O texto louco do dia sobre o truque do “mas” na liberdade de expressão. Agora é a vez de Paulo Nogueira, do Diário do Centro do Mundo.

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Os blogueiros governistas parecem baratas tontas nos últimos dias. Estão escrevendo textos loucos e patéticos, tão tresloucadamente doentios que servem com tragicomédia. A bola da vez é o texto A mídia brasileira está usando o sangue do Charlie em causa própria, publicado por Paulo Nogueira no Diário do Centro do Mundo.

Vamos começar o exame fecal:

Um jornalista britânico pergunta, no Independent, se haveria a mesma comoção se o atentado contra o Charlie Hebdo tivesse como alvo uma publicação de extrema direita.

Respondo com uma pergunta.

Alguém consegue imaginar uma marcha, no Brasil, que congregue pessoas emocionalmente arrasadas que segurem cartazes que digam: “Sou a Veja?” Ou mesmo: “Sou a Globo?” Ou ainda: “Sou a Folha?”

Ou indo para pessoas físicas. Feche os olhos e veja multidões com cartazes assim: “Eu sou Jabor”.  Ou: “Eu sou Merval”. Ou: “Eu sou Reinaldo Azevedo”. Ou: “Eu sou Sheherazade”.

A direita tem poder e dinheiro, mas não comove ninguém. Não muito tempo atrás, festas nas ruas celebraram na Inglaterra a morte de Margaret Thatcher.

Realmente é difícil de imaginar. Mas é muito mais difícil imaginar pessoas emocionalmente arrasadas segurando cartazes dizendo “Sou Diário do Centro do Mundo”, “Sou Carta Capital” e “Sou Brasil247”.

Na verdade, é muito mais provável que uma manifestação ocorresse em prol de publicações independentes, do que para homenagear aquelas sobrevivendo unicamente de dinheiro estatal. Sabe como é, né: ia ficar muito caro pagar R$ 50,00 de diária e pão com mortadela para milhões de pessoas saírem às ruas.

O mesmo vale para os jornalistas citados por Nogueira, todos muito mais respeitados por um público independente (por independente, leia-se gente que não depende de verba estatal para dar uma opinião ou “achar” algo) do que pessoas que só encontram admiradores entre outros mamadores de tetas estatais ou no máximo alguns iludidos que ainda não descobriram o truque.

Testemunhei uma delas, em Trafalgar Square, berço da majestosa coluna de Nelson, o almirante que impôs a primeira grande derrota à França de Napoleão.

 

Alguém valida testemunhos de Paulo Nogueira, por favor?

Sim, eu sei que foi uma pergunta retórica.

As grandes empresas de jornalismo do Brasil e seus porta-vozes – os reais chapas brancas da mídia — são o exato oposto do Charlie. Defendem um mundo de privilégios que provocava vômitos mentais nos cartunistas mortos.

 

Errado, como sempre.

Somos o exato oposto do Charlie no que diz respeito às opiniões políticas. Mas somos exatamente iguais na busca do direito pela liberdade de expressão, e é exatamente disso que tratamos aqui.

Na questão da liberdade de expressão, somos o exato oposto de Paulo Nogueira. É claro.

E se o Charlie Hebdo lutava contra a opressão de fundamentalistas islâmicos opondo-se à sua liberdade de expressão, aqui lutamos contra a opressão de uma turba de fanáticos convocados por coletivos não-eleitos que fariam não apenas qualquer pessoa em sã consciência vomitar. Os discursos de gente como Paulo Nogueira são feitos para os porcos vomitarem.

Aliás, em termos de “defesa de um mundo de privilégios”, não somos nós, adeptos da liberdade, que defendemos petroleiros, hoje as pessoas mais privilegiadas do Brasil.

É, Paulo Nogueira, não tem jeito. Não projete seu fanatismo por defender os privilégios de um partido que aparelhou todo o estado, lançando essa culpa em pessoas que lutam por viver livres da opressão de poderosos. E hoje os poderosos opressores estão no governo petista.

