Como arquitetar respostas para esquerdistas – II – Reconstrução e frames

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Daniel Sideris, um ulta-esquerdista muito empolgado (e precipitado), não gostou do texto Como arquitetar respostas para esquerdistas. O coitado mandou a seguinte mensagem:

A verdade é que nós esquerdistas desconstruímos cada um de seus argumentos, fazendo dessa forma, nós dialogamos com vocês, levamos em consideração tudo que vocês trazem, e ou nós desconstruímos suas falas, ou nós somos convencidos.

Só que, a gente já sabe de tudo que vocês vão falar. A gente domina o campo de ciências humanas, e a gente sabe a origem de seus discursos, e sabemos que eles são falaciosos. Dessa forma, sempre sabemos responder, e por isso quase nunca somos convencidos. Mas nós sempre levamos em consideração o que vocês falam e damos para vocês a chance de dialogar. Quer dizer, nem todas as pessoas são iguais, mas pelo menos grande parte dos esquerdistas age dessa forma.

Já o pessoal de direita, normalmente nós temos muita dificuldade de dialogar com vocês, sabe porque? Porque vocês não querem dialogar! Vocês querem é vencer pelo cansaço! A gente vai, prepara todo um texto desconstruindo todo o colocamento de vocês, e vocês não levam em consideração nada do que dizemos, vocês ignoram e trazem outros argumentos, ou reforçam os anteriores com autoridade (como se apenas repetir fosse tornar algo verdadeiro) Vocês tem frases prontas que vocês usam pra toda e qualquer situação, e não dialogam com a questão em si que é trazida.
Sempre trazem coisas do tipo “ahhh mas marxistas são assassinos”, sendo que o esquerdista em questão pode nem ser marxista, e mesmo que seja, não quer dizer que ele defenda o autoritarismo… fora que essa visão absolve totalmente os crimes contra os direitos humanos cometidos por governos liberais. Pelomenos os marxistas são auto-críticos, e usam as experiências anteriores para compreender os erros cometidos nas revoluções anteriores.
Sempre tem “ahh você é petralha”.
Sempre tem “sua feminazi”, e coisas que a gente cansou de explicar que vocês não entendem, como que feminismo não é o oposto de machismo…

Enfim. Teríamos debates muito mais ricos se vocês levassem em consideração o que é dito pela outra parte, ao invés de procurarem monopolizar o debate falando mais alto.

Ele deve achar que “venceu” essa certo? Errado. Pois ele falou em desconstrução, e se esqueceu de que a reconstrução, aliada à desconstrução, é uma receita muito mais poderosa ainda. Para que contar apenas com métodos de Derrida se podemos contar com métodos de Dewey junto aos de Derrida?

Segue a resposta a ele, reconstruída:

A verdade é que nós direitistas desconstruímos cada um de seus argumentos. Fazendo dessa forma, nós dialogamos com vocês. Levamos em consideração tudo que vocês trazem. Daí, ou nós desconstruímos suas fala, ou nós somos convencidos.

Só que já sabemos de tudo que vocês vão falar.  Sabemos que a doutrinação marxista em ciências humanas os inabilitou para o pensamento crítico. Além disso, sabemos a origem de seus discursos. Também sabemos que eles são falaciosos. Dessa forma, sempre sabemos responder. Por isso mesmo sempre estamos aptos à reflexão. Mas sabemos que suas fraudes intelectuais só convencem idiotas. Mas quando não encontramos fraudes banais, nós sempre levamos em consideração o que vocês falam, oferecendo-lhes a chance de dialogar. Quer dizer, nem todas as pessoas são iguais, mas pelo menos grande parte dos direitistas age dessa forma.

Já com o pessoal de esquerda, a coisa se complica. Normalmente nós temos muita dificuldade de dialogar com vocês. Sabe o motivo? Vocês não querem dialogar! Vocês querem é vencer pelo cansaço! Nós sempre preparamos um texto desconstruindo todo o colocamento de vocês. Em contrapartida, vocês não levam em consideração nada do que dizemos. Deliberadamente vocês ignoram e trazem outros argumentos ou reforçam os anteriores com autoridade (como se apenas repetir fosse tornar algo verdadeiro). Vocês tem frases prontas que usam pra toda e qualquer situação. Por isso, jamais dialogam com a questão em si que é trazida.

