Airton Soares, um dos fundadores do PT, fala dos “1000 mísseis inofensivos do Hamas”

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Utilizado de forma bizarra pelo PT para criticar Israel, o discurso de “proporcionalidade” na boca de qualquer petralha é tão deslocado quanto cebola em salada de frutas. O partido trabalha a partir do jogo da ausência deliberada de senso de proporções em quaisquer discursos que façam.

Agora é a vez de Airton Soares, um dos fundadores do PT, que definiu os “1000 mísseis” (na verdade, são mais de 2.000) lançados pelo Hamas contra Israel como “inofensivos”. Na cabeça dele, devem servir apenas como fogos de artifício.

O fato é que Israel tem um belíssimo sistema de defesa anti-misseis, o Iron Dome, que foi desenvolvido exatamente pelo altíssimo potencial de destruição dos misseis lançados pelos inimigos do país. Mas se fossem “mísseis inofensivos”, nenhum sistema precisaria ter sido criado, certo?

O raciocínio de Airton é tão tresloucadamente doentio e bizarro que, se usado para a questão da violência, poderia definir as armas como “inofensivas” pelo fato de algumas pessoas conseguirem se proteger através de blindagem dessas armas.

Porém, qualquer mecanismo de segurança é suscetível a falhas e vários mísseis já conseguiram atingir Israel. Claro que em uma quantidade ínfima em relação aos objetivos do Hamas. Pelo que se entende, a capacidade que Israel adquiriu para se proteger de destruição intencionada por fanáticos do Islã irrita muito a extrema-esquerda brasileira. Isso é que é vontade de ver os judeus serem bombardeados!

O discurso de Airton, embora involuntariamente cômico, não pode ser tratado apenas como piada. É uma afronta à ética, à moral e qualquer avaliação racional da vida em sociedade.

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27 COMMENTS

  1. Prezado Luciano,

    Sei que não estou comentando sobre o assunto,
    mas é hora de realmente falar
    sobre Florianópolis,
    e algo que você com certeza não sabe,
    então aí vai:

    Poucos sabem, e conhecem a verdadeira história,
    sobre o termo “manezinho”,
    que hoje é considerado de sinônimo de florianópolitano.

    Então,
    vamos lá…

    Manezinho,
    sempre foi uma expressão pejorativa,
    que todos os cidadãos de Florianópolis,
    utilizavam para comentar sobre as pessoas do “interior (nativos)”
    que moravam em locais com Ribeirão da Ilha, e Barra da Lagoa,
    entre outros.
    Eram pessoas simples, sem estudo,
    normalmente pescadores,
    que falavam rápido demais,
    e muito errado,
    usavam expressões do tipo:
    – ói ói ói
    – tu vê tu vê tu vê
    -se qúez quéz, não quéz diz!
    e muitas outras…..

    Em 1984,
    Edison Andrino, foi nomeado Prefeito de Florianópolis,
    assim que todos souberam,
    e viram que ele era o Prefeito,
    começou a gozação…

    Putz… colocaram um manezinho na Prefeitura!

    Não acredito! Um mané de Prefeito!

    Fim da picada, o manezinho ganhou a Prefeitura!

    E assim foi…

    Politicamente falando, cada dia que passava,
    Andrino, mais era alvo de piadas,
    e pegava muito mal…

    Foi assim que,
    chamaram um jornalista chamado Aldírio Simões,
    muito conhecido e popular entre os pobres,
    e criaram junto com este,
    a expressão manezinho da ilha!

    Desde a criação,
    inverteram a situação do manezinho,
    semanalmente era colocado no jornal
    o MANÉ da SEMANA, com uma página inteira
    do jornal falando de seus feitos, e suas histórias,
    e assim demonstrando que o manezinho,
    é uma figura boa, alegre, inteligente,
    e que fez e faz muito pela cidade!

    Logo em seguida foi criado o troféu:
    Manezinho da Ilha,
    para parabenizar muitos que contribuiram
    pela cidade!

    Então….

    Em Florianópolis, criou-se (politicamente)
    algo estranho, um termo pejorativo,
    tornou-se um termo de “orgulho” para o morador!

