A intolerância do movimento LGBT diante da reação conservadora a filme gay com Wagner Moura

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Mais uma vez cai a máscara do movimento LGBT. Diante de uma reação naturalíssima de muitos heterossexuais (a maioria deles conservadora, provavelmente) ao filme gay “Praia do Futuro”, com Wagner Moura, o movimento LGBT se tornou intolerante e agressivo, como podemos ver em matéria do Globo.

A histeria LGBT começa quando a matéria menciona que “a aceitação ao amor entre homens ainda é longe da ideal”, na opinião de “especialistas”. Especialistas em quê? Psicologia evolutiva? Como veremos na matéria, nenhum deles tem a menor noção sequer do que estão falando. Ademais, quem definiu a aceitação “ideal”? Aha. Os tais “especialistas”, que não passam de jornalistas da extrema-esquerda e militantes LGBT. Com especialistas desse tipo…

Em relação ao fato de 42 pessoas deixarem uma sala de Niterói durante uma cena de sexo gay, a jornalista Vivian Fernandez protesta:

Na segunda cena, começou todo mundo a se levantar. Achei estranho e comecei a contar. Duas meninas, de cerca de 25 anos, diziam “não vim aqui para assistir a filme gay”. Fiquei chocada, eu realmente fico sem entender o que leva uma pessoa a fazer isso.

A afirmação de Vivian se baseia na simulação de falso espanto. É o mesmo que dizer que viu alguém olhar para a Nicole Bahls na rua e não tirar o olho de seu traseiro, concluindo com:  “Realmente fico sem entender o que leva uma pessoa a fazer isso”. Não passa do fingimento de espanto diante de algo normalíssimo.

Mas qualquer pessoa normal sabe que assim como existe atração, existe rejeição. Se um sujeito adoraria ver um filme com a Nicole Bahls pelada, tende a rejeitar ver um filme com o Wagner Moura transando com outro cara. Nada mais natural do que isso.

O que essa infeliz não entende é que o mesmo direito que um heterossexual tem de abandonar um cinema durante cenas de sexo entre gays, um homossexual tem de fazer o mesmo durante cenas de sexo entre homem e mulher.

O outro “especialista” a lançar parlapatices foi o crítico de cinema Márcio Sallem, que disse o seguinte:

Ficou muito claro que eles saíram por causa da temática LGBT. O que as pessoas acham que é a sala de cinema? Um bufê?

Sim, é igual a um bufê. Ou então a la carte. Assistimos aquilo que queremos. O que ele é incapaz de entender, pois é um coletivista exacerbado que não entende a liberdade de consciência humana.

Um tal de Karim Aïnouz (depois soube que é o diretor do filme) diz:

Ficamos tristes porque a intolerância e o preconceito são manifestações muito tristes da alma humana, e elas em geral são frutos da ignorância, assim como o fascismo e o racismo.

O problema é que ele é preconceituoso e intolerante com todos aqueles que não querem assistir a cenas de sexo gay. Por isso, acaba sendo fascista ao não respeitar os gostos individuais e o direito de alguém sair de uma sala de cinema diante de uma cena de que não goste. Por ser fascista, intolerante e preconceituoso, Karim conseguiu falar dele próprio…

Ele ainda surge com o truque de dizer que “se for cinema violento, tudo bem”:

Ver um filme onde um monte de gente morre, onde há violência e tiros para cima e para baixo não tem problema. Mas uma história de amor tem? Do que essas pessoas têm medo?

Karim é o terceiro da lista, mas já podemos concluir: especialista em comportamento humano sob a perspectiva científica decididamente ele não é. Se fosse, saberia que o processo vicário explica o interesse por filmes violentos, o que é normalíssimo. Alias, melhor assistir a filmes violentos do que praticar violência. E não há correlação entre a visualização de filmes violentos com aumento de prática de violência. Por outro lado, não há um fator biológico explicando por que heterossexuais devem ter tanto interesse de assistir a cenas de sexo gays quanto tem de assistir a um filme violento. Qual o fator explicando por que deveria existir tal interesse? Ele simplesmente não abre a boca para falar disso, pois sabe que não tem a ciência ao seu lado.

O quarto “especialista” é o organizador do Cineclube LGBT Aleques Eiterer, ou seja, um caso explícito de vested interest (como provavelmente são os outros três casos de “especialistas” até o momento). Segundo, ele, “incomoda particularmente ver o ator que viveu o brutal Capitão Nascimento na pele de um homossexual”. Ele conclui:

É ótimo que ele tenha aceitado fazer o filme e tenha dado um tapa na cara dos retrógrados.

Essa extrema-esquerda não se emenda. Reclama que os conservadores rejeitem o filme mas dizem que o filme é um “tapa na cara deles”. Se é um “tapa na cara”, então qualquer um que deixe a sessão já tem mais um motivo.

E ele cita outro motivo: o fato de Wagner Moura ter vivido o Capitão Nascimento pode enganar pessoas que podem assistir o filme esperando alguma coisa mais ou menos na linha, e, portanto, se decepcionam ao ver um filme erótico gay. O tal “especialista” não percebeu que até aqui ele está mostrando que a desistência dos expectadores é mais que justificada.

O quinto “especialista” também é do movimento LGBT: o coordenador do movimento Rio Sem Homofobia, Cláudio Nascimento. O argumento é tão bobo e infantil que se baseia na retórica furada dizendo que “cenas de sexo heterossexuais não provocarem tamanho barulho”. Cláudio prossegue:

O que existe é a negação da possibilidade do afeto entre dois homens, as pessoas não querem entender os desejos de quem lhes é diferente, daí o estranhamento.

Cláudio se faz de vítima e fantasia uma situação inexistente. Ele confunde a rejeição a assistir uma cena de sexo entre dois homens com a proibição do direito de dois homens irem para a cama. É preciso de muito cinismo para bolar uma fraude tão patética.

Na verdade, a maioria das cenas de sexo heterossexuais não provocam tamanho barulho por que a maioria da população é heterossexual e se interessa por tais cenas. Simples assim.

Todo o raciocínio dos cinco especialistas até agora se baseia no seguinte. Imagine que a maioria da população goste de macarronada, mas entra em uma feira esperando comer massas. Chegando lá, só servem jiló, de vários tipos. Muitos abandonam a feira e são chamados de “preconceituosos contra os comedores de jiló”.

Claro que se víssemos uma cena assim chamaríamos o acusador de, no mínimo, maluco. Mas é exatamente desta maneira que os cinco “especialistas” se comportaram até o momento.

Como a ignorância científica é a regra desta turma, a sexta “especialista” também é do movimento LGBT: é a vice-presidente do Grupo Arco-Íris, Marcelle Esteves. Ela diz:

Isso acontece porque é um filme com dois homens, né? Vemos o quanto a sociedade não consegue lidar com relações homossexuais e sabemos que a questão das religiões fundamentalistas ajuda a arraigar o atraso.

Aqui a ignorância científica chega ao estado da arte. As pessoas sabem lidar com relações sexuais com as quais tenham familiaridade. Qualquer pessoa não-autista deveria perceber isso logo de cara. Tirando aquilo que está fora de nosso domínio de experiência, surgem dificuldades para encararmos. É por isso que pessoas que gostam do sexo tradicional tendem a não gostar do swing, por exemplo. E isso é plenamente normal.

Qualquer pessoa honesta deveria perceber isso imediatamente, encarando exatamente da mesma forma o direito de heterossexuais não gostarem de assistir a cenas de sexo gay. Ao contrário, o movimento LGBT cria uma regra dizendo que o direito de escolha e a liberdade de consciência deixam de valer quando estamos diante de gays em ação. Não é possível ser mais fascista do que isso.

A reação do movimento LGBT e de “especialistas” (em quê?) que se aliam a esses grupos é podre por não saber respeitar a liberdade de consciência e até mesmo o direito do consumidor de um produto em rejeitá-lo. Ninguém é obrigado a mudar seus desejos e gostos para atender a fascistas, que, para piorar, pertencem à era tribal em termos científicos.

Se tivessem estudado o básico de psicologia evolutiva, por exemplo, saberiam que não foram as “religiões fundamentalistas” que fizeram as pessoas preferirem o sexo tradicional. É exatamente o oposto: o benefício evolutivo do sexo tradicional fez com que religiões propagando a valorização deste tipo de família obtivessem a preferência das pessoas. Em outras palavras, muitas pessoas gostam do cristianismo por que ele atende uma moral básica que já está carregada dentro da maioria da população, selecionada naturalmente.

Esta é nossa situação atual: estamos aturando o patrulhamento de intolerantes, preconceituosos e fascistas que não entendem patavinas de ciência. Na verdade, são anti-científicos até a medula. A única de reagir a esse tipo de gente é dizendo que aqui “não passarão”, avisando que não temos que dar satisfações a eles em relação aos filmes que queremos ver e os que deixaremos de assistir.

Em tempo: não sou conservador, mas um liberal. Mas no momento em que fascistas de esquerda querem decidir os gostos dos conservadores, sou obrigado a ficar do lado destes últimos. Se um dia conservadores se unirem para publicar uma matéria querendo proibir os gays de assistirem a filmes gays, estarei do lado do movimento LGBT nessa questão.

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109 COMMENTS

  1. Liberdade é uma via de mão dupla; e respeito é o princípio que deve nortear uma cidadania coerente em seus valores e práticas. Agora, querer impor práticas em nome de direitos humanos de uma minoria sectária, é ativismo fascista de um grupelho que está a serviço da desagregação social. Mas que isso, toda esta problemática tem uma raiz no estado mal da alma, portanto há conteúdo espiritual direcionando as mentes que buscam afrontar o Autor da Vida e isto é muito sério e tem consequências para além desta efêmera vida aqui neste mundo.
    Mas o que ser liberto na visão poética?

    Ser Liberto

    Indica que primeiro houve um começo incerto
    Pois ao desobedecer ao Criador à vida ficou incerta
    Transformando a liberdade num vazio da alma que desmonta
    Toda qualidade de estar em um lugar que por decreto
    É reservado aos que pela graça fazem o certo

    Ser Liberto

    Indica que primeiro houve um começo incerto
    Para depois reconhecer que a nudez é apenas uma porta aberta
    Que faz do olhar para dentro um desapontamento em alerta
    De que não é o que se vê que causa qualquer construto
    Mas o permitir ser iludido por quem não é absoluto

    Ser Liberto

    Indica que primeiro houve um começo incerto
    Onde a queda trás em si um pressuposto fatalista
    De que culpar o outro começou na atitude adamista
    Espalhou-se para os demais da lista
    Contudo da semente da mulher viria o resgate altruísta

    Ser Liberto

    Indica que primeiro houve um começo incerto
    Passando depois por uma necessidade preventiva
    De que ficar no Paraíso terrestre seria imperícia
    Pois lá existia uma atração que podia gerar cobiça
    Dando eternidade de vida sem a devida reconquista

    Ser Liberto

    Indica que primeiro houve um começo incerto
    Passando pela história se fez como uma carta probatória
    De que a salvação começou lá glória
    Onde os desígnios do Pai que, em Cristo, ama
    Almeja ver ao seu lado os libertos que da fé emana

    Ser Liberto

    Indica que primeiro houve um começo incerto
    Mas com o retorno ao padrão de comunhão
    É requerido que cada filho por adoção
    Assuma diante de Deus e de seu irmão
    Viver os frutos do Espírito para mútua edificação.

    Ser Liberto

    Indica que primeiro houve um começo incerto
    Para ao final promulgar uma verdade inata
    De que só a presciência de Deus relata
    Quem há de estar com seu nome no livro ata
    Que está nos céus, e só o Filho desata – (DSB)

    • Daqui alguns dias o Movimento LGBT vai obrigar todos os héteros a serem gays sob o crime de homofobia mas fico me perguntando, quem me garante que esse pessoal que saiu do cinema não tomou essa atitude a mando dos LGBT??Muito estranho a pessoa ir assistir um filme sem mesmo saber o tema do mesmo!Se o filme faz apologia ao homosexualismo e eu sou um hetero convicto, o que que eu vou fazer lá?Essa estória está mal contada!

      • Vão falar que é Teoria da Conspiração…

        Mas claro que tem cabimento. Afinal, conto nos dedos as manifestações que os participantes não ganham para protestarem… Imagina a situação exposta pelo senhor…

        Eu mesmo, não assistiria um filme Gay, ou mesmo mela cueca… Então realmente é estranho um ser assistir um filme, ao qual, foge o seu gosto…

      • Olhe a sinopse dessa tralha:
        ‘Donato (Wagner Moura) é salva-vidas da Praia do Futuro. Ayrton (Jesuita Barbosa) é apaixonado por motos e admira a coragem do irmão mais velho em se jogar nas ondas para salvar desconhecidos. Um dia, Donato resgata um homem de olhos azuis, de nome Konrad (Clemens Schick). Nesse mesmo dia, Donato começa a desaparecer… e Ayrton a procurar por ele.’
        http://www.ucicinemas.com.br/filme-5485-praia+do+futuro+dig

        Tem alguma coisa nessa sinopes que diga que isso é um filme com sexo gay? Esse pode ser o resumo de qualquer coisa.
        Quem fala que quem assistiu e não gostou foi burro de não ler a sinopse, esse além de burro é o mais desonesto de todos.

    • Lembremo-nos da saga Star Wars e principalmente do segundo filme:

      “The Empire Strikes Back”

      Então faço uma PROPOSTA de CONTRA ATAQUE intitulada:

      “The Braziliam Men Strike Back !!!”

      ———-

      Pois bem. Então devemos elaborar uma ação apropriada de combate à patologia do crescimento marginal da Viadagem-Wagner-Mourence LGBT-WM (viadagem dos Wagners Mouras do Brasil).

      Uma forma de combate a esse grupo TERRORISTA LGBT-WM seria usar um processo de aderência simbiótica de neologismos e símbolos especialmente engendrados para ridicularizar a imagem do grupo, utilizando rótulos com carga semântica de ridicularização, para descrevê-los, por exemplo:

      LGBT-WM – IDEÓLOGOS VICIADOS E ADORADORES DA DITA-DURA.

      LGBT-WM – O QUE ELES E O VÍCIO DELES QUEREM NÃO É MOLE.

