Algo que só se resolve com embargo (por enquanto): MPG/GO investiga recrutamento de crianças brasileiras para Venezuela

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elias

Mais uma de embrulhar o estômago de qualquer pessoa com o menor traço de ética. Segundo o Globo, o MPF/GO investiga o recrutamento de crianças brasileiras para Venezuela:

O Ministério Público Federal em Goiás (MPF/GO) instaurou inquérito civil para apurar um suposto recrutamento ilegal de crianças e adolescentes brasileiros pelo governo da Venezuela. Segundo o órgão, eles seriam levados para serem doutrinados a atuar na chamada “revolução bolivariana”.

A ação contra a União é assinada pelo procurador da República Ailton Benedito. Ele diz que tomou a medida baseando em notícias veiculadas pela imprensa brasileira de que o vice-presidente setorial do Desenvolvimento do Socialismo Territorial da Venezuela e titular do Ministério das Comunas, Elías Jaua, leva adolescentes brasileiros para o país desde 2011.

No inquérito, consta ainda uma notícia veiculada no site do governo venezuelano de que 26 crianças e adolescentes participaram do treinamento no estado de Sucre das chamadas “Brigadas Populares de Comunicação”, com o intuito de moldá-los como “futuros jornalistas para servir o país”.

“Temos que saber em que condições, quem levou e quem autorizou a ida dessas pessoas até a Venezuela. Abrimos o inquérito justamente para apurar em que circunstâncias isso ocorreu, qual a idade dos envolvidos, de onde são e qual a real quantidade deles”, disse Benedito ao G1.

O procurador adiantou e que vai encaminhar ainda nesta segunda-feira (17) ofício ao Ministério das Relações Exteriores para saber quais as providências estão sendo tomadas nesse sentido. Segundo Benedito, esse é o órgão do governo federal que, neste caso, tem competência para estabelecer a relação com os outros países e esclarecer a questão. Depois de notificado, o ministério tem até dez dias para se manifestar.

G1 entrou em contato com a assessoria de imprensa do Ministério das Relações Exteriores, mas não obteve resposta até a publicação desta reportagem.

A Venezuela já ultrapassou a cota de violações à nossa soberania, tornando-se um país agressor.

Claro que o governo petista vai dizer que “não sabe de nada”. Mas não se afobem. Vamos tratar as coisas nos termos adequados.

A Venezuela já fez por merecer tomar um embargo a partir do governo brasileiro, onde nenhum centavo a mais pode ser direcionado a qualquer projeto financiado nesse país, assim como nenhuma relação comercial deve ser permitida.

A pressão não é sobre o PT, evidentemente, mas sobre o Congresso. Está na hora de exigirmos um embargo econômico do Brasil contra a Venezuela. Só para começar. E se as coisas prosseguirem, exigir do Congresso uma intervenção militar… lá na Venezuela, evidentemente.

Em tempo: vejam Caiado cobrando esclarecimentos do ministro Miguel Rossetto sobre convênio do MST-Venezuela:

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18 COMMENTS

  1. Luciano, você viu esta jogada de mestre que o vilarejo alemão de Wunsiedel, onde está enterrado Rudolf Hess, fez para combater a romaria anual de neonazistas que ocorre por lá? Observe-se que são apenas mil habitantes e as levas de neonazistas são equivalentes a mais de quatro vezes a população da urbe em questão (e seu grau potencial de violência os faz equivaler a umas dez vezes):

