uma vez que também pode propor iniciativas que não são de leis mas usam a força do próprio Congresso como anteparo (vide sessões extraordinárias, por exemplo);

        16) Aqui Kachani mostrou ser macaco velho e deixou o deputado em sinuca de bico:

        Preconceito gera preconceito? Pode existir preconceito contra heterossexuais?

        Não acho, este é um discurso falacioso e cheio de preconceito. Ninguém associa o hetero à marginalidade, ao anormal.

        Será mesmo que ninguém associa heterossexualidade à marginalidade? Bandidos com legiões de mulheres a seus pés deixam de ser marginais pelo simples fato de serem heterossexuais? Garotos que fazem bandidagens diversas com o intuito de atrair mulheres deixam de ser marginais pelo simples fato de terem feito delinquências com fins de relacionamentos heterossexuais? E quando dizem que o homem heterossexual seria estuprador até que se prove o contrário, não estão sendo preconceituosos para com ele?
        Quem será esse misterioso “ninguém” que associa o hétero à marginalidade e ao anormal?

        17) Por fim, parece-me que Jean Wyllys está notando que surgiu um sentimento anti-MHN que pode acabar fazendo com que o PSOL, enquanto MHN de menor expressão, possa ser varrido do Congresso, como podemos ver aqui:

        Você vai se candidatar novamente?

        A princípio me candidato à reeleição, mas venho consciente de que posso ou não ser eleito. (nota da reportagem: em 2010 Wyllys foi eleito deputado federal com a menor quantidade de votos pelo Rio de Janeiro – 13.016 (0,2%) dos votos válidos. Ele conseguiu a vaga por conta do desempenho do deputado federal Chico Alencar, do seu partido, que conquistou 240.671 (3%) dos votos)

        Uma coisa é certa, reeleito ou não, não sairei de cena. Sou jornalista e professor universitário e estou deputado por ocupação, isso é muito claro pra mim. Se vencer é para concluir um trabalho que meu mandato não conseguiu concluir.

        E aqui perguntaremos se ele vai deixar clara a conclusão ou jogará com a tal situação futura intencionalmente vaga? Também acho que ele está querendo meio que se dissociar do PSOL, ainda mais depois do desgaste sofrido pelo partido nos últimos tempos. Também está consciente de que o poder indireto é mais forte que o poder direto em boa parte das vezes.

    • Luciano, e já tem Luiz Afonso Alencastre Escosteguy querendo neutralizar o que disse o Ney Matogrosso na mesma RTP em que Lula falou suas besteiras. O mesmo, pelo que vi, trabalha no Ministério Público gaúcho na área de Gestão de Projetos, trabalhando em padronização administrativa, uma vez que formado em administração. Olhando seu perfil no Face, vê-se que ele é no mínimo admirador do PT.
      Ele usa o clássico “não generalize” (facilmente respondível com o fato de que generalizar não é igual a totalizar) e se contradiz quando fala que o Ney tem direito de se manifestar e no último parágrafo do texto diz isto:

      PS: continua só cantando, tá bom?

      Isto aqui muito me lembra uma postura do regime militar que é criticada pelos marxistas-humanistas-neoateístas: a de que estudantes deveriam estudar, padres deviam ministrar missa, trabalhadores deviam trabalhar e do resto cuida o governo. Logo, ele está dizendo que Ney Matogrosso deve só cantar e aí os portadores de hanseníase perdem alguém que sempre militou em prol deles. Afinal, se é só para cantar…
      Voltemos alguns parágrafos e veremos que o autor em questão ficou bem ferido quando Ney disse que o serviço público de saúde era melhor nos anos 1950 do que nos dias de hoje:

      Os serviços públicos são ruins? Na década que sequer tinhas noção de nada – a de 50 que citas como a melhor – o que tinha de melhor em relação a hoje? Que tal contribuir em vez de destruir? Vamos lá, diga aos brasileiros o que tinha de melhor na década de 50 e eu serei o primeiro a defender a volta aos velhos e bons tempos.

      O problema para o Escoteguy é que Ney tem grande ligação com o ambiente do serviço público, pois o pai do artista era militar e o cantor viveu de vila em vila militar enquanto criança e adolescente, dependendo bastante dos serviços públicos. Antes de ser famoso e já longe do pai, Ney seguiu próximo do ambiente público, tendo ido trabalhar como laboratorista no Hospital de Base do Distrito Federal. Logo, o mesmo viveu bastante do serviço público brasileiro, pode falar com conhecimento de causa e não duvidarei que siga mantendo amizades daqueles tempos. E, sendo Ney militante da causa dos portadores de hanseníase, com certeza já teve de lidar com muito serviço público ineficiente nos últimos tempos.
      E tal qual em um certo blog de outro alguém cujo sobrenome difere muito da maioria de sobrenomes de origem latina deste país, também vale a pena ler os comentários desmontando tudo o que ele disse.

