Militante de extrema-esquerda aproveita o drama de Andressa Urach para capitalizar

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Andressa Urach (foto), de 27 anos, é uma das mulheres mais belas do Brasil. Eleita Miss Bumbum, sempre foi conhecida por uma mistura de irreverência e vulgaridade. Mas ela sempre soube o que estava fazendo. Além de tudo, é uma mulher livre.

Há uma semana, porém, Andressa vive um drama por causa da aplicação de Hidrogel nas pernas, com o intuito de aumentá-las de tamanho. O procedimento, com fins unicamente estéticos, foi exagerado e descabido. Por causa de infecção, Andressa correu risco de vida e teve que retirar o produto de suas pernas. Agora, está se recuperando.

Enquanto a família de Andressa torce por sua recuperação (que parece estar indo bem, sem nenhuma consequência mais grave), os amigos e fãs de Andressa também seguem na torcida por melhorias. Aliás, mesmo quem não seja um fã da modelo tende a torcer por sua recuperação. Afinal, somos seres empáticos por natureza. Bem, quase todos de nós.

Não parece ser o caso de Marcella Franco, jornalista de extrema-esquerda do blog Bonitinha mas Ordinária. Ela escreveu um texto-aberração chamado “Andressa vai morrer e a culpa é de vocês”. Leia-o:

Qualquer que seja o desfecho do caso de Andressa Urach, o culpado será o mesmo. Quer ela saia do hospital, perca a perna, ou acabe morrendo, não importa – a responsabilidade é toda de vocês, homens.

Claro que nenhum cara a obrigou a injetar nada nas coxas ou em qualquer outra parte do corpo. Nem a fez, desde sempre, perseguir uma beleza e uma perfeição impossíveis, se modificando e violentando com intermináveis cirurgias e intervenções. Não, realmente estas opções foram todas da Miss Bumbum.

Mas, por trás disso tudo, de toda a paranoia sem medidas, há uma entidade que, ainda que sem perceber, controla as atitudes de todas as Andressas espalhadas pelo mundo, provavelmente até mesmo as suas, moça que lê agora este texto.

Esta entidade se chama raça macha.

Por enxergarem cada vez mais as mulheres como itens descartáveis, os homens acabam levando as mulheres à insanidade absoluta. Por sermos tratadas, em nossa grande maioria, como mercadorias que devem estar sempre em sua mais absoluta e reluzente forma, nos concentramos em estar eternamente firmes, apetitosas, lisas, jovens.

É porque os homens nos trocam com tamanha facilidade pela menina mais bonita e mais nova que nos desesperamos. A culpa é de vocês se passamos a nos enxergar como inadequadas, imperfeitas, incompletas.

E óbvio que não foi sempre assim. Estávamos bem até pouco tempo atrás, e foi só quando vocês começaram recentemente a viver como se empurrassem carrinhos numa mercearia, escolhendo tudo pela aparência e abrindo mão por completo de algo que lembrava o amor verdadeiro, que a coisa desandou.

Vocês, agora, amam bundas, peitos, barriguinhas perfeitas. Deixaram no ar uma saudade de quando uma mente sagaz e um coração dócil tinham valor de mercado.

Porque não queremos ser trocadas, porque queremos ser escolhidas e mantidas, nos apressamos atrás das melhorias a qualquer custo, para conseguir um nariz (empinado) de vantagem em relação à nossa concorrente. Óbvio que amamos o belo para deleite próprio, mas há tempos que esse deixou de ser o nosso norte.

Estamos valendo tão pouco que o risco de injetar líquidos escusos no organismo acaba parecendo legítimo. Remendamos não só nossas formas, mas também nossa mente, em busca de ticar os pré-requisitos que vocês, homens, nos impõem. Nos preenchemos, esvaziamos, esticamos, cortamos fora – e é só quando uma tragédia como a de Andressa acontece que somos capazes de enxergar uma luz de coerência no fim do túnel.

