A bizarrice intelectual dos discursos da extrema-esquerda cheios de mimimi quando o esquerdismo é desmascarado

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A extrema-esquerda, quando se presta a avaliar a direita, parte para o delírio absoluto, na melhor das hipóteses. Em outra hipótese, é canalhice deliberada mesmo.

O texto “A bizarrice intelectual dos discursos anticomunistas”, de Juremir Machado, contém tantas, mas tantas fraudes intelectuais que fiquei animado logo de cara para mais uma sessão de desmascaramento.

Sem mais delongas, vamos começar a diversão:

[As redes sociais] têm servido para os embates ideológicos deslocados no tempo: comunistas versus capitalistas. Anticomunistas atacam seus supostos adversários como se estivéssemos nos anos 1950 ou 1960 à beira de revoluções marxistas. É a chamada retórica macarthista dos comandos de caça aos comunistas e das famílias com Deus pela liberdade.

É incrível como ele consegue errar em absolutamente tudo. (Estou sendo bonzinho, pois para cada linha escrita por essa gente, ou temos “erro” ou fraude intelectual mesmo)

Primeiro: grande parte da direita já ataca os esquerdistas em geral, e, principalmente, os socialistas. E são os próprios “comunistas” que definem o comunismo como “apenas o fim do socialismo”. Logo, atacar socialistas é a mesma coisa que atacar “comunistas”. Isso baseado no que eles próprios dizem.

Segundo: ele diz que acharmos estar “à beira de revoluções marxistas” é coisa do passado. É apenas uma técnica de fraudador torcendo para que suas potenciais vítimas não se previnam de suas fraudes. Difícil alguém descer tão baixo quanto ele. Na verdade, temos hoje em dia vários países da América Latina com o socialismo (não o comunismo, que jamais foi feito para ser implementado) indo de vento em popa, como Venezuela, Argentina e outros. Logo, alguns paises não estão “à beira de revoluções marxistas”. Já estão em pleno socialismo…

Terceiro: criticar o socialismo (ou comunismo prometido, o que dá no mesmo) não tem absolutamente nada de macarthismo. A retórica macarthista era focada em medo de espionagem por parte da KGB. Hoje em dia, a direita se preocupa com quaisquer pessoas que se beneficiam desonestamente com o estado inchado… em qualquer país que seja. E, para constranger ainda mais o tal Juremir, os patrulhadores políticos estão no governo. Assim como MacCarthy estava.

Quarto: ele inventa um adversário imaginário em clara falácia do espantalho, pois a tal Marcha pela Família com Deus pela Liberdade não mobilizou quase ninguém da direita. Aliás, hoje em dia a direita se divide em conservadores, liberais e libertários. Os esquerdistas é que são os reacionários do momento. Nós somos os subversivos.

Agora veremos um momento ímpar, onde Juremir diz que não há contradição alguma entre Chico Buarque ser milionário e defender o comunismo. Segundo ele, uma opinião lúcida contra a demonstração da hipocrisia de Chico é a seguinte:

Porque Chico ganhou seu dinheiro trabalhando, vive no capitalismo e não acredita que uma atitude individual, isolada, seja uma solução.

Ele apresentou apenas uma racionalização para justificar a hipocrisia de Chico. Um discurso digno de vergonha alheia.

Eis os fatos: se todos os esquerdistas caviar criarem grupos comunais, conforme os socialistas fingem acreditar, a necessidade de inchaço estatal seria muito, mas muito menor. E a cereja do bolo: Juremir fala que se Chico redistribuísse sua fortuna, isso constituiria uma atitude isolada. Ora, então ele está nos dizendo que não apenas Chico, como todos os esquerdistas caviar são hipócritas, pois nenhum deles vai fazer a redistribuição do que tem.

Parece que sagacidade não é o forte de Juremir…

Outra brilhante argumentação dele é dizer que a direita está errada em criticar o fato de Lula não ir ao SUS. Diz Juremir:

E se for um progresso, mas obviamente não o ideal, enquanto se espera que um dia, no sistema capitalista mesmo, todos tenham direito ao mesmo tratamento? E se a melhoria do capitalismo passar por essa dupla articulação antagônica e complementar: iniciativas individuais e políticas públicas de ampliação dos interesses de todos.

