Thomas Pikaretty OU Por que o socialismo deu mais certo do que muitos pensam

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piketty

Ao que parece, os esquerdistas encontraram sua Rhonda Byrne. Seu nome é Thomas Piketty, mas podemos claramente chamá-lo de Thomas Pikaretty (agradeço ao Rodrigo Constantino pela dica). Para quem não se lembra, Rhonda lançou o livro “O Segredo”, que deu um alento aos misticóides de plantão com uma tentativa de vender pseudo-ciência e validar diversas alegações fantásticas. A mistura de misticismo com física quântica ajudou médiuns a tentarem se vender como “validados”. O filme “Quem Somos Nós?” seguia a mesma linha (e foi publicado um pouco antes do livro de Rhonda) e já foi devidamente refutado por céticos quanto ao paranormal. O livro de Rhonda teve o mesmo destino.

Pikaretty, autor de “O Capital no Século 21”, faz exatamente o mesmo que Rhonda Byrne, só que com o marxismo. Qualquer pessoa intelectualmente honesta e em sã consciência sabe que o marxismo sempre foi uma picaretagem do início ao fim (por isso a nova alcunha que podemos atribuir a Thomas). A diferença é que Pikaretty tenta atribuir ares mais sérios à sua tese de que “a desigualdade cresce no mundo Ocidental”, tudo para continuar vendendo o conto da carochinha marxista. O livro se tornou o novo best seller da extrema-esquerda.

Rodrigo Constantino nos lembrou que o livro de Pikaretty estaria repleto de erros estatísticos, conforme apontou matéria do Financial Times. Não vou entrar nesses detalhes, pois não li o livro, mas com certeza o farei. Porém, algumas das alegações de Pikaretty já podem ser tratadas como fraudes intelectuais claras, independentemente dos dados estatísticos dele estarem corretos ou não. Por exemplo, ele defende a taxação de fortunas, e até mesmo um fundo global para que os países mais ricos sejam obrigados a dar renda aos países mais pobres. Tudo isso demonstra que de novo Pikaretty não traz absolutamente nada. Assim como Rhonda Byrne só tem roupagem nova, mas conteúdo que é bom…

Ressalto que mesmo sem ter lido o livro de Pikaretty, podemos fazer a acusação de que o autor traz “mais do mesmo”, pois se ele tivesse realmente trazido alguma evidência que validasse suas alegações, a extrema-esquerda já teria traduzido essas evidências de forma que o cidadão comum pudesse acessá-las. Ao contrário, o que se vê é apenas o uso de técnicas de propaganda, como quando eles afirmam: “O livro de Thomas Piketty está vendendo muito. Viva. O marxismo vai vencer!”. Ou seja, falamos de propaganda, mas não de argumentação propriamente dita. Mais uma vez, nada que já não tenhamos visto no comportamento de médiuns diante do livro de Rhonda Byrne ou mesmo do filme “Quem Somos Nós?”.

Todavia, vejo que alguns erram ao tratar Pikaretty como “autor enganado”, mesmo rótulo dado a Karl Marx. Errado: falamos de fraudadores intelectuais. Nenhum dos dois jamais pensou em “superar” o capitalismo, mas em aproveitá-lo da melhor maneira possível com um embuste: fingir que a luta por desigualdade deve validar o inchamento do estado para que isto desse poder para os donos deste estado inchado. Claro que marxistas não se esqueceram de dizer que o estado “é a coletividade”, o que não pode ser qualificado nem sequer como erro cognitivo, mas como safadeza. O livro “Por que o Brasil cresce pouco?”, do economista Marcos Mendes, mostra o quanto o esquerdismo pode prejudicar o crescimento econômico, o que afeta a vida dos cidadãos pobres.

Por isso mesmo, a melhor forma de tratar a obra de Pikaretty é como se fosse uma nova formatação de um embuste já conhecido, com vistas a se tornar um grande negócio. Partindo desse princípio, não tratamos mais do socialismo como um experimento que deu errado, mas como algo que funcionou sob medida para dar poder a burocratas, o que ocorreu com maior plenitude em países como Coréia do Norte, China, Cambodja, Cuba e Rússia. Mas também ocorreu em menor escala em outros países, incluindo várias nações da Europa e os Estados Unidos.

O que temos hoje no mundo não é ausência de esquerdismo, mas excesso dele. A coisa se torna ainda mais grave na América do Sul e África, onde o esquerdismo caminha de vento em popa, com a diferença de que nós não tivemos por aqui sequer tempo de ver riqueza ser produzida. Pikaretty já tem sua resposta pronta: basta aumentar o nível de esquerdismo, taxando as fortunas em 80% e até fazendo com que países mais pobres “cobrem a conta” de países mais ricos. Quer dizer, o remédio que não tem funcionado (e nem ajudado a reduzir a desigualdade) tem que ser aplicado com ainda mais força. É preciso de muita cegueira ou desonestidade para não constatar que estamos diante de um truque.

Altas taxações só servem para espantar investidores de um país. A pergunta padrão é: de que adianta produzir riqueza (para inclusive transmitir à sua prole, após sua morte) se ela será usurpada por burocratas mal intencionados? Como vemos, o socialista francês François Hollande (com suas taxações de 80% em fortunas) só conseguiu espantar empreendedores. Com isso, alcançou uma das popularidades mais baixas da história. Na ótica de Pikaretty, a taxação inter-países seria uma forma de evitar essa “fuga” de empreendedores, com a criação de um fundo mundial para gerenciar toda essa verba. A pergunta: essa fundo mundial seria administrado por anjos ou seres humanos?

Basta vermos o que a história tem a nos contar sobre o socialismo para saber que este sistema sempre deu certo em relação à sua única proposta: dar poder a burocratas. No mundo moderno, há várias formas de alguém conseguir sucesso a ponto de viver uma vida nababesca. Construir um negócio, se tornar um alto executivo, virar um craque de futebol ou se tornar um artista de sucesso. Essas são algumas das opções para a construção de valor. Outra forma é herdar uma fortuna, por que seus pais ou antepassados conseguiram criar todo esse valor. Essas todas são formas legítimas. Roubar uma fortuna ou viver do tráfico de crianças e escravas brancas com certeza são maneiras nitidamente ilegítimas. Viver como burocrata aproveitando-se de um estado inchado é quase tão ilegítimo quanto essas formas criminosas. O discurso socialista serve para sustentar essa maneira de obtenção de verba (a partir do estado) e nada mais.

Como historicamente o socialismo sempre atingiu esse objetivo (dar poder ilegítimo a burocratas, que vivem do esforço legítimo dos outros), é claro que esse sistema não pode ser definido como algo que não obteve sucesso. A quantidade de pessoas que vivem como sultões, a partir da usurpação do esforço alheio, é uma prova do sucesso socialista neste objetivo. E quanto ao objetivo de “redistribuição”? Ninguém é ingênuo para cair nessa conversa. Na ânsia de dar ainda mais poder a burocratas, Pikaretty quer aumentar a fortuna deste pessoal, a partir de aumento do inchaço estatal.

Também acho provável que ele esteja usando a conhecida técnica de persuasão conhecida como “porta na cara”. Com esse método alguém faz um pedido ultrajante, a ser descartado no ato pelas pessoas. Em seguida, é feito um pedido mais realista, que agora parece ser mais sensato, mas apenas pela comparação com o pedido anterior. O que importa é que Pikaretty quer mais poder para os donos do estado inchado, aumentando ainda mais a desigualdade e eliminando potencial para criação de riqueza. Mas se os poderosos que dependem do dinheiro conquistado legitimamente pelos outros conseguem se dar bem, gente como Pikaretty já terá conseguido seu objetivo.

A “injustiça” social nossa sociedade não é fruto do fracasso do capitalismo (o qual sempre será inevitável, até mesmo nos países “ditos” socialistas), mas uma consequência do sucesso de implementações socialistas. É por isso que digo que todo e qualquer material escrito por socialistas deve receber uma refutação no mesmo tom do vídeo abaixo:

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44 COMMENTS

  1. Esse Thomas tá levando porrada de tudo quanto é lado, tanto da esquerda quanto da direita. Se eu fosse ele sentiria vergonha de ter escrito esse livro.

  2. Hahaha!

    Ao bater d’olhos no título desse artigo achei que o nome “Thomas Pikaretty” fosse uma metáfora, uma ironia. Qual não foi minha surpresa, e consequente gargalhadas, ao saber que é um fato.

    Hahaha! Hehehe! Hihihi! Hohoho! Huhuhu!