    Resumindo,
    quem é mané, ou manezinho,
    é realmente alguém sem cultura, que fala errado!

    Sou florianopolitano, com muito orgulho,
    manezinho é o seu Edison Andrino!

    • Everaldo,
      Mas o que tem a ver alhos com bugalhos ?
      Sabe, tb sou Florianopolitana, e em nada me incomoda essa historia toda de manezinho ou não.
      Acho isso tao irrelevante, quando estamos vivendo situações importantes no contexto nacional,
      como nesse post sobre o partido do governo federal apoiar terroristas.
      Na boa não me leve a mal, mas algo aconteceu contigo pra te importares tanto assim com o termo manezinho ser aplicado ao nativo de Fpolis ?
      Abraço.

      • Prezada Ana,
        Sei que comentei sobre algo que não tem nada a ver com a matéria de Luciano.

        Porém,
        considero importante que seja colocada a realidade dos fatos desconhecidos,
        pelo povo brasileiro,
        foi o que fiz,
        expliquei a verdadeira origem do “mané”,
        que é e sempre foi um termo pejorativo!

        E se você analisar o que escrevi,
        verá,
        que devido à um político, inverteram toda situação!
        É onde quero chegar.

  2. MISSEIS INOFENSIVOS, MÍSSES INOFENSIVOS, MÍSSES INOFENSIVOS, MISSEIS INOFENSIVOS, MÍSSES INOFENSIVOS, MÍSSES INOFENSIVOS, MISSEIS INOFENSIVOS, MÍSSES INOFENSIVOS, MÍSSES INOFENSIVOS, MISSEIS INOFENSIVOS, MÍSSES INOFENSIVOS, MÍSSES INOFENSIVOS, MISSEIS INOFENSIVOS, MÍSSES INOFENSIVOS, MÍSSES INOFENSIVOS, MISSEIS INOFENSIVOS, MÍSSES INOFENSIVOS, MÍSSES INOFENSIVOS, MISSEIS INOFENSIVOS, MÍSSES INOFENSIVOS, MÍSSES INOFENSIVOS, MISSEIS INOFENSIVOS, MÍSSES INOFENSIVOS, MÍSSES INOFENSIVOS, MISSEIS INOFENSIVOS, MÍSSES INOFENSIVOS, MÍSSES INOFENSIVOS, MISSEIS INOFENSIVOS, MÍSSES INOFENSIVOS, MÍSSES INOFENSIVOS, MISSEIS INOFENSIVOS, MÍSSES INOFENSIVOS, MÍSSES INOFENSIVOS, MISSEIS INOFENSIVOS, MÍSSES INOFENSIVOS, MÍSSES INOFENSIVOS…

  3. Esse é um dos comentaristas convidados do Jornal da Cultura que fica quase sempre falando as maiores bobagens, tentando explicar tudo com lembranças de quando era deputado, fazendo rabiscos numa folha de papel na frente dele e apanhando do Prof. Villa, seu parceiro na mesa. Não lembro de uma só vez que ele tenha acertado um comentário com uma opinião minimamente fundamentada ou acrescentado um ponto esclarecedor na discussão, o cara é uma contante bola fora. Para piorar sua situação, aparece ao lado do Prof. Villa, um dos analistas políticos mais claros e coerentes.

    Se o patriota for perguntado sobre o conflito Israel-Hamas posso até ver sua resposta: vai segurar o queijo (como na foto acima), fazer ar de profundo e isento, rabiscar algo no caderno dele e soltar uma batatada qualquer apoiando o lado terrorista. Assertei?

  4. Eles já não fazem nem questão mais de esconder o fato de que estão mentido. Já mentem descaradamente e explicitamente. Nada de bom vai advir disto.

    E a maior prova disso é o ‘um peso duas medidas’ que eles usam. Usando como exemplo a própria faixa de Gaza, eles se calam quando se coloca no discurso a questão do Egito nesse conflito:

    http://en.wikipedia.org/wiki/Egypt%E2%80%93Gaza_barrier

    Outra exemplo é o fato de que o petista define os mísseis como “inofensivos “, mas o brasileiro não pode ter porte de arma nem em casa.

