Juca Kfouri dá baixaria de novo contra Aécio

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Juca Kfouri

A guerra suja da BLOSTA contra Aécio Neves segue em ritmo incessante. Dessa matilha faz parte a BLOSTA Esportiva, composta de gente como Kfouri, Trajano, Menon e outros que não se fazem de rogados ao atuar feito uma patrulha esquizofrênica.

No texto Aécio ama a CBF, Juca Kfouri deu mais um papelão nesta Copa 2014.

Vamos começar o exame de fezes:

Aécio Neves é amigo de José Maria Marin e o homenageou, escondido, no Mineirão. Deu-se mal porque o que escondeu em sua página na internet, Marin mandou publicar na da CBF.

Qual argumento Kfouri tenta nos vender? Vamos ao silogismo:

  1. Aécio teria promovido uma homenagem a Marin no Mineirão
  2. Isso comprova que estão mancomunados e alinhados em tudo que Marin fizer
  3. O item acima é suficiente para desqualificar Aécio

O argumento é furado, pois logo na transição entre os passos 1 e 2 não estão explicitados (nem evidenciados) os motivos pelos quais as homenagens teriam ocorrido. Não seria um agradecimento pelo fato de alguns jogos terem ido parar em Minas Gerais? Não sei. E Juca Kfouri não apresenta nenhuma evidência de que seja algo além disso.

Para piorar, o próprio argumento de Juca, se aplicado à risca, serve para demolir sua candidata Dilma Rousseff, pois a própria Dilma pode ser associada a Marin exatamente da mesma forma. Mas se estar associado com Marin é ruim, então o mesmo se aplica a Dilma, oras.

Para tentar provar a associação de Aécio com Marin, ele usa o estratagema chamado “Evidência na Foto”. Ou seja, basta apresentar fotos de duas pessoas juntas para dizer que elas estão associadas em tudo. Se for para jogar este jogo, eu ganho fácil, pois encontrar fotos de líderes petistas com Marin é uma moleza. Só três exemplos:

marin1

marin2

marin3

Enfim, é fácil vencer Kfouri nesse jogo.

O que se espera é que, se alguém esfregar essas fotos nas fuças de Kfouri, que ele passe a tergiversar, pois não tem como se defender mais.

Aécio também é velho amigo de baladas de Ricardo Teixeira e acaba de dizer que o país não precisa de uma “Futebras”, coisa que ninguém propôs e que passa ao largo, por exemplo, das propostas do Bom Senso FC.

Só essa para calar a boca de Juca Kfouri: em 1994 e 2002, o Brasil foi campeão do mundo, sem precisar de ajuda estatal. Se nosso país tivesse o mesmo desempenho que o futebol, seríamos uma potência de fazer frente aos Estados Unidos ou qualquer país europeu, em termos econômicos. Claro que a CBF pode ser criticada em relação a um monte de coisas, mas nunca precisou de dinheiro estatal, até por que o futebol é mantido pela iniciativa privada.

Atenção: a quantidade de críticas que podemos fazer à CBF é vasta. Mas nem se compara às críticas que podemos fazer ao estado, principalmente sob a gestão atual. Para quaisquer dúvidas, há este post que fiz ontem.

Uma agência reguladora do Esporte seria bem-vinda e é uma das questões que devem surgir neste momento em que se impõe um amplo debate sobre o futuro de nosso humilhado, depauperado e corrompido futebol.

Isso se chama oportunismo canalha, em uma falta de indignidade extrema. Tentar vender aparelhamento estatal em um momento de vexame da seleção é algo que fica abaixo da crítica política. É de uma cara de pau simplesmente assustadora.

Dito de outra forma, enquanto a maior parte dos brasileiros chora a derrota da seleção, a BLOSTA fica imaginando formas de capitalizar poder estatal através de aparelhamento. Não dá para descer mais baixo do que isso…

Mas Aécio é amigo de quem o mantém do jeito que está. Não está nem aí para os que reduziram nosso futebol a pó.