  3. Luciano, você viu este vídeo recente da Sara Winter?

    http://www.youtube.com/watch?v=N0n6CYCXa4E

    E você viu o Strider Hien mitando largamente, não só falando do que a ex-Femen disse como também desmontando aquelas invenções gramscistas recentes de “gordofobia” e slut-shaming?

    http://www.youtube.com/watch?v=AqKLs21qMyg

    Cinco dias antes do que disse o Strider, houve esta outra resposta do canal bematematica (sendo que esse cara não pode ser considerado como contrário ao marxismo-humanismo-neoateísmo):

    http://www.youtube.com/watch?v=2ERZ-Mb2qoA

    Observe como há um bom grau de coincidência de pontos de vista, mesmo sendo pessoas de espectro completamente diferente. Aqui vou acabar sendo humanitário e me preocupar com a Sara Winter, pois ela acabou por me dar uma ideia de como pode ser a reação de alguém que foi inocenteutilizado e racionaliza o quanto pode para não ter de admitir que foi inocenteutilizado. Pode ser que ela esteja contando coisas meio absurdas (como uma centena de soldados falando grosserias ou os tais velhos gordos) meio que querendo acreditar no que diz.
    Vou me preocupar também com o estado a que pode chegar um marxista-humanista-neoateísta com alto grau de funcionalidade e pouco ou nenhum beneficiarismo ao constatar que os beneficiários se deram bem e ele continua e continuará na mesma, podendo inclusive ser deixado para trás por aqueles que diziam apoiá-lo. Não devem ser poucos os que estão em uma situação que a mim soa tão lastimável quanto a da outrora cara do Femen Brasil. No caso dela, até chegou a ter algum beneficiarismo mas subitamente este lhe foi tirado, o que pode gerar reação depressiva assemelhada à de quem teve muito dinheiro e perdeu tudo. Poderemos também perguntar se o Rivotril que ela diz tomar não teve algum efeito colateral que pode ter culminado em ela gravar esse vídeo tão fossa, tão estranho e comentado por dois caras de visões diametralmente opostas em vídeos que apresentam bom grau de coincidências opinativas.

    Aqui também fica aquela questão de que há muito MHN por aí que investiu demais na tal ideologia, ganhou fama por causa dela e está no que poderíamos chamar de “ponto de não-retorno” (usando termo aeronáutico referente àquela altura da pista em que se o avião não decolar irá fatalmente gerar acidente em terra). Sara é só uma delas e chegou aonde chegou porque não tinha nada além de feminismo em sua vida, mas sendo desprezada não só pelas feministas brasileiras como pelo próprio Femen mundial. Aqui podemos também considerar o fato de que MHNs costumam ser extremamente inseridos na tal ideologia, a ponto de a mesma virar, mais do que uma religião, uma seita, que vai descartando aqueles que não se encaixam rigorosamente nela, ou uma pirâmide política análoga a uma pirâmide financeira, que vai arruinando os peixes pequenos quando chega ao ponto de insustentabilidade absoluta. O cara vive o MHN, convive com MHNs, recusa o convívio com não-MHNs, demoniza anti-MHNs e, quando deixado para trás pelos próprios MHNs, acaba indo para um fundo de poço sem tamanho que pode fazê-lo ficar devastado, mas com o problema de aqui não notar que aquilo que está fazendo é que o está levando à ruína.
    Desejo que Sara Winter se recupere, até por ser pessoa como nós e, como tal, única e irrepetível. Que ela consiga em algum momento pôr a mão na cabeça e jogar fora toda essa ideologia e passar a ver as coisas com mais realidade. É algo muito difícil e a maior parte dos MHNs que passaram do ponto de não-retorno não conseguirá fazer, mas ainda assim desejável, ainda mais quando pensamos que muitos dos anti-MHNs de hoje já forma MHNs ou propagadores inconscientes de gramscismo em passado não muito distante. Enfim, que Deus a abençoe. E que mais e mais pessoas consigam deixar o MHN para trás sem ser preciso chegar a um ponto em que aparentemente se está transtornado.

    • Quem sabe, algum dia, ressurja a primavera na vidinha dura, inútil e gélida da Sara Winter, e ela então se tornará a florida “Sara Spring”, que então ascensionará à frutífera “Sara Summer”, até que tristemente advenha a nostalgia no inexorável processo de queda livre, onde tudo cai na forma da “Sara Autumn” (afinal o campo gravitacional da Terra, cedo ou tarde, torna-se o maior e mais impiedoso opressor das mulheres).

      “Esses jovens, pobres jovens, buscam o inferno a procura de luz, supondo que o Céu esteja escuro.”

    • Muito interessantes os 3 vídeos. O assunto me interessa particularmente porque tenho uma pessoa muito querida da família que foi capturada pelos ideologistas da Teoria de Gênero, o que me cria um estado de angústia permanente. Por mais que ame esta pessoa – e a amo incondicionalmente -, não tenho tempo para me dedicar a um assunto que abominei desde os dias da velha Betty Friedan. Tenho muito a aprender sobre o marxismo, e o socialismo para me dedicar a este absurdo que é a Teoria de Gênero. Por isso, embora muito superficialmente, para mim os vídeos foram bastante instrutivos.

      Pude observar o que, em minha opinião, além das denuncias do Strieder Hien, foram pelo menos dois, os equívocos que observei, da sra. Sara Winter, no vídeo “mimimi” que encabeça a lista dos comentários do Cidadão.

      O primeiro quando ela fala que foi buscar seu marido no quartel e estava vestida com blusa decotada e saia curta “para mim”, diz ela, ” e para meu marido”. Quer dizer ela tem plena consciência e sabe com certeza absoluta que a roupa que ela estava usando era capaz de produzir no marido dela a sensação erótica – ou talvez fosse apenas o sentimento de admiração estética pela beleza, acredito, de seu visual -, que ela, aparentemente, buscava dele!

      O que a faz concluir que os demais homens do quartel, se possuidores de sentimentos iguais aos do marido dela, não fossem também reagir de acordo? Ainda mais num lugar repleto de homens jovens, alguns com 18 anos, ou pouco mais, de idade?

      É uma idiotice burra dessas feminazis querer aparecer semidespidas, quando não totalmente nuas e ainda por cima esperar que os homens presentes reajam como se estivessem vendo um mapa da Bolsa de Valores do Paraguai e que não tenham nenhuma reação fisiológica, que é a principal característica evolutiva que permitiu a existência da espécie humana desde que o primeiro anfíbio rastejou para a terra até nosso dias.

      Um segundo deslize, em minha opinião, foi quando a Sra. Winter reclamou (com certa razão) de ser chamada, nas próprias palavras dela, de “vadia, piranha e puta”. Ora, elas mesmas, as feminazis, se rebaixam e se desclassificam quando identificam seu movimento como “A Marcha das Vadias”. Se elas mesmas se identificam como Vadias (que, em outra palavras quer dizer que se aceitam como “piranhas e putas”), porque se ofendem quando outros as rotulam pelo que se identificam?

      Bem, sei que há entre essas minorias uma estranha atitude para com palavras que eram usadas paa desqulificá-las. Quando são militantes da mesma corrente que as usam, é uma brincadeira, algo a ser tratado como “engraçadinho”. Quando alguém de fora usa essas mesmas palavras em relação a eles, aí é uma ofensa e um preconceito. Por exemplo, os homossexuais às vezes se dirigem uns aos outros como “viados” mas, se um hetero chama um homossexual de “viado, corre o risco de ser preso. Um negro chama outro negro de crioulo” mas se um branco chamar um negro de “crioulo”, é processado como racista.

      Muito esquisito este mundo orwelliano que as esquerdas estão se esforçando por criar. no Brasil e no mundo. 🙁

      • Erreve, eu estava vendo seu site (que por sinal é muito bom, até adicionei aos favoritos) e acabei vendo aquele vídeo de um cara defendendo o Olavo sobre o vídeo do Pirulla e da Pepsi.

        O que me impressiona é como algo que não foi dito por Olavo, e sim por inúmeras denúncias contra a Pepsi nos EUA em meados de 2011 e 2012, pode ter chegado a esse ponto em que em pleno 2014 ainda discutem isso e usam uma reprodução das denúncias como “prova cabal de Olavo é burro”.

        Primeiro, o próprio Pirulla admitiu no vídeo que a Pepsi usava sim células fetais na fabricação de adoçantes para realçar o sabor.
        O Olavo apenas errou ao dizer que a Pepsi usava células fetais para adoçar a Pepsi (e não para fabricar os adoçantes da Pepsi).

        Segundo, as pirulletes retardadas estão dizendo nos comentários do vídeo que “as células usadas na fabricação do adoçante da Pepsi não são células do feto e sim células descendentes que vieram das células arrancadas dos rins do feto”.
        PUTA QUE PARIU!
        O retardo das pirulletes é tão grande que é o mesmo que dizer que eu nunca fui bebê, pois afinal nenhuma célula minha de quando eu era bebê existe em mim agora. Todas as minhas células atualmente são apenas descendentes das células originais de quando eu era bebê. Portanto eu nunca foi bebê e nenhuma célula ontem e hoje são minhas. Percebe como o relativismo é anticientífico e se ajusta e justifica qualquer coisa?
        É o mesmo também que dizer que se for no cemitério, desenterrar um morto, arrancar o braço do morto e comer as unhas que crescerem depois de ter arrancado seu braço, as unhas não serem do morto. Pois afinal as células da unha que eu comer serão apenas “descendentes das células originais da unha do morto que já estão mortas e estão separadas do corpo do morto”.
        Se eu desenterrar outro morto, cortar sua cabeça, raspar sua cabeça e esperar nascer cabelo na cabeça dele novamente (que irá crescer dado um certo tempo) e comer o cabelo, não estou comendo cabelo do morto, afinal as células de cabelo que eu comer nasceram na cabeça do morto quando a mesma estava separada do resto do corpo.
        Se eu pegar células da minha bochecha e colocar num frasco Petri, colocar em condições favoráveis e depois de 1 ano uma pessoa qualquer usar essa saliva para fabricar adoçantes, é obviamente lógico que essas células epiteliais são minhas. Portanto estariam usando células humanas “do Douglas” para usar no adoçante. Mesmo elas serem apenas descendentes das minhas células epiteliais originais e independente de eu estar ou não estar morto.

