Joaquim Barbosa fechando sua participação no STF com chave de ouro: advogado espertinho de José Genoíno é colocado para fora do tribunal

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Fez muito bem Joaquim Barbosa, que nesta quarta-feira (11), colocou o advogado Luiz Fernando Pacheco (cujo cliente é José Genoíno) para fora do plenário. Vejam o vídeo abaixo:

Basta assistir ao vídeo para notar que o advogado Pacheco perdeu toda e qualquer noção de realidade e bom senso ao fazer um pedido que não estava sequer sob discussão. Avisado de sua falta de respeito à pauta, ele continuou protestando de forma histérica.

Como era de se esperar, a OAB fez um papelão ridículo, ao criticar Barbosa e endossar a baixaria de Pacheco. Veja o tamanho da cara de pau na nota que eles lançaram:

A diretoria do Conselho Federal da OAB repudia de forma veemente a atitude do presidente do STF, ministro Joaquim Barbosa, que expulsou da tribuna do tribunal e pôs para fora da sessão mediante coação por segurança o advogado Luiz Fernando Pacheco, que apresentava uma questão de ordem, no limite da sua atuação profissional, nos termos da lei 8.906. O advogado é inviolável no exercício da profissão. O presidente do STF, que jurou cumprir a Carta Federal, traiu seu compromisso ao desrespeitar o advogado na tribuna da Suprema Corte. Sequer a ditadura militar chegou tão longe no que se refere ao exercício da advocacia. A OAB Nacional estudará as diversas formas de obter a reparação por essa agressão ao Estado de direito e ao livre exercício profissional. O presidente do STF não é intocável e deve dar as devidas explicações à advocacia brasileira.

Veja a que ponto chega a canalhice de uma entidade aparelhada pelo PT. Um sujeito que foge da pauta de uma sessão, desrespeitando todos os presentes, é considerado um “coitado”. Já um ministro do STF que faz a sua função, colocando o baderneiro para fora, é atacado de forma torpe.

A nota da OAB surpreende pelo cinismo, ao dizer que “sequer a ditadura militar chegou tão longe no que se refere ao exercício da advocacia”. Mas sempre que desrespeitam as outras partes, advogados espertalhões são colocados para fora de tribunais em todo o mundo democrático. Expulsar um advogado que quebra as regras é tão anti-democrático quanto tomar água de coco ou nadar no mar. A associação feita pela OAB com “ditadura” beira a esquizofrenia.

Para além do cinismo, ainda existe a completa subversão da ética profissional, pois não existe nenhum código dizendo que um advogado pode abordar um tema que está além da pauta. Se assim fosse, os advogados seriam os únicos seres da terra com direito absoluto de escolher qualquer assunto para ser discutido, independente da pauta. Isso não existe, e a própria rebeldia a seguir as regras de um tribunal (ou da pauta de uma sessão do tribunal) é motivo para exclusão de alguém de uma sala.

Vamos imaginar uma outra profissão qualquer. Por exemplo, Gerente de Incidentes de TI. Suponha que ele seja chamado para uma reunião com o comitê executivo, na qual o assunto é o acordo de nível de serviço do atendimento de incidentes e seu cumprimento. No meio da reunião, o Gerente de Incidentes decide trocar o assunto, para falar da utilidade de se estabelecer um SLA (acordo de nível de serviço). Um executivo diz que esse assunto “não está na pauta, e que o foco da discussão sobre a pertinência do SLA deve ser para outra reunião, não em uma reunião sobre desempenho da área de incidentes”. Expulso da sala, o Gerente de Incidentes de TI se revolta.

Será que o SINDPD (Sindicato dos Trabalhadores em Processamento de Dados e Tecnologia da Informação do Estado de São Paulo) lançaria uma nota de desagravo para defender o gerente expulso da sala? Claro que não. Dia após dia, pessoas são tiradas de reuniões quando não atendem as regras.

Qualquer advogado que se preze deveria se envergonhar dessa nota da OAB. Se essa entidade quer valorizar os profissionais que diz representar, deve entender que eles também devem atender a regras éticas e compreender a vida em civilização. O advogado de Genoíno apenas pagou o preço por sua falta de ética profissional e desapego às normas civilizacionais.

Quem está merecendo uma expulsão de sala é essa presidência da OAB…

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30 COMMENTS

  1. É inacreditável o PT, esse adevogadozinho de merda quer dizer o que a SUPREMA CORTE do Brasil deve colocar em pauta, só para beneficiar seu cliente para receber outro regime de prisão diferente do que já foi sentenciado. Esses petistas são psicopatas.

