Carolina Torres, amiga de Maria Clara Bubna, escreve sobre o “Tribunal do Facebook”. Vamos cair no jogo ou usar uma nova ponerologia?

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Este é o terceiro e último post que faço sobre a série envolvendo o ataque covarde e fascista dos radicais da extrema-esquerda contra o ex-professor da UERJ Bernardo Santoro. Os outros dois posts foram:

Antes de mais nada, quero deixar claro: Bernardo Santoro passou por toda essa situação com uma dignidade impressionante. Até por que ele é uma pessoa que efetivamente trabalha e tem muito o que fazer. Segundo Santoro, esse assunto é passado para ele. Nas palavras dele: “É muita coisa pra fazer e pouco tempo para perder com aquela gentalha”. Por isso, peço que evitem ficar pedindo que Bernardo Santoro faça isso ou aquilo.

Se está claro que o assunto aqui não é o caso envolvendo Santoro, mas o comportamento fascista de um grupo de feministas, podemos prosseguir. Meu objetivo aqui é tratar de um fenômeno comportamental, inicialmente manifestado por Maria Clara Bubna, e agora por uma amiga dela, Carolina Torres.

Eu preciso fazer isso pois tenho as seguintes intenções:

  • Demonstrar com exemplos como funciona a moral psicopática
  • Ser capaz de mostrar como devemos nos comportar nas refutações a esse tipo de gente
  • Conscientizar tantas pessoas quanto possível da urgência de tratarmos essa gente de forma assertiva a partir de um método

Vou além e antes de começar essa parte final da trilogia sobre Bubna e sua turma, quero também usar este post para falar pela primeira vez de um método ao qual dei um nome: neo-ponerologia (ou vá lá: nova ponerologia).

É uma expansão daquilo que Andrew Lobaczewski tratou no livro “Ponerologia: Psicopatas no Poder”, uma leitura que considero obrigatória para todos os leitores deste blog. (E já está disponível no Brasil, pela Vide Editorial)

Porém, Lobaczewski limita-se a tratar de um fenômeno, e, a meu ver, gasta muito pouco tempo nos dando um método prático de como reagir à ponerologia e atuar dentro das patocracias. Por isso, além de Lobaczewski, defendo que devemos beber também na fonte de Kevin Dutton, autor do livro The Wisdom of Psychopaths.

Dutton defende que devemos desenvolver uma forma de psicopatia benigna e usá-la em nossas vidas. Para isso, ele mapeou as principais características dos psicopatas, que são:

  • Impiedade
  • Destemor
  • Impulsividade
  • Auto-confiança
  • Foco
  • Calma sob pressão
  • Resistência mental
  • Assertividade (duro, às vezes)
  • Carisma
  • Charme
  • Desapego emocional

Dutton defende, então, o desenvolvimento destas características que não possuem nenhum efeito nocivo em si. Cada característica (ou um conjunto delas) deveria ser usada em um contexto específico, de forma gerenciada. Por exemplo, um cirurgião que se desapega emocionalmente em uma cirurgia tem um melhor desempenho.

Ao aprimoramento da ideia de Dutton, para resolver os problemas levantados por Lobaczewski , utilizados no contexto específico da luta contra psicopatas (ou demais repetidores de seus discursos e padrões de comportamento) em qualquer questão política, dou o nome de neo-ponerologia.

Lembremos o conceito de Lobaczewski: em uma patocracia, não lutamos apenas com psicopatas, mas principalmente com os seguidores histéricos destes psicopatas. Estes seguidores não necessariamente são psicopatas, mas se comportam como tal. Logo, ao nos defrontarmos com eles, é como se estivéssemos nos defrontando com psicopatas. O preparo psicológico nosso, assim como nossas reações, deverá ser o mesmo tanto para lidar com um psicopata como quanto a multidão que repete seus discursos e comportamentos.

Em minha visão, enquanto não estivermos preparados para lutar contra psicopatas (ou de uma legião que age como eles), inexoravelmente perderemos. Assim, a criação de uma cultura de direita apta para se defrontar contra psicopatas (repare de novo nas características citadas por Dutton agora há pouco) é o caminho do sucesso para atrapalhar os planos da esquerda. (Note que aqui já falamos daqueles que Dutton chama de detentores da psicopatia maligna, ou seja, os nossos tradicionais psicopatas. Me referirei a estes, abandonando a terminologia de Dutton, e ao comportamento buscando emular as características deles em um conceito positivo chamarei de nova ponerologia – e já aviso que tratarei deste assunto em uma série de três ou quatro textos)

Portanto, que fique claro que eu não disse que Maria Clara Bubna é uma psicopata, e nem que a amiga dela, Carolina Torres, o objeto de estudo deste post, também o é. Particularmente, eu acho que ambas foram doutrinadas por pessoas marxistas, que inseriram na mente delas ideias dizendo que manipular a opinião pública e usar técnicas diversas de confusão da audiência é um valor a ser perseguido. Seja lá como for, não importa se elas são psicopatas ou não, pois o comportamento demonstrado envolvendo manipulação emocional alheia, busca de sofrimento alheio e falta de qualquer traço de moralidade é evidente. Devemos refutá-las da mesma forma que refutaríamos um psicopata.

O desafio do momento é o texto “Sobre o Tribunal do Facebook”, publicado por Carolina Torres em sua página de Facebook. Aos dois textos anteriores que fiz, me referirei como Texto 1 e Texto 2, conforme necessário, pois farei links para mostrar as contradições de Carolina.

Vamos começar então, uma análise do texto de Carolina, com base na nova ponerologia (além de, é claro, traços de ceticismo político e dinâmica social):

Longe de ser um evento novo, tenho visto nas últimas semanas uma boa quantidade de textos-julgamentos tratando sobre o imbróglio ocorrido na Faculdade de Direito da Uerj entre um professor e uma aluna. Pessoalmente acompanho o caso desde os seus primórdios narrados, como diretora do Centro Acadêmico e amiga da aluna, mas o ponto principal que eu gostaria de abordar é justamente o “texto-julgamento”, o tribunal online.

No começo, ela já nos revela ser amiga de Maria Clara. Ótimo. Informação anotada.

Mas o importante é que ela define algo como condenável: “o tribunal online”. Assim, ela já vai tentar começar sua interação convencendo a plateia de que as pessoas do “tribunal online” são malvadas (e estas representariam o lado do professor), e as pessoas de fora desse tribunal seriam as boazinhas. Logo de cara, já temos um sinal de alerta.

Prossigamos:

Nessa era doente que vivemos da informação líquida, me parece bastante superficial a quantidade de dados absorvidos em navegações.

Aqui ela diz que a era é “doente”, e que ela vai trazer a solução. O sinal de alerta fica mais forte ainda.