A crítica ao investimento do governo no SUS é de todos que não são petistas, e não apenas da direita. Não é preciso ser anti-socialista (que o figurinha confunde com anti-comunismo) para criticar o SUS e mostrar que o sistema é tão ruim que jamais Lula iria ser atendido por lá. Essa é apenas uma constatação dos fatos.

Alias, o sistema está cada vez pior, tanto que foi preciso contratar médicos cubanos, que se submetem a trabalhar em condições indignas.

Os países escandinavos têm dado exemplos marcantes das possibilidades de êxito dessa estratégia [misturar iniciativas individuais e políticas públicas].

Eles não se cansam mesmo deste truque de fingir que o socialismo melhorou a Escandinávia. Conforme já demonstrado aqui, o socialismo não fez nada em prol de qualquer país escandinavo. Apelar a esse truque é sintoma de falta de caráter…

[Pedir que os esquerdistas doem parte de seu patrimônio individual] faz parte de uma ideologia esperta: parem de querer cobrar impostos, desconcentrar renda, distribuir riqueza, criar uma sociedade mais equilibrada e diminuir desigualdades. Cada um que se vire.

Não tem como ele fugir de uma confissão automática: ele não aceita qualquer outra forma de redistribuição de renda que não seja a partir do inchaço estatal. Por isso, ele rejeita tanto que os esquerdistas ricos (muitos deles à custa do inchaço estatal, que ele promove com tanto fervor) façam qualquer forma de redistribuição. Mas no fundo ele sabe que tudo não passa de engana-trouxas. Os seus líderes enriquecem e o socialismo é feito com o único intuito de enriquecê-los.

Ou seja, os impostos excessivos são feitos para concentrar renda nas mãos dos líderes socialistas, que, em contrapartida, evitarão que o livre mercado torne a vida dos mais pobres melhor. Esse é o nível moral monstruoso de figuras deste naipe.

O anticomunismo tem cheiro de naftalina. Vive a perseguir fantasmas. Coisa de cachorro louco. Ou de psicopatas. Salvo se for apenas indigência intelectual. No popular, burrice.

Mas é uma pena para Juremir que o cheiro de naftalina exala mesmo é de um texto baseado em uma visão da direita que existia há uns 50 anos. No máximo. (Salvo algumas exceções, justiça seja feita, mas que nem de longe representam a direita)

Não perseguimos fantasmas, mas denunciamos fatos do mundo real, como a barbárie venezuelana ou o patético calote que a Argentina está prestes a dar em seus credores internacionais. Esses são fatos. Ser de direita é demonstrar o quanto esquerdistas como Juremir são corresponsáveis por situações assim.

Não estamos “perseguindo comunistas”, mas denunciando pessoas intelectualmente desonestas que só conseguem um único tipo de resultado (beneficiar líderes socialistas, que vivem do aparato estatal). Não nos interessa se Juremir é comunista, socialista, nacional-socialista, bolivariano, adepto do socialismo fabiano, do capitalismo de estado ou de qualquer embuste do tipo que ele quiser usar.

Melhor ainda: nós, da nova direita, estamos prontos para refutar quaisquer trucagens para inchar o estado e criar totalitarismos que tenham sido inventadas tanto nos primórdios marxistas como recentemente, ou que forem inventadas a partir de agora. Não há nada mais atual do que isso.

Alias, se for para criticar textos anti-comunistas, talvez o melhor dessa linhagem tenha sido escrito por Juremir: “Cuba, o Inferno no Paraíso”. Em nenhum país latino-americano, o esquerdismo deu tão certo, tanto que podemos afirmar que lá existe o socialismo pleno (que, segundo os marxistas, é o “estágio de transição para o comunismo” – segurem as risadas). Enquanto isso, Juremir tem que se contentar com países bolivarianos.

