Isto é marxismo cultural: um radical de esquerda invade Igreja usando calcinha, provoca religiosos, obtem revide e se finge de vítima

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yuri

Imagine a seguinte situação: um local de reverência às vítimas do Holocausto é invadido por um skinhead, com o único intuito de escarnecer a tragédia que se abateu sobre os judeus. Após ser duramente criticado por frequentadores do lugar, o skinhead se diz vítima de “intolerância”.

Também podemos realizar outro cenário: um local de culto aos escravos é invadido por um militante da KKK. Expulso do ambiente, o racista reclama de “falta de democracia”.

Se você achou tais situações hipotéticas descabidas, saiba que algo assim ocorreu no dia 18 de julho, quando um auto-denominado “artista baiano”, Yuri Tripodi, invadiu uma Igreja com uma calcinha enfiada no rabo. Tanto a calcinha como o rabo são dele, mas a Igreja, a Catedral da Sé, em São Paulo, é com certeza um lugar importante para seus fieis.

Obviamente, Yuri praticou um crime de ultraje a culto, conforme previsto no Art. 208:

Escarnecer de alguém publicamente, por motivo de crença ou função religiosa; impedir ou perturbar cerimônia ou prática de culto religioso; vilipendiar publicamente ato ou objeto de culto religioso:

Pena – detenção, de um mês a um ano, ou multa.

Parágrafo único – Se há emprego de violência, a pena é aumentada de um terço, sem prejuízo da correspondente à violência.

É claro que, mesmo cometendo uma mistura de crime com afronta, Yuri ainda teve o cinismo de dizer o seguinte:

Recebi mensagens no Facebook com discurso de ódio e violência, além de homofobia, me chamando de “viado”, “aidético”. Dizem que se estivessem lá, eu não teria saído vivo, entre outras coisas. Que paz e amor cristãos são esses, se não respeitamos uma ideia diferente sobre a forma de lidar com o mesmo material simbólico? O ato não foi agressivo, não escarneci ninguém em sua crença. Simplesmente estava vestido com uma roupa que não é considerada adequada, mas o que é adequado? E se eu tivesse a fé que eles têm e estivesse de luto por alguém com aquela roupa?

A sordidez impera no discurso acima. Depois de fazer uma provocação acintosa aos sentimentos dos religiosos, o sujeito consegue o efeito desejado: atrair a ira de parte dos que foram ofendidos. Tudo para que ele possa se fingir de vítima e esconder seu crime, além, é claro, de usar uma instância de chantagem emocional ao falar “E se eu tivesse a fé que eles têm e estivesse de luto por alguém com aquela roupa?”. Fico imaginando que pessoa gostaria de ser homenageada por “luto” com uma palhaçada dessas. Ademais, o nível de cretinice segue à estratosfera, pois qualquer pessoa pode estar de luto em qualquer momento, ofendendo outras pessoas ou não, praticando crime de ultraje a culto ou não. Isso não muda o fato de que não há justificativa moral para invadir ambiente alheio e ofender as pessoas do recinto, principalmente quando há lei para protegê-las disso.

Claro que não se deve endossar ameaças à integridade física de ninguém, mas também deve ser óbvio para qualquer pessoa intelectualmente honesta que Yuri fez de tudo para ofender pessoas ao máximo, a ponto de fazer algumas delas lançarem ofensas e ameaças contra ele. É evidente que ele não é nenhum “coitadinho”, mas um estrategista que entende as reações de pessoas provocadas como se fosse um prêmio. É o mesmo naipe de gente que ofende a polícia para ser preso e depois se dizer “vítima de fascismo”.

Yuri é um retrato dos militantes de extrema-esquerda que partidos deploráveis como PT, PCdoB e PSOL tem conseguido amealhar em suas sessões de doutrinação escolar em áreas de Humanas nas universidades.  O exército montado por esses partidos socialistas é perigoso por conter gente como Yuri: pessoas que se submetem às maiores baixarias possíveis e são capazes de fazer uma expressão angelical até enquanto estão cometendo um crime. Para piorar, indivíduos assim, especialmente quando são funcionais, agem como se nada tivessem a perder.

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29 COMMENTS

  1. O pior é que o malandro tem a coragem de se comparar a Jesus Cristo voltando na terra. O narcisismo desse pessoal é algo que faria o próprio Narciso se escandalizar.

    Faltou dar destaque para a malícia jornalística deste veículo sem vergonha: Chamando um criminoso de “artista”, e dando destaque para a meia dúzia de ameaças que ele naturalmente iria receber. Como se o crime de ultraje a culto fosse uma quebra de tabus de uma sociedade arcaica (apenas fazer polêmica), e os contra-ataques de Facebook dos católicos cabeça-quente fossem o exercito romano colocando Jesus na cruz.

