O que o técnico vigarista, o consultor de processos enrolador e o instrutor PUA fanfarrão tem a ver com os marxistas que usam o truque do socialismo real X socialismo ideal?

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picareta

Vamos abstrair três situações no mundo profissional, tanto formal quanto liberal, para entendermos o ridículo de uma situação que acomete grande parte dos professores (e demais doutrinadores) marxistas quando eles tentam justificar os “erros do marxismo”.

Situação 1 – o técnico vigarista: Ao contrário do que prega a prática futebolística, o técnico William Ray resolve aplicar um novo esquema, baseado no 1-8-1 (inventado por ele), o qual propõe diversas inovações. A principal delas é que todos jogam no meio-de-campo. Nada de coisas burocráticas como 4-3-3-, 4-4-2 ou 4-3-1-2. O negócio é criar um esquema que ele chama de “varal”, a partir do qual todos os jogadores são coordenados a partir de um líder, que é o goleiro, que ativa os jogadores por gritos. Por sua ideia considerada inovadora, Ray se torna consecutivamente, técnico em três times grandes da Inglaterra. O problema é que todos caem para a segunda divisão, mesmo com elencos milionários. Quando o sistema 1-8-1 passa a ser ridicularizado em público, Ray se defende: “Essas pessoas criticando o 1-8-1 não entendem nada, pois ainda não tivemos a aplicação do 1-8-1 ideal, pois, quando isso acontece, os títulos são garantidos”.

Situação 2 – o consultor de processos enrolador: Gustavo Pacheco diz que não gosta de meios tons. Sua consultoria promove o sistema E2E, praticamente uma antítese das práticas do Lean Six Sigma. Sua ideia é evitar que departamentos diferentes façam coisas diferentes. No sistema proposto por Pacheco, toda pessoa se torna responsável por uma entrega do início do fim. A ideia dele é dar “empowerment” para as pessoas que detém o conhecimento, portanto prática de Gestão do Conhecimento também são eliminadas. Em suma, a contramão do que pregam todos os sistemas para aumento de produção. Na promessa de Pacheco, o E2E vai garantir um aumento da produção sem precedentes. Mas o que ocorre é o contrário: todas as empresas que contratam seus serviços afundam. Em defesa, Pacheco diz: “Os críticos não entenderam a vanguarda. O E2E é a solução definitiva para as contradições do Lean Six Sigma. Na versão ideal de sua aplicação, ele sempre funciona”.

Situação 3 – o instrutor PUA fanfarrão: Jackhammer é o pseudônimo de um novo instrutor de técnicas PUA (pegação de mulheres) que criou um site na Internet. Aos poucos, ele cria workshops baseados em uma nova técnica para que alguém obtenha sucesso nas baladas. Ao contrário das técnicas atuais, ele propõe evitar o comportamento confiante, substituindo-o pelas lamúrias. Assim, no sistema de Jackhammer, quando alguém se aproxima de uma garota, começa a choramingar: “Eu sou um fracassado. Não tenho sucesso com as garotas, ninguém se interessa por mim”. Na tese de Jackhammer, esse comportamento ativaria um senso de compaixão, causando uma confusão com o senso maternal natural feminino, e o sujeito conseguiria aumentar a taxa de sucesso na hora da conquista. Só que o sistema dá tão errado que tanto Jackhammer como seus alunos começam a ser ridicularizados pelos usuários dos demais sistemas. Jackhammer afirma: “Quem está dando risada perdeu o bonde da história. Esse é o sistema feito para funcionar. Se não funcionou, é por que não tem sido bem aplicado. Estamos diante da técnica final para que alguém tenha sucesso com as mulheres”.

O que temos em comum nas três situações acima? Muito mais do que sistemas que evidentemente levam ao fracasso, temos as desculpas esfarrapadas para proteger os sistemas de críticas, a partir de um estratagema básico: “a versão ideal de meu sistema é melhor que a versão real dele em todas as suas aplicações”. Desta feita, a própria explicação para salvar estes sistemas é muito, mas muito mais ridícula do que os próprios sistemas em si. E olhe que não estamos falando de miséria em termos de sistemas nitidamente vigaristas.