É, Juremir, melhor arrumar um discurso melhor para a próxima. Com isso, só ficou demonstrado que mais um radical de esquerda, fanático por inchaço estatal, mentiu feito um psicopata (ou burro, nas próprias palavras dele) para defender aquilo que não tem defesa.

E, de novo, não me interessa que tipo de esquerdista ele é. Mas que ele tem um cinismo típico de marxista, quanto a isso não há dúvida alguma. Mas precipitado como ele é, foi possível mostrar que a verdade e Juremir são inimigos mortais. Ou seja, não precisamos “perseguir comunistas”. Basta desmascararmos quaisquer tipo de esquerdistas que agem de forma tão mitômana e cínica como os mais legítimos marxistas.

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37 COMMENTS

  1. Segue o que encontrei por hoje e que pode render algo:

    1) Você viu este artigo de João Pereira Coutinho?

    2) Um dos suspeitos de ser um dos black blocs que depredou uma concessionária da Mercedes foi preso. Ele é mecânico, o que significa ser alguém plenamente capaz de extrair o próprio sustento, perigando de não ter patrão se for dono da oficina em que trabalha;

    3) Ainda falando na ressurreição do Passe Livre, temos esta postagem de Facebook do Bruno Torturra que apenas vomita novamente os clichês que conhecemos:

    800 policiais na noite de ontem. E não qualquer policial… Mas a Tropa de Choque em traje de gala, cavalaria. Intimidando uma assembléia, uma reunião pacífica de pessoas em uma praça.
    Advogados presos. Um espancado, negado até em suas prerrogativas como profissional de direito.

    Se alguém ainda não entendeu, traduzo: a Tropa de Choque é uma polícia política. Ponto final.

    Geraldo Alckmin é o responsável e deveria estar encurralado pela opinião pública. Isso, claro, se a opinião pública – e publicada – tivesse qualquer consideração pela base da democracia: o direito ao dissenso, à livre expressão política, à manifestação pacífica.

    Para mim a questão agora é bem simples:
    Quem viu o que está acontecendo e não se pronuncia é omisso e, portanto, cúmplice.
    Quem, depois da escalada da repressão e do desprezo à democracia promovido pelo Estado de São Paulo, pretende reeleger Alckmin está cuspindo na história. A mesma história que garantiu, entre outras coisas, seu democrático direito de votar.

    Enquanto isso… a Cantareira seca.

    Vai, São Paulo!

    Como sabemos bem, em manifestações do Passe Livre, até pelo histórico pregresso de quando terminam sempre termos black blocs tocando o terror, é natural que se tenha um cuidado todo especial em relação ao que envolve esse grupo. Também não podemos deixar de notar a absoluta falta de condenação do referido autor da nota aos encapuzados, bem como o caminhão de mineração que ele descarrega sobre Geraldo Alckmin, o que obviamente interessa à campanha de Alexandre Padilha (ou de Paulo Skaf, que pode ser a aposta petista, uma vez que a campanha do ex-ministro da Saúde está bem patinante após uma participação patética no Roda Viva e o ocorrido envolvendo André Vargas).
    Também não devemos esquecer que a técnica conhecida por Caldeira de Hamburgo (policiais “envelopando” uma manifestação) tem dado certo e as passeatas em que ela foi usada transcorreram com tranquilidade e sem black blocs depois (uma vez que quando notam isso, basta apenas fechar o perímetro, como também já fizeram no começo do ano). É técnica usada costumeiramente na Europa e não me parece que por lá façam o fricote que fazem por aqui;

    4) E já que agora os marxistas-humanistas-neoateístas brasileiros no poder irão bater até não poder mais na tecla de que estariam combatendo o ódio e por isso devem ser reeleitos, temos este artigo em blog da Carta Capital reclamando da… zoeira que os brasileiros fazem com argentinos quando o assunto é futebol. Pelo visto o Foro de São Paulo está querendo salvar a Cristina Kirschner custe o que custar.
    E nessa, subitamente descobrimos que somos xenófobos por fazer piada de argentino. Se for então pegar as piadas de português, aí os brasileiros serão considerados piores do que Hitler…

