Lula age feito um monstro moral ao endossar roubos a bancos

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É só a oposição começar a agir feito oposição (e isso vale tanto para Marina como Aécio) que os petistas não vão conseguir esquecer destas eleições, pelo aspecto negativo. A quantidade de “brechas” que eles tem fornecido é enorme. Conforme vemos no site Maquiavel, veja o que Lula disse a respeito dos roubos a bancos:

No melhor estilo socialista neanderthal, a propaganda eleitoral do PT na televisão elegeu os banqueiros como vilões nesta campanha. O ex-presidente Lula levou uma versão desse discurso para um palanque na cidade de Santo André, no ABC paulista, na noite desta quarta-feira. No tom jocoso que às vezes o aproxima do deputado-palhaço Tiririca e o afasta do mínimo de compostura que deveria sempre pautar o comportamento de um ex-presidente da República, Lula deu a entender que roubar um banqueiro não é nada de tão condenável. Disse Lula: “A coisa está tão grave que é pobre roubando pobre. Eu, antigamente, via: ‘Bandido roubou um banco’. Ficava preocupado, mas falava: ‘Roubar um banqueiro… O banqueiro tem tanto que um pouquinho não faz falta. Afinal de contas, as pessoas falavam: ‘Quem rouba mesmo é banqueiro, que ganha às custas do povo. Eu ficava preocupado… Era chato, mas era… Sabe, alguém roubando rico”. A fala do petista só não foi a pior da semana (que ainda não acabou) porque o discurso da presidente-candidata Dilma Rousseff na ONU, equiparando os bárbaros decapitadores do Estado Islâmico (EI) às forças ocidentais que os combatem, ultrapassa todos os limites da infelicidade.

É de tirar o fôlego, não é? Não sei o que Lula anda tomando ultimamente, mas o nível de sandices realmente aumentou.

Diante de uma população cada vez mais irritada por causa da violência urbana, ver esse sujeito ridicularizar a situação das vítimas de crimes é inaceitável. Ele poderia até tentar tergiversar dizendo “eu falei de banqueiros, não de populares”, o que seria uma bela de uma desculpa esfarrapada e inconvincente, além de não atenuar o crime moral de apoiar crimes materiais. A lei de um país civilizado é feita para proteger todos, e não apenas para quem “não é banqueiro”.

Mas mesmo que fôssemos aceitar essa desculpa, a título de argumentação, ainda existiria o problema de que em um roubo à banco, os banqueiros não são vítimas. Eles sempre estão protegidos por seguradoras. As vítimas estão nos bancários, motoristas de carro-forte e até entre os clientes. Vamos à algumas notícias, que são apenas parcos exemplos do que significam “roubos a bancos”:

Notaram o que Lula “não acha nada condenável”? Como eu disse, roubos a banco não vitimam os banqueiros, mas o cidadão comum.

Alguns diriam que “Lula devia ter ficado de boca calada” em relação a este assunto. Discordo. Ele deve falar tudo que tiver vontade, para que todos nós possamos notar que estamos diante de um monstro moral.

Em tempo: se Rachel Sherazade foi acusada pela extrema-esquerda de incitação ao crime apenas por compreender os motivos de quem se defende de criminosos, o que eles diriam destas declarações de Lula? Questione-os e veja o show de sabonetadas…

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17 COMMENTS

  1. Não sei o que Lula anda tomando ultimamente, mas o nível de sandices realmente aumentou.

    Não, isso é PURO DESESPERO ao ver A CRESCENTE ONDA anti-socialista que está a crescer na sociedade.

    Eu fiz um pequeno “experimento” recente, à cerca da frequência de comentários anti petistas em uma rede de 50 pessoas, desde o começo do ano.

    No ínicio a margem de posts contra o PT, ou assuntos relacionados à corrupção petista, era de 2 – 3 por dia.Hoje chegam de perto de 18 – 20, diários. E já teve um pico de 35 posts diários, feitos por pessoas diferentes, e aparentemente sem qualquer vínculo com alguma ideologia.