    http//www.youtube.com/watch?v=KvjIYl_Nlao

    Poderíamos entrar em méritos sobre o nome da ação, Rechts gegen Rechts (“direitistas contra direitistas”, traduzindo para o português), que pode denotar no mínimo o uso do conceito equivocado como denominação (aqui imaginando um pensamento popular mais arraigado e menos esclarecido que acredita ser o nazismo portador de alguma analogia com o conservadorismo ou o liberalismo clássico) e no máximo marxistas-humanistas-neoateístas manipulando a coisa toda (uma vez que nada é mais odiado por um revolucionário do que outro revolucionário). Porém, é a mecânica da coisa que interessa: a cada metro marchado pelos neonazistas, as empresas locais doavam 10 euros para uma ONG chamada EXIT-Deutschland, direcionada a ajudar ex-neonazistas a se recolocarem na sociedade. E a coisa foi feita de surpresa, de maneira a encurralar os caras, que foram vendo os cartazes sem saber que eles lá estavam. No fim da caminhada, havia bananas para os neonazistas que quisessem repor energias (sempre lembrando que banana na Europa tem aquele contexto que conhecemos ao vê-las sendo jogadas contra jogadores com ancestralidade africana em estádios).
    O grande da coisa é que na prática eles fizeram os neonazistas colaborarem com o combate ao neonazismo. Se eles quisessem parar a marcha, acabariam por se desmoralizar não só perante o lugar que os recebe a contragosto, mas também perante outros neonazistas e o resto do mundo em geral. Logo, eles ficaram de mãos atadas e tiveram de ir adiante, sabendo que na prática financiavam o combate a si próprios.

    Claro que dá para adaptar essa estratégia para combater os MHNs, ainda que eles pudessem usar a mesma coisa anti-MHNs. Dá para imaginar alguns exemplos práticos:

    1) O simples tanto de metros que uma passeata percorrer, tal qual fizeram em Wunsiedel. Essa inclusive é a forma mais simples de se arrecadar;

    2) Para cada cartaz defendendo o aborto em uma manifestação, um pool doa uma determinada quantidade de dinheiro para organizações antiabortistas;

    3) Para cada manifestante que se desnudar na Marcha das Vadias, mais dinheiro para organizações diametralmente opostas. Daria até para imaginar que blasfêmias como aquelas vistas durante a Jornada Mundial da Juventude pudessem ter considerado um valor depositado maior que o simples desnudar;

    4) Para cada vidraça que um black bloc quebrasse, mais grana para alguma associação contrária a eles.

    Enfim, dá para imaginar uma série de possibilidades em que na prática significaria que os MHNs estariam financiando o contrário a eles próprios por simplesmente agirem com cada vez mais marxismo-humanismo-neoateísmo, assim como fizeram lá com os neonazistas por eles terem sido cada vez mais neonazistas.
    Caso não se tenha empresários (e aqui podendo se entender empresas tão pequenas quanto aquelas que doaram à associação antineonazista), dá para se fazer vaquinhas virtuais, em que se estipula uma meta baseada no que se viu em uma manifestação MHN. Exemplo simples: uma vidraça quebrada vale X reais, um carro virado ou danificado vale Y, uma vadia marchante desnuda vale Z e por aí vai, até que feche uma determinada soma, que é a meta a ser atingida. Logo, se MHNs não derem uma de MHN, não financiam o combate a si próprios.
    Se considerarmos o lado dos MHNs, é óbvio que eles podem fazer o mesmo e por vezes querer comparar o combate à ideologia deles ao tal neonazismo a que tanto eles gostam de associar (ou, no caso brasileiro, o fascismo). Porém, eles sinalizariam que não estariam recebendo o farto financiamento que recebem para fazerem o que fazem. Isso, por si só, simbolizaria uma fraqueza que com certeza eles não gostariam de acusar, ainda mais se considerarmos que eles comentam pouco sobre de onde vem o dinheiro que os permite, por exemplo, ir protestar em pleno horário comercial, ainda que saibamos ser dinheiro de gente bem graúda com interesses em obter ganhos via financiamento de inocentes úteis a serem descartados a posteriori.

    No caso específico dos anti-MHNs, essa preocupação não existe, justamente por não haver um tanto de rabos presos a ditar de forma mais forte os passos a serem tomados. Se considerarmos a “lepra política”, daria até mesmo para usá-la contra si própria, podendo aí fazer com que os defensores de golpe militar financiem indiretamente associações anti-MHNs contrárias a tal tipo de manobra. Enfim, consigo ver uma miríade de recursos possíveis para tal tipo de ação silenciosa.

