Um argumento digno de escória moral: “a culpa do terrorismo islâmico é dos Estados Unidos”

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Como sempre na argumentação racional, a melhor coisa é começar reconhecendo os fatos antes de mais nada: é verdade que os Estados Unidos lutaram muito contra islâmicos por causa de petróleo.

Mas isso não justifica o discurso vergonhoso usado pela extrema-esquerda para dizer que a culpa do terrorismo islâmico é dos Estados Unidos. E cinicamente é esta cantilena que vem sendo repetida pela mídia de esquerda.

Para início de conversa, o argumento da “invasão aos países árabes” é desmascarado pelo fato de que a Rússia causou muito mais vítimas islâmicas em guerras do que os Estados Unidos. A guerra do Afeganistão levou a 1 milhão de nativos mortos, por armas russas. Foi ali que surgiu Osama Bin Laden, uma cria não dos Estados Unidos, mas da Rússia. Aliás, os suicídios com homens bomba foram transformados em um método pelo grupo Tamil Tigers, do Sri Lanka, um grupo de orientação marxista-leninista.

Observe que não precisamos ignorar os fatos de que os Estados Unidos de fato cometeram alguns atos bárbaros em suas guerras contra países islâmicos. Porém, o argumento falando da “responsabilidade americana pelo terrorismo” esbarra na simples observação da realidade.

Os islâmicos radicais adoram as metralhadoras AK-47, de fabricação russa, tem entre a maior parte de suas vítimas aquelas trucidadas por tanques russos (muito mais do que por armas norte-americanas) e ainda assim são bajulados por uma extrema-esquerda ofuscante na Europa e os Estados Unidos. Extrema-esquerda esta que não dá a mínima para eles na Rússia. Por exemplo, vá tentar fazer chantagem emocional com os russos dizendo que “criticar Lei Sharia é islamofobia” que eles rirão na tua cara e dirão que lá é lugar das minorias se adaptarem ao país, não o contrário.

Em resumo, qual o critério usado pela extrema-esquerda para atribuir culpa aos Estados Unidos e à Europa? Se for a invasão de países islâmicos em guerras, então racionalmente a mira deve ser movida para a Rússia, que simplesmente devastou o Afeganistão, enquanto os Estados Unidos se preocupavam em lamber suas feridas conquistadas na guerra do Vietnã. Se for o interesse em recursos naturais de outros países, isso nem de longe é exclusividade norte-americana.

Para refutar esses débeis mentais tentando lançar a culpa nos norte-americanos, ainda existe um fato de que a França é um dos países mais coniventes com os islâmicos radicais. Na França, é normal uma mulher não-islâmica tomar um tapa na cara na rua, por não responder à uma cantada de um islâmico, e ser obrigada a se calar. Lá ninguém protesta, pois a extrema-esquerda gritará “islamofobia, islamofobia”. A coisa está nesse pé por lá, por culpa única e exclusiva da extrema-esquerda.

Ei, esperem aí. Essa é a mesma turma que está tentando transferir as culpas para os Estados Unidos.

Pois é, meus amigos, depois que Lenin disse “acuse-os do que fazemos” é muito fácil encontrar as culpas dos socialistas enquanto eles estão acusando os outros.

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19 COMMENTS

  1. ESQUERDA MORTA

    Dah para entender, mas nao para engolir de jeito nenhum, a confusao mental dos comentarios e artigos aloprados propalados pelos esquerdopatas petistas e afins:

    A revista Charles Hebdo eh de esquerda e o atentado foi cometido por terroristas islamitas.

    Ambas sao defendidas pela esquerdopatia brasileira composta por pseudos jornalistas, “intelectuais”, “estudantes”, “governo” e “organizacoes sociais” que ainda nao sabem se lamentam ou comemoram as atrocidades terroristas contra a liberdade de expressao e de opiniao independente da posicao politica ou religiosa.