    É irônico como esses são EXATAMENTE os mesmos filhos da puta que exigem mais espaço na mídia, através do controle estatal e Ley de Medios.

  2. Cara tira foto do crime, e ninguém o prende? Putz, todo cidadão poderia dar voz de prisão, cadê representação no MP, onde está a polícia no local? Falharam feio.. não exercem o direito que tem, acaba fazendo a lei letra morta. Esse pessoal precisa olavar…

  3. Olha o nome da performance “ul-traje para ocasiões fúnebres”.
    O objetivo do “artista” está escancarado e o jornalista que fez a matéria não se deu conta?

  4. Cristo botou pra correr do templo quem estava vendendo coisinhas. E não vai ser “cristão” botar pra correr quem vai lá pra atacar o cristianismo?

    Esses animais vão continuar fazendo isso enquanto ninguém se levantar para impedir. O cristianismo sempre foi defensor da legítima defesa e os cristãos estão sendo nitidamente atacados. Defender a sua própria liberdade de culto passa a ser não apenas um direito, mas um dever de quem diz seguir Cristo.

  5. É realmente um truque eficiente: se eu reajo e meto a mão na cara do abusado, como ele bem sabe que merece, e mesmo conta com isso, eu sou o “intolerante”, e ele a vítima. Se não faço nada, ele ganha a parada, pois faz o que lhe dá na veneta sem qualquer consequência pelos seus atos.
    .
    Deve ser por isso que ninguém faz isso numa mesquita, hehehehe.

  6. Se fosse na igreja que eu frequento, não deixaria o psicopata ficar por mais do que 5 segundos. facilmente o imobilizaria e o levaria pra fora. se ele fizesse força, eu rapidamente o levaria para o pátio, enquanto chamo a viatura. depois faria B.O.
    mas a maioria dos cristãos é trouxa.

  7. Um dos grandes problemas é: quem vai processar o sujeito por ultraje a culto? Se nem isso fazem, vão continuar apanhando e dando força ao inimigo. No meio desses fiéis não existem advogados, que podem pegar essas imagens e processar o cara?

  8. A chefia do escárnio está no comando do país, por isso é que vemos mais e mais imbecis se manifestando de todas as formas sob o rótulo de uma suposta democracia, disfarçada de terrorismo e de alienação para confundir os menos cultos sobre o sentido de uma sociedade civilizada.

  9. Quando soube que o nome do sujeito era Yuri e que estava atacando a ICAR,logo pensei no Yuri Grecco,vlogger neo-ateu que é biólogo.Até que ficaria engraçado com uma calcinha enfiada naquele rabo gordo

  10. É um absurdo! Um cão sarnento e um bêbado inconveniente são mais dignos que esses depravados imundos que invadem Igrejas para escarnecer e profanar. Quando é que os cristãos vão reagir contra isso? Não é a primeira vez nem será a última que farão isso, mas além da proteção do Céus, é preciso cobrar pela garantia e pela proteção que a Justiça dá, por mais que ela esteja corrompida. Ultraje a culto é crime previsto por lei!

  11. Luciano, eu vi o álbum de fotos da “performance” dele, e o álbum era intitulado “ul-traje” a sei-lá-o-quê, e ainda com uns versinhos vagabundos de provocação explícita.

    Ou seja, primeiro o cara admite o ultraje, depois o nega. A coragem dele foi pras picas, depois da indignação geral.

    Mas cabe aqui uma pergunta: não tinha ninguém com culhão de discar 190 lá da Igreja não? Evangélicos fazem isso ao invés de reclamarem depois! Além de tudo caiu a lei de atentado violento ao pudor pelo jeito!

  12. Na minha Igreja ele teria descido rolando as escadas, sob pontapés, socos, voadoras e o que mais de direito..
    .
    Vá ultrajar na puta que lhe pariu, seu fi duma égua. E mais, quem ousasse defendê-lo também seria premiado com os mesmos mimos.

  13. Putz, nem era preciso fazer comentários a respeito da “defesa” patética do cara, é ridícula por si só e um teste de sanidade, pois qualquer um que ler isso e não pensar “QUE BOSTA” já pode catar o diploma da jumentice.

  14. Essa “ingenuidade” da vítima é a mesma de alguém que mete a mão dentro de um balde de piche e se indigna quando fica preta.

    Mas a idéia do “ingênuo” nesse caso é esperar que fique preta, pra ele poder culpar o piche kkkk. Isso era pra ser levado a sério?