  2. Trabalho maravilhoso, ate que fim alguém teve peito para derrubar o PT e sua corja, nao que os outros partidos São inocente.
    . pena que esta de saída fara falta e vão aproveitar a sua ausência para libertar esses assassinos por que como dizem ” tem mais medo de uma caneta na mão de um político do que um revólver na mão de um bandido”.

  3. Luciano, tecnicamente qualquer advogado pode sim subir à Tribuna de qualquer Tribunal para apresentar questão de ordem, mas apenas isso. O que o advogado fez foi ir além da simples questão para iniciar uma verdadeira sustentação oral das razões do recurso, como se percebe quando começa a falar do parecer favorável da Procuradoria-Geral da República.

    Acontece, por outro lado, que, embora seja possível, questões dessa natureza (elaboração da pauta) são reservadamente, ou por escrito, e em 10 anos como estudante e advogado, sempre acompanhando as sessões, nunca tinha visto algo assim acontecer no Supremo.

    O que realmente causa repulsa é o fato do sujeito pretender furar a fila de milhares de outras ações e recursos penais de réus presos que cronologicamente têm preferência sobre o recurso do mensaleiro.

    E mais, o recurso em questão – Agravo Regimental – pelas regras do Regimento Interno do Supremo não admite sustentação oral da Tribunal.

    • Dennys,

      Concordo contigo. Minha crítica ao advogado não é pelo fato dele ter subido e apresentado, mas ter continuado com seu discurso (ofensivo e acintoso) após Barbosa ter deixado claro que o assunto não estava na pauta.

      Abs,

      LH

    • O que causa mais repulsa é o fato do tal advogado Pacheco estar EMBRIAGADO no plenário do STF. E tentando impor ao STF a sua própria pauta de bêbado.

      Os seguranças do STF atestaram o estado deplorável de embriagues do advogado.

      E mais! O advogado Pacheco (bêbado) disse (segundo testemunho dos seguranças do STF):

      “Se eu estivesse armado daria um tiro no Barbosa.”

      Pergunto: O que fará a OAB, a respeito desse acinte à República Federativa do Brasil, com esse advogado ???

      Existe um ditado latino: “In vino veritas.”

      E de fato o advogado mostrou a todos o ímpeto TIRANO que ele possui.

      Cadê a OAB ???

  4. 1. O Genuíno deve estar querendo ver a copa em casa.
    2. Imagine a quantidade de pessoas em condições piores que a do Genuíno que não receberam nenhum parecer do procurador geral da república e também estão aguardando análise pelo STF.
    3. Há testemunhos (o vídeo é um) de que o advogado estava embriagado.

    Sem mais para o momento…

  5. Acho que o objetivo do advogado foi apenas fomentar a tese de que o julgamento do mensalão foi injusto fruto de uma perseguição política. Que é a tese propagandeada por petistas e esquerdistas.
    A ação do advogado atacando o ministro Barbosa objetivava carimbar a imagem de autoritário, injusto, etc.
    Mais uma peça teatral dessa gente que não mede esforços para desacreditar a condenação dos mensaleiros.

  6. Um pequeno resumo de História Brasileira e Paulista.

    O grande significado do monumento no Parque do Ibirapuera!

    História da Revolução Constitucionalista de 1932.

    MMDC — Martins, Miragaia, Dráusio e Camargo.

    Levante Revolucionário Paulista contra a ditadura do Estado Novo de Getúlio Dornelles Vargas.

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    http://www.historiabrasileira.com/brasil-republica/mmdc/

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    MMDC é o nome de um levante revolucionário paulista que precedeu a Revolução Constitucionalista de 1932.

    Em 1930, Getúlio Vargas acabou com o modelo oligárquico republicano que existia desde a proclamação através de um golpe que ficou conhecido como Revolução de 1930. Seria o início de um longo período de 15 anos de permanência do político gaúcho na liderança do governo brasileiro. Todavia, esse período não seria calmo, mas repleto de discordâncias e circunstâncias que o próprio Vargas utilizaria para se manter no poder.