  5. Pelo visto nem Airton Soares nem o reporter que escreveu a matéria sabem do conceito de “PROPORCIONALIDADE” segundo o “DIREITO INTERNACIONAL DOS CONFLITOS ARMADOS-DICA”.

    Proporcionalidade, de forma.geral refere-se à proporção comparativa de uma coisa com outra. Então, por exemplo, se uma pessoa xinga a outra, xingar de volta seria proporcional, mas atirar com arma de fogo de volta seria desproporcional.

    Mas no DICA o conceito é diferente. Ele se refere ao número de baixas civis e destruição causada no inimigo em proporção à vantagem militar obtida.

    Assim, para nós pacifistas, nenhuma vida tirada seria justificável, mas na vida real da guerra não é bem assim. Se , por exemplo, Israel realizasse um.ataque e destruisse todos os mísseis do HAMAS, pondo um fim aos conflitos, mas isso resultasse na morte de um número pequeno de civis, isso pode ser entendido como proporcional.
    Porem, se atacasse uma escola em horário de aula, sem avisar antes para que todos saíssem, mesmo que os mísseis estivessem na escola, isso seria desproporcional, pois muitos civis inocentes e crianças morreriam – o que é inaceitável.

    • Pelo visto nem Airton Soares nem o reporter que escreveu a matéria sabem do conceito de “PROPORCIONALIDADE” segundo o “DIREITO INTERNACIONAL DOS CONFLITOS ARMADOS-DICA”.

      Vamos lá testar o discurso…

      Proporcionalidade, de forma.geral refere-se à proporção comparativa de uma coisa com outra. Então, por exemplo, se uma pessoa xinga a outra, xingar de volta seria proporcional, mas atirar com arma de fogo de volta seria desproporcional.

      Então não se aplica seu discurso aqui.

      O Hamas lançou mais de 2.000 misseis contra Israel. Israel provavelmente lançou essa quantidade. A diferença é que Israel tem um ótimo sistema de defesa anti-misseis e não usa pessoas como escudos humanos e nem pratica doutrina de “morrer pelo Islã”.

      Se há um evento de desproporcionalidade, isso deve ser atribuído ao HAMAS, não a Israel, que não tem culpa das prioridades tomadas pelo Hamas.

      Mas no DICA o conceito é diferente. Ele se refere ao número de baixas civis e destruição causada no inimigo em proporção à vantagem militar obtida.

      Vamos ao DICA então

      1. Pessoas que estejam fora de combate ou que não desejam participar diretamente nas hostilidades devem ter suas vidas, integridade moral e física preservadas. Sob todas as circunstâncias devem ser protegidas e tratadas de maneira humana sem distinção.

      O problema decorre quando são usados escudos humanos em ambiente fechados ou de difícil identificação. Então, isso não se aplica a Israel.

      2. É proibido matar ou ferir um inimigo que se renda ou esteja fora de combate.

      Há vários vídeos de fundamentalistas islâmicos fazendo isso na Internet. Há vídeos de israelenses fazendo o mesmo?

      3. Os feridos ou doentes devem ser acolhidos e tratados pela parte do conflito que os tiver sob seu poder. A proteção também vale para equipes médicas. Os símbolos da Cruz Vermelha devem ser respeitados como símbolos de proteção.

      Nem dá para comparar aqui: os fundamentalistas islâmicos não respeitam este tipo de regra sob qualquer aspecto.

      4. Combatentes capturados e civis sob a autoridade de uma parte adversa devem ter suas vidas, dignidade, direitos e convicções respeitados. Eles têm o direito de corresponder com suas famílias.

      Novamente, não se aplica a Israel.

      5. Todos devem ser beneficiados por garantias judiciais fundamentais. Ninguém deve ser culpado por um ato que não cometeu. Ninguém deve ser torturado fisicamente ou mentalmente ou receber tratamento degradante.

      Novamente, não se aplica….

      6. As partes em conflito não podem se utilizar de meios ou armamento que provoque perdas desnecessárias ou sofrimento em demasia.

