Como os atenuadores do terrorismo islâmico não sobrevivem sem a distinção de emergência

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charliehebdo

Chegou às minhas mãos mais um texto da extrema-esquerda atenuando os crimes contrao Charlie Hebdo. O texto foi escrito por El Rafo Saldaña, no blog Em tom de mimimi (nome compreensível, diga-se). O título é Je ne Suis Pas Charlie e foi erradamente atribuído a Leonardo Boff (talvez por ter sido citado no blog dele).

A essência deste texto é a distinção de emergência. Eis a descrição do truque, conforme Schopenhauer: “Quando o adversário nos pressiona, podemos nos safar por meio de uma diferenciação sutil”.

Como todos os textos nesse sentido, sempre há um início condenando os assassinatos, e em seguida aparece o famoso “mas”. A estrutura deste discurso já foi detalhada aqui.

Vamos para as partes mais interessantes, portanto:

As charges polêmicas do Charlie Hebdo são de péssimo gosto, mas isso não está em questão. O fato é que elas são perigosas, criminosas até, por dois motivos.

Anotem aí: “perigosas” e até “criminosas”. Vamos ver os motivos:

O primeiro é a intolerância. Na religião muçulmana, há um princípio que diz que o profeta Maomé não pode ser retratado, de forma alguma.

Só que há um princípio no Ocidente que é o Estado Laico. Ou seja, as regras utilizadas por um grupo em seu país não valem para um outro país. Óbvio.

Esse é um preceito central da crença Islâmica, e desrespeitar isso desrespeita todos os muçulmanos. Fazendo um paralelo, é como se um pastor evangélico chutasse a estátua de Nossa Senhora para atacar os católicos.

Verdade? E ninguém contou isso para eles quando eles estavam vindo para um país laico? Mas, enfim, se eles se sentem desrespeitados, por que não pensam nos sentimentos daqueles que valorizam a liberdade de expressão? Ou seja, o islâmico é o único que não pode ter seus “sentimentos feridos”?

Qual é o objetivo disso? O próprio Charb falou: “É preciso que o Islã esteja tão banalizado quanto o catolicismo”. Ok, o catolicismo foi banalizado. Mas isso aconteceu de dentro pra fora. Não nos foi imposto externamente.

Mentir é feio. Quando a coisa se torna compulsiva, então, fica tudo mais ridículo.

Não é verdade que a banalização do catolicismo foi “imposta externamente”, mas veio a partir de fora de um movimento secular. Quem não se lembra de como os movimentos do humanismo secular se aproveitaram para capitalizar com os casos de pedofilia na Igreja? Enfim, tudo isso foi feito sem dó nem piedade. E os cristãos aguentaram, calados. Por que os islâmicos não podem ter o mesmo nível de tolerância?

Agora que o catolicismo está banalizado, o Islã pode ser protegido? Injustiça!

Como se percebe, igualdade não é um valor prezado pelo sujeito.

Note que ele não está falando em atacar alguns indivíduos radicais, alguns pontos específicos da doutrina islâmica, ou o fanatismo religioso. O alvo é o Islã, por si só. Há décadas os culturalistas já falavam da tentativa de impor os valores ocidentais ao mundo todo.

Assim como o cristianismo já foi atacado (como um todo) de diversas maneiras. E tudo isso com o patrocínio da extrema-esquerda, diga-se de passagem. Agora na hora do Islã sentir o que é estar sob fogo cerrado de críticas, eles querem proteção especial em países que não adotam coisas como Lei Sharia?

Pura distinção de emergência.

Atacar a cultura alheia sempre é um ato imperialista. Na época das primeiras publicações, diversas associações islâmicas se sentiram ofendidas e decidiram processar a revista.

Engraçado vindo de esquerdistas que gastaram muito tempo atacando crenças conservadoras e liberais. Só para citar dois exemplos. Assim como atacaram a cultura religiosa, essencialmente conservadora.

É de uma hipocrisia doentia mesmo.

Os tribunais franceses – famosos há mais de um século pela xenofobia e intolerâmcia (ver Caso Dreyfus) – deram ganho de causa para a revista. Foi como um incentivo. E a Charlie Hebdo abraçou esse incentivo e intensificou as charges e textos contra o Islã.