Apesar de que, para alguns, é o bastante para julgar e condenar através de seus blogs, páginas pessoais e até meios mais influentes (como revistas e jornais). Mais do que nunca a liberdade de expressão é possível, mas nos esquecemos de, como disse Uncle Ben, “with great power comes great responsability” (grandes poderes trazem grandes responsabilidades). O que avaliei de toda essa questão foi uma irresponsabilidade tremenda a tratar do assunto específico – mais uma vez, longe de ser um caso isolado -, onde só um lado foi ouvido e os textos soavam extremamente agressivos.

Aqui é hora de usarmos a principal característica neo-ponerológica para este tipo de texto: desapego emocional. O motivo é simples: a especialidade de Carolina parece ser a manipulação da emoção alheia.

Carolina claramente está tentando nos manipular emocionalmente, usando do tradicional vitimismo. Ela quer transformar sua amiga Maria Clara em vítima e aparentar, perante a plateia, a parte “representante da justiça”. Porém, ela escondeu um fato: no Texto 2, trago as evidências mostrando que o julgamento aconteceu muito antes. E quem fez o primeiro “tribunal online” foi Maria Clara Bubna e suas amigas, portanto toda essa encenação de Carolina cai por terra. Não cola mais.

É importante notar que textos manipulativos como os de Carolina começam sempre apelando ao seu emocional. Talvez por isso algumas pessoas me passaram esse texto, que realmente é desafiador para os que não estão acostumamos com tal nível de manipulação emocional vinda do outro lado. Sem prepararmos nossa mente com as características neo-ponerológicas, seríamos vítimas fáceis. Muitos chegariam até a ficar com dó tanto de Carolina como de Maria Clara. Que teriam motivos para dar risada de quem caiu no truque, claro. Por isso, o desapego emocional diante de quem usar este tipo de truque é fundamental.

No fundo, aquilo que defino como neo-ponerologia é algo que eu já vinha usando instintivamente, mas chegou a hora de transformar em um método. Aqui então, tivemos o primeiro exemplo, onde usamos o desapego emocional para não cair nas armadilhas de manipulação emocional da outra parte.

Cheguei a ler casos onde eram exigidas provas (provas de que, para quem, me pergunto?)… Vejo uma arrogância bizarra onde penas invisíveis brigam por sua “verdade mais verdadeira”, pela “versão final e certeira” dos fatos, por apontar erros políticos, incoerências através de incoerências e principalmente o delicioso discurso da neutralidade, ah!, onde a esquerda é sempre a fascista ávida por poder e o outro lado é apenas o vitimizado e desejoso de distância de questões de “politicagem” (fácil dizer que não se almeja a liderança quando já é cultura hegemônica, mas infelizmente isso é assunto para outro post).

Ela começa tentando nos enganar reclamando da “exigência por provas” fingindo que elas só podem ser exigidas, provavelmente, em um tribunal. Talvez ela nunca guardou algum recibo de nada, que serve para provar alguma coisa, e não há nenhum “tribunal” nisso. Quando você está em uma empresa e almoça fora, a negócios, costuma guardar o comprovante para receber o reembolso. Sem o comprovante, nada feito. Ou seja, a “exigência por provas” é algo do dia-a-dia de qualquer um. Se Maria Clara Bubna afirmou algo, tem que provar. Se ela disse que o professor fez X em sala de aula, tem que provar, assim como quem diz que almoçou no Fasano e pede um reeembolso de R$ 250,00 reais para a empresa, tem que trazer a nota fiscal. Note que coisas que são normais para qualquer ser humano são tratadas por Carolina como “arrogância bizarra”. Manipulação clara.

Em relação ao discurso da neutralidade, ela tenta acusar seus opositores de fazer isso. Mas o que ela está fazendo ao dizer que o “julgamento público” não pode acontecer e que as opiniões devem ser mais “ponderadas” no momento em que ela está deliberadamente tomando partido de um dos lados? Em suma, ela faz a encenação de falsa neutralidade, mas automaticamente acusa seus opositores. Quem lê este blog já deve mapear este jogo socialista logo de cara: “Acuse-os do que fazemos’.

Ainda temos o cinismo moralmente criminoso quando ela diz que seus opositores fazem parte de uma “cultura hegemônica”. Tudo isso em um momento onde é fácil que ultra-esquerdistas feministas consigam infernizar um professor de forma impune.

O parágrafo acima chega a enganar aqueles que não se desapegam emocionalmente diante de pessoas com altíssimo grau de cinismo e hipocrisia, mas é exatamente esse erro que devemos evitar, pois assim não nos deixamos manipular emocionalmente por tantos truques quanto os que foram praticados por Carolina.

Ela simplesmente lança em seus oponentes todas as suas culpas e depois lança um discurso misturando pedido de clemência, indignação e espanto, todos simulados (obviamente), a fim de “bloquear” a reação de seus oponentes. Muitos, pelo que noto, “travam” no momento em que a extrema-esquerda faz tais tipos de truque. É por isso que, neo-ponerologicamente, devemos ativar o desapego emocional (assim como a impiedade) no momento de tratar fraudes intelectuais praticadas em tão larga escala e com tamanho grau de sordidez.

Até porque esse discurso personificador, desumanizador, político – em seu sentido mais sujo- não é privilégio de direita ou esquerda, faz parte de uma necessidade talvez, deixo para os psicólogos, de julgar o outro o tempo todo, e o julgamento social é o mais cruel de todos; ele excluí, não dá direito à defesa, ao contraditório, não tem regras pré-definidas.

Ela segue no truque de se fingir de “neutra” na questão (acusação que ela havia lançado aos oponentes, lembre-se: “eles se fingem de neutros na questão”). Alias, o feminismo que ela tanto defende sequer existiria se não fosse o tal “discurso personificador, desumanizador, político, etc.”. Enfim, mais uma instância do “Acuse-os do que fazemos”…

Acredito ser irresponsável e infantil a maneira como a questão toda foi tratada por parte do professor, foram veiculados diversos textos onde apenas o seu lado foi contado e que desmoralizava a aluna. Não digo que ele não tenha a sua versão e seu direito de expô-la, porém jogar o seu adversário aos leões foi no mínimo imaturidade e razoavelmente desleal.

Mais um dramalhão vergonhoso onde ela tenta manipular a audiência. Carolina deveria se envergonhar de tamanho papelão em público.

No Texto 2, linkado aqui (volte ao início do post para rever), mostro evidências de que Maria Clara Bubna agiu de maneira leviana, embora estrategicamente planejada, pois o discurso é padronizado. Ela contou seu lado (acusando um professor de um determinado comportamento em sala de aula) e iniciou uma campanha de desmoralização, além de comandar a ação de um coletivo feminista para atacá-lo de maneira fascista.

