As desculpas esfarrapadas do PT para esconder que quer censurar a mídia. Vamos desmascará-las, uma a uma…

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censura

Que vergonha alheia dos petistas. Para tentar esconder suas intenções de censurar a mídia, criaram um banner para ser distribuído pela Internet, onde querem “esclarecer as coisas”. Quebrei essa peça de propaganda em seis pedaços, avaliados a seguir:

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Oba! Uma lupa? Este é um dos símbolos já usados por este blog. Será que teremos uma abordagem verdadeira analítica sobre o tema? Como diria o ceguinho esperançoso, veremos…

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Esse começo já é fraudulento até dizer chega, pois além de criar uma possibilidade imaginária (e fantasiosa), trata de um problema inexistente. Alguns blogueiros petistas dizem que “já existe um monopólio (ou oligopólio) dos meios de comunicação”, mas nada está mais longe da verdade.

Já mostrei aqui que o mito do monopólio de mídia é exatamente isso: um mito.  As grandes emissoras de televisão brigam entre elas por profissionais, disputando olimpicamente cada traço de audiência. O mesmo ocorre com a mídia escrita. Essa relação de competição é bem diferente da que ocorreria em oligopólios.

Ou seja, não existe monopólio e nem oligopólio na mídia do Brasil. Uma evidência disso é que o PT jamais trouxe uma comparação de market share dos grandes players da mídia em comparação com outros setores da economia, como indústria farmacêutica, bancos, construção civil e demais. O PT esconde essas informações pois sabe que, na comparação, ficará evidente que a concentração de negócios de mídia jamais constituiria um oligopólio, muito menos monopólio.

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Aqui eles usam o truque de falar em donos das empresa como “famílias”, como se as empresas de outros setores da economia também não tivessem a passagem de propriedade de um proprietário a seus descendentes. Não passa de ardil psicológico dos mais sujos.

Mas a própria afirmação contida na propaganda petista os refuta: se seis empresas são responsáveis pelo controle de 70% da imprensa brasileira, então temos alta distribuição, ao invés de um oligopólio, muito menos monopólio. Ora, um monopólio ocorreria se 1 empresa tivesse o controle de uns 80% a 90% da imprensa brasileira.

Eles realmente não tem vergonha na cara…

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Seis empresas de mídia? Bem, nos Estados Unidos temos as Big Six. Tudo de acordo com um fenômeno natural que ocorre em qualquer situação onde seres humanos são colocados para competir. Veja que os campeões brasileiros de futebol estão concentrados em um número pequeno de times. Os campeões da Fórmula 1 também. Isso em comparação com o resto dos competidores.

Mas, enfim, temos seis empresas de mídia controlando 70% da imprensa, o que é uma quantidade considerável de opções.

O PT diz que isso “diminui a pluralidade de opiniões e manifestações culturais”. Só que espero que você não fique surpreso ao descobrir que eles jamais revelarão quais opiniões estão sendo “vetadas” e quais “manifestações culturais” também.

Vamos falar em manifestações culturais. Seria para os fãs de Memento Mori? Eu nunca vi matéria sobre o Memento Mori na mídia. É uma banda sueca muito legal, que existiu entre 1993 e 1998. Sinta o som:

Mas será que a falta de Memento Mori na mídia dá argumento para se justificar intervenção do governo?

Aliás, se o governo diz que não vai controlar conteúdo como uma regulação “econômica” faria aumentar “pluralidade de opiniões”? Será que a palavra “regulação econômica” dispara um feitiço que atingiria a mente dos novos players do mercado?

É claro que tem caroço nesse angu, e vamos expô-lo daqui a pouquinho…

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Epa, epa…

Note que eles vão discursando em andares, e mudando de andar conforme a conveniência (esperando que você não perceba). Em um momento eles falam de “mídia” como um todo, em seguida falam apenas da mídia que “recebe concessões” (ou seja, as que usam transmissão de imagem e som, sem fazê-lo exclusivamente pela TV fechada). É óbvio que estão enrolando o leitor…

O detalhe é que outras empresas já usaram as “concessões de serviço público de radiodifusão” (que deveriam deixar de ser públicos, o que seria bem melhor) e foram à falência, como a TV Gazeta e a TV Manchete. Logo, me parece que a questão nem de longe é quem tem ou não concessão pública, mas quem tem competência em se estabelecer ou não no mercado. Mas é contra esses que se estabeleceram no mercado que o PT se coloca.