      Isso é válido para questões como o uso de bomba atômica, por exemplo…

      7. As partes em conflito devem distinguir civis e combatentes de modo a poupar a população e as propriedades. A população civil não pode ser alvo de ataques, estes devem ser direcionados unicamente a alvos militares.

      O problema é quando o Hamas coloca pessoas como escudos humanos (de forma não-identificável à distância), dentro de alvos militares.

      Assim, para nós pacifistas, nenhuma vida tirada seria justificável, mas na vida real da guerra não é bem assim. Se , por exemplo, Israel realizasse um.ataque e destruisse todos os mísseis do HAMAS, pondo um fim aos conflitos, mas isso resultasse na morte de um número pequeno de civis, isso pode ser entendido como proporcional.

      A tal FALSA OPÇÃO do pacifismo, que nunca é praticável.

      Daí, para tentar aparecer como “o pacifista” para a plateia, surgem regras impraticáveis, criadas pelo estratagema de DISTINÇÃO DE EMERGÊNCIA.

      Não há nada no DICA sobre “todos os mísseis destruídos” ou “problema resolvido definitivamente” com “número X de baixas civis”.

      Ivan, numa boa: este é um site especializado em IDENTIFICAÇÃO DE FRAUDES INTELECTUAIS….

      Porem, se atacasse uma escola em horário de aula, sem avisar antes para que todos saíssem, mesmo que os mísseis estivessem na escola, isso seria desproporcional, pois muitos civis inocentes e crianças morreriam – o que é inaceitável.

      Manda a evidência aí, por favor, de que Israel está DELIBERADAMENTE atacando escolas em horário de aula… 🙂

    • O conflito Israel – Hamas é sobre o Estado de Israel sobrevivendo cercado por países que prometeram acabar com os judeus na região e usam para isso o grupo Hamas como ponta de lança.

      Se o Hamas parasse de usar os ataques militares contra Israel, a guerra acaba logo. Mas se Israel decidisse desmobilizar as suas forças de defesa não duraria uma semana e o massacre de judeus seria total (mais ou menos como já acontece quando radicais islâmicos eliminam friamente outros muçulmanos de tendências religiosas diferentes, o Youtube está cheio dessas cenas asquerosas).

      Seria muito interessante ver uma analise da aplicação do DICA e do direito internacional à atuação do grupo Hamas. Pelo que sabemos, o Hamas é considerado um grupo terrorista por Canadá, União Europeia, Japão, Estados Unidos, entre outros. O que dizem os pacifistas sobre o tratamento que deve ser dado a grupos terroristas? Ou melhor ainda: qual é o tratamento que grupos terroristas dariam a pacifistas? Seriam os pacifistas tratados pelo Hamas de alguma forma melhor do que tratam o Israel? Eu apostaria que os mesmos mísseis que são lançados contra a população de Israel seriam apontados indiscriminadamente contra pacifistas ou contra qualquer um que não concordar com esses radicais. De fato, isso já está acontecendo no Irak e na Síria.

      É fácil falar em DICAs e teco-tecos desde o conforto da sala de casa sobre a sobrevivência de uma nação como Israel, enquanto todos os vizinhos árabes trabalham para destruir o pais. O Israel já respondeu esse tipo de opinião: vão garantir a segurança da sua população pelos médios que for necessário, já fizeram isso em duas guerras e podem fazê-lo novamente. Infelizmente alguns ainda acham que é um jogo ou uma aula de diplomacia.

  6. E as mais de 100.000 vítimas da guerra na Síria, não merecem comentários? só porque o Assad é apoiado pelos cumpanheiros russos? ou porque não há judeus envolvidos?

  7. E O POVÃO BUNDÃO VOTA NA DILMA E NO PT DO MENSALÃO! SO OS PARASITAS DA BOLSA FAMÍLIA VÃO DAR MAIS DE 40 MILHÕES DE VOTOS PARA DILMA!

  8. Detalhe para a marca d´água no canto inferior direito. Só podia falar mesmo uma merda deste quilate numa TV estatal (leia-se cabide de emprego) desse treco chamado Brasil.