É por isso que Nogueira jamais será Charlie. Eu sou Charlie.

Isso não tem impedido a mídia brasileira de usar a tragédia do Charlie, cinicamente, em causa própria.

 

Ele sabe que isso não é verdade. A causa da liberdade de expressão, em prol de todos, não é causa própria. É a causa de quem não quer ser oprimido por tiranos. Nós defendemos o direito do Charlie Hedbo ser marxista, assim como de um outro jornal defender Mises. Não que Nogueira consiga sequer assimilar esta informação…

 

O sangue dos cartunistas franceses vem sendo utilizado sobretudo para barrar a discussão em torno da regulação da mídia no Brasil.

 

Não faça draminha, Nogueira. Vocês estão discutindo regulação de mídia há vários anos e ninguém os impede disso. Nenhuma reunião de discussão de regulação de mídia foi invadida por qualquer atirador sanguinário. Nenhuma reunião de regulação de mídia foi proibida por ação externa.

Nogueira pode até tentar se fingir de maluco, mas ninguém vai cair nessa conversa.

Nogueira tem plena liberdade de expressão para se declarar defensor de “regulação de mídia”, ou seja, censura. E todos eles estão se reunindo o quanto querem para discutir.

E nós podemos nos reunir para discutir também nossa luta pela liberdade de expressão.

Eis um mundo que a mente dessa figura não assimila mesmo…

A liberdade de expressão pela qual morreram os jornalistas do Charlie seria, aspas, e pausa para uma gargalhada, ameaçada pela regulação.

 

Haja vista na Venezuela, onde a CNN foi impedida de continuar transmitindo por ter noticiado os protestos contra Nicolas Maduro. Nogueira pode até encenar para a sua plateia fingindo gargalhar, mas não muda os fatos de que não há nada mais ameaçador para a liberdade de expressão do que os projetos bolivarianos de censura de mídia.

A “liberdade de expressão” pela qual se batem as empresas jornalísticas brasileiras pode ser resumida assim: vale tudo para defender os próprios privilégios.

 

Defender os próprios privilégios é da natureza humana. De fato as empresas (todas elas, não só de mídia) tendem a defender os próprios privilégios. Assim como Nogueira defende os privilégios de blogueiros recebendo verba estatal (superfaturada, pois são 10 vezes mais para um anúncio na blogosfera estatal do que em qualquer outro meio, como já vimos aqui). Mas o pior é que Nogueira também defende os privilégios dos donos de estado inchado, como políticos que saquearam a Petrobrás, sempre blindados por jornalistas abastecidos.

O problema é que os privilégios defendidos por Nogueira são imorais até a medula, pois se baseiam em luta por dinheiro público.

E até para esta barbaridade a liberdade de expressão vale sim. E temos que ter liberdade de expressão para criticá-lo. Coisa que ele não quer, evidentemente.

Você pode assassinar reputações sem prova e sem consequências jurídicas. Você pode usar concessões públicas como rádios e tevês como arma de propaganda contra ideias e pessoas que representam ameaças, reais ou imaginárias, às mamatas. Você pode concentrar o direito à opinião em quatro ou cinco famílias. Você pode formar monopólio impunemente.

 

Vemos no Globo as opiniões de Laerte, defendendo o governo e atacando a imprensa. Vemos Jô Soares defendendo vergonhosamente o PT. Vemos colunas de gente como Guilherme Boulos, Luis Fernando Veríssimo e Jânio de Freitas. O discurso dizendo existir “opinião concentrada” (contra o PT) é claramente uma mentira deslavada. Na verdade, há até mais colunistas a favor do PT do que contra. O incômodo de Nogueira está no fato de existirem, ainda que em minoria, alguns colunistas falando contra o PT.

Se são concessões públicas, deve existir a liberdade de expressão tanto para crítica como apoio ao governo. Na cabeça totalitária deste sujeito, concessão pública só deve existir para quem babar ovo dos petistas.