    Se esses caras ganharem a eleição, com certeza eles vão adiantar seus planos de implementação.

    • Os comunistas estão desesperados. Após ter as Federais, USP e UNESP por 40 anos em suas mãos, agora eles vão ver acontecer a pior coisa que poderia acontecer: eles serão desmascarados e suas ideias e ideologias serão varridas para o buraco negro da história!

  2. Fico APAVORADO que mesmo dizendo uma M**** dessas ele não é execrado pelo público, pela imprensa ou, sequer PELOS PRÓPRIOS BANCOS!!! GENTE! ACORDEM ANTES QUE SEJA TARDE DEMAIS!!! Lugar de petista é na CADEIA!

  3. Roubar banco é normal, portanto dilapidar a Petrobrás é normal também. É normal enriquecer os pares com o dinheiro público. É normal deixar a amante em Sampa fazendo tráfico de influência. É normal ter mensalão e ter mensalinho. É normal viver na mais pura patifaria. Normal…

  4. Que fé de oficio tem Dilma,a mulher mais vaiada do planeta,abrir fala na conferência da ONU? Isso pode ser coisa do comunismo internacional.
    Lula o filho do Brasil é o ladrão do séculoXXI,esta assaltando as Américas com o PAC – Partido Comunista Americano.Foro de São Paulo.

  5. eu fico imaginando o tamanho do roubo no Bando do Brasil e na CEF, estão precisando de uma bela auditoria. E olha que o próprio BNDES já assaltado descaradamente.

  6. É?? E o que os EUA de bosta roubam o Brasil? O nosso nióbio está sendo roubado por esses canalhas e vocês liberais de bosta omitem isso, porquê não são patriotas e muito menos nacionalistas. São imbecis que acham que devemos deixar o maldito Tio Sam roubar nossas riquezas minerais. Corja de puxa sacos de judeus sionistas. E burros acima de tudo, pois apoiam quem está financiando o comunismo.

    • Que mané roubo, rapaz! Se tem quem venda, os caras vão comprar, você não faria o mesmo? Se não temos um parque industrial por aqui com condições de utilizar esta e outras commodities, agora a culpa é dos gringos? Se a tua namorada te largar a culpa também é dos gringos? Esse “argumento” de reunião de DCE já deu!

  7. Caro Luciano.

    Veja abaixo algumas ideias que colaboram para expandir aquele nosso diálogo sobre prioridades dos tais “formadores de opinião” e utopias do processo e escolha da aquisição de conhecimentos.

    Rodrigo Constantino conseguiu, a meu ver, sintetizar muito bem a atual patologia do nosso Brasil.

    Vide dois artigos recente de seu blog.
    ……….

    Analfabetismo e populismo: uma simbiose perfeita!
    http://veja.abril.com.br/blog/rodrigo-constantino/democracia/analfabetismo-e-populismo-uma-simbiose-perfeita/

    Quando as elites se alinham aos analfabetos… Ou: Os banqueiros e o PT
    http://veja.abril.com.br/blog/rodrigo-constantino/democracia/quando-as-elites-se-alinham-aos-analfabetos/
    ……….

    Analfabetismo e populismo: uma simbiose perfeita!

    http://veja.abril.com.br/blog/rodrigo-constantino/files/2014/09/Dentarura.jpg

    Políticos demagogos não têm nenhum interesse em melhorar a qualidade da educação no país, e o motivo é evidente: quanto mais ignorantes, mais fácil é apelar ao populismo e à compra de votos. Vender votos não é exclusividade dos pobres e ignorantes.

    Sabemos que muitos vendem seus votos, seja por um benefício estatal qualquer, seja para preservar um cargo público. Mas é óbvio que os mais carentes cobram menos, e sai baratinho para os caciques políticos.