O problema é que ela não trouxe evidência alguma das acusações feitas contra ele. O professor apenas se defendeu, ficando em um status moral muito superior ao de Maria Clara. Sabem por que? Por ter evidências a seu favor.

Quem traz evidências quando faz uma acusação não pode jamais ser acusado de desleal. Ponto. E quem não traz evidências enquanto faz uma acusação merece ser acusado de deslealdade. Logicamente, ela seria obrigada a reconhecer que só existem ressalvas morais a serem feitas na forma como a amiga dela tratou a questão (acusando sem provas), além de reconhecer que o professor agiu de forma eticamente legítima (se defendendo, com provas).

Qualquer pessoa sem deformações morais sabe que alguém que se defende com provas merece muito mais apoio do que aquele que ataca sem provas.

A inversão da moralidade praticada por Carolina é indigna de porcos, mas, como de costume, ela apela à manipulação emocional para enganar incautos.

O que foi permitido com isso foi uma invasão de privacidade de ambos os lados de fato, um desgaste emocional, físico, psicológico e claro, a sentença de diversos juízes no alto de suas cadeiras giratórias. Juízes que não se preocupam em buscar mais informações, em ter empatia, buscar razoabilidade ou proporcionalidade, a única pena aos instantaneamente culpados é o escárnio, a ofensa, a agressividade, a exclusão.

Observem a monstruosidade moral que acabamos de ler acima. Tínhamos um professor sendo acusado injustamente (via Internet) sem provas, e tendo sua carreira prejudicada. A mente de Carolina não aceita que este professor se defenda das acusações (sem provas) que sofria tanto na Internet quanto diante de um conselho. O nível de fascismo lançado contra o professor foi extremo. Mas o pior é a rejeição ao direito de defesa deste professor. Ou seja, fascismo ao quadrado.

Aí, ela tenta comover a audiência falando de um “um desgaste emocional, físico, psicológico” de sua amiga acusadora (e sem provas) para embotar a percepção de quem lê toda a questão. Ela também acusa os oponentes de prática de causar o seguinte resultado para sua amiga:  “o escárnio, a ofensa, a agressividade, a exclusão”. Como a toda frase que ela escreve, temos uma instância do “Acuse-os do que fazemos”, mas com uma manipulação  suprema da emoção da audiência.

Não me surpreende que algumas pessoas tenham achado o conteúdo de Carolina desafiador. Eles não estavam desapegados emocionalmente das artimanhas que o oponente lançaria. Se Carolina usa manipulação de emoção alheia a todo momento, é claro que o apego emocional os faria vítimas de um homérico embuste, a única forma de definir todo o conteúdo do texto da amiga de Maria Clara.

Ao cabo do dia se discutem pessoas e não ideias, nada mais prejudicial ao debate…

Mais um “Acuse-os do que Fazemos” com “Simulação de imparcialidade”. Quando o nome do professor foi levado ao conselho e submetido a uma nota de repúdio, a punição solicitada era para uma pessoa…

É, não é fácil: a quantidade de manipulações de Carolina requer um método para nos tornarmos invulneráveis ao embuste.

Faço por fim um apelo, não só para esse caso, mas para todos aqueles que desfilarão em nossos feeds, não seja você a ter o peso do martelo, não julgue o que não é da sua conta, o que você não tem conhecimento sobre. Não destile ódio pelas redes, não seja instrumento de vinganças e rixas pessoais. E caso se envolvam, acreditem em menos da metade do que leem, principalmente se o teor for agressivo e ad hominem.

Não podia faltar o “apelo”, expressão projetada de forma deliberada para manipular o emocional alheio.

O que mais este bloco de manipulação está dizendo é o seguinte, nesta tradução: “Carolina faz um apelo, não só para este caso, mas para todos aqueles que desfilarão em nossos feeds: se submeta ao peso do martelo, aceitando o julgamento sem provas que as feministas farão contra você. Ela pede que você aceite passivamente que as feministas destilem ódio pelas redes contra você, e de forma vingativa tentem destruir sua carreiras. Ela exige que você silencie diante de quaisquer acusações torpes que elas farão contra você, sem provas. E se você reagir, mostrando provas de sua inocência, elas acusarão você de tudo o que elas fizerem”.

O texto de Carolina, como mostrei, é um engodo do início ao fim. O nível de dissimulação é olímpico. Vejo que o ceticismo político, junto com a dinâmica social, são extremamente úteis no desmascaramento dos embustes. Mas ainda assim os enormes componentes de manipulação emocional podem causar “travas” em alguns. Por isso, ler o conteúdo dessa gente de forma neo-ponerológica pode ser um método adicional, pois automaticamente reestruturamos nossa estrutura mental para reagir de forma adequada contra o que há de mais pérfido, sórdido e depravado na mente humana com o sangue frio adequado para não nos tornarmos vítimas deles.

Em suma, isto é o que chamo de neo-ponerologia, método para o qual farei uma série de posts muito em breve, pois entendo que essa característica, se desenvolvida, poderá (junto aos demais métodos aqui apresentados, como ceticismo político e dinâmica social) fazer a diferença a nosso favor nesta guerra política.

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46 COMMENTS

    • Se eu não entendi nada, poderia ser fácil para você apontar as contradições, não? 🙂

      O truque que você tentou agora chama-se “crítica não-especificada”. Esse truque, digamos, é bem bobinho.

      • Ela está usando essa desculpinha da “crítica não-específica” para o pessoal que está criticando o texto dela no facebook (quem é que estava apelando para o pessoal acreditar em menos da metade do que leem por aí?).

        Só para o pesoal dar umas risadas, olha o que ela postou na parte de comentários:

        “Não entendo porque voces dois insistem em quizumbar os post sobre o assunto. Querem me acusar de fascista, cinica, manipuladora, sentimentalista, canalha… Podem ter a opinião pessoal que for, mas acho uma perda de tempo sendo que não nos conhecemos. Agora, devo no mínimo acreditar que vocês e o seu amigo são analfabetos funcionais ou cegos por seus próprios dogmas porque não entenderam o que eu falei. Não acho certo nem justo o que a Maria Clara sofreu e ainda sofre por conta de toda essa confusão como também não acho correto o que o professor sofreu/sofre, apesar de achar que ele criou muito da confusão. Mas cada um tem a sua opinião sobre o tema. E honestamente, não sei porque voces insistem nessa questão de perseguição feminista porque isso não aconteceu dentro da uerj, apesar do que a Maria sofreu por conta da exposição foi fruto de uma cultura machista (ou voces acham que ameaça de estupro é algo normal e natural e não uma criação da cultura?). Por fim os dados que voces informam sobre o caso e a certeza que dão só denunciam o quao pouco sabem. Voces podem ter a opinião que seja, que for, mas por favor, não venham mais no meu perfil particular. Obg.”