  9. Luciano, vc já ouviu falar de PNA? Já ouviu falar de coletivismo?
    Se A usa B como escudo humano, de onde é que vc tirou que tem o direito de matar B pra chegar no A?
    Se um bandido usar VOCÊ, Luciano Ayan, como escudo humano, eu tenho o direito de te matar?
    Mais de mil palestinos mortos, bomba em escola da ONU, bomba em hospital da ONU…então o hamas é aliado da ONU agora? Vc, o astrólogo, o olavete da veja e toda a ‘direita’ neocon acham que seus leitores são idiotas. Vai ver são mesmo.

    • Slaine,

      Cuidado ao usar o PNA para se discutir questões de guerras entre países NÃO-LIBERTÁRIOS… 😉

      Outro erro: confundir direito com moral. Até por que no direito temos influencias morais, mas aplicados de acordo com cada contexto de acordo com a possibilidade, e até com concessões.

      Daí você cria uma situação ficcional, que só seria válida se as crianças colocadas como ESCUDO HUMANO tivessem uma propriedade ultra-fluorescente, vista a mil quilômetros de distância. Talvez fossem mutantes. Neste caso, o uso de crianças como ESTUDO HUMANO é AUTOMATICAMENTE conhecido por qualquer um que queira contra-atacar.

      Mas isso não existe, e cientificamente é inviável. Então, sua hipótese moral é absurda.

      O fato é: O Islã TENDE a usar inocentes como escudos, mas NÃO DÁ SEQUER A POSSIBILIDADE de alguém adivinhar o uso de escudos humanos.

      O próprio PNA prevê o princípio de defesa, mas em sua regra A PARTIR DO MOMENTO em que HÁ O RISCO de alguém USAR UM ESCUDO HUMANO NÃO-IDENTIFICÁVEL EM TERMOS DE GUERRA, então NÃO HÁ DIREITO DE DEFESA.

      Absurdo e impraticável, sem qualquer conexão com a realidade.

      O que nos leva ao fato de que: SE VOCÊ ESTÁ EM GUERRA COM ALGUÉM, E CIENTIFICAMENTE NÃO É POSSÍVEL IDENTIFICAR SE HÁ ESCUDOS HUMANOS EM BOMBARDEIOS A ÁREAS FECHADAS, é IMORAL usar ESCUDOS HUMANOS.

      Seu raciocínio falha por ser quase uma paralaxe cognitiva, ou seja, quando sua construção teórica não tem absolutamente nada a ver com a realidade.

      Abs,

      LH

      Luciano, vc já ouviu falar de PNA? Já ouviu falar de coletivismo?
      Se A usa B como escudo humano, de onde é que vc tirou que tem o direito de matar B pra chegar no A?
      Se um bandido usar VOCÊ, Luciano Ayan, como escudo humano, eu tenho o direito de te matar?
      Mais de mil palestinos mortos, bomba em escola da ONU, bomba em hospital da ONU…então o hamas é aliado da ONU agora? Vc, o astrólogo, o olavete da veja e toda a ‘direita’ neocon acham que seus leitores são idiotas. Vai ver são mesmo.

  10. Luciano, você já sabia que nos campos de grama Neuer era sinônimo de craque para defender o próprio campo do adversário. Porém, agora verá que Neuer também é sinônimo de craque em campos diplomáticos. Assim como o Neuer dos campos de grama defende mas também dá uma de jogador de linha, o dos campos diplomáticos defende e também vai para a linha quando o assunto é descascar o pessoal que acusava Israel de genocídio:

    http://www.youtube.com/watch?v=A1L5LzQmGzU

    O assunto já foi comentado pelo Felipe Moura Brasil.

  11. Luciano, com sua permissão, gostaria de postar um texto de Aluízio Amorim, se vc consentir. Trata-se da tal da “PROPORCIONALIDADE” a que os petistas se apegaram como trunfo do baralho:

    Segue o texto:

    ====================================================================

    A partir de uma perspectiva moral, observem o mundo desde o ano 2000:

    A Coreia do Norte continua a ser um país que é, inteiro, essencialmente, um enorme campo de concentração.