Diante das três situações acima, é claro que qualquer pessoa em sã consciência iria expor ao ridículo quem tentasse as desculpas acima. Porém, esse tipo de situação se repete quase todos os dias em aulas de Humanas, quando professores fanfarrões, enroladores e vigaristas engambelam seus alunos com o mesmo tipo de estratagema para defender o marxismo.

Em qualquer lugar onde o marxismo tenha sido aplicado, só tivemos desastres. Se não os genocídios do século XX, temos hoje ditaduras brutais, como na China, Cuba e Coréia do Norte. Em países sul-americanos, temos o desastre que se acometeu sobre a Venezuela.

Concordo com Kevin Williamson, autor de O livro politicamente incorreto da esquerda e do socialismo, quando ele diz que esquerdismo e socialismo são coisas diferentes (embora, é claro, o socialismo seja uma forma de esquerdismo). E sempre que vemos um partido esquerdista mais avançado em suas ideias socialistas, já podemos prever: “vai dar merda”. Só que, mesmo assim, eles conseguiram, com o tempo, convencer as pessoas de que “o socialismo real nunca ocorreu” ou mesmo que “o comunismo, o fim ideal do socialismo, jamais ocorreu”.

A verdade é que o socialismo real sempre deu “errado” por que o socialismo idealizado é podre de nascença. Qualquer sistema que promova a concentração de poder de forma totalitária sempre vai dar errado para a população mais humilde e que trabalha. Mesmo que exista a falsa promessa de que “no final, tudo vai dar certo”. Mas basta entender a natureza humana para saber que ditadores que conquistaram o poder totalitário não vão entregá-lo de mão beijada para a população. Francis Fukuyama está certo ao dizer que qualquer sistema distante da democracia liberal tende a “fracassar”.

Note, aliás, que eu usei os termos “errado” e “fracassar” entre aspas, pois eu não entendo que os sistemas socialistas deram “errado”. Eles deram certo, pois na verdade o objetivo do socialismo sempre foi apenas dar poder aos donos de estado inchado, a partir de promessas utópicas, que os próprios criadores do sistema sabem ser mais falsas que reality show. Nos três exemplos que citei (o técnico vigarista, o consultor de processos enrolador e o instrutor PUA fanfarrão), muito provavelmente falamos de pessoas enganadas, que afundaram suas próprias carreiras. É totalmente diferente do que ocorre com os líderes socialistas, todos vivendo vidas de sultões.

Enroladores deste tipo só conseguem sua paga política por que não os ridicularizamos suficientemente, tanto por sua proposta bizarra como as desculpas vergonhosas que inventam para esconder o que essas propostas com certeza darão errado, na visão da população, e certo, na visão do picareta querendo enganar os outros. Por isso, cabe a nós ridicularizarmos pessoas que propõem ideias como o socialismo, assim como aqueles que usam o estratagema dizendo que “o socialismo ideal está salvo de críticas, apenas o socialismo real pode ser criticado”.

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28 COMMENTS

  1. Ser Político

    Sempre me trará à memória que é histórico
    Pois todo cidadão é um sujeito mais que episódico
    Sua vida é fruto de um interagir geopolítico
    Onde a individualidade não permite a falta de senso crítico
    Mas um agir comunitário de nível altruístico

    Ser Político

    Sempre me trará à memória que é humanístico
    Pois o agir do indivíduo se faz no dialógico
    Para remover qualquer atropelo tirânico
    Que impeça o caminhar social lícito
    Onde o direito é um bem comum recíproco

    Ser Político

    Sempre me trará à memória que é função ética
    Pois tem em seus princípios toda uma dialética
    Para ao final promulgar uma síntese genética
    Que renova os ditames da desejada sócio-política
    Por uma cosmovisão higiênico realística

