Extrema-esquerda da PUC usa a tática da “porta na cara” para salvar a pele de professores que estimularam discurso de ódio contra religiosos

12
100

ze_celso

Tem coisas que ultrapassam tudo que conhecemos por desaforo. Uma delas é o recente manifesto de alunos marxistas da PUC-SP.

Em 26 de dezembro de 2012 eu publiquei o post Enquanto os líderes católicos da PUC dormem, os marxistas culturais encenam a decapitação do papa. Tudo nas instalações da PUC. Vamos revê-lo:

Como eu tenho dito anteriormente, a mistura de mansidão e conivência dos líderes católicos da PUC leva a isso. Em termos estratégicos, os marxistas culturais avançarão até onde o outro lado lhes dizer, de forma sub-comunicada: “Olha, até este limite, tudo bem!”

Se católicos fizessem o mesmo em relação ao Luiz Mott ou ao Richard Dawkins, sabe quantos processos os esquerdistas lançariam? No mínimo, uma dúzia.

E do lado católico, quantos processos surgirão em direção aos marxistas culturais por incitação ao ódio e apologia ao crime? Nenhum.

Entretanto, tendem a se irritar com as imagens acima. Ora, se nenhuma ação é tomada, a irritação é por qual motivo?

Ou começam a agir, lançando processos em cima de um oponente que comete crimes de ódio em sequência, ou então que aprendam a se conformar.

Pois bem. Eu deixei o assunto pra lá, mas fui descobrir (através de um contato no Facebook) que a reitoria da PUC abriu um processo investigatório contra os professores que convidaram e organizaram a incitação de ódio.

A hipocrisia dos alunos marxistas em prol destes professores é tamanha que eles lançaram uma carta de protesto contra a PUC, quando na verdade deveriam ficar calados, fingindo-se de mortos por causa de vergonha.

Farei alguns comentários sobre este texto bizarro:

A Reitoria da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo abriu um processo investigatório contra os professores Peter Pál Pelbart, Yolanda Glória Gamboa Muñoz e Jonnefer Barbosa, sob a alegação de supostamente terem convidado, idealizado, apoiado e divulgado a encenação do diretor de teatro Zé Celso Martinez, ocorrida na universidade em novembro de 2012. Na época, alunos, professores e funcionários protestavam contra a nomeação, pelo Cardeal D. Odilo Scherer, da terceira colocada na eleição para Reitor, quebrando uma tradição democrática de respeito à vontade da maioria, na primeira universidade brasileira a prever um processo eleitoral direto e paritário para a escolha de seus reitores.

Se o processo investigatório é apenas uma “alegação” contra os três professores, quais as evidências os marxistas trazem de que foram outros os responsáveis pela organização do evento? Então, a tentativa de safá-los aqui já não funciona.

Em seguida, relembram o comportamento grotesco dos mesmos estudantes marxistas querendo atrapalhar o processo eleitoral da PUC. Lembremos: pelo processo é prevista a eleição de três nomes por docentes e alunos, e a direção da universidade escolhe um desses três. Os protótipos de terroristas não aceitaram a nomeação de Anna Cintra e tentaram inventar novas regras. É mais uma instância da tática da porta na cara, que falarei ao final.

Mas que raio é isso de “tradição democrática”? Ué, democracia é apenas a participação dos cidadãos nas questões do estado. Só isso e nada mais. Existe uma regra no estatuto da PUC, e ela não precisa ser a mesma que usamos para escolher presidentes, governadores e outros políticos profissionais.

Dá para notar que eles tem a plena ciência de que estão mentindo.

A acusação em curso é de que aquela performance artística teria atentado contra o “patrimonio moral e cultural” da instituição, e de terem, os referidos docentes, estimulado a indisciplina entre os acadêmicos. Ora, a Pontifícia Universidade Católica de São Paulo tem como legado a defesa irrestrita da democracia, o pluralismo de ideias, a livre expressão artística, a pesquisa independente e a conexão viva com a sociedade. Prova disso foi a coragem política do então Cardeal D. Paulo Evaristo Arns ao acolher vários professores cassados em outras universidades durante a ditadura civil-militar que perdurou de 1964 a 1985, tais como Bento Prado Jr., Florestan Fernandes, Octavio Ianni e José Arthur Giannotti, como também alunos perseguidos pelos aparatos de repressão ou expulsos das universidades públicas brasileiras por motivos políticos.