Está certo que tenha dado ganho de causa para o Charlie Hebdo!

Punir alguém por fazer charges ou críticas à religião? Em tempo, eu sou ateu e acompanhei o período em que O Tratado de Ateologia, de Michel Onfray, ridicularizava os cristãos sem dó.

Assim como Onfray não foi punido, por que o Charlie Hebdo deveria?

Mas existe outro problema, ainda mais grave. A maneira como o jornal retratava os muçulmanos era sempre ofensiva. Os adeptos do Islã sempre estavam caracterizados por suas roupas típicas, e sempre portando armas ou fazendo alusões à violência (quantos trocadilhos com “matar” e “explodir”…).

Alguns argumentam que o alvo era somente “os indivíduos radicais”, mas a partir do momento que somente esses indivíduos são mostrados, cria-se uma generalização.

Sim, e a extrema-esquerda aqui do Brasil aproveitou o mês de novembro último para caracterizar todos os oposicionistas como “golpistas”. Todos eram associados aos pedidos de intervenção militar, mesmo que quase ninguém defendesse isso. Engraçado que na época, enquanto capitalizavam politicamente, nenhum ultra-esquerdista se manifestou contra isso. São só os “sentimentos islâmicos” que valem?

Quer dizer, todos oponentes do sujeito podem ser vítimas de ataques políticos e generalizações, menos os grupos que ele defende. Ele não é um prodígio?

Os quadrinhos, capas e textos da Charlie Hebdo promoviam a Islamofobia. Como toda população marginalizada, os muçulmanos franceses são alvo de ataques de grupos de extrema-direita.

Quase sempre que um ultra-esquerdista rotula alguém de extrema-direita está mentindo. Mas no caso, esses supostos grupos de extrema-direita se fortalecem por movimentos de trabalhadores que estão sofrendo pela perda de empregos para imigrantes, por exemplo. Ou seja, também são marginalizados.

Se a crítica ao Islã é islamofobia, então ele seria um nativofóbico? Não faz o menor sentido.

Esses ataques matam pessoas. Falar que “Com uma caneta eu não degolo ninguém”, como disse Charb, é hipócrita. Com uma caneta se prega o ódio que mata pessoas.

Hipocrisia?

Não há nada além disso neste texto atenuador.

E é um fato. O Ocidente assistiu a malemolência com que líderes europeus assistiram o Estado Islâmico fazer suas vítimas. Foi quando Dilma sugeriu “dialogar” com eles. Enquanto isso, sofrendo várias ameaças, Charb disse “com uma caneta eu não degolo ninguém”. Onde está a hipocrisia nisso?

No artigo do Diário do Centro do Mundo, Paulo Nogueira diz: “Existem dois tipos de humor politicamente incorreto. Um é destemido, porque enfrenta perigos reais. O outro é covarde, porque pisa nos fracos. Os cartunistas do jornal francês Charlie Hebdo pertenciam ao primeiro grupo. Humoristas como Danilo Gentili e derivados estão no segundo.” Errado. Bater na população islâmica da França é covarde. É bater no mais fraco.

Ele só se esqueceu de dizer que no Brasil os evangélicos compõem uma faixa desfavorecida da população. É a religião preferida das classes mais baixas. E, mesmo assim, são vítimas de ataques continuamente. Na campanha presidencial, os petistas rotularam Marina Silva de homofóbica apenas por ela ter recebido apoio de Silas Malafaia.

Quem se preocupou com os sentimentos dos mais fracos neste momento? Ou seja, “covardia” é algo que ele só consegue ver nos outros. Temos aqui um verdadeiro campeão da hipocrisia.

Uma das defesas comuns ao estilo do Charlie Hebdo é dizer que eles também criticavam católicos e judeus. Isso me lembra o já citado gênio do humor (sqn) Danilo Gentilli, que dizia ser alvo de racismo ao ser chamado de Palmito (por ser alto e branco). Isso é canalha.

Verdade. Muita canalhice.

Os judeus não sofreram nada em sua história. São privilegiados. Os católicos então, nem se fala.

Será que esse sujeito não tem vergonha de ser tão cínico?