        Outro mais retardado ainda disse uma situação HIPOTÉTICA DA CLONAGEM DAS OVELHAS para validar essa idiotice completa que o Pirulla disse e as pirulletes ficam repetindo nos comentários.
        Porra cara, larga a mão de ser desonesto, o feto não foi clonado, as células dele não foram clonadas, então por que dizer uma situação HIPOTÉTICA para validar as suas sandices ditas anteriormente?

        Se eu desmembro o feto, arranco o rim do feto, tiro células do rim do feto e pego essas células depois de um tempo para usar no adoçante, essas células descendentes das células arrancadas do feto não podem ser de mais nenhum lugar a não ser do feto!
        É tão difícil entender pirulletes burras?
        Vocês não são intelectuais, vocês não possuem uma sapiência acima da média, vocês apenas assistem vídeos do youtube e apenas repetem o que um biólogo formado em uma universidade brasileira diz no youtube no tempo livre.

        Olavo apenas “perdeu” a discussão não por causa dos fatos e sim pelo simples motivo que Pirulla levou o fato (e um fato chocante por sinal) que a Pepsi usava células fetais para fabricar adoçante no deboche, na piada e na chacota apenas para ridicularizar o Olavo.
        O que o Olavo reproduziu “que a Pepsi usa fetos para adoçar o seu refrigerante” está QUASE certa, se ele dissesse “que a Pepsi usa células de fetos para produzir o adoçante que usa no seu refrigerante” estaria completamente certo.
        O Olavo perdeu essa “discussão” apenas porque desistiu dela, ele estava com a razão, os fatos estavam do seu lado. Só errou na parte que disse acima.

        Eu sei que o Pirulla, o Yuri e tantos outros vloggers neo-ateus militantes, usam e abusam do relativismo para parecerem intelectuais e tentarem sair com a razão e não serem tão desonestos, mas as pirulletes AINDA usarem esse argumento de que “as células não são do feto pois o feto está morto e porque elas são descendentes das células originais do feto” não é apenas relativismo com a vida humana é também BURRICE.

        Aqui está um vídeo do Alex Jones falando sobre esse fato antes mesmo do Olavo ter tocado no assunto.
        http://www.youtube.com/watch?v=niEsHOwQkFo
        http://www.youtube.com/watch?v=0CK1FH7na4E
        Outra mulher americana dando sua opinião sobre esses fatos que muitos discutiram nos EUA há uns 2 anos atrás.
        http://www.youtube.com/watch?v=JJ1GPX3GDHc

        Erreve, se tiver conta no YouTube e quiser ajudar o autor do vídeo que teve a coragem postar o vídeo, poderia postar esse comentário meu lá?
        Obrigado em qualquer caso.

      • ‘É uma idiotice burra dessas feminazis querer aparecer semidespidas, quando não totalmente nuas e ainda por cima esperar que os homens presentes reajam como se estivessem vendo um mapa da Bolsa de Valores do Paraguai’

        Não é burrice, é uma forma de enfraquecer o homem. Dá uma sensação de poder imensa pra elas cagar um shit test, como dizem os PUAs, e ver que o homem não passou.
        Google: I MAKE NO EXCUSES FOR MY DESIRES AS A MAN.

      • Douglas, não tinha como o Olavo ter ganhado nessa história da pepsi. Desde o começo ele deu a notícia sem falar nada sobre cultura de bactérias, do jeito que ele falou parecia que a pepsi usava fetos em escala industrial, e se não era foi erro dele em não deixar claro ou em não se informar direito antes.

      • Slaine,o Pirulla foi um completo analfabeto que não entendeu que o Olavo estava repassando uma notícia que estava nos jornais americanos,logo fez todo uma fofoca como se o Olavo através de vários anos de estudo tenha chegado aquela conclusão.Como ele é um católico fervoroso a forma como ele chama feto ou células é diferente.

    • Não se esqueça do clássico:

      http://www.youtube.com/watch?v=YffXlwEkhVY

      A feminista que queria entrar para o BBB (piada pronta).Paulo Francis estava certo quando disse que a melhor propaganda anti-comunista é deixar um comunista falar.

      Não ficaria se surpreso se a mesma tentar se candidatar a algum cargo político ou fechar contrato para fazer novela na Globo.

    • O que falta para a Sara e outras representantes, que por sinal, ganham rios de dinheiro para militar por essa “causa” esdrúxula, é irem para países onde realmente a mulher é rechaçada e apedrejada em praça pública. É aquele negócio, elas lutam no lugar que não precisariam lutar e negligenciam seu ativismo em lugares que realmente deveriam estar presentes.
      Se vê, nitidamente, a intenção dela em fomentar um ódio ainda maior das feministas. Eu vejo essas feministas como doentes mentais ou portadoras de degeneração cognitiva (acabo de inventar o termo), pois é um mundo paralelo que elas vivem em uma realidade que SÓ elas enxergam, portanto, não podem ser normais!

  4. E o Alberto Dines disse na chamada do seu programa, ”Observatório da Imprensa”, que o livro agradou tanto a esquerda quanto a direita, sem deixar, é claro, de insinuar contra o conservadorismo ao decorrer do programa; mas para minha diversão, dizendo logo no começo que ”O Capital” de Karl Marx é a obra mais proibida dos últimos séculos – o livro mais obrigatório nas universidades brasileiras e em algumas no mundo. O livro, que trata da desigualdade social com a velha retórica socialista é propagandeado como inovador (o que fez o Dines), mas segundo a economista e responsável pela tradução do livro, Monica de Bolle, é, diz ela: ”Um livro escrito de uma maneira como nenhum outro livro de economia tem sido escrito recentemente. É um livro que remonta, parece, com os grandes clássicos de economia do séc. XVIII, séc. XIX, na maneira de colocar as questões, na forma de apresentá-las, na discussão meio filosófica assim de determinados temas (…).” Me parece ser mais do mesmo – mesmo! O Brasil, país que caiu 14 posições no ranking da Heritage Foundation, ficando na 114ª posição, e onde os governantes são cada vez mais avessos ao liberalismo, a fraude intelectual se perpetua: https://www.youtube.com/watch?v=F4nNOLl6x3g#t=358. A esquerda é uma causa perdida, mas para ganho dos burocratas.

  5. Tudo muito certo, tudo muito bonito, e bela assertividade no vídeo…..MASSSS….

    Vamos a um pequeno trecho do vídeo….4:40:

    É impossível conhecer a posição e o momentum de uma partícula…isso torna ainda mais dificil prever movimento naquele nível porque ao tentar observar pequenas partículas NÓS AS MUDAMOS…..Mas isso não tem a ver com a “MENTE” do observador alterando as partículas atômicas é o “ATO” de observar partículas……..e POSSIVELMENTE APELAS FLUTUAÇÕES ALEATÓRIAS”

    Esta afirmação é o NON SENSE e BULLSHIT NEOATEÍSTA de sempre, que busca substituir uma alegação “fantástica” com o típico argumento da “acasualidade”, o “nada” supremo e criador de tudo com seu tubo mágico de “aleatoriedade”), ou seja, é em princípio toda aquela besteira que se levada a fundo, não explicada porra nenhuma sobre nada, e ainda nos levará à explicações mais fantásticas do que todo o culto dos ‘mentalistas’.

    O fato é que mudamos as partículas……é muito mais bonito e honesto afirmar QUE NÃO SABEMOS COMO.

    Os mentalistas dirão que é com a “mente”, e os neo ateus dirão que é SOMENTE O ATO, e ‘flutuações aleatórias” — hahaha. Se a primeira é uma falácia fantástica, a segunda é constação medíocre de que “chove, porque acontece”.

    • Como vc sabe que somos nós que mudamos?
      E como o ateu aí sabe que é um troço aleatório?

      Esse é um assunto que ninguém sabe nada de nada, todo mundo acredita no que quer.

      • “Como vc sabe que somos nós que mudamos?”

        Caro Slaine, nisso todo mundo (neo ateus, ateus, materialistas, religiosos, matemáticos, físicos e etc…) concorda. Você tá perguntando isso a sério, ou tá só questionando à toa?

        Sabemos que somos nós que mudamos, (DE MANEIRA BEM SIMPLISTA), porque nós somos parte do sistema de observação, e interagimos com o objeto observado. E isso acontece porque é IMPOSSÍVEL saírmos para uma posição que não cause efeitos no mundo natural , mesmo em nível quântico.

        http://www.youtube.com/watch?v=Z7wyTd1pLc0

        http://pt.wikipedia.org/wiki/Princ%C3%ADpio_da_incerteza_de_Heisenberghttp://ciencia.hsw.uol.com.br/quantum-suicidio1.htm

        http://ciencia.hsw.uol.com.br/quantum-suicidio1.htm

        http://www.youtube.com/watch?v=To1zIL4lCYw

        E como o ateu aí sabe que é um troço aleatório?
        O ateu não sabe. Ele simplesmente responde que “foi o acaso” e “é aleatório” para tudo que ele não sabe.
        Daí minha comparação com o “chove, porque acontece”.
        No caso o cara do video, poderia ter sido mais honesto e ter dito que “ninguém sabe, mas que ele é cético à afirmação de que a mente humana é que muda o estado do átomo”.
        Mas como se sabe, a assertividade deles é exemplar, não a honestidade.

