Escória bolivariana consegue barrar votação de projeto que susta decreto totalitário do PT. Ficou para amanhã. E agora, pessoal?

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Leia a notícia do site da Câmara, publicada há uma hora atrás:

Foi adiada para esta quarta-feira (6) a votação do projeto que cancela a Política Nacional de Participação Social do governo federal (PDC 1491/14). PT e PCdoB lançaram mão de requerimentos e conseguiram impedir a análise da proposta no Plenário da Câmara dos Deputados nesta terça-feira.

A sessão foi encerrada às 22 horas por falta de quórum. O projeto volta à pauta em sessão marcada para as 9 horas de quarta-feira. Os dois partidos (PT e PCdoB), no entanto, devem continuar apostando no esvaziamento da Casa pelo período eleitoral para adiar novamente a votação.

A Política Nacional de Participação Social foi criada pelo decreto presidencial 8.243/14, que regulamenta várias instâncias de participação social a serem coordenadas pela Secretaria-Geral da Presidência, que vão de consultas pela internet à criação de um conselho. A oposição e outros deputados consideram que a norma invadiu prerrogativas do Congresso e exigem que essa política seja submetida ao Parlamento.

Até mesmo o presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves, criticou publicamente o decreto, que chamou de inconstitucional. O governo, no entanto, defende a legalidade do decreto e tenta inviabilizar seu cancelamento, com manobras de obstrução.

O argumento dos governistas é de que o decreto só altera o funcionamento do Executivo. Os deputados do PT acusam a oposição de usar o tema para ampliar a disputa eleitoral. “O que vemos aqui é um debate ideológico, político e eleitoral. [Ao sustar o decreto], esse projeto quer restringir a democracia no Executivo, não é verdade que retira poder do Legislativo”, criticou o vice-líder do PT deputado Afonso Florence (BA).

A líder do PCdoB, deputada Jandira Feghali (RJ), também afastou as críticas. “Não estamos discutindo ditadura, mas a intensificação da democracia direta no Executivo. Já li e reli esse decreto e não vi nenhuma subtração do poder do Executivo”, disse.

Posição do PMDB

Já o PMDB, que é o maior partido da base governista, defende a derrubada do decreto. O deputado Alceu Moreira (PMDB-RS) acusou o governo de aparelhamento. “Não precisamos aparelhar o governo para ter participação social, com conselhos instituídos ao sabor de quem governa”, criticou.

Para o líder do DEM, deputado Mendonça Filho (PE), que é autor do PDC 1491, o decreto da presidente Dilma é “autoritário” e “bolivariano”.

O líder da minoria, deputado Domingos Sávio (PSDB-MG), criticou o fato de a Secretaria-Geral da Presidência da República ser responsável pela articulação da Política de Participação Social. “O secretário geral da Presidência, de acordo com a vontade da presidente, é que vai definir quem compõe os conselhos e vai publicar os nomes da maneira que quiser”, criticou.

Observem o nível das pessoas defendendo o decreto bolivariano: Jandira Feghali (PCdoB) e Afonso Florence (PT). Todos sempre usando as mesmas fraudes intelectuais: “vai aumentar a democracia”, “não querem deixar o povo participar”. Enfim, as fraudes que eu já desmascarei ao mostrar o jogo Sociedade Civil Denorex.

E essa escória já deixou bem claro que vai tentar barrar de novo a votação nesta quarta-feira, 5/8. Eles entraram de cabeça na implementação dos sovietes. Para PT, PCdoB e PSOL, vale até dedo no olho!

Ainda há tempo de pressionar deputados. A tendência é que o decreto seja derrubado, mas o desespero dos bolivarianos é tão grande (eles não pensam em outra coisa agora) que tudo é possível nessa altura do campeonato. Nunca a pressão em cima de deputados não-bolivarianos foi tão importante.

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27 COMMENTS

  1. Dúvida: por ser um decreto, ele pode ser revogado pelo presidente a qualquer momento e portanto o alarde é desnecessário já que o Aécio tem boas chances de ganhar e assim reverter qualquer ação deste decreto?

    • Prezado Isaac,

      A sua é uma dúvida ou uma piada?