    A Editora Abril passou por situacao sememelhante, onde uma horda de radicais esquerdopatas petistas invadiram a sede da revista VEJA e vandalizaram a publicacao apos reportagem denunciando o Petrolao, na qual o Partido dos Trabalhadores tem envolvimento direto.

    A esquerda tupiniquim estah miseravelmente falida e moralmente morta.

  2. EU NÃO SOU CHARLIE!

    HEITOR DE PAOLA

    09/01/2015

    “Tudo me é permitido”, mas nem tudo convém. “Tudo me é permitido”, mas eu não deixarei que nada me domine.
    SÃO PAULO
    1 Coríntios 6:12

    Quem semeia ventos, colhe tempestades.
    Ditado popular

    Não, eu não sou Charlie Hebdo nem lamento tanto a morte dos cartunistas quanto a de milhões de outras vítimas do Islam. Lamento menos, bem menos do que a morte de crianças israelenses pelos mísseis lançados diariamente de Gaza ou por homens-bomba homicidas, dentro de ônibus escolares, discotecas ou salas de aula. Muito menos do que pelas vítimas sequestradas e degoladas pelo Estado Islâmico (ISIS).

    Eu me sentiria honrado em dizer “SOU UDERZO & GOSCINNY”, os geniais criadores de Asterix, Obelix, Panoramix e sua turma. Ou “SOU QUINO” criador de uma das personagens mais simpáticas do cartunismo, Mafalda, comparável a Charlie Brown, Snoopy e seus hilariantes amigos. “SOU OS GENIAIS CARTUNISTAS DA TOWNHALL (http://townhall.com/)”. Para ficarmos por aqui “SOU PÉRICLES, SOU MILLOR, SOU ZIRALDO”. Saindo da área do humor cartunista “SOU CHICO ANÍSIO, JÔ SOARES, JOSÉ VASCONCELLOS”. Sou provavelmente mais algumas centenas ou milhares de cartunistas sérios pelo mundo, mas definitivamente não sou Charlie.

    Sou intransigentemente defensor da liberdade de expressão, mas a toda liberdade corresponde uma responsabilidade. Aceito como válida a advertência de São Paulo: a liberdade deve ser irrestrita – “tudo é permitido” -, mas quem a exerce deve saber o quanto dela convém usar e também não deve “se deixar dominar” pela sensação de liberdade total como se não tivesse que prestar contas. Há uma sensação voluptuosa quando estamos livres, como assim definem todos os que conseguem escapar de regimes totalitários. Mas se esta volúpia não for contida corremos o sério risco de perder o real prazer de ser livre que incluiu sentir-se responsável por seus atos.

    Parece-me que os cartunistas da Charlie Hebdo, como legítimos herdeiros dos liberticidas de 1789 sentiam-se como modernos Robespierres ou Marats ao empunharem seus lápis e canetas como aqueles faziam com as espadas e lanças, e assim podiam atacar impunemente a tudo e a todos. Atacaram a todas as religiões ofendendo os fiéis com o uso tosco, chulo e desrespeitoso da parte mais importante da alma do humorismo: a irreverencia. Todos os citados acima com os quais me identifico souberam usá-la com maestria. Charlie não, sua irreverência era cheia de ódio. Semearam ventos, colheram tempestades. Tiveram o mesmo fim de seus exemplares antecessores.