    5) E já que MHN não tem senso de humor (ou até teve quando não havia gramscianismo), temos o hangout abaixo que foi muito bom e vale a pena o pessoal assistir:

    • Este pessoal dos black blocs são associados ao Levante Popular da Juventude (que é basicamente milhares de jovens com merda na cabeça em todo o país).
      Deem uma pesquisada e depois me digam se este grupo não lembra muito a juventude hitlerista. Na minha modesta opinião é o grupo mais perigoso que existe no Brasil atualmente e ninguém está dando atenção. São eles que promovem os escrachos.

      • Minha nossa, essa é a primeira vez que eu sequer sou noticiado da existência desse grupo. De fato, pela rápida olhada que dei em suas páginas por aí, tem similaridades com a juventude hitlerista: fanatismo ignorante e etnocêntrico. As portas do inferno tem endereço, afinal.

  2. Primeiramente parabéns por compartilhar tamanho conhecimento e inúmeras formas de defesa frente aos psicopatas que estão no poder. A titulo de curiosidade gostaria de saber se você é do RS, caso positivo sou morador do interior e teria interesse em conhece-lo meu email pessoal é este fico no aguardo.

  3. Esse Jumentir (mistura de jumento com mentiroso) ainda é tido com um “intelectual” pelos esquerdistas.

    Tenho notado também que os militantes estão usando bastante a tática do “vencer pelo cansaço”. Principalmente nos grupos de universidade que eu participo no facebook, é comum eles irem lançando dezenas de artigos desses ícones da mídia governista. Haja saco pra refutar tanta canalhice, mesmo a maioria da minha turma sendo de liberais/conservadores, são poucos que se prestam a responder e ainda desistem fácil por causa do cinismo dos nossos opositores.

  4. *dupla articulação antagônica e complementar*(!!!) Porque todo esquerdista acha que escrever *dificil* ë sinonimo de profundidade intelectual? O que quer dizer ezatamente *dupla articulação antagônica e complementar*?
    Quem nao tem nada a dizer, enrola.
    (desculpe a falta de acentos)

  5. Esse Juremir Machado é um ídolo esquerdista no Rio Grande do Sul. É um pé no saco ter que ouvir as pessoas dizendo que o cara é um gênio, que tem opiniões sensatas.

    É um dos jornalistas mais embusteiros e desonestos que já vi na vida. Fica a vida toda escrevendo para justificar regimes bolivarianos.

    Nem dá pra acreditar que ele já tenha convidado o Diogo Mainardi para palestrar na PUCRS.

    Obs: tem uma manifestação de esquerdistas radicais no meio da palestra

  6. [ OFF Mindset Case Frame. ]

    Quando se trata de financiar objetivos esquerdopáticos, para escravizar a humanidade, então a grana aparece e flui espetacularmente por todos os lados.

    Quando se trata de fazer, real e concretamente, algo de bom e útil à humanidade, ai a coisa complica pra cacilda, pois o verdadeiro interesse dos grupos poderosos não é o… “bem da humanidade”.

    Todos sabemos perfeitamente que um dos maiores problemas da humanidade, hoje em dia, é a produção e transmissão de energia para todo o planeta.

    As soluções existem e são mostradas ao mundo por ousados e valorosos indivíduos, mas os interesses corporativos dinásticos (socialistas fabianos) objetam e impedem a implementação e a implantação das tais soluções maravilhosas.

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    A transmissão de energia sem fios de Tesla pode virar realidade.

    http://www.epochtimes.com.br/transmissao-de-energia-sem-fios-de-tesla-pode-virar-realidade/

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    Ciência e Tecnologia | Inovações

    A transmissão de energia sem fios de Tesla pode virar realidade

    Por Epoch Times 01.07 às 5:51

    O austríaco Nikola Tesla (1856 – 1943) foi possivelmente o mais genial inventor de todos os tempos. A geração e transmissão de energia elétrica que consumimos em nossas casas e fábricas baseiam-se em descobertas e invenções de Tesla. As patentes de Tesla e o seu trabalho teórico formam as bases dos modernos sistemas de potência elétrica em corrente alternada, foram como uma segunda Revolução Industrial.

