Pátria Grande? Este sim um forte motivo para impeachment.

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dilmaduro

O motivo pelo qual algumas pessoas estão pedindo impeachment a meu ver parece equivocado. As supostas fraudes nas urnas eletrônicas fazem parte das regras do jogo combinadas entre as partes. Não vejo que isso dê resultados. Mas cada um é cada um…

Só que a declaração de vários tiranetes da América Latina afirmando que a vitória da presidente Dilma está diretamente relacionada a “ações revolucionárias” de países como Venezuela, aí sim é motivo para impeachment. (Além, é claro, do aparelhamento estatal, especialmente na campanha, e a corrupção endêmica)

E já passou da hora de Dilma ser chamada ao Congresso para explicar o que significa o termo “Pátria Grande” proferido por esses tiranetes.

Veja o que disse Cristina Kirchner logo após a eleição:

Querida companheira e amiga Dilma, felicidades pelo triunfo. Grande vitória da inclusão social e da integração regional, um passo a mais para a consolidação da pátria grande.

Claro que todos já sabem o que o termo significa: traição à Pátria e violação da soberania nacional. Não existe “Pátria Grande”. Existe a Pátria.

Você ainda não está indignado? Então, deixe-me explicar em mais detalhes o que significa violação da soberania nacional junto com traição à Pátria.

Você paga seus impostos para um governo que deveria para governar para você, certo? Então por que esse dinheiro está sendo usado para financiar países devastados economicamente de propósito por seus líderes?

Basicamente, é assim: Cristina Kirchner e Nicolas Maduro são como vampiros do estado, que já deixaram suas vítimas exangues. E agora estão atrás do nosso sangue.

A presidente Dilma está claramente governando contra os interesses de nossa nação, em benefício de seus companheiros bolivarianos.

O que vamos ganhar com alianças e financiamentos para Argentina e Venezuela ao invés de alianças mais fortes com México, Colômbia e outros países civilizados? Neca de pitibiriba.

A traição à pátria está mais do que comprovada.

Veja abaixo um vídeo estarrecedor, no qual Maduro detalha a importância da vitória de Dilma para as “ações revolucionárias” de seu país.

Você notou que havia militares brasileiros na Venezuela assistindo o discurso desse psicopata?

Dilma deve ainda mais explicações pois isso é gravíssimo…

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42 COMMENTS

  1. Luciano, qual a diferença do Foro de SP para organismo como a ONU ou o Mercosul em que países se reúnem e assinam resoluções para cada um? Confesso que já ouvi isso algumas vezes, mas não sei como responder.

    • Quando ouvir isso, responda:

      1 – Adesão a ONU e Mercosul passam pelo crivo dos outros poderes (Legislativo e Judiciário).
      2 – ONU e Mercosul são programas realizados entre ESTADOS, e não entre partidos (como é o Foro de São Paulo).
      3 – ONU e Mercosul não tem entidades classificadas como terroristas e narcotraficantes entre seus membros, diferentemente do Foro de São Paulo, que já contou com participação de FARC, MIR e etc.
      4 – Os gastos das nações com o ONU e Mercosul é algo público e notório, enquanto as finanças do Foro de São Paulo são uma caixa-preta intransponível.

      Entre outros pontos. Quem quer que compare FSP a ONU e Mercosul é um idiota irremediável ou um mu caráter perigoso.

    • O FORO DE SP NAS PALAVRAS DE UM PETISTA

      6 de outubro de 2014 · por Judite Raiti · em Sem categoria · 13 Comentários
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      Estava há pouco a ler partes do livro “A estrela na janela – ensaios sobre o PT e a situação internacional” de Valter Pomar. O livro se encontra disponível no site do Foro de SP, em formato pdf:

      http://forodesaopaulo.org/wp-content/uploads/2014/09/A-estrela-na-janela-Final.pdf

      Antes de tudo, fui buscar informações wikipédicas a respeito deste sujeito, e eis que encontro a seguinte informação:

      “Entre 2005 e 2009, Valter Pomar esteve à frente da Secretaria de Relações Internacionais do PT e desde então até os dias de hoje ocupa o cargo de Secretário Executivo do Foro de São Paulo, desempenhando, nestas funções, importante trabalho de interlocução política do PT com as forças de esquerda no mundo todo e, em especial, na América Latina.”