      • Maxwell,

        Essa aí chega a ser divertida. Vou até comentar os pontos dela:

        Não acho certo nem justo o que a Maria Clara sofreu e ainda sofre por conta de toda essa confusão como também não acho correto o que o professor sofreu/sofre, apesar de achar que ele criou muito da confusão.

        Quer dizer: ela IMPUTA CULPA NO OUTRO (“ele criou muito da confusão”) e vem reclamar de “tribunal online”? É de um cinismo realmente asqueroso.

        Outro detalhe: se ela não acha correto o “sofrimento” tanto de Maria Clara como o do professor, por que SÓ SE EXPRESSOU após a manifestação de Mania Clara? E não a do professor?

        E honestamente, não sei porque voces insistem nessa questão de perseguição feminista porque isso não aconteceu dentro da uerj, apesar do que a Maria sofreu por conta da exposição foi fruto de uma cultura machista (ou voces acham que ameaça de estupro é algo normal e natural e não uma criação da cultura?).

        Ela já achou o “culpado”, e lançou a culpa numa ABSTRAÇÃO INVENTADA (“cultura machista”). Eita julgamentozinho fajuto dessa aí que tentou manipular a audiência figindo ser contra “tribunal online”).

        Além do mais, que prova de “ameaça de estupro” existiu? Realmente, essa Carolina JULGA RÁPIDO DEMAIS sem ter EVIDÊNCIAS para tal…

        Por fim os dados que voces informam sobre o caso e a certeza que dão só denunciam o quao pouco sabem.

        Faltou só ela expor eom evidências o quão pouco sabemos. 🙂

        Voces podem ter a opinião que seja, que for, mas por favor, não venham mais no meu perfil particular.

        Ou seja, na hora da argumentação, ela peida.

      • Esse negócio de estupro é o seguinte: se a mulher dá pro cara e depois se arrepende, pra feminista isso é estupro. Se ela quer dar pro cara e o cara não quer ela (nem o suvaco cabeludo dela) pra feminista isso é estupro. Se ela é comunista e o professor liberal clássico, e ela se sente oprimida na aula, pra feminista isso é estupro.
        Luciano, continue falando de feminismo e vai ser só uma questão de tempo a Lola Aronovich vir falar de vc. Aí sim vai ser divertido! Até pra um amador é fácil derrubar as besteiras dela.

      • Esse negócio de tribunal é o seguinte, ela fala as coisas, não prova nada, quer que todo mundo acredite só porque ela vem fala e pronto, e quando alguém vem pedir provas ela não dá e vem com a conversa vitimista de ‘tribunal de facebook’.
        Tribunal de fb é a desculpa pra não ter que provar nada. Ela diz ‘eu não devo dar satisfação a vc’, mas ora, nem eu disse que deve, mas ela que tem que se decidir então porque primeiro ela quer que eu acredite nas coisas dela, mesmo sem prova nenhuma, e depois quando eu peço por provas ela diz que não quer mais a aprovação de ninguém? Ora se decida dona.
        —————-
        Quanto mais as feministas se esforçam pra provar que homem e mulher é tudo igual, mais elas dão mostras gritantes de falta de lógica e de objetividade que poucos homens fazem

      • Ai ó! ´E melhor vocês se resguardarem hein!

        Vocês ficam batendo tanto na menina “ingênua” que ela, como boa feminista carente, acabará deslumbradamente apaixonada por vocês. E depois, se ela colar em suas grades, então não reclamem!, e aguentem a mala sem alça. Acho que ela está, até, muito feliz da vida, vendo-se como uma feminosa ilha, cercada de homens por todos os lados, como nunca antes na história do centrinho acadêmico dela.

        NUNCA TANTOS A CERCARAM TANTO POR TÃO POUCAS ENORMIDADES.

        Hehe!
        ———-

      • À não tão cara Carolina Torres.

        Post Scriptum.

        Para o esclarecimento NECESSÁRIO à “gênia”, Carolina Torres.

        Não tão cara Carolina, saibas que a frase final do post anterior foi uma mera adaptação feita pelo Magnânimo, Esplendoroso e Olímpico Apolo, Eu Mesmo! (e nem adianta ficar toda excitadinha e/ou molhadinha comigo, pois não fazes tu, hó não tão cara Carolina, o meu tipo de mulher).

        “NUNCA TANTOS DEVERAM TANTO A TÃO POUCOS !”
        —- Sir. Winston Churchill (referindo-se aos valorosos e heroicos pilotos da R.A.F.)

        Entendeu, não tão cara, Carolina?
        ———-

      • Hahahahahahahahaha!

        Ela apagou as mensagens contrária e deletou as respostas.Felizmente eu postei aqui uma das respostas dela.Essa deve ser a pluralidade que a esquerda tanto fala.

    • À Carolina Torres.

      Carolina Torres, SAIBA, Carolininha, que todos os que acompanharam o enredo psicopático de sua “amiguinha” estúpida, a Maria Clara (sem gema), já estão plenamente cientes que ela é apenas, e tão somente, uma pilantrinha vigaristinha, safada e embusteira MAL AMADA.

      Carolina Torres, PERCEBA, Carolininha, que ser uma diretorazinha de centrinho acadêmico de uma mera FACULTETA, inexpressiva no verdadeiro e relevante mundo universitário e acadêmico do Planeta Terra, NADA SIGNIFICA, NADA ACRESCENTA. Pois continuas tu, HÓ CAROLININHA, APEDEUTA de FACULTETA, a seres uma mera semi-analfabeta habitante de “Banânia-Tupiniquin-Jabuticaba”.

      Carolina Torres, PROVAVELMENTE, Carolininha, fostes colocada na posição inexpressiva de diretorazinha de centrinho acadêmico de faculteta, para que se cumprisse, talvez, alguma cota de preenchimento de mulheres (se é que feministas feminazis são, de fato, mulheres!), adequando o tal insignificante centrinho acadêmico dessa insignificante faculteta ao já exaustivamente desmascarado e ridicularizado estilo do “politicamente conveniente”. Afinal aquela tal da Graça Foster é diretora da Petrobras, né?

      Carolina Torres, TOME CIÊNCIA, Carolininha, que para todos aqui neste blog ficaram evidentes suas tentativas (e note que eu disse “TENTATIVAS”) mal sucedidas de vitimização e apelos emocionais, que são típicos de menininhas imaturas ou vigaristas profissionais da mais antiga profissão do mundo, pois todos os homens, modestamente experientes na vida com mulheres em geral, conhecem muito bem as estorinhas de pobrezinhas e coitadinhas que essas tais profissionais vigaristas lhes contam durante a prestação de seus serviços.