Sobre assassinato de reputações, que tal lembrarmos o “aeroporto de Aécio”, “o envolvimento de Anastasia no Petrolão” e outros pontos apontados pela mídia, mesmo sem provas, que serviram para ajudar o PT? É da vida.

E é assim que muita gente está abandonando o UOL e a Folha de S. Paulo por estarem alinhados demais ao PT. Temos que ter liberdade até para isso.

De Baldwin para cá, a opinião pública inglesa esteve constantemente vigilante em relação aos barões da mídia.

O último deles, Rupert Murdoch, virou um pária social depois que os ingleses souberam os métodos que um jornal seu empregava para obter furos.

Sob a fúria da opinião pública, Murdoch foi obrigado a fechar o jornal, e jamais voltou a ter um vestígio do poder e da influência que tivera na Inglaterra.

Ainda em consequência do escândalo, a Inglaterra se pôs a discutir, prontamente, uma nova regulação da mídia. Os detalhes finais estão sendo elaborados, mas essencialmente foi decretado o fim da auto-regulação por ter se provado pateticamente ineficaz.

 

Aqui é o famoso truque dizendo que “se há regulação lá, a nossa regulação proposta aqui tem que existir”. Clique aqui para ver que só pascácios completos podem cair nesta conversa. Ou desonestos podem usá-la, é claro.

Murdoch não se tornou um pária social. Segue sendo um dos biolionários da mídia mundial. Se um empreendimento dele é fechado, isso é apenas uma prioridade de negócios.

De fato o News of the World se viu envolvido em (mais de 4.000) escândalos de invasão de privacidade, o que nem de longe é o caso aqui. Nogueira quer proibir a mídia independente de noticiar escândalos como os do Petrolão por exemplo. Não há nenhuma questão de invasão de privacidade aqui. Nota-se que qualquer citação à questão do News of the World, é falsa analogia.

Em tempo: se há uma regulação interessante, podia ser aquela exigindo que nenhum blog político receba verba desproporcional a qualquer outra publicação, que tal?

É claro que esse tipo de regulação Nogueira não quer.

Diversos ocupantes do Planalto não apenas silenciam como patrocinam os barões com o Bolsa Imprensa, o dinheiro público farto e constante que sempre abastece as grandes empresas na forma de publicidade federal.

Devíamos discutir a proibição de monopólios estatais em seguirem anunciando. Exemplo: Petrobrás, Correios, etc. Que tal, nogueira? Ah, de novo isso você não quer, certo?

Mas já que existe verba estatal indo para empresas, todas devem receber a verba isonomicamente, não importando se apoiam ou não o governo. E não é isso que tem acontecido. Precisamos de uma CPI da BLOSTA.

É esse estado de coisas que a mídia está defendendo mais uma vez, com o caso do Charlie – e não, não e ainda não a “liberdade de expressão”.

De cara já podemos dizer que não queremos a “liberdade de expressão nogueirista”. Mas, como já sabemos, assim como em Orwell, quando essa gente fala em “liberdade” estão pedindo sua escravidão.

Queremos o exato oposto de Nogueira: queremos uma imprensa livre, com mais transparência no uso de verbas estatais (que não devem privilegiar propaganda de sites governistas), e sem psicopatas tentando invadir redações de mídia independente.

Em suma, se nós somos Charlie, Nogueira é Al-Qaeda, Estado Islâmico e Boko Haram.

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20 COMMENTS

  1. Luciano, passe esse comentário pela moderação ao invés do outro, por favor.

    Eu notei que o Reinaldo Azevedo têm sido atacado sistematicamente pelo Paulo Nojeira há pelo menos dois anos, sem jamais ter revidado – exceto por única vez, creio. Você acha que, nos termos da guerra política, é uma boa estratégia, no caso do Reinaldo e outros jornalistas de direita, deixar os blogueiros sujos falando sozinhos, como que numa demonstração de superioridade moral, ou não?