    O Tibete, uma das culturas mais antigas da humanidade, continua ocupado e sendo destruído pela China.

    A Somália não existe mais enquanto país. Trata-se de um estado anárquico em que o mais cruel e o mais forte (geralmente o mesmo) prevalece.

    No Congo, entre 1998 e 2003, cerca de 5.5 milhões de pessoas foram mortas – quase o mesmo número de judeus que morreram no Holocausto.

    Na Síria, cerca de 150 mil pessoas foram mortas nos últimos três anos e milhões perderam os lares.

    No Iraque, quase toda semana vemos assassinatos em massa causados por bombas terroristas.(Agora, uma ordem para mutilação genital feminina também em massa está em vigor no tal califado. N.T.)

    No México, desde 2006, aproximadamente 120 mil pessoas foram mortas nas guerras do tráfico travadas no país.

    O Irã, uma ditadura teocrática que defende o genocídio, está prestes a conseguir fabricar armas nucleares.

    Comunidades cristãs no Oriente Médio são aniquiladas; o massacre de cristãos é rotina na Nigéria.

    É claro que o século 20 foi ainda mais sangrento, mas estamos apenas no 15º ano do século 21. Não obstante, mostrar o quanto o mundo é terrível para com tantos habitantes não é meu objetivo. O que quero demonstrar é que, apesar de tanta maldade e sofrimento, o mundo concentrou maciçamente a atenção nos supostos malfeitos de um país: Israel.

    ====================================================================

    Agora eu resumo tudo: um peso, duas medidas. Ou seja, os esquerdistas e sua prole tupiniquim, os petistas, atacam Israel pois este ainda é um bastião da democracia e liberdade. Ao mesmo passo que se calam completamente em relação aos ‘países’ citados acima, como China, Congo, Síria, Iraque, etc.

    A questão para os petistas não é se posicionar no ‘lado mais fraco’ dessa guerra, mas ao lado do mais repressor e tirano, sempre. Porquê? Porquê o outro lado será, obviamente, mais democrático.

    P.S.: E para completar, outro grupo está atacando a democracia: http://www.mises.org.br/Article.aspx?id=1908

    Ao que parece, logo logo libertários e socialistas se juntarão contra a malvada democracia. Hilário, mas não impossível.

  12. Luciano, estou te dando um prato cheio para comentar: Ricardo Melo diz que Israel é uma aberração, mas os judeus não. Diz ele que o país em questão é um acerto entre grandes potências, que só se sustenta com apoio americano e sem isso não duraria duas semanas e que não há solução para o Oriente Médio que não inclua o fim do referido estado. O pior de tudo é que essa notícias já está sendo compartilhada por pessoas que dizem combater os preconceitos como se fosse normal querer o fim de um país (e obviamente são pessoas que sequer notaram que houve momentos da história em que Israel não teve apoio americano e mesmo assim venceu seus inimigos).
    Imagine se, já que falamos de um país surgido pela migração de pessoas de outro(s) país(es) para um outro continente que sequer conhecíamos, tivéssemos os seguintes artigos:

    1) “Libéria é aberração; os negros americanos não”;

    2) “Serra Leoa é aberração; os negros ingleses não”.

    Com certeza alguém que fizesse um artigo desses já tomaria pedrada pelo simples título, bem como seria acusado de racista desde a primeira palavra proferida. E, como sabemos, a Libéria é um país formado por negros americanos que emigraram para a África e inclusive formaram uma aristocracia local, os chamados amero-liberianos, com algo parecido tendo ocorrido com Serra Leoa, que foi um país formado pela emigração de negros ingleses. Em ambos os países houve choque com os habitantes locais (as etnias africanas nativas) e uma série de outros problemas. Porém, ninguém diz que esses estados são uma aberração e precisam ter um fim. Como, como se pode ver, o marxismo-humanismo-neoateísmo tenta tornar natural que se deseje o fim de Israel (mesmo que esse país tenha importantes elementos com raízes socialistas em sua história, como os kibbutzim e o grande afluxo de russos).

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