Candidato Paulo Batista é vítima de racismo na FFLCH. Onde está o MP?

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O candidato a deputado estadual por SP Paulo Batista visitou a FFLCH no dia 23/09. Eis que de uma hora para outra, uma sujeita esquerdista e desequilibrada começou a ofendê-lo, muito provavelmente por estar vendo um liberal pela frente.

Leia mais, a partir das declarações de Paulo:

Por favor me ajudem a pensar. Justiça social é quando um branco sofre preconceito? E quando um negro sofre racismo o que é? Crime? A lei é uma só mas a sua interpretação anda carregada de preconceitos. O objetivo do socialismo nunca foi unir, sempre foi dividir. E eles estão conseguindo disseminar o ódio, a desunião entre nós (brancos, pardos, mulatos e negros). O povo brasileiro nasceu da mistura de índios, negros e brancos. Acolhemos imigrantes europeus, asiáticos e nos misturamos mais ainda! Por isso existem poucos países no mundo com tamanha diversidade cultural e racial. E o que estamos fazendo? Simplesmente esquecendo de que somos um só povo, uma só nação. Não vou me aprofundar em relação ao episódio que “chocou” o País (como se os 50 mil assassinatos que acontecem anualmente no Brasil não fossem motivo suficiente de indignação e revolta): a Gremista, julgada, condenada e punida impiedosamente pela opinião pública. Pois aí está mais um exemplo de como o racismo tomou CONTORNOS IDEOLÓGICOS neste país. Será que essa mocinha do vídeo também sofreria as mesmas retaliações que a Gremista? A resposta, todos nós já sabemos.

Aliás, enquanto a extrema-esquerda vive xingando seus adversários de racistas, mesmo sem encontrar provas para associá-los a este crime, sentem-se na liberdade de incentivar sua prática contra seus oponentes.

A imagem desta racista deve ficar gravada para posteridade. Mas se os defensores da liberdade não quiserem que isso aumente, é preciso tomar “dialogar” com esse tipo de gente na base do processo…

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31 COMMENTS

  1. existem poucos brancos no pais…
    somos bastante miscigenados.
    a menina jah erra a partir dai.
    apesar de peles mais brancas ou mais escuras, basicamente todos no pais tem sangue negro ou indigena correndo em suas veias.

  2. Luciano, olha o argumento de um racialista (que se identificou como negro) nos comentários:

    “Deixa o titio explicar para vocês:
    Racismo só pode partir de um raça histórica e socialmente privilegiada, contra uma raça que foi colocada em posição de inferioridade e submissão através de práticas violentas.
    Os brancos foram escravizados pelos negros? Não!
    Os brancos sofrem de perseguição policial em são enquadrados como suspeitos o tempo todo? Não!
    Os brancos tiveram sua terra colonizada e explorada pelos negros? Não?
    Com o término da escravidão, os brancos foram colocados em situação de liberdade sem que essa fosse pensada em termos de integração social, para que não fossem abandonados a própria sorte, enquanto a mão de obra ex-escrava-negra estava sendo substituída pela mão de obra de pobres imigrantes europeus? Não!
    Você, amigo branco, é constantemente barrado em portas de banco? Tem problemas para pegar táxi na madrugada? As pessoas seguram a bolsa com força quando se deparam com você na rua?
    E por último, alguma vez na história, nós negros construímos um sistema segregatório, como o Apartheid ou a segregação estadunidense com todos os seus enforcamentos e linchamentos, contra vocês brancos? Não, né!
    Portanto…PAREM COM ESSA BURRICE DE ACHAR QUE EXISTE RACISMO INVERTIDO!!!”

    E catapimba! Eis justificada a ofensa “branco de merda”, ao passo que, se partisse de um branco a expressão “negro de merda”, seria um pecado gravíssimo clamando aos céus por vingança!

