A morte de Eduardo Campos

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Esse é um blog sobre estratégia política. Eduardo Campos faleceu hoje, após acidente aéreo. Era político profissional e candidato à presidência. Com sua morte, a coligação de seu partido terá até 10 dias para definir um novo candidato.

A morte de Eduardo Campos com certeza é lamentável. Por mais que tivéssemos divergências gravíssimas (ele era socialista), reconheço que ele agia, pelo menos, dentro dos parâmetros da democracia. Muito diferente dos políticos do PT, que pensam dia e noite em implementar um grande Big Brother por essas bandas.

Isso é o máximo que tenho a dizer sobre sua morte. E, na verdade, por que raios estou escrevendo este texto? Por que alguns leitores me cobraram: “fale algo de Eduardo Campos”. Como já disse, lamento a morte dele. Mas quem conhece o histórico deste blog, sabem que raramente eu falava sobre o candidato do PSB. Nem bem, nem mal. Infelizmente, era um homem novo, saudável, e que deixa esposa e filhos. Não há como não lamentar isso. Se eu ficar enrolando mais para dizer palavras bonitinhas, serei hipócrita, pois não sou bom para fazer textos elogiosos de quem conheço pouco.

Por respeito, não quero usar este post para fazer capitalização política, seja contra alguns adversários dele, seja a favor de outros. Morreu. Fim. Antes ele do que eu.

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8 COMMENTS

  1. Eu esperava algo como: “Como a direita deve se posicionara para conquistar o votos dos novos eleitores indecisos”. Mano, a vida continua. Respeito a família e a memória do homem mas as eleições continuam e temos um gigante para derrotar. Lamente com o travesseiro. O assunto aqui ė guerra política.

  2. Eduardo foi pisado e humilhado pelos petistas mas não baixou a cabeça, como muitos. Ele foi membro do governo petista. Viu a mediocridade e farsa que assolam o PT e se afastou deste partido nefasto. Buscou o caminho da oposição. Da luta por um Brasil digno, um Brasil longe do PT. O Brasil agradece pelo exemplo de vida honrada, e a luta que Eduardo Campos nos deixou não será esquecida.

  3. Não tinha nada contra ele também, discordava da maioria de suas ideias, mas nem de longe desejei isso nem pra ele nem pra ninguém, que Deus o tenha, e tenha nossos quase 70 mil mortos anualmente, estatística na qual ele e os passageiros e tripulantes fazem parte.

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