        “Esse é um assunto que ninguém sabe nada de nada, todo mundo acredita no que quer.”

        Não é por que não sabemos que acreditamos ‘No que queremos’, porque se não eu acreditaria que existe um orangotango com uma roupa invísivel com um controle remoto na mão, que sempre que se apercebe que algum humano irá observar atómos, utiliza seu controle e faz com que os átomos mudem de forma.

        Por isso minha frase: O fato é que mudamos as partículas……é muito mais bonito e honesto afirmar QUE NÃO SABEMOS COMO.

      • Pecador, tem uma contradição aí:
        ‘Caro Slaine, nisso todo mundo (NEO ATEUS, ATEUS, materialistas, religiosos, matemáticos, físicos e etc…) concorda.’…

        e depois:
        ‘O ATEU não sabe. Ele simplesmente responde que “foi o acaso” e “é aleatório” para tudo que ele não sabe.’

        …entendeu?

        E quanto ao mérito da questão, não sou físico mas acho que não existe esse consenso não.
        O próprio Einstein não acreditava nisso, ele dizia: ‘eu gosto de pensar que a lua continua lá quando eu não olho pra ela’

        Quanto ao ateísmo, pra mim o ateísmo/cientificismo são filosofias simplistas e burras (e isso independentemente de Deus existir ou não). Mas ficar se preocupando com ateísmo nessa altura do campeonato é contraproducente.

      • Pecador, tem uma contradição aí

        Slaine, você continuando procurando pêlo em ovo. NÃO HÁ CONTRADIÇÃO ALGUMA, é de fato bem simples:

        A CONCORDÂNCIA entre a maioria se dá no fato de que “modificamos” o comportamento da partícula…… por isso a frase:

        nisso todo mundo (NEO ATEUS, ATEUS, materialistas, religiosos, matemáticos, físicos e etc…) concorda.’…

        A DISCORDÂNCIA se dá no fato de que NINGUÈM SABE COMO, por isso a frase:

        O ATEU não sabe. Ele simplesmente responde que “foi o acaso” e “é aleatório” para tudo que ele não sabe.

        “E quanto ao mérito da questão, não sou físico mas acho que não existe esse consenso não”
        O princípio da incerteza é um princípio simplesmente porque SEMPRE ocorre.
        Se Einsten acreditava que a lua não mudava quando ele não olhava pra ela, é indiferente, dado o fato de que o princípio aplica-se em uma escala quântica…..e o resto é especulação.

        Consenso é uma coisa que não existe, e nem deve existir em meio científico, mas isso é mera opinião. O fato é que a falta de consenso não os impede de adotar princípios, padrões e ainda por cima, jogar outras teorias para debaixo do tapete por ideologia.

        Outro fato é que não precisa ser físico pra enteder o que eu escrevi.
        Escrevi que a maioria das pessoas concorda que o princípio da incerteza é um fato, mas que pessoas podem dar diversas razões para a CAUSA do efeito, e nenhuma delas está a princípio mais correta que a outra. Não existiu contradição alguma no que eu escrevi, e ainda demonstrei (COMO SEMPRE) a falta de honestidade dos neo ateus, e dar a entender que a conclusão DELES sobre a causa, é a mais correta.

        Quanto ao ateísmo, pra mim o ateísmo/cientificismo são filosofias simplistas e burras (e isso independentemente de Deus existir ou não).

        Ora, se são assim simplistas e burras, porque motivos , combatê-los e apontar suas fraudes?…..Muitos liberais pensam exatamente a mesma coisa dos esquerdistas, e estão todos na mesma merda, teorizando Mises, e sendo subjulgados, ridicularizados e humilhados por esquerdistas que não leram metade dos livros que eles leram……. e de quebra estão avançando a AGENDA da esquerda.

        Eu por outro lado penso que SE a filosofia deles é simplista e burra, mais um motivo pra combate-la…..e esse é contexto da guerra cultural.
        Se seu inimigo está dando mole em campo aberto…..ele está andando com apenas uma arma (o equivalente a filosofia simplista e burra), e então o que você faz?…
        Deixa ele entrar em campo de batalha inimigo (seu território) e sair atirando, em uma espécie de pensamento positivo de que uma bala (fruto da filosofia simplista e bura), é apenas uma bala, e pode….talvez não matar outras pessoas???

        Mas ficar se preocupando com ateísmo nessa altura do campeonato é contraproducente.

        Primeiro de tudo: eu estou falando a respeito do NEO ateísmo.
        Segundo: Contraproducente porque? contraproducente pra quem?

        Se Neo ateísmo, é uma crença de apoio ao humanismo e esquerdismo….e esta crença de apoio possui um componente de assertividade que é promissor para o crescimento da crença como um todo……é muito óbvio que contraproducente é…. não fazer absolutamente nada.

        O dono deste blog dificilmente estaria nessa empreitada, não fosse o contato próximo com o neo ateísmo.

        O que fiz foi minha mera obrigação de apontar que a assertividade deles é importante mas a desonestidade em coisas bem simples, é o que melhor os define.

  6. O mais curioso disso tudo não é o fato do Pikaretty ter apoiado a candidatura de François Hollande e muito menos ele ser o queridinho de Paul Krugman (aquele que já afirmou que um ataque de alienígenas seria ótimo para a economia), mas sim o fato de o seu livro ter sido lançado em agosto de 2013.
    Agora eu pergunto:Que livro “revolucionário” é esse que só fez sucesso porque foi traduzido para o inglês?

    E o sujeito ainda tem a cara-de-pau de dizer que é um abusurdo que o chamem de marxista.

    http://www.administradores.com.br/artigos/economia-e-financas/e-absurdo-chamarem-me-de-marxista-diz-thomas-piketty-autor-de-capital-no-seculo-xxi/77947/

  7. Tbm não cheguei a ler o livro, mas achei interessante as observações do Stephen Kanitz (em publicações no Face). Segue uma compilação:

    “O novo Marx, o economista Thomas Piketty usou não ativo investido na empresa pelos ricos, como os US$ 20.000,00 do brasileiro Eduardo Saverin neste Facebook, e sim valor de mercado das ações do Saverin, hoje US$ 2 bilhões. Erro monumental.

    Primeiro, o rico Saverin não ficou rico explorando os pobres funcionários do Facebook como sugere Piketty e marxistas em geral.

    A “riqueza” do Saverin vem de outra fonte. Vem do valuation das ações do FB, o valor presente de 20 anos futuros de lucros e dividendos, que podem ou não ocorrer.

    Comparar receita de um ano dos pobres, com o valor presente de 20 anos de FB do Saverin, e dizer que um está crescendo mais que o outro é óbvio, se o futuro é exponencial.

    É assustador o número de pessoas que acham Piketty inteligente e um novo gênio tipo Marx em vez de mais um analfabeto funcional em contabilidade.”

    “O terceiro erro de Thomas Piketty

    Não são os 1% que estão destruindo o planeta. São os 0,01% bem diferente. Vide o gráfico.

    São os criadores do Facebook, Google, WhatsApp que estão ganhando fortunas, graças a aceleração dos avanços da tecnologia digital.

    E a ironia estão ficando ricos criando serviços grátis, e se Thomas tiver os seguidores que terá isto vai acabar.

    Vamos eliminar os 0,01% deste planeta, usando a violência do Estado tirando a força o dinheiro que nós espontaneamente estamos dando a este pessoal?

    Se Thomas quiser usar formas não violentas para coibir a riqueza deles, que pare de usar o Google, Facebook, e WhatsApp, cortando o fluxo de dinheiro para estes 0,01%.”

    https://www.facebook.com/photo.php?fbid=928991450459587&set=a.771358849556182.1073741828.100000462228752&type=1&theater

    “Erro de Marx e Piketty, é achar que uma família burguesa com somente 2 filhos e 500.000,00 na conta corrente, é mais rica do que uma família de 9 filhos, com R$ 0,00 na conta corrente.

    Economistas só atribuem valor a bens e dinheiro, não à Vida humana, família etc. ( Hello minha gente. Aqueles que vocês chamam de “pobres” , gastaram R$ 500.000,00 criando mais filhos, por que não?

    Então estes 500.000,00 precisam ser computador como “investimento” se quiserem, ou riqueza humana, antes de sair querendo occuppy estes 500.000,00 que os ricos acham necessários para garantir uma estabilidade financeira para os 2 filhos.)”

    “Lendo o livro Capital de Thomas Piketty, vejo novamente o mesmo erro de sempre destes cientistas econômicos.

    Quando Piketty diz que os 10% mais ricos recebem 30% da renda nacional, ele está incluindo juro nominal, o grosso das receitas dos ricos, e não o juro real, o verdadeiro juro.

    No caso brasileiro, ele inclui juros de 11% como renda e não o juro real de 2% depois da inflação e imposto de renda.

    Será que eles não sabem que o imposto de renda, fonte da WITD, é taxado pelo nominal e não pelo real?