Pois é, uma confissão: contratou professores marxistas e deu nisso. Esses professores marxistas doutrinaram uma legião de zumbis para escreverem textos vergonhosos como este sob análise. Alias, reduzir uma ingenuidade de D. Paulo Evaristo Arns à toda a PUC é no mínimo um truque psicológico bem desonesto.

Expressões como “defesa irrestrita da democracia”, “pluralismo de ideias”, “livre expressão artística”, “pesquisa independente” e “conexão viva com a sociedade” foram adicionadas no texto apenas por constituírem frames, mas nenhuma delas se aplica sequer ao caso do uso do espaço universitário para lançamento de discurso de ódio contra líderes religiosos.

Veja só o nível da desonestidade:

  • “defesa irrestrita da democracia” – Democracia só tem a ver com questões do estado. A PUC não pertence ao estado.
  • “pluralismo de ideias” – É o que está acontecendo na PUC. Temos a ideia de que discurso de ódio contra religiosos é válido, e temos a ideia de que discurso de ódio não é válido. Esta última ideia venceu. Tudo muito plural.
  • “livre expressão artística” – Eles continuam tendo o mesmo direito, o que não implica em usar o espaço da universidade para fazer um discurso claramente ofensivo. Como exemplo, se alguém fizer uma peça propondo a agressão de gays, não poderá alegar “livre expressão artística” para se livrar de acusações que podem ser lançadas contra eles. Ou seja, a liberdade de expressão existiu. E agora existe a responsabilização por excessos.
  • “pesquisa independente” – Pesquisa aqui só se for dos livros de Robert Cialdini, especialista em técnicas de persuasão.
  • “conexão viva com a sociedade” – E por que não com o universo? As palavras foram escolhidas por sua estética, não pelo seu significado.

Sigamos:

A intimação dos três professores da Filosofia é uma clara tentativa de instaurar entre docentes e discentes um clima de intimidação, medo e insegurança. Trata-se de um gesto autoritário, que visa cercear a liberdade de iniciativa e de expressão no âmbito da universidade, sinalizando um rumo de todo inquietante, em desacordo com a autonomia acadêmica e com a liberdade historicamente construída no interior da PUC-SP.

O “apelo à tradição” (traduzida por eles como “o tempo de D. Evaristo Arns protegendo terroristas”) não passa de um truque safado. Além do mais, quando eles dizem que sofrem “um clima de intimidação, medo e insegurança”, só se for medo de fazer um novo discurso de ódio e incitação à violência contra a religião usando o ambiente acadêmico. A pergunta: por que esse medo seria ruim? Eu também tenho medo de fazer qualquer tipo de discurso assim e não acho isso ruim.

Ao instaurar de forma oficial uma Comissão Sindicante Processante Permanente, que ora se encarrega deste processo, a Reitoria opta por uma lógica inquisitorial incompatível com a democracia brasileira, para não dizer com os novos ventos que sopram no Vaticano. A Universidade que foi um vigoroso bastião de resistência contra a ditadura, sendo duramente invadida pelas forças policiais no ano de 1977, que sofreu, durante os anos de chumbo, vários ataques, como o incêndio criminoso de seu teatro no ano de 1984, que deu abrigo a figuras proeminentes do pensamento no Brasil e arejou a produção intelectual nos trópicos, se vê agora ameaçada na sua vitalidade mesma.

Eu acho que ou a PUC está indo muito mal em seus cursos de lógica ou então os marxistas deliberadamente esquecem-se do que aprenderam, pois não há um traço de conexão com o bom senso no parágrafo acima.