  15. Luciano, voltaram os protestos por causa de tarifa de ônibus e, por esta foto, tem toda a cara de ser coisa vinda do Passe Livre. Estamos em maio e, como lembramos, foi por essa altura do ano passado que os protestos começaram a recrudescer, justamente usando o preço das tarifas como mote para uma pauta que seria guinada depois para o lado que os marxistas-humanistas-neoateístas no poder queriam (mas que não deu certo devido à invasão do povo comum, jocosamente chamado de “coxinha” pelos MHNs e que expulsou os partidos que queriam direcionar os protestos contra os opositores dos MHNs no poder).
    Já temos aqueles protestos do “não vai ter Copa” e um certo fakectivism no ar, mas agora temos a repetição de expediente do passado, em que pese agora já haver a consciência do povo de que é melhor pagar mais no ônibus do que mais no imposto. Pode ser que agora a coisa não dê certo, pois também foi acumulado alto grau de conhecimento sobre as ligações das organizações que aparentemente protestavam contra o governo, fora pessoas que foram hostilizadas pelos aparentes antigovernistas por protestarem contra o governo.

  16. Colaborando.
    Diante de uma das melhores postagens que eu já vi, resolvi compilar as principais Call To Actions (CTA) que devem ser adotadas em todas as postagens “inconformistas” diante das safadezas esquerdopatas e também na atuação política, principalmente no Facebook.
    Sempre entendi que o inconformismo é a melhor arma contra a burrice. E deve ser usada de maneira sutil sem deixar margens para ataques histéricos e ofensas.

    Veja o RESUMO, com objetivo de “CRIAR O SENSO DE URGÊNCIA” e REVERTER AS FRASES CONFORMISTAS: “É assim mesmo …” para “Temos que mudar as coisas!” ou “Isso não pode continuar!”, entre outras…

    a)Ações de Reversão:
    -Sim, eu sei que muita gente acha que “está assim mesmo”! Mas não deveria PORQUE…
    -É exatamente por isso que temos que fazer algo, fazer X, Y, Z…
    -Eu acredito que não deveríamos aceitar isso, porque…
    (Aliviar a tensão para então reverter para CTAs) e usar as poderosas partículas subconscientes: “porque” e “eu acredito” -Pois ninguém pode refutar o que você acredita e nem “seu” porque! 😉

    b) Sensação de urgência:
    Use Call to Actions e Use expressões como:
    “isso é absurdo”,
    “isso é inaceitável”,
    “é o fim da picada” e
    “isso é insustentável”, devem ser proferidas.
    (Criar o senso de urgência de que as coisas não podem continuar assim)

    c) Sensação de Grupo:
    Manifestações de indignação em expressões como:
    “é inacreditável que ainda toleramos isso”,
    “é imperativo reagirmos com repulsa pública contra X” e
    “nós deveríamos nos sentir humilhados por termos sido tão passivos em relação a casos como Y por tanto tempo”.
    (Expressões desse tipo motivam a ação e criam a sensação de grupo, de que algo deve ser feito. Além do senso de autopreservação e autodefesa, se protegendo no grupo)

    Trabalho com marketing digital e e-mail marketing, e sei o quanto um processo de Chamada Para Ação (Call to Action- CTA) tem importância, partindo da ideosfera para se transformar em algo real… como simplesmente “Clicar em um Botão”.

    Outros detalhes a serem evitados, inclusive aqui…
    -Parar de RECOMENTAR esquerdismos e balelas esquerdopatas que não demonstrem objetivos claros nem geram resultados.
    -Diminuir a ERUDIÇÃO para atingir o público médio, e usar o que eu chamo de “Conversa de índio”, tipo lulismo, para atingir as massas e gerar ganho de autoridade em públicos maiores.

    Grande abraço,
    Sergio Nauffal

  17. Luciano, eu tive uma idéia que creio ser interessante. Olha só:

    Não sei se você sabe, mas se não me engano, apenas 4 partidos no Brasil não são de esquerda, no entanto, não têm ideologia nenhuma, são fisiológicos, ou como queira, partidos-camaleão. São estes: PMDB, PP, PR e PSL.

    O PSL por ser um partido nanico e sem ideologia, além de aparentemente frágil, eu creio que seria interessante a direita fazer uma filiação ao PSL e mudá-lo pouco a pouco por dentro enquanto não temos partidos de direita aptos a disputar eleições neste país. Claro que não adianta nada se não trabalharmos na guerra cultural contra a esquerda.

    E você, Luciano, o que acha da minha idéia?

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