    Como nenhum tem este tipo de renda, só a da faculdade, fazem erros grosseiros e todo mundo acredita. Menos quem fez contabilidade.

    É óbvio que dessa forma os ricos “parecem” ter 30% da renda nacional, mas agora vocês sabem que é mais um erro da Economia Nominalista. Recebem metade a um terço disto.

    Se você é estudante de economia, e quer entender de Economia Real, entre no meu blog.kanitz.com.br tenho mais de 10 artigos criticando a Economia Nominalista, e ensino como não fazer estes erros tipo Piketty, Karl Marx e tantos outros.” (Ronald Degen, acho que vc não leu o meu post, e simplesmente repetiu que riqueza cresce em média 5% e PIB 2%. Estes 5% são nominais não reais.

    Os lucros das empresas também são nominais e não reais, porque empresas não usam contabilidade real , com correção monetária, como fazíamos no brasil até seu amigo PEDRO Malan introduzir o Nominalismo novamente no brasil, com o plano Real.

    Quem começa com dados irreais fará conclusões falsas, repito falsas, mesmo que escreva 900 páginas.) (Exato Carlos Amaral, os 1% mudam drasticamente de ano para ano. Eu inclusive fiz parte dos 0.01% quando vendi minha casa no Sahy, pelo preço que paguei, mas com inflação parecia que ganhei 300.000 naquele ano, venda do imóvel.

    Hoje voltei aos 1%, ou os 98,7% para ser exato.|)

    “Assustador que ninguém percebeu o principal erro de Pikaretty, que mesmo se a renda e patrimônio for concentrada nos bilionários, como Sergey Brin, Bill Gates, Steve Jobs, nenhum deles “controlavam” suas empresas via o capital, pois só tinham 4 a 8% do capital.

    Estavam sim no comando por mérito, isto porque os outros 96% dos acionistas votaram neles.

    São os outros 96% que controlam as empresas, pessoas que se preocupam com suas aposentadorias pois não tem tenure como Krugman e Stiglitz.

    E a tese principal de Pikaretty é justamente que a concentração de renda é um perigo para a meritocracia e a democracia.

    Está na página 1 do livro.”

    “Karl Marx e Pikaretty nunca leram um Demonstrativo financeiro de empresa brasileira.

    Lá vc encontrará, no lado do passivo, o termo Capital Social.

    Isto mesmo Social.

    Capital Social é o qto os capitalistas oferecem à sociedade, para garantir fornecedores e trabalhadores.

    Este capital não mais pertence aos capitalistas, ao contrário do que afirmam Marx e Pikaretty.

    Pertence a sociedade enquanto empresa.

    Se eu quiser reaver meu capital nas ações da Petrobras não posso pedi-lo de volta da Petrobras.

    Contadores chamam de não exigível.

    Terei que convencer um idiota a tomar o meu lugar.

    Querer taxar o Capital Social das empresas em 2 a 5% ao ano, reduzindo o capital social das empresas e gastar em saúde e educação, é gerar miséria.

    Será que Karl Marx e Pikaretty estudaram o mínimo de contabilidade?

    Óbvio que não. Como a maioria dos seus apoiadores.”(Rafael Augusto. Karl Marx não estudou contabilidade que já era ensinada por lucca paccili em 1450. Seu livro Capital inclusive está errado, deveria ter sido chamado Ativo.)

    “Saiu no Estadão que o governo brasileiro é responsável por 20% das compras ou consumo do país.

    São basicamente 1000 pessoas e burocratas que decidem de quem irão comprar, fonte essencialmente da corrupção neste país.

    A margem de lucro das 1000 maiores empresas do brasil e do mundo, algo que Pikaretty nas 700 páginas de seu livro e 15 anos jamais estudou, gira em torno de 7% de tudo que é produzido ou consumido.

    Portanto é justamente esta decisão do governo de comprar ou não de sua empresa que pode determinar se você terá um lucro de 7% ou um prejuízo de 13%.

    Quem controla 20% de suas compras , controla praticamente 100% de sua empresa!

    São estes 20% de receita marginal, termo que Harrod-Domar adora, que no fundo determinará o sucesso ou falência dela, dado no nível de produção.

    É por isto que todos os governos, a começar com o PSDB, centralizam os gastos publicitários na Presidência da República, para assim controlar a imprensa, determinando quem terá lucro ou não.

    É assim que os governos acabaram com a Veja, e a razão porque ela é tão feroz e violenta contra o governo.

    Porque ela está morrendo sem ter 20% da receita, que num mundo onde a renda é bem distribuída, caberia para ela.

    E aí vem o tal Pikaretty, e seus seguidores, dizendo que o problema do Brasil são os 2 milhões de brasileiros, os 1% que são acionistas minoritários destas 1000 empresas, e não os 0,0001% de economistas e burocratas que controlam os pedidos de compras de 20% da economia.

    Isto sim é concentração de poder na mão de poucos, que infelizmente somente irá crescer dado ao enorme espaço dado pela imprensa aos pikarettys do mundo, e nenhum espaço aos defensores da Administração Responsável das Nações.”(Rodrido A Tonet: quando é que esses caras vão entender que a concentração do poder é muito pior que a concentração da econômia. Acabei de ler uma resenha sobre o livro do pikarety no “piaui herald” ( não é um site de humor como o diario do pernambuco). A impressão que tenho é que esses caras estão mais preocupados com a riqueza de alguns do que com a pobreza de milhões. Por que esses caras não estudam a “igualdade” cubana ou norte-coreana? Outra coisa é que o pikaretty defende que a solução para desigualdade é a cobrança de impostos e não a produção, mas pior que isso é defender a criação de um imposto mundial com esse fim. PÔ quem vai controlar um imposto mundial? necessariamente seria um organismo supranacional, seria isso um embrião de um estado/governo mundial? Então um estado mundial que controlando o lucro das empresas é melhor que 1.000 grandes corporações, divididas em milhões de acionistas e colaboradores? Eu ainda prefiro escolher entre um big mac, burguer king ou no cachorro quente da esquina. É bom lembrar que o burguer king foi adquirido pela turma do Jorge Paulo Lehman, coisa que o piketty parace ignorar é que o controle e os acionistas das empresas mudam… Oh! brave new world!!!!)

    “Piketty Erro VIII

    “Riqueza de uma nação = Riqueza Pública + Riqueza privada ” página 48

    “Riqueza Pública na maioria das nações desenvolvidas é insignificante ou até negativa (quando a dívida pública é superior ao ativo público).” Página 48.

    Ou seja, ele mesmo admite que é o Estado que está promovendo a concentração da riqueza na mão do setor privado ao acumular zero em 500 anos.

    No curso Administração Responsável das Nações, governos gerariam sim riqueza pública ( RP> 0), construindo hospitais públicos, infraestrutura pública, internet pública, que serviriam a todos.

    Na conclusão de seu livro ele não menciona que o governo deveria dever menos do que tem, sendo mais eficiente, gastando menos e investindo mais.

    Thomas Piketty conclama em bom tom:

    “A solução correta é um imposto progressivo anual sobre a poupança dos mais ricos, chegando até 10% ao ano”, página 572.

    Usando obviamente a violência porque ninguém quer perder tudo que poupou em 10 anos, contra a sua vontade. Bill Gates preferiu doar 100% para os pobres, mas sob sua supervisão e não a de Piketty.”

    “Entenda este Horário Nacional

    Não faz sentido partidos que lutam pela melhor distribuição da renda neste país pactuarem com a má distribuição do horário eleitoral, onde os partidos mais ricos, neste caso maior número de ex eleitores, têm mais renda e minutos de horário eleitoral do que partidos com menos eleitores e portanto mais pobres.

    Partidos com mais eleitores precisam inclusive de menos tempo. Eles têm menos telespectadores para convencer. Seus não-eleitores são em menor número.

    São justamente os partidos pobres que precisam de ajuda do Estado para compensar as desigualdades eleitorais.

    Isto é claramente inconstitucional e é triste que nenhuma organização da sociedade civil questione isto no Supremo.

    Esta concentração de renda onde um único partido da situação, e portanto conservadora, possui 12 minutos; e um partido de renovação ter dois minutos é claramente um sério atentado à República.

    Onde estão os verdadeiros intelectuais de esquerda deste país?

    Onde estão aqueles que lutam contra as desigualdades em todos os sentidos?

    Ou será que são todos hipócritas, onde a sua ética depende exclusivamente da sua ambição.”