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      PS.: “DITA-DURA” é uma referência à “DITA” quando fica “DURA”, ou em status de “DURA”.

      PS.: Os mais gozadores poderiam até mesmo arregimentar a SÍLVIA SAINT como a grande LIDER DA MARCHA dos HETEROSSEXUAIS, na luta contra o terrorismo da viadagem LGBT-WM.

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      Parece-me estar ocorrendo o surgimento de um novo tipo de movimento específico, que, por falta de uma terminologia própria, designo de “neo cool masquerade brazilian left way of life” objetivando uma revisão e reavaliação fundamentalista da significância categórica existencial pós bug leninista e neo proto bag socialista, que é deveras importante para a reafirmação da dissolução do “eu” no “coletivo”.

      Podemos observar claramente essa tendencia nos ditos “mestres” de nossas universidades atuais, que baseados na doutrina do materialismo dialético tentam validar o fortalecimento da neo proto bag simbiótica cool left middle class emergente, contra-argumentando os dogmas marxistas pós bug leninistas. Observamos em seus argumentos ou contra argumentos a clara tendencia para o new cool trans humanitarianism lefty como uma prerrogativa essencial de sua fundamentação terminológica ambiental e objetivando a singularidade socialista para o mundo. A necessidade de introspecção de novos contextos semânticos é imperiosa para a alteração dos padrões de pensamento post political impeachment compliance e neo proto lefty attachment compliance.

      Observamos então o absurdo a que são levados esses novos “intelectuais” acadêmicos, e devemos nos preservar desse neo post proto new approach of the reality, que é de fato um false reality approach.

      “É SODA !!!” Já dizia o nosso bom e velho FÓCRATES.

      ———-

    • Observem a sutileza subliminar desses “visionários iluminados” ao atribuírem a essa merda de filmeco o sugestivo título: “A Praia do Futuro”.

      Significando que eles anteveem um futuro no qual todos nós seremos vagabundos viados praticando viadagem explícita nas praias do Brasil afora.

      Enquanto as nações civilizadas buscam um futuro nas estrelas com viagens espaciais, esses acéfalos tupiniquins querem um futuro de um CENÁRIO ESTRELADO como consequência de um ANUS RALADO.

      “É SODA !!!” Já dizia o nosso bom e velho FÓCRATES.

    • Apresento um tratamento um pouco mais complexo da questão.

      Proponho realizarmos uma análise diferencial com suporte gráfico de curvas de nível, embasada numa específica função matemática, para podermos mensurar ou calcular de modo mais coerente a influência TERRORISTA LGBT-WM ocasionada pelo ativismo político terrorista de grupos interagentes na sociedade brasileira atual. Para isso utilizaremos uma ferramenta da lógica matemática: a função matemática V = V(x,y,z), que denomino de função Viadagem LGBT-WM Terrorista (a ser definida abaixo).

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      A definição da função matemática V = V(x,y,z) (Viadagem LGBT-WM Terrorista) necessita algumas definições fundamentais prévias.

      Usaremos A Linguagem da Teoria dos Conjuntos ou A Linguagem da Matemática.

      Definições de conjuntos utilizados como domínios ou campo de valores da função V = V(x,y,z).

      1.) O Conjunto Universo U de nossa análise será fixado como constituído por todos os “LGBT-WM Terroristas de Banânia” será denotado pelo símbolo “V” = “LGBT-WM Terroristas de Banânia”, e definido como uma Restrição ou SubClasse da Classe H = Conjunto da Humanidade, portanto:

      Nosso Conjunto Universo U = SubClasse Restrição da Classe Humanidade H = SubClasse V = “LGBT-WM Terroristas de Banânia”.

      E pela propriedade transitiva da igualdade temos:
      Conjunto Universo U = SubClasse V = “LGBT-WM Terroristas de Banânia”, ou seja; U = V.

      2.) O Conjunto Universo V, de nossa análise, será subdividido em três subconjuntos a saber:

      VD = LGBT-WM Terroristas Direitistas,
      VE = LGBT-WM Terroristas Esquerdistas Petistas.
      VR = LGBT-WM Terroristas Esquerdistas Radicais.

      Os específicos subconjuntos “VE” e “VR” são também definidos assim:
      – VE = Conglomerado ou amontoado de merda formado pelo PT.
      – VR = Conglonerado ou amontoado de merda formado por PSOL, PSTU, PCdB etc, enfim todas essas bostas esquerdistas visceralmente radicais, ou a merda das merdas, que todos nós conhecemos muito bem.

      ———-

      Podemos então, e finalmente, definir nossa função matemática V = V(x,y,z) (Viadagem LGBT-WM Terrorista), como sendo uma função de varias variáveis definida nos domínios ou campos de valores fixados acima:

      V = V(x,y,z) ; x pertence a VD, y pertence a VE, z pertence a VR.

      V = V(x,y,z) = Função matemática Viadagem LGBT-WM Terrorista para mensuração ou cálculo da variação ou evolução da influência da Viadagem LGBT-WM Terrorista, ocasionada pelo ativismo político terrorista dos grupos representados nos domínios da função.

      Para obtermos as formulações matemáticas de dependência funcional da nossa função V = V(x,y,z) devemos observar e mapear os comportamentos dos grupos Viadagem LGBT-WM Terrorista constituídos pelos elementos pertinentes aos subconjuntos domínios da função.

      ———-

      Tendo os devidos alicerces estabelecidos, podemos iniciar nossa análise.

      Convenções matemáticas notacionais para operações do Cálculo Diferencial e Integral:

      Como não disponho, em meu dispositivo de entrada, vulgarmente conhecido por teclado, dos símbolos necessários ao apropriado uso ferramental do Cálculo Diferencial e Integral, faz-se necessário estabelecer convenções notacionais especiais.

      1.) a letra “d” será usada normalmente como símbolo denotador para operações de derivação e diferenciação.

      2.) as letras “D” usada, aqui, como símbolo denotador de operação de derivação parcial.

      3.) Esta análise não utilizará técnicas de integração, e portanto não temos necessidade de convencionarmos uma notação matemática específica para os conjuntos das integrais indefinidas e das integrais definidas.

      Como a função V = V(x,y,z) (Viadagem LGBT-WM Terrosista) é, como vemos, uma função de várias variáveis, devemos primeiramente determinar as derivadas parciais da função em relação a cada uma das variáveis independentes, para então, obtermos consequentemente os diferenciais parciais, e com eles compormos o diferencial total da função, que nos dará a variação infinitesimal instantânea da função em qualquer ponto dos valores independentes nos domínios ou campos de valores da função (domínios = conjuntos de agentes políticos terroristas em nossa análise).

      Considerando que as derivadas parciais nos dão as taxas de variação funcional (crescimento ou decrescimento funcional) específicas para cada ponto no domínio ou campo de valores (variável independente), podemos também utilizá-las para estudo de comportamento marginal total e parcial da função, utilizando-as também para a obtenção dos gráficos de curvas de nível necessárias para uma análise gráfica do comportamento marginal da nossa função V = V(x.y.z) (Viadagem LGBT-WM Terrosista).

      Derivadas Parciais:

      de V em relação a x = lim de (delta-V / delta-x) para (delta-x tendendo a 0) = (DV / Dx)
      de V em relação a y = lim de (delta-V / delta-y) para (delta-y tendendo a 0) = (DV / Dy)
      de V em relação a z = lim de (delta-V / delta-z) para (delta-z tendendo a 0) = (DV / Dz)

      Diferenciais Parciais:

      de V em relação a x : dV (x) = (DV / Dx) dx
      de V em relação a y : dV (y) = (DV / Dy) dy
      de V em relação a z : dV (z) = (DV / Dz) dz

      Diferencial Total:

      dV = (DV / Dx) dx + (DV / Dy) dy + (DV / Dz) dz

      A montagem dos gráficos das curvas de nível não poderiam ser exemplificadas aqui nesse mero editor de blog, portanto eu fico devendo essa.

      ———-

      PRONTO !!!

      Temos ai um esquema matemático para medirmos e aferirmos o grau de influências da Viadagem LGBT-WM Terrorista, induzidas na sociedade brasileira, devido às atividades TERRORISTAS dos vários grupos de VIADAGEM LGBT-WM TERRORISTA e também dos grupos de VIADAGEM LGBT-WM TERRORISTA NETWORK-NIANAS, FACEBOOK-NIANAS, TWITTER-NIANAS etc.

      Enfim, todos eles são TERRORISTAS e devem ser tratados como tal.

      ———-

      Apresento agora mais uma opção de combate a essa viadagem desenfreada.

      Proponho, para as grandes batalhas dessa guerra, a arregimentação da excelente e MUITO BOA atris e estrela tchecoeslovaca, que produziu bons trabalhos artísticos e arteiros, que considero muito úteis para utilizarmos nessa guerra. Vide vídeo abaixo:

      https://www.youtube.com/watch?v=UH6FKiflVPo

      ———-

    • Devemos difundir na internet o termo “LGBT-WM”, que significa:

      LGBT-WM = LGBT – Wagner Moura.

      Temos que esculachar, SEM PIEDADE, esse Wagner Moura, que é apenas um TIPINHO VIGARISTA, PATIFE e IDIOTA ÚTIL, que se revelará em breve um IDIOTA INÚTIL.

      Ao trabalho Fellows !!!

      • Apolo, adoro sua vitalidade e energia, vamos descer o cacete!
        Apolo, esculachar é vocabulários gay do rio… sempre quando rola homem com homem no rio, eles falam vou esculachar seu preciso.
        Apolo!!!

      • Para minha felicidade sou paulistano, e, portanto, não aprecio esses “modismos” cariocas ou, como direi?… “cariocadas” ou “cariocagens” !!!.

        Aqui em São Paulo o termo “esculachar” significa “humilhar”, “destruir a imagem”, “expor a patifaria do patife” etc.

  2. Estão crucificando heterossexuais por não aceitarem ver sexo homossexual. Guarde essas palavras: um dia os LGBT vão começar a crucificar os heterossexuais que recusarem ter relações sexuais com gays.

  3. Tenho certeza de que a crítica ao mimimi gayzista NÃO DEPENDE da aceitação de uma “disciplina” cujo caráter científico é pra lá de duvidoso (psicologia evolutiva). Mas é claro, você não pode deixar de aproveitar as oportunidades de “vender o peixe do ateísmo materialista”.

  4. Boa noite Luciano,

    Eu defendo incondicionalmente o direito das pessoas de assistirem o que quiserem(ou não) ,por pior que possa ser o conteúdo.
    porém, nesse caso especifico achei um pouco de frescura das pessoas,sinceramente,não é porque não gostei de uma ou outra cena que vou sair indignado do cinema,a não ser que eu já perceba de cara que o filme todo é uma bosta.

    Outra coisa:

    Cara,esse ocorrido foi um prato cheio pra militância LGBTXYZ,eles poderiam argumentar que mesmo em filmes com cenas de sexo grupal e outras condutas não usuais entre as pessoas comuns,nunca houve uma debandada assim durante as seçoes.de cinema.como explicar isso?

    • Na verdade, houve sim.

      Na época do lançamento do filme Cruising, em 1980 (com Al Pacino), os homossexuais não gostaram da forma como foram retratados e não apenas se recusaram a assistir o filme como fizeram manifestações na frente dos cinemas (o que pode desandar). É direito deles rejeitar o filme que quiserem.

      Em tempo: “eles poderiam argumentar que mesmo em filmes com cenas de sexo grupal e outras condutas não usuais entre as pessoas comuns,nunca houve uma debandada assim durante as seçoes de cinema.como explicar isso?”.

      Se argumentarem isso, saberão que falarão de cenas heterossexuais, que são consideradas o PADRÃO por pessoas heterossexuais.

      Mas a pior parte é a seguinte: “Como explicar isso?”.

      A meu ver essa é uma pergunta errada. Esta é a correta: “Qual o nível de fascismo a que chegamos em que temos que explicar os motivos pelos quais saímos de um cinema?”.

      Abs,

      LH

    • JHONNYF., Eu já vi varias “debandadas” em cinemas. Em cenas de violência já vi vários saírem. Do mesmo jeito que muitas mulheres só querem ver filmes românticos e muitos homens só querem ver filmes de ação e guerra. Cada um tem seu gosto. Não cabe critica ao gosto individual de cada um. Frescura é quem acha que os outros tem que dar explicações ou serem obrigados a ver o que não lhes agrada.

    • Calma aí, é diferente.

      Nunca houve uma debandada em um filme de “condutas não usuais” (leia-se, pornozão) porque eles já precisam ser muito bem alertados quanto a isso.
      Ninguém leva a sogra para assistir a um pornozão, mas se, em um filme família, com Wagner Moura na capa, aparecerem cenas não apropriadas com uma biscate global, certamente a reação não seria diferente do mais comportado filminho politicamente correto.

      É evidente que os produtores do filme investiram na polêmica e até esperaram que o lançamento tivesse uma reação desse tipo. Isso faz parte da publicidade. Tenho certeza de que se animaram com uma reação contrária e tudo o que aconteceu depois apenas seguiu o script, inclusive esse discurso de indignação contra a atitude de ‘pessoas fascistas’ e retrógradas.
      Tudo isso gera publicidade, e publicidade leva a ganhos, e ganhos compensam investimentos. O pior seria o filme não ter polêmica alguma. Na realidade, os produtores até esperavam algo bem mais bombástico, como protestos na frente do cinema, Malafaia com megafone, tochas, bombas incendiárias, etc. Isso certamente seria maravilhoso (para alavancar o filme), mas parece que o que tinha que acontecer já aconteceu.

      Não sei como pode ser atitude intolerante ter um gosto que não se coaduna com algo que se está vendo. Isso é apenas direito de opinião.
      O mesmo direito que usa Kairim Ainouz para fazer um filme segmentado, é o mesmo direito que algumas pessoas usaram (e usarão) para não assisti-lo, e assim há espaço para todos os gostos.

      É diferente de um filme com “condutas não usuais”.
      O fato de alguém não ser homossexual não quer dizer que aceite ver um filme com “condutas não usuais” apenas com a condição de serem entre não-homossexuais. Se isso acontecesse, por exemplo, em um filme para ser assistido junto com a família (como, aliás, tem sido alguns com Wagner Moura), certamente causaria um constrangimento tal que muitos optariam por deixar de assistir. Isso é bem comum.
      É por isso que filmes com essas “condutas não usuais” são bem alertados quanto às cenas que podem aparecer.