      Sem dúvida – e sem trocadilhos- o Aécio vai ganhar . . . mas, vai que a dupla Dilma [embolada] e Lulla-Rose ganhem?

      Pois é, vai que . . . 😉

    • E mesmo se o Aécio ganhar a eleição, quem garante que ele, tucano sonso e embromador como é, vai anular o decreto bolivariano?

      Pra quem gosta de botar a mão no fogo pelo tucano, achando que ele é o salvador da Pátria, observe por exemplo que Aécio Neves tem, entre outros problemas no seu currículo, o comunista Aloysio Nunes (ex-guerrilheiro e eterno amigo de José Dirceu) como vice, e o esquerdopata José Junior, da ONG AfroReggae, como parceiro nessa campanha. Galerinha que não deixa de exaltar a “grande importância” da participação dos tais “movimentos sociais”…

    • Envio de e-mails para deputados não-bolivarianos.

      Excluindo, é claro, aqueles de partidos como PSOL, PCdoB, PSTU e PT, pois estes estão comprometidos com o projeto totalitário. De resto, todos podem ser pressionados.

      Abs,

      LH

      • Posso estar sendo muito ingênuo, mas a verdade é que como cidadão quero ajudar mas não sei como. Obviamente não estou pensando em nenhum partido filiado ao Fórum de São Paulo, mas excetuando estes, que SÃO a favor da Ditadura, onde encontramos os outros? Quem são esses deputados não bolivarianos? Onde encontramos os e-mails deles?

  2. Aqui é mais um daqueles momentos em que se mostra fundamental que não só se vote no Executivo naqueles que não estiverem no Foro de São Paulo (no caso, por ora o Aécio mostra-se com mais chance de conseguir isso) como também aumentar a guinada para longe do marxismo-humanismo-neoateísmo pela via do Legislativo, uma vez que no ordenamento político do Brasil o Legislativo na prática é quem governa.
    Logo, quanto mais pessoas que não sejam marxistas-humanistas-neoateístas ou que sejam contrárias ao MHN estiverem no Congresso, mais na prática o governo resultante será não-MHN ou anti-MHN, mesmo que quem assuma seja o Aécio, que é parte de um partido fabiano.

    Uma característica importante desta eleição é que estamos vendo políticos não-MHNs ou anti-MHNs em partidos de quadros, o que transcende o alcance do simples combate formal ao MHN. Claro que em alguns desses casos, devido ao sistema de remanejamento de votos do Brasil, há o risco de votos dados a um não-MHN ou anti-MHN na prática alçarem um MHN ao poder, o que acaba tornando mais prudente que se vote em partidos ou coligações que não sejam MHN (uma vez que nesses o remanejamento de votos acabaria elegendo outro não-MHN ou anti-MHN).
    Vai haver eleição de MHNs para o Congresso? Vai sim e em números maiores do que aqueles que nós desejamos, mas menores que aqueles que os MHNs supõem (uma vez que estamos sob forte onda anti-MHN). O principal da coisa é gerar um volume de não-MHNs e anti-MHNs que seja suficiente para vetar emendas constitucionais MHNizantes e que também fique imune a bloqueios de pauta que os MHNs queiram promover.

    • Bem observado, é importante não subestimar a eleição para cargos do Legislativo (senadores e deputados).

      Muita gente fica tipo numa torcida de jogo de futebol Dilma x Aécio, concentrada apenas na questão presidencial (“disputa” em que as opções são poucas e os dois candidatos que aparentam maiores chances de vencer estão longe de ser algo prestável) e negligenciam a escolha de parlamentares (onde há centenas de opções, que podem fazer a REAL diferença no quadro político).

  3. Artigo esclarecedor de Olavo de Carvalho.

    O ovo e o pinto.

    http://www.midiasemmascara.org/artigos/movimento-revolucionario/15371-o-ovo-e-o-pinto.html
    ……….

    O ovo e o pinto

    Escrito por Olavo de Carvalho | 05 Agosto 2014
    Artigos – Movimento Revolucionário

    A mente comunista não funciona segundo os cânones da psicologia usual, mas segue uma lógica própria onde se misturam, em doses indistinguíveis, a habilidade dialética, o auto-engano histérico e a mendacidade psicopática.