      Carolina Torres, Carolininha, siga o bom conselho de Nélson Rodrigues:

      Cure-se de seu complexo de “VIRA LATAS” e “CRESÇA!”

      ———-
      Post Scriptum:

      Carolininha, por favor, não fiques muito tempo boquiabertinha, pois tua chupetinha cairá, e então te tornarás uma “FIOTINHA” pilantrinha carentinha.

      Carolininha, foi “BOM PARA VOCÊ” Carolininha?
      ———-

  1. Caro Luciano.

    Da mitologia grega nos vem, em português, termos interessantes como:
    “GIGANTOMAQUIA” = “Guerra dos Gigantes”;
    “TITANOMAQUIA” = “Guerra dos Titãs”.

    O termo “ponerologia” implica em “estudo” ou “análise” do “mal”, e portanto o seu termo (do Luciano) “neo ponerologia” induz um significado de um “novo estudo do mal”. Porem ficou claro em seu texto que sua intenção, que alias ACHEI EXCELENTE e MAGISTRAL, é a de estabelecer um conjunto de regras ou protocolos de combate e guerra a esses específicos espécimes malignos, os psicopatas.

    Portanto vai ai minha singela sugestão para mudar essa terminologia, adaptando-a a uma espécie de, digamos… neologismo Luciânico (hehe), a saber:

    “PONEROMAQUIA” = “GUERRA ao MAL” ou “GUERRA do MAL”.

    Em minha opinião esse termo é mais claro e descritivo, definindo mais precisamente o seu (do Luciano) neo processo ou neo procedimento protocolar de combate e guerra (hehe), e caso você concorde, então, por favor, fique a vontade para usar e abusar desse termo.

    Abs.

    Apolo.

  2. Um método do uso de neo ponerologia? Basta ler os meus comentários neste blog.
    Quando cheguei por aqui (o luciano deve se lembrar), era bem polido…..com o passar do tempo fui adicionando o componente de assertividade. Não é que eu tenha perdido polidez e educação….mas foi porque intensifiquei um método (que já usava inconscientemente) para um uso específico:

    1 – A análise do comportamento adversário…análise do efeito que ele espera alcançar em cada parágrafo….observação na forma que ele estrutura o pensamento na busca de (falácias, mentiras, manipulação semântica, inversão lógica)

    2 – O uso de suas estruturas de pesamento, frases e sua “ética moral” contra ele mesmo.
    Isto inclui o pedido de demonstração de funcionamento, prova de valor, evidências e submissão do interlocutor à aplicação do princípio que ele mesmo defende — em campo lógico, moral, social e econômico.

    3 – O componente de ridicularização para efeito emocional — onde o adversário passa a se guiar SOMENTE pelo emocional a ponto de não conseguir lançar argumentos estruturados em lógica. Geralmente, manipuladores emocionais costumam fazer o teatrinho da autocomiseração e vitimização…..a cada vez que ele usá-lo deve ser apontado ( o que acarreta em dano moral) e ridicularizado com mais peso (o que aumenta a carga emocional)

    Todo debate bem sucedido, em especial contra esquerdistas, fraudadores e simulacros de psicopatas passará por esses três pontos.

    No primeiro ponto: Você analisa friamente o discurso e o “benefício” que o usuário busca com tal discurso.

    No segundo ponto: Você inicia uma investida colocando o usuário em modo de defesa. E quem se defende está perdendo. Note que não é simplesmente questioná-lo (como seria esperado do ceticismo), é fazê-lo pagar o preço das suas próprias afirmações em um questionamento ASSERTIVO que previamente já aponta E ANULA o resultado do discurso que ele pretendia alcançar (não raro através do embuste).

    No terceiro ponto: Você utiliza o emocional do adversário contra ele. Note que “ridicularização” não é xingar o adversário entre outras ofensas pessoais…antes é uma demonstração sarcástica de como suas idéias e comportamento são ridículos e passíveis de riso coletivo. A ridicularização só deve ser usada quando…DEPOIS DE PEGO NO COMPORTAMENTO FRAUDULENTO:

    – O ADVERSÁRIO SE NEGA À MODIFICÁ-LO.

    – O ADVERSÁRIO INSISTE QUE SEU COMPORTAMENTO É IRREPREENSÍVEL.

    – O ADVERSÁRIO O ACUSA DE EXECUTAR O MESMO COMPORTAMENTO QUE ELE.

    – O ADVERSÁRIO ALEGA QUE ESTÁ SOFRENDO FALSA ACUSAÇÃO.

    – O ADVERSÁRIO FINGE QUE NÃO FEZ NADA DEMAIS.

    QUALQUER PRINCÍPIO MORAL EXIGIDO PELO ADVERSÁRIO PERDE FORÇA A PARTIR DA PRIMEIRO COMPORTAMENTO FRAUDULENTO. A ridicularização é feita em níveis….algo que se inicia como “as provocações de parquinho” (que são pouco funcionais) que o luciano vive editando no blog, ou podem ser frases, palavras ou a construções de DUPLO sentido (minhas preferidas, e mais efetivas segundo meus próprios testes) usadas na construção de respostas que resultará em um efeito emocional ao adversário. É importante saber que isso também pode ser feito pelo seu adversário, mas cada vez que ele fizer, você deverá subir o nível da ridicularização (o que poderá descambar em xingamentos por parte do adversário — o que demonstrará o efeito emocional)….SEMPRE APONTANDO O FATOR QUE DETERMINOU O DANO MORAL À ELE (ou seja, o(s) embuste(s) embutido(s) em todo o seu dicurso).

    A ridicularização tem como princípio encerrar a discussão ou o debate. Por isso é realizada segundo as condições acima.

    As dicas para isso são:

    – Estudar as falácias, manipulações semânticas e inversões lógicas
    – Ter conhecimento das rotinas mais comuns do adversário.
    – Aprender a usar a análises lógicas de olavo de carvalho (como complemento) em debates.
    – Enquanto refuta, aponta fraudes e ridiculariza o adversário — compartilhar a informação que corrobora seu argumento de forma simples, rápida e para pesquisa posterior dos interessados.
    – Uma maneira sutil, descontraída,ácida de se escrever e o uso sem dó nem piedade da ZUEIRA popular 🙂

    O carisma dependerá da platéia. Se o ambiente é do adversário e eles estão efetuando o ataquem em bando, carisma é desnecessário — charme também. Se o ambiente é do adversário, e eles estão se comportando (o que é raro), carisma é boa pedida e atrai quem não está tão certo do outro lado, às vezes, até o seu adversário (também raro).
    Em ambientes neutros, amigos e família — carisma, charme, paciência e uma zoação mais branda (não agressiva, ou apenas humor) é fundamental.