Perturbadas com a história medonha da moça que só queria ser perfeita, passamos a nos questionar sobre até onde estamos indo. Nos indagamos se fomos longe demais, se o nível da crueldade que impomos a nós mesmas já não ultrapassou o limite há tempos, e se é chegada, talvez, a hora de parar.

Mas, por mais que a identificação com Andressa nos leve à reflexão, é bem pouco provável que ela nos conduza à conclusão de que não somos os réus nesse processo todo – e que, na verdade, eles é quem são culpados.

Este texto é, sim, pretensioso a ponto de entender que está aqui para ajudar a nós todas. Para nos fazer botar, juntas, o pé no freio, e incentivar a contemplação de que talvez estejamos tentando capturar a atenção e o amor de uma maneira autodestrutiva demais, e que não vai nos levar a lugar algum. É uma guerra perdida – sempre haverá um corpo mais perfeito que o seu, mais jovem que o seu, mais gostoso que o seu.

E é quando vem a pergunta: E DAÍ?

Será só a partir do momento em que passarmos a viver por nós mesmas, e não pela guerra competitiva imposta pelos homens, que teremos, então, alguma chance de sairmos inteiras no final da história.

É este tipo de deformação mental que a aplicação dos truques de guerra de classes, de Karl Marx, ampliados pelo marxismo cultural, geram. Pessoas incapazes de perceber a realidade como ela é, sempre na busca de capitalização política para a manutenção de dogmas doentios e psicopáticos em sua mente. Isso, é claro, se Marcella Franco estiver sendo honesta no que diz. Se não for, a coisa é ainda pior. Mas ficarei na primeira possibilidade.

Observe que Andressa vive uma vida de exposição de seu corpo, tudo fruto da liberação sexual, movimento defendido pela própria esquerda nos anos 60. No final das contas, esse movimento até que gerou bons frutos, e é desses frutos que Marcella reclama.

Andressa perseguiu padrões de beleza e perfeição hoje também perseguidos por muitos homens, exatamente pelo aumento da liberdade das mulheres. Ou Marcella quer fingir que hoje não existem os metrossexuais?

Marcella também reclama que “cada vez mais as mulheres [são enxergadas como] itens descartáveis”, mas essa é exatamente uma demanda do socialismo, ao lutar contra a família tradicional. Hoje em dia, estão até colocando crianças para dançar pole dance. Não é que “as mulheres são itens descartáveis”, mas sim que “parceiros de relação” são cada vez mais descartáveis. E essa foi uma luta da extrema-esquerda.

Ademais, Marcella julga Andressa pelos seus interesses, não os da modelo. Típico sinal de transtorno mental. Ela julga Andressa como se fosse uma mulher “querendo ser mantida por seu namorado”, quando é exatamente o contrário: Andressa busca manter um corpo perfeito por que ela ganha dinheiro com isso. Não é para “manter homem”, pois ela já deu várias declarações não dando a mínima para relacionamento duradouros. Em tempo: ela cria um filho sozinha. E sempre disse que não precisava de homem para isso.

É digno de vergonha alheia ver Marcella dizer: “Este texto é, sim, pretensioso a ponto de entender que está aqui para ajudar a nós todas”.

Não, de jeito algum. É para ajudar a própria Marcella e as que compartilham com ideais bizarros do feminismo a realizarem algum resultado. Mas quem disse que Marcella fala por todas as mulheres?

Essa é a doença mental de extremista como Marcella, gente incapaz de entender que cada homem e cada mulher possui um interesse específico, um objetivo específico e que cada um vive em um mundo cada vez melhor para as mulheres, com muito mais opções do que tinham antes. Algumas dessas opções geram riscos, que existem tanto para homens e mulheres. A doença mental de Marcella não entende o individualismo.

Ninguém é culpado com o que aconteceu com Andressa Urach além dela própria. Assim como a própria Marcella é culpada por ter se deixado doutrinar por dogmas psicopáticos, que a fizeram perder qualquer conexão com a realidade, tornando-se um ser amargo, patético, indigno e, pior, pretensioso ao nível do ridículo achando que tem algo a trazer em termos de “dicas” para quaisquer homens e mulheres valorizando sua individualidade.