    • Sou branco, essa menina idiota também e as mulheres SIM, sempre apertavam a bolsa quando eu passava na rua. Outro dia mesmo aconteceu de novo. Já fui parado em porta de banco, já fui encarado feio por porteiros, seguranças e afins. E para esclarecer, muito antes dos escravos negros, brancos já haviam sido escravizados por árabes que eram mais escuros que eles. E NEGROS faziam outros NEGROS de escravos.

    • “Racismo só pode partir de um raça histórica e socialmente privilegiada, contra uma raça que foi colocada em posição de inferioridade e submissão através de práticas violentas.”

      É claro que essa mentalidade (doentia) muda quando Israel se defende de algum grupo terrorista islâmico.Quer povo que foi mais perseguido do que o judeu?

      “Os brancos foram escravizados pelos negros? Não!”

      Na verdade foram:

      http://pt.wikipedia.org/wiki/Saqaliba

      A própria palavra eslavo significa escravo:

      “E escravo é do Latim SCLAVUS, “pessoa que é propriedade de outra”, de SLAVUS, “eslavo”, porque muitas pessoas da etnia eslava foram capturadas e escravizadas em outras épocas. E SLAVUS veio do nome que designava todas as tribos desse grupo, através do Grego SKLÁBOS.”

      http://origemdapalavra.com.br/site/palavras/eslavo/

      A propósito, é sempre bom lembrar que negros escravizavam negros (assim como brancos também escravizavam brancos).Quando isso é mostrado a turma racialista eles vêm com o papinho furado de que é diferente, pois a escravidão de negro contra negros era feita por motivos culturais.Ora, tal desculpa é tão ridícula que qualquer um pode afirmar que essa pessoa não é contra a escravidão em si, mas sim contra o comércio de escravos.
      Para qualquer pessoa normal, tanto faz se um povo escraviza por motivos econômicos ou culturais.Ambos devem ser condenados.
      Assim como é bom lembrar que a escravidão no Brasil não foi apenas de negros.Brancos também foram escravizados.

      http://abemdanacao.blogs.sapo.pt/449373.html

      O resto é só choradeira e rotina.

      • Muito exótico o tal candidato defender “liberalismo” na era do capitalismo monopolista. Esquisito não é o candidato “markito” perto de quem tentou justificar a violência dos israelenses contra os palestinos com o fato de o povo judeu foi escravizado por outros povos no passado. E sim, só existe violência do opressor contra o oprimido. A “violência” do oprimido é resistência a opressão, e plenamente justificada sob qualquer forma que seja praticada.

    • Respondendo a este infeliz racista que falou esse bando de merda:

      “Deixa o titio explicar para vocês:
      Racismo só pode partir de um raça histórica e socialmente privilegiada, contra uma raça que foi colocada em posição de inferioridade e submissão através de práticas violentas.

      Rodolpho: Hitler dizia exatamente a mesma coisa, ainda que com outros termos, com respeito aos judeus. Afinal, os judeus “concentraram o capital, escravisando o povo alemão”.

      Os brancos foram escravizados pelos negros? Não!

      Rodolpho. SIM! Não só foram escravisados como fora muito mais que os negros. Do século VII até o Século XVII, o tráfico de escravos escravas brancas para a Meca era algo absurdo. Estima-se que mais de 2 milhões de brancos foram escravisados. Referências no livro White Gold.

      Os brancos sofrem de perseguição policial em são enquadrados como suspeitos o tempo todo? Não!

      Rodolpho: Num país onde 50.000 pessoas são mortas e apenas 2% dos crimes são solucionados, chega a ser ridículo tal argumento.

      Os brancos tiveram sua terra colonizada e explorada pelos negros? Não?

      Rodolpho: SIM! Basta ver o que aconteceu nas invasões muçulmanos a Europa e a Terra Santa.

      Com o término da escravidão, os brancos foram colocados em situação de liberdade sem que essa fosse pensada em termos de integração social, para que não fossem abandonados a própria sorte, enquanto a mão de obra ex-escrava-negra estava sendo substituída pela mão de obra de pobres imigrantes europeus? Não!