    O governo de Getúlio Vargas, inicialmente, não era regido por uma Constituição formal, pois, ao tomar o poder, teve início um governo provisório que procurava romper com a oligarquia e implantar novas relações no Estado. Obviamente, São Paulo, que era um dos estados proeminentes no jogo de poder, não ficou satisfeito com a ascensão de Vargas e a reordenação que fazia do Brasil. Getúlio Vargas, inclusive, estabeleceu uma série de sansões aos paulistas, aumentando o descontentamento dos políticos provenientes daquele estado. Foi assim que logo começaram as primeiras manifestações contra o governo de Vargas. Os estudantes paulistas prepararam manifestações que ocorreram na capital do estado e o clima de revolta foi se expandindo.

    Um momento crítico da manifestação dos estudantes paulistas contra o governo de Getúlio Vargas aconteceu no dia 23 de maio ainda do ano de 1930. As dependências de uma célula apoiadora da Revolução de 1930 em São Paulo, chamada Liga Revolucionária, foi invadida por jovens opositores do governo do momento. Houve um combate que resultou na morte de quatro jovens paulistas: Mario Martins de Almeida, Euclides Miragaia, Dráusio Marcondes de Sousa e Antônio Camargo de Andrade. Os jovens paulistas revolucionários eram conhecidos respectivamente como Martins, Miragaia, Dráusio e Camargo. As iniciais de seus nomes gerariam o movimento conhecido como MMDC.

    O MMDC foi o movimento clandestino que oferecia treinamento de guerrilha aos paulistas. Prestando homenagem e tomando como nome as iniciais dos quatro jovens assassinados pela organização que apoiava o governo de Getúlio Vargas em São Paulo, o MMDC procurava organizar um movimento consistente e treinado militarmente para enfrentar o governo nacional com fins de conseguir a derrubada do presidente.

    Além dos quatro jovens mortos em maio de 1930, houve outro, Orlando de Oliveira Alvarenga, que ficou gravemente ferido no confronto, mas só faleceu três meses depois. Por este motivo, é possível também encontrar a sigla MMDCA para representar o levante revolucionário. De toda forma, o certo é que o movimento revolucionário que se inspirou na morte dos jovens para definir seu nome desencadeou uma onda crescente de manifestações e enfrentamentos ao governo que culminou com os combates da Revolução Constitucionalista de 1932.

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    Fontes:
    http://dialnet.unirioja.es/servlet/articulo?codigo=3732320
    http://books.google.com.br/books?hl=pt-BR&lr=&id=qg8VtfL00nwC&oi=fnd&pg=PT10&dq=MMDC+paulista&ots=QoJuEkuF00&sig=wGsbV5tNl7TG3HdDUG0yyEpR848#v=onepage&q=MMDC%20paulista&f=false

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    Data de publicação: 04/06/2012
    Categorias: Brasil República

  7. PONEROLOGIA (O estudo da gênese do mal).

    POLÍTICA e PONEROLOGIA (O estudo da gênese do mal na política).

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    Artigo do http//midiasemmascara.org relevante a este artigo do Luciano.

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    http://www.midiasemmascara.org/artigos/movimento-revolucionario/15254-os-psicopatas-no-poder.html

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    Os psicopatas no poder

    Escrito por Bruno Braga | 10 Junho 2014
    Artigos – Movimento Revolucionário

    [ O trabalho de Lobaczewski é fundamental, porque fornece uma chave para a compreensão da realidade brasileira e da América Latina – dominada pelos herdeiros e cultuadores dos psicopatas e das anomalias descritas pelo psiquiatra polonês. ]

    Como é possível que tipos tão grotescos tenham conseguido ascender até os altos escalões do poder público ou ocupar posições de referência intelectual e moral para a sociedade? Um Luiz Inácio, alçado à Presidência da República; um Dirceu, que se tornou símbolo da juventude idealista e revolucionária; um Betto e um Boff, tomados – inclusive por sacerdotes e autoridades eclesiásticas – como modelos de santidade.

    Não. Não é possível reduzir o problema a um fator eleitoral ou solucioná-lo apontando um intenso e febril trabalho de militância política – nem denunciar o esforço de rebaixar e adequar a fé a um projeto de poder totalitário. Não. Nenhuma destas tentativas esclarece completamente a questão. O que poderia ser justificado apenas como resultado da confusão dos tempos, o psiquiatra polonês Andrew Lobaczewski – sob a perspectiva da bio-psicologia – aponta como efeito da ação e da influência dos psicopatas.