  2. Luciano, o problema é que o Congresso Nacional não tem a prerrogativa de impor embargos econômicos e nem uma intervenção militar stricto sensu. Essa prerrogativa é de iniciativa exclusiva do Presidente da República, embora precise ser aprovada pelo Congresso na sequência.

    Infelizmente a Presidência da República, enquanto institucional, já serve a interesses estrangeiros há muitos anos, e o Congresso Nacional, vendido, prostituído, é cúmplice de todas essas atividades, e já não pode ser considerado como um Poder independente da República.

    Quando eu alerto que o PT deve ser tratado politicamente como uma tropa de ocupação estrangeira feroz e perigosa e que precisa ser repelida com toda força, não é leviandade.

    • Luciano, o problema é que o Congresso Nacional não tem a prerrogativa de impor embargos econômicos e nem uma intervenção militar stricto sensu. Essa prerrogativa é de iniciativa exclusiva do Presidente da República, embora precise ser aprovada pelo Congresso na sequência.

      Quanto a embargo, não há problema algum stricto sensu. Em relação à intervenção militar na Venezuela, de fato temos um problema, mas nada impede uma pressão dialética. Tratar algo em público como digno de guerra jogaria uma pressão absurda sobre a presidência.

      Infelizmente a Presidência da República, enquanto institucional, já serve a interesses estrangeiros há muitos anos, e o Congresso Nacional, vendido, prostituído, é cúmplice de todas essas atividades, e já não pode ser considerado como um Poder independente da República.

      Cuidado com o beco sem saída, Dennys…

      Veja que já não é mais intencional. É instintivo e subconsciente. Se o Congresso não é um poder independente, então não pode mais ser pressionado, é isso?

      Quando eu alerto que o PT deve ser tratado politicamente como uma tropa de ocupação estrangeira feroz e perigosa e que precisa ser repelida com toda força, não é leviandade.

      E qual a ação a ser tomada?

      • 1) Juridicamente sim, há problema. O rol de competências do Congresso está no artigo 49 e essa iniciativa (embargo econômico a outro País não existe). Na verdade, eu não posso afirmar com segurança (nunca fiz uma pesquisa aprofundada a respeito), mas eu acredito que o Brasil nunca antes na sua história adotou esse tipo de medida no plano internacional.

        Essa matéria é interessante, me deu até vontade de buscar mais informações a respeito, mas uma coisa é certa: há uma carência evidente de literatura nacional a respeito desse procedimento.

        Teoricamente é possível o Congresso rejeitar (ou retardar) sistematicamente a aprovação de qualquer tratado internacional de natureza econômica em relação a Venezuela, mas politicamente falando, não preciso dizer que esse tipo de “postura” institucional pelo nosso Congresso seria insustentável sem a presença de uma bancada ideologicamente coesa nesse propósito. Mas a iniciativa do Congresso de propor e aprovar um embargo econômico fere a competência “privativa” do Presidente da República “no que se refere” às relações diplomáticas (art. 84, VII).

        2) Do ponto de vista pragmático, a gente percebe o quão comprometido está o Congresso Nacional quando sequer cumpre com a sua função mais ordinária que é fiscalizar o Executivo e dar andamento normal a uma CPI. Agora o Congresso está a um passo de aprovar uma grande fraude contábil contra a Lei Orçamentária, o que por si já seria motivo de impeachment (art. 85, VI). Vale lembrar que o Congresso até hoje não fez qualquer esforço para conhecer o teor dos contratos secretos do Porto de Mariel e pouco tem zelado pela sua competência alusiva a aprovação de acordos internacionais que geram gravames aos cofres públicos (art. 49, I).

        Apenas com essa breve exposição de fatos, ainda assim é possível falar em beco sem saída? Esse Congresso é um Poder independente??

        Eu acredito que o PMDB pode sim (e deve) ser fortemente pressionado, e há uma grande oportunidade nesse momento.