Então Aécio está no caminho certo. As coisas devem ficar como estão em termos de gestão privada, e a evolução deve surgir por pressão do público, como o pedido por mais profissionalização de dirigentes (e fim). Basta trocarmos de técnico, que temos tudo para ganhar a Copa 2018.

Mas sem interferência estatal, por favor, pois o estado já mostrou que não é capaz de controlar nem a corrupção da Petrobrás.

Ao Juca Kfouri: melhor tentar ir mamas nas tetas do estado por outra via, pois se quiser ir pela via do futebol, vamos pegar no seu pé. E é muito fácil fazer isso, pois os fatos o desmascaram com uma facilidade impressionante.

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17 COMMENTS

  1. Pra acabar de vez com esses babacas, é só ver que de 1989, ano em que Ricardo Teixeira virou presidente da CBF – um cara que Kfouri “ama” (além de colocar ele o Marin no mesmo saco), pra cá, o Brasil venceu a Copa América 5 vezes (89, 97, 99, 04 e 07), a Copa das Confederações 4 vezes (97, 05, 09 e 13) e a Copa do Mundo 2 vezes (94 e 02).
    Conseguiu essa grande quantidade de conquistas sem um pingo de intervenção estatal mas com muito blá blá blá e encheção de saco de “jornalistas” como o Kfouri. Esse cara só fala m*, e eu não compraria dele um carro usado.

  2. Sempre soube que Trajano e Kfouri eram comunistas até a medula, mas pelo amor de deus, ultimamente eles tem utilizando na caruda seus programas de mesa redonda para aplicar proselitismo comunista barato, ou então para realizar discursos pró Dilma. Antigamente os convidados eram escolhidos pela sua paixão pelo futebol; hoje, encaixam-se no perfil de celebridade esquerda-caviar politicamente correta. Ontem, para oficializar de vez que se trata de um “canal vermelho” , teve participação especial do Emir Sader para “explicar” as diferenças e semelhanças entre Merkel, Kirchner e Dilma (foi legal para dar risada com a quantidade de clichês proferidos por segundo). Enfim, assistir aos programas da ESPN está ficando cada vez mais complicado.

  3. O Brasil foi campeão em 1994 , 2002 e não em 2004. E não podemos esquecer que foi vice em 1998. Na “era” FHC Brasil dominou o mundo futebolístico, sendo campeão em 1994, vice 1998 e campeão 2002. O NAZIpetismo entrou no poder e nem no futebol conseguimos ganhar…

  4. Não sei se essas prisões são de fato legítimas, mas quando não é a esquerda que acusa o caráter ditatorial do PT, então quem acusa este caráter é chamado de coxinha, fascista etc.

    “A polícia do Rio de Janeiro prendeu neste sábado ao menos 37 pessoas por supostas conexões com manifestações marcadas para coincidir com a final da Copa do Mundo, entre Argentina e Alemanha, neste domingo no Maracanã. Consultadas pela BBC Brasil, a OAB e a Anistia Internacional avaliaram as prisões como “inconstitucionais e intimidatórias”. O grupo também deve ser acusado de “formação de quadrilha armada”.”

    http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2014/07/140712_wc2014_prisoes_rio_jp.shtml

  5. Na minha visão,
    seguiria George Orwel,
    e diria,
    muito tempo,
    os porcos se acostumaram!!!!

    Tanto PT, e os outros,
    não são dignos de elogios,
    porém….
    passou da hora de trocar
    o “time” inteiro.

    Renovação imediata,
    precisamos urgente!

    Fora PT,
    e
    Forca para Genoíno, Lula, Dirceu, Franklin Martins,
    Jean Uiiiliis, Suplicy, Sarney, Malluf,
    e todos os outros vagabundos que roubaram,
    e continuam ainda roubando
    nosso dinheiro!!!!!!!

  6. Luciano, caberia uma fala que fosse sobre a derrota da Argentina para a Alemanha em pleno Maraca. Além de o petismo ter tomado na cabeça, podemos dizer que de alguma forma o Foro de São Paulo como um todo também se ferrou bonito no templo da bola.