  15. E eis que amiguinhos do tal Yuri começam a apoiá-lo, mais ou menos dentro daquela linha de um louco apoia o outro e chama os normais de doentes, como se pode ver aqui, cujo texto passo abaixo:

    Carta de apoio ao artista Yuri Tripodi ou Como o século XXI é apenas uma presentificação do passado
    26 de julho de 2014 às 06:42

    Berlim, 26 de julho de 2014.

    A apenas dois dias antes de voltar para o Brasil, vejo-me absorta ao perceber as reações desproporcionalmente violentas e até criminosas à performance ul-traje para ocasiões fúnebres,do artista Yuri Tripodi.

    Yuri é autor de dois trabalhos recentíssimos, realizados no Porto da Barra, em Salvador, e outro na Catedral da Sé, em São Paulo. O mote dessas duas performances é a fricção entre o corpo do artista, a vestimenta que ele compôs especialmente para cada trabalho, e o espaço no qual ele os insere. Nada menos clássico, ao menos quando olhamos para a história da performance no século XX. O choque do público parece ser menos a intenção de Yuri, do que realmente a potencialização de estados de sensações e sentimentos que pairam e habitam os ambientes escolhidos. Ou seja, através de tais fricções, Yuri Tripodi desvela humores e pensamentos que permeiam aqueles espaços, fazendo-os dar as caras.

    A arte não está acima de tudo. Ela não é algo destacado da vida comum das pessoas. Não está acima da religião, não está acima do comportamento vigente, não está acima das leis. Mas essas afirmações também se aplicam à religião, que não está acima nem da arte, nem do bom senso. A religião, num país potencialmente criativo como o Brasil, é mais um meio de expressão ere conhecimento do outro, da diferença, de sentimento de coletividade, de traspassamento de si, do que de endurecimento. Bem,ao menos eu gostaria (e não sozinha) de que qualquer religião exercesse esse papel em nosso país.

    O corpo de Yuri, como material de seu trabalho, tem sofrido ameaças a sua integridade. Parece que suas performances, especialmente a realizada em São Paulo, foi tão bem sucedida que, ao desvelar o que ali pairava, acabou potencializando todo o enrijecimento e embrutecimento de uma sociedade orientada para a intolerância, o preconceito, a vilania, a sordidez e, como se nada disso bastasse, a violência. O artista tem sofrido infinitas violências, tanto na invasão à sua vida privada, quanto na tentativa de desmantelamento emocional, e mesmo ameaças reais de castigo físico. Essas manifestações são oriundas de pessoas das mais diferentes origens,religiosas ou não, que têm em comum entre si a sombra nebulosa do facismo.

    Pergunto-me se era então o facismo que estava velado? Esse que, em maior ou menor medida, adormece dentro de cada pessoa e se manifesta como um capataz do outro quando menos se espera? Essa semente do mal,plantada com esmero por anos de “educação” e “convívio social”, que ameaça nossa potência criativa, nossa energia vital,nosso gozo, nossa capacidade de rir e chorar, de transcender, de viver? Receio que sim. Uma sombra viva do passado, que se atualiza a cada dia, como um fantasma encarnado, como uma possessão.

    As reações tem sido tão assutadoramente desproporcionais que o artista publicou em seu perfil do Facebook que necessita de ajuda coletiva para deixar o país, pois teme sofrer algo pior. Esse mesmo país para o qual estou voltando agora.

    Quero manifestar aqui meu total apoio ao artista Yuri Tripodi por entendera importância da sua proposta artística para a discussão da tríade violência – medo – culpa em nossa sociedade. Quero estar ao lado dele e de tantos outros como nós, ao lado dos que se importam em festejar a vida e fazem de tudo para chacoalhar a poeira dos móveis do porão. Afinal, com poeira sobre eles nem sequer podemos enxergá-los. Agora, quando se pode vê-los, é possível olhar para eles e pensar se é mesmo necessário guardar tudo aquilo para algum dia. Será que aquilo tudo que está atravancando nosso espaço ainda será útil para nós? Ou apenas está constrangendo-nos, limitando nosso espaço? Seria melhor limpar o porão, jogar a velharia acumulando poeira fora, e deixar o espaço livre para uma grande festa?

    De qualquer maneira, uma certeza é evidente: ninguém fará isso sozinho. Se é hora de se recolher, outros estarão em teu lugar,amigo. Recuo também faz parte da estratégia da nossa máquina-criação, para recuperar a força e fazer a roda girar.

    Yuri,você será bem vindo aonde quer que vá!

    Axé!!