      Considerando que o cinema nacional costuma realmente, no fim das contas, ser uma verdadeira bosta (não adianta auto-louvação: o cinema brasileiro não tem qualidade), é natural que quando as pessoas perceberem que o filme procurou ancorar-se apenas na “onda” de exaltação ao homossexualismo e dispensou a qualidade artística necessária a ele (o que aposto que seja esse o caso), terão a mesma reação que houve em Niterói.

      Deixa encalhar.

  5. Algumas para perguntar a esses que acusam os outros de homofóbicos por terem saído das salas ao verem cenas de sexo homossexual:

    1) Poderia alguém que saiu do cinema ao ver Praia do Futuro ter sido um dos que comemoraram como um gol em várias cidades do Brasil quando foi em cena o beijo gay entre os personagens Fred (Mateus Solano) e Niko (Tiago Fragoso) na novela?

    2) Poderia alguém que saiu do cinema ao ver Praia do Futuro ter sido um dos que lotou as salas de cinema há uns anos e fez de O Segredo de Brokeback Mountain um dos maiores sucessos do ano em que passou?

    3) Poderia alguém que saiu do cinema ao ver Praia do Futuro ser um dos que admira artistas assumidamente homossexuais como Rogéria, Jorge Laffond, Sérgio Brito, Clóvis Bornay, Edson Cordeiro, Ângela Ro Ro e tantos outros?

    4) Se um homossexual que não gosta de cenas por demais gráficas saiu da sala ao ver a cena de sexo homossexual de Praia do Futuro, será ele homofóbico internalizado ou simplesmente alguém cujo comportamento é igualável ao de um heterossexual que não gosta de pornochanchadas (que dirá de coisas realmente pornográficas)?

  6. Luciano, realmente temos que entender a tática dos esquerdistas para que assim possamos enfrentá-los. Leia esse artigo do Cristiano Alves, aquele que o Conde chama de “jumento stalinista de Mossoró”, e veja como podemos utilizar esses jumentos a nosso favor:

    http://apaginavermelha.blogspot.com.br/2014/05/cinema-o-proselitismo-uranista-sobre.html

    Não é o primeiro artigo desse rapaz que leio onde ele fala que o marxismo não defende a tal “causa gay”. Ele pode muito bem ser usado pela direita para enfrentar uma dita “esquerda trotkysta”, onde, segundo o mesmo Cristiano Alves, é a vergonha da esquerda. Já li o mesmo Cristiano Alves dando razão a muitos direitistas que chamam essa “esquerda trotkysta” de “esquerda caviar”.

    O que acha Luciano?

    Devemos ou não devemos usar o jumento stalinista de Mossoró a nosso favor?

    Fique em Jesus e Maria.

      • Luciano, falando do lado Loppeux da Força, ele voltou a se manifestar e tem um “dois dedos de prosa” feito duas semanas atrás que me pareceu bem legal:

        http://www.youtube.com/watch?v=2D_jIU-8YSc

        Talvez seja essa a forma que se deva fazer para evitar que propagadores inconscientes do gramscismo continuem a sê-lo. Observe-se a prosa fluida, com linguajar bem informal e que poderia ser conduzido em qualquer roda de bar com amigos próximos.

    • Essa página vermelha é ridícula, o cara não tem pensamento próprio, basta o são Marx condenar o troço e ele vai também. Essa é a falácia do apelo a autoridade.
      E fala de Marx como se o esquerdismo fosse só Marx, convenientemente omite a tonelada de esquerdistas que se dedicaram muito a destruir a sociedade ocidental por dentro usando tralhas como o gayzismo e feminismo.

  7. Luciano, a questão do movimento gay eu faço uma analogia com a carne de cachorro.

    Imagine que as pessoas que comam carne de cachorro fizessem um movimento para que não se discrimine quem coma carne de cachorro e que todos os restaurantes vendam carne de cachorro, utilizando os mesmos utensílios para preparar e comer e todas as outras pessoas sejam obrigadas a aceitar e não poder criticar!

    Outra questão que acho que é absurda é a questão de dizer que a homossexualidade é genética. Por ser genético não pode ser criticado e deve ser aceito? E se for dito que a pedofilia seja genética? teremos que aceitar?

    • Bom exemplo com a carne de cachorro. Em sua liberdade tem o direito de aceitar ou rejeitar. No caso de genético está embaralhando as coisas. Não é o fato de ser genético ou não. Dois gays na vida privadas deles o problema é deles. Há duplo consentimento e não há lesão as partes. No caso da pedofilia há evidente lesão e o consentimento não cabe. Maças e laranjas.

      • David,

        Eu não quis dizer que pedofilia e homossexualismo são a mesma coisa e sim sobre poder criticar ou não a homossexualidade.

        O que eu quis dizer sobre a comparação entre homossexualismo e pedofilia era sobre a questão genética. O movimento gayzista diz que o homossexualismo é genético e por ser natural do indivíduo, não pode receber críticas.

        E a pedofilia se fosse genética, eu não poderia achar que é crime ou criticar também, o que seria um total absurdo.

    • A homossexualidade não pode ser genética. Os homossexuais são nascidos de casais heterossexuais, não poderia ter ligação com a hereditariedade. Mesmo com inseminação artificial, ainda as pessoas são concebidas naturalmente. Há rumores e alguns artigos científicos que relacionam a homossexualidade com xenobióticos de nossa alimentação, espécie de produtos químicos, provenientes, em sua maioria, de derivados de petróleo. Esses xenobióticos mimetizam o estrogênio (hormônio feminilizante). Bom, há a relação de que mães estão consumindo estes hormônios e passando verticalmente para o feto, no caso, homens. Estes seriam afetados pela feminilização, incluindo a psique. Bom, são especulações da ciência. Não acredito que a homossexualidade seja genética, que haja um gene que determine a orientação sexual do indivíduo. Acredito que a homossexualidade tenha ligação com o desenvolvimento uterino, mais a questão de influência social e apelação midiática. A agenda gayzista tem muita influência ao crescimento dessa população.
      Apenas conjunturas que, provavelmente, não serão ratificadas, por haver interesses escusos de disseminar a homonormatividade pelo planeta.

      • Desenvolvimento uterino… existem estudos com gêmeos idênticos criados em ambientes diferentes onde um vira homossexual e o outro não, os dois vindo do mesmo útero.
        Mas isso é irrelevante, o importante é a liberdade de expressão que dia após dia vem sendo destruída em nome de causas ‘nobres’ como o ativismo gay

      • Slaine, você interpretou bem o que eu escrevi, pois bem: existe a questão da feminilização do homem e a pressão midiática para torná-lo homossexual. Repudio as ideias de Rousseau em relação a sociologia, mas não podemos negar que o ambiente pode influenciar comportamentos, apesar que, parte da personalidade do indivíduo está embutida em seu DNA. Como eu bem disse, são somente hipóteses e especulações na área científica e, por mais que fosse algo comprovável, não iriam assim fazê-lo.
        Muita gente não conhece, mas muitos derivados de petróleo, aos quais estamos expostos todos os dias, mimetizam o estrogênio feminino. Um hormônio feminilizante em homens, imagine os efeitos que não pode causar. Há uma vasta investigação na área de desenvolvimento embrionário e fetal, que não há nada que possa ser descartado.
        É óbvio que gêmeos univitelinos irão manifestar fenótipos distintos, isso é epigenética, mais que evidente essa lógica, no entanto, não desconsidere essa possibilidade que eu escrevi no penúltimo comentário.

    • Ah, tudo o que não seja “adquirido pela experiência” é hoje chamado de genético, sempre que não existe uma causa que pode ser explicada, mesmo que não exista a menor ideia do que se trata e não exista uma pesquisa com gens.

      É que como foi proscrita a filosofia, o sentido de “inato” caiu fora de uso, e agora se fala em causa genética com a mesma convicção de que se falava na idade média sobre santos ou demônios.

  8. Ou seja, você é obrigado à ver (sair do filme na metade não pode) e não pode discordar das cenas ou das mensagens. Se você sair você é homofóbico, se você achar uma putaria você é homofóbico. Gostei do seu texto Luciano mas acho que ele poderia ter sido mais agressivo, querer OBRIGAR as pessoas à assistirem e depois OBRIGAR as pessoas à concordarem é ridículo, arrogante e uma tenativa vergonhosa de controle de pensamento. Esses LGBT não descansam, não param, não sossegam.

    • Outra clara tentativa CÍNICA e ARROGANTE de controle de pensamento é a invenção dos termos “HOMOFOBIA” e “HOMOFÓBICO”, que são usados de modo PROVOCATIVO.

      Essas palavras ou termos são derivadas totalmente do grego arcaico. Vamos analisar:

      O termo “HOMOS” significa “SEMELHANÇA”.
      O termo “FOBOS” significa “MEDO”.

      Portando:
      “HOMOFOBIA” significa: “MEDO do SEMELHANTE”.
      “HOMOFÓBICO” significa: “AQUELE que tem MEDO do SEMELHANTE”.

      Assim como “hidrofobia”, “aerofobia”, “claustrofobia” etc.

      Agora eu pergunto: Quem em sã consciência é capaz de sentir “MEDO” de um homossexual ???

      Fica evidente ai o uso CÍNICO e PROVOCATIVO da linguagem manipulada e denominada de “NOVILÍNGUA” para destruir nossos conceitos culturais e nossa estrutura de valores morais e éticos, que fundamentam já há muito tempo nossa civilização ocidental.

      Esses neologismos da novilíngua são ferramentas usadas na guerra cultural, que visam o avanço da agenda revolucionária, que, por sua vez, visa a destruição ou desconstrução de nossa civilização ocidental, para implantação do caos e consequente instituição do poder totalitário.

      Atenção Macuw !

      Estamos EM ESTADO de GUERRA contra um inimigo muito organizado e, portanto… poderoso.

      E isso não é teoria da conspiração, é PURA REALIDADE, realidade real e realidade virtual.

  9. Mera curiosidade, caso o próprio Luciano ou algum outro comentarista saiba…

    Quanto de recurso público, se existiu o uso claro, foi “capetaneado” para produzir esta bosta?

    • “esta bosta”
      Direito teu não gostar de homossexuais, conclusão que chego uma vez que classifica um filme, o qual provavelmente não viu, de “bosta”, só por conta da temática.
      Ao mesmo tempo, triste a dificuldade de compreender que haverem filmes assim, haverem representações homossexuais na cultura, ajudam a aumentar a tolerância com tal sexualidade para as próximas gerações. E para a atual geração também. Ser homossexual e se ver representado na cultura, ainda mais num filme como esse, que não tem homossexuais caricatos, afetados, e sim duas pessoas adultas do mesmo sexo que se gostam, é um alívio pra quem sofre desde que nasceu por não se enquadrar no padrão heterossexual esperado.
      E antes que você vire e me diga que essa minha defesa valeria pro caso do kit gay nas escolas, já digo: não, não. Kit gay sempre achei a ideia uma bizarrice. Estou falando de um filme, exibido nos cinemas, só para quem quiser comprar ingresso, com classificação +18. Não defendo exibição forçada, enfiar guela abaixo. Defendo existir na cultura tal diversidade, em benefício de quem pertence a ela.
      Se um dia tiver um filho homossexual entenderá.

      • Cuidado Cauê !!!

        “TODO AQUELE QUE COMEÇA TOLERANDO MUITO O CONVÍVIO, PODE TERMINAR COMENDO. E TODO AQUELE QUE COMEÇA COMENDO, TERMINA SENDO COMIDO E DANDO COM PRAZER.”

        Cuidado Cauê !!!

      • Cuidado Cauê !!!

        Tem um outro aspecto humanitário da questão:

        “OS VIADOS SÃO ALMAS CARIDOSAS, QUE DÃO SEM OLHAR A QUEM, ABRINDO-SE AO QUE PELA RETAGUARDA VEM”.

        Wagner Moura revelou-se uma alma muitíssimo caridosa.

        LGBT-WM = LGBT-Wagner-Moura

        Cuidado Cauê !!!

      • Cauê:
        Começou mal: não tenho nada contra o indivíduo homossexual, mas sou veementemente contra a agenda gay, o movimento rebanhista, o bandão que sai vitimizando gritando por mais direitos em relação aos outros e que quase sempre está de mãos dadas ao cool people engajado do extremo-esquerdismo.
        Agora, por falar em extremo-esquerdismo, o Wagner Moura, um muito estimado militante do PSOL, é um dos ícones desse antro de cínicos que tando diz defender a “tal diversidade” na cultura, usando seus termos, mas que na verdade são os mais intolerantes. Quando um artista desses, faz um filme com essa temática e já sai logo de cara reclamando do “preconceito e conservadorismo”(como se ele soubesse o que é isto)”, ver por exemplo aqui: http://www.implicante.org/artigos/o-que-podemos-aprender-com-wagner-moura/, aliado a histeria dos “especialistas” retratados no artigo do Luciano, ultrajados pela reação negativa do público, não consigo ter outra perspectiva senão a de que esse filme é puro proselitismo político. E pra mim esse tipo de coisa só tem uma definição cabível: “bosta”.

        Este blog trata exatamente disso, das artes sujas da esquerda para vencer a guerra política e cultural, que convenhamos, esteve vencendo com larga vantagem por anos.

        E não vai ser um filho homossexual que vai me fazer digerir isso.

  10. Substituamos o filme gay por filme “amor inter-etario”. Quem não quiser assistir o tal filme tem preconceito com a pedofilia. Quem não curte ver cena de sexo (hetero) é heterofobico (mesmo sendo heterosexual? Esses caras viajam.

    • Daqui a pouco, vão liberar “Amor, Estranho Amor”, com a Xuxa, para provar o que você disse. É foda! P.S.: A propósito, nunca vi esses filmes, não tenho intenção de vê-los, e por saber da temática nem apareço na sala de cinema em que estiverem em cartaz. Opinião minha: é repulsivo.