Até aqui não existiu um argumento lógico sequer dizendo que desrespeitar a religião islâmica é um problema maior do que desrespeitar a religião cristã, a religião judaica, o Star Trek, as obras de Tolkien e a série Crepúsculo.

Em nossa sociedade, ser alto e branco não é visto como ofensa, pelo contrário. E – mesmo que isso fosse racismo – isso não daria direito a ele de ser racista com os outros. O fato do Charlie Hebdo desrespeitar outras religiões não é atenuante, é agravante. Se as outras religiões não reagiram a ofensa, isso é um problema delas. Ninguém é obrigado a ser ofendido calado.

Como sempre o truque da justificação da barbárie. É claro que ninguém é obrigado a ser ofendido calado. Mas ninguém tem o direito de inventar direitos inexistentes em busca de super-proteção e muito menos atenuar violência.

Mas é fato que o atentado poderia ter sido evitado. Bastava que a justiça francesa tivesse punido a Charlie Hebdo no primeiro excesso. Traçasse uma linha dizendo: “Desse ponto vocês não devem passar”.

Aha, a censura. Que novamente só vale para a crítica ao islamismo. A cara de pau deste sujeito é tanta que ele propõe censura para quem quiser criticar o islamismo. Uma pergunta: quando o Jean Wyllys diz que a religião evangélica leva a assassinato de homossexuais, isso também poderia ser considerado um “ponto do qual não se deve passar”?

Já sabemos a resposta…

“Mas isso é censura”, alguém argumentará. E eu direi, sim, é censura. Um dos significados da palavra “Censura” é repreender. A censura já existe. Quando se decide que você não pode sair simplesmente inventando histórias caluniosas sobre outra pessoa, isso é censura.

Eu busquei o telefone de Maomé na lista e não encontrei. Pensei em ligar para ele. Queria saber se ele se sentiu ofendido pelas charges. Mas, eis um detalhe: ele está morto. Há muito tempo. Parece que no tempo em que ele estava vivo não existia celular ainda…

Enfim, mais uma distinção de emergência que não funciona. Como nada no texto dele até o momento.

É preciso de muita fuga da realidade para encontrar calúnia nessa situação.

Quando se diz que determinados discursos fomentam o ódio e por isso devem ser evitados – como o racismo ou a homofobia – isso é censura. Ou mesmo situações mais banais: quando dizem que você não pode usar determinado personagem porque ele é propriedade de outra pessoa, isso também é censura. Nem toda censura é ruim.

Anotem aí.

Censura boa = do lado dele. Censura ruim = contra ele. Aí basta inventar distinções de emergência.

Não é assim não meu chapa. Tudo pode ser criticado. Podemos abrir uma exceção, com justiça, ao racismo, pois não falamos de um comportamento. Mas podemos criticar a religião de qualquer pessoa, pois a manifestação de religião é um comportamento.

Estou dizendo que cada caso deveria ser julgado. Excessos devem ser punidos. Não é “Não fale”. É “Fale, mas aguente as consequências”. E é melhor que as consequências venham na forma de processos judiciais do que de balas de fuzis.

Processos judiciais que seriam descartados por serem litigância de má fé. É absurdo, ridículo, doentio e até delirante querer proibir quem faça charges de Maomé ou do Islã… na França!

Essa colônia, que não se mistura, que não abandona sua identidade, é extremamente incômoda. Contra isso, todo tipo de medida é tomada. Desde leis que proíbem imigrantes de expressar sua religião até… charges ridicularizando o estilo de vida dos muçulmanos!

Conveniente, ele usa frase “expressar sua religião”, sem dar exemplos. Tsc, tsc…

Mas o que seria “expressar sua religião”?

Usar burca em um país que a proíbe (por questões de segurança)? Extirpar o clítoris de mulheres em países onde isso é proibido? Jogar ácido no rosto de mulheres que não usem a burca? Forçar todos a seguir sua Lei Sharia? Não dar o direito a ninguém de, mesmo diante de todas essas afrontas, sequer fazer uma charge como um dos símbolos dessa religião?