    Tesla estava muito à frente de seu tempo. Com a tecnologia disponível e com os recursos que dispunha em sua época, ele deixou um legado de ideias e patentes tecnológicas para as futuras gerações. Tesla, lutando contra muitas adversidades, conseguiu financiamento para construir uma enorme torre para demonstrar ao mundo a viabilidade da transmissão transatlântica de eletricidade sem fio. O projeto acabou abandonado por questões financeiras, principalmente pelo modo alienado que o cientista Tesla gerenciava seus projetos.

    Agora, engenheiros russos querem dar prosseguimento ao projeto de Tesla. Para isso, eles lançaram uma campanha de arrecadação de fundos para concretizar o projeto.

    Os engenheiros são Leonid e Sergey Plekhanov, dois russos formados no Instituto de Física e Tecnologia de Moscou. Eles estudaram durante anos as ideias, descobertas e patentes de Tesla, ao mesmo tempo que realizavam pesquisas e experiências para comprovar que as ideias de Tesla estavam realmente corretas. Os engenheiros concluíram que a ideia de Tesla sobre transmissão transatlântica de eletricidade sem fios é viável, que sua ideia de construir um sistema de transferência de energia a longas distâncias, além de ser viável técnica e economicamente, resolveria muitos dos atuais problemas de energia do mundo.

    Os engenheiros calcularam que, com a atual tecnologia, para fazer frente à atual demandada mundial de energia elétrica, seriam necessários cerca de 100.000 km2 (320 x 320 km) de painéis solares. No mundo atual, dispor de uma área desse tamanho só seria possível em áreas desérticas. É aí que o estudo dos engenheiros Leonid e Sergey, com base em Tesla, entra. Com imensas áreas de painéis solares instaladas em áreas desérticas, um sistema de transmissão de energia elétrica sem fio de longo alcance como o idealizado por Tesla poderia levar a energia produzida nessas áreas para o todo o mundo.

    Numa primeira fase para viabilizar o projeto, os engenheiros russo terão que construir uma torre de transmissão – Planetary Energy Transmitter – similar à Torre Wardenclyffe construída por Tesla em Nova Iorque no século XX. A torre tinha cerca de 60 metros de altura e funcionava como gigantesco transmissor de energia sem fio. No entanto, Tesla não conseguiu concluir seus experimentos por falta de recurso e planejamento adequado.

    Os engenheiros lançaram uma campanha no Indiegogo, site de arrecadação de fundos para financiamento de projetos, com o objetivo de conseguir cerca de um milhão de dólares, valor necessário para custear o projeto. Falta um mês para a meta de obter essa quantia, mas, infelizmente, até agora só foram arrecadados aproximadamente US$ 5.000.

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    Abaixo um vídeo da dupla de engenheiros, no qual explicam o projeto.

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    Tesla’s Planetary Research Program.

    http://www.youtube.com/watch?v=L4fJWE3rnt4

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    ATÉ QUANDO OS MUITOS ACEITARÃO SUBMETEREM-SE, COMO OVELHAS ESTÚPIDAS, AOS CAPRICHOS NOJENTOS DOS POUCOS PSICOPATAS DESUMANOS QUE DOMINAM O PLANETA. E DOMINAM APENAS PORQUE SÃO TIDOS COMO AUTORIDADES RESPEITÁVEIS.

    ATAQUE ABERTO

    “O maior inimigo da autoridade é o desprezo, e a maneira mais segura de solapá-la é o riso.”

    (Hannah Arendt 1906-1975)

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    • Temos aqui outro exemplo lamentável de uso da tecnologia (cinematográfica nesse caso) para veicular mensagens subversivas revolucionárias e feministas radicais.