        Eu acredito que o PMDB já deve está consciente de que passará por um grande expurgo interno se pretende que a parte menos comprometida com o Petrolão subsista e sustente a existência do partido. E as movimentações para a eleição do Eduardo Cunha dão claros indicativos de que isso possa ocorrer

        Ou o PMDB se racha de uma vez, ou todo ele vai se sacrificar para salvar o PT que por trás tem bolsa-família, ONGs, militância histérica, linhas auxiliares, MST, FARC, a própria Venezuela, Cuba, para o salvar.

        O PMDB não tem nada disso e parece que ainda não entendeu que o propósito de todos esses escândalos é justamente afundar os partidos da base, destruir suas reputações definitivamente, para que em um outro momento, o PT não precise mais a eles se aliar.

        O elo da balança ainda está no PMDB e a (in)dependência do Poder Legislativo depende para onde ele vai. Por enquanto, ele tem contribuído inegavelmente apenas (e principalmente) para nulificar a independência do Congresso Nacional enquanto instituição da República e era a isso que eu me referiria.

        Graças ao Petrolão, eu não vejo como beco sem saída, mas ainda assim eu, pessoalmente, não acredito que o Congresso como um todo esteja suscetível a pressões nesse sentido.

        Talvez a pressão surtiria mais efeito em relação a própria imprensa, que ainda não entendeu (ou entendeu bem demais), que é o principal alvo da sanha totalitária do petismo, e isso poderia ser melhor testado em relação a queda de braços em relação a Lei Orçamentária. Se um fato grave como esse não sensibilizar alguns parlamentares da base de apoio ao governo, eu creio que esse caso venezuelano terminará como muitos outros mais graves.

        3) E a ação a ser tomada é justamente intensificar o tom e parar de tratar o PT (não digo você especificamente, mas as oposições em geral) como um simples oponente político-ideológico. E a pressão nesse sentido, na minha opinião, poderia repercutir efeitos de médio prazo bastante proveitosos.

      • Aha…

        Agora entrou na minha seara.

        2) Do ponto de vista pragmático, a gente percebe o quão comprometido está o Congresso Nacional quando sequer cumpre com a sua função mais ordinária que é fiscalizar o Executivo e dar andamento normal a uma CPI. Agora o Congresso está a um passo de aprovar uma grande fraude contábil contra a Lei Orçamentária, o que por si já seria motivo de impeachment (art. 85, VI). Vale lembrar que o Congresso até hoje não fez qualquer esforço para conhecer o teor dos contratos secretos do Porto de Mariel e pouco tem zelado pela sua competência alusiva a aprovação de acordos internacionais que geram gravames aos cofres públicos (art. 49, I).

        O pessoal das manifestações (do Revoltados On Line) disse que as pautas são duas (e não três):
        – impeachment
        – anulação das eleições

        Que eu saiba a questão da Lei Orçamentária NÃO FOI PAUTA DAS MANIFESTAÇÕES. Ou foi? Depois é fácil dizer que o Congresso “não fez a obrigação”, não é?

        Apenas com essa breve exposição de fatos, ainda assim é possível falar em beco sem saída? Esse Congresso é um Poder independente?

        São vocês que escolhem as pautas e como se organizam para pressioná-lo. Eu não os vi sendo pressionados…

        O PMDB não tem nada disso e parece que ainda não entendeu que o propósito de todos esses escândalos é justamente afundar os partidos da base, destruir suas reputações definitivamente, para que em um outro momento, o PT não precise mais a eles se aliar.

        Entendi.

        Deixe-me ver: os delatores começaram a falar com o intuito de destruir o PMDB e salvar o PT? Não é o que está parecendo…

        Graças ao Petrolão, eu não vejo como beco sem saída, mas ainda assim eu, pessoalmente, não acredito que o Congresso como um todo esteja suscetível a pressões nesse sentido.

        Eu acho que antes é importante pressionar o Congresso no que é importante, não acha?