    Em “Ponerologia: Psicopatas no poder” (1), Lobaczewski apresenta as linhas gerais para a fundação de uma nova disciplina: a ponerologia. “Poneros”, em grego, quer dizer “o mal” – sendo a ponerologia um estudo sobre a gênese do mal (p. 81). Porém, não se trata de um estudo amarrado às categorias morais. A ponerologia, esclarece o psiquiatra polonês, deve estar assentada nos avanços objetivos da biologia, da medicina e da psicologia clínica.

    O foco da ponerologia é a pesquisa da psicopatologia. Descrever os fenômenos patológicos característicos de determinadas pessoas que, apesar de formarem um grupo reduzido dentro do conjunto total da população, podem afetar de forma negativa a vida de centenas, milhares, milhões de seres humanos. São pessoas que apresentam desvios psicológicos herdados ou adquiridos, anomalias na percepção, no pensamento ou no caráter – causados por alguma lesão no tecido cerebral ou por uma perturbação comportamental.

    Lobaczewski então apresenta os traços essenciais da caractereopatia – da esquizoidia – e, sobretudo, da psicopatia essencial. Faz a descrição dos tipos patológicos e demonstra o “processo ponerogênico”, a forma como estes tipos avançam o seu domínio sobre as outras pessoas – por exemplo, confeccionando “ideologias” como “máscara de sanidade”. Neste grau de influência, o fenômeno atinge a escala macrossocial. Um período de histeria generalizada, de crise espiritual da sociedade: o esgotamento dos valores morais, religiosos e ideativos que alimentavam as pessoas até então; o aumento do egoísmo, que quebra a ligação entre a obrigação moral e sua referência social; o domínio de assuntos sem importância nas mentes humanas; a atrofia da hierarquia de valores; e um governo paralisado (p. 152).

    Eis o que produz uma PATOCRACIA. Um sistema de governo forjado por uma minoria psicopata que assume o controle da vida de pessoas normais. Ocupam não só cargos políticos, mas posições de referência moral e intelectual – incluindo-se aí as salas de aula e cátedras universitárias, como os “pedagogos da sociedade”: pessoas fascinadas por suas idéias grandiosas, frequentemente limitadas e com alguma mácula derivada de processos de pensamento patológico, que se esforçam para impor suas teses e métodos, empobrecendo a cultura e deformando o caráter das pessoas (p. 55).

    Lobaczewski viveu na Polônia subjugada pelo comunismo. O seu trabalho – que contou com a colaboração de outros pesquisadores do leste europeu – é o resultado desta experiência. Da observação direta, das transformações geradas pelo totalitarismo soviético na vida e na mente dos seus compatriotas, e da análise dos ícones e líderes daquele projeto de poder totalitário. É assim que Karl Marx aparece como um exemplo de psicopatia esquizóide; Lênin, uma amostra de caracteropatia paranóica e Stálin de caracteriopatia frontal. Nestes termos, o trabalho de Lobaczewski é fundamental, porque fornece uma chave para a compreensão da realidade brasileira e da América Latina – dominada pelos herdeiros e cultuadores dos psicopatas e das anomalias descritas pelo psiquiatra polonês. A influência deles sobre o conjunto da sociedade está à mostra: degradação cultural e intelectual; corrupção dos valores morais; desorientação e histeria generalizada; consumo desenfreado de drogas; taxa de homicídios exorbitante; caos social e o império da criminalidade. Isto é o suficiente para reconhecer a importância do trabalho de Lobaczewski. Não para se produzir uma atmosfera tenebrosa e fomentar o desespero. É um passo inicial no esforço para amenizar este estado de coisas, pois a compreensão – semelhante ao processo da psicoterapia – é o princípio da cura da personalidade humana. E para recuperar um senso comum saudável – na esperança de destituir uma patocracia – a busca da verdade é o melhor remédio.

    Referência:
    [1]. LOBACZEWSKI, Andrew. “Ponerologia”: Psicopatas no poder. Trad. Adelice Godoy. Prefácio. Olavo de Carvalho. Vide Editorial: Campinas-SP, 2014.

    http://b-braga.blogspot.com.br/

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    Olavo de Carvalho comenta a obra Andrew Lobaczewski:

    http://www.youtube.com/watch?v=FcAPYD-1sVU

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  8. E ainda por cima, o STF não é lugar para se chegar bêbado. Reparem que aos 0:46 o cara fala: deste… réu. Ele provavelmente iria falar algo com “deste grande herói na luta pela democracia”, ou outra mentira do mesmo quilate, mas hesitou, e no meio da frase se tocou que era meio over e disse “réu”.

