Infelizmente não é piada: Comissária das Nações Unidas condena Israel por não repartir o Iron Dome com o Hamas

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navipillay

Quando nós achamos que as Nações Unidas não podem descer mais baixo, eles nos surpreendem, mostrando que sempre são capazes de afrontas cada vez mais depravadas, sempre misturando cinismo com insanidade. O que veremos aqui é tão fora de sentido que o discurso parece ter sido elaborado sob efeito de entorpecentes.

Veja o que a Comissária por Direitos Humanos, Navi Pillay, disse, sobre os Estados Unidos:

Eles não apenas forneceram armamento pesado que tem sido usado por Israel em Gaza como também forneceram quase 1 bilhão de dólares para fornecer o sistema “Iron Dome”, que protege Israel de ataques de míssies. Mas nenhuma proteção foi fornecida para os quem está em Gaza contra os mísseis.

Incrível a solução dessa aí: dar aos seus inimigos mortais as melhores armas. É o mesmo que dar bombas atômicas para a Al Qaeda! Que tal seria se na época da Segunda Guerra Mundial fosse feita uma partilha de armamentos com Hitler? Em tempo: antes essa turma defendia o boicote aos produtos de Israel, mas agora querem o Iron Dome. Espertinhos, não? A falta de vergonha na cara é épica.

Esse tipo de pessoal tem problemas éticos realmente graves, pois tentam confundir o público com a noção de que uma guerra é como se fosse um torneio. A partir daí, quando um dos lados para o qual o radical de esquerda torce começa a perder, passam a inventar distinções de emergência totalmente ilógicas, na maior cara de pau possível, para capitalizar.

Tanto perigoso quanto os fanáticos do Hamas é ter pessoas insanas como Navi Pillay em posições de poder nas Nações Unidas.

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12 COMMENTS

  1. Essa mulher só pode ser retardada.Israel dá ate muita sopa pro Hamas.Os mísseis lançados por Israel são pra pontos estratégicos.Os misseis so matam civis palestinos porque o Hamas esconde armas em mesquitas e escolas;claro que eles vão atingir civis.Se Israel quisesse mesmo dizimar o povo palestino,seria mais facil que tirar doce de criança(basta ver o poderio bélico de israel).Se o Hamas tivesse o mesmo poderio bélico de israel,os judeus daquela região seriam extintos

  2. O melhor desse texto, me desculpe a ironia, é ver você reconhecer a imprestabilidade da ONU para qualquer fim que a mesma alega servir.

    Lembro que uma de suas muitas solução que você ofereceu em contraposição ao discurso dos chamados “intervencionistas”, no caso do Narco-petralhismo converter o regime político e econômico do Brasil a algo semelhante ou pior do que a Venezuela, foi o socorro das “tropas militares das Nações Unidas”.

    Está ai uma boa situação em que a ONU servirá apenas para legitimar o arrefecimento do esquerdismo no Brasil, mesmo que esteja a sufocar (inclusive literalmente) toda a dissidência, e ainda reagirá (não sei se militarmente, talvez) de modo a se opor a qualquer tentativa de reação dos mecanismos constitucionais de defesa do Estado.

    Por isso, meu caro Luciano, depois que desligarem a internet, e começarem a prender blogueiros e jornalistas apenas por suas opiniões, não me restará nenhuma outra opção a não ser confiar que os militares terão vontade e força para reagir e que o façam apenas para restaurar a a regularidade das regras democráticas, e não como fizeram em 1964.

    Pois na cadeia ou no cemitério é impossível fazer controle de frames e usar as técnicas da guerra política.

    • Dennys,

      Veja a ONU denunciando as violações de Direitos Humanos na Venezuela: http://www.onu.org.br/onda-de-violencia-na-venezuela-preocupa-escritorio-da-onu-para-direitos-humanos/

      Eles tem alguns radicais de extrema-esquerda lá, mas não são todos. Lá aparecem algumas denúncias bem fortes.