    É o caso de Alagoinha, no Piauí, o município com maior quantidade relativa de analfabetos: mais de 40% do total da população. É uma situação trágica, que depõe contra nossa democracia:

    “Isso é um desmantelo, é uma desgraceira”, diz o comerciante Antônio de Sá. “O povo aqui só vota em deputado e essas coisas por dinheiro.” A aposentada Helena Sobreira concorda com outras palavras. “Nas eleições, eles compram voto mesmo. Não é tijolo, não é dentadura, não. Eles dão é dinheiro.”
    A compra de votos acontece em todas as regiões do Brasil. Foram 1.206 casos só na última eleição (2012). Em Alagoinha do Piauí, porém, esse crime eleitoral ganha contornos trágicos, afinal, a cidade é a recordista em analfabetismo do país. Antônio e Helena fazem parte dos 41,6% dos moradores de lá que não sabem ler nem escrever.

    Exemplo disso, o município já teve um prefeito cassado por captação ilícita de sufrágio, nome técnico para o voto vendido. A notícia parece até um causo sertanejo: em 2009, Clodoaldo de Moura (PT) foi afastado e, como vingança, levou a chave da prefeitura com ele. A presidente da Câmara, que ficou como interina, teve que despachar várias semanas da calçada.

    “Qualquer agradinho, R$ 30, R$ 40 já ajeita o voto de um sujeito”, resume Antônio a venda no varejo. O enredo da vida dele se confunde com a de outros “malucos véios sem nada”, como ele define os iletrados. Infância na roça, escola distante e descaso das autoridades e da família são o início da história, que se completa com a ineficiência dos programas estatais de ensino para jovens e adultos.

    Bertold Brecht falava do “analfabeto político”, aquele alienado que não se interessava pelo assunto, ignorando o alerta de Platão: “A punição que os bons sofrem, quando se recusam a agir, é viver sob o governo dos maus”. Ou, na mesma linha, o alerta do historiador Arnold Toynbee: “O maior castigo para aqueles que não se interessam por política é que serão governados pelos que se interessam”.

    Mas o Brasil, como vemos, está em estágio muito anterior ao do analfabetismo político. É um caso grave ainda de analfabetismo, ponto. E uma massa de analfabetos, de miseráveis, de ignorantes, é sempre um prato cheio para coronéis que abusam do voto de cabresto, que compram apoio em troca de uma dentadura, de uma esmola.

    O PT, como sabemos, levou tal prática nefasta ao estado da arte, ao unificar sob o governo federal o Bolsa Família e mantê-lo como programa de governo em vez de estado. Agora, pode fazer terrorismo eleitoral, como vem fazendo, afirmando que se perder as eleições, os pobres e ignorantes correm o risco de perder os benefícios.

    O sonho do PT é transformar o Brasil todo em uma Alagoinha. Que outro tipo de eleitor cai nas falácias toscas de que a autonomia do Banco Central tiraria a comida da mesa dos pobres? À medida que o eleitor tem mais educação, vota menos no PT. O partido adora a pobreza alheia, pois depende dele para viver.

    Chávez conseguiu isso na Venezuela. É a garantia de manutenção do poder, enquanto o povo, cada vez mais miserável e ignorante, depende das esmolas estatais para viver e troca, “feliz” da vida, seu voto por uma dentadura ou trinta reais. Como fez Dilma com dona Nalva, usada pela campanha petista de forma abjeta. Para essa gente, vale tudo pelo poder!

    Rodrigo Constantino
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    Quando as elites se alinham aos analfabetos… Ou: Os banqueiros e o PT

    http://didigalvao.com/wp-content/uploads/2014/01/dilma-vira-a-rondonia.jpg
    Tudo joia, colega? Pode acreditar em mim que adoro um trouxa!

    Acabei de publicar um texto sobre a simbiose entre analfabetismo e populismo. A correlação é evidente: quanto menos educação, mais voto no PT. Mas como meus leitores sabem, sou um crítico ainda mais ferrenho das nossas elites, dos nossos supostos formadores de opinião. Se as massas são manipuláveis, boa parte da elite se mostra alienada.