    Meu artigo anterior suscitou uma pergunta interessante na área de comentários: Se há tanta gente nas altas esferas colaborando com o comunismo, como é que ele ainda não dominou o mundo?

    A primeira e mais óbvia resposta é que “o comunismo” como regime, como sistema de propriedade, é uma coisa, e o “movimento comunista” enquanto rede de organizações é outra. O primeiro é totalmente inviável, mas por isso mesmo o segundo pode crescer indefinidamente sem jamais ser obrigado a realizá-lo, limitando-se, em vez disso, a colher os lucros do que vai roubando, usurpando, prostituindo e destruindo pelo caminho.

    São duas faixas de realidade completamente distintas, que se mesclam numa confusão desnorteante sob a denominação de “comunismo”.

    Uma analogia tornará as coisas mais claras. Nenhum ser humano pode levar uma vida razoável com base numa loucura, mas, por isso mesmo, nada o impede de ficar cada vez mais louco: ele se estrepa, mas a loucura progride. A força da loucura consiste precisamente em furtar-se ao teste de realidade. Os comunistas não podem realizar a economia comunista. Se têm uma imensa facilidade em arrebanhar pessoas para que lutem por esse fim irrealizável, é precisamente porque ele é irrealizável, o que é o mesmo que dizer: inacessível a toda avaliação objetiva de resultados. Jamais existirá uma economia comunista da qual seus criadores digam: “Eis aqui o comunismo realizado. Podem julgar-nos e dizer se cumprimos ou não as nossas promessas.” É da natureza mais íntima do ideal comunista ser uma promessa indefinidamente auto-adiável, imune, por isso, a todo julgamento humano. Seu prestígio quase religioso vem exatamente disso: o comunismo traz o Juízo Final do céu para a Terra, mas também sem data marcada.

    Daí o aparente paradoxo de um movimento que, quanto mais cresce e mais poderoso se torna, mais se afasta dos seus fins proclamados. A esse paradoxo acrescenta-se um segundo: quanto mais se afasta desses fins, mais o movimento está livre para alegar que foi traído e que tem direito a uma nova oportunidade, com meios mais “puros”. Mas o paradoxo dos paradoxos reside numa faixa ainda mais profunda. Se alguém diz que vai fazer o impossível, com certeza não fará nada ou fará outra coisa. Se fizer, poderá ao mesmo tempo dar a essa coisa o nome daquilo que pretendia e alegar que ela ainda não é, ou que não é de maneira alguma, aquilo que pretendia. Daí a ambigüidade permanente do discurso comunista, que pode sempre se alardear um movimento poderoso destinado a uma vitória inevitável, e ao mesmo tempo minimizar ou negar a sua própria existência, jurando que ela não passa de uma “teoria da conspiração”, de uma invencionice de lacaios do capital.

    É alucinante, mas é o que acontece todos os dias. Definitivamente, a mente comunista não funciona segundo os cânones da psicologia usual, mas segue uma lógica própria onde se misturam, em doses indistinguíveis, a habilidade dialética, o auto-engano histérico e a mendacidade psicopática.

    Por isso mesmo é que o crescimento vertiginoso do movimento comunista acompanha, pari passu, não a decadência do capitalismo, mas a escalada do seu sucesso. O comunismo como regime, como sistema econômico, não existe nem existirá nunca. O comunismo só pode existir como movimento político que vive de parasitar o capitalismo e, por isso mesmo, cresce com ele.

    Mas, por mais que sobreviva e se fortaleça, o corpo parasitado não sai ileso da parasitagem: limitado cada vez mais à função de fornecedor de recursos e pretextos para o parasita, ele vai perdendo todos os valores morais, religiosos e culturais que originalmente o inspiraram e reduzindo-se à mecanicidade do puro jogo econômico, cada vez mais fácil de criticar, enquanto o parasita se adorna de todo o prestígio da moral e da cultura.

    O modus operandi dessa parasitagem é duplo: de um lado, as economias comunistas só sobrevivem graças à ajuda capitalista vinda do exterior. De outro lado, em cada nação, o crescimento da economia capitalista alimenta cada vez mais generosamente a cultura comunista.