      Encontrei um trecho no livro que me despertou atenção (pág. 85-88), no qual o autor descreve sua exposição no encontro em Caracas, Venezuela, num dos eventos do Foro de SP. Irei comentar algumas partes que considero bastante esclarecedoras. Vejamos:

      Vou começar minha exposição debatendo como enfrentar a contraofensiva da direita.

      Esta contraofensiva não é uma surpresa.

      Já no XIV Encontro do FSP, percebemos que, em 2009-2010, viveríamos um ciclo eleitoral principalmente em países governados por nós. Ou seja, a direita poderia derrotar nossos governos; enquanto o contrário seria mais difícil.

      Percebe-se, logo de cara, que de fato existe um planejamento estratégico de nível continental, no qual a esquerda se articula para derrotar a “direita”. Observem o trecho “em países governados por nós”. Se o autor, na ocasião, discursava para uma platéia do Foro de SP, a palavra “nós” se refere a eles mesmos, os membros da entidade. Temos aqui, portanto, a confissão aberta de que a entidade governa países da América Latina. Sigamos adiante.

      Colaborar para que as esquerdas do México, Colômbia e Peru se fortaleçam e ganhem as próximas eleições; apoiar os setores populares em Honduras, Guatemala, Paraguai etc.; não perder nenhum governo para a direita (independente das opiniões que possamos ter sobre os limites de cada um destes governos, qualquer derrota será uma vitória de nossos inimigos); aprofundar o processo de mudanças, mas considerando atentamente a correlação de forças; e acelerar a integração continental (o que, no limite, é nosso principal trunfo).

      Não perder nenhum governo para a direita, por pior que seja o governo de esquerda: este é o objetivo. A ordem é não perder terreno para os “inimigos”. O aprofundamento das mudanças rumo ao socialismo continental é apoiado até o limite, o qual seria o “principal triunfo” da organização.

      A contraofensiva da direita é uma decorrência lógica da crise internacional e do declínio da hegemonia estadunidense; eles precisam recuperar o controle de seu “pateo trasero”; e para isso precisam deter e reverter as mudanças que estão em curso no continente.

      Aqui temos o velho discurso anti-americanista. O uso do termo “estadunidense” já indica um certo antiamericanismo chulo. Mesmo que o declínio americano se dê muito por conta da própria esquerda norte-americana, principalmente com Obama no poder, o autor se utiliza deste subterfúgio manjado para justificar a existência de uma suposta contra-ofensiva da direita, que estaria de alguma forma (não explicada) relacionada com as políticas americanas. O intuito do autor é o de persuadir a militância de que tudo o que se faz no Foro de SP está previamente justificado, já que estão lutando contra este poderoso e tirano “império estadunidense”.

      O debate sobre as “tentativas de construção do socialismo no século XXI“ será pura retórica se não detivermos a contraofensiva da direita.

      O PT tem reflexões acumuladas sobre isto, as mais recentes estão na resolução do III Congresso. Para nós, socialismo envolve democracia, internacionalismo, propriedade pública, planejamento e desenvolvimento ambientalmente sustentável.

      Nós não utilizamos o termo “socialismo do século XXI“.

      Ainda estamos num período de “defensiva estratégica“ da luta pelo socialismo, no qual se combinam a derrota do chamado “campo socialista“, a difícil situação de Cuba, o socialismo de mercado na China e a força do capitalismo.

      O objetivo de se alcançar o socialismo (de novo o socialismo, aquele mesmo que já trouxe tanta desgraça para o mundo) aqui é claramente admitido. Admitem porém, que este socialismo ainda não está estabelecido, estando eles num período de defensiva estratégica.

      Por tudo isto, acreditamos que é necessário levar a sério a ideia da unidade na diversidade. Há uma diversidade de estratégias nacionais e uma diversidade de concepções. Precisamos articular isto numa estratégia continental comum.

      Mais confissões sobre o plano de implementação do socialismo em âmbito continental. A diversidade das esquerdas é estimulada, desde que no todo tenham uma consistência que visa a unidade. Esta é, desde sempre, uma das estratégias cruciais do movimento revolucionário. A divisão interna da esquerda só favorece ela mesma, uma vez que essas divisões acabam por tomar todo o espaço político e cultural, fazendo com que o debate se limite ao espectro esquerdista. Isto é exatamente o que estamos presenciando no Brasil há algumas décadas. Esta hegemonia de esquerda foi inclusive comemorada por Lula, em um de seus discursos no Foro de SP.