  11. O que você acha do Estatuto da Família (PL 6583/2013) que poderá ser aprovado ainda esses ano? Será que a classe política não fará mau uso desse estatuto, assim como vem fazendo com outros estatutos que vendem boas intenções (Estatuto do Desarmamento, Igualdade Racial, Crianças e Adolescentes, Juventude…). Uma das coisas que esse Estatuto da Família oferece é a possibilidade de que famílias participem na elaboração de políticas públicas. Sabe-se já que os políticos brasileiros, para se pertuarem no poder, vêm fabricando os mais variados movimentos sociais artificiais através de Bolsas, assistencialismos, financiamentos e doutrinação ideológica nas escolas. Portanto, é muito fácil para eles usarem as famílias dependentes de bolsas e outros assistencialismos para gritar mais alto do que a maioria das famílias que não têm tanto tempo para ficar participando desse tipo de coisa.

    PL 6583/2013:
    http://www.camara.gov.br/proposicoesWeb/fichadetramitacao?idProposicao=597005

  12. Sou de Niterói e me orgulho das pessoas que levantaram das salas de cinema. Significa que elas ficaram imunes a toda essa lavagem cerebral homossexual perpetrada pelas novelas e pelo jornalismo da Globo

    Que se fodam o Vagner Moura, o Karim Queima-rosca, a Globo e seus especialistas. Eles deveriam fundar um novo país, se mudar para lá e passar o dia inteiro comendo os rabos uns dos outros. Sem camisinha.

  13. “Se tivessem estudado o básico de psicologia evolutiva, por exemplo, saberiam que não foram as “religiões fundamentalistas” que fizeram as pessoas preferirem o sexo tradicional. É exatamente o oposto: o benefício evolutivo do sexo tradicional fez com que religiões propagando a valorização deste tipo de família obtivessem a preferência das pessoas. Em outras palavras, muitas pessoas gostam do cristianismo por que ele atende uma moral básica que já está carregada dentro da maioria da população, selecionada naturalmente.”.

    Esses retardados mentais acham que antes das religiões o mundo era uma grande suruba, onde todo mundo fazia sexo com todo mundo.
    E, na visão maluca deles, só depois que inventaram as religiões é que acabou a grande suruba.
    Para essa gente, assim como teve a “idade do bronze”, deveria ser anotado nos livros de história que existiu também a
    “idade da suruba”, que era o tempo antes da invenção das religiões onde todo mundo transava com todo mundo.

    São mais burros que portas, já que as portas não pensam, enquanto eles pensam TUDO ERRADO.

    • OK. SEGUNDO VOCÊ:

      as pessoas preferem o sexo tradicional PORQUE o benefício evolutivo do sexo tradicional fez com que religiões propagando a valorização deste tipo de família obtivessem a preferência das pessoas, E AINDA: muitas pessoas gostam do cristianismo por que ele atende uma moral básica que já está carregada dentro da maioria da população, selecionada naturalmente.

      TALVEZ (NÃO CONHECIA A TEORIA)
      MESMO ASSIM: a minoria que não gosta disso aí não tem o direito de gostar do que gosta?

      HOUVE NA ANTIGUIDADE GRECO-ROMANA, E NA INDIANA, RELIGIÕES QUE CELEBRAVAM RITOS ORGIÁSTICOS.
      a sociedade romana não restringia muito a diversidade das práticas sexuais consentidas entre seus cidadão.

      • a sociedade romana não restringia muito a diversidade das práticas sexuais consentidas entre seus cidadão.

        Mentira.
        A sociedade romana restringia e muito a diversidade das práticas sexuais. Primeiro que o homossexualismo não era aceito entre CIDADÃOS romanos, somente entre aristrocatas e escravos – ou seja, era uma relação de DOMINÂNCIA, e o termo “amor” era adicionado só pra eufemizar a coisa.
        Até a passividade do ato era condenada ao aristocrata, sendo portanto papel do escravo. A pederastia era tolerada enquanto os “parceiros”, os mancebos não eram romanos LIVRES. Já para os gregos essa relação era estabelecida entre um homem mais velho, e um jovem — o que também pode caracterizar pedofilia, sem contar que a relação também era baseada no uso da “autoridade”, seja política, social ou “pedagógica”.

        Chega a ser hilário como o pessoal costuma pintar roma como um paraíso sexual panteísta e um exemplo de…………. tolerância e liberdade(!)(?) kkkkk

        O negócio é tão básico que está até na wikipedia.

        http://pt.wikipedia.org/wiki/Sexualidade_na_Roma_Antiga#Homossexualidade_em_Roma

        —-

        HOUVE NA ANTIGUIDADE GRECO-ROMANA, E NA INDIANA, RELIGIÕES QUE CELEBRAVAM RITOS ORGIÁSTICOS

        Religiões tabém praticavam ritos sacrificiais, de auto flagelo, mas ter o próprio coração arrancado, ou se converter em um pira ambulante de chamas ninguém quer né?

        Não é a toa, que em muitos lugares onde tais tradições (como ritos orgásticos) permaneceram por milênios, é onde encontramos coisas como “castas” e os maiores atrasados em termos de direitos humanos. Fora que na religião greco romana (pelo que me lembro) não existe sequer um herói, semi deus, ou deus grego que tenha sido gerado a partir de uma relação homoafetiva.

  14. Então, Luciano, gosto bastante do teu blog, entro aqui diariamente e já aprendi bastante coisa contigo. Porém, esse post me assustou um pouco.

    Me preocupa a rapidez com a qual você joga uma pessoa que diga qualquer mínima coisa que vá contra às ideias da direita na sacola da “extrema esquerda” ou então na sacola do fascismo. Vejo há tempos muitas pessoas nos comentários do blog fazendo isso, usando classificações fáceis e preguiçosas, mas me surpreendeu partir de você o mesmo.

    A interpretação que você fez da fala do Karim foi bem agressiva. Só por ele lembrar que intolerância é uma das geradoras do fascismo, você logo o classificou de fascista. Só por ele ter comparado com filmes violentos, já veio defender que “filmes violentos não incentivam a violência” (concordo completamente, mas o que tinha a ver?), e misturou com ciência e foi longe. Ele, como diretor, precisa defender a obra dele ué.

    Particularmente achei essas pessoas que saíram da sala muito burros, pois já estava claro na sinopse do que o filme se trata. E há diversos outros filmes, nacionais inclusive, com protagonistas homossexuais e cenas íntimas entre eles.
    Sobre o fato de saírem da sala: livre arbítrio. Cada um assiste o que quiser. MAS, do mesmo modo que as pessoas podem sentir nojo de cenas homossexuais e falarem sobre isso, também posso dizer que as acho limitadas por tal repulsa.

    Nem comentarei sobre o nível dos comentários aqui… fiquei entristecido e desesperançoso, de verdade.

    De qualquer forma, gosto do trabalho que faz nesse blog e continuarei vindo, torcendo pra não ser jogado na sacola da esquerda só por ser bastante tolerante quanto a homossexualidade.

    • Quem define o que alguém deve assistir ou não, a partir de um coletivismo bancado pelo estado, é um fascista. Isso não é um xingamento, mas a descrição do fascismo em si.

      Em relação ao Karim, ele usou termos como “intolerância”, “preconceito”, “fascismo” e “ignorância” para se referir a quem deixou o cinema e você vem me chamar de agressivo?

      Ele jogou pesado no ataque, e deve aguentar o revide.

      Em relação às pessoas que saíram da sala não tem nada a ver chamá-los de “muito burros”, pois muitas vezes nos enganamos em relação ao conteúdo de um filme. Uma vez, minha namorada pediu para sair da sessão de Um Dia Depois do Amanhã. Essas coisas são normais.

      Note que da mesma forma que alguém chama pessoas com alguma repulsa de “limitadas”, pode-se com muito mais assertividade dizer que limitação é não aceitar a manifestação do gosto alheio.

      Se você é bastante tolerante quanto a homossexualidade (e eu também sou), agora falta melhorar no quesito tolerância com o direito de alguém ter repulsa em relação à homossexualidade.

      • Mas, Luciano, ninguém determinou que todo mundo devia assistir o filme. O filme está nos cinemas, assiste quem quiser pagar o ingresso e sai da sala quem não estiver satisfeito.
        Há muita patrulha desnecessária e exagero em algumas das colocações dos militantes, de fato, mas não acho que deve ser ignorado o fato da rejeição do público ao tema. Não condeno a liberdade de abandonarem o filme, mas não acho que o fato precisa ser ignorado. É um fato um tanto revelador sim, e direi porque:
        Acredito que progredimos para a paz conforme a tolerância a comportamentos que não são o “normal” (e que não prejudicam ninguém, obviamente) são aceitos com maior facilidade. Não proponho todo mundo achando lindo dois caras se pegando (nas telas). Mas, no mínimo, tolerando.
        Sou a favor da paz. E na minha modesta opinião, de alguém de 20 e poucos anos que ainda está aprendendo (bastante com o trabalho que você tem feito aqui), enxergo que é um atraso para a paz a repulsa à homossexualidade, assim como a repulsa de veganos por carnívoros ou o contrário e várias outras repulsas.

        Tolerância com quem tem repulsa a homossexuais? Tenho sim, convivo com bastante gente que detestam tal comportamento e busco compreender o porquê delas pensarem assim. Mas acho que isso prejudica a quem é homossexual, pois fica com medo de expor sua sexualidade – entenda por expor: poder contar a respeito de seus namoros assim como heterossexuais contam, poder apresentar o/a parceiro/a, poder contar da balada que foi e aprontou como os heterossexuais também vão, aprontam e contam.

        Paz seria o “ideal” que é o questionado em seu texto. Mas não enxergo paz quando vejo que um homossexual precisa ficar calado em um ambiente cheio de gente intolerante dizendo nojentices a respeito de seu gosto, pois sabe que se discurso não valerá de nada ali.

        Na minha opinião, fique claro, opinião de Cauê Bernardo Menini, é limitação sim a pessoa não ter tolerância a isso, pois revela incapacidade de pensar fora da caixa, tentar entender uma coisa que é diferente do costume dela, como se fosse um brasileiro rejeitando uma cultura estrangeira só porque é diferente da sua.

        Se um dia um intolerante tiver um filho homossexual só vai entender o problema que é essa repulsa quando descobrir que o filho está frequentando locais sujos, escondido, fazendo coisas na surdina pois tem medo de se assumir e poder fazer o que quiser com liberdade e mais segurança. Uma população intolerante só alimenta a repulsa e o medo dos repulsados.

        Eu só quero paz. Somente.

      • Mas, Luciano, ninguém determinou que todo mundo devia assistir o filme.

        Então, é só eles respeitarem o direito de quem quiser deixar de assistir o filme pela metade, sem praticar ofensas diversas e acusações, com fizeram os esquerdistas citados no post.

        O filme está nos cinemas, assiste quem quiser pagar o ingresso e sai da sala quem não estiver satisfeito.

        É exatamente esse meu argumento.

        Há muita patrulha desnecessária e exagero em algumas das colocações dos militantes, de fato

        Há muito mais que isso: HÁ UM DESRESPEITO PELA LIBERDADE DE CONSCIÊNCIA. Meu post ataca esse tipo de desrespeito fascista.

        mas não acho que deve ser ignorado o fato da rejeição do público ao tema

        Assim como não deve ser ignorado o fato da maioria de nós tomarmos cerveja. E rejeitarmos cerveja light…

        Isso não dá o direito moral de patrulhamento ideológico.

        É um fato um tanto revelador sim, e direi porque:
        Acredito que progredimos para a paz conforme a tolerância a comportamentos que não são o “normal” (e que não prejudicam ninguém, obviamente) são aceitos com maior facilidade.

        Sair do cinema não é “intolerância”. Atacar alguém por sair do cinema é…

        Como se fala em “progressão para a paz” com um tipo de ofensa à liberdade de consciência tão grave quanto essa dos esquerdistas citados no texto?

        Não proponho todo mundo achando lindo dois caras se pegando (nas telas). Mas, no mínimo, tolerando.

        Há um erro lógico aqui. Você “atrela” tolerância à não sair do cinema. Na verdade, não há indício algum de rejeição a esse tipo de cena com intolerância.

        Sou a favor da paz. E na minha modesta opinião, de alguém de 20 e poucos anos que ainda está aprendendo (bastante com o trabalho que você tem feito aqui), enxergo que é um atraso para a paz a repulsa à homossexualidade, assim como a repulsa de veganos por carnívoros ou o contrário e várias outras repulsas.

        Eu não vejo problema algum em um vegano ficar com cara de nojo diante de um bife. Eu sou carnívoro e não o chamarei de intolerante (no sentido do respeito ao comportamento alheio).

        Tolerância com quem tem repulsa a homossexuais? Tenho sim, convivo com bastante gente que detestam tal comportamento e busco compreender o porquê delas pensarem assim.

        Uma dica é a leitura de psicologia evolutiva. Ajuda bastante a compreender por que alguns desejos NORMATIVOS (ou seja, da maioria), inatos, foram selecionados.

        Mas acho que isso prejudica a quem é homossexual, pois fica com medo de expor sua sexualidade – entenda por expor: poder contar a respeito de seus namoros assim como heterossexuais contam, poder apresentar o/a parceiro/a, poder contar da balada que foi e aprontou como os heterossexuais também vão, aprontam e contam.

        É uma vida dura né! Imagine um gerente em projetos de TI, comandando uma equipe de 65 pessoas, sem sair contando que assiste filmes exploitation, ou mesmo que gosta de ouvir bandas como Memento Mori, Candlemass, Krux e outras. Sabe de uma coisa? Me acostumei. Devo protestar também por que não acham a música que eu gosto tão “normal”?

        Paz seria o “ideal” que é o questionado em seu texto. Mas não enxergo paz quando vejo que um homossexual precisa ficar calado em um ambiente cheio de gente intolerante dizendo nojentices a respeito de seu gosto, pois sabe que se discurso não valerá de nada ali.

        Aí que está. O seu conceito de paz depende do controle da consciência alheia. Manifestações naturais e gostos naturais nossos devem ser cerceados para não melindrar uma minoria. É aí que nasce o discurso do totalitarismo. (Não é sua intenção, mas sabemos que a partir de boas intenções, o pessoal pode se aproveitar delas…)

        Na minha opinião, fique claro, opinião de Cauê Bernardo Menini, é limitação sim a pessoa não ter tolerância a isso, pois revela incapacidade de pensar fora da caixa, tentar entender uma coisa que é diferente do costume dela, como se fosse um brasileiro rejeitando uma cultura estrangeira só porque é diferente da sua.