    Ser Político

    Sempre me trará à memória que é de arco oftálmico
    Pois a visão que tenho do mundo não pode ser apolítica
    Que faz que eu seja vítima de um viés dicotomista
    Onde os que gostam por uma razão errática
    Tiram vantagem de tudo que devia ser comum à nossa vista

    Ser Político

    Sempre me trará à memória que é de base teológica
    Pois sua gênese tem origem, no Pai, não paternalista
    Que ao criar o ser, o fez com propósito libertacionista
    Onde o livre-arbítrio nos dá o fundamento da didática
    Ao apontar “O Caminho, A verdade e A Vida” salvífica – (DSB)

  2. e para piorar, conforme o q padre paulo ricardo fala em suas palestras, os estratagemas dos enganadores socialistas têm um poder viral. quando vc desmascara um discurso de esquerda, a ideologia deles muda o formato do discurso.

  3. e, ao contrário do técnico vigarista, do consultor de processos enrolador e do instrutor PUA fanfarrão, que se ”arrombam” com seus próprios discursos, o discurso dos professores e disseminadores socialistas marxistas, não compromete suas carreiras, pois o governo do estado apoia esse discurso para se cosolidar no país.

  4. interessante. eu bem me lembro q na palestra em sp, com o dr. william l. craig, foi falado q a sociedade é formada nas academias. isso endossa o q luciano ayan diz sobre a importância de ganharmos a guerra cultural, se quisermos evitar um futuro país comunista.
    do contrário, acontecerá o q foi dito neste texto: pessoas continuarão a ser tentadas e enganadas pelas promessas dos líderes socialistas psicóticos.

  5. Tem algo pior que eles fazem eles comparam a realidade com o ideal socialista,então toda sociedade liberal prospera esta sempre sendo satanizada,utilizando o mesmo estratagema ,olha se já é bom seria muito melhor com o nosso sistema.mas utilizar isto em ambiente universitário onde todo esforço é para entender e melhorar a realidade é o fim do mundo.

  6. Texto importante para administra páginas no Facebook. Ele dá 7 dicas sobre como aumentar o alcance orgânico das páginas, além de discutir a recente redução do alcance orgânico:

    .
    1-Foque, foque, foque no engajamento. .
    2-Estude, analise e entenda por que os seus fãs clicam no botão de curtir do seu conteúdo.
    3-Evite usar calls to action muito fortes.
    4-Evite usar memes.
    5-Analise links de saída para determinar qual fonte é melhor recebida.
    6-Aumente a frequência de postagens.
    7-Teste horários diferentes em um dia para diferentes tipos de conteúdos (por exemplo, updates de status pela manhã e promoções à tarde).

    https://imasters.com.br/midia-e-marketing-digital/redes-sociais/faca-a-mudanca-no-algoritmo-do-facebook-trabalhar-a-seu-favor-e-nao-contra-voce/

    • O que ele fala parece ser razoável, ainda que não explique por completo a ressignificação praticada pelos marxistas-humanistas-neoateístas dos protestos do ano passado em diante, quando começamos a ver esse termo sendo inventado como sinônimo de alguém que não crê e se opõe ao marxismo-humanismo-neoateísmo.
      Também acaba por fornecer argumentos para que os próprios MHNs queiram dizer que os seus são coisa boa, como quando o Reinaldo Azevedo chama o Haddad de “Supercoxinha” ou quando Guilherme Boulos é chamado de “coxinha extremista”. E não me parece ser boa nem a gestão do Haddad nem o incrível fato de alguém de classe média dizer-se líder de assim chamados sem-teto.

      • Não vejo desta maneira. Percebo ao contrário, que o o uso de Reinaldo Azevedo do termo “supercoxinha” dá sanção moral aos esquerdistas para afirmar que o termo é perjorativo, E ATÉ MESMO DIREITISTAS O USAM desta forma.