    Nunca subestime seu adversário, mas não o superestime. Errar é humano, e se ele errar primeiro, melhor pra você.

    PS:
    LUCIANO….aguardando você falar do pessoal do canal do otário e a censura 🙂 , inclusive pra ajudar a propagar o vídeo.

  3. E, como eles não se importaram de ter conhecimento de Deus, assim Deus os entregou a um sentimento perverso, para fazerem coisas que não convêm;
    Estando cheios de toda a iniquidade, fornicação, malícia, avareza, maldade; cheios de inveja, homicídio, contenda, engano, malignidade;
    Sendo murmuradores, detratores, aborrecedores de Deus, injuriadores, soberbos, presunçosos, inventores de males, desobedientes aos pais e às mães;
    Néscios, infiéis nos contratos, sem afeição natural, irreconciliáveis, sem misericórdia;

    Romanos 1:28-31

    O comportamento humano do fim dos tempos foi profetizado por Paulo a quase dois mil anos… O que chamamos de psicopatia não passa de juízo divino.

  4. Me desculpe a pergunta, mas você não deveria estar “caçando” peixes maiores? Acho que seria mais útil saber que frames um candidato de direita deveria usar nessas eleições(por exemplo: o petróleo é nosso, mas as estatais são deles) do que um “zé ninguém” ser desmascarado. Falo isso por que vejo que você tem um tempo limitado e sei que você tem um bom conhecimento.

    abraços

    • Marcus,

      Entendo sua objeção, mas meu foco aqui não foi nos “peixes”, mas no método. A oportunidade de eu usar um método foi interessante.

      Sobre frames, eu concordo que dá para escrever mais sobre.

      Abs,

      LH

  5. Ataque Aberto.

    ———-

    Cadê você O.A.B.?
    Por que silencias hó “magnânima” O.A.B.?

    A República está perigosamente ameaçada,
    E a OAB alcoolizada, e totalmente embriagada.

    Ei O.A.B.! Fique esperta, acorde de seu sono,
    Pois é fato: “cu de bêbado não tem dono”.

    Cadê você O.A.B.?
    Por que silencias hó “olímpica” O.A.B.?

    ———-
    O.A.B. == Ordem dos Alcoolizados do Brasil.
    O.A.B. == Ordem dos Alucinados do Brasil.
    O.A.B. == Ordem dos Amalgamados do Brasil.
    O.A.B. == Ordem dos Alinhados do Brasil.
    O.A.B. == Ordem dos Alcoviteiros do Brasil.
    ———-
    Etc, etc, etc…
    ———-

  6. Luciano, veja o que foi dito sobre o judaísmo pelo presidente da Juventude do PT, que também pode ser conferido aqui. A coisa toda rendeu uma conversa via Skype com o rabino Gilberto Venturas, como se pode ver aqui e reproduzo adiante:

    POLÊMICA NO TWITTER?
    PREFIRO O DIÁLOGO!

    as declarações do sr Fernando Moura no twitter referentes ao judaísmo e aos judeus.
    Assim como muitos, fiquei triste ao lê-las, mas ao invés de repassá-las adiante, aumentando a indignação geral, preferi procurá-lo para conversar para, quem sabe, mostrar-lhe uma forma diferente de nos compreender, tentando ganhar assim, um aliado na busca da paz, ao invés de mais um opositor.

    Conversamos via Skype por cerca de 40 minutos. Ele me falou sobre sua visão a respeito do sionismo e eu falei-lhe sobre a minha. Ele me falou sobre sua visão política socialista e eu falei sobre a minha religiosidade, manifestada em grande parte, na atuação social.

    Ele me disse, antes de mais nada, que se manifestou de forma errada e que pede desculpas pelo mau estar que causou. (Senti sinceridade em suas palavras). Disse também que tem vários amigos judeus e que sua crítica se resume ao sionismo, o qual defendi, explicando-lhe as diferentes nuances no seio do mesmo.

    Em minha última fala, discorri sobre a importância de abrirmos canais de diálogo, e de compreensão mútua, para que não caiamos na armadilha do maniqueísmo, de modo que possamos ser agentes efetivos na busca da verdadeira paz!

    Despedindo-se, ele disse concordar com a importância do diálogo e agradeceu pela abertura de mais este canal.

    Desliguei o Skype na esperança de ter feito minha parte e quiçá, ter conseguido mais um parceiro pra paz.

    Espero eu que essa coisa toda tenha se solucionado na paz que esse rabino aparentou demonstrar, mas ainda assim preocupo-me de ver gente querendo transbordar eventuais críticas ao estado de Israel (que são válidas e com certeza feitas também por judeus) para resvalar na religião que orienta a referida nação. Aliás, esse é um ponto bom para se rebater o marxismo-humanismo-neoateísmo: por que eles falam de erros e exageros do governo israelense, mas não falam dos muitos equívocos de Hamas e Fatah.

    • E o processo de ‘descarte’ do referido Fernando Moura já iniciou-se:

      ” secretaria nacional de Juventude do PT repudia todo e qualquer perfil “fake” nas redes sociais que se apresente como membro da Juventude petista e denuncia qualquer ação de discriminação e anti-semitismo que vem sendo demonstrado pelos mesmos.

      Nosso partido e a nossa juventude ao longo de sua trajetória sempre condenou qualquer tipo de discriminação aos judeus e/ou qualquer povo ou etnia.

      Nossa luta sempre será pela igualdade e respeito entre todos/as!

      Jefferson Lima
      Secretário Nacional de Juventude do PT”

      https://www.facebook.com/JPToficial

      ORA, SE O O PERFIL DE FERNANDO MOURA É FAKE, COMO ELE CONVERSOU VIA SKYPE COM O RABINO GILBERTO VENTURAS E NÃO NEGOU AS DECALARAÇÕES?????????????

      Nota-se que o texto da secretaria nacional de juventude do PT é O INVERSO DA REALIDADE.

    • É impressionante como as pessoas até hoje ainda não conseguiram se dar conta de como funciona a mentalidade da esquerda (como este rabino que é mais um exemplo).
      Não é para dialogar com este pessoal, é para denunciar. Assim que ele virar a esquina este presidente da Juventude do PT estará defendendo as mesmas coisas outra vez. É a mesma coisa que aquela transsexual do PT que defendeu a morte do jogador da Colômbia, quando colocados contra a parede vão vir com esta conversinha de que não foi bem isto que ele quis dizer. Não é para ter piedade deste pessoal, porque eles não têm de nós. O que muita gente ainda não se deu conta é de que estamos em uma disputa assimétrica. Quando o denunciamos, o denunciamos por exatamente aquilo que eles dizem, quando eles nos denunciam, nos denunciam por aquilo que eles acham que nós dissemos, e quase sempre atribuindo falas que não falamos. Não estamos lidando com pessoas interessadas em descobrir a verdade e resolver problemas, estamos lidando com pessoas que estão interessadas em promover agendas, mesmo que para isso tenham que destruir a vida de pessoas inocentes. Quando eles dão o braço a torcer é porque sentiram que foram encurralados, mas logo em seguida estarão de volta promovendo o mesmo tipo de coisa se não forem tratados como merecem.