  7. Parabéns pelo post.

    Desmascarando esse pseudo-isento-grande-jornalista que não passa de um “funcional de luxo” agindo para dar mais poder estatal ao “partidão”.

    abs

  8. Outra coisa que é interessante falar, e a que chamei de “gramscismo de chuteiras”, é que estamos fazendo exatamente aquilo que os cronistas esportivos de que estamos falando aqui preconizavam que fizéssemos para salvar um futebol que em 2002 tornou-se simplesmente pentacampeão do mundo:

    1) Esses colunistas encheram a paciência por anos e anos para que o Campeonato Brasileiro passasse a ser de pontos corridos. 2002 (ano do penta) foi o último ano de Brasileirão com disputa de final. 2003 já foi o ano de pontos corridos e o que vimos daí em diante foi uma decadência em público, qualidade de jogo e a capacidade de jogos se tornarem acontecimentos, pois deixaram de ser aqueles acontecimentos que mobilizavam as cidades e tornavam-se algo que você lembraria para a posteridade. Subitamente os times grandes passaram a jogar um monte de vezes por ano e perdeu-se aquela sensação de um país parar para ver os dois jogos de uma final (ou três, caso fosse um regulamento como o de 1998 ou 1999, em que houve melhor-de-três, que podia ser resolvida em dois jogos caso houvesse vitória, tal qual playoff de NBA). E passamos a ver estádios vazios;

    2) Com o advento dos pontos corridos, o calendário subitamente ficou inchado nos primeiros anos de 2003 em diante. Pressionaram esses mesmos cronistas esportivos para que o número de equipes fosse reduzido. Reduziu-se até o ponto de 20 clubes e o que vimos foi claramente a perda da diversidade de um país com núcleos futebolísticos significativos além de Sul e Sudeste (vide a força do Nordeste e Belém do Pará);

    3) Com o advento dos pontos corridos, os mesmos cronistas esportivos também pressionaram pela redução dos estaduais, que hoje são de turno único e só duram dois meses, fazendo com que um monte de equipes do interior não só fiquem inativas a maior parte do ano como também não tenham a pujança de uma equipe maior e que joga o Brasileiro. Um Ituano vencendo o Santos é uma exceção das exceções e não conta como mudança;

    4) Agora vemos esses cronistas esportivos pressionando pela mudança do calendário brasileiro para que siga o molde europeu, sendo que por lá as estações correm em um ritmo diferente por obviamente estarmos falando de hemisférios diferentes e regimes climáticos difentes.

    Como se pode observar, fizemos exatamente aquilo que os cronistas esportivos recomendaram que fizéssemos. E quem tivesse um pouco que fosse de noção lembraria que:

    1) O Brasil tem a extensão geográfica da Europa Ocidental;

    2) O Brasil é geograficamente dividido em unidades que podem ter a extensão de países europeus e, por vezes, tanta ou mais população que países europeus;

    3) Logo, isso significa que temos vida futebolística intensa tanto em nível nacional quanto estadual, não devendo esse último ser desprezado;

    4) O modelo de pontos corridos e 20 clubes representa muito bem a diversidade de países europeus cuja extensão e população equivale à de unidades federativas brasileiras, mas não é transplantável para um país de extensão continental e unidades federativas com população tão grande quanto a de países europeus, isso sem esquecer que o Brasil tem mais gente que qualquer país europeu;

    5) O regime climático brasileiro favorece a parada entre dezembro e janeiro, justamente por esses costumarem ser os meses mais quentes do ano. Nos Estados Unidos (MLS), para-se também no fim do ano, mas por causa de nevasca. Na Europa, cujas latitudes são acima das latitudes médias europeias, o inverno é mais ameno por haver a Corrente do Atlântico, o que explica Lisboa estar em latitudes parecidas às nova-iorquinas, mas não ter neve no fim do ano. O problema lá é o meio do ano, com um verão turbinado por ventos do Saara. Logo, temos um calendário perfeitamente adaptado à nossa realidade, assim como o são os calendários europeu (exceto a Rússia, que para também no fim do ano para evitar o grosso do frio) e americano. Que grande mal há nisso?