        Ao meu ver Reinaldo ESTÁ ERRADO em fazer uso do termo com essas propriedades. O esquerdista jamais afirmará que chamar alguém de coxinha poderia “ser uma coisa boa”, porque ELE GANHA MAIS politicamente usando a forma perjorativa do termo. Logo é mais fácil afirmar que o termo é tão perjorativo, que até mesmo Reinaldo o usa para “xingar” seus adversários.

        O termo correto para esquerdistas é EMPADINHA, pois são fãs do inchaço, tem as cabeças rasas, e uma azeitona enfiada em seus traseiros, que os obriga a proferir tolices.

        NÓS DEVEMOS POPULARIZAR O TERMO EMPADINHA para esquerdistas.

  7. Luciano, sabe aquele famoso expediente do esculacho que vimos acontecer com marxistas-humanistas-neoateístas indo fazer barulho na frente da casa de figuras do regime militar (em um dos casos com direito a arrombar um portão recém-reformado de uma vila e pichar casas de vizinhos que nada tinham a ver com o peixe)? Pois bem, eis que agora os MHNs estão fazendo isso via Twitter, como se pode notar pelas páginas mencionadas no texto. E observe-se que a mecânica das referidas é a de retuitar tudo aquilo que se fala sobre os queridinhos tradicionais do gramscismo (negros, homossexuais e mulheres), mas também dos mais recentes (gordos, ou mais especificamente gordas, via invenção da “gordofobia”). O grande problema para essas páginas é que eles retuítam coisas que nada têm de preconceito, como os exemplos que passarei abaixo:

    http://twitter.com/brunacorreiade/status/468811867247607808

    Sim, o @sofazgordice acha ruim a comparação de tamanho com dois objetos moralmente neutros, ainda mais pensando que barcos são de fato maiores e de reações menos ágeis que jet-skis. O que há de preconceito contra gordos nisso, só mesmo a mente por trás do perfil em questão é que sabe. Porém, olhando a linha do tempo desse perfil, notei que quem toca o referido perfil é de buscar briguinhas com quem escreve “gordo”, “gorda”, “gordos” ou “gordas” em alguma postagem. Logo, posso considerar que seja algum tipo de trollagem MHN de novo matiz, usando aquele discurso de que haveria na sociedade (alguma característica marxistizável-humanistizável-neoateizável) shaming e que os alvos do discurso ficariam sobremaneira impossibilitados de seguir suas vidas em vez de fazer como fez Daniel Alves com a banana que lhe foi jogada.
    E vamos ver outras pérolas na arte de chamar de preconceituoso alguém que por um acaso escreveu alguma palavra que irritou adeptos de um marxismo-humanismo-neoateísmo doidinhos para angariarem mais inocentes úteis sem notar que eles próprios o estão sendo:

    http://twitter.com/kemilIs/status/459157921637879809

    Quer dizer, se você não acha a Lupita Nyongo a mulher mais bonita do mundo (mesmo que de repente a mais bonita do mundo para você seja a Isabel Fillardis ou a Taís Araújo), automaticamente você vira racista e é retuitado pelo tal perfil para ser exposto ao ridículo para pessoas que nem conhece. E veja o que faz com que alguém seja retuitado pelo @naosoumachistam:

    http://twitter.com/fzani/status/466343993841025027

    E aí, quer dizer agora que se uma mulher paga o motel e o homem gosta, isso faz dele um machista? Pois é, acho que estamos vendo inversão revolucionária em curso e em tempo real. Minha surpresa foi ver que aparentemente @naosouhomofobico foi deletada. Será que alguém que foi retuitado ameaçou de processo o dono da página? Aliás, em que pese as tais páginas de fato pegarem exemplos reais de textos preconceituosos, ainda assim vi muitos outros que nada têm de tal qualificativo, mas que foram igualmente retuitados como se o fossem. As páginas em questão são aparentemente feitas por pessoas comuns, logo os mais funcionais dos MHNs ou mesmo propagadores inconscientes de gramscismo que pensam estar lutando pelo fim de alguma coisa, mas que na prática estão apontando os alvos para MHNs mais beneficiários poderem até mesmo praticar perseguição ideológica e física (pense em alguém perdendo emprego ou mesmo se tornando inempregável, por exemplo, só para ficarmos no exemplo menos brutal). Imaginem o quanto que sorriria um ditador MHN propriamente dito ao poder mapear quem disse o que em um momento gramscista anterior. É mais fácil do que levantar fichas em um arquivo de papel dos tempos soviéticos, não acham? Além disso, em relação aos possíveis propagadores inconscientes de gramscismo que criaram os tais perfis, não duvido que também seriam sumariamente descartados quando da ascensão de um regime MHN, baseando-se aqui naquilo que disse Yuri Bezmenov.

    • A questão aqui já fica um pouco mais complexa.

      Proponho realizarmos uma análise diferencial com suporte gráfico de curvas de nível, embasada numa específica função matemática, para podermos mensurar ou calcular de modo mais coerente a influência político-ideológico-doutrinaria ocasionada pelo ativismo político de grupos interagentes na sociedade brasileira atual. Para isso utilizaremos a função matemática “P”, que denomino de função Política (a ser definida abaixo).

      Mas necessito estabelecer previamente algumas convenções matemáticas notacionais introdutórias e necessárias, pois não disponho, em meu dispositivo de entrada, vulgarmente conhecido por teclado, dos símbolos necessários ao apropriado uso ferramental do Cálculo Diferencial e Integral a ser utilizado nessa análise.

      ———-

      Convenções matemáticas notacionais para operações do Cálculo:

      1.) a letra “d” será usada normalmente como símbolo denotador para operações de derivação e diferenciação.

      2.) as letras “D” usada, aqui, como símbolo denotador de operação de derivação parcial.

      3.) Esta análise não utilizará técnicas de integração, e portanto não temos necessidade de convencionarmos uma notação matemática específica para os conjuntos das integrais indefinidas e das integrais definidas.

      ———-

      Necessitamos usar a linguagem da teoria dos conjuntos ou A Linguagem da Matemática.

      Para definir a função matemática “F” faz-se necessário algumas definições fundamentais prévias.

      Definições iniciais de conjuntos utilizados como domínios ou campo de valores da função “F” (a ser definida no próximo passo):

      1.) O Conjunto Universo U de nossa análise será fixado e constituído por todos os “Twitteiros bananas de Banânia”, sendo definido como uma Restrição ou SubClasse da Classe H = Conjunto Humanidade, e denotado pelo símbolo “T” = “Twitteiros bananas de Banânia”, portanto:

      Nosso Conjunto Universo U = SubClasse Restrição da Classe Humanidade H = SubClasse T = “Twitteiros bananas de Banânia”.

      E pela propriedade transitiva da igualdade temos:
      Conjunto Universo U = SubClasse T = “Twitteiros bananas de Banânia”, ou seja; U = T.

      2.) O Conjunto Universo T será subdividido em três subconjuntos a saber:

      2.1.) “TbD” = “Twitteiros bananas Direitistas”,
      2.2.) “TbE” = “Twitteiros bananas Esquerdistas Petistas”.
      2.3.) “TbR” = “Twitteiros bananas Esquerdistas Radicais”.

      Os específicos subconjuntos “TbE” e “TbR” são também definidos assim:
      — “TbE” = Conglomerado ou amontoado de merda formado pelo PT.
      — “TbR” = Conglonerado ou amontoado de merda formado por PSOL, PSTU, PCdB etc, enfim todas essas bostas esquerdistas visceralmente radicais, ou a merda das merdas, que todos nós conhecemos muito bem.

      ———-

      Podemos então, e finalmente, definir nossa função matemática “P”, como sendo uma função de varias variáveis definida nos domínios ou campos de valores fixados acima:

      P = P(x,y,z) ; x pertence a TbD, y pertence a TbE, z pertence a TbR.