Por exemplo, o fato de terroristas terem enrolado líderes da universidade na época do regime militar não serve para transformar este evento em sua “tradição” – alias a PUC foi criada quase 20 anos antes do contra-golpe militar.

Aqui também tivemos a repetição dos truques de confusão do termo “democracia”, assim como o uso de um reframing ridículo e patético: “Investigou? Virou Inquisição!”. É um cinismo abjeto.

Mas a coisa não termina por aí. Eles tiveram a cara de pau de criar um “Manifesto contra Inquisição”. Leia:

Manifesto de indignação pela sindicância instaurada contra os Profs. Jonnefer Barbosa, Peter Pál Pelbart e Yolanda Glória Gambôa Muñoz sob a acusação infundada de planejar e divulgar a apresentação da peça Uzyna Uzona do e com o autor, ator e diretor de teatro José Celso Martinez Correa, no Pátio da Cruz.

Uma Universidade existe para e graças a seus alunos. Espaço e convivência no campus são – ou deveriam ser – o modelo mais acabado de exercício de democracia, de ética e de tolerância às diferenças. Em nome dessas premissas fundamentais, nós, na qualidade de alunos da PUC/SP e, portanto, de seus mais legítimos representantes, convocamos à reflexão sobre o absurdo das acusações feitas a três dos nossos melhores e mais respeitados professores e ao arquivamento da referida sindicância, que nos agride e envergonha. Com ela, pretende-se reduzir um movimento extremamente rico e importante para os alunos e para a Universidade – a greve dos alunos em Novembro 2012 – a um único e isolado episódio dentre os inúmeros que ocorreram naquele período. Como outros artistas ou professores renomados, os membros do Grupo de Teatro Oficina foram convidados pelos alunos. Com a sua participação, artistas e intelectuais preencheram as lacunas acadêmicas deixadas pela paralisação e ajudaram a manter o campus ocupado. Esse foi, entre outros, o caso da Cia. de Teatro Oficina, conduzida pelo diretor teatral José Celso Martinez Correa. Como todos os demais, eles também foram convidados pelos alunos e tiveram total liberdade para escolher a obra a encenar e para se exprimir (liberdade essa que é uma obviedade no caso de artistas com a genialidade criativa, a autonomia e a experiência cênica de um Zé Celso Martinez).

Assim, nós alunos, apesar da insatisfação com a imposição de uma reitora não eleita, fizemos daquele movimento de Novembro 2012 um momento de grande vitalidade, riqueza humana e cultural na e para a PUC. Deslocar tendenciosamente esse evento daquele contexto de greve e acontecimentos e, com isso, pretender transformá-lo numa espécie de “conspiração” de três professores é amesquinhar a nossa ação, é subestimar a nossa capacidade de mobilização, é reduzir a pó um momento importante da nossa vida universitária. Um breve momento em que nós, alunos, fizemos reviver a PUC, sua fibra e nossas esperanças. Nós fizemos a greve de Novembro 2012, que era de alunos e não de professores. Nós convidamos, entre outros, o Zé Celso, que é um dos nomes mais importantes e respeitados do teatro brasileiro.

Novembro 2012 faz parte do nosso verdadeiro ‘patrimônio moral’ – uma expressão que é totalmente distorcida nesta acusação sem fundamento contra nossos professores. Nós, ao contrário, com ela nomeamos um valor universal, como o respeito à palavra dada, escrita, subscrita e mantida até o fim – princípio esse que a Prof. Anna Cintra jogou no lixo ao trair seu compromisso formal com os alunos (nós mesmos) no curso das eleições de 2012.

Da mesma forma, lembramos que a liberdade de expressão, o trabalho artístico, a arte, enfim, não podem ser julgados por critérios de ordem moral. Os valores atacados por essa sindicância – liberdade de expressão e pensamento, bem como tolerância com as diferenças e abertura ao diálogo – constituem as condições de possibilidade da Universidade, seus pilares, que ora são agredidos por essa ameaça de punição a três dos nossos professores e, com isso, punir cada um de nós, em nome de uma agenda nada transparente e com a qual decerto não compactuamos.