    Na mesma medida em que a mais absoluta inviabilidade impede a construção da economia comunista, o comunismo militante alcança vitória atrás de vitória no seu empenho de transformar o capitalismo numa geringonça infernal e sem sentido.

    Toda a lógica do comunismo, em última análise, deriva da idéia hegeliana do “trabalho do negativo”, ou destruição criativa. Mas “destruição criativa” é apenas uma figura de linguagem, uma metonímia. A destruição de uma coisa só pode dar lugar ao crescimento de outra se esta for movida desde dentro por uma força criativa própria, que nada deve à destruição. Esperar que a destruição, por si, crie alguma coisa, é como querer que nasça um pinto de um ovo frito.
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    Publicado no Diário do Comércio.

    http://olavodecarvalho.org
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  4. AECIO TEM MUNIÇÃO DE SOBRA PARA OS DEBATES!
    Lula voltou à porta da Ford em São Bernardo do Campo e se frustrou, pois viu que os velhos tempos não voltam mais, e falando para um público pequeno, e garantiu que os metalúrgicos irão manter a tradição de votar no PT. “Esse povo não vota em candidato que tenha qualquer vínculo com empresários”, disse.
    De fato, sabemos que o PT detesta empresários, bancos e milionários e todos do PT estão muito pobres, a começar de Lula que mora na periferia, num barraco, e Padilha que estava junto disse que ganhou no ato de hoje “o oxigênio da ”peãozada”” para seguir firme em sua campanha; de fato, dá prá cãocordar!
    Enquanto isso, Aecio está tranquilo desfilando pelas ruas sem constrangimento algum no meio do povo.
    Já a Dilma deverá fazer uma campanha mais na tv, mostrando “multidões” aplaudindo em suas passagens e “sendo bem recebida” por onde passa, mas tudo virtual, cenários montados para tv e videos!
    Nos recentes episódios da farsa da CPI da Petrobrás pelo PT, todos estão caladinhos, pois todos teriam se envolvido, nenhum acusando o outro de nada, esperando ver se a poeira abaixa; mas, estaria impossível por causa das eleições estarem muito próximas e os debates recordarem tudo dos feitos do PT!

  5. Dica do Bolsonaro Zuero 3.0 para quem tem páginas no facebook:

    “Algumas pessoas tem dito que a página melhorou nos últimos dias. Eu concordo e reforço que isso se deve ao fato de o alcance ter sido liberado mais um pouco pelo nosso querido Mark Zukenberg.

    Quando o alcance está baixo, percebi que uma alternativa é compartilhar conteúdo de páginas com um bom alcance (como páginas de notícias, por exemplo). Isso meio que desloca um pouco o alcance pra minha página continuar viva (estava beirando os 100 mil semanais). Eu não vou fazer piadas nem imagens boas para ter um alcance baixo e não surtir o efeito desejado. Com a volta do alcance, decidi voltar a me dedicar mais com criações.

    O alcance está voltando a quase 1 milhão de pessoas por semana, e vai aumentar (se o facebook deixasse essa ferramenta livre, passaríamos tranquilamente da casa dos 5 milhões), pois sabemos o potencial que tem essa página.

    De qualquer forma, avante! A zuera não pode parar!”

    • Ele o PT são farinha do mesmo saco, inclusive quem vota nele ou no PT ainda por cima dá forças ao PRB do Edir Macedo aliado de Lula e a seus empreendimentos!

  6. Mais notícias do dia:

    1) Segue hangout da Izabella Vasconcellos com o Rodrigo Constantino:

    http://www.youtube.com/watch?v=sdXO8G3GY5I

    Em algumas coisas concordo com o Constantino, mas em outras eu acho que ele acaba caindo em lances ideológicos e naquela de que o mercado é capaz de tudo, mas a soma geral considero favorável;

    2) E temos Renato Rovai vem acusando pessoas que saíram do marxismo-humanismo-neoateísmo de serem oportunistas e pularem fora logo no primeiro revés que encontraram, bem como diz que agem como torcedores organizados. E aí sobram acusações a Lobão, Demétrio Magnoli e Reinaldo Azevedo, com a inserção de Roberto Freire (PPS) para tentar desviar o foco do público leitor daqueles a quem se quer mirar.
    Sobram acusações àqueles que deixaram de ser marxistas-humanistas-neoateístas: seriam ingênuos e supostos inocentes úteis. E também o Rovai vem dizer que não existe intolerância de esquerda, que intolerância seria a base da sociedade conservadora e que o esquerdista intolerante já teria pulado o muro. Aqui fica parecendo muito aquele lance da feminista moderada que serve de biombo para a que deseja o extermínio dos homens.