Marcella Franco, você é culpada de toda a perda de sua individualidade e de ter se tornado uma criatura monstruosa, capaz de tentar transformar o drama de uma modelo em capitalização política.

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40 COMMENTS

  1. Essa semana saiu uma manchete no “Globo” dizendo que a culpa pelo aumento do HIV entre a população gay deve-se ao preconceito. Preconceito? O sujeito faz sexo com o mundo inteiro é a culpa é do preconceito – diga-se preconceituosos.

    • A esquerda já conseguiu boa parte de seus intentos para destruir os valores judaico-cristãos. Ela nunca se culpa por ter feito isso, sempre acha um bode expiatório dando sopa. Psicopata não tem remédio mesmo.

      • O pior que a propria igrja apoia esse movimento anti cristao elas passam os crucifixo na bunda porque não passao e et de varginha mas a igreja acha lindo isso que elas fazem com frazes riduculas como “meu corpo munhas regras” ora o “corpo dos outros as regras são dos outros ninguem e obrigado a construir escola de qualidade pra vandalas quebrar ” a TV globinho vai longe enganando o povão ingenuo que tal tornar a DIreita uma rocha contra essas gente perigosa!

  2. Isso só pode ser trollagem.

    Esta entidade se chama raça macha.

    “Raça macha”? Hã?!

    É porque os homens nos trocam com tamanha facilidade pela menina mais bonita e mais nova que nos desesperamos.

    Peraí. Quer dizer que mulheres são incapazes de ignorar o que a “raça macha” pensa, isto é, são incapazes de pensar independentemente (isso é o que ela diz!), e no entanto merecem mais independência? É como dizer que um alcoólatra é fraco demais para resistir à tentação de beber, mas que a bebida precisa ser tratada sempre como uma questão de escolha. Contradição pura.

    E óbvio que não foi sempre assim. […] Deixaram no ar uma saudade de quando uma mente sagaz e um coração dócil tinham valor de mercado.

    Em qual dimensão paralela essa moça cresceu?!

    Mas, por mais que a identificação com Andressa nos leve à reflexão, é bem pouco provável que ela nos conduza à conclusão de que não somos os réus nesse processo todo – e que, na verdade, eles é quem são culpados.

    Resumindo: mulheres nunca têm culpa.

    Esse texto é obviamente uma sátira. A autora agradece por mais essa divulgação.

    • “É porque os homens nos trocam com tamanha facilidade pela menina mais bonita e mais nova que nos desesperamos.”

      É claro, até porque mulheres nunca trocam um homem por outro que seja mais bonito e rico.

  3. A autora do blog já se auto-define no nome do mesmo Bonitinha mas ORDINÁRIA.
    Depois em seu perfil, na primeira linha esclarece tudo: “Marcella Franco é jornalista, escritora, mãe, e tudo que faz é ficção.”

      • Voce acha que a TV “7” vai punilas existem qutro poderes em jogo que os mafiosos almeja sexo, drogas, dinheiro cargo politico (liderança) acho que esses mafiosos ja tem os quatro a elite dominante mais rica e a FAVELA mais na merda as CADEIAS FEMININAS no maior caos (falta ate papel higienico) a elite dominante ( no iate e caviar) quem e o culpado o Homem pobre PB preto ou branco estrupador brasileiro .

    • Deixo aqui a postagem da Bubna em questão:

      http://www.facebook.com/mariabubna/posts/1497819150507559

      Quem for olhar o perfil dela e vir suas fotos pressuporá que em sua família haja brancos heterossexuais de classe média que por um acaso são parentes dela. E já que ela falou do Latuff…

      http://www.facebook.com/photo.php?fbid=438736066265016&set=a.167836366688322.37004.100003858796537&type=1&permPage=1

      São esses que ela quer decapitar? Vamos falar mais um pouquinho de Latuff e relacionar ao contexto do ocorrido citado pela Maria autora da postagem original?

      http://www.facebook.com/photo.php?fbid=445950162210273&set=a.167836366688322.37004.100003858796537&type=1&permPage=1