    “Porque é impossível taxar o capital social das empresas

    É impossível taxar o Capital Social das empresas porque ele faz parte do passivo das empresas.
    Não é um ativo que pode ser vendido, 5% ano para pagar o imposto sobre fortunas.
    É um passivo, uma dívida.
    E quem estudou o mínimo de contabilidade sabe que é um passivo não exigível.
    Os acionistas não podem exigir que a empresa pague 5% de volta para se poder pagar o imposto sobre fortunas.
    No capitalismo você não tem mais a posse deste capital, por isto é que o chamamos de Social.
    O seu capital passou a pertencer à sociedade como garantia aos empregados e fornecedores que você irá pagar os seus compromissos. E como garantia contra seus erros como gestor.
    Isto numa sociedade de ações ou limitada, Ongs ou entidades sem fins lucrativos.
    O capitalista só tem um “direito” sobre o capital, que raramente é exercido.
    O direito de reaver este capital se a empresa encerrar suas atividades apesar de ser lucrativa, o que raramente acontece.
    E você perde a posse deste capital por 30 a 100 anos, ou para sempre se a empresa não quebrar. Se quebrar, aí você perde todo o seu capital.
    Como querem taxar o capital que os 1% investiram na Natura e na Abril Cultural, se juridicamente este capital só voltará se estas empresas fecharem seu capital?
    Então que fechem as empresas, apesar de lucrativas, que reduzam o capital social da sociedade e com este dinheiro invistam mais em dedicação estatal, em vez de treinamento prático e contínuo nas empresas.
    Assim faremos um país melhor.”

    “O islamismo e a distribuição da riqueza

    Um bom exemplo de como seria uma sociedade onde a riqueza é bem distribuída é o Islã.

    Mas veja como ela está hoje.

    No Islã os 10% mais ricos, aqueles que detêm normalmente 40% da renda, podiam casar até quatro vezes. A condição era demonstrar capacidade financeira.

    Eu acho mais do que uma coincidência este número quatro, que bate com a regra de Pareto. 20% dos clientes trazem 80% das receitas.

    Com quatro esposas, a próxima geração inicia zerada, ou cada grupo de filhos por esposa com 10% do PIB.

    Melhor que imposto de herança ou imposto progressivo sobre fortunas.

    No cristianismo isto não é possível e, por conseguinte, a riqueza dos 10% passa diretamente para a segunda geração na proporção de 1 para 1 e não 1 para 4.

    Portanto, não é exatamente o capitalismo ou socialismo que também concentram renda na mão do Estado, os grandes culpados pela má distribuição da riqueza, mas sim a monogamia.

    Mas em regimes não monogâmicos, 30% dos homens mais pobres conseguem pelo menos uma mulher para casar, algo negado no islamismo histórico.

    Mas algo me diz que 1000 anos de renda bem distribuída no islamismo não melhorou a situação dos mais pobres, não aumentou a meritocracia nem a democracia, como previam Karl Marx e Piketty.

    E a um custo genético tremendo para 30% dos homens, algo que nem Hitler fez.

    No capitalismo temos algo semelhante quando ricos se separam quatro vezes, e como sabemos não há patrimônio que resista a quatro advogados de família. Mas é isto que queremos.

    Algo para se pensar.”

    “E Se a Empresa “XYZ” Simplesmente Não Existisse

    Minha posição sobre responsabilidade social é bem conhecida.
    Quem tem responsabilidades sociais e tem de ser responsabilizado são os indivíduos, não as empresas.
    São os sócios e não seus executivos.
    Estes sempre privilegiarão projetos que enaltecem suas empresas e não os problemas como lepra, abuso social e prostituição considerados mercadologicamente incorretos.
    Banco Itaú nem tem como patrocinar “abuso sexual”, ele tem uma marca para proteger.
    Tanto é que Bill Gates criou a fundação Bill Gates e não a Fundação Microsoft.
    Empresas só precisam mostrar uma única coisa, e curiosamente nenhuma empresa mostra.
    Agências de Propaganda criam projetos sociais e gastam fortunas em propaganda, quando deveriam mostrar uma única coisa.
    O que aconteceria se a empresa não existisse? O que aconteceria se o Banco Itaú não existisse?
    O que o Presidente destas empresas e seus departamentos de propaganda deveriam estar mostrando à opinião pública, jornalistas, ONGs de responsabilidade social é o que aconteceria se sua empresa deixasse de existir.
    Quantos funcionários perderiam emprego?
    Quantos salários deixariam de ser pagos?
    Quantos outros empregos seriam perdidos por causa da queda de demanda?
    Quantos pais tirariam seus filhos da escola desempregando os professores que estes ativistas adoram apoiar?
    Quantos impostos deixariam de ser pagos, reduzindo os gastos sociais que os impostos deveriam proporcionar se fossem bem gastos?
    Quantos anúncios de televisão, jornais e revistas deixariam de ser publicados, o que diminui o custo do acesso à informação?
    Quantos consumidores deixariam de ser atendidos, quantos consumidores andariam a pé ou descalços se sua empresa produz automóveis ou sapatos?
    Recebo muitos jovens que querem fazer estágio comigo, devido aos nossos projetos sociais tipo voluntarios.com.br e filantropia.org.
    Pergunto o porquê, e eles/as invariavelmente respondem “recuso trabalhar para este capitalismo selvagem”.
    Para estes casos, eu digo que parte do processo de seleção é tirar os sapatos e meias, e voltar daqui uma semana.
    A maioria não volta para buscar os sapatos e os doo no final do mês para as Casas André Luiz. Descobrem que este capitalismo selvagem melhora e muito a vida das pessoas que não sabem produzir sozinhas um sapato confortável, por um preço muito menor se fizessem elas mesmas.
    Empresas, especialmente as grandes e mais eficientes e seus administradores, viraram inimigos do povo se vocês ouvirem o que é dito em sala de aula pelos nossos intelectuais.
    O povo não sabe que a verdadeira responsabilidade social de uma empresa neste país é conseguir sobreviver.
    Já elaborei este estudo para várias empresas e nem a diretoria sabe de fato a importância social de sua empresa. Sim, social, produzir sapatos e meias é uma função social, a função social de algumas empresas. Cuidar de ONGs não é, nem queremos que as empresas se metam naquilo que não entendem.
    Quem emprega produz sapatos, paga impostos, não tem razão para se sentir culpado diante de ONGs que de início são isentas de todos os impostos e onde a diretoria ganha normalmente 20 vezes o salário mínimo, enquanto luta por uma melhor “distribuição” da renda deste país.
    Se você é publicitário, economista, contador, estatístico ou pessoa que mexe com números, calcule o que o Brasil perderia se as 500 maiores empresas do país deixassem de existir.”

    “Então a decisão a fazer é esta.

    Ficamos do lado de Piketty e lutamos para que 45% ou mais do PIB do brasil seja concentrado na mão de 2300 pessoas, entre Ministro da Fazenda, BC, BNDES, etc
    ou
    Lutamos para que 2.000.000 de brasileiros empreendedores e bem formados, os 1%, que controlam os outros 55% e olhe lá, sejam eliminados por Piketty e Cia, na razão de 5% a 10% ao ano, usando a violência fiscal. pg. 572 Kindle.

    De que lado você está?”

    “Não Li Mas Concordo Com Tudo

    Na página 182 de O Capital de Piketty, se descobre que ele incluiu no seu índice de concentração malévola e capitalista, a Fundação Bill Gates, a Fundação Buffett e todas as outras fundações destinadas a ajudar os pobres.

    Ou seja, parte da crítica dele é que a renda está sendo concentrada nas mãos destas fundações e não na mão dele e seus colegas, que com políticas públicas Keynesianas fariam melhor.

    Eu honestamente não acredito mais que vocês que elogiaram Pikarety realmente leram e entenderam o livro.

    Vai se tornar mais um livro, como o Das Capital de Karl Mássimo, onde a maioria
    não leu,
    não percebeu os erros flagrantes de lógica,
    mas adorou.”

    “Nominalismo Economico

    Faz 40 anos que aponto que a ciência econômica usa dados errados, e portanto chega a conclusões erradas.

    E por 40 anos economistas vivem xingando a Sra. minha mãe, coitada, em vez de provar que eu estou errado nesta questão.

    Eu já suspeitava que Pikety usou valores nominais de juros e lucros das empresas, porque ele afirma que os 10% mais ricos detêm 35% da renda nacional.

    Se usou dados do imposto de renda dos países, ele usou juros nominais e não reais, que são metade ou dois terços menores.

    E bingo, na página 210 escreve.

    “Não faria sentido deduzir a inflação dos rendimentos” …. e aí comete mais um erro contábil que não vou comentar.

    Vocês 400 jornalistas, que eu sei que seguem, não vão republicar nada disto?

    Quero lhes lembrar que eu também sou autor de um livro best seller, que já vendeu mais de 4 milhões de cópias.

    Isto mesmo, mais de 4 milhões de copias.

    Confesso que estou magoando , mais do que com inveja, com todo este interesse neste francês que só vendeu 80.000.

    Darei entrevistas sim, mas do meu livro, não o deste imbecil.”

  8. Luciano, você viu este vídeo do Alexandre Seltz falando não só daquela festa Xereca Satanik (aquela uma em que a Raissa Vitral, aquela que quebrou imagens sacras durante a JMJ, agora costurou a dita cuja para quem quisesse ver no câmpus da UFRJ) como também comentando o decreto 8243/2014:

    http://www.youtube.com/watch?v=R0RGNL0mEPY

    Ele falou de algumas notícias (que ressaltou poderem ser desinformações) e acabei lembrando desta notícia, ainda mais que estamos a quatro dias da abertura da Copa:

  9. Se eu espremer os olhos e conseguir alterar partículas quânticas com a força do pensamento (quanta gente fala sobre isso sem ter a menor ideia do que seja, física quântica é coisa pra neguinho MUITO FODA em física, uma minoria de gênios CDFs), vou conseguir um…
    Almoço grátis! Só preciso escolher entre carne, peixe ou frango! O acompanhamento é aleatório, seguindo as leis do universo!
    É mesmo muita Pikarettaggen!

