Por uma verdadeira lei de mídia democrática

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Partidos socialistas pensam dia e noite em censurar a mídia. Depois que Lula abriu a porteira, agora eles nem sequer buscam disfarçar. O plano do PT para a campanha eleitoral inclui a proposição por censura. Observe, conforme texto do G1:

A democratização da sociedade brasileira exige que todas e todos possam exercer plenamente a mais ampla e irrestrita liberdade de expressão, o que passa pela regulação dos meios de comunicação – impedindo práticas monopolistas – sem que isso implique em qualquer forma de censura, limitação ou controle de conteúdo.

O texto acima é de um cinismo psicopático, no mínimo, pois mistura “liberdade de expressão” com “regulação dos meios de comunicação”, o que é o mesmo que confundir estupro (sexo não consensual) com sedução (sexo consensual).

Para entender o que “regulação” significa, no léxico da extrema-esquerda bolivariana (conforme ocorreu na Venezuela e na Argentina), as seguintes diretrizes são aplicadas:

  1. Investimento brutal do governo em anúncios na mídia (uso da máquina estatal);
  2. Proibição e limitação de anúncios privados (redução do poder dos anúncios privados, para aumentar a dependência da mídia aos anúncios estatais);
  3. Sob o falso discurso de “quebra de monopólio”, fatiamento de grandes empresas de comunicação em várias empresas menores (para torná-las cada vez mais vulneráveis ao anúncio estatal);
  4. Estabelecimento da censura sutil em larga escala, a partir da pressão econômica causada pelo estado nos meios de comunicação (tudo, é claro, pelo uso do anúncio estatal).

Não há projeto de “lei de mídia” que não contemple os passos acima, e o resultado é sempre o mesmo em países que já se tornaram praticamente republiquetas: países anteriormente livres são convertidos em ditaduras brutais, que, livres da pressão da mídia, conseguem levar seus países à falência.

O que temos que ter em mente é claro: toda a vez que um ultra-esquerdista abrir a boca para falar em “lei de mídia” ele está promovendo alguma forma de seus líderes conseguirem poder totalitário. Talvez façam isso na esperança de se tornarem “amigos do rei”, mamando nas tetas do governo. Ou então são ignorantes, no mínimo.

Seja lá como for, esse tipo de proposta é o oposto de tudo que conhecemos por democrático. Sempre que o PT fala em “democratização da mídia” está basicamente manifestando o significado oposto de suas intenções. É como no discurso do Ministério da Verdade do livro 1984, de George Orwell: “Guerra é paz, liberdade é escravidão, ignorância é força”. Daria para complementar com “Regulação de mídia é liberdade de imprensa”.

Mas se o discurso da extrema-esquerda é mais falso que propaganda de pasta de dente, o que seria realmente uma lei de mídia democrática? A resposta é óbvia: uma lei que preserve os princípios da democracia e refreie intenções de governantes totalitários. Simples assim.

O que falta para a direita é uma proposta política propondo, então, uma verdadeira lei de mídia democrática, cuja implementação faria todos os totalitários muito tristes. Franklin Martins (o Goebbels brasileiro), por exemplo, entraria em depressão.

Abaixo seguem os primeiros princípios (que devem estimular a discussão, gerando inclusive novos pontos e retificação dos pontos aqui trazidos) para a proposição de uma lei de mídia verdadeiramente democrática.

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1) PROIBIÇÃO DE USO DE DINHEIRO ESTATAL PARA ANÚNCIOS

Essa é a mais importante de todas as propostas. É tão importante que, se implementada, por si só demoliria a maioria das pretensões ditatoriais de qualquer governante que seja, não importa se ele venha do PT, PCdoB, PSOL ou qualquer outro nessa linha.

Essa proposta pode ser descrita de forma absurdamente simples: “Toda e qualquer liberação de verba estatal em anúncios está proibida”.

Por exemplo, hoje o governo parece gastar cerca de 2 bilhões por ano com anúncios em mídia privada. Bastaria proibir qualquer gasto que seja. Nem um tostão sequer.

Mas como se revolveria o problema da necessidade de anúncios de vacinações, ou mesmo de informes após catástrofes? Para isso, seria criada uma cota de anúncios estatais, baseada em espaço cedido pelos órgãos de mídia, seguindo um padrão para todas as organizações a partir de um determinado tamanho.

Como exemplo, tanto Globo, SBT ou qualquer publicação impressa cederiam, vá lá, 5% de seus espaços para anúncios governamentais. Cabe ao governo usar estes espaços (regulamentados por lei) ou não. Ou seja, a inserção do anúncio estatal não implica em uso de verba alguma para qualquer tipo de empresa.

Em suma, uma regra como essa seria o pesadelo de todos os totalitários que querem implementar a censura sutil.

***

2) PROIBIÇÃO (OU REGULAÇÃO SEVERA) DE ANÚNCIOS DE EMPRESAS ESTATAIS QUE NÃO TENHAM CONCORRENTES E NÃO PRESTEM SERVIÇOS VITAIS

Somos nós que bancamos o estado. Sendo assim, ele deve nos atender. Essa proposta visa recuperar este princípio, tão ignorado em culturas esquerdistas.

Empresas como Petrobrás seriam proibidas de fazer anúncios de qualquer forma. Para que uma empresa dessas precisa de anúncios? Vamos deixar de comprar gasolina por isso? Claro que não. Isso significa que todo dinheiro gasto em anúncios da Petrobrás até hoje foi jogado na lata do lixo.

Ou mesmo uma propaganda como “Prefeitura de Timbu, fazendo tudo por você”. Para que isso? Não passa de promoção dos governantes, mas não é para isso que pagamos impostos.

Obviamente, a regra não vale para anúncios de vacinações, mensagens para salvar pessoas de enchentes, etc.