        Isso é bom ou ruim em termos evolutivos por qual motivo? Me parece que é uma idealização sua…

        Se um dia um intolerante tiver um filho homossexual só vai entender o problema que é essa repulsa quando descobrir que o filho está frequentando locais sujos, escondido, fazendo coisas na surdina pois tem medo de se assumir e poder fazer o que quiser com liberdade e mais segurança. Uma população intolerante só alimenta a repulsa e o medo dos repulsados.

        Se um dia você tivesse um filho homossexual, ensinaria ele a superar o fato dele ser minoria ou iria treiná-lo para protestar por aceitação da maioria que só pode ser exercida no nível do CONTROLE DA CONSCIÊNCIA alheia?

        Eu optaria pela primeira opção. Acho que isso construiria um caráter mais forte…

    • Cuidado Cauê !!!

      Aqueles que são MUITO TOLERANTES com a homossexualidade iniciam criticando as posturas enfaticamente contrárias ao homossexualismo, e terminam aceitando a prática do homossexualismo como o “cool new way of life”.

      Cuidado Cauê !!!

      Pare com isso antes que você se torne um adepto da prática da amizade colorida, e fique enunciando ao mundo que: “O AMOR É LINDUUU !!!”

      Cuidado Cauê !!!

    • Tem um velho ditado que diz:

      “TODO AQUELE QUE COMEÇA TOLERANDO MUITO O CONVÍVIO, PODE TERMINAR COMENDO. E TODO AQUELE QUE COMEÇA COMENDO, TERMINA DANDO.”

      Acho uma puta HIPOCRISIA DESCARADA ficar ALARDEANDO ao MUNDO que se é “MUITO TOLERANTE COM A VIADAGEM”, pois os homens, que são homens de verdade, sabem o que são e não toleram a viadagem, alias a desprezam! Os homens de verdade convivem com a viadagem apenas num padrão que garanta a civilidade e a ordem social, e nada mais.

      Então quando alguém explicita autenticamente sua repulsa pelo homossexualismo está simplesmente sendo honesta com sua consciência e seus princípios morais, e tem o sagrado direito de expressar sua opinião, desde que não ofenda nem ataque fisicamente os homossexuais.

      Chamar homossexuais de “viados” não é propriamente uma ofensa, visto que eles mesmos assim se auto adjetivam.

      Certa vez, ao estar cuidando dos meus negócios e caminhando pelo centro de São Paulo, tive a infelicidade de presenciar uma discussão de “altíssimo” nível, ocorrendo entre alguns integrantes de num bando de viados que estavam “trabalhando” por lá, A discussão se dava em torno da disputa entre eles para saberem “QUAL DELES ERA O MAIS VIADO DOS VIADOS” no bando. Segundo palavras deles mesmos, não minhas. Isso me lembrou de uma outra discussão, que presenciei, entre putas querendo saber qual delas era “a mais puta das putas” e “qual delas era a que mais faturava, e mais dinheiro fazia para o seu “amado” cafetão.

      Cuidado Cauê !!!

      “TODO AQUELE QUE COMEÇA TOLERANDO MUITO O CONVÍVIO, PODE TERMINAR COMENDO. E TODO AQUELE QUE COMEÇA COMENDO, TERMINA DANDO.”

      Cuidado Cauê !!!

      • Apolo, obrigado por me alertar, mas não preciso tomar cuidado algum por tolerar, como deixou claro em suas palavras, o CONVÍVIO com homossexuais.
        Posso conviver muito bem com quem não me faz mal algum e me respeita.
        Convivo com um, inclusive, desde que nasci, familiarmente. Sorte minha e dele não termos você como pai… meu pai não é um exemplo de tolerância, mas jamais teria um pensamento fascista e brega desses de “homens de verdade não toleram a homossexualidade”. Coitada da tua eposa…

        E, seguindo a sua insinuação, não veria problema em ser homossexual, ou bissexual, ou ter “amizade colorida” se me desse vontade. Sou adulto e considero que fui bem educado, e também, não estou tão preocupado assim com a opinião que os outros tem de mim, ainda mais se for alguém fascista como você, vide o seu fascismo nesse trecho:
        “pois os homens, que são homens de verdade, sabem o que são e não toleram a viadagem, alias a desprezam”

        Luciano, obrigado por me responder, e espero que sua linha de pensamento vá bem distante da do Apolo, uma vez que você é alguém que eu admiro (sei que te irritei, não era intenção, mas me vi no direito de falar), ao contrário desse Apolo que é alguém que jamais desejo ter nem como amigo e me dá pena. Deve ser aqueles caras que chega nos lugares e todo mundo se afasta, que começa a falar e todos olham pro lado pra ver se tem algo mais interesse, que caga regras e é todo moralista mas transou antes de casar, diz que homossexualidade é ANORMAL mas na certa gosta de praticar sexo ANAL em mulheres, tão anormal quanto.

    • ‘Só por ele ter comparado com filmes violentos, já veio defender que “filmes violentos não incentivam a violência” (concordo completamente, mas o que tinha a ver?)’

      Putz, precisa desenhar? Qualquer um sabe que a patrulha politicamente correta fica todo dia afirmando que incentiva sim, LOGO, o que o cara lá disse foi que o público é hipócrita por não condenar uma coisa que (segundo ele) faz um mal real (filmes violentos incentivando a violência) mas não condena um inofensivo filmezinho com sexo gay

      Se vc concorda que filmes violentos não incentivam a violência, fica pior ainda (pro seu lado), porque aí sim, vc devia perguntar ‘o que é que tem a ver?’ quando o SEU DIRETOR aí vem falando que ‘se fosse filme violento podia’.

      ‘Particularmente achei essas pessoas que saíram da sala muito burros, pois já estava claro na sinopse do que o filme se trata. ‘

      E você é no mínimo desonesto porque todo mundo sabe, VC INCLUSIVE, que nem todo mundo assiste filme pela sinopse.

      ‘do mesmo modo que as pessoas podem sentir nojo de cenas homossexuais e falarem sobre isso, também posso dizer que as acho limitadas por tal repulsa.’

      Mas é justamente isso que todo mundo que preza a liberdade defende, oras.Não existe nenhuma necessidade de jogar essa informação aqui, como se algum liberal estivesse querendo obrigar vc a sustentar com o seu dinheiro filmes feitos pra propagandear uma ideologia que vc não concorda…que é o que o ativismo gay faz.

  15. É preciso também aprender, treinar e utilizar a assertividade para combater esquerdistas.

    Gostei do comentário da página do “Meu professor de História mentiu pra mim” no facebook.

    Trechos:


    (…) Flausino descobriu uma regra psicológica básica: a assertividade desperta o engajamento …

    (…) Quando “todo mundo” obriga “todo mundo” a ser “bonzinho”, cada indivíduo sabe, dentro de si, que não é mais possível distinguir o elogio sincero da mera conivência por força da imposição coletivista (…)

    (…) Quando o vocalista chama os pichadores de IDIOTAS, ele estabelece uma conexão com a plateia que tem força suficiente para passar por cima do pré-condicionamento estabelecido por Sergio Groisman (…)

    Fonte:

    Sabem o que mais me deixou feliz no episódio sobre a fala de Rogério Flausino no programa “Altas Horas”? A recepção do público.
    https://www.facebook.com/MeuProfessorDeHistoriaMentiuPraMim/posts/401511859988999

    É preciso muita coragem e assertividade também para lidar com a “pressão dos pares”

  16. Mas é muita patrulha!
    Cada um sai da sala de cinema a hora que quiser!
    E duvido que, ao contrário de “ativistas” em geral, alguém tenha pedido o seu dinheiro de volta ou aprontado um escândalo na porta do cinema.

  17. Só me entristece ver que de ambos os lados existem extremistas… Quando extremistas tomam a dianteira, a raiva que se acumula do outro lado gera mais extremistas, em ação contrária e oposta. Consciência e inteligência deixam de existir quando se formam “bandos” separados por ideais, brigando entre si sobre quais são seus direitos sem ao menos ver, que seus direitos acabam no exato momento em que o direito do próximo começa.

    Isso me lembrou a triste notícia de ontem, no Fantástico, onde negros esculhambam uma negra por querer ficar mais branca. Ué, o gosto dela é este, pq ela seria preconceituosa afinal? Pq ela quer ter a pele mais branca? Pq ela quer ter o cabelo liso? Engraçado que ninguém chama uma mulher branca de preconceituosa pq ela fica no sol, dourando a pele, pra ficar mais bonita aos olhos dela, ou chama ela de preconceituosa quando ao ir pra festa, faz longos cachos nos cabelos antes, lisos!

    Preconceito é uma doença, para todos os gostos, basta ser diferente, ou mesmo ser igual, tentando ser diferente, o ser humano, inteligente, é apenas algo que todos querem alcançar, mas nestas horas, mostram suas verdadeiras identidades e caráter: fúteis, medroso e vulgares.

    Seja branco, amarelo ou negro, seja gay, hetero ou bi, seja religioso ou não, seja do meu partido ou de outro. Jumentos existem pra todos os gostos, e com todos os sabores. E no final, ainda serão todos jumentos!

  18. É, no caso “eu não como jiló” a não ser de forma figurativa e evidentemente na maravilhosa figura feminina rsrs. Eu não seria criticado ao sair da sala, pois “jamais entraria !!!

  19. Mensagem na página da tv revolta:

    “Prezados amigos,
    Nossa página está sendo alvo de ataques em massa por parte de quadrilhas destinadas a tirá-la do ar. Já identificamos várias fontes de coordenação destes ataques e encaminhamos denúncia ao Facebook e à Polícia Federal, além de registrar Boletim de Ocorrência na 4ª Delegacia de Delitos Cometidos por Meios Eletrônicos – DIG/DEIC.

    De qualquer forma, caso ainda assim a página seja retirada do ar, pedimos que curtam nossa página reserva (específica do canal) para que possamos continuar a nos comunicar enquanto o problema não for resolvido: https://www.facebook.com/CanalTVRevolta

    Quanto mais pessoas relatarem este problema ao Facebook ou curtirem este post, mais pessoas serão atingidas e ficarão cientes do problema e desta solução temporária.

    Obrigado,
    João”

    • O João Revolta deveria fazer algo parecido com o Danilo Gentili, que conseguiu livrar sua página do Face de MAVs ao solicitar investigação por parte dos funcionários do senhor Zuckerberg em relação aos ataques sofridos e, quando constatado que era coisa de sujeira política aplicada à internet, recebeu uma “blindagem” virtual.
      Ainda assim, a sorte do Revolta é a de que essas estratégias estão ficando tão óbvias que agora ficam por demais manjadas, o que obrigará a que eles mudem a estratégia por cair na ineficácia.

  20. Imagine que a maioria da população goste de macarronada, mas entra em uma feira esperando comer massas. Chegando lá, só servem jiló, de vários tipos. Muitos abandonam a feira e são chamados de “preconceituosos contra os comedores de jiló”.

    Excelente analogia, parabéns pelo artigo. Nunca tive nada contra homossexuais, só acho que nem todo mundo deve ser obrigado a comer “jiló”.

  21. Luciano, mais uma no monitoramento do marxismo-humanismo-neoateísmo brasileiro: vereadores de Campo Grande querem que o Ministério Público investigue se David Owuor, um pastor evangélico queniano radicado no Brasil e apelidado de “Profeta da Chuva”, cometeu homofobia.
    Os vereadores que pediram isso são Chiquinho Telles (PSD), João Rocha (PSDB), Luiza Ribeiro (PPS) e Waldecy Chocolate (PP), em requerimento liderado por Paulo Pedra (PDT). Logo, como se pode observar, a coisa até transcendeu o MHN por haver vereadores do PSD e do PP, mas aqui agindo como satélites de marxistas-humanistas-neoateístas.

    O problema para esses vereadores? O fato de o queniano, que é crente dos mais ortodoxos, dizer que homossexuais não herdarão o reino dos céus. E aqui iremos nos perguntar: para um judeu, alguém que come carne de porco não irá ao Paraíso. Isso significa que vemos judeus ortodoxos querendo infernizar a vida de quem come carne suína? Não, assim como não vemos consumidores de carne suína obrigando judeus a achar bonito alguém comendo lombinho, feijoada e sarapatel. E nessa, tanto judeus quanto pessoas que comem carne suína vivem na maior das pazes, mesmo com os judeus considerando que a culinária alheia é pecado.
    E por que preocupa tanto assim a esses vereadores um reino que não é deste mundo? Logo, sem querer esses vereadores acabaram dando uma aula prática da diferença entre a religião tradicional e a religião política, pois a última quer obrigar os que dela não compartilham a crença para que vivam conforme seus ditames.

    Observe-se também que o próprio pastor disse que não é para as pessoas fazerem uma guerra, quando pediu aos fiéis que “se esforcem para viver em paz com todos os homens e serem santos”. Logo, se ele deseja que as pessoas vivam em paz, caímos aqui na mesma história dos judeus que consideram pecado que os gentios comam carne suína, mas não vão agir contra alguém que tenha tal comportamento que eles consideram pecaminoso.

  22. Gente boa, é muita hipocrisia da raça humana. Onde grande parte da população assiste a um BIG BROTHER, onde a sexualidade feminina é exposta, onde se dorme entre edredons para a prática do sexo ao vivo, mulheres que se beijam, bundas expostas, pessoas que mal se conhecem e são chamados de heróis nacionais, novela em horário nobre, onde a maioria assistiu a um beijo gay e ainda aplaudiu. Os que querem ir ao cinema, vão por que escolheram o filme, e se não gostaram, que olhem outro gênero. Acredito que o Brasil tem que mudar a postura de que tudo está errado, nada pode. Fomos criados e ainda criamos está cultura ridícula de preconceitos vários; temos a liberdade de nos expressarmos como quisermos e onde quisermos, de ir e vir sem promiscuidade; senão iremos ter no futuro robôs mecanizados dentro de uma cultura medieval, onde o direito da liberdade não existe. Seremos escravos dos preconceitos.