      Quem olhar os comentários notará que as feministas partiram para cima do cartunista, com direito a “flatuffarem” para o mal a tal imagem:

      http://pbs.twimg.com/media/B4G1DCOIcAAdv9u.jpg:large

      Esse episódio envolvendo o Latuff que para mim parece ser parte de uma ação orquestrada que inclui outros lances de feministas partindo contra outros marxistas-humanistas-neoateístas, como as acusações a Sakamoto de que ele estaria querendo o protagonismo do movimento, além do recente ocorrido relatado por um transexual na Unicamp que viu banheiros pichados com frases de ódio a quem tem a mesma condição dele. Recuando uns meses no ano, temos aquela imagem que ficou consagrada e me parece a senha do que estamos vendo agora (feministas X MHNs do sexo masculino e heterossexuais e feministas X transMHNs):

      http://i.imgur.com/c0T6oaX.jpg

      Qual o interesse das feministas partirem contra homens heterossexuais MHNs e transMHNs? Temos a tal história de elas não aceitarem que alguém dê qualquer sugestão, pois seria querer assumir o protagonismo, mas vamos considerar também a possibilidade de que elas estejam fazendo isso por algum pedido dos homens ricos que financiam suas organizações. Pode ser que homens heterossexuais MHNs e transMHNs já tenham perdido sua função de inocentes úteis e, por isso, já estariam em fase de descarte, o que poderia acabar dando algum sentido para essa onda que estamos vendo acontecer aqui e que já aconteceu e acontece em outros países. Ainda que na prática seja o marxismo-humanismo-neoateísmo combatendo o marxismo-humanismo-neoateísmo, aqui pode estar em um contexto de combate controlado e direcionado, o que na prática não ajudaria nas intenções dos anti-MHNs.

      • Só para continuar essa luta interna entre marxistas-humanistas-neoateístas, eis que temos esta coluna da Cynara Menezes descendo o pau nas feministas que chamam os homens que as apoiam de “feministos” e “esquerdomachos”. Ela até fala que os homens deveriam fazer movimentos próprios contra o machismo (que, como sabemos, é só uma abstração inventada pelas feministas para combater o homem heterossexual comum, acusando-o de ter um grau de poder que nem um megarrico teria). E isso, como sabemos, seria só mesmo criar linha auxiliar para o feminismo e para o marxismo-humanismo-neoateísmo como um todo, além de na prática seguir emasculando homens pelo simples fato de eles terem cromossomo Y e produzirem testosterona.
        Esses tempos também vi uma coisa interessante: se um homem que apoia o feminismo é na realidade um “feministo”, “esquerdomacho” e tenta roubar o protagonismo do movimento, podemos considerar que uma feminista branca que apoie os militantes afro-MHNs na realidade estaria tentando roubar o protagonismo do movimento em questão? Aliás, fica a sugestão para que o Luciano mapeie essa rotina de “roubar o protagonismo”, pois acho que seria uma brecha excelente para que os anti-MHNs combatam o todo desse movimento revolucionário.

  4. Essa semana também saiu uma pesquisa que dizia que duas em cada três mulheres já tinham sofrido violência de seus parceiros. Vi a reportagem no Jornal Nacional achando que era sério, ai disseram o que era considerado violência: olhar o celular da parceira, implicar com sair com as amigas, implicar com a roupa….
    Se isso é violência eu como homem sempre sofri das minhas namoradas, aliás já sofri violências físicas mesmo de namoradas por ciúme. Fiquei pensando porque ninguém perguntou aos homens se eles sofrem ou já sofreram tais “violências”? Nenhum pesquisador se fez essa pergunta?
    Esse ano já teve aquela pesquisa do IPEA com dados “equivocados” que culpou os conservadores pelos estupros. Também vi outra pesquisa dizendo que as mulheres deveriam ganhar mais que os homens no Brasil e isso não ocorre por preconceito, mas ninguém explica como funciona esse mecanismo tão perverso que influi no salário das mulheres.
    O que eles querem espalhando essa histeria na sociedade?