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3) REGULAÇÃO DA PUBLICIDADE ESTATAL (INCLUINDO UM PRINCÍPIO DE NEUTRALIDADE)

Basicamente, este princípio é um detalhamento maior do anterior. Se existe a publicidade estatal (que, conforme o princípio 1 jamais pode resultar no fornecimento de verba estatal para qualquer pessoa ou empresa), também devem existir regras para o conteúdo desta publicidade.

Um governo não poderia anunciar medidas contra um desastre climático e usar este anúncio para uma mensagem do tipo: “Governador X, sempre cuidando de você”. Regras claras deveriam impedir este tipo de coisa.

O anúncio deve ser neutro em termos políticos, e regras devem fazer esta garantia. Ou o anúncio atende o interesse do pagador de impostos de uma forma geral ou não atende.

***

4) LIBERDADE DE ANÚNCIOS PRIVADOS, A NÃO SER EM CASOS DE CRIMES GRAVES, SOB REGRAS CLARAS

Da mesma forma em que anuncios estatais devem ser regulados, algo praticamente oposto deve se aplicar aos anúncios privados. Eles devem ser praticamente livres de qualquer regulação.

Tivemos um exemplo recente em que um anúncio do Compadre Washington foi proibido. Por qual motivo? Por conter o seguinte trecho de música: “Êta, mainha! Danada! Que abundância, mermão! Assim você vai matar papai, viu? Esse aí que é seu marido? Sabe de nada, inocente! Vem, vem, ordiná…”.

É incrível que em pleno 2014 ainda estejamos na idade das trevas em termos de liberdade para a publicidade. Uma entidade como o CONAR deveria ser extinta.

Claro que se existisse uma apologia ao crime, como cantar “A Dona Maria Joaquina, que mora no endereço X, tem que ser baleada”, isso deveria resultar em alguma proibição. Mas uma música que não ofende ninguém? A canção pode até ser um lixo. Mas ofende menos os ouvidos do que discursos totalitários.

Enfim, a liberdade deve ser praticamente total, com exceção de publicidade para a prática crimes claros, com vítimas sem a menor sombra de dúvidas.

***

5) REVISÃO DO CONCEITO DE CONCESSÃO PÚBLICA PARA INICIATIVA PRIVADA

Totalitários sempre surgem com a ameacinha: “Olha, vou te lembrar que isso é concessão pública hein…”

A melhor forma de resolver isso é acabar com o sistema de “concessão pública”. Basta tombar tudo para a iniciativa privada, assim como é a Internet.

Regulamentos devem existir apenas para evitar colisões de tráfego de dados e coisas do tipo. Mas não é função do estado ser dono de “concessões pública de sinais de televisão”, por exemplo.

“Concessões públicas de sinais” só tem uma serventia: virar poder de barganha na mão do poder governamental.

***

6) TRANSFORMAÇÃO DA PROPOSTA POR CENSURA A CONTEÚDO DE MÍDIA EM CRIME INAFIANÇÁVEL

Uma civilização realmente democrática é amparada pelos princípio da liberdade de expressão e da liberdade de mídia. Sem isso, os totalitários conseguem implementar cada vez mais barbarismos.

Qualquer pessoa em sã consciência será obrigada a reconhecer que propor censura de mídia é uma ação gravíssima, que sempre resultará, caso implementada, em monstruosidades de vários graus. Os massacres cometidos pelo governo de Nicolas Maduro na Venezuela são um exemplo do que estou dizendo.

Por isso, quando gente como Jandira Feghali propõe censurar oponentes, tirando-lhes o direito de falar, deve-se tratar este discurso como um crime inafiançável, tal qual a apologia ao nazismo. A  liberdade de imprensa simplesmente deve ser protegida por lei.

***

7) TRANSFORMAÇÃO DA INFLUÊNCIA DO ESTADO NA MÍDIA EM CRIME DE CORRUPÇÃO

As regras anteriores já seriam suficientes para limitar sensivelmente o poder do estado na influência do conteúdo da programação televisiva e das mais diversas mídias.

Mas o que ocorreria se alguém conseguisse dar um “bypass” nessas regras, ou mesmo usar outras formas de coerção estatal para influenciar o que a mídia publica ou deixa de publicar?  Isso deve ser tratado nada mais nada menos como um crime de corrução.

***

8) ELIMINAÇÃO DE QUALQUER FORMA DE RESERVA DE MERCADO

Para que serve a reserva de mercado? Quem escolhe o que vê ou lê deve ser o público, não o governo. Se o público quiser conteúdo nacional, isso deve vir do desejo dele, não de uma regulamentação estatal. Qualquer forma de reserva de mercado direciona conteúdo e, portanto, é um crime contra a liberdade de mídia.

***

9) REDUÇÃO RADICAL DO SISTEMA ESTATAL DE COMUNICAÇÃO

E ainda existe o sistema estatal de comunicação, assim como o sistema “público”. Dá tudo no mesmo. Uso de dinheiro do cidadão pagador de impostos para financiar algo que não é função do estado e que ainda pode ser usado para promover conteúdo de interesse do estado, não do cidadão.

A TV Cultura, por exemplo, deveria ser privatizada.

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10) ESTABELECIMENTO DO PRINCÍPIO DA ISONOMIA PARA TRATAMENTO DE MONOPÓLIOS

Podemos discutir monopólios? Claro que podemos. Isso é importantíssimo. Entretanto, a discussão sobre monopólios deve ser tratada no mesmo nível que tratamos os monopólios sobre a construção civil, sobre o mercado de carnes ou mesmo redes de fast food. E por que não a exploração e produção de petróleo?

Dificilmente existe uma organização de mídia que tenha tanta fatia de seu mercado como a Odebrecht possui na construção civil, ou a Heinz possui em ketchups. Se não há discussão sobre estes “monopólios”, então não há discussão sobre monopólios de mídia.