    Tenho um amigo, por exemplo, que é um empresário bem-sucedido, e que defendia Dilma no passado. Hoje a critica, mas parece não ter aprendido nada: pretende votar em Marcelo Freixo, do PSOL, para deputado estadual. O que dá nessa gente? O que tem na cabeça? Titica de galinha?

    É o caso até de banqueiros! Em entrevista para Geraldo Samor na Veja.com, o banqueiro Ricardo Lacerda demonstra uma espantosa ingenuidade em relação ao PT e ao que uma reeleição de Dilma representaria ao país. Lacerda, que foi da Goldman Sachs e do Citibank, acha não só que Dilma será reeleita, como que isso não será um desastre, pois seu segundo mandato seria bem mais pragmático. Diz ele:

    “Em condições normais a tendência é sempre pela reeleição e tirar alguém do poder é uma tarefa árdua. É preciso um motivo forte para não reeleger um governante. Não vejo esse motivo no cenário atual. Criou-se muita riqueza no país nos últimos 20 anos e, a despeito de um quadro mais adverso a partir de 2013, os principais indicadores econômicos ainda estão em níveis razoáveis. O desemprego ainda é baixo e persiste uma sensação de bem estar na população. Certamente veremos uma disputa acirrada, mas minha leitura é que no frigir dos ovos a maioria vai optar pela continuidade do atual governo.

    […]

    Não é possível que não haja denominador comum entre uma presidente reeleita e o mercado. Tem que haver um jeito de trabalhar junto. Vejo como altamente viável uma reaproximação da presidente Dilma com o setor privado após a reeleição. Basta um nome de credibilidade no comando da economia e uma política fiscal séria para as coisas voltarem aos eixos.

    […]

    É evidente que o intervencionismo teve um efeito pernicioso e criou um clima de desconfiança, prejudicando o investimento. Mas nada que não seja reversível ou ajustável. O governo precisa abandonar seu viés ideológico e confiar mais na iniciativa privada.

    […]

    A reeleição da Dilma não é o fim do mundo. Confesso que não vejo na presidente o bicho papão em que o mercado financeiro insiste em transformá-la. Talvez estejam todos dando uma importância excessiva ao [seu] estilo. A reeleição não significa que o governo estava certo em tudo. Muitos erros estão hoje evidentes. O desejo de mudança está claro em todos os sinais emitidos pela população. Acho que a presidente saberá entender essa mensagem e prevalecerá o bom senso.

    […]

    Ingenuidade é imaginar que um país com as complexidades do Brasil pode adotar uma política econômica absolutamente ortodoxa, como nós do mercado financeiro gostaríamos. Não há nada mais distante da realidade do que essa pretensão. Temos um país com enormes diferenças e uma dinâmica política que exige inúmeras acomodações. Nesse contexto, não há muito o que fazer a não ser aprender com nossos erros.”

    É ou não é um espanto? Como alguém consegue esperar bom senso de Dilma ainda, depois de tudo o que ela fez e disse? Como alguém pode achar que vai prevalecer a racionalidade? Como alguém pode achar que um nome que goza da confiança dos investidores aceitaria participar de seu segundo mandato? Como alguém pode fechar os olhos para o que aconteceu na Argentina e na Venezuela e pensar que o Brasil está completamente blindado contra tal risco?

    Talvez seja apenas um otimismo infundado fruto do desejo, pois há muitos investimentos em jogo feitos por sua empresa. Talvez seja um caso típico de colocar as emoções à frente da razão. Ainda assim não deixa de ser incrível um banqueiro adotar tal discurso negligente, quando o país caminha a passos largos rumo à desgraça. Não falo somente da economia, o que já seria grave o suficiente, mas também do autoritarismo bolivariano.

    Outro banqueiro, Daniel Dantas, resolveu dar mais de um milhão de reais para a campanha do PT. André Esteves, do BTG Pactual, doou vários milhões para a campanha do partido. E por aí vai. Mesmo dando um desconto de que Dilma ainda tem chances razoáveis de vitória e que, no Brasil, ficar bem com o poder é muito importante para os negócios, essa postura é execrável e demonstra como falta às nossas elites uma visão de longo prazo de nação.