Apoios
CAFIL
CACS
Benê (jornalismo)

Como os truques são os mesmos que eu já havia comentado, vou me limitar a expor a técnica “porta na cara”.

Veja um exemplo de um casal “discutindo a relação”, para entender como funciona:

  • Srta. X: Não, mas de jeito nenhum. Você não vai ejacular na minha boca!
  • Sr. Y: Mas eu preciso. É meu direito. E vou entrar pela porta de trás!
  • X: Também não vai entrar pela porta de trás!
  • Y: Como não? Isso é injusto…
  • X: É só pela porta da frente, e olhe lá!
  • Y: Não pode ser assim, precisamos ser democráticos. Vou mandar mensagens no Whatsapp para meus amigos, e você manda para suas amigas. Vamos coletar votos a favor ou contra mim. Precisa ser democrático.
  • X: Você está maluco? Democracia é feita para questões do estado. Esta é minha casa!
  • Y: Você está lembrando os tempos da ditadura, e sempre temos tradição de democracia. Você não votou nas últimas eleições?
  • X: Eu votei. O que isso tem a ver com o que fazemos entre quatro paredes?
  • Y: Isso é homofobia e autoritarismo. Estou oprimido.
  • X: Não estou entendendo mais nada. Eu só estou te dizendo que “meu corpo, minhas regras”.
  • Y: Você está me obrigando a viver sem poder ejacular na sua boca e sem entrar por trás. Sou vítima agora de torturas terríveis. É a Inquisição?
  • X: Não, não fale assim…
  • Y: Então pelo menos o traseiro. [Sim, eu sei que tive que limitar os tempos para não ofender a leitores]
  • X: Tudo bem então…

É exatamente isso que os alunos marxistas da PUC estão fazendo. Segue a descrição da técnica, que Cialdini abordou muito bem em seus livros sobre engenharia da persuasão:

Esta técnica consiste em fazer a uma pessoa um pedido que certamente será negado (porta na cara), para em seguida fazer o pedido que a pessoa realmente deseja, o qual é muito mais modesto que foi rejeitado. Por exemplo: um menino, que precisa de dois reais para comprar balas, pede a sua mãe 50 reais para comprar balas. Sua mãe obviamente lhe nega. Ele então diz: “Esta bem, 50 é muito mesmo; será que você pode me dar então dois reais?” Esta técnica tem a sutileza de mostrar que a pessoa que quer persuadir a outra (no caso do exemplo, o menino), e compreensiva e flexível, portanto, aceita a negativa inicial; isto, por sua vez, pressiona a pessoa alvo da influencia (no caso em pauta, a mãe) a mostrar a mesma compreensão (e ate a se sentir culpada se disser que não) e não lhe negar agora um pedido razoável. As indefectíveis “listas de natal”, elaboradas por carteiros, lixeiros e outros prestadores de serviços na época em questão, costumam ser encabeçadas por ilustres desconhecidos que sempre fazem doações de uma generosidade acima do normal; mas o mecanismo subjacente e o mesmo utilizado no exemplo anterior (menino x balas x mãe): pedir 10 X para ganhar o inicialmente desejado.

O negócio é contatar a liderança da PUC e demonstrar o uso do truque que os alunos marxistas estão fazendo contra eles. De preferência, já mandar os três professores para o olho da rua. E se começarem o quebra-quebra, basta expulsar alunos. Tem muita gerente querendo estudar na PUC.

Agora, se depois de explicarem a esses líderes os truques de que eles estão sendo vítimas e ainda assim eles cederem às exigências de um bando de aloprados, é sinal de que precisam também sofrer ridicularização pela direita. Ou seja, ou eles abrem as pernas de vez para a escória ou começam a agir com o mínimo de tática política. É vital que os alunos de direita de lá se posicionem contra a baixaria, pois para a extrema-esquerda começou uma instância de guerra de posição. E eles já mostraram que estão em campo jogando sujo.