Isto é, a mídia deve ser tratada, em termos de discussão de monopólio, da mesma forma que tratamos qualquer forma de monopólio de produtos ou serviços.

Essa isonomia evitaria que falsas discussões sobre “monopólios na mídia” sejam levantadas. Somente discussões sobre monopólios de verdade deveriam ser tratadas, e se o tamanho da Globo for um problema, o market share do McDonald’s também deveria ser. Mas na verdade não há monopólio em nenhum dos dois casos.

***

11) FIM DA REDE NACIONAL

Nenhum tipo de anúncio em rede nacional deveria existir. Nem sequer fala de presidente, muito menos anúncios eleitorais. Se existir um horário eleitoral, ele deve ter sua exibição em um horário flexível, por exemplo, das 20 hora às 24 horas, com a emissora tendo o direito de escolher o momento de exibição.

Com isso, o telespectador poderia mudar de canal, se quisesse.

Nenhum governo pode nos obrigar a assistir a nada. O uso da “rede nacional” vai contra este princípio. Por isso, a “rede nacional” deveria ser extinta.

***

Entendo que esse é um começo para a discussão de uma verdadeira lei de mídia democrática no Brasil. Devemos expandir essa discussão, e nosso momento dialético é único: estamos assistindo governos totalitários implementarem censura em vários países da América Latina, o que tem levado à anti-civilização, barbarismo e tirania nos arredores do Brasil. Estamos claramente retornando às eras mais obscuras da história da humanidade.

Exatamente por isso devemos problematizar toda e qualquer forma que os detentores do estado inchado usam para oprimir o cidadão pagador de impostos, especialmente pelo controle do fluxo de informações, realizado através da censura de mídia.

Toda e qualquer lei de democratização da mídia deve passar pela criação de dificuldades para os totalitários. Isso é o que os 11 princípios propostos acima fazem.

E você, acha que há um princípio que foi esquecido? Alguns dos princípios listados devem ser abordados em mais profundidade? Comentários são bem vindos, pois precisamos começar a estimular esse tipo de debate.

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53 COMMENTS

  1. Seria muito importante se inspirar nesses princípios para criar um abaixo-assinado e outras formas de pressão política para aprovar alguns desses princípios. Pode ser que não se consiga aprovar todos ou mesmo nenhum, mas é importante mobilizar as pessoas para essas idéias e também INCENTIVAR a discussão sobre formas de reivindicação destes princípios. Temos que ser criativos para pensar em formas de mobilização e levantamento de recursos.

  2. Lembremos também da necessidade de dar duras pauladas nos empresários facínoras, que se dizem liberais, mas financiam desavergonhadamente as campanhas de políticos psicopatas revolucionários do PT.

    É impressionante constatar como esses empresários facínoras são tão estúpidos em sua ganância desenfreada. E também possuem plena consciência de sua incompetência como empreendedores, pois sabem que seriam atropelados num sistema de verdadeiro livre mercado. Eles temem a verdadeira livre iniciativa que favorece o talento e o mérito, e assim procuram respaldo e abrigo nas tetas e nos guarda-chuvas do Estado.

    Chegamos à triste constatação de não podermos mais diferenciar entre os psicopatas revolucionários e os empresários facínoras.

    Quem é mais filho da puta, quem é mais psicopata nessa estória ? Oh dúvida cruel !

  3. Republicou isso em Arwen Releiturase comentado:
    Adorei este texto. Primeiro é super, ultra, mega claro. Segundo, sou contra o uso indiscriminado da mídia pela máquina estatal. O governo fazer um anuncio de fato útil e necessário é uma coisa, outra é o que nossos governos fazem. Não só Dilma e Lula, mas todos os seus antecessores usaram e usam a propaganda para pintar uma imagem falsa de si mesmos e de seus governos.
    Quem vê em Goiás as lindas propagandas da educação estadual não acredita na realidade das escolas sem professores devido ao excesso de trabalho e a baixa remuneração ou no fato dos cursos de licenciatura estarem fechando as portas. As pessoas não querem se formar professores e trabalhar de 40 a 60 horas por semana para ganhar menos que um auxiliar de escritório.
    Agora está iniciando um novo período eleitoral e nosso dinheiro de impostos será desperdiçado em campanhas politicas para pessoas em quem não confiamos e não acreditamos de verdade.
    Sou contra o horário politico do modo como é. Já que ele existe que fosse proibido floreios e que todos os candidatos independente da sua bancada tivessem o mesmo tempo uma vez por semana – 5 minutos. Ou, que se extinguisse de vez e que cada partido se virasse por si mesmo. – Me perguntam “E os partidos menores?” não precisamos de centenas de pequenos partidos se na verdade todos se aliam e se coligam. Precisamos de propostas diferenciadas para poder escolher entre elas e que sejam cumpridas ao longo do mandato.
    O dinheiro do estado não e dos políticos para fazer o que quiserem, é nosso. Fruto do nosso trabalho todos os dias e recolhido em forma de imposto e por isso é uma agressão que seja usado para fazer propaganda desde ou daquele político.

    • Educação só tem uma solução: home school (ih rimou)
      BTW, você se preocupa muito com política. Política é a discussão de quem vai ser o seu parasita. O estado é um mal e é ineficiente em quase tudo que faz, o principal é pensar em como diminuir o estado o máximo possível e nisso a política TALVEZ ajude sendo um meio, não um fim.

      • Slaine.

        ———-

        Na Grécia Socrática as coisas eram definidas assim:

        O termo “POLIS” significa “CIDADE” ou “COMUNIDADE”.
        O termo “POLITIKÉS” significa “Cidadão atuante e interagente na sua cidade”.
        O termo “IDIOS” significa “Habitante da comunidade que só cuida de seus próprios interesses”.

        O termo “politikés” vem para o Português: “POLÍTICA”.
        O termo “idios” vem para o Português: “IDIOTA”.