    Rodrigo Constantino
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    • Caro Luciano.

      Sabemos, por seu próprio intermédio, que você é ateu. Nada tenho contra os ateus embora eu seja cristão. Sou sabedor de que apesar dos pesares ninguém é perfeito, né? Tenho muitos amigos que também são tipos esquisitos, ou seja, são corintianos! E não pretendo abandonar a minha vida por causa disso. Hehehe…

      Mas enfim cá retorno para apenas enfatizar certos pontos, e note que escrevi “enfatizar”.

      Deixemos as considerações religiosas de lado e ocupemo-nos com as considerações filosóficas, que a meu ver são as que, de fato, tem importância, pois é a filosofia que realmente se ocupa da busca da verdade, pela verdade, nada mias que a verdade.

      Considere então o que irá, dito abaixo, como “metáforas” filosóficas (mera construção semântica).
      Espero ter sido suficientemente claro… Então vamos lá…

      É necessário querer o conhecimento para ir procurá-lo por conta própria.
      “Todo aquele que procura encontra. E a todo aquele que bate a porta ser-lhe há aberta.”

      O caminho do guerreiro na busca do conhecimento é um caminho solitário e estreito. A natureza evolui por si mesma apenas até certo ponto, dali em diante é incumbência e responsabilidade de cada um ir além por si mesmo.

      É claro que as sociedades humanas possuem certa semelhança com as sociedades inferiores de certos animais irracionais. Ambas possuem “líderes” Alpha, beta etc., que conduzem e dirigem a massa indolente dos mais vagabundos.

      As grandes questões, então são:

      Seres humanos que possuem, por natureza, atributos intelectivos e cognitivos superiores, em relação ao restante do reino animal, deveriam simplesmente acomodarem-se na situação de meros “sub-machos” seguidores?

      Essa “visão evolucionista” não seria um tanto conformista e conveniente para grupelhos poderosos de malandros vigaristas?

      Aqueles que prezam o valor da alta cultura não deveriam, então, lutar para difundir a independência intelectual no maior número possível de indivíduos?

      Não estou falando de prioridades de “guerra política”, mas sim de responsabilidades existenciais para com a própria humanidade enquanto espécie “inteligente”.

      Enfatizo que minha abordagem não é direcionada a uma analise retórica de discursos, ou análise de assertividade discursiva, buscando falacias argumentativas intrínsecas. Não!

      A minha abordagem é de carácter filosófico, que tenta encontrar a verdade, pela verdade, nada mais que a verdade.

      Poncio Pilatos formulou a grande questão, que como sinfonia inacabada, ainda não foi devida e convincentemente respondida:

      “Quid est veritas?”
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    • Caro Luciano.

      Infelizmente aqueles que são liberais e/ou liberais-conservadores são obrigados a se instalarem em partidos da esquerda moderada (light left) para poderem realizar a “BOA POLÍTICA”.

      Porém fica claro que está surgindo uma luz no final do túnel, e novos cidadãos de bem estão se apresentando para a atuação na “guerra política”.
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      Candidato tucano leva mensagem liberal para dentro da PUC-RJ e magoa socialistas.
      http://veja.abril.com.br/blog/rodrigo-constantino/democracia/candidato-tucano-leva-mensagem-liberal-para-dentro-da-puc-rj-e-magoa-socialistas/
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      Candidato tucano leva mensagem liberal para dentro da PUC-RJ e magoa socialistas.

      O candidato a deputado federal pelo PSDB/RJ, Rodrigo Mezzomo (n. 4505), levou uma mensagem firme em defesa do liberalismo para dentro da PUC. Estudei economia lá, e sei que há um núcleo esquerdista forte, mesmo se tratando de uma universidade particular.

      O mais interessante foi o recado ter sido dado bem diante de ícones dessa esquerda, como o petista Alessandro Molon e Chico Alencar, do PSOL. São os ventos da mudança. Vejam uma edição de apenas 12 minutos:

      http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=KnzdhswaWfE

      Rodrigo Constantino
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    • Caro Luciano.