    Eu não duvido que veríamos jogadores desmaiando desidratados em campo (mesmo com aquele tempo técnico caso a temperatura passasse de 31ºC) caso tivéssemos calendário europeu, isso sem esquecer que toda a nossa vida é orientada em função de uma certa pausa no fim do ano (férias escolares são maiores no fim do ano, isso sem esquecer de recessos de serviços públicos que também costumam ser em dezembro). Não acho que teríamos muita audiência de jogos realizados depois do Natal, por exemplo, até porque a cabeça das pessoas está outra. Logo, daria para projetar também uma queda do futebol daqui caso isso fosse adotado.
    E por que “gramscismo de chuteiras”? Porque vemos uma mecânica muito parecida à do gramscismo nas coisas importantes (e, como sabemos, o futebol é a mais importante das coisas sem importância):

    1) Alguém critica algo de uma determinada cultura e que sempre funcionou bem, dizendo que aquilo é abominável;

    2) Para dar estofo à crítica, começamos a ver “especialistas” midiáticos falando daquilo e que passam a ser vistos pelo povo como vacas sagradas;

    3) Surge a espiral do silêncio. Tente alguém aqui falar que é contra pontos corridos ou que não gosta desses cronistas e veja surgirem do nada um monte de “agentes Smith te condenando por dizer isso). É tanta gente dando lapada que sequer alguém tem como mostrar o porquê de discordar e, mesmo que mostre, verá os “agentes Smith” simplesmente desprezarem o que você tem a dizer ou mesmo dizer que você quer que o futebol brasileiro afunde. E nessa, você acaba guardando suas opiniões para você mesmo ou falando só com pessoas que você sabe que também são contra essa papagaiada falada pelos cronistas esportivos quase em tom de unanimidade;

    4) A coisa que os cronistas esportivos defendem é implantada e o resultado vai sendo a decadência (vide a queda de público). Aí eles dirão que é uma etapa de adaptação e que o público vai aumentar (dentro daquela lógica gramscista de que a cura de um mal implantado pelo gramscismo é uma dose maior daquele mesmo mal);

    5) Aquela primeira implantação é só o pé na porta, para que o resto vá sendo implantado a posteriori. Primeiro vieram os pontos corridos, depois veio a redução do número de times na Série A e a redução dos estaduais. Depois também tivemos a Copa do Brasil (normalmente no mesmo semestre dos estaduais) sendo esticada para durar mais de um semestre) e vamos vendo cada vez mais o futebol brasileiro sendo posto de pernas para o ar;

    6) O resultado vai sendo a decadência do futebol brasileiro, praticamente dentro daquela tônica de que seria preciso destruir algo para que surja o novo dos escombros. E as pessoas não notam o porquê de o futebol tão inconfundivelmente brasileiro ter chegado ao ponto de ser confundível com o futebol de equipes europeias de menor grandeza. Também não entendem o porquê de estarmos perdendo jogadores (uma vez que a janela Fifa de contratações sempre foi em uma época do ano em que o futebol brasileiro estava em transição dos estaduais para o campeonato nacional, o que permitia que os times se planejassem para as perdas);

    7) E aí cria-se a situação para favorecer o surgimento de “salvadores da pátria”.

    Porém, nesta Copa já tivemos a desmoralização da crônica esportiva de uma maneira decisiva. O gramscismo, como sabemos, só viceja se houver gente que nele acredite. Logo, podemos acreditar que a pregação futebolística não vai ter mais o efeito que teve, pois as pessoas lentamente irão notar que esse lobby da mídia fez mais mal do que bem ao futebol daqui (sendo que diziam que o que foi feito era para o bem daqui).
    Se formos pensar no gramscismo em sentido amplo, esse só terá força se conseguir destruir a cultura do país em que se encontra. E o futebol, querendo ou não, é valor cultural importante para o Brasil. Estando destruído o futebol, você desorientaria um povo de que tanto dele gosta e que transformou o esporte bretão de uma forma toda particular e que se tornou inconfundivelmente local. Logo, esse estranho unanimismo na imprensa esportiva pode também ser parte de um plano maior de desmoralização de nosso povo.