        Portanto você é POLÍTICO e FAZ POLÍTICA, ou então, por implicação lógica, consequentemente torna-se um IDIOTA.

        ———-

        Na Roma antiga falava-se, como sabemos, o Latim, e as coisas eram definidas assim:

        O termo “CIVITATEM” significa “Cidadão atuante e interagente na sua cidade”.
        Portanto “civitatem” em Latim é equivalente a “politikés” em Grego

        O termo “civitatem” vem para o português: “CIDADANIA”.

        Portanto em Português os termos “POLÍTICA” e “CIDADANIA” são EQUIVALENTES.

        ———-

      • Slaine.

        Todos nós que realmente queremos o bem e o melhor para o Brasil, temos de nos esmerar, com altíssima prioridade, também no combate cerrado e impiedoso à “novilíngua”, contra os neologismos estúpidos e estupidificantes (subversão semântica), que são a principal ferramenta do movimento revolucionário cultural.

      • “O problema dos que não gostam de política é que eles são governados pelos que gostam”. Não sei quem falou isso – até gostaria de saber, vou pesquisar!

        Voltar as costas à política nos faz correr o risco de não saber o que está acontecendo no Brasil, nem porque, e, sem sabê-lo, de ficarmos inativos na que talvez seja nossa única oportunidade de tentar nos defender. Não acho uma ideia muito inteligente, fechar os olhos à política!

        En passant: A Coluna do Reinaldo hoje está pior do que o filme Aliens – 8º Passageiro.

      • Apolo, mas que vergonha para alguém que tem o nome de um deus grego… 🙂

        Cidadão em grego = POLÍTES

        IDIOS era um adjetivo, e não um substantivo.

        Em latim, cidadão = CIVIS (palavra paroxítona, lembrando que o latim não tinha oxítonas)

        Cidade = CIVITAS (proparoxítona). “civitatEM” era a forma acusativa (objeto direto); o caso acusativo aliás, é de onde provém a grande maioria dos vocábulos em português.

      • É justamente por conhecer o lixo que é o brasil que eu tenho aversão à política. Vocês são uns Sísifos, vão morrer tentando convencer a maioria de parasitas a não querer ser parasitas.

        @Apolo: a mesma Roma que desabou quando chegou na fase do panis et circes, não é mesmo? I rest my case.

      • Slaine

        Vocês são uns Sísifos, vão morrer tentando convencer a maioria de parasitas a não querer ser parasitas.

        Só vai tentar fazer isso quem for um purista. Mas eu já expliquei duzentas vezes aqui que purismo é ingenuidade. Não é com o purismo que os esquerdistas chegam ao poder, por exemplo.

        Nota-se que toda sua análise de política baseia-se em um ERRO POLÍTICO INACEITÁVEL. 😉

        Abs,

        LH

      • Nigo Zeroichi.

        Quando nos referimos, em português, à cor vermelha, então o termo é usado como um substantivo ou adjetivo?

        Exemplo: “O vermelho não é minha cor preferida.”

        Temos neste caso o termo posto como sujeito e substantivo. Você não sabia disso?

        Do mesmo modo fiz uso do termo “idios” PROPOSITALMENTE como um substantivo, querendo evidenciar no texto a caricatura do “idios”, i.e. (id est) “O IDIOS”.

        E cidadão em grego também é referido por “POLITIKÉS” (search about). Capicci?

        Você disse:
        “Em latim, cidadão = CIVIS (palavra paroxítona, lembrando que o latim não tinha oxítonas)
        Cidade = CIVITAS (proparoxítona). “civitatEM” era a forma acusativa (objeto direto); o caso acusativo aliás, é de onde provém a grande maioria dos vocábulos em português.”

        Ok! Boa pesquisa de dicionário. Parabéns!

        Mas você cogitou a hipótese de eu ter usado PROPOSITALMENTE a forma acusativa?

        Cogitou?

        E procurou entender porque?

        E se eu usasse a forma ablativa, ou a nominativa, ou a possessiva, ou a dativa, como ficaria? Qual seria a interpretação retórica para cada um dos casos? Cogito ergo sum?

        Braços.

      • O Olavo de Carvalho é quem faz questão de salientar que Von Mises jamais fez abordagens políticas relevantes e aprofundadas, restringindo-se, e brilhantemente diga-se, ao contexto da análise econômica apenas.

        No contexto político Von Mises é inócuo.

      • Nigo Zeroichi.

        Quando nos referimos, em português, à cor vermelha, então o termo é usado como um substantivo ou adjetivo?

        Exemplo: “O vermelho não é minha cor preferida.”

        Temos neste caso o termo posto como sujeito e substantivo. Você não sabia disso?

        Do mesmo modo fiz uso do termo “idios” PROPOSITALMENTE como um substantivo, querendo evidenciar no texto a caricatura do “idios”, i.e. (id est) “O IDIOS”.

        E cidadão em grego também é referido por “POLITIKÉS” (search about). Capicci?

        — Nigo disse:
        “Em latim, cidadão = CIVIS (palavra paroxítona, lembrando que o latim não tinha oxítonas)
        Cidade = CIVITAS (proparoxítona). “civitatEM” era a forma acusativa (objeto direto); o caso acusativo aliás, é de onde provém a grande maioria dos vocábulos em português.”

        Ok! Boa pesquisa de dicionário. Parabéns!

        Mas você cogitou a hipótese de eu ter usado PROPOSITALMENTE a forma acusativa?

        Cogitou? E procurou entender porque?

        E se eu usasse a forma ablativa, ou a nominativa, ou a possessiva, ou a dativa, como ficaria? Qual seria a interpretação retórica para cada um dos casos? Cogito ergo sum?

        Braços.

      • Nigo Zeroichi.