      Pausa para uma digressão humorística. Hehehe…
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      Comunistas ficam revoltados com perfumes em homenagem a Che Guevara e Chávez.
      http://veja.abril.com.br/blog/rodrigo-constantino/humor/comunistas-ficam-revoltados-com-perfumes-em-homenagem-a-che-guevara-e-chavez/
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      Comunistas ficam revoltados com perfumes em homenagem a Che Guevara e Chávez

      http://img.r7.com/images/2014/09/26/41v2nva0c7_26n4hve96n_file?dimensions=460×305

      Dois perfumes inspirados no líder guerrilheiro argentino Che Guevara e no ex-presidente venezuelano Hugo Chávez foram apresentados pelo laboratório farmacêutico estatal Labiofam, em Cuba.

      ‘Ernesto’ é mais amadeirado e doce, com um toque refrescante no final. Já ‘Hugo’ tem uma fragrância mais suave, com reminiscências de frutas tropicais, como manga e mamão. É menos penetrante e sutil, ao contrário do estilo do intervencionista e sempre confrontativo líder bolivariano.

      Segundo os representantes do laboratório estatal, os perfumes foram elaborados com produtos naturais depois de um ano e meio de experiências. A empresa de perfumes francesa Robertet foi parceira na criação de ‘Ernesto’ e ‘Hugo’.

      Che Guevara, que pregava a favor de uma sociedade não-consumista, acabou virando mershandising em todo o mundo, inclusive em Cuba: sua imagem está em camisetas, chaveiros, canecas, entre outros produtos. No entanto, o laboratório cubano afirma que não pretende tirar proveito capitalista do uso da imagem dos dois líderes com intenções de marketing.

      A notícia gerou muita revolta no meio comunista brasileiro. O PCdoB emitiu uma nota alegando que o irmão Che jamais aprovaria isso, e que um perfume que quisesse homenagear o revolucionário deveria ter o cheiro de sangue, o mesmo que lhe dava tesão. “Che amava o cheiro do sangue de suas vítimas, esse tinha que ser o odor de um perfume com seu nome”, disse o pacifista Frei Betto.

      Outros alegaram que o perfume deveria ter a essência sublime de um porco chafurdando na lama, já que seu apelido era justamente el chancho. “Coisa de macho, daqueles que perseguiam gays e tentavam curá-los em campo de concentração”, declarou um eufórico e saltitante Jean Wyllys, usando uma boina no mesmo estilo do ídolo.

      Luciana Genro, do PSOL, considerou um absurdo a iniciativa, um claro indício de que Cuba se curva diante da ditadura do mercado, que impõe um conceito de estética burguesa. Quem disse que mulheres precisam se depilar e homens devem usar perfumes? Declarou que era tudo culpa do Capital Financeiro, e disse que não poderia mais falar com o blog, pois estava atrasada para o salão e ainda tinha que passar na MAC para comprar sua maquiagem.

      O companheiro Lula também se manifestou, lembrando que Chávez merecia um perfume com o cheiro de enxofre, em homenagem ao seu discurso na ONU em referência ao diabo Bush que passara antes por ali. “Isso de cheiro doce é coisa de viado, que Pelotas exporta”, ironizou o ex-presidente que não sabia que era filmado.

      Maduro também criticou a iniciativa cubana, garantindo que Chávez, por meio de um passarinho, não tinha gostado nada da homenagem.

      Chico Buarque preferiu não se manifestar, pois alegou que só usa perfume francês e que em Paris não teria acesso aos novos produtos para criticar ou elogiar.

      Os comunistas brasileiros decidiram assinar uma carta de protesto, reivindicando o resgate da memória dos dois gurus. Mandaram até uma carta para Kim Jong-Un, solicitando uma intervenção em Cuba para preservar o legado comunista. Ainda aguardam resposta, pois Kim estava ocupado degolando alguns dissidentes que se recusaram a adotar o mesmo corte de cabelo dele.

      Rodrigo Constantino.
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