      P = P(x,y,z) = Função matemática para mensuração ou cálculo da variação ou evolução da influência político-ideológico-doutrinaria, ocasionada pelo ativismo político dos grupos representados nos domínios da função.

      Para obtermos as formulações matemáticas de dependência funcional da nossa função P devemos observar e mapear os comportamentos bananeiros dos elementos pertinentes aos subconjuntos domínios da função, que são os diferentes grupos “Twitteiros bananas de Banânia”.

      ———-

      Tendo os devidos alicerces estabelecidos, podemos iniciar nossa análise (utilizando as convenções notacionais previamente definidas).

      Como a função P = P(x,y,z) é, como vemos, uma função de várias variáveis, devemos primeiramente determinar as derivadas parciais da função em relação a cada uma das variáveis independentes, para então, obtermos consequentemente os diferenciais parciais, e com eles compormos o diferencial total da função, que nos dará a variação infinitesimal instantânea da função em qualquer ponto dos valores independentes nos domínios ou campos de valores da função (domínios = conjuntos de agentes políticos em nossa análise).

      Considerando que as derivadas parciais nos dão as taxas de variação funcional (crescimento ou decrescimento funcional) específicas para cada variável independente, podemos também utilizá-las para estudo de comportamento marginal total e parcial da função, utilizando-as também para a obtenção dos gráficos de curvas de nível necessárias para uma análise gráfica do comportamento marginal da nossa função P.

      Derivadas:
      Parcial de P em relação a x = lim de (delta P / delta x) para (delta x – tendendo a 0) = (DP / Dx)
      Parcial de P em relação a y = lim de (delta P / delta y) para (delta y – tendendo a 0) = (DP / Dy)
      Parcial de P em relação a z = lim de (delta P / delta z) para (delta z – tendendo a 0) = (DP / Dz)

      Diferenciais:
      Parcial de P em relação a x : dP (x) = (DP / Dx) dx
      Parcial de P em relação a y : dP (y) = (DP / Dy) dy
      Parcial de P em relação a z : dP (z) = (DP / Dz) dz

      Diferencial Total: dP = (DP / Dx) dx + (DP / Dy) dy + (DP / Dz) dz

      A montagem dos gráficos das curvas de nível não poderiam ser exemplificadas aqui nesse mero editor de blog, portanto eu fico devendo essa.

      ———-

      PRONTO!!! Temos ai um esquema matemático para medirmos o grau de influências político-ideológico-doutrinarias, realizadas na sociedade brasileira, devido às atividades NET-WORK-NIANAS dos TWITTEIROS BANANAS de BANÂNIA.

      ———-

      Agora! Se vocês não gostam de matemática, e estiverem achando tudo isso um grande chute no saco, então fiquem com a maravilhosa e avassaladora paisagem propiciada pela boa atriz e estrela Tchecoeslovaca do vídeo abaixo:

    • Realmente pertinente esta análise.

      Parece-me estar ocorrendo o surgimento de um novo tipo de movimento específico, que, por falta de uma terminologia própria, designo de “neo cool masquerade brazilian left way of life” objetivando uma revisão e reavaliação fundamentalista da significância categórica existencial pós bug leninista e neo proto bag socialista, que é deveras importante para a reafirmação da dissolução do “eu” no “coletivo”.

      Podemos observar claramente essa tendencia nos ditos “mestres” de nossas universidades atuais, que baseados na doutrina do materialismo dialético tentam validar o fortalecimento da neo proto bag simbiótica cool left middle class emergente, contra-argumentando os dogmas marxistas pós bug leninistas. Observamos em seus argumentos ou contra argumentos a clara tendencia para o new cool trans humanitarianism lefty como uma prerrogativa essencial de sua fundamentação terminológica ambiental e objetivando a singularidade socialista para o mundo. A necessidade de introspecção de novos contextos semânticos é imperiosa para a alteração dos padrões de pensamento post political impeachment compliance e neo proto lefty attachment compliance.