    Giorgia Conceição

    Referências sobre as performances de Yuri Tripodi e suas recentes repercussões

    Conheçao homem que desfilou com o ‘bikini quadradão’ em Salvador

    http://www.ibahia.com/detalhe/noticia/quis-derrubar-a-mesmice-do-pensamento-quadrado-diz-homem-que-desfilou-de-biquini-em-praia-de-salvador/?cHash=9ffb5610207d1afa53887a3e4227da54

    Após usar biquíni, Yuri Tripodi diz: ‘Temos que inventar outros modos de existir’

    http://www.nlucon.com/2014/06/yuri-tripodi-biquini-bikini-quadradao-praia-entrevista.html

    Artista recebe ameaças após performance polêmica na Catedral da Sé, em São Paulo

    http://extra.globo.com/noticias/brasil/artista-recebe-ameacas-apos-performance-polemica-na-catedral-da-se-em-sao-paulo-13351449.html

    Uma coisa que seria interessante falar e que tenho notado nos tempos mais recentes do marxismo-humanismo-neoateísmo: a obsessão com o corpo, não naquele sentido de um marombeiro vigoréxico ou uma mocinha anoréxica ou bulímica, mas sim em relação ao corpo em si, como se este fosse uma entidade separada da pessoa, sendo que o corpo é a própria pessoa e dela indissociável, uma vez que não temos como transplantar a consciência de alguém para outro corpo nem há como se fazer transplante de cabeça (já tentaram com macacos, mas eles ficam tetraplégicos), ainda que alguns digam que será possível em breve.
    Porém, que voltemos à obsessão dos MHNs por corpos. Na nota que reproduzi acima, temos duas vezes a palavra “corpo”, sendo que em uma delas referem-se ao de Yuri como seu instrumento de trabalho (como se nós que trabalhamos não precisássemos de nossos corpos para extrair nossos sustentos). Porém, também podemos falar sobre o famoso “meu corpo, minhas regras” das feministas, em que elas tratam a si próprias como algo separado de seus corpos. Chegam até a se expor ao ridículo de registrarem seus corpos como uma propriedade privada. E nessa, só vão abrindo mais e mais espaços para que o marxismo-humanismo-neoateísmo que eles defendem seja mais e mais ridicularizado, como podemos ver nesta e nesta outra nota de Facebook, além desta nota que mesmo que alguém ateu concordará com alguns tópicos e os achará plenamente válidos.

    Porém, voltemos ao tal Yuri e vejamos que a ação dele pode cair dentro daquela lógica de que o MHN nada mais é do que um negócio que alguém faz, como se pode ver nesta nota. Diz ele que irá para o exterior porque supostamente estaria sofrendo ameaças. Será mesmo que alguém iria perder tempo perseguindo esse cara? Eu acho que não e quem observar os comentários notará que um monte de gente já demonstrou sacar a estratégia do cara de querer ter a razão tanto se alguém nada fizer como se alguém descer a porrada nele.
    Lembremos que isso não é muito diferente do que já houve em Marchas das Vadias, principalmente no Rio, em que vimos invasão à Igreja de N. Sra. de Copacabana, ou aquelas invasões feitas pelo Femen em igrejas europeias. Aproveitam-se do fato de a Igreja Católica estar de portas abertas até para quem nela não acredita e, portanto, sem haver um esquema de segurança muito ostensivo. Como não há o esquema de segurança ostensivo, essas pessoas têm tempo de pegar desprevenido o povo que está lá dentro. Sempre são ações ultrajantes rápidas o suficiente para que não se tenha tempo de conter o impacto já dado, mas sim conter o cara, que daí poderá alegar que está sendo oprimido e toda aquela conversa mole que conhecemos.
    E aqui novamente solicito que se passe a prestar atenção ao componente narcisista que está embutido no MHN e que consideremos o narcisista como mais um elemento além dos psicopatas e histéricos. O narcisista quer ser o centro das atenções, nem que ele precise passar um ridículo pelo qual psicopatas jamais passariam e veemente se recusam a passar. Esse cara queria atrair a atenção para si próprio, mesmo que estivesse dizendo que lutava por terceiros.

    Para finalizar os comentários a respeito desse episódio, que se veja como os MHNs estão querendo que os cristãos sejam mansos ao dizer que eles não teriam amor ao próximo. Esquecem-se os mesmos que Jesus expulsou os vendilhões do templo bradando um chicote e os chamando de diversos nomes. Porém, aqui eles ficarão com problemas, pois querem vender a imagem de que Jesus seria um riponga, coisa que ele nunca foi, e terão de admitir que Cristo também defendia o respeito à fé.

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