Bem que o Ben Shapiro tinha avisado…

2
59

benshapiro

Agora as teorias da extrema-esquerda parecem estar dispostas a alcançar novos tons de cinismo. Até o reino mineral sabe que essa tropa sempre defendeu a ausência deliberada de senso de proporções, os excessos do politicamente correto, o vitimismo artificial, a retórica de ódio, o desrespeito à sociedade civil, o ódio à liberdade de imprensa e o pensamento fascista, componentes que, juntos, sempre abasteceram o terrorismo de combustível motivador.

Na Europa, os socialistas que ganham a vida em ONG’s e diversos coletivos não-eleitos sempre ficam aporrinhando os islâmicos o dia inteiro com mensagens como “vocês são vítimas de nossa sociedade”, “nossa sociedade é opressora”, “há islamofobia”, etc.

Claro que os líderes radicais islâmicos sempre morrem de rir com tudo isso, pois vão constantemente conseguindo sanção moral para qualquer destruição que lhes venha à cabeça, de acordo com as oportunidades surgindo e um bando de malucos dispostos a ir até as últimas consequências.

Para sustentar o vitimismo artificial (um dos componentes mencionados nesta lista), a extrema-esquerda falsifica a realidade, como pode ser visto neste texto do Diário do Centro do Mundo, no qual alegam que “a grande maioria dos muçulmanos da França é muito bem integrada”:

Na Europa, a França é o principal porto de chegada para os migrantes muçulmanos. No momento, 6 milhões de muçulmanos vivem no país: primeiro vieram os argelinos, depois os marroquinos, mais tarde também os turcos. Aqui vive também gente da África Meridional e do Oriente Médio. Todos eles contribuem para que a comunidade islâmica seja muito heterogênea.

Há muitas tentativas diversas de se definir como muçulmano e como cidadão francês. Além disso, muitos sofrem rejeição e exclusão, muitos se remontam à identidade islâmica, por não terem encontrado o próprio lugar na sociedade francesa. Alguns têm, ainda, a impressão de que a França não quer lhes conceder esse lugar.

Mas tais muçulmanos são, antes, a exceção: terroristas e fundamentalistas são uma minoria ínfima. Um pouco mais da metade dos islâmicos que vivem no país já possui a cidadania francesa: a maioria absoluta deles pratica um islamismo bem moderado e não se encaixa, em absoluto, ao estereótipo que alguns grupos tentam fazer deles, na esfera pública.

O estranho é que muitos brasileiros morando nos Estados Unidos ou na Europa também sofrem rejeição e exclusão, muitas vezes obrigados a aceitar trabalhos rejeitados pelos nativos. Assim, o discursinho dizendo que “muitos sofrem rejeição e exclusão” não cola. Ninguém obrigou qualquer pessoa a ir para a França.

E em relação ao discurso dizendo que os radicais islâmicos são uma minoria ínfima, vale a pena lembrar um vídeo oportuníssimo de Ben Shapiro, feito em outubro de 2014, bem antes do atentado ao Charlie Hebdo. A conclusão é assustadora: “O mito da pequena minoria de radicais muçulmanos é apenas isso: um mito. Infelizmente, é um mito que ainda vai matar muita gente civilizada”.

Assista:

Anúncios

2 COMMENTS

  1. Muito bom, Ayan.Esta correlação feita entre a rejeição sofrida sofrida por brasileiros (e latinos) e islâmicos foi excelente. Ademais, vale salientar que, de fato, ninguém coloca uma arma na cabeça dos imigrantes no sentido de força-los à imigração. Além disso, pelo histórico, é normal, a priore, as cidadãos locais terem ressalvas com imigrantes advindos dos países subdesenvolvidos, em especial os do OM.

Deixe uma resposta