Sempre trazem coisas do tipo “ah, mas os imperialistas ianques são assassinos”, sendo que o direitista em questão pode nem ser neo-conservador. E mesmo que seja, não quer dizer que ele supostos erros do governo americano. Ademais, essa visão absolve totalmente os crimes contra os Direitos Humanos cometidos por governos esquerdistas. Pelo menos os direitistas são auto-críticos, usando as experiências anteriores para aprimorar a democracia.

Já vocês, sempre surgem com um “ah, você é fascista”. Sempre aparece um esperneio como “seu coxinha”. Vários pontos que já cansamos de explicar a vocês e não entendem, como o fato de que o feminismo é irrelevante por causa do iluminismo (que já defendia direitos iguais). Ou mesmo que o fascismo defende tanto o estado inchado quanto vocês, e que nos opomos ao inchaço estatal.

Enfim. Teríamos debates muito mais ricos se vocês levassem em consideração o que é dito pela outra parte, ao invés de procurarem monopolizar o debate falando mais alto.

Basicamente, eu reescrevi tudo que ele disse, mas de forma muito mais justificada. A pergunta: por que é tão fácil fazer isso?

Vamos aos componentes nesta reconstrução+desconstrução:

  1. Inicia-se com a técnica de confiança na vitória (“nos sempre conseguimos”), de que falei ontem. Veja também a técnica de propaganda da inevitabilidade. Frame para si próprio: “vitorioso [ou a caminho da vitória]”.
  2. Em seguida, posiciona-se o oponente como repetitivo, usando discursos poucos. Frame para o oponente: “pouco reflexivo em suas ideias”.
  3. Não pode faltar o auto-posicionamento como aquele que chegou às suas conclusões, pronto para a ouvir a outra parte. Frames para si próprio: “reflexivo, conhecedor do assunto, apto ao diálogo, moderado”.
  4. Posicione em seguida o oponente como resistente ao diálogo. Frame para o oponente: “resistente, inflexível”.
  5. Defina o julgamento do oponente como generalista e equivocado: Frame para o oponente: “equivocado, de argumentação vazia e generalista”.
  6. Use um frame adicional definindo o oponente como repetitivo. Frame: “repetitivo, cabeça dura”.
  7. Aproveite para desqualificar termos usados pelo oponente, depois de usar os seis frames anteriores.
  8. No fim, proponha a alternativa construtiva, expondo-se como o lado “mais sábio” da discussão, expondo o oponente no pólo oposto. Frame para você “moderado, apto ao diálogo”. Para o oponente: “xiita, incapaz de dialogar’.

O bloco que reconstruí é o que podemos definir como uma reconstrução, após uma desconstrução. Já os oito pontos acima são uma análise de frames, de forma a entender quais foram os ataques vindos do outro lado, a serem neutralizados e refeitos, de forma muito mais justificada, contra o outro lado.

Enfim, nós damos um exemplo de como podemos aprender com os esquerdistas, refutando tudo o que Daniel Sideris falou.

Dica final ao Daniel: não entre jogando de forma tão acintosa em um terreno que você não conhece. Nós conhecemos vocês. Vocês não nos conhecem. E pior: nem conseguem entender o quanto conhecemos de vocês.

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18 COMMENTS

  1. Sempre que aparece um jumento cacarejando o mantra “deturparam marx”, eu me caiu na gargalhada, eu lembro desse dia:

    https://www.youtube.com/watch?v=168wvd0x7A0

    Há mais de 100 anos estão deturpando Marx e ainda não conseguiram parar de matar e colocar o sistema para funcionar sem quebrar os países e produzir uma hecatombe que nem os piores desastres naturais juntos foram capazes de fazer. Ai como é que ainda um sujeitinho desse espera dialogar seriamente com a Direita? É no mínimo caso de desequilíbrio hormonal muito sério.

    https://www.youtube.com/watch?v=uO6CJJ3gxVQ

    O animal ainda tem uma publicação leviana e covarde onde diz que JESUS ODEIA OS GAYS. Dá pra levar a sério alguém que não conhece a história de Maria Madalena? Uma conduta tolerada não implica que não seja moralmente recomendável a todos, e nem inválida o dogma religioso, nem autoriza que seja hostilizado, e nem objeto de conduta preconceituosa e intolerante por parte da extrema-esquerda.

  2. Essa não é uma luta de idéias mas de pessoas.

    Prefiro Osho.