  23. Luciano, gostaria de reiterar. Os gays querem a ditadura do pensamento único. No futuro, poderão até implementar o controle mental em massa, a fim de tornar a homossexualidade a conduta normal à natureza humana. Detalhe para o título sugestivo: “Praia do FUTURO”, não queriam incutir nada no público, não é mesmo?

  24. Excelente post. Nunca lerei algo assim nos grandes portais de notícias da internet. Alguns colunistas dos grandes portais, sabidamente esquerdistas, até que, diante de tal exagero, tentaram esmiuçar uma crítica – mas sabe, eles coadunam com o gayzismo. Esse Karim Aïnouz não poderia ser mais cínico e safado. O gayzismo ultrapassa o fascismo, é uma engenharia social que vai moldando incansavelmente a opinião pública, sempre com as mesmas diatribes e mi-mi-mis: preconceito isso […], e o politicamente correto. São pernósticos e se afetam por pouca coisa, são adeptos do boicote, como fizeram com o Guido Barilla, que disse que sua empresa não incluiria casais homossexuais em seus anúncios, e o CEO da Mozilla, por simplesmente defender o casamento tradicional. Ah, se tivéssemos uma Legião da Decência! Mas hoje a legião é a patrulha da indecência, que quer acusar quem se nega a vê-la e até destruir a vida dessa pessoa. Nesse vídeo eles nos dão uma dica, que já não está a valer, que é usar o pescoço (o que fez o pessoal do cinema), pois a ditadura gay, como todas as ditaduras, quer atenção e ser venerada, como em ‘’A marcha do vadio, ou: Soneto do Novo Calígula’’, de Olavo de Carvalho. Eis o vídeo, virar o pescoço já não pode: https://www.youtube.com/watch?v=BdT49EU9ok8

  25. Achei um pouco deturpada essa visão.

    Pegue a frase: “Não paguei para ver um homem trasando com outro homem” e volte no tempo. Agora troque “outro homem” por “mulher negra” e vc terá um caso de racismo, troque “outro homem” por “uma judia” e vc terá outro caso de preconceito, troque “outro homem” por “uma infiel” e você terá mais um caso de intolerância. Todos eles foram realidade (e ainda são muitas vezes), e todos eles são dignos de represália, mas a diferença é q a moda hoje é a “liberdade de opressão”.

    Tem problema sim sair do filme por causa de sexo homossexual. Vc não está ali para ver uma cena de sexo, assim como não está em nenhum cinema… a não ser q frequente aqueles do centro de São Paulo, vc está para ver um filme, se uma cena de sexo te incomoda mais por ser homossexual, do q qualquer umas das q eu supus acima, é pqainda falta um degrau pra vc subir. Assim como foram subidos tantos outros na sociedade com o passar do tempo.

    A primeira vez q assisti O Segredo de Brokeback Mountain, fiquei bastante desconfortável com a cena de sexo logo no começo do filme, demorou alguns momentos para eu digerir o que eu tinha visto e relevar, por ser só uma cena de sexo entre dois homens… nada d mais… nada absurdo… nada ofensivo… continuei no filme e, por fim, foi um bom filme…

    • Esse João é patético.

      Ele compara um preconceito não justificável evolutivamente com a rejeição ao comportamento homossexual, endossada evolutivamente. Ou seja, comparou opostos praticamente.

      Tem problema sim sair do filme por causa de sexo homossexual.

      Somente para mentes totalitárias e fascistas…

      Vc não está ali para ver uma cena de sexo, assim como não está em nenhum cinema… a não ser q frequente aqueles do centro de São Paulo, vc está para ver um filme

      Ué, mas e se o filme tem uma cena de sexo homossexual? Não importa o motivo pelo qual alguém vai ver um filme (ISSO NÃO É PROBLEMA SEU), mas sim a vontade individual de alguém…

      Em tempo, já vi gente saindo do cinema durante uma sessão cult do filme Saló, de Pasolini. Não era um filme gay. E eu, como não sou fascista, não me incomodei ao ver gente saindo do cinema…

      se uma cena de sexo te incomoda mais por ser homossexual, do q qualquer umas das q eu supus acima, é pqainda falta um degrau pra vc subir

      Será mesmo? Vamos ver abaixo…

      Assim como foram subidos tantos outros na sociedade com o passar do tempo.

      Não é o que parece, depois que o marxismo cultural tem sido desmascarado…

      Vemos que a intolerância à liberadade de consciencia está cada vez mais rejeitada.

      A primeira vez q assisti O Segredo de Brokeback Mountain, fiquei bastante desconfortável com a cena de sexo logo no começo do filme, demorou alguns momentos para eu digerir o que eu tinha visto e relevar, por ser só uma cena de sexo entre dois homens… nada d mais… nada absurdo… nada ofensivo… continuei no filme e, por fim, foi um bom filme…

      Eu não fiquei desconfortável, por que não assisti, e não tenho nenhum interesse a assistir DRAMA. Pela sinopse, parece filme para menininhas.

      Filme que alguém tem que “digerir”?

      Na boa, você é um zumbi sem opinião própria que transforma até seu ato de entretenimento em ato político. Vergonhoso.

      Você não é mais um indivíduo.

  26. Sabem… (o tópico já se tornou “antigo” então talvez ninguém leia, mas enfim…)
    Eu ouço muitos amigos me dizendo “sério que você não é de esquerda? olha seus comportamentos, a direita odiaria você, te aniquilaria” e várias sentenças caricatas desse tipo.
    Mas nos comentários daqui há tantos caricatos, como essas aqui de cima, ranzinzas, intolerantes… tão é precisando engolir: vocês, extremistas, são os culpados pela ridicularização e enfraquecimento da direita.
    Triste…

    • Eu não vi intolerância aqui dos comentaristas de direita. Ao contrário, a partir do momento em que alguém ofende gravemente os conservadores ao dizer se eles podem ou não sair do cinema no momento que os marxistas culturais querem, ofendem a liberdade de consciência. Um pouco de irritação é normal diante desse tipo de ofensa tão grave à liberdade de consciência.

    • Triste é você, que engole tudo quanto é lixo que a esquerda inventa no campo cultural, mesmo já tendo sido mostrado N vezes que o objetivo dessa tralha toda é f**** com a sociedade, destruir ela por dentro e abrir espaço pro estado babá…E AINDA SE ACHA DE DIREITA!

    • ‘vocês, extremistas, são os culpados pela ridicularização e enfraquecimento da direita.’

      Essa é uma opinião digna de um moleque de vinte anos de idade que não entende p nenhuma nem de história, nem de liberdade, nem do mundo nem de nada.
      Os ‘extremistas’ são os culpados pelo enfraquecimento da direita? Que idiotice, nos EUA dos fouding fathers a maioria do povo pensava como esses ‘extremistas’ e foi o mais próximo que o mundo chegou do estado mínimo e do capitalismo puro.
      Agora, com a escola de Frankfurt e os socialistas fabianos, no começo do séc XX, aí sim que começou a implantação do gayzismo, feminismo, etc na cultura e ‘coincidentemente’ isso tudo veio acompanhado da militância que pedia o ‘direito’ de mandar na cabeça dos outros através do estado inchaço
      Vamos ver quem é na verdade que ridiculariza os defensores da família (aviso: tomem um engov antes de ler):Rafinha Bastos, porta dos fundos, Fábio Pochat, punheteu, paulo ghiraldeli, a maioria absoluta dos ‘humoristas’ nacionais, a maioria absoluta dos ‘humoristas’ gringos, o MAV, a mídia comprada, etc etc etc
      Tudo gente que é socialista até a alma
      Aí vai o idiota vem falar que a culpa é da direita. PQP.

      • Slaine, você aceitou. Tenho 20 e poucos anos de idade.
        Deixei claro mais acima que ainda estou aprendendo sobre todos esses conceitos aí que citou. Quem dera dominá-los… sou bem amador e iniciante, mas quero aprender e estou tentando.
        Pena que pessoas como você tentam intimidar.
        São pessoas como você as que reclamam que “brasileiro não pensa”, “brasileiro não forma opiniões próprias”, mas é a gente tentar falar nossa opinião, tentar mostrar o que tá pensando, que é atacado de todos os jeitos: “VOCÊ pensando? VOCÊ? você é um moleque, idiota, cala a boca, sai daqui, se mata”. Engraçado.

        E além de estar buscando aprender sobre política, história e liberdade, também venho aprendendo outra coisa, que pelo visto você não aprendeu e nem está interessado/a. Desde que nasci convivo com um homossexual, que é meu irmão gêmeo, e sempre vi de perto o tipo de violência física e moral que uma pessoa nessa condição passa. Você dirá que é exagero, frescura, etc, mas você não passou por isso. Você não sabe o que é. Já fui agredido, mais de uma vez, por ser identico em aparência a ele e me confundirem, ou em casos que nem me confundiram mas disseram “irmão de viado é viado”. Quem faz isso são filhos de pessoas como você e o Apolo, que acreditam que quem é homossexual deveria se entregar a castidade e pronto, viver de cabeça baixa, sem olhar nos olhos de ninguém, ou então manter completamente em segredo sua sexualidade.

        Quem disse que eu sou contra a família? Ou que ele é contra a família? Existem muitos heterossexuais por aí graças a Deus, muitos formarão famílias. Muitos heterossexuais, inclusive, engravidam e abandonam filhos, mas felizmente são uma parte só. Pretendo formar família um dia também, não tenho nada contra a família como você claramente insinua.

        E não quero o Estado aumentando, dando direitos a mais para homossexuais, nem nada do tipo. Quero que pessoas como você pensem melhor a respeito desse nojinho, pra inclusive vivermos de modo mais tolerante e civilizado e não precisar Estado nenhum interferir.

        E o que quis dizer é que essa direita caricata só afasta novos aliados, esse posicionamento de “se disser qualquer coisa que eu discorde te arrebento e cuspo na tua cara”. Muito homossexual corre pra esquerda porque na direita tem essa pose de “ok, homo, você pode existir, mas não se aproxime”. Não desse modo e nessas palavras, mas o posicionamento é esse, vide o tanto de críticas que você mesmo/a fez para o filme só por se tratar de uma história entre dois caras.

        E curioso também que você veio me chamando de idiota, usando palavrões aos montes, e eu que sou moleque. Espero que formar família não esteja nos teus planos.

      • Em primeiro lugar, quero deixar claro que sou jornalista – portanto aquele que segundo os militantes devem ou deveriam ter mente aberta -. Bom, vamos lá caro Cauê, eu li o seu comentário e confesso que fiquei preocupado com você. Não só pelo conteúdo, mas também para a sucessão de falácias e sofismas. Você diz:

        Slaine, você aceitou. Tenho 20 e poucos anos de idade.
        Deixei claro mais acima que ainda estou aprendendo sobre todos esses conceitos aí que citou. Quem dera dominá-los… sou bem amador e iniciante, mas quero aprender e estou tentando.
        Pena que pessoas como você tentam intimidar.

        R: Eu, particularmente, não vi ninguém intimidar ninguém. Quando você usa o verbo ‘intimidar’ quer usar uma espécie de falácia apelativa e sensacionalista. Alias, o verbo parece-me crer, que você considere os conservadores incitadores de ‘guerra contra os gays’. Não há guerra alguma e quem intimida não são os conservadores, mas sim os tais progressistas com até ameaças de morte no mundo real e nos ambientes virtuais. Já ouviu falar das lutas de classes criadas por Karl Marx? Lutas hoje, não mais entre patrões e operários, mas sim entre ricos e pobres, negros e brancos, gays e héteros, etc. Desde 2003, o Brasil vive a sombra de um marxismo cultural da qual quem pensa diferente sofre todo azar de ataques. Vou te apresentar ou relembrar, não sei, o caso da psicóloga curitibana Marisa Lobo, que foi cassada por supostamente falar o nome de Deus no consultório, mas que na verdade foi por causa de posicionamentos conservadores. Que tal eu ser uma ponte entre você e ela, para você saber o que é intimidação. No mais, vejo pessoas manifestando opinião a favor daqueles que, pelo livre arbítrio, abandonaram a sala de cinema porque viram coisas das quais rejeitaram e não são respeitados. Para você e uns poucos é um absurdo. Por quê? É um direito que as assiste. Deve ser uma tortura, não?
        São pessoas como você as que reclamam que “brasileiro não pensa”, “brasileiro não forma opiniões próprias”, mas é a gente tentar falar nossa opinião, tentar mostrar o que tá pensando, que é atacado de todos os jeitos: “VOCÊ pensando? VOCÊ? você é um moleque, idiota, cala a boca, sai daqui, se mata”. Engraçado.
        Penso que você nunca usou o site de busca Google, porque se tivesse usado saberia que muitos sites de militância gay e de esquerda ofendem, xingam, caluniam, dentre outras coisas indelicadas. Mas é claro que para você, isso seja uma revanche. O que é patético por si só.

        E além de estar buscando aprender sobre política, história e liberdade, também venho aprendendo outra coisa, que pelo visto você não aprendeu e nem está interessado/a. Desde que nasci convivo com um homossexual, que é meu irmão gêmeo, e sempre vi de perto o tipo de violência física e moral que uma pessoa nessa condição passa. Você dirá que é exagero, frescura, etc, mas você não passou por isso. Você não sabe o que é. Já fui agredido, mais de uma vez, por ser identico em aparência a ele e me confundirem, ou em casos que nem me confundiram mas disseram “irmão de viado é viado”. Quem faz isso são filhos de pessoas como você e o Apolo, que acreditam que quem é homossexual deveria se entregar a castidade e pronto, viver de cabeça baixa, sem olhar nos olhos de ninguém, ou então manter completamente em segredo sua sexualidade.
        Essa é a parte mais interessante, porque você supõe que quem pensa diferente de você não tem interesse por política – falácia da ignorância -, mas não consegue sustentar com argumentos, mas sim com julgamentos. Você considera que se alguém na família tem uma postura, logo deve se apoiar. Usando o seu discurso, vou te surpreender dizendo que tenho um primo que é gay, se assumiu na adolescência, hoje tem quase 26 anos. Eu falo com ele normalmente, está no meu Facebook, mas não concordo e sabe disso. A questão é que ele foi pescado pelo PC do B, da qual ele é filiado, porém não vou entrar no mérito da liberdade legítima de filiação. É muito curioso, quando há uma estratificação dos dados da violência, porque são dados em que não se permite autenticidades, como os dados de mulheres que abortam. A falácia a que você recorre é parecida com outros variantes, por exemplo: Quem é contra o aborto é só cristão, quem é Antipetista é só simpatizante do PSDB e DEM ou dos dois juntos. Quem é contra o PT está contra o governo e contra o país. Não há lógica, quanto mais provas robustas disso.