  9. Como membro, me envergonho da forma que a OAB vem se comportando, como verdadeiro serviçal do PT. A nota é tão cretina, repetindo o bordão presidencial “no que se refere”, sem atentar que é dever do advogado atuar com urbanidade e respeito aos magistrados e membros do MP, sendo recíproca tal regra. Tá na própria lei invocada pela Ordem..
    .
    Assisti o entrevero e, sinceramente, o Ministro foi paciente. A pauta existe por uma questão de segurança jurídica, até. Serve para informar aos advogados a data e quais causas estarão sendo julgadas, evitando que casos e “casos” sejam privilegiados ou deixados em segundo plano. O acinte do nobre colega serviu ao seu propósito: tentar achincalhar JB perante a opinião pública. E certamente só assim procedeu em razão do arrosto petista de achar que estão acima das leis, das instituições, e que podem fazer o que quiser.

    Sinceramente, eu temo pelos tempos sombrios que descortinam no horizonte.

  10. Republicou isso em Arwen Releiturase comentado:
    Fez muito bem mesmo. Joaquim Barbosa é uma das pouquíssimas vozes que se levantam de verdade contra a roubalheira que impera não só em Brasília, mas em toda a nossa política. Se a OAB não tem a decência de apoiá-lo as pessoas de bem o farão.

  11. Luciano, lembra do Ipea, tão desmoralizado após uma pesquisa de cunho altamente marxista-humanista-neoateísta e feminista dizendo que 65% dos brasileiros supostamente achariam que uma mulher mereceria ser estuprada e que foi o caldo de cultura para todo um attention whoring daqueles? Pois bem, o instituto começa a se redimir e mostra que não foram 36 milhões de pessoas que deixaram a miséria absoluta, como disse Dilma no mais recente pronunciamento.

  12. Luciano, tenho percebido a algum tempo um certo pensamento de que alguém não pode torcer para o Brasil na Copa por conta dos problemas dela. Sei também que há algumas pessoas contrárias a essa posição. Acho que se pode pensar que a Dilma e o PT não são donos da Copa para deixarmos de torcer para ser contra o que o PT tem feito. Penso também que, como a Copa e o futebol acabaram se tornando símbolos que fazem parte da cultura brasileira e, de certa forma, da identidade nacional inspirando patriotismo a cada jogo do Brasil, esse discurso pode estar sendo estimulado justamente para acabar com o patriotismo. Este patriotismo incentivou diversas manifestações contrárias aos comunistas ao longo das manifestações e em outras situações, além de ser um problema para o projeto de acabar com a soberania nacional. O que acha do assunto?

  13. OAB = É braço jurídico do PT, disso ninguém duvida, é uma pena que até instituições que de longa data eram tidas como defensoras da CF e da lei hoje se renderam à tecnocracia fisiológica, jogando na lata do lixo toda uma história de lutas e brilhantes atuações no cenário jurídico do Brasil; amplio essa crítica à AJUFE que em prol do corporativismo psicopático está criando um clima de cisão no judiciário brasileiro. Percebam que o decreto da Dilma visa justamente isso, dar poder a grupos, associações, sindicatos, representantes de classes, tudo para se perpetuarem no poder independentemente dos resultados das eleições; desconheço qualquer grupo de classe ou ativismo que já não esteja infectado pelo PT, isso tem cheiro de neofascismo desmilitarizado.
    Mas deixando de lado papos sérios, a copa começa daqui a 15 min, vamos lá degustar um pouquinho do CIRCO patrocinado pelo nosso dinheiro, já que o PÃO só estão liberando em migalhas para enganar os trouxas.

  14. Luciano, para você fazer uma postagem especial de Copa do Mundo após o 3 a 1 do Brasil contra a Croácia:

    1) Mário Magalhães chama de “fascistoides” aqueles que desejaram que a polícia descesse o cacete nos black blocs e… toma um cacete daqueles nos comentários. É, parece que não dá mais para um marxista-humanista-neoateísta (ou um propagador inconsciente de gramscismo, como parece ser o caso do jornalista em questão, uma vez que futebolístico) chamar alguém de “fascista” ou “fascistoide” achando que não haverá contraprestação.
    Aliás, como muitos já lembraram, esses black blocs muito lembram o que fascistas de fato fizeram para aterrorizar o povo comum antes de subirem ao poder;