        — Nigo disse:
        “Em latim, cidadão = CIVIS (palavra paroxítona, lembrando que o latim não tinha oxítonas)”.

        Nigo você tem certeza que em Latim não há oxítonas? Tem certeza?

        Então considere as palavras em Latim a seguir, e use um pouquinho de LÓGICA.

        “id”, “et”, “est”, “sum”, “non”, “in” etc.

        Palavras essas que são obviamente MONOSSÍLABAS e, portanto, por implicação lógica direta, consequentemente OXÍTONAS.

        Sim! Oxítonas em Latim!

        C.Q..D. == Como Queríamos Demonstrar.

        Ou será que que a lógica não vale nesse caso ???

        Braços.

    • Eu ia comentar sobre o Marconi aqui mas deixei pra lá, já que alguém falou primeiro vou falar também: Provavelmente votarei no Marconi (que nunca gostei muito), mas as coisas que mais me incomodam nele são a falta de eficiência na segurança pública (que sempre foi o melhor de suas gestões passadas e provavelmente vai piorar em outro governo, mas ele deveria ter feito muito mais, principalmente com relação ao entorno) e as propagandas, são muitas, muito bem feitas (muito dinheiro gasto) durante todo o mandato. Propaganda do governo é algo absurdo, ainda que se justifique como uma “prestação de contas” continua sendo uma propaganda da gestão atual e essa “prestação de contas” deve ser feita na campanha. Uma lei sobre isso é urgente, porque é difícil que um político não use esse meio, já que dá votos.

  4. Muito bom os pontos apresentados, realmente falta uma proposta assim para contrapor as sandices da esquerda.
    Acho incrível também a intensidade com que o PT vem atacando a democracia e a liberdade, quando vi que proibiram as propagandas que tenha como alvo o público infantil não pude deixar de relacionar isso com o plano de deixar as emissoras totalmente dependentes da verba estatal. Primeiro foi o cigarro, depois a bebida e agora mais essa. Não deve levar muito tempo para atacarem os canais religiosos também…

    • ———-

      Parece-me estar ocorrendo o surgimento de um novo tipo de movimento específico, que, por falta de uma terminologia apropriada, designo de “neo pós hipermodernista cool masquerade brazilian lefty way of life”, objetivando uma revisão e reavaliação da reformulação fundamentalista da significância categórica existencial pós bug-niana leninista e neo proto bag-niana socialista, que é deveras importante para uma reestruturação e reformatação pós desconstrutivista da objetivada dissolução do “eu individual” no “eu coletivo politicamente correto e certo”.

      Podemos observar claramente essa tendencia nos ditos “mestres” de nossas pífias universidades atuais, que baseados na doutrina do materialismo dialético hegeliano tentam validar o fortalecimento da neo proto bag-niana e simbiótica cool lefty middle class emergente, contra-argumentando os dogmas marxistas gramscianos pós bug-nianos leninistas. Observamos em seus argumentos ou contra argumentos a clara tendência para o new cool trans humanitarianism lefty como uma prerrogativa essencial de sua fundamentação terminológica ambiental, objetivando obsessiva e incansavelmente a singularidade socialista para o “The Brave New World”. Nesse contexto a necessidade de disseminação e introspecção de novos contextos semânticos é imperiosa para a alteração dos padrões de pensamento post political impeachment compliance e neo proto lefty attachment compliance.

      Observamos então o absurdo a que são levados esses novos “intelectuais” acadêmicos, e devemos nos preservar desse post proto new approach of the reality, que é de fato um false reality approach.

      “É SODA !!!” Já dizia o nosso bom e velho FÓCRATES.

      ———-

  5. Luciano, não seria uma boa falar sobre a aposentadoria de Joaquim Barbosa? O Reinaldo já falou um pouco (reproduzindo notícia da Veja), assim como o UOL e isso acontece em um momento no qual o STF tem uma maioria de membros indicados pelo PT e só o Barbosa e o Luís Fux agem em dissonância com aquilo que o partido quer.
    Claro que temos de deixar claro que o Barbosa votou sim a favor de outras coisas que interessavam ao PT, como as cotas, mas ainda assim estava sendo bastião de resistência ao aparelhamento da mais alta instância judicial do país.

  6. Luciano, se a Petrobrás é do povo, e eu sou do povo, logo ela é também minha. Sendo assim, por que preciso assistir a uma propaganda televisiva paga e ser público alvo de minha própria empresa?

  7. Excelente iniciativa.

    Acrescento ao item 3

    3) REGULAÇÃO DA PUBLICIDADE ESTATAL (INCLUINDO UM PRINCÍPIO DE NEUTRALIDADE)

    A publicidade estatal fica proibida de contratar, citar, utilizar imagem de figuras publicas (atores, esportistas, empresários, jornalistas, escritores ou politicos, em atividade ou não).

  8. E que a propaganda estatal não pudesse mentir deslavadamente, como no caso da petrobas, que nos anúncios hiper constantes nos intervalos comerciais nos faz crer que é uma empresa pujante, com dados mentirosos. Qualquer um sabe que a petrobrás está muito, mas muito mal das pernas, depois de quase 12 anos de aparelhamento, corrupção e incompetência.

    • (…) Ele fere o princípio básico da igualdade democrática (“uma pessoa, um voto”) ao propiciar que alguns determinados cidadãos, aqueles que são politicamente alinhados a uma ideia, sejam mais ouvidos.

      A participação em movimentos sociais, em si legítima, não pode significar um aumento do poder político institucional, que é o que em outras palavras estabelece o tal decreto. Institucionaliza-se assim a desigualdade, especialmente quando o Partido (leia-se, o Governo) subvenciona e controla esses “movimentos sociais”.