      Observamos então o absurdo a que são levados esses novos “intelectuais” acadêmicos, e devemos nos preservar desse neo post proto new approach of the reality, que é de fato um false reality approach.

      “É SODA !!!” Já dizia o nosso bom e velho FÓCRATES.

  8. Realmente pertinente esta análise.

    Parece-me estar ocorrendo o surgimento de um novo tipo de movimento específico, que, por falta de uma terminologia própria, designo de “neo cool masquerade brazilian left way of life” objetivando uma revisão e reavaliação fundamentalista da significância categórica existencial pós bug leninista e neo proto bag socialista, que é deveras importante para a reafirmação da dissolução do “eu” no “coletivo”.

    Podemos observar claramente essa tendencia nos ditos “mestres” de nossas universidades atuais, que baseados na doutrina do materialismo dialético tentam validar o fortalecimento da neo proto bag simbiótica cool left middle class emergente, contra-argumentando os dogmas marxistas pós bug leninistas. Observamos em seus argumentos ou contra argumentos a clara tendencia para o new cool trans humanitarianism lefty como uma prerrogativa essencial de sua fundamentação terminológica ambiental e objetivando a singularidade socialista para o mundo. A necessidade de introspecção de novos contextos semânticos é imperiosa para a alteração dos padrões de pensamento post political impeachment comply e neo proto lefty attachment comply.

    Observamos então o absurdo a que são levados esses novos “intelectuais” acadêmicos, e devemos nos preservar desse neo proto post new approach of the reality, que é de fato um false reality approach.

  9. Luciano, realmente temos que entender a tática dos esquerdistas para que assim possamos enfrentá-los. Leia esse artigo do Cristiano Alves, aquele que o Conde chama de “jumento stalinista de Mossoró”, e veja como podemos utilizar esses jumentos a nosso favor:

    http://apaginavermelha.blogspot.com.br/2014/05/cinema-o-proselitismo-uranista-sobre.html

    Não é o primeiro artigo desse rapaz que leio onde ele fala que o marxismo não defende a tal “causa gay”. Ele pode muito bem ser usado pela direita para enfrentar uma dita “esquerda trotkysta”, onde, segundo o mesmo Cristiano Alves, é a vergonha da esquerda. Já li o mesmo Cristiano Alves dando razão a muitos direitistas que chamam essa “esquerda trotkysta” de “esquerda caviar”.

    O que acha Luciano?

    Devemos ou não devemos usar o jumento stalinista de Mossoró a nosso favor?

    Fique em Jesus e Maria.

  10. Luciano, um combo de marxismo-humanismo-neoateísmo: o Diário do Centro do Mundo reproduz um texto do Michael Moore que pode ser resumido em “armas não matam pessoas, americanos matam pessoas”, referindo-se ao último maluco que saiu por aí dando uns tiros em pessoas aleatórias e se matou depois disso.
    Observe-se que o tal Elliot Rodger era alguém com problemas psicológicos ou psiquiátricos (estava achando que as mulheres do mundo lhe deviam algo por simplesmente ele existir), já fazia tratamento e decidiu planejar sofisticadamente o massacre que cometeu, com direito a uma nota de suicídio com 141 páginas.

    É verdade que armas não matam pessoas, mas sim americanos matam pessoas. Porém, também é verdade que noruegueses matam pessoas (Anders Breivik), brasileiros matam pessoas (Wellington Menezes de Oliveira e Mateus da Costa Meira) e vamos adiante na coisa, podendo incluir aí nacionais de outros países que fizeram esse tipo de crime, em alguns casos até sem armas de fogo (vide o chinês que matou uns 20 com uma faca).
    Segue o texto do cineasta e vejam o primor de gramscismo em cada linha:

    Com o devido respeito àqueles que estão me pedindo para comentar sobre o tiroteio de ontem à noite na UCSB em Isla Vista – Eu não tenho mais nada a dizer sobre o que agora faz parte da vida americana normal. Tudo o que tenho a falar sobre isso eu falei há 12 anos: somos um povo facilmente manipulado pelo medo, que nos leva a colecionar um quarto de bilhão de armas em nossas casas, muitas vezes facilmente acessíveis para jovens, assaltantes, doentes mentais ou qualquer um que se encaixe no momento.