      Fazendo uma analogia com a tecnologia se software de redes computacionais, vemos aqui a tecnologia cinematográfica sendo usada como uma estrutura lógica de camadas de rede (layers), com protocolos encapsuladores de pacotes de informações fragmentadas e criptografadas, a serem recompostos, em sua unidade de mensagem total, no destino pelo receptor final, que nesse caso é o público passivo e vítima da subversão revolucionária no escurinho do cinema.

      Refiro-me ao novo filme da Disney, “Malévola” (objetivando a subversão do público infanto-juvenil), dirigido por Robert Stromberg e estrelado por Angelina Joli.

      A crítica magistral é feita pelo Grande Cidadão e Professor Nivaldo Cordeiro.

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      Malévola, ou, a falsificação do bem.

      http://www.midiasemmascara.org/artigos/movimento-revolucionario/15308-2014-07-03-07-49-15.html

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      Malévola, ou, a falsificação do bem

      Escrito por Nivaldo Cordeiro | 03 Julho 2014

      Artigos – Movimento Revolucionário

      [ Malévola é aquela que quer praticar o mal e acaba por praticar o bem, não é bonitinho? Assim, o bem depende do mal. A velha gnose de sempre. Nesse sentido, o filme é aterradoramente anticristão. ]

      Como percebo o cinema? Como um conjunto de técnicas e ações que buscam contar uma história na linguagem própria do cinema. A base de tudo está no texto. A arte de representação se insere como parente do teatro, mas é dele diferente, porque as cenas podem ser repetidas quantas vezes necessárias, até a perfeição, permitindo inclusive que atores medíocres se consagrem. A fotografia é uma de suas alavancas principais, assim como a música. As técnicas cinematográficas têm variado no tempo, mas a arte de contar histórias, não. Existem bons filmes desde o início do cinema, e também filmes ruins atualmente, tempo de técnica superlativa. Vejo filmes como se lendo um livro eu estivesse.

      Qualquer gênero pode gerar obras primas. Os clássicos do Far West não deixam de dar grande testemunho. Gênero quase em desuso, as obras primas da primeira metade do século XX são sempre encantadoras, mesmo para aqueles que já as viram. E empregavam técnica primitiva.

      Bons filmes não necessariamente demandam técnica superlativa, no sentido do uso do aparato tecnológico de imagens e de sons. Certo, cinema é também diversão e entretenimento, mas não é só isso, ao menos para um público mais qualificado. Por isso Copolla e Kubrick foram grandes diretores e não dispuseram de toda essa tecnologia que há hoje. Não obstante, eles nos legaram talvez as maiores obras primas do cinema.

      Uma boa história cinematográfica deve falar da condição humana. É como na literatura. Por mais fantástica que seja, que lá se encontrem os conteúdos perenes da alma humana. Uma das coisas mais essenciais no cinema é a honestidade do diretor para com o autor do texto, mesmo que originalmente tenha sido escrito na forma de romance. Não posso deixar de citar o filme de Kubrick, De Olhos Bem Fechados, que se baseou num livro ambientado no início do século XX, de Arthur Schnitzler, e foi recriado na Nova York atual sem qualquer perda de finalidade do autor original e sem violar sua narrativa. Um diretor genial não violentaria a obra que lhe serviu de roteiro.

      Mesmo filmes medianos são fieis ao texto, como o de Frank Darabont, À Espera de um Milagre. Este foi de fidelidade canina à base do roteiro, escrito por Stephen King. Nem uma palavra a mais. E nem a menos. Kubrick fez o mesmo com outro roteiro do Stephen King, O Iluminado, um dos seus filmes mais celebres e geniais.

      Digo tudo isso pois fui assistir ao filme Malévola, dirigido por Robert Stromberg e estrelado por Angelina Joli. Nele vi o contrário do que espero do cinema. Esse diretor é também autor da fábula ambientalista Avatar, outra porcaria produzida pela perfeição tecnológica. O filme Malévola virou uma página de propaganda do feminismo mais rasteiro e rancoroso. O belíssimo conto de fadas do francês Charles Perrault, A Bela Adormecida, teve sua mensagem violentada ao sabor dos preconceitos descarados dos militantes e das militantes feministas.