A bola agora está nos pés dos líderes da PUC e dos alunos de direita, e estes últimos já tem instrumentos em mãos para botar a escória marxista (que está usando a técnica “porta na cara”) em seu devido lugar. Ou seja, obrigados a respeitar a vida em civilização, o que sempre será muito doloroso para eles.

Anúncios

12 COMMENTS

  1. Luciano, eu curso Filosofia na PUC em minas e o movimento comunista é bem proeminente. Em todas as turmas de Filosofia os esquerdistas são maioria e defender um posicionamento político diferente do deles é como solicitar uma represália. Eles são insistentes em dizer coisas impraticáveis como: “Aécio e PSDB são de direita”, “PT tende mais a direita” e quem discorda é execrado. Eles não apenas pressionam um posicionamento político mas querem que as pessoas se engajem. Por mais que se tenha argumentos e conhecimento acerca da política não adianta pois a maioria sempre vai utilizar técnicas de ridicularização e irão silenciar a voz desta minoria. Eu gostaria que você falasse um pouco de como se proteger e se defender em ambientes de maioria. Falo isso por que tive alguns poucos colegas que não tinham tendencias à esquerda e se manifestaram e foram repreendidos, eu mesmo nunca fui repreendido, porque devido ao ambiente, evitava me manifestar. Mas eles sempre que têm oportunidade tentam forçar uma manifestação política. Obrigado.

    • Kurten,

      Se o ambiente INVIABILIZA o contra-ataque, você tem a Internet. Por exemplo, pode gravar as aulas e postar no YouTube, ridicularizando pregações marxistas. Pode entrar como anônimo nas redes sociais e expor comportamentos indevidos em sala de aula e daí por diante.

      No caso da PUC, a pressão pode ser lançada pelas REDES SOCIAIS para que chegue à liderança da universidade, com o apontamento antecipado dos truques que os marxistas utilizarão (o exemplo eu forneci neste post) e daí por diante.

      As opções hoje são múltiplas.

      Acho que ainda escreverei uma série sobre isso.

      Abs,

      LH

  2. “defesa irrestrita da democracia” – Democracia só tem a ver com questões do estado. A PUC não pertence ao estado.

    Agora fiquei com uma dúvida.O mesmo vale para universidades federais e municipais?Se não, qual o motivo?

    Sobre a “porta na cara” tenho uma dúvida:

    O governo aparece com uma proposta proibindo qualquer tipo de propaganda voltada para o público infantil.

    Fulano diz que é a favor da idéia de limitar propaganda infantil, mas acha a idéia radical por proibir qualquer tipo de propaganda, incluindo propaganda sugerindo o consumo de alimentos saudáveis (que ele é a favor).

    Isso é um exemplo de “porta na cara”?Tem outra falácia no argumento da pessoa que se diz contra (não pela proposta, mas sim por ela ser muito restritiva)?

    Abraços!

  3. Isso é uma denúncia muitíssimo grave e o mínimo que os “ofendidos” deveriam ter feito seria mesmo pelo menos apresentar uma “notícia-crime” ao Ministério Público.

    Seria muito interessante que algum dos responsáveis por essa investigação dentro da Universidade tivesse acesso a esse texto. Eu especulo que depois de tanto assédio, ou já devem ter recuado e se acovardado ou estão na iminência de fazê-lo.

  4. Cara, tenho NOJO desse Zé celso e todas as suas depravações pseudo-artísticas. Adoraria mandá-lo para um estado islâmico, onde ele poderia desfrutar da hospitalidade que lá existe para homossexuais da terceira idade. Iriam cortar sua cabeça MESMO, e colocar o vídeo no youtube. Como são tolerantes, não é?

  5. Bota cinismo nessa escória marxista.

    Observem como eles recorrem ad nauseam à liberdade de expressão artística, nunca adentrando no TEOR da alegada performance, uma ofensa barata, de baixíssimo nível, sem genuína intenção em prol da arte mas apenas de achincalhar a religião católica numa universidade … católica (detalhezinho que a corja “esquece”)

Deixe uma resposta