    2) Cai por terra o lance de o PT querer associar a Copa do Mundo a seu governo e o brasileiro demonstra que sabe separar os onze do campo do time que governa o país:

    http://www.youtube.com/watch?v=ehhGt6EJFFU

    http://www.youtube.com/watch?v=ISfTs8_-x9Y

    http://www.youtube.com/watch?v=0fX-3gJ9Pv0

    http://www.youtube.com/watch?v=XrOgvEeLVUU

    http://www.youtube.com/watch?v=8ANFdR7mu2E

    O assunto inclusive já foi reinaldeado;

    3) Vi na TV há pouco o pai que deu uma bronca das boas no filho black bloc. O filho falava que estava lá por mais educação e o pai disse que se o filho quer educação, ele paga. Infelizmente não achei imagens no YouTube, mas a cena toda é fantástica.

    • Luciano, mais duas:

      1) Esta pode render para uma série detonando os marxistas-humanistas-neoateístas e reconhecida pela Fifa. Lembra-se da Nádia Lapa, que dizia que ia tentar transar com cem homens em um ano, mas só ficou nos 30 e poucos, que escreveu para a Carta Capital mas depois saiu de lá reclamando de não receber grana? Pois bem, eis que hoje aconteceu o seguinte episódio envolvendo a repórter Sabina Simonato, da Globo, enquanto ela mostrava como estava o clima paulistano antes de Brasil X Croácia:

      http://www.youtube.com/watch?v=AhR4wg505uw

      Sim, tivemos um aparecildo do país balcânico fazendo uma graça que nada teve de mais (beijo na bochecha do nada) e com a qual até a repórter riu um pouco. E como vimos, a repórter está bem mais inteira que aquelas duas da CNN que se feriram nos protestos daqueles que ainda acham que não vai ter Copa ou o fotógrafo com traumatismo craniano em BH. Porém, o que a escriba com sobrenome de bairro paulistano ou carioca disse em seu Face? Isto que lhe repasso:

      O machismo nosso de cada dia: um monte de gente compartilhando a foto abaixo com legendas “engraçadinhas”, “vai ter croata”, “vai ter cópula” e outras bobagens.

      A repórter estava fazendo o trabalho dela e vem um desconhecido e a assedia. Isso é crime. Isso é violência. Não é piada. Parem de normalizar situações cotidianas de violência contra as mulheres.

      E aí iremos lembrar desta clássica figura do futebol brasileiro, em uma incursão por ele feita em 2007:

      http://www.youtube.com/watch?v=DYxgX4XE_no

      Eis que te compartilho o vídeo de alguém assediando o Obina com um beijo. Se é crime, é o crime de alguém invadindo um campo de futebol, conforme a polícia demonstrou ao recolhê-lo. Violência? Como disse o juiz que o libertou em uma das ocasiões, “beijar não é crime. Quem dera se todos os deliquentes do Brasil trocassem suas armas por beijos”. Piada? Bom, a Sabina Simonato, a vítima do croata que fez o mesmo que um dos portugueses mais famosos do Brasil, levou assim, assim como o Obina levou a situação.
      Se o que o croata fez com a Sabina é “machismo nosso de cada dia”, o que seria o José Alves de Moura beijando o Obina, o Frank Sinatra, o Tony Benett, o Roberto Carlos, Leonel Brizola, o papa João Paulo II e outros? Eu digo que é tudo culpa da sociedade… do crime, que em 1966 fez do Beijoqueiro sua vítima ao assaltá-lo e golpeá-lo na cabeça, gerando posteriores detenções e internações em hospícios. Porém, acho que mais pancada que o Beijoqueiro está o pessoal que comentou a postagem de Nádia Lapa, o que pode ser sintoma de baixa audiência, pois são apenas 25 comentários (muitos da própria Nádia) e 55 comentários na hora em que te escrevo este texto.