    Entretanto, eles estavam enganados, como a maioria dos ocidentais quanto a natureza do Islam. Acharam que atacar Cristo, a Virgem Maria, os Profetas Judeus era a mesma coisa que atacar Maomé. O ocidente não tem ideia do que é o Islam, e a mídia é responsável por isto em grande parte, pois faz todos acreditarem que o Islam é uma religião como as outras. Não é nem mesmo uma religião, segundo acredito depois de muito estudar, mas um sistema totalitário assassino, um modo de vida totalmente controlado e que visa dominar o mundo todo. Os Muçulmanos, todos, odeiam os infiéis porque assim lhes foi ensinado e ordenado pelo Corão. O rancor contra os infiéis é eterno, nada tem a ver com tolerância ou intolerância. E o maior engano de todos é acreditar que exista um Islam não fundamentalista com o qual é possível dialogar. Falso! Os protestos nas Mesquitas e dos scholars muçulmanos não passam de pura desinformação, pois sabem com antecedência quando seus comandados buchas do canhão de Allah vão cometer atentados – pois se é eles que os ordenam! – e já têm o discurso pronto com antecedência. Os atentados se sucedem por qualquer coisa ou nenhuma: é parte da campanha de terror contra os dhimmi (ahl al-ḏimmah): os infiéis que pretendem submeter (para melhor entendimento ver http://www.heitordepaola.com/publicacoes_materia.asp?id_artigo=1937).

    Sou contra a expansão do Islam sim, mas definitivamente não sou Charlie!

  3. Luciano, ia vir aqui falar disso mesmo. Hoje minha chefe, a esquerda caviar, que mora em condomínio de luxo e tem piscina própria e gramado próprio e conhece o mundo todo e adora ficar falando de distribuição de renda e etc etc, ela veio hoje falar que quem é culpado por esses atentados foi a extrema-direita (?), utilizando islâmicos como pau-mandados. Disse que leu sei lá onde isso, e acreditou, obviamente.

    Um detalhe engraçado foi que um dia ela disse que PSDB era a “extrema-direita”. Risos para animar a madrugada.

  4. Luciano, porque os JORNALISTAS ESQUERDISTAS FASCISTAS RACISTAS GOLPISTAS NÃO FALAM QUE A POLÍCIA FRANCESA MATOU UM NEGRO???? Aonde estão os manifestantes esquerdistas ?????? VÃO PRA CUBA QUE OS PARIU COM SUA HIPOCRISIA!!!!

  5. Concordo com Vc kimiko, muito lúcido o seu comentário, de forma alguma sou contra a liberdade da imprensa, ao contrário sou ferrenho defensor da liberdade de expressão, porém existe uma coisa chamado respeito ao qual ps cartunista do charlie descosideravam, não só com o islamismo também com o cristianismo, eles tem o direito de falar o que quiser mas não de desrespeitar não religião, quando eles fazia sátira da religião eles atigiam os seus seguidores, caso semelhante ap do portas dos fundo, eu como cristão me senti ofendido, se para ele a religião não nem um valor está no seu direito, mesma forma o teista não pode zombar de um ateu pelo fato dele não crê em DEUS e vice e versa, de forma alguma estou endossando que a culpa e do charlie, porém não podemos mega que eles foi no minimo imprudente com o cristianismo e o islamismo.

  6. Luciano em momento algum eu disse que eles não poderiam zombar da religião ou de qualquer outra coisa, apenas disse que as charles e uma falta de respeito para as pessoas que são seguidores da religião, e as mesmas tem o direito de ficar ofendida , se para os cartunista a religião não tem nenhum valor, para os seus seguidores tem. Ninguém merece super proteção, porém todos merecem respeito. Repito sou totalmente favorável a liberdade de imprensa. Quando o portas dos fundo fez aquele vídeo humorístico com cristianismo desde lá não assiste mais.

  7. Ayan, faz o seguinte: se algum esquerdista chegar dizendo que a culpa é dos EUA, porquê o terrorismo foi uma respostas às intervenções americanas no Oriente Médio, diz pra ele que as intervenções americanas no Oriente Médio foi uma resposta à expansão do marxismo. Em outras palavras, pela lógica de merda deles, o culpado seria o marxista, lol

  8. De forma alguma podemos transferir a culpa do ataque para o charlie hebdo, isto é totalmente inadimissivel. Porém não podemos negar que as charges era ofensivas, mais isso não da direito de ninguém matar alguém pelo simples fato de alguém ter criticado ou até ter tombado de sua religião. Devemos repudiar qualquer atitude terrorista, a culpa é totalmente desses loucos.