  10. Quando leio alguns livros de autores modernos sobre economia, política e filosofia fico perplexo como nada de novo aparece, caras como Kelsen, Mises e o próprio Marx e Gramsci pensaram em coisas que independente do conteúdo e objetivo, eram coisas novas carregadas de conteúdos modificadores e geradores de opiniões e mudanças; hoje em dia, amigos, parece que o conhecimento parou no tempo, nada de novo aparece, nenhum pensamento novo, nenhuma premissa filosófica nova, nada, nada de futuro. Esse mal caráter desse autor é outro que fica escrevendo besteira copy-paste e para dar ibope tenta se colocar como revolucionário criando confusão com direitistas e esquerdistas, só idiotas completos vão dar ouvidos a um cara desses, o cara só quer vender livros e ponto final, mas sempre tem um imbecil que lê esse lixo acha legal e tenta por em prática e para isso usa a vida, dinheiro e sossego alheios como tubo de ensaio; vide a França que desde da revolução francesa vem de ladeira abaixo e piora a cada dia com esses socialistas imbecis no poder, enquanto não surgir uma Margaret Thatcher por lá a França vai continuar se lixificando mais e mais.

    • Quando surgir uma Tatcher vai ser tarde, as pessoas que votariam nela já vão ter saído da frança há muito tempo, que é o que já vem acontecendo.Esse é o motivo pelo qual as coisas tem que piorar MUITO antes de alguma melhora, se é que tem melhora.

  11. Dois hangouts que aconteceram no domingo que acabou de terminar e que são extremamente válidos de se assistir:

    http://www.youtube.com/watch?v=byGoE1B5cjg

    http://www.youtube.com/watch?v=h2VLX_6jPME

    Novamente me surpreendi de ver o quão bem preparado é o Leonardo Bruno (Conde Loppeux) e a denúncia que ele faz sobre o quão pouca-prática é o pessoal libertário-anarcocapitalista. Porém, em que pese esse grande defeito que vejo ocorrer no pessoal desse espectro, no hangout mediado pelo Sachsida vi gente que tem mais contato com a realidade e o factível (como a sugestão de polícias municipais em vez de privatizar toda a segurança). Ambos os hangouts têm conteúdos dos quais dá para sossegadamente se extrair o que é bom e descartar o que é ruim.

    • Do ponto de vista político os ancaps são inúteis porque a estratégia deles não passa pela política. Digo, política partidária, eleições, etc. a estratégia deles é convencer todo mundo de que o estado é um mal, de que até justiça e polícia podem ser feitos por polícia privada e justiça privada, e nesse dia o estado vai morrer devido a um grande boicote, algo como o que aconteceu no fim da URSS, os ‘líderes’ ficam dando ordens e não tem ninguém pra obedecer.

      Cara como eu odeio biologia pqp

    • @1:37:00
      ‘eu sou um anarco capitalista com valores tradicionais, eu realmente acho que a família tradicional tem a sua superioridade E É POR ISSO QUE ELA VENCEU A COMPETIÇÃO DO MERCADO’

      Putz, não acredito que li isso. Pra esses imbecis tudo é o mercado, competição de mercado, que idiota. Família tradicional tinha no feudalismo no mercantilismo na idade da pedra, por uma questão de sobrevivência da espécie, e não foi por conta de ‘mercado’ nenhum.
      Tem aquela história: pra quem só tem martelo tudo é prego, pois é, esses caras são parecidos.

    • Competição de valores éticos? Putz, que imbecil. Tomara que nenhum esquerdista veja esta tralha, é tudo que eles precisam pra falar (com uma certa razão, infelizmente ) que a direita não sabe o que é ética.

    • Poderia resumir esse debate do kogosxconde?To sem tempo e o que mais ando vendo nos coments é do tipo:”Kogos estuprou conde”,”Conde bateu no Kogos”.

  12. Agora é a vez de Bruno Gagliasso juntar-se ao movimento dentro da classe artística formado por Lobão, Roger, Danilo Gentili e às participações pontuais de Rogério Flausino sobre pichadores, Falcão d’O Rappa após conversa com o público de um show em Ribeirão Preto e Thiago Lacerda respondendo a Paulo Betti:

    O que te deixa irritado?
    O PT, a situação em que o país está, o nível de corrupção e ineficiência que atingimos e a sensação de que estamos reféns desta realidade me deixa muito irritado.

    Provavelmente ele deve estar sentindo algo indiretamente pelo que ocorre no restaurante de massas de sua família.

    • A desinformação chegou a níveis estratosféricos no Brasil.

      Dizer que o PT não é comunista aos moldes dos partidos comunistas marxistas clássicos que existiram aos montes no século passado, ou seja, partidos com membros radicais e que fizeram as coletivizações (estatizações) de forma forçada e matando milhões de pessoas está certo.

      Mas se um partido é comunista ou não, não é a forma de como se chega ao comunismo e sim o objetivo de chegar ao comunismo.
      As coisas que o PT implementou e está implementando no Brasil são claramente SOCIALISTAS. E como todos sabemos: de socialismos em socialismos chegaremos ao comunismo.
      Outra coisa, o socialismo não é necessariamente violento. O socialismo de Lênin foi bastante dialético, enquanto permitia a propriedade privada e o capitalismo na Rússia para camponeses menores, a milícia armada invadia e matava (ou prendia nos kulaks) os camponeses que eram considerados com “grandes” pelos bolcheviques.

      Sobre a abolição do Estado: É preciso ser MUITO, mas MUITO inocente em pensar que em uma sociedade onde tudo ser coletivo, não precisar de um Estado gigantesco para administrar “algo de todos”. O Estado é a administração de uma sociedade coletivista.

  13. Luciano, segue implicância muito boa sobre a greve dos metroviários paulistanos. O mais interessante de tudo é que o Flávio Morgenstern reverte o “coxinha” de que tanto os marxistas-humanistas-neoateístas gostam de chamar aqueles que não concordam com eles contra os próprios marxistas-humanistas-neoateístas. Os MHNs devem estar muito arrependidos de ter ressignificado o termo usado em contexto de gíria pelos paulistanos para definir policial militar para dizer que supostamente seria um termo popular para mauricinhos e patricinhas.
    Pode também valer a pena, faltando agora dois dias para a Copa do Mundo, analisar esta entrevista do Juca Kfouri ao Roda Viva. É aquela entrevista em que se pode usar o que um MHN disse para combater o próprio marxismo-humanismo-neoateísmo:

  14. Os esquerdopatas adoram usar o argumento da desigualdade social para justificar suas ideias, mas por tras desse rechaco pela desigualdade social esta escondida a inveja, uma das emocoes basicas dos esquerdopatas. Qual o problema da desigualdade social em um mundo de ricos e muito ricos? Nenhum, a nao ser que vc tenha inveja dos muito ricos e queira que eles deixem de existir ou troquem de lugar com vc. A maioria das pessoas se importa com a miseria, se incomoda em saber que existem pessoas miseraveis no mundo enquanto outros tem um nivel satisfatorio de qualidade de vida. Realmente nao me importo que a familia do Bill Gates passe as proximas 50 geracoes tendo bilhoes, desde que as minhas geracoes possam ter saude, seguranca e acesso a educacao e a uma qualidade de vida boa. Pq taxar as grandes fortunas? Quem se importa com as grandes fortunas, uma pessoa normal nao quer saber se existem grandes fortunas, quer saber se existem miseraveis. Os esquerdopatas nao se importam miseraveis eles odeiam os que tem mais que eles proprios.

  15. Luciano, você viu este artigo de Bernardo Santoro, professor da UFRJ e que se exonerou da UERJ após ser perseguido por feministas? Ele joga conforme as regras do inimigo e o derrota.
    Na cabeça dos marxistas-humanistas-neoateístas brasileiros, como sabemos, o descendente de alguém de origem africana e outro de origem caucasiana não é mulato (ao que dirão que seria filho de mula, só para gerar ódio pela ancestralidade mista), mas sim negro, pois interessa a eles somar o “pardo” (que no jargão histórico do IBGE significa “mestiço”) de que ele faz parte no Censo ao “preto” desse mesmo Censo, criando uma categoria inexistente em nossa demografia, mas muito viva entre os MHNs, que é a de “negros”. O problema para MHNs ansiosos em querer dizer que aqui é o maior país africano do mundo é que ao criarem “negros” somando as categorias “pardo” (mestiço) a “preto”, acabaram por chamar de “negro” aquele que não tem qualquer ancestralidade africana, mas pode ter ancestralidade indígena, como o caso de Bernardo Santoro, neto por parte de pai de uma índia charrua (etnia do Rio Grande do Sul).