    Aprender a viver sem ideologias

    Nenhuma ideologia pode ajudar a criar um mundo novo
    ou uma nova mente
    ou um ser humano novo
    porque a própria orientação ideológica
    é a causa principal de todos os conflitos e de todas
    as misérias.
    Pensamento cria fronteiras,
    pensamento cria divisões,
    e pensamento cria preconceitos –
    e o próprio pensamento não os pode ligar;
    é por isso que todas as ideologias fracassam.
    Agora o homem precisa aprender a viver sem
    ideologias: religiosa, política ou outra qualquer.
    Quando a mente não está ligada a nenhuma
    ideologia está livre para se mover para novos
    entendimentos.
    E nessa liberdade floresce tudo o que é bom
    e tudo o que é bonito.

    Osho, em “Uma Xícara de Chá”

  3. Mas numa coisa, infelizmente, tenho que concordar com o ultra-esquerdista, eles dominam (ainda) as humanas mesmo. Claro que isso vem cada vez mais diminuindo, graças a trabalhos como o seu Luciano. É muito importante para os conservadores, liberais e simpatizantes dominarem história, política, conhecer bem os autores de esquerda e os direita e saber desmontar os argumentos deles utilizando as técnicas aqui ensinadas.

    Eu já vi um liberal detonar um marxista com essa história de deturparam Marx, mostrando exatamente os textos onde ele pregava coisas como genocídio para o advento do socialismo, desarmando totalmente o joguinho “em que contexto”, que eles adoram fazer pois, bastava ler o que estava escrito que vc compreendia que era isso mesmo que ele queria dizer com “o extermínio de povos e raças”. E de brinde mostrando que eles não se importam com as idéias dos outros, quando chamou Mises de mocorongo, por não querer examinar justamente os trabalhos desse autor que mostrava a impossibilidade do socialismo. É nessa hora que muitos incautos passam a desconfiar dos esquerdistas e suas certezas.

    Mas tem outro detalhe, muitos esquerdistas sabem que estão mentindo e não se importam com isso, eles não querem debater, devem ser desmascarados mesmo, pois eles não querem entender o mundo, querem modificá-lo apenas e, em cada tentativa, pouco importa a contagem de corpos, pois vão varrer a sujeira para baixo do tapete e recontar a história do jeito mais floreado possível. Eles contam com um aparato que os protege, o que não ocorre quando um liberal como no exemplo acima, passa a ser perseguido por eles numa universidade, por exemplo, sendo deixado sozinho pelos demais liberais ou conservadores, por que não querem se indispor ou não querem “pagar vale” ou perder o emprego, embora isso esteja mudando aos poucos.

    • Embora com quase dois anos de distância, gostaria de acrescentar que a maioria dos esquerdistas não domina nada das ciências da área de humanas. O que fazem é usar essas ciências como meio, como desculpa, para fazer política. Conheço professores de história do ensino fundamental cujo conhecimento de história é menor que o meu.
      Entretanto, estudar e dominar o conteúdo dessas áreas é importantíssimo para nos imunizar contra o dilúvio de desinformação que jorra da boca e da pena deles bem como para desconstruir o que eles afirmam.

  4. Mas numa coisa, infelizmente, tenho que concordar com o ultra-esquerdista, eles dominam (ainda) as humanas mesmo. Claro que isso vem cada vez mais diminuindo, graças a trabalhos como o seu, Luciano. É muito importante para os conservadores, liberais e simpatizantes dominarem história, política, conhecer bem os autores de esquerda e os direita, claro, e saber desmontar os argumentos deles utilizando as técnicas aqui ensinadas.

    Eu já vi um liberal detonar um marxista com essa história de deturparam Marx, mostrando exatamente os textos onde ele pregava coisas como genocídio para o advento do socialismo, desarmando totalmente o joguinho “em que contexto”, que ele adoram fazer pois, bastava ler o que estava escrito que vc compreendia que era isso mesmo que ele queria dizer com “o extermínio de povos e raças”. E de brinde mostrando que eles não se importam com as idéias dos outros, quando chamou Mises de mocorongo, por não querer examinar justamente os trabalhos desse autor que mostrava a impossibilidade do socialismo. É nesse hora que muitos incautos passam a desconfiar dos esquerdistas e suas certezas.