      As figuras masculinas da história foram reduzidas a caricaturas grotescas. Os homens ou são maus ou são fracos ou ambas as coisas. O poder masculino é supostamente falso, o poder feminino é verdadeiro, segundo essa versão falsificada do conto de fadas. Mas a má intenção do autor do filme está muito bem expressa no desfecho: o beijo salvador do conto original não pode acontecer para essa gente porque é a exaltação da união natural entre o homem e a mulher, levando ao matrimônio e à família. É claro que o príncipe que aparece é um perfeito bocó e seu beijo, inútil. É como se não pudesse haver amor verdadeiro entre um homem e uma mulher, como é expresso nas falas repetidas vezes: “o amor verdadeiro não existe”.

      Amor verdadeiro só entre duas fêmeas. Eu quase achei que Malévola ia beijar a bela que dormia nos lábios. Não tiveram coragem para isso ou os produtores impediram, pois afinal as vítimas pagantes de bilheteria são, em sua maioria, infanto-juvenis. Ficaria um pouco demais, não é mesmo? Mas esse é certamente o enredo que as feministas mais radicais defenderiam.

      A maldade do diretor não se esgota nessa falsificação do original e da própria essência humana retratada no conto de fadas de Perrault. Vemos, com toda força, a exaltação da tese gnóstica de que o bem precisa do mal para existir. Jung certamente adoraria o enredo do filme, assim como Goethe. Malévola é aquela que quer praticar o mal e acaba por praticar o bem, não é bonitinho? Assim, o bem depende do mal. A velha gnose de sempre. Nesse sentido, o filme é aterradoramente anticristão.

      A figura do corvo que acompanha Malévola é o próprio emblema de Satã, sua ave totêmica. Malévola o faz transformar-se em homem, que passa a ser seu escravo e pau para toda obra. O sonho dourado das feministas.

      Malévola é a bruxa má resgatada de sua maldade e posta a “amar”. A suma de todo ódio e rancor é transformada em seu oposto. Essa é a crença essencial da modernidade e que tem se substituído ao cristianismo. Está em toda parte. O filme apenas dá uma roupagem feminista, mas o essencial da sua mensagem é a exaltação “benéfica” do maléfico.

      O grande público se encanta e se engana com o emprego da belíssima técnica de filmagem empregada, à perfeição. Mas a embalagem linda esconde apenas veneno. Uma vez na sala de cinema, apagadas as luzes, os jovens expectadores são submetidos à mais sórdida mentira, vigarice, enganação e falsificação de que é capaz um ser humano. Um estupro intelectual sob belas imagens.

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      ( http://nivaldocordeiro.net/ )

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  7. Luciano, tendo em vista o debate recente envolvendo Olavo de Carvalho e Allan dos Santos contra os católicos tradicionalistas (Francisco Razzo, Joelton Paganini, Giovanna Machado, Rafael de Queiroz e outros), que regurgitam antissemitismo, antiliberalismo e antiamericanismo contra o Olavo e seus amigos, acho que seria muito conveniente você fazer um apanhado do que houve no Facebook para informar melhor os seus leitores contra esse inimigo e escrever um texto refutando eles e enumerando os problemas que esse catolicismo tradicionalista provoca politicamente contra a causa da direita, o que acha?

    • De que catolicismo tradicionalista você está falando? Você é católico? Só existe o catolicismo tradicionalista.
      A pior coisa que pode acontecer é um ateu ou alguém que não sabe o que o catolicismo se meter nestes assuntos.