    Logo, se Bernardo Santoro é mestiço, logo ele está incluído nos “negros” que os MHNs inventaram. Logo, ele não é mais um branco cujos argumentos devem ser desacreditados, mas sim um oprimido que aqueles que dizem defendê-lo são obrigados a ouvir quer queira ou não, sendo sua revolta não mais um ato de violência, mas a reação de um oprimido contra a violência que sofreu.
    Assim sendo, o pardo Leonardo Santoro (conforme a classificação no IBGE) acaba sendo um oprimido e, dentro do polilogismo MHN, tem de ter seu discurso levado mais em consideração do que o de um branco, além de merecer uma cota. O erro de Santoro é dizer que não tem direito a cota porque índios não foram contemplados, mas creio que ele leu apressadamente a lei, cujo texto diz o seguinte:

    Art. 2o Poderão concorrer às vagas reservadas a candidatos negros aqueles que se autodeclararem pretos ou pardos no ato da inscrição no concurso público, conforme o quesito cor ou raça utilizado pela Fundação Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE.

    Parágrafo único. Na hipótese de constatação de declaração falsa, o candidato será eliminado do concurso e, se houver sido nomeado, ficará sujeito à anulação da sua admissão ao serviço ou emprego público, após procedimento administrativo em que lhe sejam assegurados o contraditório e a ampla defesa, sem prejuízo de outras sanções cabíveis.

    Art. 3o Os candidatos negros concorrerão concomitantemente às vagas reservadas e às vagas destinadas à ampla concorrência, de acordo com a sua classificação no concurso.

    § 1o Os candidatos negros aprovados dentro do número de vagas oferecido para ampla concorrência não serão computados para efeito do preenchimento das vagas reservadas.

    § 2o Em caso de desistência de candidato negro aprovado em vaga reservada, a vaga será preenchida pelo candidato negro posteriormente classificado.

    § 3o Na hipótese de não haver número de candidatos negros aprovados suficiente para ocupar as vagas reservadas, as vagas remanescentes serão revertidas para a ampla concorrência e serão preenchidas pelos demais candidatos aprovados, observada a ordem de classificação.

    Se “pardo” significa “mestiço” no jargão demográfico e abrange também aqueles que não têm ancestralidade africana, como o caso de Santoro, logo ele tem direito à cota para negro. A lei fala que autodeclaração falsa significa eliminação, mas aqui é a lei que tem de provar que a autodeclaração foi falsa. Logo, como provar que Bernardo Santoro não é neto de uma índia charrua e, portanto, mestiço e 25% índio, estando portanto dentro da categoria “pardo”, que é somada pelos MHNs a “preto” e gerando a categoria-carochinha “negros”?
    Se fizerem exame de DNA no professor, verão que ele é mestiço e, portanto, enquadrável na categoria “negro”, mesmo que sua aparência puxe mais para o europeu. Ah, mas alguns verão que ele tem um nariz mais de indígena, bem como as bochechas. Mas mesmo que os MHNs insistam em dizer que ele não pode conseguir cota por sua aparência, alguns irão se perguntar por que vemos gente com aparência mais europeizada que a do professor é considerada índia, como os denominados tupinambás de Olivença.
    Logo, se um MHN quiser eliminar o Santoro de um concurso público pelo fato de sua aparência não ser tão indigenizada assim, também há problema. Restaria a eles definir o que seria branco e o que seria não-branco. E nessa, correriam o risco de cair em desumanização e revelar ao mundo que Marx e Engels eram racistas, assim como Che Guevara e outros de mesmo espectro. Poderiam usar o critério que se usa para bois e cavalos, como considerar “puro por cruza” aquele que só tiver um de 32 antepassados que não seja de uma determinada etnia. Porém, ainda assim há o inconveniente fato de a tal avó do Bernardo ter lhe passado 25% do DNA, enquanto o “puro por cruza” considera como tal alguém que tiver 3,125% de DNA que não da ancestralidade predominante. Porém, ficaria nesse “puro por cruza” o problema de tratar gente como gado.

    Logo, creio que foi dado um xeque-mate dos bons nos MHNs e sua tentativa de promover racismo ao tratar cotistas como coitados e ódio a esses cotistas por parte dos não contemplados pelas cotas.

  16. Luciano, você viu o caso envolvendo a Miss Nevada, Nia Sanchez? Pois bem, o caso já recebeu gotejadas de Moura Brasil. Tudo se inicia com a resposta que ela deu a Rumer Willis quando a filha de Bruce Willis e Demi Moore perguntou a ela sobre supostos 19% de universitárias americanas estupradas:

    http://www.youtube.com/watch?v=zhyr-J6tieg

    Segue a tradução já feita pelo próprio Felipe que levantou a lebre:

    Acredito que algumas faculdades possam temer ficar com uma má reputação, o que seria uma razão para que isto seja varrido para debaixo do tapete, porque elas não querem que venha a público. Mas eu acho que mais conscientização é muito importante para que as mulheres possam aprender a se proteger. Eu mesmo, como uma faixa preta quarto grau, aprendi desde cedo que é preciso ser confiante e ser capaz de se defender. E eu acho que isso é algo que devemos começar realmente a implementar para um monte de mulheres.

    Sim, ela disse exatamente isso e seu grau de faixa preta em taekwondo pode ser visto aqui:

    http://www.youtube.com/watch?v=GBc842sbFSQ

    Logo, como se pode observar, a mesma só vai precisar da polícia (estado, leia-se) em pouquíssimas situações, pois taekwondo, como sabemos, tem uma série de golpes mais do que suficiente para atordoar um oponente, mesmo que este venha por trás (abordagem muito usada por estupradores). Logo, é uma mulher de fato bastante senhora de seu destino (por ser de origem latina, pode ser que tenha parentes que não puderam depender do estado por serem imigrantes ilegais, vai saber). Porém, quando ela disse isso, pipocou de feminismo em modalidade Marcha das Vadias no Twitter, como aqueles recortados e colados pelo blogueiro da Veja, todas elas resumidas na máxima de “não ensine mulheres a não serem estupradas, ensinem homens a não estuprar” ou, no caso específico de Nia Sanchez, “não ensinem mulheres a se defender, ensinem homens a não estuprar”, além de uma série de xingamentos puros e simples ou acusações de que a sociedade teria uma “cultura de estupro”. No lado feminino da coisa, podemos entender o slogan pronto como “não ensine uma mulher a se defender, torne-a dependente do estado tal qual um morador da Cracolândia depende de uma pedra de pasta-base de cocaína”, enquanto do lado masculino novamente temos a presunção de que homens têm por estado natural o estupro e, como tal, teriam de ser educados para não fazer isso, tal qual você educaria um cavalo a não dar um coice, máxima que podemos resumir em “não ensine autodefesa para mulheres, ensine homens a temer o estado mesmo que ajam na maior das pazes para com uma mulher”.
    Porém, como verá também, houve gente apoiando a moça, ainda que a radialista conservadora Dana Loesch tenha tido certa ingenuidade ao dizer “espere aí: agora é antifeminista se defender quando atacada? Jesus, pegue o volante”. Não é que agora é antifeminista se defender quando atacada, mas sim que não interessa mais ao avanço da agenda feminista que mulheres saibam se defender. Interessa agora a tal “marcha para dentro das instituições”, no sentido gramsciano da coisa, ainda que já tenha havido a tal marcha em momento anteriores. Interessa agora que mais e mais mulheres peçam ajuda ao estado, não sejam atendidas caso os pedidos sejam excessivos (e isso porque estamos falando de polícia e justiça americanas) e as feministas possam reclamar que “a sociedade” (sempre ela) despreza as mulheres (mesmo que metade da sociedade).

    Como o Felipe Moura Brasil alertou, a pesquisa dizendo que 19% das universitárias americanas teriam sido estupradas tem acurácia tão grande quanto aquela do Ipea que só serviu para dar fama a Nana Queiroz. E o que podemos falar do mais recente Miss Estados Unidos, em que a Miss Indiana, Mekayla Diehl, foi usada por aqueles que dizem que teríamos um padrão de beleza inventado? A resposta está embaixo:

    http://www.youtube.com/watch?v=7A6THtyHqOo

    Sim, exatamente isso: Nia Sanchez é a mais nova Miss Estados Unidos e representa bastante o espírito daquele país, tanto no de dar oportunidades a todos, mesmo que não sejam o arquétipo-padrão de habitante local, como também o de depender o menos possível da estrutura estatal. E ficamos com as seguintes certezas ainda mais aumentadas quando se fala de feminismo:

    1) Quando elas falam de “libertação da mulher”, elas estão querendo dizer “submissão da mulher ao poder estatal”;

    2) Quando elas falam de “independência da mulher”, elas estão querendo dizer “submissão da mulher ao poder estatal”;

    3) Elas não querem que mulheres sejam capazes de resolver sozinhas seus problemas, mas querem que elas recorram a mais atravessadores do que aqueles que existem no caminho do peixe entre o momento em que ele é pescado e aquele no qual ele chega ao consumidor brasileiro com um preço extremamente alto;

    4) Uma mulher que sabe se defender é uma ameaça ao feminismo porque serve de exemplo para que outras também saibam se virar sozinhas e deixar as feministas falando sozinhas;

    5) Se uma feminista falar que quer a “libertação da mulher” e que elas sejam “fortes e independentes”, ou ela é uma funcional das mais ingênuas ou é uma beneficiária com a pior das fés.

    E continuamos com aquela certeza: tanto Nia Sanchez quanto a baiana do acarajé são muito mais fortes e independentes do que as feministas. Fortes porque chamaram para si a responsabilidade de muitas coisas, independentes porque não têm o estado ou fundações estrangeiras as financiando para fazerem o que fazem.

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