    Que o futebol brasileiro tem defeitos históricos, isso é verdade, mas eles não se resolvem com a importação de fórmulas prontas e que afrontam frontalmente nossa cultura. Reclamavam do mata-mata e dos regulamentos bagunçados que mudavam no meio da competição, chegando inclusive a insinuar que o mata-mata seria a causa da bagunça. Porém, qualquer pessoa com um mínimo de informação veria que há campeonatos organizadíssimos, com regulamento estável e que são de mata-mata (vide os campeonatos americanos e, no futebol, a MLS, que hoje leva mais gente aos estádios que nosso Brasileirão). Logo, os defeitos seriam perfeitamente solucionáveis mantendo o consagrado pela cultura brasileira (vide os bons regulamentos de 1998 e 1999). Alguns poderiam lembrar de dirigentes não muito confiáveis e que enriqueceram com cartolagem, mas isso é coisa extracampo e não mudaria com a alteração do regulamento. E o futebol brasileiro era tão forte que mesmo com esses defeitos seguia ganhando bem os campeonatos e mantendo alguns ídolos por aqui (a ponto de termos seleções que não tinham a enorme porcentagem de jogadores no exterior como a que vimos malograr nesta Copa). Logo, seria questão mais de lapidar um diamante do que quebrar esse diamante.
    E aqui também podemos considerar que os gramscistas das quatro linhas também estavam defendendo essas coisas porque era um grande negócio para eles. Com certeza esses caras não gostam de cobrir jogos menores e, por isso, defenderiam mais jogos maiores por uma extensão maior do ano. Logo, também podemos compreender a sanha deles contra os estaduais (em que times grandes jogam contra times menores em cidades e estádios pequenos que nem de longe são suntuosos como os das grandes cidades) e muitos clubes no Brasileirão (uma vez que os obriga a se deslocar por extensões maiores de nosso país-continente). Para não dar na cara que eles odeiam equipes pequenas, começaram a defender que os estaduais fossem uma espécie de acesso às ligas maiores, sendo que no contexto brasileiro esses estaduais só iriam mesmo virar uma versão maior de um Desafio ao Galo, sendo que esses times iriam continuar enfraquecidos e exportando cérebros.

    Portanto, como podem observar, é lícito que suspeitemos que a fraqueza do futebol brasileiro atual possa sim se dever em parte (ou mesmo boa parte) por termos feito exatamente aquilo que uma multidão de cronistas esportivos que não poderiam ser mais antibrasileiros nos preconizaram como a salvação da lavoura (mas que salvou a lavoura deles por haver aumentado o número de assuntos sobre os quais eles podiam discorrer). O problema é que esses cronistas não notaram que cavaram a própria cova em longo prazo e agora correrão o risco de o brasileiro começar a pensar menos em futebol do que costumaria pensar (vide o vôlei crescendo do jeito que cresceu até por ter “voado por baixo do radar” de uma imprensa esportiva focada em moldar o futebol daqui à sua imagem e semelhança).
    E quem for ver a revolução no futebol alemão notará que ela ocorreu muito nas situações externas ao campo e não na estrutura básica de lá. Obrigaram que os times gastassem menos do que arrecadam, montaram uma infraestrutura de identificação de talentos, montaram uma boa estrutura geral. Porém, não mudaram o sistema de disputa do campeonato (que por lá é de pontos corridos, mas que se adequa ao contexto local de ser uma nação europeia) nem o calendário ou a divisão de responsabilidades.

  9. Perfeito Luciano…esses caras só falam merda mesmo, deixei de assistir esses insanos faz tempo, muita choradeira pra pouca informação……A Copa foi um espetáculo, porque a FIFA organizou e pressionou a coisa ….Li em algum lugar mais ou menos assim…. que Cuba parece com o Brasil…Cubano louco pra fugir de cuba para outros países, como Jogador brasileiro é louco pra fugir para a Europa…. porque será!!! abraços a você e a todos do blog.

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