Enfim, não apenas o Islã merece sofrer uma saraivada de charges. A ultra-esquerda também está merecendo ultimamente…

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17 COMMENTS

  1. http://www.otempo.com.br/capa/mundo/produtor-de-v%C3%ADdeo-%C3%A9-amea%C3%A7ado-por-mu%C3%A7ulmanos-por-clipe-que-cita-alcor%C3%A3o-1.970086

    MORADOR DE BH

    Produtor de vídeo é ameaçado por muçulmanos por clipe que cita Alcorão
    Mineiro se defende dizendo que não sabia o que diz o conteúdo da música e afirma que não houve intenção ofensiva; produção postada em canal do Youtube está sob análise do Google
    Em defesa de sua religião e de seus costumes, extremistas islâmicos invadiram a redação do jornal “Charlie Hebdo”, nessa quarta-feira (7), e mataram 12 pessoas. Essa raiva chegou perto de um morador de Belo Horizonte há quase um ano, quando um grupo de muçulmanos descobriu um clipe produzido por Pedro Henrique Monteiro Moreira, o P.Drão.

    O mineiro trabalhou com MC Dadinho no videoclipe intitulado “Passinho do Romano”, que utiliza partes em árabe do Alcorão, o livro sagrado islâmico. Isso foi motivo para “invasão” em seu canal no Youtube de árabes que se sentiram ofendidos pela utilização de trechos do livro. Entre os comentários, há críticas e também ameaças ao produtor.
    O videoclipe já foi visto mais de 28 milhões de vezes, desde que foi publicado, em maio de 2014, com mais de 171 mil curtidas (likes) e mais de 36 mil não curtidas (dislikes) e 23 mil comentários.

    Há um trecho da música em que são citadas, em árabe, orientações do profeta Muhammad (Maomé), além de trecho do livro sagrado dos muçulmanos, o Alcorão, segundo tradução de um islâmico consultado por O TEMPO, que não quis se identificar. Para muitos islâmicos, o uso de trechos religiosos, considerados por eles como sagrados, não deve ser feito de forma aleatória.

    “O funk pega trecho de músicas internacionais e coloca no meio da batida para dar efeito. Eles nem sabem o que significa, e eu só fiz o clipe. A música não é minha. Depois de um tempo, o vídeo chegou aos países (árabes), e as pessoas interpretaram mal. Começaram a vir no Instagram, no WhatsApp, nas minhas páginas, e começaram a me xingar e a pedir para tirar o vídeo”, explica P.Drão.

    O Youtube, sob gerência do Google, analisa se mantém ou se bloqueia o vídeo, que é polêmico também entre brasileiros.

    “Eu fiquei com medo de eles arrumarem um hacker para invadir a minha página, que tem 88 milhões de acessos, e 325 clipes, feitos em um ano”, desabafou o produtor, que garante não ter nenhuma intenção de ofender nenhum religioso. P.Drão faz clipes de artistas de todo o Brasil.

    Por meio da assessoria de imprensa, a Federação das Associações Muçulmanas do Brasil informou que a tradução da primeira frase da música em árabe é “há cinco coisas que Deus não perdoa”. Uma outra frase utilizada é “profeta Muhammad, que a paz esteja com ele”. Sendo assim, não há nada de ofensivo, segundo a federação.

  2. Leia alguns dos comentários em diferentes línguas

    FOTO: REPRODUÇÃO
    alcorão, clipe, ameaça
    Internautas de várias partes do mundo fizeram comentários
    “حسبي الله ونعم الوكيل علي الي سواه وسوه الفكره وطلعها يالله يارب تحرقه بنار جهنم استغفرالله استغفرالله استغفرالله” (em tradução livre: “Deus e sim agente sobre os outros e idéia Suh e Talaaha Wonderful Senhor, queimar no inferno Astgfrallah Astgfrallah Astgfrallah”).

    “الله يلعنك يا ولد الملعونه” (em tradução livre: “Deus amaldiçoe você, garoto amaldiçoado”).

    “Muslims will take revenge for using thier Holy Book’s words and mentioning Prophet Mohammed’s name in this song.. I Promise” (em tradução livre: os muçulmanos vão se vingar de usar palavras do livro sagrado deles e mencionar o nome do Profeta Mohammed nessa música .. Eu prometo”).