  8. Você tem noção do que é arrecadado anualmente,
    em impostos????

    Juntando todos impostos:

    ITCMD, ICMS, IR, IOF, ISS, IPVA,
    IPTU, IOF, e todos os outros…

    Dão uma arrecadação de :

    R$ 5.000.000.000.000,00 (5 trilhões) / ano

    Ou seja,
    Se você dividir estes 5 trilhões,
    por 5.570 cidades,
    e separando as proporções óbvias
    de São Paulo e Rio de Janeiro,
    ficaria assim:

    Em um ano,
    arrecadado em São Paulo (juntando TODOS os impostos,
    ou seja estadual, municipal e federal) : R$ 15 bilhões / ano
    … ou…… R$ 1.250.000.000,00 / mês (1 bilhão, 250 milhões / mês)

    arrecadado em Rio de Janeiro (juntando TODOS os impostos,
    ou seja estadual, municipal e federal) : R$ 7 bilhões / ano
    ….. ou ….. R$ 583.000.000,00 / mês (583 milhões / mês)

    Cidades turísticas e capitais:

    568 cidades
    (juntando TODOS os impostos, ou seja estadual, municipal e federal)
    R$ 2.272.000.000.000,00 / ano ( 02 Trilhões, 272 bilhões /ano)
    Dividindo entre as cidades …….. 4.000.000.000,00 (4 bilhões / ano / cidade)
    Ou,
    Das 568 cidades (principais, com exceção de Rio e São Paulo)
    cada cidade arrecada por mês: R$ 333.300.000,00 / mês
    (333milhões e 300 mil reais / mês)

    Juntando o restante das cidades,
    consideradas, pequenas e médias, porém afastadas,
    e utilizando a média da sobra,
    faz-se assim:

    5.000 cidades total de arrecadação destas anualmente:
    R$ 2.706.000.000,00 / ano (2 trilhões, 706 bilhões)

    Cada cidade arrecada anualmente: R$ 541.200.000,00
    (541 milhões e 200 mil reais / ano) ou seja:
    R$ 45.100.000,00 (45 milhões e 100 mil reais/ mês)

    Resumindo:

    Você acha que uma arrecadação de São Paulo,
    sendo R$ 1bilhão 250milhões / mês (este valor na realidade
    é quase o dobro, pois as divisões acima, são hipotéticas)
    não é mais do que suficiente,
    para dar conta de saúde, educação e estradas????

    Pois é, no Brasil
    arrecada-se trilhões,
    rouba-se bilhões,
    financia-se milhões,
    e
    investe-se mil em educação, transporte e segurança!!!!!

    Ficou irritado????
    VOTE NO PT DE NOVO, seu otário!!!!!

  9. Blender, você nem se deu ao trabalho de ler ou ao menos de interpretar o que leu, caso tenha lido não é?
    Aquilo lá não é um número total, é um número isolado, o foco é mostrar o tempo de encarceramento baseado na COR, ou você acha mesmo que a população carcerária é tão pequena assim?!

  10. Superioridade afetada mais ridícula não há: Juremir afirma que todo mundo está tendo um “delírio”, menos ele, é claro. Argumentação muito vagabunda, como esperado.

  11. Luciano, se vc critica a esquerda até quando eles falam uma ou duas pequenas coisas certas, eu acho que isso não é uma boa estratégia não, porque nos olhos do encimadomurista fica parecendo sabe o quê? Fica parecendo implicância gratuita.

    • Slaine,

      Eu não me lembro do caso em que disse que um esquerdista estava errado ao dizer algo certo. Se eu fiz, por favor me posicione, pois sou aberto a feedbacks.

      O que eu critico é dizer algo correto junto a algo errado, dentro de um argumento, e então o argumento como um todo é errado. (Isso é regra das refutações argumentativas)

      Algo que também faço crítica é quando alguém considera um fraudador como “um ser humano enganado”, o que é um erro gravíssimo.

      Em Segurança da Informação, essa é a diferença de você ter um time preparado para resistir às invasões da rede interna da empresa ou não.

      Abs,

      LH

  12. Nossa… esse Juremir é ‘colunista’ do Correio do Povo, aqui em Porto Alegre. Já foi mais esperto antigamente. Agora virou um completo alienado da ‘causa revolucionária’, mas é peixe pequeno dentro da ‘nomenklatura’. Uma vez postei algumas verdades no blog dele. Censurou tudo. Nem publicou. E ele tem uma manada que defende ele no blog (acho que muitos destes são fakes dele mesmo ou de algum ‘cumpanheiro’ dele).

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