        Mas de novo retorno ao que o Sr. Marcelo Reis disse. As pautas são duas (e não são três). São impeachment e anulação das eleições. Então automaticamente isso tira qualquer pressão sobre o Congresso de todo o resto, não?

        3) E a ação a ser tomada é justamente intensificar o tom e parar de tratar o PT (não digo você especificamente, mas as oposições em geral) como um simples oponente político-ideológico. E a pressão nesse sentido, na minha opinião, poderia repercutir efeitos de médio prazo bastante proveitosos.

        Mas na verdade é isso que o PT é. Um oponente político desonesto e muito astuto, que joga o jogo democraticamente, até para corromper a democracia.

      • Povo nas ruas, denunciando ,exigindo o cumprimento das ,leis, seria o certo
        Mas quando as leis vao sendo criadas para desmoralizar o pais? Hoje a comissao do senado aprovou a maquiagem na lei de diretrizes orcamentarias , para “caber” na contas que nao fecham.
        cade o povo vendo isso ?pressionando?
        ja comecou um tititi de uma saida mais honrosa para madame que seria a impugnacao da chapa do Pt, com a nao aprovacao das contas do partido.
        Nso haveria diplomacao, em compensacao , Aecio assumiria imediatamente. Madame sairia sem ser acusada diretamente de crime,
        e o Petrolao vai para o pe de paginas de jornais. Isto estaria sendo acertado entre o bonzinho de repente Tofolli e o Gilmar Mendes que vai julgar as contas da campanha.
        que tal?

        e ai jiuz Teori ,cade os nomes dos politicos envolvidos no Petrolao?segredo porque? Ta escondendo o que?

      • 1) Eu não entendi o que a pauta das manifestações tem a ver com o meu comentário a respeito da Lei Orçamentária. Essa matéria até pouco tempo atrás era um verdadeiro “segredo de Estado”, e tanto isso é verdade que nem você tinha tido oportunidade de esboçar alguma crítica sobre esse assunto.

        O que eu disse foi que o Congresso Nacional, enquanto Poder independente, está severamente comprometido tanto que a sua maioria está fortemente comprometida em atropelar a Lei Orçamentária e assim evitar mais um motivo (além dos muitos outros) para impeachment. Pois essa é uma questão mais evidente, que não depende de uma investigação criminal complexa, e teria um grande potencial de colocar o Congresso Nacional em uma situação de grande constrangimento perante a sociedade.

        Se fosse um Poder independente, estaria defendendo a Lei que outrora aprovou, ao invés de desrespeitar suas próprias competências constitucionais para salvar a pele de quem gastar o dinheiro público de forma irresponsável.

        2) E com relação a corrupção, de um modo geral, eu disse que o PT a usa como instrumento de desgaste dos partidos que o apoiam no Congresso.

        Enquanto os casos não são descobertos, os partidos da base não passam de meros departamentos do PT, e, quando vêem a público, como agora, quem sofrem os maiores danos são partidos não-revolucionários, que não têm ao seu lado milícias antissociais, ONGs, militantes, grupos paramilitares, todos alimentados com dinheiro público.

        É lógico que o PT sofrerá danos, mas nós já vimos que crimes de corrupção não são suficientes para enfraquecê-lo, até mesmo porque para a mentalidade revolucionária a “lei burguesa” é um mero contratempo e aviltá-la sistematicamente para desmoralizar o sistema jurídico é mais do que mérito, é um propósito.

        Isso já não acontece com partidos como o PMDB e o PP, por exemplos, que sofrerão baixas irreparáveis e um grande desgaste público, cedendo seu espaço eleitoral tanto ao próprio PT, como para as suas linhas auxiliares.

        Enfim, o que o Sr. Marcelo Reis faz tem uma grande importância, e como tudo que é feito por homens, está suscetível a falhas e equívocos, mas ainda assim acredito que nós deveríamos apoiá-lo moralmente, e direcionar as críticas de modo construtivo.