    “dis moi que tu plaisante !! il se moque du coran asstaghfirou allah , j’appelle ça un manque de respect , que dieu les punisse ! vous n’avez vraiment honte ….” (em tradução livre: “me diga que você está brincando !! ele zomba do Corão asstaghfirou allah, eu chamo-lhe uma falta de respeito, que Deus castiga! você realmente tem vergonha ….”).

    FOTO: REPRODUÇÃO
    alcorão, ameaças, clipe
    Internautas de várias partes do mundo fizeram comentários
    “Hijo de la chingada !!!!! Es normal porque vienes de las favelas y el sagrado Corán no lo conoces porque ni un monstruo como tu puede entenderlo le ruego a mi dios muy grande sur te castigue como me has matado mi corazón viendo y escuchando las palabras del Corán de mi religión !!! Una religión que la mitad del mundo entero práctica !! Santo dios que dios te castigue cabroncito !!!! Para todos os muçulmanos por favor não se chocado com isso, porque ele vai pagar um dia e nós vamos apenas relatar !!! E fodam-se todos aqueles que insulte minha religião” (em tradução livre: “Filho da p*!!! É normal porque você vem das favelas e não conhece o sagrado Corão. Não o conhece, porque um monstro como você não pode entender. Rogo a meu Deus que seu castigo seja grande, como você matou meu coração vendo e escutando as palavras do Corão, da minha religião!! Uma religião que a metade do mundo inteiro prática!! Santo Deus, que Deus te castigue!!! Para todos os muçulmanos por favor não se choquem com isso, porque ele vai pagar um dia e nós apenas relate to-tê-lo !!! E foda-se todos aqueles que insulte minha religião”).
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    COMENTÁRIOS (6)

    NinguémNinguémAcompanho via Youtube o trabalho do P.Drao ha anos no rap mineiro e agora venho ver outros clips de outros grupos de outras partes do pais. Crescimento muito bom do P.Drao no cenário do rap nacional, como eu tenho visto e agora produzindo o funk. Espero que nao de nada para ele, pois que continue fazendo mais videos ainda, pois a qualidade é excelente em qualquer area musical Acho que ja vi o P.Drao pessoalmente, na Clínica Confiança de saúde na Rua Tupinambás, acompanhando uma menina, possivelmente a namorada. Isso tem um bom tempo. No mais, a “guerra” no Brasil de um criticar a religião do outro ou uma pessoa que se diz ateu criticar qualquer religião sempre tem, teve e nunca vai deixar de ter e aqui neste país não dá em ABSOLUTAMENTE NADA. Certamente espero que isso nao de em nada, pois passou da fronteira do Brasil mexendo com outro tipo de pessoa.
    Responder – 1 – 0 – 8:34 AM Jan 09, 2015LaBestiaNegra-Eterno6x1.La
    Bestia
    Negra

    Eterno
    6×1.MESMO ASSIM NÃO PODEMOS DAR IMPORTÂNCIA PARA ESSES FUNKEIROS, ELES NÃO SÃO DOTADOS DE CULTURA PARA TENTAR OFENDER O ALCORÃO, NEM SE QUER DEVEM TER ABRIDO O ALCORÃO PARA SABER O SEU CONTEÚDO, ESSE POVO VAI NA ONDA, DEU RITMO ELES EMPLACAM.
    Responder – 7 – 2 – 5:27 PM Jan 08, 2015LaBestiaNegra-Eterno6x1.La
    Bestia
    Negra

    Eterno
    6×1.ASSISTAM O PEGADOR DE PIPAS, NESSE FILME DÁ PARA SE TER UMA IDEIA DO QUANTO OS RADICAIS DISTORCEM A RELIGIÃO DELES, PARA ELES TUDO PODE, JÁ PARA OS OUTROS…
    Responder – 2 – 1 – 5:23 PM Jan 08, 2015SeuCreysonSeu
    CreysonHahahaha!!! Não sabia o dizia a letra da música, belo produtor musical. Agora corre!!!
    Responder – 4 – 0 – 4:37 PM Jan 08, 2015paulocostapaulo
    costaok, funk é lixo? é! não tem nem que se discutir! Agora que esses radicais islamicos estão é cheios de mimimi Engraçado que pra distorcer o alcorão para justificar seus atos terroristas pode né?
    Respostas (1) – 23 – 2 – 3:46 PM Jan 08, 2015

    • “Deus amaldiçoe você, garoto amaldiçoado”

      Hahahahahahaha!!!