Mas vamos fechar a equação a seguir:

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Que feio, muito feio. Deve ser vergonhoso levar a vida mentindo e inventando fraudes para enganar os incautos. Será que eles contar para suas esposas, namoradas, filhos e mães que fazem esse tipo de serviço?

Só que quem clicar neste link verá o Sr. Eduardo Guimarães comentando que o discurso falando em “regulação econômico” é uma tática diversionista. E Renata Mielli, também do grupo de blogueiros censores do PT, confessou que o discurso de “regulação econômica” seria apenas uma forma de esconder as táticas do partido para censurar a mídia. E se você clicar aqui notará que regulação econômica sempre é regulação de conteúdo, especialmente em regimes bolivarianos.

Ninguém é tão burro que não entenda que se há algo que um governo totalitário precisa é de vulnerabilidade das empresas perante as ameaças econômicas. Quanto menores as empresas, mais mendigando por dinheiro estatal elas estarão. E mais serão vítimas de chantagem estatal.

Em qualquer regime totalitário moderno, sempre é assim que a mídia tem sido censurada.

Ou seja, o discurso dizendo “precisamos mais pluralidade” é apenas truque, um conto da carochinha. O discurso dizendo “temos seis famílias controlando 70% da imprensa” também não significa nada em favor do governo, e, ao contrário, mostra que temos muito boa distribuição na mídia – eu aposto que a Ambev e a Odebrech dominam mais market share de seus setores do que a Globo na mídia. As tais “opiniões que não podem ser manifestadas” jamais são declaradas pelo PT, pois, se o fizerem, permitirão que o povo perceba que eles estão mentindo.

Mas tudo tem um único fim: fazer com que tenhamos, ao invés de 6 grandes empresas, umas 20 ou 25, todas elas menores, mais amadoras, com programação de muito pior qualidade (pois foram atingidas seriamente por uma regulação governamental podre). Todas essas empresas estariam desesperadas por sua sobrevivência. Daí basta o governo colocar seus Jean Wyllys e Jandira Feghali da vida gritando “liberdade de expressão não dá guarida a ninguém dizer (x)”, e ameaçar com as verbas estatais (dizendo “cuidado hein, estou de olho”) para ter quase todas as empresas de joelhos para os donos do poder estatal.

Uma consequência imediata é a demissão sumária de todos os jornalistas que questionem o governo. A ideia é silenciar todas as vozes opositoras, não por que o governo mandará uma cartinha dizendo “demita funcionário (x)”, mas por que as empresas terão medo de perder a verba estatal para anúncios, das quais essas empresas menores se tornarão muito mais dependentes.

É a esse plano sórdido que se resume todo o projeto de “regulação econômica de meios” (e vejam os links que citei antes, especialmente os de Eduardo Guimarães e Renata Mielli, confessando essas intenções).

Nenhuma pessoa intelectualmente honesta tem mais o direito moral de cair neste tipo de engodo.

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30 COMMENTS

  1. Luciano, mais uma vez, uma boa colocação. Mas vamos lá: A banda VHF, tem 162 frequencias, para os canais, das frequências 54 a 216. Destas, só tem 13 canais que a ocupam, quer dizer que 149 canais, (mais de 70%) estão ociosos. Como se trata de uma concessão, é só o PT “conceder” a quem se habilitar, tantos canais queira, reservando apenas a faixa de oscilação de um canal vago entre cada um ocupado, para evitar interferências.

  2. Enquanto isso,no minimo quem fez isso deveria ser responsabilizado por incentivo ao odio contra Israel,e ser expulso e investigado por suspeita de terrorismo,primeiro eles falam que não são odiosos e depois vem atacando Israel
    http://g1.globo.com/rio-de-janeiro/noticia/2015/01/site-da-ufrj-e-invadido-por-hackers-e-mensagem-cita-desrespeito-maome.html

    Detalhe “Há mais de 2,6 bilhões de nós. Tome cuidado. Israel, detenha-nos se puder”.
    eles mesmos sabem que não tem essa de minoria

  3. É sempre bom refutá-los mais uma vez, Luciano. Muito bom.