      Rodolpho: Assim como muitos optaram pelo trabalho de imigrantes, também houveram negros contratados. Até o fim do século XX, ninguém nunca levantou tal questão, pelo simples fato de que as condições de trabalho na época eram deplaráveis para todos.

      Você, amigo branco, é constantemente barrado em portas de banco?

      Rodolpho: SIM! Basta estar com algo de metal que seja identiifcado pelo alarme.

      Tem problemas para pegar táxi na madrugada?

      Rodolpho: SIM! Basta estar em um lugar mal frequentado.

      As pessoas seguram a bolsa com força quando se deparam com você na rua?

      Rodolpho: SIM! Basta você está com aparência letárgica ou mal vestido.

      E por último, alguma vez na história, nós negros construímos um sistema segregatório, como o Apartheid ou a segregação estadunidense com todos os seus enforcamentos e linchamentos, contra vocês brancos? Não, né!

      Rodolpho: SIM! Sudão do Sul nasceu exatamente por conta de um regime desses. Sem contar as inúmeras guerras que há, ainda hoje, no Congo, Somália, Etiópia e demais países.

      Portanto…PAREM COM ESSA BURRICE DE ACHAR QUE EXISTE RACISMO INVERTIDO!!!”

      Rodolpho: Exato. Raça só existe uma: Humana. Quem fica querendo fazer esse tipo de comparação é um idiota sectário, que quer o genocídio de pessoas por conta de cor da pele. Não vai demorar muito, e pessoas brancas vão estar sendo mortas e torturadas por negros ou qualquer outra etinia que se sinta ofendida ou “socialmente prejudicada”. A história mostra que isso irá acontecer. Basta ver o que houve na Alemanha.

    • Com essa idiotice de achar que o racismo não é crime por ele mesmo mas dentro de um contexto ele está dizendo que o descendente de italianos explorado tem o direito à ser vítima desse crime, mas o filho do Will Smith que teve tudo não será vítima de racismo. O raciocínio é doente em si mesmo, mas num exemplo fica claro o que esse doente está dizendo.

      Isso merece comentário: “E por último, alguma vez na história, nós negros construímos um sistema segregatório, como o Apartheid ou a segregação estadunidense com todos os seus enforcamentos e linchamentos, contra vocês brancos?”

      No momento a África do Sul vem sofrendo com um número assustador de crimes brutais contra os brancos e o genocide watch já alerta sobre os riscos de um genocídio dos brancos ali.

      Esse “contra vocês brancos” mostra o coletivismo dessa gente que descaracteriza o individual e os “direitos iguais”, ele acha que o passado dá mais legitimidade pra um grupo (obviamente o dele), é o tipo de maluco que não hesita em matar um branco por ser branco.

    • O que me define branca é a cor da minha pele? Burrice é me chamar de branca pelo aspecto da minha pele, se eu fizer um exame detalhado pra identificar meus genes, deve ter mais genes africanos que essa mocinha do vídeo. Isso sim é burrice!

  3. Foda é essa turma fanática que anda com o Paulo Batista, como o Kogos, que é da mesma laia que o Dâniel Fraga, com um atenuante e um agravante, o atenuante é não ser também neo-ateísta nem religioso fanático (embora seja católico), o agravante é que ele compõe o núcleo radical do anarcocapitalismo, que não difere em muito com a luta armada pela Ditadura do Proletariado, arrisco em dizer que se o Kogos conseguisse assumir o poder seria um novo Pinochet.

    • Marcelotherock comentou: “…se o Kogos conseguisse assumir o poder seria um novo Pinochet.”

      Bem … O que está no poder hoje no Brasil? Uma facção narcotraficante de ex-terroristas que “pregam” o diálogo com terroristas e assassinos islâmicos e que, se tivessem assumido o poder em 1964, como quase estavam conseguindo, teriam feito os Castro babar de inveja.