      Porém, o mínimo denominador comum desta estratégia continental é a integração, não o socialismo.

      Gostaríamos que fosse o socialismo, porém ainda não é; e não é não por falta de vontade, mas principalmente porque vivemos num momento de transição, em que o velho já está morrendo e o novo ainda não se firmou.

      Este é talvez o trecho mais emblemático. O autor admite, porém com pesar, que a integração do continente seja estrategicamente mais importante agora que o próprio socialismo. Ele admite, portanto, que o socialismo não é um fator de integração continental suficiente por si mesmo. Na sua concepção, isto se deve ao fato de estarmos sob a transição do velho para o novo socialismo, que, como ele afirma em outros trechos, ainda carece de bases teóricas em sua ideologia. A promessa messiânica do “novo mundo” sempre aparece no discurso socialista, que também diz que suas bases teóricas sempre foram mal compreendidas. Isto faz com que socialistas, catástrofes após catástrofes, sempre renovem seus discursos e suas perspectivas para um futuro hipotético. Em nome desse futuro que nunca chega, se arrogam o direito de fazer o que quer que seja no presente. É o mesmo discurso batido, já proferido antes por Lenin, Stalin, Hitler, Mao Tsé-Tung, Fidel Castro, etc.

      Por tudo isto, o PT valoriza extremamente o Foro de SP, que tem como uma de suas características mais importantes reunir num mesmo espaço famílias políticas e ideológicas que na Europa não conseguem conversar. Os que aqui destacaram o quanto a situação política na América Latina está melhor do que na Europa devem compreender que isto se liga a nossa capacidade de articular unidade com diversidade.

      Devemos, portanto, combinar a necessária luta ideológica em favor do socialismo, com uma estratégia e uma política organizativa mais amplas.

      Consideramos importante, neste sentido: fortalecer os laços bilaterais; fortalecer os organismos que temos (como o Foro de SP); para nós, do PT, o Foro de São Paulo é prioritário; repudiamos a ideia de que existam “duas esquerdas“, há muitas esquerdas na América Latina; recusamos qualquer tipo de disputas de protagonismos e liderança entre nós; e estamos convencidos de que não há futuro para nosso projeto no Brasil apartado do futuro da América do Sul e da América Latina.

      Claro que há contradições em nossa política interna e externa. Mas nossa política internacional demonstra de que lado estamos: lembro aqui a postura do Brasil frente a Cuba, Honduras, Irã, Palestina e nossa oposição à guerra dos EUA contra o Iraque.

      Este é o fechamento final, que resume tudo. Não restam dúvidas de que o PT está articulado com uma entidade estrangeira, que influencia diretamente nas eleições de diversos países latino-americanos, e que, sendo parte deste esquema, compactua com suas políticas de intervenção às soberanias nacionais destes países, incluindo o próprio Brasil. O PT considera esta entidade sua prioridade, colocando-a acima dos próprios interesses do povo brasileiro. A partir daí, o PT se configura imediatamente num partido ilegal, que dentro das leis eleitorais brasileiras, estariam impedidos de participar das eleições no país.

      Além disso, este último trecho reforça a ideia de que uma esquerda heterogênea é importante, desde que suas contradições não sejam suficientemente conflituosas com o objetivo final de implantação de um socialismo continental. Além disso, reforça também aquilo que já sabemos sobre a política externa petista, de apoio à ditaduras comunistas e ao terrorismo internacional, já que representam uma “resistência” à política externa americana. Sabemos que o discurso anti-intervencionista em relação aos EUA serve apenas como pretexto para que os petistas defendam governos anti-ocidentais, estes sim, empenhados em destruir o ocidente com toda força, até que não reste no mundo nenhum traço de liberdade, democracia e cristandade como conhecemos.

    • A ONU é como uma assembléia de NAÇÕES, não de partidos, ou seja, criado por acordo internacional entre os países. Lá os representantes dos países “legalmente” aceitos pelo povo de cada país, estão lá para representar cada PAÍS saca? (Embora eu não goste da ONU e acho que ela deveria ser dissolvida)

      Já o Foro de São Paulo é uma organização mafiosa que não é legal no Brasil, criada por um conjunto de partidos políticos e grupos terroristas e narcotraficates, cujo objetivo é a destruição da democracia e a implantação do comunismo na America Latina.