      O fato é que “depois que desligarem a internet, e começarem a prender blogueiros e jornalistas apenas por suas opiniões” vamos começar a aplaudir o sucesso deles de conquista do poder, e refletir o que não fizemos.

      É difícil, Dennys, eu sei, entender o que é o paradigma da responsabilidade que defendo.

      Veja só:

      Pois na cadeia ou no cemitério é impossível fazer controle de frames e usar as técnicas da guerra política.

      Se isso acontecer é pq a direita não se responsabilizou o suficiente pelos resultados.

      A meu ver, é uma falha moral.

      Abs,

      LH

      Por isso, meu caro Luciano, depois que desligarem a internet, e começarem a prender blogueiros e jornalistas apenas por suas opiniões, não me restará nenhuma outra opção a não ser confiar que os militares terão vontade e força para reagir e que o façam apenas para restaurar a a regularidade das regras democráticas, e não como fizeram em 1964.

      Pois na cadeia ou no cemitério é impossível fazer controle de frames e usar as técnicas da guerra política.

      • “O fato é que “depois que desligarem a internet, e começarem a prender blogueiros e jornalistas apenas por suas opiniões” vamos começar a aplaudir o sucesso deles de conquista do poder, e refletir o que não fizemos.”

        Não é difícil entender esse paradigma, até uma criança de 12 anos entende seu paradigma apenas lendo os últimos 20 textos.

        Eu apenas faço a distinção entre normalidade democrática e usurpação das funções constitucionais e nem descarto os mecanismos constitucionais que o Estado tem de se defender.

        Você simplesmente menospreza as funções das Forças Armadas, como se não existissem. Eu não defendo que o argumento intervencionista deva ser usado em qualquer caso durante a normalidade democrática, pois o intervencionismo não é um argumento, é uma necessidade.

        Imagina só se os franceses, ingleses e russos tivessem simplesmente dito: “whatever, os nazistas souberam jogar o jogo político melhor do que nós, vamos para o seu campo de concentração resignados.”

        Eu não vou me resignar e aplaudir nenhum criminoso que quiser me levar para a cadeira ou ao cemitério. Antes de mais nada eu sou um reservista, e estou plenamente consciente de meus deveres com a Pátria, e isso também está nas regras do jogo democrático: a guerra!

        O PT é uma tropa de ocupação, eles não são brasileiros, eles querem destruir o Brasil, querem rebaixar o Brasil a condição de colônia de Cuba, e, de uma forma ou de outra, eles serão derrotados, ou pelas palavras, ou pelas armas.

        Mas eu entendo que você não se enxergue como um soldado reservista disposto a se sacrificar pelo Brasil, como toda a população de Israel se determina, e também entendo que você não nutra qualquer simpatia pelo elo sociológico chamado Pátria que nos une nesse imenso continente. Daí porque eu entendo ser natural que a ação das armas, na sua mentalidade, esteja sempre fora de propósito.

      • Antes do contra-golpe de 1964, os esquerdistas queriam o poder totalitário e armavam um golpe de militares (que tinham bandeado pro lado deles).

        Eles perderam.

        O que fizeram? Entenderam o momento e MUDARAM A ESTRATÉGIA, e foram para a guerra política.

        É isso que eu quero dizer com “aplaudir” as táticas do adversário (mas não a moral dele, evidentemente) e refletir sobre o que pode ser feito de melhor para se chegar ao poder.

        Porém, a habilidade que eles tiveram para ESCOLHER NOVAS E MAIS MODERNAS TÁTICAS parte da direita se recusa a fazer.

      • Infelizmente não é caso de recusa, mas porque antes de compreender essa linguagem primeiro é preciso saber que ela existe. Eu mesmo nunca tinha ouvido falar disso até esbarrar no seu blog acidentalmente.

        Eu esqueci de mencionar outra questão: você diz sempre que devemos aplaudi-los quando nos converterem oficialmente em território cubano e começarem a nos jogar em prisões ou mesmo a nos matar como porcos.