      • e com ajuda da TV G”G”olfinho “7” isso vai longe , a midia pune criminosos sexuais de Direita mas voce ja viu algum estrupador ESQUERDISTA ser puniodo ???? muito pelo contrario assista o video do silas malafaia mulçumanos decapitando bebes e a TV “G” golfinho 7 são os amores disse ela! .

  5. E os gays que modificam seu corpo todo, é culpa do que? Aí a esquerda elogia né, afinal até o SUS tem de bancar suas vaidades.

    Quem trata os relacionamentos como descartaveis não são os conservadores do patriarcado, são os próprios esquerdistas e sua liberação sexual e reinvenção das familias e do casamento.

  6. Essa Andressa Urach certa vez disse que é bissexual. A argumentação de que ela fez isso porque precisa manter homem fica meio comprometida, não? kk

  7. Não Marcella, isso é culpa dos seus amiguinhos esquerdopatas, que há anos vêm tentando destruir a dimensão espiritual do ser humano, transformando-os em simples mercadorias descartáveis. A partir do momento que o prazer torna-se o objetivo final de uma relação sexual, a consequência são relacionamentos cada vez mais superficiais. É fato! Ou a “moral burguesa”, que é a favor do casamento e da monogamia que produziu isso? Se quiser saber mais a respeito, leia a encíclica Humanae Vitae de Paulo VI, escrita na década de sessenta.

  8. “Raça macha”.

    Bom, até onde eu sei só existe uma raça (e ela se chama humana).
    Sobre “macha”, nunca ouviu falar sobre essa palavra, mas procurando na internet eu achei isso:

    http://pt.wikipedia.org/wiki/Macha (que ironia, uma das definições de Macha é para se referir a uma deusa da mitologia irlandesa).

    O mais engraçado é ela dizer que, independente do que aconteça, um grupo vai ser culpado.Ainda bem que ela não é juíza.

  9. 1) Um elemento X, buscando única-e-exclusivamente satisfazer os seus desejos de poder com relação ao sexo oposto, comete um ato perigoso nesta busca, e termina por correr risco de vida.
    2) Pensamento do Marxista: “Vamos usar isso para a luta de classes!”
    3) Discurso do marxista: A pessoa X que pertence a classe M, está sendo vítima da classe rival, a classe H, composta pela coletividade de pessoas Y. Portanto, cada um dos elementos Y é totalmente culpado individualmente pelos eventos ocorridos com o elemento X, ao passo que, o elemento X não possui qualquer tipo de culpabilidade por suas escolhas pessoais e ações.

  10. Concordo com tudo do texto, menos com uma coisa. Andressa pode ser chamada de tudo, menos de uma mulher livre. Está completamente presa ao culto ao sexo que a sociedade faz hoje em dia.

    Claro que é verdade que se meteu nessa por vontade própria e que busca ganhar dinheiro com seu corpo. Mas não considero esse tipo de pessoa livre, como não acho qualquer um que se meta nesse tipo de coisa.

  11. Luciano, excelente esse texto aqui, havia o lido enquanto estive internado e agora tive de vir parabenizá-lo. A esquerda dá tiro no próprio pé: prega que deve ser um real ninguém é de ninguém, uma suruba nas ruas, mas aí minazinha de óculos gordinha feia e sardenta com camisa do Che Guevara, uma Luciana Genro da vida, é deixada pelo namorado que gostou da ideia do ninguém-é-de-ninguém proposta por ela, pronto: o namorado é o vilão.
    Vocês da esquerda são FRACOTES, não aguentam nem as próprias armas que criam. E além do que, são BURROS. No caso específico, BURRAS. E feiosas, provavelmente… nunca vi uma esquerdista bonita. Tem mais é que ser abandonada mesmo, e que se foda. Enfia o dedo sabem onde e se masturbem pensando no Che, que sei lá porque insistem em ignorar saber o que ele fazia com mulheres…

  12. Parabéns, Luciano Henrique.
    O país está precisando de pessoas inteligentes e lúcidas em suas opiniões como vc.
    Faltou à Marcella Franco responsabilidade e sensatez no que escreve.

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