        Agora é um pouco tarde para reclamar, mas eu lembro de ter feito alguns alertas a respeito das eleições: temos o mau hábito de concentrar todas as forças na eleição do Presidente da República, relegando ao descaso a formação das bancadas no Congresso Nacional, que é a instituição mais “poderosa” da República. Fica um pouco difícil agora querer pressionar parlamentares da base que estão intimamente “pressionados” pelo lado de lá, e vêem muito mais “vantagens” em seguir a agenda da extrema-esquerda.

  3. Luciano, você já deve ter lido este texto: http://www.institutoliberal.org.br/blog/o-impeachment-da-presidente-parece-ser-questao-de-tempo/
    Li o texto com uma certa dose de otimismo, mas também com uma certa dose de ceticismo. Portanto, gostaria de sugerir que você abordasse algumas questões: Esse caminho é realmente viável? Em caso positivo, o que fazer até lá? E caso isso realmente ocorra, há um fator que até agora talvez não tenha recebido atenção devida: Michel Temer. Será bom? Ruim? Ou ainda pior? Muitos dizem que é o fisiologismo do PMDB que impede que o bolivarianismo se alastre ainda mais pelo país, mas temo em pensar no que esse partido seria capaz tendo o poder de fato.

  4. Eu já tinha dito que os venezuelanos não acreditavam na implantação do bolivarianismo naquelas bandas. Taí o depoimento de um deles. Abram os olhos!

  5. O caso dessas criancas sequestradas por comunistas e preocupante , tanto quanto o sao por seitas , igrejas , crime organizado,que sequestram criancas para lavagem cerebral e servirem a seus propositos, muitas sao entregues pelos pais que nao sabem o que fazer e nao tem recursos para manter seus filhos e veem nestas associacoes, seitas igrejas , crime etc um futuro para eles, ja que estudar da trabalho , leva tempo e esforco. E todo mundo quer dinheiro facil para comprar tv de 40 polegadas e iphone.e ficar rico igual aos petistas que nao trabalham e sao milionarios!

  6. Assisti ao CQC e quanta ironia. No mesmo programa em que fizeram a cobertura da manifestação no dia 15 fizeram uma outra matéria falando de jornalistas que publicam noticias falsas.

  7. Luciano, após este episódio, temos um novo envolvendo a manifestação de 15 de novembro traduzido na forma de uma espiral do delírio daquelas por parte de Laura Capriglione. Observe-a acusar de fascistas e nazistas o todo daqueles que estiveram na passeata em questão, bem como ir adiante e insinuar que o PSDB estaria usando nazifascistas como suas “linhas auxiliares” que fariam o servicinho sujo que eles não podem fazer. Se você olhar no link que te passei, verá que um monte de gente já está descascando legal a jornalista em questão.
    E por que isso tudo? Devido episódio envolvendo a repórter fotográfica Marlene Bergamo, da Folha de S.Paulo, que já foi edulcorado com uma série de adjetivos vociferantes pelos meios marxistas-humanistas-neoateístas de comunicação, como Revista Fórum e Pragmatismo Político. Dois dias antes, Altamiro Borges havia acusado os supostos agressores de serem “seguidores do patético Lobão, do pitbull Reinaldo Azevedo e da “justiceira” Rachel Sheherazade, entre outros monstrinhos da mídia”, o que inclusive poderia permitir que os mencionados metessem um processo contra o cara em questão.

    O vídeo do episódio em questão repasso abaixo, que é de autoria de Conceição Oliveira, que vem a ser quem toca o blog Maria Frô, na Revista Fórum:

    http://www.youtube.com/watch?v=ieq3yWIX1vc

    Pois bem, como notará, estava uma confusão das boas e o próprio pessoal da marcha acusou a presença de infiltrados, que estavam sendo chamados de “comunistas” e outras coisas. Dizem que o suspeito seria este rapaz aqui:

    http://www.revistaforum.com.br/mariafro/wp-content/uploads/2014/11/soco-ingl%C3%AAs.jpg