        É claro que uma vitória nesse sentido será resultado de uma mudança de estratégia, pois não haveria outra forma disso acontecer sem que todo País reagisse energicamente.

        Acontece que a partir do momento que eles violarem as regras democráticas, não estarão mais fazendo guerra política e sim guerra em seu sentido clássico, ai eu pergunto: porque devemos continuar fazendo guerra política quando isso já não for mais importante?

        Durante o período do Regime Militar apenas a guerrilha era atacada pelas armas, os militares permitiram implicitamente que eles adentrassem nas Universidades, e até fizeram questão de lhes abrir as portas, falsamente acreditam que assim controlaria o setor “não-armado”, e poderiam, então, se concentrar apenas contra a esquerda armada.

        Esse tipo de vantagem não te parece desproporcional, enquanto toda a direita foi esmagada pelos próprios militares?! Isso precisa ser dito e precisa ser colocado na mesa. A direita hoje inexiste no cenário político partidário não apenas porque a esquerda desempenhou bem seu papel na guerra política (como você sempre faz parecer), mas porque foram sim ajudados pelos militares, pelo menos a esquerda cultural, em ambos os flancos: destruíram os opositores do esquerdismo e lhes entregaram as Universidades, que são peça chave para a formação de uma direita politicamente organizada e combativa.

        Como eu disse, concordo contigo que a direita precisa se reagrupar, se afirmar, estudar muito e se organizar em torno de estratégias da guerra política.

        Mas quando o Narco-petralhismo abandonar a guerra política, penso que a Nação deve reagir a altura e não se deixar estuprar graciosamente, desconsiderando totalmente certos “deveres”, especialmente aqueles inerentes a razão de existir das Forças Armadas que não podem se dar ao luxo de simplesmente perder o Brasil, sem esboçar alguma reação.

        Forças Armadas devem permanecer fora da guerra política e essa sempre foi a minha posição, e sempre será, no sentido de que os militares não servem a política: o seu positivismo é tão venenoso quanto o comunismo, mas se o País foi “invadido” e estão matando brasileiros, em nome de interesses estrangeiros, então pedir que os militares fiquem nos quartéis, ou sejam usados para esse fim, para mim, nunca será um discurso moralmente aceitável.

  3. Psicopatia coletiva ou ‘sociopatia’. Única explicação. E essas criaturas, segundo a própria psicopatia, não podem ser ‘curadas’. Serão sempre monstros.

    A maioria de nós entende a psicopatia como aqueles assassinos que cometem crimes a sangue-frio sem o menor remorso (eles não possuem essa emoção, na realidade). Mas por incrível que pareça a psicopatia se estende muito além de seriais-killer. E a política mundial está infestada dessas criaturas. E é na política que eles se completam.

    Já leu esse livro? http://en.wikipedia.org/wiki/Snakes_in_Suits:_When_Psychopaths_Go_to_Work

    Veja esse artigo também: http://www.forbes.com/sites/victorlipman/2013/04/25/the-disturbing-link-between-psychopathy-and-leadership/

    O grande desafio da humanidade é reconhecer adequadamente os psicopatas. Mas isso é outra história.

  4. É como se a ONU dissesse: “seria mais justo que não houvesse o Iron Dome”, um equipamento puramente defensivo! Assim morreriam civis nos dois lados! Essa senhora deveria deixar o cargo.

  5. FAÇA-MOS AQUI UMA VAQUINHA PARA ESSA SENHORA. POIS COM ESSA FACE LENHOSA LHE FALTA OLEO DE PEROBA. OU AINDA CONHEÇO UMAS TRES CLINICAS DE RECUPERAÇÃO DE DEPENDENTES QUIMICOS, PARA QUE ELA POSSA SE DESINTOXICAR.
    ELA PRECISA SER AVISADA QUE NAO PODE USAR MACONHA ANTES DE DAR ENTREVISTA.
    FICA A DICA.

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