        Quem disse que eu sou contra a família? Ou que ele é contra a família? Existem muitos heterossexuais por aí graças a Deus, muitos formarão famílias. Muitos heterossexuais, inclusive, engravidam e abandonam filhos, mas felizmente são uma parte só. Pretendo formar família um dia também, não tenho nada contra a família como você claramente insinua.
        Sim, você é contra a família tradicional – leia-se heteronormatividade – e faz pouco caso dela, pelo menos é o que me transpareceu. Família dentro do conceito dela e do meu é Homem, mulher e filhos. Diferente do que diz a secretaria de educação do município de São Paulo, ela não acabou está mais viva do que nunca. Tem seus defeitos, tem suas falhas, como os homossexuais têm. Alias, para você a homossexualidade é uma coisa divina, onde o que ocorre com os heteros, não ocorre com eles. Nunca vi tanta bobagem juntas.
        E não quero o Estado aumentando, dando direitos a mais para homossexuais, nem nada do tipo. Quero que pessoas como você pensem melhor a respeito desse nojinho, pra inclusive vivermos de modo mais tolerante e civilizado e não precisar Estado nenhum interferir.
        Vejo que o ‘Cauê, não leu ou não compreendeu o conteúdo da PLC-122, o famigerado projeto suspostamente contra a Homofobia, aquela aberração era um ‘primor de democracia, é claro que é uma ironia, porque o projeto dava super privilégios aos gays e cerceava a liberdade de expressão de padres e pastores evangélicos. O projeto foi ‘enterrado’ de vez, embora grande parte dela tenha sido migrada para a nova proposta de reforma do código penal. Aqui você demonstra não conhecer ou fingi não dominar como uma gestão com comunistas – leia-se de esquerda – à frente funciona. O excesso do Estado sobre as ações individuais das pessoas e a confusão entre projeto de partido e projeto de Estado. Projetos ‘inclusivos’ não são projetos de Estado são projetos de partidos comunistas – leia-se PNDH-3 ou Foro de São Paulo.
        E o que quis dizer é que essa direita caricata só afasta novos aliados, esse posicionamento de “se disser qualquer coisa que eu discorde te arrebento e cuspo na tua cara”. Muito homossexual corre pra esquerda porque na direita tem essa pose de “ok, homo, você pode existir, mas não se aproxime”. Não desse modo e nessas palavras, mas o posicionamento é esse, vide o tanto de críticas que você mesmo/a fez para o filme só por se tratar de uma história entre dois caras.

        “Direita Caricata?” É uma variante de Direita Raivosa; Direita Hidrófoba, Direita Lunática. Demonstra que tem um estereotipo muito equivocado. Diferente do que você pensa, a direita não é caricata, não é raivosa, não é hidrófoba e nem lunática, é um conjunto de pessoas que pagam impostos, impostos esses que fazem girar a máquina delinquente do socialismo no Brasil. Já ouviu falar do ditado creditado a Margareth Thatcher que diz: “Socialismo bom se faz com o dinheiro dos outros?” E mais: é muito curioso quando você diz isso “esse posicionamento de “se disser qualquer coisa que eu discorde te arrebento e cuspo na tua cara””. Deu-me deu vontade de rir agora: imaginem quando alguém diz no mundo real ou nas redes sociais algum pensamento conservadores, você tem de se preparar para as ameaças que inclui linchamento moral e assassinato de reputações, vejam o exemplo da psicóloga Marisa Lobo que usei acima. Agora o Cauê afirma “Muito homossexual corre pra esquerda porque na direita tem essa pose de “ok, homo, você pode existir, mas não se aproxime””. Mais uma prova de distorção que revela estereótipo e preconceito contra a direita. Os homossexuais ditos por você vão para a esquerda para ser aparelhado. Como deve ser maravilhoso uma ONG LGBT receber dindin público para patrulhar as pessoas sem prestação de contas, né? Cauê deve com certeza ser simpatizante do Decreto 8243/2014, que cria a Política e o Sistema Nacionais de Participação Social, que é claramente autoritário.

        E curioso também que você veio me chamando de idiota, usando palavrões aos montes, e eu que sou moleque. Espero que formar família não esteja nos teus planos.

        Eu não chamaria você de idiota, chamaria você de intolerante e autoritário. Veio-me a mente a imagem de certos cães que depois de rosnar muito para outros da mesma espécie dá uma fungada no focinho – o que significa: eu tenho que falar por último e calar a boca desses conservadores de M… Pronto temos um Nicolás Maduro ou Kim Jong Il aqui, só falta as milícias pretorianas.

        P.S: A Constituição garante a liberdade de expressão e ir e vir das pessoas, porque você tem tanta dificuldade em respeitar? Fica a pergunta ‘no ar’.

  27. Esquete de stand-up de Bill Burr que é ótima para se esfregar na cara de quem fala que levantar-se e sair do cinema quando das cenas de relação homossexual de Praia do Futuro é homofóbico:

  28. Meu Deus, como vocês fazem jogos de palavras!
    Gays não querem que todas as pessoas sejam homossexuais e sim que considerem isso normal, pq isso É normal.
    Todo mundo aqui sabe que o amor heterossexual é considerado o certo, alguém aqui já viu um gay sair de uma sala de cinema pq tem amor hétero? Não.
    Por qual motivo os “héteros” deveriam sair ao ver um romance entre homens?
    Lamentável ver tanta gente pensar assim!

    • Gays não querem que todas as pessoas sejam homossexuais

      Quem falou isso por aqui?

      e sim que considerem isso normal, pq isso É normal.

      Confessou o totalitarismo!

      Quer monitorar a consciência dos outros…

      E seu argumento do tipo “é normal por que é” é absurdamente ridículo.

      É normativo em que termos? Evolutivos? Não é isso o que a ciencia diz…

      Todo mundo aqui sabe que o amor heterossexual é considerado o certo

      Em termos de transmissão de genes, é plenamente justificado evolutivamente o interesse pelo sexo heterossexual…

      alguém aqui já viu um gay sair de uma sala de cinema pq tem amor hétero? Não.

      Falácia do apelo à ignorância.

      “como alguém aqui não viu um gay fazendo X isso não aconteceu…”

      O fato é que se um gay quiser sair do cinema, pode fazê-lo. É direito dele. O motivo ele que escolhe. Difícil compreender isso?

      Por qual motivo os “héteros” deveriam sair ao ver um romance entre homens?

      Ninguém tem que dar motivos para sair de um cinema. Estamos em uma sociedade livre, não?

      Lamentável ver tanta gente pensar assim!

      Lamentável ver, em pleno 2014, alguém dizendo de que sessões de cinema podemos sair ou não…

      Aprenda a respeitar a liberdade alheia.

    • O Luciano foi exato.

      O Sr. Marcelo confessa “totalitarismo” em sua argumentação, querendo impor seus conceitos errôneos à consciência alheia, tentando monitorar e controlar desse modo os pensamentos dos outros.

      Os conceitos do Marcelo são ERRÔNEOS ao firmar que o homossexualismo é “normal”, pois como é demonstrado abaixo o homossexualismo é “ANORMAL”.

      ———-

      A observação científica direta comprova que o HETEROSSEXUALISMO é “O NORMAL”, pois é uma NORMA da NATUREZA, é NORMATIZADO pela NATUREZA.

      A NORMA ou NORMATIZAÇÃO da NATUREZA nos impõe NATURALMENTE a NORMALIDADE do HETEROSSEXUALISMO.

      Então essa própria normatização da natureza nos conduz à IMPLICAÇÃO LÓGICA da ANORMALIDADE do homossexualismo: O homossexualismo é ANORMAL.

      ANORMAL = Não NORMAL = Aquilo que não possui conotação de normalidade.

      O homossexualismo é uma prática ADQUIRIDA e jamais HERDADA ou HEREDITÁRIA. Não está COMPROVADA CIENTIFICAMENTE a EXISTÊNCIA do tal gene homossexual, e portanto o homossexualismo não é genético nem geneticamente hereditário.

  29. Tenho 14 anos e sou do sexo masculino. Há 1 semana, depois de uma aula de filosofia, um colega da sala pediu pra ficar comigo. Com todo o respeito e educação que recebi de meus pais, recusei explicando que eu não sentia atração por ele. Evitei mencionar que eu não era gay para não ser tachado de homofóbico ou para evitar maiores intrigas. Em vão! Após a recusa, ele começou a me chamar de homofóbico e de homossexual enrustido, e desde então venho sofrendo bullying no recreio por parte dele e de um amigo que anda com ele. Meu filme na escola está sendo queimado, e eu tenho medo de ficar sozinho com todo mundo contra mim. Sinto constrangimento em comentar com outros colegas sobre isso e acabo sem ter com quem pedir ajuda. Será que eu deveria ter ficado com ele e fingir que sou homossexual para não ter que passar por isso? Devo sair da escola? Quero me manter anônimo para não me reconhecerem ok!

    • A solução é simples. Filme os assédios discretamente e queixe-se por escrito à direção da escola. Filme isso também. E guarde cópia da queixa escrita e protocolos gerados.
      Se uma providência não for tomada, um advogado joga tudo no ventilador com a maior facilidade.

  30. O objetivo do fascismo gay (e lembrando que o termo fascismo, que remete a feixe, assim como seu lema “tudo pelo estado, nada fora do estado, nada fora dele”, possuem teor coletivista, que é o oposto da liberdade individual de consciência) é rotular o oponente de intolerante para poder calá-lo e estabelecer-se como o padrão de conduta a ser seguido. Até mesmo o frame que um sujeito aí em cima tentou estabelecer (“só quero a paz”) para tentar rotular seus oponentes de beligerantes é mais falso que uma nota de R$ 3,00.

    Para desmascará-los basta provocá-los para mostrar que ou eles também têm limites morais, portanto não podem apontar o dedo para ninguém na questão do apoio a um determinado tema em sentido amplo, ou serão obrigados a defender qualquer tipo de absurdo e se fizerem isso serão naturalmente rejeitados pelo indivíduo médio.

    Como fazer isso? Muito simples. Quando o ativista falar em tolerância, em amor livre e coisas assim, pergunte se ele é a favor da “tolerância” e do “amor livre” entre um sujeito de 60 anos e uma menina de 10.

    Se ele disser que não, já estabeleceu limites morais. Diga isso a ele, concorde com a resposta e complemente dizendo que a única diferença entre você e ele, se houver, é de grau, não de princípio. Aqui você já estabeleceu limites para os significados de tolerância e amor livre e mostrou que, levados ao extremo, tais conceitos, aparentemente lindos, servem para defender as maiores barbaridades. Portanto, ele já não pode mais te rotular como intolerante. Se você for intolerante, ele também é. O mesmo vale para o sujeito aí em cima que disse “só querer a paz”. O limite seria “não prejudicar os outros”. Outra expressão vazia que pode ser manobrada para justificar qualquer barbaridade. Afinal, qual é o prejuízo intrínseco “aos outros” do “amor livre” entre um sujeito de 60 anos e uma menina de 10?

    Se ele disser que sim, será obrigado a admitir que é a favor da pedofilia. Alguns tentam desesperadamente escapar dessa dizendo que pedofilia é crime. Basta retrucar dizendo que crime é aquilo que a lei define. Sodomia é crime em vários países. Se ele for moralmente a favor da pedofilia e juntar uma maioria para defender tal posição, deixará de ser crime. Se tiver plateia, termine dizendo que ele não contará com você nessa empreitada.

    Repita a operação com coisas como incesto (e exagere bastante aqui. Fale da “tolerância” e do “amor livre”, no sentido sexual, entre uma avó de 75 anos e seu neto de 18), necrofilia, zoofilia, poligamia etc. Novamente, ele seria obrigado a estabelecer limites morais ou defender as maiores bizarrices existentes.

    Ele tentará te jogar uma armadilha fazendo a seguinte pergunta retórica: Você está comparando homossexualidade (deixe ele ganhar a batalha do termo, pois isso não tem a menor importância e mostra apenas que ele está sendo intolerante ao impô-lo) à pedofilia? Ele não quer sua resposta. Quer que você perca a discussão tentando explicar a “indecência” de colocar coisas “moralmente diferentes” no mesmo patamar. Apesar de ele estar estabelecendo limites morais, não é aqui que se aponta isso. Aqui o objetivo é desviar da bala. Diga que você está falando de amor livre e tolerância e insista na pergunta inicial de alguns parágrafos atrás.

    • 1- Não sou a favor de relação entre uma pessoa de 60 e outra de 10, bem como não sou a favor de relações entre humanos e animais, pelo fato de que em ambos os casos há prejudicados, as crianças e os animais. Há bastante prejuízo nessas duas relações e acho que não preciso citá-los, como você insinua em seu texto. Diferente de relação entre adultos.
      2- Não sou a favor de incesto pois na minha opinião tem um abismo monstruoso de diferença entre incesto e homossexualidade. O mesmo vale para os outros tipos de sexo bizarro que você definiu. Estranho você jogá-los na mesma sacola da homossexualidade.

      Limites morais são necessários. Mas se não faz parte do seu limite moral respeitar um cara adulto que goste de pegar outros caras adultos, ou uma mulher adulta que goste de pegar outras mulheres adultas, você assume, com os mesmos termos, o título que dei-lhes mais acima e fui xingado por isso: você é limitado. Bastante, inclusive.

      Em tempo: você cita vários tipos de sexo que não são o “natural”, ou seja, homem adulto com mulher adulta, mas esquece que sexo oral, por exemplo, não é natural. Nem direi do anal. Quando sua esposa quer fazer sexo oral em você o que faz com seus limites morais?

  31. Falou que é ativista de qualquer porcaria , feminista, militantes do politicamente correto, grupo de LGBT e outras siglas por aí já nem dou moral e trato como uma piada. São as atuais pragas do nosso mundo. Devem ser tratados como tal.