      Parece que lógica não é o forte dessa cara.
      Daqui a pouco ele vai pedir para que o Deus dele mate um morto. 😀 😀 😀

  3. Quando Israel reage a ataques diários de foguetes, essa turma da esquerda diz que a reação é desproporcional. E olha que são ataques contra uma população civil, sendo que a reação busca preservar a população civil do outro lado. A utilização de áreas civis, hospitais, escolas, etc. como bases de lançamentos de foguetes, que é uma prática de utilização de escudos humanos, é que provoca a grande quantidade de baixas. Não li ninguém da esquerda falando que a reação desses terroristas islâmicos foi desproporcional. Realmente não têm nenhum senso de proporção…

  4. deveria fazer mesmo,ironizando a esquerda,ironizando esses assuntos em charges colocando JeÂnus Uilles e Laerte como personagens ..

    http://pheeno.com.br/2014/11/grupo-terrorista-estado-islamico-apedreja-ate-a-morte-dois-gays-na-siria/

    http://www.correio24horas.com.br/detalhe/noticia/estado-islamico-apedreja-e-joga-homossexual-de-predio/

    Pois não ouço um PIO daqueles que defendem essa turma,agora se é alguém discordar uma vírgula ou dizer que órgão excretor não reproduz,é taxado de preconceituoso,”homofobico”

  5. “Os tribunais franceses – famosos há mais de um século pela xenofobia e intolerâmcia (ver Caso Dreyfus) – ”

    Curioso ele falar que os tribunais franceses são xenófobos e intolerantes e usa como exemplo UM caso.A piada fica mais engraçada quando vemos que o tal caso é do século XIX e que Dreyfus, no final das contas, acabou sendo inocentado.

    “Fazendo um paralelo, é como se um pastor evangélico chutasse a estátua de Nossa Senhora para atacar os católicos.”

    Ora, mas isso aconteceu no Brasil.Um Pastor da IURD chutou uma santa.Alguém viu grupos católicos atacando a Igreja ou pedindo censura?
    Muito pelo contrário:

    “O Papa João Paulo II alertou para que os católicos “não respondessem ao mal com o mal”. O arcebispo do Rio de Janeiro, Dom Eugênio de Araújo Sales disse que “a não ser que controlássemos nossas emoções, haveria o risco de uma guerra santa”. Também afirmou que o governo federal seria em parte responsável pelos incidentes, por fazer (sem critérios, que não os políticos) às concessões públicas de rádio e televisão.3 10

    Nos primeiros dias, a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil, em nota, condenou o incidente ocorrido, mas adotando uma postura conciliatória declarou querer respeito, evitar polêmica e conflito.3

    Visando revigorar e trazer a mobilização da Igreja, clérigos (padres, bispos e arcebispos) lideraram caminhadas, passeatas e concentrações de desagravo à santa.”

    http://pt.wikipedia.org/wiki/Chute_na_santa#Igreja_Cat.C3.B3lica

    O malabarismo desse senhor é patético!

  6. Texto fraco, sr. Luciano. Muito adjetivo e pouco substantivo. As generalizações que você faz de ocidente e islã, por exemplo, escancaram desconhecimento de história e pegam mal para um blog de ideias.

  7. Se antes estava-se “começando a culpar a vítima”, agora não mais: já estão culpando, acusando, comemorando.

    Engraçado que esses esquerdopatas são os mesmos que quando o Papa (não sou católico, nem de nenhuma religião) veio ao Brasil ficaram falando “eu odeio esse velho”, “morre velho”, “torcendo pra que ele role escada abaixo do avião”, e faziam memes zuando e etc. Quero ver o que aconteceria se os católicos fizessem um atentado do mesmo porte na casa de cada um desses que ficou praguejando e destilando ódio ao Papa…

  8. “Esse é um preceito central da crença Islâmica, e desrespeitar isso desrespeita todos os muçulmanos. Fazendo um paralelo, é como se um pastor evangélico chutasse a estátua de Nossa Senhora para atacar os católicos.”