      Hoje, no Brasil, o que representam o PT, PCdoB, PSOL etc. senão os novos Stálins e Maos? O que representa para o Brasil uma reeleição da terrorista? E o que dizer, se uma Luciana Genro chegasse a ser Presidente? Diante deste quadro que não está tão longe assim de se tornar uma realidade, me pergunto se é tão mau assim ter um novo Pinochet fazendo frente ao que representa a esquerda radical do Brasil, ou já nos esquecemos dos Black-blocs, mídia ninja e tutti quanti, como diria o mestre Olavo?

  4. um artigo do Liberzone sobre o ocorrido, bem como dois vídeos maiores da visita de Paulo Batista à FFLCH:

    http://www.youtube.com/watch?v=qUp2zGoYkhs

    http://www.youtube.com/watch?v=-KqvnC9hO4U

    Aqui podemos considerar um ponto de virada importante, pois temos gente contrária ao marxismo-humanismo-neoateísmo que foi às ruas bater de frente com os marxistas-humanistas-neoateístas exatamente em um reduto dos mais radicais dessa vertente. Como se pode observar, a integridade física deles foi mantida, bem como acabaram coletando para si próprios trunfos importantes como esse de terem sido chamados de “racistas” simplesmente por não serem MHNs.

    • É interessante também acompanhar os comentários do artigo, em especial a participação dum esquerdista que ficou repetindo aquele dogma de que “não existe racismo invertido porque os brancos são naturalmente opressores e os negros,oprimidos”. Tal retórica me embrulha o estômago e é mais uma evidência de que esquerdistas não conseguem pensar em pessoas em termos não-coletivistas.

      Caramba! Para esses caras, indivíduos não existem, apenas classes!

    • Lindo isso, o melhor disso tudo é a coragem do Paulo Batista, é difícil alguém fazer essa agitação em outras condições sendo candidato então é algo incrível, espero que seja eleito.

    • Como poderão ver aqui, vandalizaram uma faixa do Paulo Batista ontem, faixa essa que é montada por apoiadores dele em suas casas e, portanto, bem diferente dos cavaletes (e o próprio candidato ressalta que sua campanha não tem cavaletes nem santinhos e que essas faixas são dadas àqueles que o apoiam, sendo portanto algo estritamente voluntário). Porém, o homem do Raio Privatizador deu uma resposta à altura, inclusive falando do erro ortográfico de quem tinha o pincel atômico em mãos:

      http://www.facebook.com/PauloBatista44777/photos/a.735685833157768.1073741828.732741003452251/769854683074216/?type=1

      Observe-se que no mínimo a pessoa que depredou a faixa assistiu ao vídeo em que a mulher o chamou de “branco de merda”, uma vez que foi o termo usado no cartaz. Há também o erro ortográfico em que mudaram “Batista” para “facista” (sic) e um símbolo da anarquia que, para mim, está muito com cara de que só foi desenhado para ocultar a autoria marxista-humanista-neoateísta de tal garatuja.

  5. Falta alguém sentar a mão na cara dessa maluca. Machismo? Misoginia? Pode ser, mas quem com ferro fere, com ferro será ferido! Nada de um peso e duas medidas. Deve ser um peso, uma medida e ponto final. Nada de oferecer a outra face. Na faculdade, quando defendia posições conservadoras, uma única vez me xingaram. Eu mandei tomar no cú e falei tantos palavrões, que os esquerdistas ficaram assutados comigo. No Centro Acadêmico, passaram a a se dirigir a mim de forma respeitosa. NUNCA MAIS tentaram me desqualificar.
    Foi simples assim!

  6. Boa, Luciano, tá na hora de PROCESSAR, meter processo no rabo desses PORCOS, porque só ficar assistindo com bundamolismo enquanto apanha não vai adiantar.

    E, reiterando o comentário acima: SIM, A ESQUERDISTA TERRORISTA É FEIA PRA CARALHO. Será que algum pau “branco de merda” já quis comê-la? Ah é, FFCLH, tudo drogado… comem até ratos.