    Mas tem outro detalhe, muitos esquerdistas sabem que estão mentindo e não se importam com isso, eles não querem debater, devem ser desmascarados mesmo, pois eles não querem entender o mundo, querem modificá-lo apenas e, em cada tentativa, pouco importa a contagem de corpos, pois vão varrer a sujeira para baixo do tapete e recontar a história do jeito mais floreado possível. Eles contam com um aparato que os protege, o que não ocorre quando um liberal como no exemplo acima, passa a ser perseguido por eles numa universidade, por exemplo, sendo deixado sozinho pelos demais liberais ou conservadores, por que não querem se indispor ou não querem “pagar vale” ou perder o emprego.

  5. Luciano, estava aqui pensando em como lidar com iniciativas oriundas de marxistas-humanistas-neoateístas que porventura estejam dentro daquilo que a maioria do povo espera, como o caso do artigo do Plano Diretor que estipula prazo para a desativação do Minhocão. Observe-se que é um único artigo que presta em um plano que é todo “carrofóbico” (com direito a obrigar que prédios novos tenham apenas uma vaga de garagem por apartamento), sendo esse único artigo que presta fruto de iniciativa dos vereadores José Police Neto (PSD) e Nabil Bonduki (PT). Note-se inclusive que o Leão Serva é do cordão dos puxa-sacos do Haddad, como se pode ver pela frase “O pedido de sua desativação só encontra resistência entre ‘carrodependentes'”, sendo que significativa parte das pessoas que usam carro em São Paulo é favorável à demolição do Minhocão (afinal, é feio, degrada uma enorme área urbana, passa por vezes a centímetros de prédios e haveria outras maneiras urbanisticamente mais agradáveis de se ter uma via expressa, como aquela proposta de enterrar a linha do trem, algo que vem desde o Kassab).
    O fim do Minhocão é algo desejável, mas em contexto MHN seria o tal lance de criar de propósito um trânsito infernal supondo que o pessoal magicamente passaria a usar ônibus ou bicicleta, possivelmente sem a criação da tal avenida que seguisse o trajeto da linha do trem (e aqui também de propósito). Em um contexto não-MHN ou anti-MHN, poderíamos imaginar a criação da tal avenida sobre a linha do trem, podendo contar sossegadamente com um belo canteiro central que tivesse ciclovia segregada (em vez dessas faixas vermelhas que a prefeitura paulistana está pintando) e outras coisas.

    Transformar em parque também seria passar tinta em casarão caindo aos pedaços, pois continuaria a haver sombreamento permanente por baixo, bem como poderiam continuar havendo coisas como consumo de crack a céu aberto, uso de muretas do viaduto para a prática de sexo ao ar live e outras tantas degradações que existem no Minhocão de hoje, ainda que queiram dizer que iria ficar igualzinho ao Highline Park nova-iorquino (sendo que aquele parque é feito sobre um viaduto ferroviário mais estreito que o elevado Costa e Silva).
    E possivelmente, se for pela via haddadiana da coisa, teria gente com saudade do Minhocão ao ver a bobagem que estão propondo (vide secretário Jilmar Tatto falando que iriam fazer a vida do motorista um inferno). Fica o questionamento que poderia ser trabalhado, ainda mais pensando que governos municipais costumam trabalhar com questões bem mais tangíveis do que os federais, mas que igualmente podem ser usadas para a promoção de marxismo-humanismo-neoateísmo dependendo da abordagem que recebem.

  6. se eles conhecem tão bem o campo de ciencias humanas, então eles devem estar bem cientes de que a ideologia deles (o marxismo) matou 135 milhões de seres humanos…..

  7. Luciano, uma prova de que a “engenharia reversa do gramscismo” que suspeito estar sendo praticada pelo papa Francisco deu certo: Marcha das Vadias carioca reúne apenas 300 pessoas (eram mil no ano passado). Realmente eles tomaram naquele lugar onde enfiaram um crucifixo e fica claro de que estão sendo abandonados inclusive por aqueles que outrora lucravam com sua inocência útil. No G1, há fotos de plano aberto que mostram o quão insignificante é uma marcha de 300 pessoas em uma cidade com quase 6,5 milhões de habitantes. No máximo viu-se alguém com camisa do PSOL, sem que saibamos se foi ação individual dessa pessoa com camisa do partido em questão ou se houve respaldo da agremiação também tão desmoralizada quanto a passeata em questão.
    Os argentinos podem comemorar, pois havia mais argentino dormindo na areia da praia nos dias antes da final da Copa do que vadias marchantes no último sábado. Porém, em que pese a mostra clara do fracasso que é esse movimento, temos a nota triste de que mais uma vez foram levadas crianças para a rua (no caso um menino de um ano e sete meses, mas pode ser que mais pequenos tenham estado lá). E, como sabemos, crianças não têm condição de consentir com aquilo a que estão sendo levadas.