    Então deixa eu ver se eu entendi. Comer carne de vaca então seria um crime aqui no Brasil, pois lá na India as vacas são sagradas? É isso? Comer carne de vaca não seria um desrespeito à crença hindu? rsrs

    É incrivel como a argumentação deles cai por terra facilmente.

  9. Luciano:

    “Enfim, não apenas o Islã merece sofrer uma saraivada de charges. A ultra-esquerda também está merecendo ultimamente…”

    Ótimo momento pra encher os esquerdistas de charges, aproveitando que a opinião pública mundial está se posicionando a favor do humor e da liberdade de expressão. Charges no mesmo estilo do Charlie.

  10. Eu fico imaginando se, ao invés de muçulmanos, tivesse sido judeus a promoverem a mortandade na revista Charlie Hebdo.

    Sem sombra de dúvida, à esta hora, a ONU estaria em assembléia extraordinária para aprovar sanções contra Israel.

  11. Tão perigosa quanto à imbecilidade assassina do Estado Islâmico é a covardia ocidental. Na década de 50 o historiador britânico Arnold J. Toynbee havia previsto que a próxima guerra seria entre cristãos e muçulmanos. Vale lembrar que Gerge W. Bush ainda usava calças curtas naquela época e nesses últimos 15 anos contabiliza-se quase 25.000 ataques islâmicos.

    Dizer que nem todo islâmico é terrorista significa o quê? Absolutamente nada! Dizer que os terroristas não são islâmicos, “se fingem de islâmicos”, significa o quê? Que são cristãos disfarçados a confundir a opinião pública?

    Além de mentirosa e ridícula, essa mania de isentar o islamismo da sua responsabilidade é uma opção covarde e equivocada. Não se vai evitar nada de ruim desse modo, uma vez que a omissão favorece a expansão do islã por toda parte. Seria mais digno e eficiente dizer: “Resolvam logo isso entre vocês. A construção de mesquitas, madraças, centros culturais e a difusão da sua crença estarão suspensas no Ocidente até que se mostre, na prática, uma solução confiável e duradoura para esse confronto”.

    Hoje, com as informações que dispomos relativas ao comportamento humano, podemos concluir que as atitudes mais ou menos agressivas acabam dependendo muito da índole do indivíduo. A maioria da espécie humana parece tender a boa índole. O problema é que a minoria má é grande demais. Quando o indivíduo se sente liberado à barbárie, não só pela falta da educação, mas principalmente por causa dela ou pela sua cultura religiosa, são os atos dessa minoria altamente numerosa que vão deixar todos em perigo.

    Nesse caso, o ego coletivo pode ser comparado, argumenta Toynbee, ao poderoso e mitológico monstro bíblico Leviatã. Este poder coletivo a mercê das paixões subconscientes escapa à censura pessoal que freia os baixos impulsos do ego. A má conduta, que seria condenada sem hesitação, no entanto, quando o indivíduo transita do singular para o plural, ainda mais sob a instigação de clérigos exaltados amparados por um livro sagrado (Alcorão), encontra a responsabilidade individual em recesso.

    Então, estes, chegam às barbaridades sem culpa alguma, e aqueles que não têm tal inclinação a flor da pele não os condenam Sabem que seus irmãos de crença agiram em cumprimento do livro imutável que orienta a todos. Portanto, ideologicamente devem apoiá-los. Mesmo que essa maioria se sinta constrangida e prejudicada nos seus interesses nas sociedades ocidentais que as abrigam, se veem moralmente contidas. São as sociedades ocidentais que reclamam dos excessos dos seus e não as delas. O Alcorão pode incitar a violência? Dizem que não. Então vejamos alguns versículos de algumas das suas suras.

    Sura 2,193 “E combatei-os até terminar a perseguição e prevalecer a religião de Allah”.

    Sura 3, 85 “Quem quer que almeje (impingir) outra religião, que não o islã, (aquela) jamais será aceita e, no outro mundo, essa pessoa contar-se-á entre os desventurados.”

    Sura 5:33 – “O castigo, para aqueles que lutam contra Deus e contra o Seu Mensageiro e semeiam a corrupção na terra, é que sejam mortos, ou crucificados, ou lhes seja decepada a mão e o pé opostos, ou banidos. Tal será, para eles, um aviltamento nesse mundo e, no outro, sofrerão um severo castigo”.