  7. Percebam como eles deturpam a realidade para validar seus argumentos. Ser racista contra brancos então não é racismo. Ok. Então estupro contra brancas também não será mais estupro. Assassinato de brancos não será mais assassinato, já que tudo isso só o é se forem vítimas da sociedade.
    Engraçado como os negros ocidentais, quando afirmam odiar a cultura ocidental, nenhum que ir pra África. Aliás, nenhum quer ir sequer pra Jamaica ou Haiti. Que coisa, não?

    Na minha condição de filho de branca e pai pardo, estou fora dos dois lados da questão, porém, por isso mesmo percebo coisas que geralmente brancos e negros não percebem. Negros consideram pardos claros como brancos. É ridículo como pardos agora são considerados negros pelo IBGE, sendo que os negros sempre dizem que pardos não os representam. Agora, na hora de contá-los como maioria, magicamente representa? É claro que na hora H eles nos chutarão.

    Eu mesmo já fui chamado de branco por um amigo negro. Acho que eles estão ficando cada vez mais malucos. Também vejo ódio constante dos negros contra os brancos E também contra pardos. Não é raro ver negra reclamar que os brancos não olham pra ela. Ora, eles agora são obrigados a olhar pra elas? Engraçado também são os homens negros, que preferem sempre as brancas ou pardas claras, ambas são vistas como um troféu.

    E pra piorar, eles rebaixam os negros e a cultura negra a aberrações como funk, varrendo pra baixo grandes cantores negros e estilos de fato africanos. O socialismo sempre se nivela por baixo mesmo. Quer dizer que sou racista por odiar funk, mesmo gostando de cantores negros como Milton Nascimento, e vários outros do R&B e Soul americanos.

    Eles tem que promover esse ódio mútuo na população. Dividir e conquistar.

    Não acreditem nesses depoimentos “sou negro pobre e fui barrado na por do banco”. Deve ser algum palhaço do MAV. Não se esqueçam que quase todos os seguranças são negros ou pardos. Não tem esse de suspeito negro. Se barrou, ou estava pagando de marginalzinho, como é a moda hoje, ou tava vestido como mendigo.

    Meu primo branco já tomou esporro da polícia por andar com turminha de marginal. Se ele fosse branco poderia alegar racismo? A maior parte dos policiais não são sequer brancos.

    E pra quem achava que Gramicismo é teria da conspiração. O movimento pardo, que era conservador, e estava empenhado em acabar com essa segregação, foi invadido por comunistas, e hoje virou mais um movimento afronazista de ódio à cultura ocidental.

  8. Luciano,

    O ideal é usar as armas deles. Quer ver o circo pegar fogo?

    Para quem for vítima ou testemunhar um caso de racismo, as orientações da Ouvidoria são para que procure uma autoridade policial e peça para que ela cesse a ação criminosa. Em casos de flagrante, o autor do crime deve ser preso. Também é importante permanecer no local da ocorrência e identificar possíveis testemunhas, pedindo seus nomes e contatos.

    O ouvidor lembra que é importante registrar a queixa na Delegacia de Polícia Civil mais próxima, narrando o ocorrido com o máximo de detalhes e fornecendo os nomes das testemunhas, além de pedir ao policial para anotar na queixa o desejo de que o agressor seja processado e o crime investigado por meio de um inquérito e não por Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO).

    Nos casos em que a autoridade policial se recusar a fazer o registro, a vítima deve procurar a Ouvidoria da Polícia Civil para denunciar a falha na conduta do atendente, levando à apuração do caso. Em Brasília, a entidade pode ser acionada pelos telefones 61. 3207-4925 ou 4928 e 3245.7525, pelo endereço eletrônico ouvidoria@pcdf.df.gov.br ou pessoalmente, no endereço EQS 216/416.

    “http://www.seppir.gov.br/noticias/ultimas_noticias/2014/02/brasil-denuncia-crimes-de-racismo

    E, posteriormente, uma denúncia na ouvidoria da secretaria de politicas de promoção à igualdade racial e esperar uma resposta.

    “http://www.seppir.gov.br/fale

    Isso já vira um post.

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