      Como moral MHN é fluida e gramscista, mais fluida ainda, o que diria Nádia Lapa a respeito do ataque do Beijoqueiro a Grazi Massafera à ex-Miss Brasil Natália Guimarães em 2008? Se a dos cem homens fosse famosa seis anos atrás, teria sido prato cheio para ela, pois diria que Grazi e Natália são oprimidas ao serem madrinhas de bateria (mesmo sendo as mulheres desse posto extremamente respeitadas pelo pessoal das escolas de samba, seja da diretoria ou dos frequentadores), Natália oprimida por ser miss e desfilar de biquíni para a macharada, Grazi por em início de carreira fazer papel de interiorana meio aérea e ambas oprimidas e estupradas pela boca do portuga. Aliás, nada mais engraçado do que tentar antecipar os pensamentos dos MHNs, tão previsível que ela é. Ainda sobre o beijoqueiro croata, vi esta zoeira bolsonariana que também antecipa boa parte do padrão de pensamento MHN. Aliás, talvez o uso de pensamento MHN deixando claro que está sendo usado por puro humor seria um maná dos mais inesgotáveis para os comediantes stand-up (ou mesmo de tipos) deste país.
      Isto aqui acaba caindo na história de uma imagem que acho simplesmente genial, em que há um “queridinho” do marxismo-humanismo-neoateísmo dizendo que não se sente ofendido e tendo sua boca tapada por um MHN dizendo que o cara se sente sim ofendido. E nessa, sem querer a Sabina Simonato deu um beijinho no ombro para a Nádia Lapa após ter sido beijada na bochecha pelo croata;

      2) Achei o vídeo do pai que tira da manifestação o filho que queria brincar de black bloc:

      http://www.youtube.com/watch?v=qg0jp3q7Q1Y

      E ninguém pode falar que o pai falhou em sua responsabilidade, pois o moleque tem 16 anos e com certeza se ele sofresse algum ferimento, o progenitor ficaria preocupado de não ter estado lá para tirar o rebento de uma roubada.

    • Luciano, segue um vídeo do José Trajano sobre o pessoal mandando Dilma tomar naquele lugar com o clássico cântico de estádio e outro envolvendo também o Juca Kfouri:

      http://www.youtube.com/watch?v=rS40ZZuYnQs

      Vejam os caras reclamando que o público no jogo supostamente não refletiria o brasileiro porque seria branco e de classe média e malufista (e isso porque o Paulo em questão apoia o Alexandre Padilha). E, claro, querendo dizer que o voto antidilmista e antipetista seria oriundo de uma única categoria demográfica do IBGE e de uma única classe social e que não-brancos (categorias pardo, preto e indígena do referido instituto) e pobres não xingariam a presidente. Porém, eis que saio de São Paulo e viajo para um passado recente, parando a máquina do tempo em Ribeirão Preto, mais precisamente em um show d’O Rappa no festival João Rock, em Ribeirão Preto, que estava sendo visto por 40 mil pessoas (mais ou menos a capacidade do Itaquerão sem as arquibancadas provisórias da Copa):

      http://www.youtube.com/watch?v=cowBupfuDo4

      Rock, como sabemos, é ritmo popularíssimo no Brasil e tem fãs de todas as classes sociais. Festivais, como sabemos, vendem ingressos antecipados a preços menores, de maneira que pessoas de menos posses ou com mais senso de economia possam prestigiar o evento. Mesmo sem tanta antecipação, também veremos gente de menos posses comprando ingresso mais em cima da hora, por motivos que não nos compete especular. No caso da Copa, tivemos ingressos para o jogo inicial vendidos a preços populares (R$ 160 é um preço baixo comparado com outras opções bem mais caras disponibilizadas pela Fifa e levemos em consideração que é um evento de quatro em quatro anos), ingressos esses que se esgotaram rapidamente (e vendidos por sorteio). Logo, qualquer um que tivesse a grana poderia ir lá comprar, ainda que tivesse de se candidatar. Logo, poderia ser contemplado com ingresso qualquer um, de qualquer cor de pele e qualquer classe social. Assim sendo, a Fifa não teria como saber quem é que ia comprar o ingresso, uma vez que sorteado. E quem olhasse para a plateia veria sim que havia gente das outras categorias demográficas queridinhas pelos marxistas-humanistas-neoateístas ávidos para conseguir inocentes úteis para estratégias gramscistas. Logo, era muito possível sim que entre os que estavam dando o brado em questão estivesse sim gente das categorias pardo (leia-se mestiços), preto e indígena e de classes menos agraciadas também. Porém, eis que eles foram lá acusar novamente os brancos e a classe média de todos os males da humanidade brasileira.

  15. Todo brasileiro deveria ter o privilégio de ter seguranças ao seu lado para mandá-los retirar do seu proprio caminho qualquer petista que aparecer pela frente falando bobagem. Eu não me sinto seguro cercado de petistas. Eles são histéricos e perigosos, como esse advogado.

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