  2. “A “liberdade de expressão” pela qual se batem as empresas jornalísticas brasileiras pode ser resumida assim: vale tudo para defender os próprios privilégios.”

    Errado. As pessoas que são contra a “regulação” da mídia, em sua esmagadora maioria, não tem nenhuma ligação com os órgãos de comunicação, ou com as tais “cinco famílias” donas dos principais veículos. Portanto, quem é contra não detém nenhum “privilégio”.

    Nojo desse tipo de jornalista marrom.

  3. Parece que esse pessoal do PT não consegue ver além de um palmo adiante.

    Falam de regulaçãp da midia como se esse processo não pudesse alcançar eles mesmos em um governo oposto ao atual.

    Falta de perspectiva histórica.

  4. “regulação de mídia” só para quem fala mal de quem enche o c* deste sujeito de dinheiro público. Esses caras me dão nojo, pela canalhice e pela cara de pau!

  5. Alguém tentou imaginar como seria o Charlie Hebdo feito no Brasil? mesmo sendo de esquerda, mas com aquela crítica ferina e descontrolada? quais charges publicaria o Charlie Hebdo do Brasil sobre o pt, o mensalão, o petrolão, a Rose, a geleia política brasileira, a oposição fantasma, os tantos “Paulos Nogueiras” de cabeça abaixada e dinheiro estatal garantido, ou sobre aberrações como a “cartilha capital” do também chapa-branca mino carta, o blosta, as ONGs pagas com dinheiro estatal (mais um jabuticaba só brasileira) para apoiar o governo, etc.

    E olha que não quero começar a pensar na Charlie Hebdo da Venezuela, de Cuba, da Bolívia, e de tantas outras proto-ditaduras cheias de censura e perseguição.

    O fato é que não poderia existir um Charlie Hebdo no Brasil ou nesses outros países totalitários, a esquerda conseguiu que seja impossível até pensar em críticas ou humor na maioria deles, e está trabalhando muito para garantir o mesmo silencio nos países onde ainda restam alguns espaços, como o Brasil.

    O paulo nogueira nunca vai falar nesses cenários, claro.

  6. E o que falar sobre a possível “filtragem” ideológica que o Enem faz, Luciano? Liberdade de expressão, a gente já detona no provão!
    Notícia requentada, mas ainda relevante.

    “Censura esquerdista: Opinião politicamente incorreta pode zerar nota de redação no Enem”
    http://www.libertar.in/2014/11/censura-esquerdista-opiniao.html

    Temas de redação do Enem dos últimos anos, a esquerdopatia é alta:
    http://educacao.uol.com.br/album/redacao_enem_album.htm#fotoNav=13

  7. O sujeito usa um suposto caso em que a opinião pública inglesa se revoltou contra empresários da mídia para defender a censura estatal por aqui. Só nisso ele já se entrega: revolta da opinião pública significa que a sociedade civil se posicionou, independente do estado. Os consumidores do jornal decidem um boicote, usando apenas o dinheiro e a influência pessoal de cada indivíduo. Isso é exatamente o oposto do que se busca implantar por aqui. O papai estado cuidará dos “interesses” da população, como se o interesse fosse um dado possível de ser extraído facilmente pelos burocratas.

    O próprio fato de um jornal poder fechar porque desagrada seus leitores é a maior prova de que a mídia já é controlada. E pelo tipo controle mais justo que existe: pela escolha dos consumidores. Algo que só pode ocorrer a partir da ação independente de vários indivíduos, e não a partir de um escritório central.

