Pizzaria Brasil acerta a mão na divulgação da receita do ensopado ditatorial

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venezuela

A luta contra o esquerdismo (especialmente a vertente da extrema-esquerda) deve ocorrer em todas as frentes. Assim como faz a esquerda. Esta é a guerra de posição.

Porém, causa-me decepção ver algumas frentes tão pouco priorizadas pelos direitistas. São as seguintes questões:

  • uso de sovietes pelo governo (como no decreto ditatorial da Dilma (de número 8243)
  • tentativas de censura de mídia
  • doutrinação escolar
  • reforma política

Justiça seja feita: realmente várias pessoas da direita entram nesses embates, lutando contra o uso de sovietes, pela liberdade de expressão, por aulas sem doutrinação e contra qualquer limitação à democracia (e a reforma política solicitada pelo PT não passa desta limitação). O diacho é que a prioridade ainda é baixa para essas questões.

O que precisamos fazer é explicar para a população por que o uso de sovietes é sempre uma arapuca (até por que os sovietes não representam o povo, apenas os “amigos do rei”), que a censura de mídia é praticamente uma pá de cal na democracia, que a doutrinação escolar é moralmente quase tão condenável quanto o estupro e que a reforma política, conforme proposta pelo PT, é feita com um único intuito: facilitar a manutenção do partido no poder de forma ditatorial.

Além dessas explicações, em larga escala, devemos estar preparados para refutar todas as fraudes intelectuais que os petralhas lançarão para promover essas ideias. São eles mesmos que dizem que essas propostas são extremamente importantes para o partido. Veja as palavras de Emir Sader e Franklin Martins, dizendo que para eles é “tudo ou nada”. Resta a nós entendermos que devemos ir para o tudo ou nada contra eles nestas questões também.

Nesse sentido, o canal do Pizzaria Brasil lançou um vídeo que deveria se tornar viral. Que mais vídeos desse tipo surjam, e não apenas do Pizzaria Brasil.

Os venezuelanos hoje estão desesperados, clamando por ajuda internacional. Mas não vai adiantar. Eles vão sofrer muito ainda, e passar por muito mais necessidades. Hoje eles são reféns da miséria criada de forma deliberada por Chavez e Maduro, que jamais sofreram por isso.

A Venezuela é o Brasil amanhã, se nós não agirmos, como brilhantemente fez o Pizzaria Brasil:

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8 COMMENTS

  1. Ayan, meu caro… Não tem como não falar neste caso da proposta de democracia deliberativa.
    Nestes dias encontrei neste site (http://tartarugademocratica.wordpress.com/2014/06/23/sobre-a-democracia-participativa/) [não sei se vc conhece] uma crítica a proposta de democracia participativa, e me parece muito parecida com a proposta do PT, a PNPS… O site é confiável? Os resultados da implantação seriam trágicos tais quais os descritos?

    • Não sou o Ayan, mas conheço o site, é de um cara que se diz democrata cristão, defende uma espécie não tão intervencionista de social democracia conservadora… Acho uma bosta, mas é um bom site. E eu penso que o cara não só escreve bem mas como procura se embasar para lançar seus pensamento. Eu gosto e recomendo. As consequencias eu acho que são essas mesmo.

  2. esse video é baseado numa animação de lingua espanhola, eu chutaria q é um video venezuelano mesmo. Mas ótima iniciativa de traduzir. Pena q não referenciou.

  3. Luciano, creio que você confundiu Emir Sader com Elio Gaspari.

    Há uma coisa em que a direita brasileira precisa apostar: os DOCUMENTÁRIOS.
    Para ficar uma comparação, desde que o Obama assumiu já foram lançados vários filmes excelentes expondo a situação pela qual os EUA passam (de cabeça, menciono aqui “2016: Obama’s America”, “Cultural Marxism” e “Agenda”).
    No Brasil, acho que o único documentário recente com proposta antiesquerdista é o “Reparação”.

    É evidente que não podemos, por ora, ter a pretensão de um documentário conservador e antipetista ir parar nos cinemas. Mas a popularização via Youtube já seria algo extremamente eficiente: (um exemplo: “O Dia que Durou 21 Anos” já se tornou bem conhecido, hoje é lugar comum no acervo esquerdista).
    Questões como falta de financiamento e o hábito brasileiro de fazer filmes apenas via Estado contribuem para esse vácuo, provavelmente. De qualquer forma, é um fato a se notar. Imaginem o impacto que um longa-metragem sobre o Foro de São Paulo causaria.

  4. A quantidade de gente supostamente educada que ainda acredita que algo de bom pode sair dessas ideologias comprovadamente fracassadas e cheirando a mofo sempre me surpreende.

  5. Já tinha visto o vídeo e o compartilhei pelo zapzap( apelido carinhoso dado pelos baianos à famosa rede social) e, se pudesse, dava um milhão de likes.

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