  9. Mais uma que pode gerar comentários: as quatro perguntas de Ricardo Noblat para Maha Abdelaziz, professora do Centro Islâmico de Brasília. Que se preste atenção à quarta pergunta:

    Como separar os muçulmanos fieis, aqueles pacíficos, dos radicais?

    Tais termos são plantados para denegrir a imagem dos muçulmanos. Não existe terrorista, radical. Todo mundo tem o sangue quente. Como massacram os muçulmanos no mundo inteiro e não querem uma reação? Cada ação tem uma ação do mesmo tamanho e no sentido contrário. Seria tolo e idiota tanta violência, tanto massacre e ficarmos olhando. Esses ataques que vocês chamam de terrorista é uma resposta a tanta barbaridade que acontece contra os muçulmanos. Nossa religião não incentiva violência, jamais incentiva derramamento de sangue, só que infelizmente essa é a resposta à crueldade. Vocês podem esperar coisa pior.

    Sim, além do clássico vitimismo de “fazemos isso porque alguém fez antes” (sendo que a Ummah é o objetivo final dos fundamentalistas e, por ser componente de religião política, prejudica quem não é adepto da fé islâmica), observe a tal professora falando que não existe terrorista ou radical. Já que ela diz que o ataque que nós chamamos de terroristas são resposta a uma barbaridade que acontece contra os muçulmanos, que perguntemos que prejuízos físicos os caras do Charlie Hebdo deram aos adeptos de sua fé. Não me consta que tenhamos visto o pessoal da referida publicação ter promovido qualquer guerra armada contra muçulmanos, assim como não me parece que o mesmo tenha ocorrido com os frequentadores da mercearia judaica. Outra coisa que me surpreende é ela dizer que não existe terrorista ou radical, sendo que normalmente veríamos gente dizer que esses caras não representam a religião.

  10. Lendo os comentários Kimikianos e Jeffersianos proponho uma mudança de modelo.
    Imaginem um umbandista matando o Adnet por causa da galinha preta pintadinha.
    Uma feminista estrangulando o Chico Anisio por causa do Tavares.
    Ou o Renato Aragão sendo açoitado por negros insatisfeitos com o tratamento ao Mussum.
    Aos fundamentalistas muçulmanos, cristãos, hindus, feministas, direitistas, esquerdistas e até aos ateus radicais não há a questão da motivação. O que subexiste nestas criaturas é inveja, ignorância, preguiça e o pensamento operatório alexitimico e sociopata de destruir o que não se tolera.
    Humanos primitivos também não toleravam estranhos e os matavam apenas por existir.
    Se eu acho que a Playboy é ofensiva para mim e minha família não compro e falo mal dela respeitando o direito dela existir.
    Não cabe ao moralista delimitar liberdades pois as leis são o resultado do consenso do voto democrático.
    Não confundam sociopatia com moralismo.

  11. Vale lembrar que os EUA não financiou o Bin Laden ou o grupo terrorista Al Qaeda, não há qualquer evidencia que liga a CIA com esses terroristas, tais boatos é pura conspiração e desinformação esquerdista . Os americanos de fato deram apoio para os afegãos anti-soviéticos, mas não para os “Mujahidin estrangeiros”, a minoria de voluntários de outras nacionalidades de qual o Bin Laden fazia parte, que em sua maioria eram financiados por ricos sauditas ou pelo Paquistão para se infiltrarem no exército de rebeldes assim tomarem o poder em uma eventual guerra civil, inclusive Al Qaeda matou o principal líder afegão da revolta contra a URSS, o Ahmad Shah Massoud por sua proximidade com o Ocidente . Também é bom lembrar que até a China deu apoio para os afegãos nacionalistas, pois naquela época estavam de birra com Moscou (já viu algum esquerdopata atribuindo o terrorismo aos chineses ?).

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