    Há outro ângulo fotografado, mostrando o momento da confusão:

    http://fbcdn-sphotos-g-a.akamaihd.net/hphotos-ak-xpa1/t31.0-8/s720x720/1294433_402290176587734_8851304930778920061_o.jpg

    Observe-se que, pelo que dá a entender, o pessoal da marcha estava acusando a presença de infiltrados, bem como não iria aceitá-los naquela ocasião. Pela foto do ângulo de perfil, observe-se que o possível agressor na verdade estava sendo removido da passeata pelos participantes da mesma, o que significa que eles não queriam quem quisesse que pudesse ser associado a violência ou que pudesse fornecer pretexto para que os adeptos do marxismo-humanismo-neoateísmo tivessem a brecha que desejavam.
    Olhando nos comentários do vídeo no YouTube, chamaram-me a atenção este, este, este comentário, que deixaram claro que uma dezena de milhar de pessoas não poderia ser responsabilizada por aquilo que um ou dois fizeram, pelo óbvio motivo de ser responsabilidade individualizada. E se formos ver o perfil de Marlene Bergamo no Facebook…

    http://www.facebook.com/photo.php?fbid=729107207164683&set=a.107711462637597.13423.100001962314359&type=1

    Sim, ela não pode ser considerada exatamente neutra em relação ao assunto da passeata em questão, ainda que isso em tese não impeça que alguém cubra sem puxar a brasa para esta ou aquela sardinha. Porém, aqui o teor do texto que ela mesma escreveu começa a deixar a coisa estranha. Se formos à notícia do Portal Imprensa, teremos os seguintes parágrafos chamando a atenção:

    “Vício de profissão, liguei a câmera do celular. Aqui, um pouco da alma desses brasileiros”, escreveu. Em uma das imagens publicadas, é possível ver um rapaz com um soco inglês se aproximando dela. Marlene também relata que cuspiram no rosto de seu colega, o repórter Marcelo Zelic, vice-presidente do grupo Tortura Nunca Mais-SP e coordenador do Projeto Armazém Memória.

    Também na rede social, o repórter Bruno Paes Manso comentou o ocorrido. “Marlene Bergamo praticando Holistic Journalism em intervalo da Rebelião Jornalística da Ponte na manifestação pelo impeachment quando de repente surge das profundezas um skinhead com um democrático soco-inglês na mão para agredi-la”, escreveu.

    Infelizmente não temos fotos do Marcelo Zelic com o rosto cuspido para saber se de fato isso aconteceu, muito menos se ouviu falar de registro em boletim de ocorrência em relação à história. Em relação ao Rebelião Jornalística na Ponte, isso diz respeito a uma organização chamada Ponte, cuja descrição diz o seguinte:

    Ponte é um canal de informações sobre Segurança Pública, Justiça e Direitos Humanos que surgiu da convicção de um grupo de jornalistas de que jornalismo de qualidade sob o prisma dos direitos humanos é capaz de ajudar na construção de um mundo mais justo.

    Queremos dar visibilidade a questões que passaram a ser omitidas pela mídia comercial, contar histórias que não estão no dia-a-dia, levar à sociedade informações sobre o que está silenciado e encoberto. Histórias como a de José, 17 anos, negro, preso na própria casa por um crime que não cometeu e cujas provas que atestavam sua inocência foram ignoradas pela polícia, pela promotoria e pelo tribunal. Ou a de mais um José, 20 anos, que segundo a polícia, atirou contra a própria cabeça mesmo estando algemado com as mãos para trás. E de tantos outros Josés, Amarildos e Claudias.

    Pretendemos, via um jornalismo investigativo e livre de compromissos econômicos, agendar o debate público, levar o Estado e a sociedade a buscar soluções para a desigualdade, a injustiça e a opressão.

    Para isso, o canal Ponte une jornalismo, opiniões de acadêmicos e especialistas com as ferramentas das novas tecnologias e da nova sociedade. Adotamos um modelo de produção jornalística baseado na formação de um coletivo de profissionais, unidos em torno de um ideal, num projeto sem fins lucrativos, sem nenhum tipo de filiação partidária e aberto ao diálogo e à colaboração da sociedade.