      Teoricamente a ONU não foi criada para destruir a soberania dos países, e nem foi criada por grupos ideologicamente engajados, mas o Foro é desde seu princípio uma criação dos partidos de esquerda com propósitos escusos, sendo totalmente ilegal no Brasil que um partido se associe com uma organização internacional.

      Comparar o Foro com a ONU é uma tentativa de dar legitmidade a algo totalmente ilegal e imoral.

      O Foro é uma clara tentativa de golpe.

    • Leandro,
      Na ONU se reúnem representantes legítimos dos países.
      E, ao menos em tese, nenhum desses representantes subordina os interesses de seus países a grupos escusos externos.

      Já o Foro de São Paulo é exatamente o contrário : os partidos – membros se subordinam à estratégia global do Foro em detrimento dos interesses de seus países – aliás, o objetivo final é a própria DISSOLUÇÃO e fusão desses países na Pátria Grande.

      Além disso, o Foro funde à atividade política o financiamento com dinheiro do narcoterrorismo: antes da organização ficar mais visível as FARC e o ELN (entre outros) eram membros oficiais.
      Hoje continuam membros mas não aparecem na listagem oficial.

      Daí começa a ficar claro o porquê do esvaziamento dos quartéis de fronteira do Exército brasileiro: para facilitar a entrada e a saída de drogas em nosso território como pagamento aos favores e ao dinheiro das FARC.

    • Algumas boas diferenças foram destacadas por outros comentaristas. Mas gostaria de indicar mais uma: na ONU ou no Mercosul, os países negociam acordos tendo em vista seus interesses particulares. Algumas vezes é preciso cder num ou nouto ponto, mas o resultado geral é considerado satisfatório aos interesses dos participantes. Já no FSP o interesse particular dos países é irrelevante. O que importa é manter os participantes do FSP com o poder total nos países. Negócios claramente maléficos ao países podem ser feitos para atingir os fins almejados. Exemplo?Atuação brasileira m Honduras, financiamento a portos cubanos e omissão quanto a expropriação de empresas brasileiras na Bolívia. Todas essas ações são claramente contrárias aos interesses brasileiros (algumas até contrárias a Constituição), mas foram tomadas porque eram vantajosas aos interesses do FSP.

      • Que moderacao????verdade e um direito sacro Santo de cada um de nos !!!!devemos sempre perguntar nos mesmos se queremos proseguir aceitando as miserias e xacrinhas vergonhosas impostas ao povo !!!!

  2. No site defesanet tem uma reportagem da visita do Ministro da Venezuela, (o tal da babá que foi pega no aeroporto com uma arma carregada e material de doutrina comunista), no encontro para os tais “acordos” com o MST, Na foto que ilustra a matéria é exibida uma enorme bandeira escrita Pátria Grande,
    Estão negociando país sem que a população tenha conhecimento.
    Impressionante ! O cara vem fazer um acordo com uma entidade Ilegal?
    Preocupante isso tudo não?

  3. Meu Deus do céu… pra onde estamos indo? E, realmente precisa foco nas manifestações, já estão descambando para ‘intervenção militar já’… esse não é o foco agora. Precisámos mesmo é de liderança forte, senão, não iremos a lugar nenhum.

  4. …’As supostas fraudes nas urnas eletrônicas fazem parte das regras do jogo combinadas entre as partes. Não vejo que isso dê resultados.’

    Luciano essa sua fala quer dizer exatamente o que?! Que acordos entre as partes são esses?! peloamoooorrr…

    • Para mim foi uma surpresa que, em cima de supostas fraudes eleitorais, estejam pedindo o impeachment da presidente. Se as fraudes são “supostas” como basear nelas um pedido de impeachment? Achava que o impeachment estava sendo pedido pela acusação explícita do doleiro Youssef indiciando a cumplicidade e responsabilidade dela no saque da Petrobras, mas a pergunta da Vera também me despertou para um ponto que não havia percebido quando li a matéria.

      Quanto à presença de representantes de nossas forças armadas naquele encontro de mafiosos… bem este foi o golpe de misericórdia em minha quase morta esperança. 🙁

    • …”As supostas fraudes nas urnas eletrônicas fazem parte das regras do jogo combinadas entre as partes. Não vejo que isso dê resultados.”