      • Realmente a ingenuidade do Rabino é da dar pena….
        Desliguei o Skype na esperança de ter feito minha parte e quiçá, ter conseguido mais um parceiro pra paz.
        Ele realmente pensa que vai mudar alguma coisa na atuação de um MILITANTE em uma conversa de 40 minuos via skype ??????????

        É só dar uma olhada no Twitter do esquerdista (odiador de judeus e amante da causa palestina) pra ver que foi como disse o Maxwell…..o rabino virou à esquina e o cara voltou a militar….com as singelas frases (vou colocar aqui parafraseando, pois não sei se vai aceitar a incorporação em script):

        “Israel é um erro abissal, do início ao fim”

        Pedi desculpas,sim, pelo termo que utilizei, o qual foi desrespeitoso.Mas,minhas críticas seguem.Israel é um erro abissal, do início ao fim.— Fernando Moura (@CheMoura) 4 julho 2014

        “Sigo na luta pela Palestina”

        Sigo na luta pela Palestina!— Fernando Moura (@CheMoura) 7 julho 2014

        Vitimismo exarcebado….
        “Só estarão satisfeitos quando o meu corpo estiver pendurado sobre minhas tripas.”

        Só estarão satisfeitos quando o meu corpo estiver pendurado sobre minhas tripas.— Fernando Moura (@CheMoura) 7 julho 2014

        Antes disso o cara já estava usando o vitimismo:
        “Os covardes e moralistas impõe a cultura da coação, do medo. Mas a coragem sempre vence, assim como a hombridade.”

        Os covardes e moralistas impõe a cultura da coação, do medo. Mas a coragem sempre vence, assim como a hombridade.— Fernando Moura (@CheMoura) 5 julho 2014

        Noooooosssssa como ele corajoso não é?????? Vejamos qual foi a tal frase corajosa que ele bostejou no twitter:

        judaísmo,uma religião TÃO pretensiosa que se põe como RAÇA.Ora, porquê?Raça judia é mito criado por SIONISTAS,com aval das elites JUDAICAS.— Fernando Moura (@CheMoura) 4 julho 2014

        Qualquer religião é uma tosquice em plenitude. Mas o judaísmo é indescritível. É a pior, pra dizer o mínimo.— Fernando Moura (@CheMoura) 3 julho 2014

        “Judaísmo,uma religião TÃO pretensiosa que se põe como RAÇA.Ora, porquê?Raça judia é mito criado por SIONISTAS,com aval das elites JUDAICAS.”

        “Qualquer religião é uma tosquice em plenitude. Mas o judaísmo é indescritível. É a pior, pra dizer o mínimo.”

        Falar dos bolcheviques ninguém quer né? 🙂 🙂 🙂

        Até o @CCambara2 sabe da minha posição política. Comunista TROTSKISTA. E, hoje, PETISTA. Nazista e antissemita, nunca!— Fernando Moura (@CheMoura) 3 julho 2014

        O camarada é comunista trotkista, e por isso é o santo da moral e arauto da bondade 🙂 O camaradinha só pretende esconder que os comunas mataram por volta de 4x mais que os nazis, seus primos de ideologia. O fato dele ser Petista só demonstra o progresso da doença.

        Esse é o metódo de gente da juventude do PT.
        O rabino foi ingênuo DEMAIS….

        primeiro porque como todo fanático do comunismo, o cara é anti-fé, anti- religião e milita paa isso….portanto é NEO ATEU — como TODO comunista de carteirinha ele LUTA PELA DERRUBADA de todas a religiões, em, principal as monoteístas

        Segundo que também é militante da ‘causa palestina’….e isso já diz muito sobre o pensamento do sujeito — ele apoia a causa enquanto esta ter o mesmo inimigo que ele, e fazer o que muitos deles não tem coragem de fazer.

        e terceiro:
        É bem provável (me faltou estômago para procurar mais no lamaçal) que o sujeito NÃO TENHA DITO UMA PALAVRA SEQUER SOBRE OS 3 MENINOS JUDEUS SEQUESTRADOS E MORTOS ANTES DA RETALIAÇÃO (retaliação que também foi abjeta). Portanto o expediente aqui é o uso da “lágrimas de crocodilho” pelo garoto palestino, e uso da ação abjeta contra ele, para o apaio da causa que já havia matado 3 meninos judeus, ação abjeta da qual ele não falou absolutamente nada, e é bem provável que apoie “pela causa”.

  7. Carolina Torres e Maria Clara Bubna, vocês são covardes! É por causa de gente como vocês que tantos morreram em campos de concentração e gulags! Vocês deveriam ter vergonha. Não ensinaram para vocês que não existe nada pior do que ser dedo-duro??

  8. Essas duas feministinhas covardes deveriam ser enquadradas no crime de formação de quadrilha. Elas formaram uma rede que tem por objetivo perseguir e tirar o emprego de pessoas indesejadas através da calúnia e da difamação. Se isso não é uma quadrilha eu não sei o que é.

    • Eu também penso da mesma forma, mas falta alguém ter coragem para apresentar uma Notícia-Crime ao Ministério Público para comece a investigar as atividades desse grupo e o propósito real de sua existência. Está mais do que na hora da direita reagir a isso pelas vias legais enquanto ainda existe Estado de Direito no Brasil.

  9. Para vosso conhecimento, Luciano:

    Maria Clara Bubna, 6 de julho:

    “Ganhamos o selinho de “psicopatas” pela galerinha dona de blog falido que há um mês stalkeia meu perfil e dos meus amigos tentando persistentemente lucrar com a história alheia. (isso porque os psicopatas somos nós…….)

    Gente. Gente… Eu tenho 3 trabalhos da faculdade pra fazer, uma casa pra limpar, duas viagens pra planejar, intervenções e seminários pra construir. Cês devem ser, no mínimo, 10 anos mais velhos do que a gente. Sei lá, eu teria vergonha de, aos 30 anos (ou mais), ter um blog estilo Gossip Girl. ”

    Só aqui a imbecilidade dela é evidente… Ela diz que você é “dono de um blog falido”, apesar de ser extremamente bem-frequentado, como evidencia o professor Bernardo Santoro, presidente do Instituto Liberal, que indicou seu blog, e manter uma taxa de posts diários maior e mais comentada que os próprios posts dela no Facebook.