    A culpa do suposto “monopólio” na mídia televisiva (que é o exemplo que usam e querem forçar a ideia de que isso ocorre também na internet, o que não passa nem perto de ser verdade) é culpa UNICAMENTE da burocracia do Estado.

    Uma pessoa com uma vida que vive razoavelmente bem simplesmente não consegue abrir sua própria rede televisiva por causa da burocracia do Estado petista a ponto de PROIBIR mesmo a entrada de novas emissoras na televisão brasileira.

    Na internet e em jornais impressos o mesmo não ocorre, uma pessoa que vive razoavelmente bem consegue muito bem fazer um blog ou fazer vídeos no YouTube para expor suas ideias e noticiar fatos.

    Se querem “democratizar” alguma coisa, os petistas precisam mesmo é acabar com a burocracia do Estado brasileiro. Aí verão inúmeros novos canais surgindo e de diversos donos.

    O Estado cria o problema e apresenta a “solução” totalitária para os problemas que eles próprio criaram. É a regra de 3.

  4. Curioso o PT falar que diminiu a pluralidade de opiniões e manifestações culturais.A famigerada TV Brasil (que nem deveria existir) “nasceu” com esse propósito.Bem, pela audiência parece que o público não está afim de saber da tal “pluralidade” de opiniões e manifestações culturais (algo que é bastante visto na internet, diga-se de passagem), mesmo sendo obrigado a pagar um salário obsceno para o Emir Sader.

    http://www1.folha.uol.com.br/colunas/monicabergamo/2013/05/1282533-cinco-anos-depois-de-criada-tv-brasil-continua-com-audiencia-proxima-a-zero.shtml

    http://teleguiado.portalvox.com/observatorio-da-tv-publica/2014/09/emir-sader-recebeu-mais-de-r-274-mil-sem-licitacao-somente-em-2014.html

  5. Luciano

    Oligopólio é um conjunto de empresas que controlam um determinado setor.
    São característica de um oligopólio:

    1) Altas barreiras de entrada – Quem quiser entrar vai ter que pagar tão caro que inviabiliza a entrada do ponto de vista economico.
    2) Alto poder de negociação para com os clientes – Isto é, um pequeno grupo de empresas determinam os preços do setor.
    3) Alto poder de negociação para com os Fornecedores – Determinam o preço que querem com os fornecedores, quais fornecedores estão no jogo.
    4) Baixa concentração de competidores – Cada competidor tem seu nicho e dificilmente entra no setor do outro.
    5) Força de Produtos substitutos irrelevante – Produtos substitutos faz um contra-ponto quando a concorrencia não funciona. No caso de oligopólio essa força não tem efeito.

    No setor de mídia Brasileiro as cinco caracteristicas de oligopólio são claras:
    Quantos custa entrar no modelo de midia para as massas no Brasil? É lucrativo? Custa muito caro, e as chances de não ser lucrativo é gigante.
    O cliente que quer anunciar seus produtos para as massas no Brasil tem muitas opções? Não. Globo apenas e mais alguns.
    O fornecedores tem opções de clientes se não os grandes player nacionais? A maioria dos casos se não fornecer para a Globo, e uma ou outra concorrente está fora.
    E com relação a concentração de competidores? Onze empresas controlam cerca 90% do mercado, radio, papel e tv. Tres empresas mais de 70% aproximadamente.
    Com relação aos produtos substitutos, os principais grupos tem posicições relevantes em todos nichos que possam ameaçar o negócio principal.

    Por que isso acontece? Com certeza o governo é um grande patrocinador disso tudo, via concessões e investimentos como anunciantes. Perdeu o governo como cliente a coisa fica feia pra qualquer competidor.

    O oligopólio existe, é fato. Se as grupos principais se interagem para manter o oligopolio é outros quinhetos. Mas que as chances são disso acontecer são enormes, são. Tão grandes que dificilmente já não ocorra.

    Nesse caso, o problema do PT é que ele promete uma coisa e faz outra.

    []s

    • Então vamos lá:

      1) Altas barreiras de entrada – Quem quiser entrar vai ter que pagar tão caro que inviabiliza a entrada do ponto de vista economico.

      Não existem barreiras de mercado. É mais fácil entrar no mercado de mídia do que na indústria financeira, manufatura e construção civil, por exemplo.