  32. Depois de ver tantas opiniões e muitas delas até mesmo agressivas me deu vontade de dar a minha opinião sobre esse assunto imbecil e que já está saturando e enchendo o saco.
    1- O Wagner Moura é apenas um ator ganhando sua graninha mesmo que para isso tenha que cometer a barbaridade de se esfregar em outro macho, realmente desconheço se esse cara é militante de alguma coisa ou ideologia.
    2- Defender um liberalismo permissivo é altamente politicamente correto nos dias de hoje, logo um filme com um tema desses além de politicamente correto também dá Ibope e grana, essa galera só quer grana às custas de desses imbecis politicamente corretos que povoam esse país.
    3- Discutir origens do homossexualismo e suas causas é criar discussões sem fim e também sem objetivo real.
    4- Os heterossexuais e homossexuais são pessoas comuns que estão nas suas casas, uns transando com suas genitálias e outros com seus órgãos excretores, mas são pessoas comuns que trabalham e cuidam de suas vidas; essas pessoas devem ser respeitadas e totalmente separadas dos ATIVISTAS, esses sim devem ser caçados e tradados como idiotas úteis que são.
    5- O objetivo do sistema é criar CONFUSÃO, fazer renascer a intolerância de ambos os lados, querer fracionar a sociedade em incontáveis grupos inimigos uns dos outros, querem colocar gays contra héteros, brancos contra negros, mulheres contra homens, tudo com objetivos macabros de reduzir a força pura de uma sociedade unida contra a força do estado, a sociedade desunida é fraca e seus vários subgrupos são mais facilmente manipuláveis pelas condutas protetivas de “minorias”, é obvio que protegendo minorias se está criando um controle a mais das maiorias e é isso que eles querem, controlar a maioria ora com normas objetivas ora com a fabricação das idéias politicamente corretas.
    6- Qualquer pessoa tem o direito de ser gay, ser hétero, ir ao cinema, sair do cinema quando quiser, achar legal ter seu ânus penetrado por um pênis, achar hediondo um ânus ser penetrado por um pênis; o que as pessoas fazem com sua vida íntima e pessoal é problema delas; o chocante não é a conduta pessoal das pessoas é a conduta macabra orquestrada pelo sistema via “ATIVISTAS” para enfraquecer e dominar a sociedade.
    7- Temos que nos policiar 24 horas por dia para não cairmos nas arapucas psicológicas preparadas pelo sistema, a revolta gerada pelas artimanhas esquerdistas é uma revolta planejada por eles, talvez deixar esses imbecis falando essas merdas para o ar sem lhes dar atenção pode ser uma boa tática, percebam que em muitos comentários já se começa a sentir pequenas pitadas de críticas aos homossexuais e não aos ativistas, já se começa a criar divisão interna nos direitistas onde uns começam a criticar os outros, tudo isso é temerário, fragmentador e manipulado; não podemos cair na onda desses caras, todo tipo de crítica tem e deve ser direcionada exclusivamente aos ativistas que são os idiotas úteis do sistema e representam os seus braços ideológicos.

    Conclusão: a guerra é contra os ativistas e não contra pessoas ou comportamentos.

      • É Cauê, esse lance aí de barba se esfregando em barba é coisa que eu acho meio esquisito, mas respeito todos que não invadem o direito e privacidade alheia.

  33. Esses especialistas de meia tigela são risíveis. Não passam de ditadores da volição alheia. Quem não dançar conforme a música deles, é adversário. Nada mais antidemocrático. Vão mandar dentro do quadrado de vocês, seus obcecados marxistas.

  34. Concordo em alguns pontos com o autor do texto.
    Ok, se você vai ao cinema e vê uma cena gay, possui todo direito de se levantar e sair do cinema. Querer restringir esse direito não é certo. Mas… se em toda cena de sexo hétero, os gays se levantassem do cinema? Aí os que insistem de clamar aos quatro cantos por uma suposta ditadura gay, iriam falar que os gays querem obrigar a todos serem gays.
    Claro que é muito fácil fazer essa histeria de ditadura gay quando se anda tranquilamente na rua sem ser agredido (vale lembrar que o Brasil é o número 1 no mundo em crimes de ódio contra glbt), poder beijar sua namorada (o) na rua sem correr o risco de apanhar ou ser chamado de “viadinho”, não ser expulso de casa ou perder a vaga do emprego, colocar seu companheiro (a) como dependente no plano de saúde sem inventar outras desculpas. É fácil dizer quando seu companheiro (a) tem direito a pensão, não precisar brigar pelos bens construídos ao longo da vida com a família do outro (a) que, em vários casos, nem queria saber durante a vida da pessoa.
    Enfim, direitos que todo heterossexual acha muito normal e que a população glbt está engatinhando para conseguir.
    Aí vem um crente e diz: a Bíblia condena. Assim como chicotear o escravo que não obedece a seu senhor (Lucas 12-47). Engraçado que vale o que convêm.
    Mas esse não é a pauta. O que quero dizer é que essa ladainha de hétero se fazendo de coitado, reprimido pela simples luta da comunidade glbt por direitos cíveis que a maioria da população acha super normal ter, já está ficando ridícula, forçada, egoísta e patética.
    O fato do filme não é querer obrigar as pessoas a ver uma cena homossexual, mas a infantilidade de uma pessoa não querer ver o filme por isso, parecendo uma criança batendo o pé.
    Como eu disse, se os gays levantassem do cinema a cada cena de sexo heterossexual, prejudicaria boa parte das pessoas de assistir ao filme. Apenas deixem de ser crianças egocêntricas, cresçam no seu convívio social.

    • “Mas… se em toda cena de sexo hétero, os gays se levantassem do cinema? Aí os que insistem de clamar aos quatro cantos por uma suposta ditadura gay, iriam falar que os gays querem obrigar a todos serem gays.”

      Isso aí você inventou da sua cabeça
      Eu não faria isso.
      Cite um caso em que isso tenha ocorrido.
      Ademais, se os gays fossem se levantar do cinema nas cenas de sexo hétero saiba que pra isso eles teriam que deixar de ver MUITOS filmes. MUITOS.
      Mas por mim tudo bem!
      Seria até bom se eles fizessem isso, pois muitos filmes são pura propaganda esquerdista.

      “Claro que é muito fácil fazer essa histeria de ditadura gay quando se anda tranquilamente na rua sem ser agredido”

      Nunca ouvi falar de um gay que estava andando tranquilamente e foi agredido.
      Você tem muitas notícias disso? Por favor poste cinco.
      Mas, de qualquer forma já existem leis para punir agressores. E, novidade, não importa o motivo da agressão.

      (vale lembrar que o Brasil é o número 1 no mundo em crimes de ódio contra glbt),

      Estranho, sempre vi na internet que é nos países do oriente médio que os gays são enforcados em praça pública.
      Se isso não é crime de ódio eu não sei o que é.
      Por favor poste mais cinco notícias de crime de ódio contra gays no Brasil.
      Se é o número um do mundo vai ser fácil provar seu ponto.

      poder beijar sua namorada (o) na rua sem correr o risco de apanhar

      Dependendo de como o casal se beija este terá a atenção chamada.
      Se alguém agredir um casal gay se beijando, bem agressão é crime. Já existem leis para esse tipo de crime.
      Mas criticar não é crime. Tem pessoas que criticam casais héteros se beijando, e não vejo por aí campanhas pelo direito de se beijar
      sem ser importunado.

      ou ser chamado de “viadinho”,

      Agora, olha só que interessante, com relação à chamar de “viadinho”, ou seja, xingar a pessoa com intenção de ofender, isso já é crime!
      Ou você acha que se eu sair por aí xingando alguém, de qualquer coisa, a polícia não vai me parar?
      Em que mundo você vive?

      “não ser expulso de casa

      Até onde eu saiba expulsar o filho de casa é crime de abandono de menor.
      Se for maior de idade aí é um direito da família fazer isso. É triste mas é assim mesmo.
      Muitos pais expulsam ou ameaçam expulsar, filhos maiores de idade, de casa para que eles arrumem um emprego e deixem de ser parasitas vagabundos.

      ou perder a vaga do emprego,

      1) Em um livre mercado o patrão tem o direito de expulsar o empregado pelo motivo que for, por mais idiota que seja.
      2) Se a maior parte da sociedade for contra a demissão injusta é só boicotar.
      3) Empregadores que expulsam empregados por motivos idiotas tendem à ir a falência.

      colocar seu companheiro (a) como dependente no plano de saúde sem inventar outras desculpas.

      Isso aí já é problema do fato dos planos de saúde não funcionarem como um livre mercado.
      É o estado que impede isso, não a sociedade.

      É fácil dizer quando seu companheiro (a) tem direito a pensão, não precisar brigar pelos bens construídos ao longo da vida com a família do outro (a) que, em vários casos, nem queria saber durante a vida da pessoa.

      Pensão paga pelo estado?
      Sou contra, tanto para héteros quanto para qualquer outro tipo de casal ou grupo.
      As pessoas deviam poupar por sua própria conta e não pedir ao papai estado que “poupe à força” para elas.
      Daí todos poderiam deixar suas heranças para quem quisessem. Simples assim.
      Essa mentalidade de depender do estado causa muita confusão, como você mesmo está percebendo.

      Enfim, direitos que todo heterossexual acha muito normal e que a população glbt está engatinhando para conseguir.

      Pensão não é um direito.
      Herança sim, pois por mim o estado não se meteria nisso e todo mundo deixaria sua herança para quem quisesse.

      Aí vem um crente e diz: a Bíblia condena. Assim como chicotear o escravo que não obedece a seu senhor (Lucas 12-47).

      Ninguém segue essas coisas sobre escravidão que estão escritas na bíblia hoje em dia. Então não acho que isso sirva como argumento.
      Já no oriente médio o pessoal segue à risca o livro deles. Tanto que até matam gay enforcando-os em praça pública.
      Todos tem o direito de criticar tudo, assim como os religiosos podem criticar os gays os gays podem criticar os religiosos. Os ateus praticam isso bastante por sinal. Mas só os gays querem ser “incriticáveis”. É muito autoritarismo.

      Engraçado que vale o que convêm.

      Sim, e se não valesse o que convém você diria que os cristão são fanáticos bitolados que seguem a bíblia à risca.
      Como eles não seguem e procuram se adaptar à realidade, agindo da forma mais pacífica possível, você os critica por isso também.
      Ou seja o que você quer é que eles deixem de serem religiosos, é muito autoritarismo, não acha?
      Mas saiba que muitos ateus também criticam homossexuais.

      Mas esse não é a pauta. O que quero dizer é que essa ladainha de hétero se fazendo de coitado, reprimido pela simples luta da comunidade glbt por direitos cíveis que a maioria da população acha super normal ter, já está ficando ridícula, forçada, egoísta e patética.

      Apontar que os militantes gays estão se fazendo de coitados não é o mesmo que se fazer de coitado.

      O fato do filme não é querer obrigar as pessoas a ver uma cena homossexual, mas a infantilidade de uma pessoa não querer ver o filme por isso, parecendo uma criança batendo o pé.

      Não importa o motivo pelo qual uma pessoa não quer ver um filme é um DIREITO dela.
      Assim como os gays tem o direito de não ver filmes com cenas de sexo hétero.
      Se um gay saísse da sala porque está passando uma cena de sexo hétero eu acharia totalmente normal. Assim como quando mulheres saem quando o filme é muito violento, por exemplo. Ou então senhoras mais idosas sem quando o filme tem cenas de sexo muito explicitas.

      Como eu disse, se os gays levantassem do cinema a cada cena de sexo heterossexual, prejudicaria boa parte das pessoas de assistir ao filme.

      Estranho, os gays não estavam reclamando apenas porque os héteros “atrapalharam” a visualização do filme.
      Você mudou o foco da discussão. Pare de trapacear.

      Apenas deixem de ser crianças egocêntricas, cresçam no seu convívio social.

      Crianças egocêntrica foram as pessoas que reclamaram de quem saiu do cinema.
      É incrível como vocês seguem a máxima de Lenin.

    • O livro do Olavo de Carvalho “o que você precisa saber para não ser um idiota”, com esse título auto-explicativo, desconstrói toda essa sina de perseguição que os gays insistem em militar.
      Aí vão alguns trechos:
      ” a gritaria ‘anti-homofóbica’ dá a impressão de que os homossexuais estão sendo abatidos a tiros, nas ruas, por um exército de talibãs cristãos”
      “Culturalmente, a ideologia gay nasce de correntes de pensamento que professam destruir a ‘tirania do logos’ e instaurar, em lugar da ordem racional, a pura vontade de poder de um ativismo prepotente e chantagista.”
      Leia um pouco da lei de atitudes humanas punidas como “homofóbicas”.
      O grande problema do ser humano medíocre, é opinar naquilo que não conhece, ou nem sequer fazer o mínimo de racionalização, daquela lógica simples, antes de dar seus palpites em determinado assunto.
      Para finalizar as citações, um comentário da nossa linda direitista Liliam Rahua, em recado aos gayzistas:
      “não se faz política com o ego. Se você milita moldando o mundo através das estruturas de sua própria realidade, você não protesta, você apenas quer com que 7 bilhões de pessoas sigam aquilo que você acredita ser melhor. Isso não te torna um ditador diferente daqueles que você chama de opressor, além de fazer de ti um belo hipócrita anti-padrões, mas que apenas quer criar novos padrões a partir da sua própria conveniência. ”
      Esse comentário de Liliam disseca a mente psicopática de ditadores e idiotas úteis, quando coisificam o ser humano, a ponto de considerar seus oponentes lixos da pior espécie, indignos de sobrevivência. Pronto, caracterizei a maior parte da esquerda brasileira.
      Tente enxergar ambos os lados, antes de se contentar com a mediocridade de acusar seus oponentes sem nem sequer conhecer seus pensamentos e ideias, ou ter esse conhecimento chulo, mostrado nesse seu comentário.

  35. Putz ..nunca tinha dado de cara com tanto fascista antes por aqui !Que decepção …quando a gente acredita em alguém que se diz apreciador da liberdade e procura ser imparcial no caráter dessa busca. Fazer o que..o importante sempre é a mensagem não o mensageiro!

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