      Não há cidadãos de primeira e de segunda categoria, discriminação que por decreto a presidente Dilma Rousseff pretende instituir, ao criar canais específicos para que uns sejam mais ouvidos do que outros. Ou ela acha que a maioria dos brasileiros, que trabalha a semana inteira, terá tempo para participar de todas essas audiências, comissões, conselhos e mesas de diálogo? (…)

      BRILHANTE TEXTO!!!! Praticamente desenhado!!!!

      Tão brilhante que o autor não se identificou com receio de represálias; e é até perigoso cortarem verba estatal do Estadão…

      • Czech.

        O autor não se identificou porque esse texto é o EDITORIAL do Estadão, e portanto é uma opinião e uma postura do próprio jornal, a entidade “O Estado de São Paulo”.

        Braços.

  9. Acredito que o controle da mídia é algo mais afeito a países já com pleno controle institucional e eleitoral por parte do estado ditatorial, os exemplos são Cuba e Venezuela, lá o controle do estado sobre os diversos setores já é tão grande que o tentáculo estatal na mídia já pode ser feito sem muito problema, na Argentina o caminho das pedras já está sendo feito; aqui no Brasil a mídia tem uma força tremenda tanto é que todos os presidentes da república eleitos( exceto o Itamar) desde 1985 foram os apoiados pela mídia, a mídia colocou e tirou o Collor e coisas mais que comprovam essa força, embora esse flagelo Petralhista esteja infectando nossas instituições, as facções esquerdistas de oposição como o PSDB e outros sempre estão rondando e tentando assumir o poder, os petralhas ainda precisam da mídia apoiadora para se perpetuarem no poder o exemplo disso foi a pisada no freio que o Lula deu no controle midiático no seu governo e em troca conseguiu eleger a Dilma com apoio da mídia( elegeria até o Seu Creisson), em Cuba e na Venezuela os vermelhos não tem medo de oposição alguma que é esmagada pelo poder estatal logo eles se dão ao luxo de controlar a mídia, aqui no Brasil o poder ainda frágil e pode mudar de mãos de uma hora para outra, seria uma enorme burrice criar meios de controle estatal da mídia em um panorama desses, imagine dar força ao estado de controlar a mídia e de uma hora para outra o poder mudasse para as mãos dos oposicionistas, é óbvio que os novos detentores do poder com certeza usariam do controle estatal midiático para seu uso próprio e contra os interesses dos antigos mandatários; controlar mídia no Brasil nos tempos de hoje é um tiro no pé dos governistas, acho que esse desespero atual em tentar controle a mídia é apenas um reflexo do medo extremo desses calhordas em perderem a eleição do fim do ano, tentaram comprar a Globo mas parece que faltou verba( roubaram tudo pra eles e deixaram os descendentes do RM chupando o dedo), nessa situação o desespero bateu e os caras ficaram malucos por controle emergencial, chega a ser cômico as falações deles quando falam em necessidade URGENTE, PRIORITÁRIA, NECESSÁRIA, VITAL…. em controlar a mídia; “coitados” medrosos, saíram de sua zona de conforto e estão jogando suas últimas cartadas para não serem varridos do mapa político nacional.

  10. 7 diretrizes aprovadas pelo PT que vão deixar liberais de cabelo em pé

    Pontos foram definidos no encontro nacional do partido, realizado no início do mês, e devem orientar campanha eleitoral deste ano e possível segundo governo Dilma

    O Partido dos Trabalhadores aprovou, em seu encontro nacional, realizado nos dias 2 e 3 deste mês, um documento com diretrizes táticas que devem orientar a postura do partido nas próximas eleições e em um possível segundo governo da presidente Dilma Rousseff. O texto, com um forte tom de ruptura com a política de conciliação ideológica adotada desde que Lula subiu ao poder, traz algumas propostas que vão deixar liberais de carteirinha com os cabelos em pé.

    O Administradores.com destacou alguns pontos do documento, que pode ser lido na íntegra no próprio site do PT. Veja abaixo os destaques:

    Menos liberalismo econômico

    De acordo com o documento, um dos objetivos do PT a partir de 2015 será fazer com que Dilma consiga fazer um segundo mandato superior ao primeiro. E o texto diz como: superando a “herança maldita cujas fontes são a ditadura militar, o desenvolvimentismo conservador e a devastação neoliberal.” E complementa: “Esta herança maldita se materializa, hoje, em três dimensões principais: o domínio imperial norte-americano; a ditadura do capital financeiro e monopolista sobre a economia; e a lógica do Estado mínimo.”

    Maior aproximação com a esquerda latino-americana

    A superação da tal “herança maldita” citada no documento é vista como “uma tarefa simultaneamente nacional e regional” e deve se dar com “o aprofundamento da soberania nacional, a aceleração e radicalização da integração latino-americana e caribenha, uma política externa que confronte os interesses dos Estados Unidos e seus aliados”. Hoje, quase todas as economias da América Latina são governadas por líderes que, no espectro político, se posicionam do centro para a esquerda.

    Aprofundamento de políticas sociais

    Se os atuais programa de bolsas do governo e outros mecanismos de assistência social já despertam a ira dos liberais, um possível segundo mandato liderado pelo PT deve gerar ainda mais críticas. O documento afirma que para dar continuidade aos objetivos do partido, será necessário, entre outras coisas, ampliar “as políticas públicas universalizantes do bem estar-social”.

    Reaproximação com os movimentos sociais

    Dilma deu menos atenção aos movimentos sociais do que Lula e uma das condições impostas para a unificação do PT em torno de sua reeleição foi justamente uma mudança nesse sentido. Uma reaproximação deve acontecer em um possível segundo mandato, segundo o documento aprovado no congresso do partido. “A continuidade – e, sobretudo, o avanço – do nosso projeto está vinculada à nossa capacidade de fortalecer um bloco de esquerda e progressista, amparado nos movimento sociais, na intelectualidade e em todos os setores comprometidos com o processo de transformações econômicas, políticas, sociais e culturais implementadas pelos governos Lula e Dilma”, diz o texto.