      Ao meu ver, acordos entre os PT e o TSE para manipulação dos votos, mas sem provas devidas não vale a pena pedir impeachment por isso.

      • Alex, veja o que está sendo feito para denunciar e combater a fraude nas urnas e o Foro de São Paulo. Visite no Facebook: Eventos Pela Democracia

  5. URSB = União das Repúblicas Sulamericanas Bolivarianas. Isso sim é a tal “Pátria Grande” que querem.

    Lance o frame para o adversário de que “patriotismo é coisa arcaica e xenofóbica” enquanto fortalece o patriotismo para sua população.

    A União Soviética era um dos territórios mais patriotas que existiram (a Rússia, o “centro de controle” da URSS ainda o é por causa da URSS), mas os intelectuais de esquerda americanos pró-soviéticos fomentavam e repetiam durante a própria Guerra Fria cada vez mais que “o patriotismo é uma praga xenofóbica”, “os americanos são patriotas retardados”, “os americanos são os mais patriotas do planeta”, enquanto o sistema que adoravam a população era ainda mais patriota por causa do governo e da propaganda soviética.

    Esquerdistas são o típico traficante de drogas, vendem drogas para destruir a família dos outros enquanto proíbem drogas para os seus filhos.

  6. Alguém pode me dizer o que é exatamente essa fraude das urnas que faz parte do jogo entre as partes, que o Luciano falou no texto?!
    Isso é muito intrigante!

  7. A comunistada em festa. O povo otário em festa. A militância retardada em festa. Até vir a ressaca… Aí todos vão chorar com a dor de cabeça forte.

  8. Não somos espanhóis, não é nossa herança, somos apenas vizinhos, querer enfiar,essa patacoada de Simon Bolivar, por aqui não faz sentido para brasileiro
    coisa de gente inculta, que faltou as aulas de história e geografia no colégio, que não conhece os fatos, apenas versões.

  9. No final do texto, apos o video, voce chama a atencao para o fato de haver um militar brasileiro na cerimonia.
    Aquele oficial é o adido militar na Venezuela
    Nao sei se ele foi de espontanea vontade ou recebeu ordem pra estar la..
    porem é nítido o constrangimento dele….
    ve-se que nos momentos que os outros estao aplaudindo, ele nada faz….
    mas ve-se mais ainda o interesse que a tv estatal tem em focar a sua participacao…
    nao podemos ser ingenuos ou tolos, mas pelo animo das coisas aqui (no Exercito Brasileiro) nao se pode ir muito alem de uma ilacao da presenca deste oficial ali
    mas claro que entendo que o recado que o governo quer dar é de que as FFAA estao do lado deste projeto Patria Grande
    isso nao é verdade…
    obrigado pela atencao..

    • Faço votos para que o que está a ser comentado aqui seja verdade é que meus maiores temores (o aparelhamento das FFAA pelo PT) realmente sejam meramente alarmistas.

      As violações de nossa Soberania perpetradas pelo PT e suas linhas auxiliares, expostas nesta matéria, e que têm sido levadas a cabo ao longo dos 12 anos de governo do Partido, para mim, mais do que evidenciam que tais partidos, agindo ilegalmente sob a orientação de uma organização política estrangeira (o Foro de São Paulo) se qualificaram como inimigos do Brasil, justificando, por esta razão, que as Forças Armadas se envolvessem, cumprindo seu papel constitucional de defender o país contra seus inimigos internos.

      No Apêndice do livro A Nova Era e a Revolução Cultural , no tópico “O Brasil do PT”, o filósofo Olavo de Carvalho, citando Marco Aurélio Garcia, informava literalmente que o PT tinha como alvo ‘mudar a Constituição, tirando das Forças Armadas a atribuição de defender o país dos inimigos internos e passando exlusivamente a se incumbir da defesa de nossas fronteiras’ e conclui:

      “Ora, mandadas para a fronteira, desligadas do combate a inimigos internos, as Forças Armadas estarão duplamente impedidas – pela obrigação constitucional e pela distância – de mover um só dedo contra o crime organizado, que, sob aplausos de uma certa intelectualidade esquerdista, já domina um Estado da Federação.”