    • Esses garotos crescem como aqueles filhos de comunidades hippies dos anos 60 e 70 onde ngm sabe qm é o pai…só de tratamento vai levar tempo.

      Infelizmente a maioria acaba se suicidando – como o garoto que foi criado como garota e afins. Hitchens costumava dizer que a maior violência que se pode fazer com uma criança é catequizá-la. Suponho que isso por alguns milênios em várias partes do mundo não deu errado. Já doses de gramscismo e frankfurt injetadas na veia já corroeram o mundo em menos de 3 gerações.

      O lado bom é que Deus e a sábia seleção natural garantem que a taxa de natalidade desses animais seja bem baixa. Então feministas de segunda ou terceira geração são raras, a maioria é fabricada em transmissores de anthrax (departamento de humanas).

  8. “nem conseguem entender o quanto conhecemos de vocês.”
    até pq grande parte dos “da direia” já foram de esquerda(no colégio eu era comunista D:), ninguém da esquerda já foi de direita….

    • Está enganado, muitos de nós já fomos de direita até por nossa criação familiar. Existe uma diferença entre você realmente ter bom embasamento, ou simplesmente aderir à esquerda sem estudo ou sem ter noção do que fala, e depois tender para outro lado. Realmente, o ÚNICO ex-esquerdista que vi até hoje foi Fernando Henrique Cardoso.

      • Reconstrução: Está enganado, muitos de nós já fomos de esquerda principalmente por doutrinação escolar. Existe uma diferença entre você realmente ter bom embasamento, ou simplesmente aderir à direita sem estudo ou sem ter noção do que fala, e depois tender para outro lado. Realmente, o ÚNICO ex-direitista que vi até hoje foi Juremir Machado da Silva.

        Enfim, Daniel, se for para jogar frames, reconstruímos de volta e ficamos nisso o tempo que foi necessário.

        Detalhe que você mentiu em tudo, e precisamos te acordar para a realidade:

        1 – Vc é de esquerda somente por doutrinação escolar
        2 – Vc não tem bom embasamento nem em esquerda nem em direita
        3 – Vc é mto fraco
        4 – Vc não conhece a direita, enquanto nós conhecemos voces

        Isso está muito, mas muito divertido.

  9. Não só a Ucrânia e a Polônia, mas algum dia cada país do mundo vai olhar pra um marxista pior do que hoje olhamos pra um membro da Ku Klux Klan ou um neonazista. Usar concessões de mídia, verbas estatais e outros mecanismos de censura é característico de cérebros cauterizados pelo comunismo.

    Pq os neo ateus tem tanta coisa boa a ser reciclada, adaptada e utilizada contra a doença política??https://www.youtube.com/watch?v=uPqqp8KVuQU

  10. Também já fui de esquerda por doutrinação escolar. Como sugeriu o Daniel, eu era um esquerdista mais emocional do que embasado, por que com meus 14, 15 anos eu lia mas mão emtendia muito Marx, eu preferia ficar lutando artes marciais. Cheguei a enviar cartas à embaixada da Rússia para servir no exercito deles. Graças a Deus não me embasei naquele embuste, naquelas mentiras desses vendedores de utopias que usam de grupos como negros, gays, nordestinos, mulheres, pobres e tudo aquilo que puderem usar de forma oportunista,para obterem poder politico e intimidar pessoas fracas com seus joguinhos mentais. Aliás, marxistas são uma seita religiosa ultra radical de fanáticos dos mais perigosos. São muito parecidos com aqueles caras do marketing multinível em fanatismo e utopia. Querem fundar, assim como os fundamentalistas, o paraíso na terra. Ignoram totalmente questões basicas de logistica, alocação de recursos e a propria natureza humana, a qual não pode ser modificada por meio de ameaças, coerção estatal ou fuzis. Por isso a agricultura estatizada falha, provocando desabastecimento. São uns idiotas presunçosos.

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