    Maior influência dos sindicatos no governo

    Os sindicatos e centrais devem ter maior influência nas decisões de um possível segundo governo Dilma. “O 14º Encontro Nacional do PT destaca a importância da candidatura Dilma acolher a ‘Pauta da classe trabalhadora’, apresentada pela CUT e as centrais sindicais”, diz o documento.

    Constituinte exclusiva para a reforma política

    Criticada pela oposição e por intelectuais liberais, a convocação de uma Constituinte Exclusiva por meio de consulta popular para fazer a reforma política, proposta por Dilma durante os protestos de 2013, deve ser levada a cabo a partir de 2015, como bandeira do PT e do próprio governo. “A proposta feita pela presidenta Dilma ao Congresso Nacional, de um plebiscito para convocar uma Constituinte Exclusiva pela Reforma Política, proposta encampada pelo PT, movimentos sociais, centrais sindicais, partidos políticos, organizações da sociedade, deve fazer parte destacada da ação eleitoral da militância e de nossas candidaturas. A luta pela reforma política deve estar no centro de nossa tática eleitoral e dos programas de governo nacional e estaduais”, diz o texto.

    Implantar o socialismo

    Nada aterroriza mais um liberal do que o governo do seu país se comprometer com a implantação do socialismo. Mas é esse compromisso que o PT espera de Dilma, segundo o documento. “Nosso grande objetivo é, através das vitórias que obtemos nos espaços institucionais, democratizar o Estado, inverter prioridades e estabelecer uma contra-hegemonia ao capitalismo, capaz de construir um projeto de socialismo radicalmente democrático para o Brasil”, diz o texto.

    http://www.administradores.com.br/mobile/noticias/cotidiano/7-diretrizes-aprovadas-pelo-pt-que-vao-deixar-liberais-de-cabelo-em-pe/88457/

  11. É só quando consigo calar meus amigos esquerdistas, sobre o tal monopólio da mídia: quando digo que devemos debater o monopólio da Petrobras. Ele custam a acreditar que a defesa de um torna insustentável a condenação do outro, pois monopólio é monopólio em qualquer setor. É impagável olhar a cara de babaca que o debatedor fica, ao constatar que teve uma vida inteira de contradição e hipocrisia: quer o a “democratização da mídia”mas não quer nem ouvir falar da “democratização do petróleo”.

  12. Olha este comentário do Templar Knight na página Canal da Direita: “Oi, eu sou o PT e quero dar um golpe, sabe o que eu faço?

    1-Fundo o Foro de São Paulo e juntamente com meus camaradas das FARC, Cuba e Venezuela tramo os passos do socialismo do século XXI.

    2-Elejo um símbolo populista como Lula e chego à presidência.

    3- Aperfeiçôo um programa que já existia e dou-lhe o nome de Bolsa Família, para garantir votos vitalícios e a miséria que os sustentam.

    4- Uma vez eleito afago o empresariado com o BNDES enquanto causo a ira das inofensivas esquerdas mais radicais, mas tentando jogar pelos dois lados como manda um Governo de Transição.

    5- Aprovo o Estatuto do Desarmamento, que desarma apenas cidadãos honestos e enfraquece a população civil em geral.

    6- Uso o Lula para eleger a Dilma e quando o empresariado já virou um bichinho dócil de estimação afago mais aquelas esquerdas radicais (fingindo para os investidores que eu não sou uma delas)

    7- Financio suas arruaças, MST e escória gayzista, abortista, feminista e maconheiros.

    8- Assim semeio a discórdia e o caos na população, fazendo-a crer que existe uma gravíssima opressão social nunca antes vista na mesma (num coletivismo imposto por uma minoria vitimista, ressentida e sem amor-próprio, onde bandido é vítima da sociedade, todos são oprimidos e ninguém é responsável direto pelos seus atos e por sua consciência), de modo que pareça que as minorias são maioria e o caos seja uma pseudo-justificativa para num breve futuro instaurar uma “Reforma Constituinte”.

    9- Compro e aparelho institutos de pesquisas (IPEA, IBGE etc.) para este fim – caos e agitação social -, distorcendo os resultados das pesquisas (brasileiro é “machista-patriarcal-opressor-piramidal”, claro!).

    10- Ainda seguindo os preceitos do meu ídolo Antonio Gramsci, vou doutrinando alunos de escolas de nível fundamental, médio e superior, familiarizando-os com o conceito de luta de classes e outras farsas marxistas e encorajando a militância de idiotas úteis.

    11- Aparelho não só escolas, universidades (quem estuda Mises e Voegelin é ridicularizado e não ganha bolsa) e institutos de pesquisa, como aparelho o STF e todo o judiciário.

    12- Continuo comprando a oposição com os mensalões da vida para me perpetuar no poder até o fim dos tempos, quer dizer, até o Apocalipse do qual sou eu mesmo o catalisador.

    13- Crio o programa mais médicos e escolho médicos, adivinha, de Cuba, e se forem agentes cubanos infiltrados de jaleco ninguém se surpreenderá.

    14- Aparelho não só escolas, universidades, institutos de pesquisa, STF e judiciário, mas a mídia em geral.

    15- Percebo que na verdade a população conservadora, cristã ou simplesmente honesta é muito maior que eu imaginava, de modo que tento calar vozes como a de Rachel Sheherazade, cortando a verba do SBT.

    16- Aprovo o Marco Civil como instrumento de censura mais eficiente.

    17- Enfraqueço meu exército e todas as Forças Armadas, sucateando o material bélico nacional (mas continuo chamando o exército quando a coisa tá feia nas ruas).