      Embora sem muita informação, porque li isso na atual 4ª edição do livro, acredito que este material já fizesse parte do lançamento do original, em 1994, quando o Rio de Janeiro já sucumbia há alguns anos ao terrorismo praticado pelas hordas de traficantes que até hoje nos controlam.

      Portanto, há 20 anos, o PT, seguindo o exemplo de Adolf Hitler no “Mein Kampf”, já deixava bem claras suas intenções totalitárias.

      Foi com surpresa e espanto que, poucos dias atrás, após haver lido o trecho citado, recebi uma nota da página do FB do Exército Brasileiro, ilustrada com foto, sobre os equipamentos (armamentos) de última geração com que este fora agraciado pelo Governo para defender as nossas fronteiras.

  10. Luciano, tem sido muito aplicado nas redes sociais o truque “a direita só defende a democracia quando o partido em que eles votaram ganha”, se referindo às mobilizações, pedidos de impeachment e denúncias de fraude eleitoral. Provavelmente tentando aplicar os frames “imaturo” e “antidemocrata” na gente. Estou pensando em fazer uma imagem com fotos e os seguintes dizeres:

    Eleição de Lula em 2002: eleitores da oposição não reclamaram. Reeleição de Lula em 2006: oposição não reclamou. Eleição da sucessora de Lula, Dilma Rousseff em 2010: ninguém reclamou. Reeleição de Dilma em 2014: 14 pedidos de impeachment protocolados na primeira semana após as eleições, manifestações contra as eleições marcadas, várias denúncias de indícios de fraude eleitoral (que culminaram no PSDB pedir auditoria independente das eleições).
    Fica a pergunta: Os eleitores oposicionistas não sabem perder, ou muita gente percebeu que tem alguma coisa errada acontecendo?

    Você acha uma boa idéia? Também gostaria de opiniões dos comentaristas do blog, inclusive de sugestões de melhoria, caso alguém tenha alguma idéia nesse sentido.

  11. Pois! Eu ia já postar este link do Maduro na Venezuela, quando vi este post do Luciano.
    É de apavorar e, mais ainda por existir militares Brasileiros na tal “cerimônia”!
    Eu só espero, que o mesmo esteja lá por OBRIGAÇÃO e ordem de Comando! Sei que os militares estão extremamente reticentes em tomar atitude mas, não posso crer que deixarão essa CORJA PETISTA, vender o País sem nada fazer. Até porque, muitos dos próprios militares serão afetados no processo!
    Francamente, agora estou assustado, mesmo!

  12. Imagina só, uma coligação para formar um pais único na AL, a tal grande pátria… Vocês acreditam em bicho papão? Pelo amor de Deus, voltem ao planeta Terra, parem de viajar na maionese. ISSO NEO EXISTE. Parem de perder tempo com essas teorias da conspiração inúteis e semeadas por NINGUÉM SABE QUEM. Esse tipo de coisa só serve para acirrar ainda mais os ânimos e a intolerância, isso sim é ANTIDEMOCRÁTICO. Devemos é nos preocupar com coisas realmente sérias como a DESIGUALDADE em nosso país. Isso sim é realmente preocupante.

    • Caro ‘espertino’ que ignora palavras ditas e nem se questiona por que foram ditas, tenta prestar atenção:
      Se alguém, um líder de nação falou em pátria grande é por ter motivo ou alguma intenção, se não fosse assim, não seria crime levantar bandeira pró-nazismo, não seria crime pedir separação de estados de uma nação. A união de países, assim como nazismo já aconteceram antes e pode se repetir, ou não haveria motivos para impedir que as pessoas militassem por tal.
      Está mesmo preocupado com a desigualdade do Brasil, vai correr atrás dos 50 bilhões de prejuízos que seus PTralhas causaram à Petrobras, e roubaram, os pobres precisam desse dinheiro, e a justiça não conseguirá recuperar nem a metade. Por fim, estamos lutando para tentar garantir que não haja a menor possibilidade dessa pátria grande se oficializar, pois se separados os governos e PTralhas do Brasil e Venezuela já roubam unidos, imagine esses países unidos, aí sim, a desigualdade e miséria que existe na Venezuela se alastraria para a América Latina. Por fim, o impeachment ajudará evitar o desgoverno e roubalheira de seus PTralhas, já é um bom começo na luta contra a desigualdade.

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