  8. Luciano, segue um artigo muito bom do Instituto Mises datado de hoje falando sobre o porquê de toda revolução matar aqueles que a fazem. Gostei de um ponto que o autor toca e que poderia ser comentado também aqui: a esperança de alguns intelectuais de que agora vai ser diferente do que aconteceu anteriormente sempre que foi aplicado aquilo que eles defendem. Aqui eu acho interessante quando pensamos em certos gramscistas que conhecemos e que parecem agir como se o marxismo-humanismo-neoateísmo fosse um supermercado no qual eles só pegam aquilo que lhes interessa e deixam o resto para trás como se ninguém fosse comprar aquelas ideias e passar no caixa.
    A edição feita aqui no Brasil teve uma boa sacada, que foi usar o MHN como inocente útil no combate ao próprio MHN, leia-se aí usar um link do Grupo Gay da Bahia falando sobre as atrocidades sofridas pelos homossexuais em Cuba, complementando bem a parte original do texto que fala do prazer que Che Guevara tinha em matar gays, fora a tal postura de que relações com alguém do mesmo sexo seriam uma perversão burguesa, algo que desde o início em Marx e Engels já existia.

    Porém, a tradução brasileira deu na ferradura ao esquecer deste parágrafo que há no original em inglês:

    This gives no pleasure to point out. None of us want radical leftists hanging from lampposts, or executed in Che’s office for his entertainment. What we do wish is that violence-promoting reformers would have a bit more respect for the fire they play with. For them to study a bit more history. To understand why it is, always and everywhere, so dangerous to ride the tiger of unlimited government.

    Que, traduzido, ficaria algo como:

    Não há qualquer prazer em destacar isso. Nenhum de nós quer esquerdistas radicais pendurados em postes de iluminação ou executados no escritório de Che para seu entretenimento. O que desejamos é que reformadores que promovem a violência tivessem um pouco mais de respeito com o fogo com o qual brincam. Que estudem mais história. Que entendam por que é, sempre e em qualquer lugar, tão perigoso surfar a onda do governo ilimitado.

    Também foi mal traduzido, e com acréscimo de coisas que o autor não disse no original, o último parágrafo na edição brasileira. No original em inglês ficou:

    The left thinks it can control the tiger of the masses unleashed. It cannot, and indeed it will be the first to hang. And that would be very sad for us all, left and right.

    O traduzido do Mises ficou:

    A esquerda politicamente correta, que gosta de incentivar revoluções, pensa que é capaz de controlar as massas enfurecidas. Doce ilusão. Ela será a primeira a ser enviada aos campos de concentração.

    Quando deveria estar algo como:

    A esquerda pensa que pode controlar a fúria despertada das massas. Não pode e será a primeira a ser enforcada. E isso seria muito triste para todos nós, da esquerda e da direita.

    Ainda assim, vale a pena dar uma lida, ainda mais quando vemos que é um artigo bem realista e sem ranços de ingenuidade vindo dos seguidores do austríaco.

  9. Paulo Caganeira… como sempre, cagando na página em branco onde escreve. Sorte dele existir liberdade de expressão, e sorte nossa também, pra poder rir desse tonto que acha que engana alguém (uma meia dúzia de idiotas, que ele próprio sabe que são idiotas, manipulador como é).

    Tem ele e outros blogueiros da BLOSTA, e no caso que vou colar o link abaixo, não é da BLOSTA paga e sim BLOSTA gratuita (ao menos diz que é), ou seja, a bolsinha da prostituta, a linha auxiliar (linha auxiliar do PT = bolsinha da prostituta. pra sempre):
    http://www.ladobi.com/2015/01/charlie-hebdo/

    Nesse site aí arrumei discussão com o dono (não posso fazê-lo no site do Paulo Caganeira pois o mesmo me bloqueou, visto a minha pouca gentileza ao tratar um verme como ele como parasita, cuspindo e xingando), pois a jogatina é a mesma: “a direita está sendo oportunista no Brasil com o caso Charlie”.

    A direita está sendo oportunista?
    E o PT, que tá aproveitando o caso pra conseguir censura de mídia? Vide o próprio Paulo Caganeira entregando o ouro, vide a Dilma fingindo que está comovida pra que possa dizer “sou a favor da liberdade de imprensa, jamais apoiarei censura de mídia” pra uma meia dúzia de panacas tapados acreditarem.

    PT é o rei do oportunismo.

    E Paulo Caganeira é um súdito, coitado… coitado no sentido de coito mesmo, de fudido.

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