    Somos uma nação fundada na violência, aumentamos nossas fronteiras por meio da violência e permitimos que os homens no poder usassem a violência em todo o mundo para promover nossos chamados “interesses (corporativos)”.

    A arma, não a águia, é o nosso verdadeiro símbolo nacional. Enquanto alguns países têm um passado mais violento (Alemanha, Japão), mais armas per capita em casa (Canadá), e as crianças na maioria de outros países assistam aos mesmos filmes violentos e joguem os mesmos videogames, ninguém chega perto de matar o número de seus próprios cidadãos em uma base diária como fazemos – e ainda assim nós não nos fazemos essa pergunta simples: “Por que nós? Por que os EUA??”

    Quase todos os nossos fuzilamentos em massa são cometidos por homens brancos com raiva ou perturbados. Nenhum deles é cometido por mulheres. Hmmm, por que isso? Mesmo quando 90% do público americano pede leis de armas mais fortes, o Congresso se recusa – e, então, as pessoas se recusam a removê-los do cargo.

    Assim, a responsabilidade recai sobre nós, todos nós. Não vamos aprovar as leis necessárias, mas o mais importante é que não vamos considerar por que isso acontece aqui o tempo todo. Quando a Associação Nacional do Rifle diz: “As armas não matam pessoas – pessoas matam pessoas”, ela está certa até a metade.

    Só que eu iria alterar isso para o seguinte: “As armas não matam pessoas – americanos matam pessoas”. Aproveite o resto do seu dia e tenha a certeza de que tudo isso vai acontecer de novo muito em breve.

    Depois dessa, desisto de pensar em morar nos Estados Unidos e vou passar a cogitar algum lugar menos violento, como Alagoas.

  11. Quando se fala de verdadeiro socialismo, se fala das condutas concentradoras de poder no estado inchado e nos seus cupinchas, às vezes os crápulas esquerdistas apenas usam táticas esquerdistas para se perpetuarem no poder e na sua fome constante por dinheiro gerado da corrupção, hoje em dia essa quadrilha chamada PT usa de todo tipo de artimanha para se manter no poder e tais artimanhas ora se travestem de um esquerdismo puro, ora de um emcimadomurismo ideológico, ora de concessões liberais acalmadoras dos mais vigilantes; tudo um esquema arquitetado de concentração de poder. Criaram uma máquina de manipulação que todo filhote gerado lhes é benéfico, quando Shapiro fala que as ações do Obama são todas exitosas tudo fica claro, tudo é planejado para dar errado e criar mais pobreza e desigualdade, essa confusão social é o adubo perfeito para o florescimento de mais e mais esquerdistas idiotas úteis que serão posteriormente manipulados pela espetacular fumaça lançada pelas promessas de igualdade e melhoria de vida sempre postas em prática pelo maravilhoso ESTADO e nunca pela própria sociedade, sociedade esta, sempre colocada como um doente incapaz de se gerir e de gerar felicidade para os mais necessitados e pobres. Esses caras são um câncer, um vírus terrível que infectou o Brasil e que vão dar muito trabalho para serem extirpados da política brasileira, vejam a eleição de presidente, só tem candidato esquerdista ou pseudodireitista, se opondo um ao outro apenas em críticas e denúncias( a chamada mídia negativa), nada do ponto de vista ideológico é discutido já que na verdade ideologicamente eles são irmãos, POBRE BRASIL – POBRE POVO BRASILEIRO.

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