    18- Apoio a ideologia de gênero – PL 8035/2010 – como se fosse uma ciência (minha orientação sexual é fruto de coerção social, claro) e empurrando goela abaixo a ditadura gay a revelia da maioria, minando as bases familiares tradicionais e naturais, chamando quem não aceita calado de “homofóbico” e “fascista”.

    19- Nesta minha saga contra a Família, aprovo outros absurdos como lei da Palmada – criando uma geração de mimados como na Suécia – e elimino o Dia das Mães (por enquanto só aqui em São Paulo), em claras tentativas de enfraquecer a Família como núcleo formador moral do ser humano, transferindo a formação do homem ao Estado (claro, o PT ensinará muito bem a não roubar, por exemplo).

    20-Com o exército fraco e com população desarmada aprovo o projeto 276/02 de livre trânsito de Forças Armadas Estrangeiras no Brasil sem autorização do Congresso.

    21- Ameaço de morte todos os que discordam de mim, Romeu Tuma Jr., Joaquim Barbosa etc.

    22- Falo mal do agronegócio sendo que é ele que me sustenta e que uma vez gerido pelo MST, afunda, como já aconteceu, mas dou carinho a estes sem-terra que em 90% dos casos não querem é procurar emprego por lá.

    23- Elimino a democracia pelo decreto 8.243, dando voz a “movimentos sociais” enquanto enfraqueço as verdadeiras instituições democráticas e o parlamento, composto de cidadãos eleitos pelo povo.

    24- Envio dinheiro e realizo obras em Cuba, Venezuela e Nicarágua, unindo o corpo da minha revolução bolivariana.

    25- Finalmente fomento um plebiscito popular pela “Reforma Constituinte” sob alegação de que os parlamentares não representam a população – claro que eu, PT, represento.

    26- Assim como no desarmamento, o resultado do plebiscito não conta para a implementação do Golpe, que será exercido de qualquer jeito.

    27- Assim como na Venezuela onde, elementar meu caro Watson, quem garantiu a lisura das urnas eletrônicas era sócio da empresa que fabricava as urnas na votação que elegeu o camarada Chavez, dou um jeito de sabotar as urnas eletrônicas também.

    28- Viro uma Venezuela.

    29- Tudo isso, calro, enquanto ando de Rolex e BMW e sou preso em prisão domiciliar, onde posso assistir meus filmes da galera opressora imperialista de Hollywood, comendo meu Big Mac opressor enquanto completo a coleção de quadros de Stálin, Fidel e Mao Tsé-Tung na parede, na ilusão de que a perfeição e felicidade plena é possível neste mundo e que mais justiça só se faz necessariamente com mais socialismo.”

    https://www.facebook.com/photo.php?v=452317291579474&set=vb.262104660600739&type=2&theate

  13. ESTÃO QUASE NO 25, JÁ CONSEGUIRAM EXPULSAR O JOAQUIM BARBOSA DO STF, ABRIRAM DE VEZ AS PORTAS PRA ESSA NOVA CONSTITUINTE PARA REFORMA POLÍTICA.

  14. Mais uma vitória do esquerdismo lixo que quer acabar com a propriedade privada no Brasil: foi aprovada a PEC do trabalho escravo, antes o confisco só era possível em casos de propriedades usadas para plantio de drogas, agora em propriedades onde existe condições de trabalho “análogo ao escravo” também pode ser confiscada e imediatamente dada aos trabalhadores considerados como escravos. Mais uma vez eles se escondem em nobres e inatacáveis direitos humanos para tentar acabar com a propriedade privada no Brasil, nesse caso de imediato se verifica um precedente altamente subjetivo quando se coloca um termo vago e altamente subjetivo “condição análoga ao de escravo”, o que é isso?? É o caminho aberto para toda uma vasta gama de interpretações que apenas servem para o verdadeiro objetivo desses esquerdistas que é acabar com a propriedade privada nesse país, se eles quisessem bastava criar leis penais severas e multas enormes, mas decidem punir com o confisco que é mais duro golpe no coração do capitalismo(a propriedade privada), começam assim, depois vão estender para o ambiente urbano, depois vão criar outras possibilidades de confisco, daqui a umas poucas dezenas de anos vamos morar em casas cedidas pelo governo, o ambiente rural vai estar cheio de gente em terras pouco produtivas do estado, para comprar um carro teremos que pedir autorização do estado; isso tudo é claro se a sociedade civil não barrar essa horda de bandidos esquerdistas que tentam acabar com esse país.

  15. Gostei muito das propostas. Só falta a gente fazer um plano e seguir. Sugestão:

    1 – Abrir os olhos de todas as lideranças dos movimentos republicanos para o fato de que a VERDADEIRA democratização da mídia deve ser a prioridade zero dos movimentos;
    2 – Baseando-se nesses princípios, elaborar um projeto de lei VIÁVEL de aprovação no congresso nacional;
    (Obs.: Acredito que o ideal seja que já se discuta como se quer o projeto antes, para exigirmos que ele seja aprovado ipsis litteris, ao invés de apresentarmos um projeto utópico, mas altamente sujeito a alterações pelas casas legislativas.)
    3 – Realizar em paralelo às manifestações nas ruas, um abaixo-assinado via Avaaz, Citizen-Go ou similares. Acho importante escolher uma única dentre essas ferramentas e usá-la, ao invés de tentar dividir os esforços;
    4 – Apresentar o projeto de lei ao Congresso, junto com a petição e realizar mobilizações em massa como as que têm sido realizadas, exigindo a aprovação do projeto de lei SEM EMENDAS.

    Acho que não seria muito difícil conseguirmos 2 milhões de assinaturas pra apresentarmos, por exemplo, só exigiria muito trabalho e dedicação por um intervalo de tempo considerável. A Lei da Ficha Limpa – sem entrar no mérito da efetividade da mesma – surgiu mais ou menos dessa forma. Não sei quão boas são essas minhas idéias, mas acho que é um começo de discussão, não?

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