Pessoal, assim também não: direita pratica “violência terrível” contra candidato do PSOL

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Pessoal, vamos com calma. Sei que às vezes o debate político fica acirrado, mas não podemos perder a cabeça. Infelizmente, algumas pessoas da direita praticaram uma terrível violência contra Flávio Serafini (foto ao centro), candidato a deputado federal pelo PSOL. Como fazer violência contra um partido tão pacífico, que apoia os Black Blocs, que agem como hare krishnas em suas manifestações?

Veja a denúncia de Flávio para fazer-nos colocar a mão na consciência:

flavioserafini

Agora é hora de vermos o terrível discurso de ódio lançado contra Flávio. As imagens abaixo são traumatizantes. Tirem as crianças da sala, pois veremos uma manifestação de violência inacreditável, algo próximo do Holodomor ou dos campos da morte cambodjanos:

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Um minuto de silêncio diante de tamanho ódio…

Onde já se viu fazer isso com Seranifi? Colar posters renegando Marx? Ou seja, blasfêmia. E as recomendações para eles lerem mais Ludwig Von Mises? Isso beira o bullying.

Para um marxista, jogar um livro de Ludwig von Mises na direção dele é pior do que lançar-lhe uma bomba atômica. O que fizeram com Serafini é quase um ato de ultra-violência, em total estilo Anthony Burgess. Ou, como diria Joseph Conrad…o horror, o horror!

P.S.: The zuera never ends.

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25 COMMENTS

  1. Luciano, o incrível é como tem gente culpando até o Partido Novo pelo ataque, sendo que ele nem foi homologado ainda pelo TSE. Teve outro que chegou a comparar os comentários contrários a eles como “autoritários”. interessante que esse frame da esquerda sempre tem um padrão interessante e repetitivo: apelam para um espantalho. Quando não funciona, se dizem serem perseguidos por alguma entidade imaginária (outro espantalho) ou tentam colar no adversário característica que eles não tem para formar um novo espantalho.

  2. Luciano, falando em Camboja, não valeria a pena falar da condenação à prisão perpétua dos dirigentes do Khmer Vermelho por crime contra a humanidade? Como havia dito, abre jurisprudência importante para que se trancafie outros marxistas-humanistas-neoateístas que tenham cometido crimes assemelhados, sejam aqueles no poder (imagino que outrora países-satélites do Leste Europeu tivessem margem para tal, principalmente aqueles que proibiram o comunismo), seja aqueles fora do poder (havia dado os exemplos dos Tigres Tâmeis e das Farc).
    Pensando no combate ao marxismo-humanismo-neoateísmo em si, é também alento importante, pois prova ser possível usar contra os MHNs o mesmo que se usou contra os nazifascistas.

  3. Mais uma que dá para destrinchar bem: a chatice ciclística sendo usada de inocente útil contra a maioria dos paulistanos e quem não concordar, segundo as polidas palavras de Lucas Pretti, que vá à m….
    Ninguém é contra ciclovia, mas sim quer ciclovias que sejam bem feitas, em vez de uma faixa pintada no chão que surge do dia para a noite. Ninguém reclama da longa ciclovia da Faria Lima justamente por ela oferecer segurança tanto para quem está de carro quanto para quem estiver a pé.
    Como você observará, o cara inclusive parece ser daqueles que têm vergonha de ser homem e vem insinuar que carro seria símbolo de uma masculinidade demodé. O problema para ele é que dá para ser perfeitamente viril (leia-se aí a masculinidade a que ele chama de demodé) sobre uma bicicleta, como mostram os muitos vencedores da Volta da França (que existe desde muito antes de o cara que escreveu as loas ao Haddad ter sido concebido), do Iron Man (que tem 180 km pedalando) e outras tantas provas feitas sobre duas rodas impulsionadas pelos pés de alguém sobre pedais ou que tenham isso em algum momento, caso do triatlo. E em todas essas provas sempre há um carro-madrinha à frente de todos, não só para filmar o pelotão da frente como também para uma série de outras coisas. Em todo caso, sempre lembremos que os que não praticam masculinidade demodé não são bem-vindos pelas que praticam feminilidade moderninha.