    A Ponte nasce com o apoio institucional da Agência Pública de jornalismo investigativo, uma organização sem fins lucrativos pioneira no Brasil, que visa ao fortalecimento do direito à informação, à qualificação do debate democrático e à promoção dos direitos humanos. É sob esse prisma que deve ser vista a sua participação na fundação da Ponte, fornecendo apoio institucional e estrutura, como incubadora do projeto.

    Logo, como se pode observar pela descrição, é algo altamente MHN, reforçado ao vermos quem apoia. E se formos dar uma olhada melhor, veremos que a Ponte é ligada à Pública, cujos financiadores são, entre outros, Fundação Ford e Open Society (George Soros). Logo, já dá para traçar uma cadeia de relacionamentos que faz o pêndulo ir para o lado esquerdo por uma via gramscista.
    Se olharmos o texto de Laura Capriglione acusando de nazifascistas os que foram às ruas no último sábado, notaremos paralelo importante com uma estratégia dos eurasianistas em relação aos manifestantes contrários a Viktor Yuschenko na Ucrânia, que foram também tachados de adoradores da suástica por terem se posicionado contra a Rússia. Logo, se já não era uma estratégia inédita chamar anti-MHN de imitador de Hitler, menos inédita ainda é essa história de chamá-los disso quando os anti-MHNs se manifestam.

    Olhando para os 43 segundos do vídeo, também achei esquisito que acusem o cara com o soco inglês, ao menos pelo que dá para depreender pelo sentido em que a câmera é arremessada (da esquerda para a direita, possivelmente devido ao golpe de direita em sentido diagonal do rapaz vestido com camisa branca e que aparentemente não tinha qualquer soco-inglês nas mãos). E, se formos observar a cena toda, a fotógrafa estava no meio de uma confusão, o que significa maior possibilidade de acontecer algo que atinja uma pessoa que não tenha nada a ver com o ocorrido, como aparenta ser o caso da tal fotógrafa (que estava vestida de camisa preta e jeans azul, roupa que não permite associar alguém a um determinado grupo ou ideologia). Como já disse antes, não temos outras imagens do salseiro, o que acaba fazendo com que tenhamos poucos elementos para dizer o que de fato ocorreu. Ainda assim, por ora só vi mesmo uma câmera recebendo um safanão, mas não quem a manuseava, até porque a pessoa que a manuseava voltou a filmar. E se formos considerar que quem desferiu o golpe estava no canto direito da imagem, fica parecendo que ele direcionou o golpe contra alguém no canto direito do enquadramento e, portanto, não pareceu ser dirigido à fotógrafa em questão, podendo ter sido atingida por acidente.
    Se houve alguma agressão por parte do cara portando soco-inglês, esta o foi após o período do vídeo, sendo que não temos imagens até agora disso. No Maria Frô, este comentário me chamou a atenção justamente por falar de não terem visto qualquer golpe de soco-inglês no vídeo.

  8. Agora chupa essa manga aqui, blogueiro reaça

    RESP.

    *** conteúdo substituído pelos padrões de persuasão para título de tutorial ***

    Se você quiser ficar junto com (x), faça (y)
    Fique atônito e aflito com (x) <- técnica de inevitabilidade
    (x) sobre (y), sobre (j), sobre (z), sobre (s), sobre (t), sobre (m) <- repetição
    (x) é inevitável
    (x) e tudo mundo que não é (y) sabe (j)
    Haverá (x), haverá (y), haverá (j), haverá (t) <- repetição
    (x) é mérito de (y) <- com reversão de sentido
    (x) para seu (y)
    (x) vem aí <- propaganda de inevitabilidade
    Você consegue sentir (y)?

    ***

    E aí, Petista Retinto, vamos jogar guerra de padrão? Você discursa e nós mapeamos e catalogamos, que tal? 😉

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