    O Rovai esquece-se de que existe a “tolerância repressiva” do Marcuse, o que na prática é intolerância para com quem não for MHN ou é ex-MHN. Esquece-se também daquele eufemismo de que “liberdade de expressão é uma coisa, discurso de ódio é outra”. E tudo isso, traduzindo-se pelas palavras que devem ser usadas, consiste em intolerância.

  7. Não é uma questão de o Aécio ser o melhor ou não, ele não é comunista e isto pra este momento é o que basta; não veste vermelho, não serra os punhos à moda Castro-Che , não tem histórico de guerrinha Castrista , não ostenta uma bandeira vermelha, que pelo que me parece , esta que ai esta é mais valorizada que o próprio pais. Não entendo porque as pessoas não fazem uma avaliação lógica do que representa o Comunismo com suas reais consequências para o mundo atual, consequências estas que já estão se refletindo em nosso pais. e que irão se aprofundar se as coisas não mudarem lá na presidência da Republica. Engraçado ver pessoas com cara de inteligentes, apoiando este tipo de coisa. ACORDA GENTE !!!!!

  8. Luciano,

    Mandei e-mail para alguns parlamentares não bolivarianos pedindo que votem contra o Decreto Presidencial nº 8.243/2014, alegando que ele usurpa poderes do Congresso Nacional. O procedimento é relativamente simples.

    Estou curioso para ver se algum deles vai me responder, embora não acredite nisso. De qualquer maneira, contribui para a causa da liberdade.

  9. O Sr. Olavo de Carvalho foi brilhante nas suas considerações . Eu ‘sentia ‘que o comunismo era tudo o que foi explicado . Mas era-me impossível intender e ordenar de forma coerente e precisa como foi feita pelo Sr. Olavo. Meus sincero cumprimento ao Sr. Olavo por esta aula feita com a maior honestidade . Eu , finalmente , diria ” AGORA FINALMENTE ENTENDI “

  10. Ó que peninha! O dindim para subornar os partidos está minguando? Solução: tirar eles da jogada com o decreto bolivariano. Os congressistas que se cuidem, pois podem ir para o vinagre quando menos esperarem.

  11. Com todo o respeito a quem pensa de modo diferente, não considero o Olavo de Carvalho esse gênio da intelectualidade política, tal aulicismo com que ele é tratado. Considero-o muito conservador para o meu perfil liberal; ele parece nutrir um ressentimento em relação à modernidade, um pessimismo iconoclasta que não me agrada nem um pouco.

    E ele, Olavo, comete imprecisões ou escorregões teóricos incríveis. Esse texto aí acima, “O ovo e o pinto”, comete uma nova imprecisão: quem tratou da destruição criativa foi Joseph Schumpeter em um dos capítulos do livro “Socialismo, Capitalismo e Democracia” e é muito mais do que “uma figura de linguagem”; na verdade, é uma das mais geniais descrições para o funcionamento da economia capitalista (sob qualquer ângulo, Schumpeter só pode ser reputado como um pensador original, para dizer o mínimo, e que aumentou nosso entendimento sobre o funcionamento dos sistemas econômicos e políticos, sobretudo o capitalismo).

    Que o Sr. Olavo de Carvalho não saiba disso é uma prova (mais uma!) da limitação, talvez extrema neste caso, do conhecimento dele. (É claro que todos temos nossas limitações, mas penso que a maioria não fala como se fosse o oráculo, postura arrogante que claramente se aplica ao Sr. Olavo de Carvalho. Ele pode ser admirado por muitos, mas seguramente ele está bem longe de ser um dos meus heróis intelectuais).

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