    Depois, ela diz que você stalkeia o perfil dela há um mês – apesar de que o primeiro registro dela no seu blog foi em 24 de junho, 14 dias atrás. Aparentmente, ela passou raspando nas questões de matemática do ENEM para Direito.

    Depois, te acusa de “lucrar com a história alheia”. Porra Luciano, como você lucra sendo que eu nunca vi um anúncio sequer no seu blog? Diferente dos blogs de certos Luíses Nassifes da vida, que ostentam garbosas propagandas da Caixa Econômica Federal em seus blogs. Eu gostaria de saber como nós ajudamos você a lucrar com seu blog, porque gostaria de ampliar minha ajuda.

    Finalmente, ela dá aquela saída pela “direita”, de uma típica patricinha burguesa que as feministas tanto criticam: “sou uma mulher importante demais, ocupada demais, vocês não merecem minha atenção”. E ainda acusa seu blog de ser um blog de fofoca – ou seja, falar de casos que evidenciam o mau-caratismo dos esquerdistas é “fofoca”. Haja saco.

    • Mercúrio,

      Essa menina realmente me diverte. Ela não se emenda. É impulsiva demais e comete os mesmos erros.

      Ganhamos o selinho de “psicopatas” pela galerinha dona de blog falido que há um mês stalkeia meu perfil e dos meus amigos tentando persistentemente lucrar com a história alheia. (isso porque os psicopatas somos nós…….)

      1. Ela não leu o texto (ou se finge de sonsa), pois a moral psicopática não implica que seus detentores sejam psicopatas. Ela realmente é fingida ou pirou de vez.
      2. O blog é tão falido que o posts com as evidências dela teve mais de 12.000 acessos. O pessoal aprendeu bastante assistindo o comportamento dela.
      3. Stalking? Ela realmente dá uma importância à ela maior do que ela realmente tem. Eu não mandei msg alguma para ela (e nem teria motivo para fazê-lo).

      Ihhh… parece que a encenação dela não começou mto bem.

      Gente. Gente… Eu tenho 3 trabalhos da faculdade pra fazer, uma casa pra limpar, duas viagens pra planejar, intervenções e seminários pra construir. Cês devem ser, no mínimo, 10 anos mais velhos do que a gente. Sei lá, eu teria vergonha de, aos 30 anos (ou mais), ter um blog estilo Gossip Girl. ”

      1. E se nestes seminários fizer mais acusações falsas como as que fez contra o professor, haverá mais prepardo.
      2. “Eu teria vergonha” -> brincou que ela vai tentar o truque de “shaming” aqui? Tudo isso para evitar que as evidências que a desmascaram sejam exibidas? hehehehe

      Seus comentários, Mercúrio, agora

      Aparentmente, ela passou raspando nas questões de matemática do ENEM para Direito.

      É verdade. O engraçado é que ela mente tanto (chega a ser cômico) que não presta atenção nem nas datas.

      Depois, te acusa de “lucrar com a história alheia”. Porra Luciano, como você lucra sendo que eu nunca vi um anúncio sequer no seu blog? Diferente dos blogs de certos Luíses Nassifes da vida, que ostentam garbosas propagandas da Caixa Econômica Federal em seus blogs. Eu gostaria de saber como nós ajudamos você a lucrar com seu blog, porque gostaria de ampliar minha ajuda.

      A CIA deve estar mandando um $$$ 🙂

      ela dá aquela saída pela “direita”, de uma típica patricinha burguesa que as feministas tanto criticam: “sou uma mulher importante demais, ocupada demais, vocês não merecem minha atenção”. E ainda acusa seu blog de ser um blog de fofoca – ou seja, falar de casos que evidenciam o mau-caratismo dos esquerdistas é “fofoca”. Haja saco.

      Pior que essa aí já ficou tão repetitiva que nem fale a pena mais.

      Para mim, ela foi apenas objeto de estudo comportamental da extrema-esquerda. Tanto faz se ela se chama Maria Bubna ou Serguei Bubka. O que importa é o comportamento demonstrado por ela.

      E realmente dá para ser “caso” de estudo.

      • Mas é precisamente o que o Maxwell brilhantemente apontou acima (7/7, 3:44am), sobre como funciona a mente de esquerdistas.

        Ao se ver encurralada, a esquerdista logo posa de vítima de “uma galerinha dona de blog falido” e foge como uma ratazana do navio afundando, tornando-se “atarefadíssima” de repente (mas ela estava bem DESOCUPADA quando militou agressivamente contra o professor, né?).

  10. Olhem o face da Bubna, esse grande exemplo de agressão machista:
    ‘A motorista (♥) do ônibus tá debatendo sobre futebol com uma passageira. O ônibus relativamente vazio, o único homem do ônibus tá sentado na minha frente e começa e rir e fazer sinal de negativo com a cabeça. Ele olha pra mim achando que eu vou rir junto, mas pra sua surpresa, eu viro e falo: “que que é? Mulher não pode falar de futebol não? O homem não dá autorização? Seu babaca.”

    Ele desceu no ponto seguinte, de cabeça baixa. ‘

    Em nenhum momento passa pela cabeça dela que o cara podia estar rindo de outra coisa qualquer, podia estar rindo porque o que estava sendo dito era uma grande besteira, uma besteira que se qualquer um falasse, homem ou mulher, ia ser motivo de piada do mesmo jeito.

    Esse cara, se é que essa história é verdade, não estava vacinado contra o feminismo, se ele estivesse ele saberia responder uma coisa dessas e não ficaria mendigando a aprovação dos outros, se é que pediu mesmo (‘ele olha pra mim achando que vou rir junto’).Do jeito que esse pessoal é, é muito provável ele não estivesse achando nada, que isso de querer que ela ria junto é um delírio de gente que acha que o mundo gira em torno do umbigo dela.

    Pra lidar com feminista tem que saber que ess@s pesso@s já estão predispostas a interpretar TUDO no mundo como agressão machista.

  11. Luciano, desculpa a audácia, mas você prometeu mais três, quatro textos sobre o assunto. Eu salvo os links dos mais “dogmáticos” para ler, reler e treler, e agora acabei me lembrando dessa promessa!! Se você já os confeccionou, desconsidere a cobrança!! =D

  12. Sinceramente, não acho a tática emocional de nenhuma das duas boa ou desafiadora. Um dramalhão típico de novela para adolescentes.E me desculpe a franqueza, mas tem que ser muito otário pra cair nessa. Gente desse tipo não tem vez comigo nunca.

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