    E já que por cretino ele entende, entre outras coisas, as pessoas a quem ele chama de “pelegas” (ao que ele define como sendo aquelas a quem as máximas autoridades são as autoridades máximas, em que ele incluiu chefe, padre, policial, delegado e policial), como podemos definir alguém que faz loas e mais loas ao Fernando Haddad em um texto? Ao menos eu posso definir que alguém que escreve “excessões” não está fazendo bom uso do idioma pátrio.

  4. Luciano o que você acha da banalização que a esquerda faz das palavras pra tirar a potência de seus significados?
    Como homofobia,genocídio, holocausto. Esses dias fui discutir com uma funcional e ela me diz: depois é a esquerda que quer doutrinar…
    Como se eu estivesse prendido ela ou algo parecido.

  5. Um certo Gustavo Ferreira comenta lá: “Sou liberal, mas morro de vergonha de gente que se diz liberal e não se sente na obrigação de respeitar a propriedade privada alheia.
    A fama dos liberais de Niterói não é das melhores nem entre os próprios liberais/libertários do resto do país.
    Sinto muito que tenham feito esse vandalismo com você. Nossa discordância ideológica jamais justificaria esse tipo de atitude, principalmente se alguém quiser ser um liberal consistente.”

    Esse é o tipo de liberal a quem o Olavo se referiu muitas vezes: adora passar uma imagem de bom moço, imagina que a diferença entre liberais e socialistas seja meramente uma “discordância ideológica” e, sempre que possível, passa a mão na cabeça de comunistas.
    Seria um dos primeiros na lista do paredão caso o PSOL tomasse o poder. Patético.

    • Isso se liberal ele for.Não fique surpreso que seja estratégia da turma de lá para ter alguma credibilidade (coisa do tipo:Estão vendo, até liberais condenam).

      No mais chega a ser ridículo rotular de “discurso de ódio” ou “vandalismo” a mera colagem de adesivos.Ainda mais vindo de um partido que defende a “tática” Black Bloc e têm setores que pregam o fim de Israel.

      Um peso e duas medidas.

  6. O cara ainda me bloqueou do site quando eu sugeri que ele poderia mesmo ler mises, já que mais do que uma dada, os adesivos foram conselhos relevantes.

    Essa galera psolista esta tão acostumada em tacar foguete e bomba nos outros que acredito que eles fiquem em “tela azul” quando os manifestos são tão diferentes (e ate muito simpática) como esse daí.

  7. Isso me fez lembrar da chacota que fizeram com o José Serra, quando tacaram uma bolinha de papel na testa dele, e ele se fez de “atordoado”. Pelo menos uma bolinha de papel atenta contra algo que existe no mundo físico. Sugiro que no próximo código penal, exista uma previsão para criminosos que massacram sonhos colando decalques.

  8. Momento vitimista:

    “Flavio Serafini:Nunca defendi assassinato e depredação, obviamente. Esse discurso do ódio e da mentira não vai levar a nada. Invadem nosso comitê, a nossa página, e ainda querem dizer que nós que somos autoritários? Que eles defendam sua posição, o Bolsonaro, etc, nas páginas e grupos deles mas vir na página dos outros que vocês sabem que tem outra posição, só tem um objetivo: criar confusão e conflito. Discordo das posições da direita, mas eles tem todo o direito de defender as suas posições, desde que seja de forma respeitosa com os outros. Obrigado pelas mensagens de solidariedade e carinho, não estou conseguindo responder a todos e todas. Vamos juntos!”

    Agora receber mensagens contrárias é sinal de autoritarismo.
    Agora eu sei a razão dessa turma chamar Cuba de o local mais democrático do mundo.

  9. Ayan, esse energumeno do Serafini teve boa votação para prefeito aqui em Niterói mas eram os chamados “votos de protesto” o problema é que ele acreditou na história de politico com boas ideias (cheio de projetos idiotas ou inexequiveis) e tem essa coisa do messias que vai salvar o mundo mesmo que esse tal messias venha de um partido que apoia tiranias e acoberta os desmandos das mesmas

  10. Sinceramente, até sei que o nível de demência intelectual desse povo é rasteiro.

    Mas, por tudo que é mais sagrado: colar alguns adesivos virou discurso de ódio, violência? Como uma pessoa dessa, adulta (já que é candidato) não toma vergonha na cara?

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