    Sura 8:12 “E quando o teu Senhor revelou aos anjos: Estou convosco; firmeza, pois aos fiés! Logo infundirei o terror nos corações dos incrédulos; decapitai-os e decepai-lhes os dedos!”

    Sura 8:13 “Isso, porque contrariaram Deus e o Seu Mensageiro; que Deus é severíssimo no castigo”.

    Sura 7, 4 “Quantas cidade temos destruído! Nosso castigo tomou-os (a seus habitantes) de surpresa, enquanto dormiam, à noite, ou faziam a sesta”.

    Sura 8, 60 “Mobilizai tudo quanto dispuserdes, em armas e cavalaria, para intimidar, com isso, o inimigo de Deus e vosso, e se intimidares ainda outros que não conheceis, mas que Deus bem conhece. Tudo quanto investirdes na causa de Deus, ser-vos á retribuído e não sereis defraudados”.

    Sura 8, 72 “Os fiéis que migraram e sacrificaram seus bens e pessoas pala causa de Deus, assim como aqueles que os amparam e os secundaram, são protetores uns aos outros. Quanto aos fiéis que não migraram, não vos tocará protegê-los, até que o façam. Mas se vos pedirem socorro, em nome da religião, estareis obrigados a prestá-lo, salvo se for contra povos com quem tenhais um tratado; sabeis que Deus bem vê tudo quanto fazeis”.

    Sura 8, 74 “Quanto aos fiéis que migraram e combateram pela causa de Deus, assim como aqueles que os ampararam e os secundaram – estes são os verdadeiros fiéis – obterão indulgência e magnífico sustento”.

    Sura 9, 14 “Combatei-os! Deus os castigará, por intermédio de vossas mãos, aviltá-los-á e vos fará prevalecer sobre eles, e curará os corações de alguns fiéis”.

    Sura 8, 60 “Mobilizai tudo quanto dispuserdes, em armas e cavalaria, para intimidar, com isso, o inimigo de Deus e vosso, e se intimidares ainda outros que não conheceis, mas que Deus bem conhece. Tudo quanto investirdes na causa de Deus, ser-vos á retribuído e não sereis defraudados”.

    Sura 8, 72 “Os fiéis que migraram e sacrificaram seus bens e pessoas pala causa de Deus, assim como aqueles que os amparam e os secundaram, são protetores uns aos outros. Quanto aos fiéis que não migraram, não vos tocará protegê-los, até que o façam. Mas se vos pedirem socorro, em nome da religião, estareis obrigados a prestá-lo, salvo se for contra povos com quem tenhais um tratado; sabeis que Deus bem vê tudo quanto fazeis”.

    Sura 8, 74 “Quanto aos fiéis que migraram e combateram pela causa de Deus, assim como aqueles que os ampararam e os secundaram – estes são os verdadeiros fiéis – obterão indulgência e magnífico sustento”.

    Sura 9, 14 “Combatei-os! Deus os castigará, por intermédio de vossas mãos, aviltá-los-á e vos fará prevalecer sobre eles, e curará os corações de alguns fiéis”.

    Sura 9, 111 “Deus cobrará dos fiéis o sacrifício de seus bens e pessoas, em troca do Paraíso. Combaterão pela causa de Deus, matarão e serão mortos. É uma promessa infalível que está registrada na Torá, no Evangelho e no Alcorão. E quem é mais fiel a sua promessa do que Deus? Regozijai-vos, pois, a troca que haveis feito com Ele. Tal é o magnífico benefício”.

    Qualquer semelhança não é mera coincidência com o perfil desses ataques e organizações. O Alcorão incentiva ou não a violência? Fica difícil alegar inocência do islamismo quando ele mesmo depõe contra si ao tentar impor seu ponto de vista.

    O cristianismo já passou por essa fase. Felizmente, a abnegação dos pensadores ocidentais, de todas as épocas, e o iluminismo, na busca constante do aperfeiçoamento, nos ensinou a arte da persistência, pois o pensamento não tem ponto final. Não nos vieram de graça a liberdade de pensamento e expressão que ora desfrutamos. Custou-nos muitas dores, sangue e lágrimas em nossa construção. Devemos muito a memória daqueles que fizeram por onde

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