      2) Alto poder de negociação para com os clientes – Isto é, um pequeno grupo de empresas determinam os preços do setor.

      Qual o critério para definir “pequeno número”?

      3) Alto poder de negociação para com os Fornecedores – Determinam o preço que querem com os fornecedores, quais fornecedores estão no jogo.

      Pelo que sabemos, a própria mídia da extrema-esquerda tem determinado perdas de dinheiro de anúncios das grandes corporações de mídia. Logo, esse critério não se aplica tb.

      4) Baixa concentração de competidores – Cada competidor tem seu nicho e dificilmente entra no setor do outro.

      Qual o número ideal?

      5) Força de Produtos substitutos irrelevante – Produtos substitutos faz um contra-ponto quando a concorrencia não funciona. No caso de oligopólio essa força não tem efeito.

      A diferença é que o produto produzido pela mídia é de baixo custo e pode ser produzido até de forma independente. Com novos meios de divulgação, que tem dificultado a vida dos grandes grupos de mídia, essa é mais uma regra que não se aplica.

      No setor de mídia Brasileiro as cinco caracteristicas de oligopólio são claras:

      Nenhuma delas…

      Quantos custa entrar no modelo de midia para as massas no Brasil? É lucrativo? Custa muito caro, e as chances de não ser lucrativo é gigante.

      Ué… temos a BLOSTA, que entrou no mercado de mídia, e eles faturam por clickview 10 vezes mais que as empresas grandes. Proporcionalmente, é um negócio da China. Os exemplos são vários…

      Também existe o Porta dos Fundos, na Internet, que tem baixo custo e alta arrecadação…

      O cliente que quer anunciar seus produtos para as massas no Brasil tem muitas opções? Não. Globo apenas e mais alguns.

      Tem a Internet também, crescendo cada vez mais…

      O fornecedores tem opções de clientes se não os grandes player nacionais? A maioria dos casos se não fornecer para a Globo, e uma ou outra concorrente está fora.

      O Porta dos Fundos comprova que você está errado. E ainda existe o NetFlix…

      E com relação a concentração de competidores? Onze empresas controlam cerca 90% do mercado, radio, papel e tv. Tres empresas mais de 70% aproximadamente.

      Qual o número ideal? Com base em qual país desenvolvido? Qual a comparação de market share com os outros setores? Você não respondeu a essa pergunta, que é feita em meu texto…

      Com relação aos produtos substitutos, os principais grupos tem posicições relevantes em todos nichos que possam ameaçar o negócio principal.

      Não há evidencias disso…

      Por que isso acontece? Com certeza o governo é um grande patrocinador disso tudo, via concessões e investimentos como anunciantes. Perdeu o governo como cliente a coisa fica feia pra qualquer competidor.

      E com mais empresas menores, a vulnerabilidade é maior… e é exatamente isso que meu texto argumenta, e que não foi contra-argumentado.

      O oligopólio existe, é fato.

      Não surgiu evidências disso não, você não mostrou dados, comparativos com OUTROS SETORES (e eu fui claro em meu texto sobre isso), etc.

      Se as grupos principais se interagem para manter o oligopolio é outros quinhetos. Mas que as chances são disso acontecer são enormes, são. Tão grandes que dificilmente já não ocorra.

      Espere aí. Ocorre ou pode ocorrer?

      Aliás, complicou agora para a tese do oligopólio, não?

      Nesse caso, o problema do PT é que ele promete uma coisa e faz outra.

      O que ele deveria fazer e não faz?

      • Luciano,

        Ainda sobre entrada, voce sabe que para permancer no negócio de mídia é preciso ser bancado. Bancado pelo capital inicial, pelo lucro do negócio, pelo “paitrocinio”, algo tem que bancar.

        Um jornalista ou artista que seja, pode fazer um investimento, tentar entrar, ganhar publico via internet, fazer sua marca e conquistar anunciantes. Mas até que o negócio gere dinheiro para bancar quem produz, vai ter que tirar dinheiro de algum lugar. É o investimento inicial. O investimento inicial por sí só ja pode ser uma barreira. Regulamentação pode ser outra. Voce sabe também que certos blogs por ai, tiveram investimento incial bancado por certos partidos. Qualquer negócio tem alguma barreira de entrada. A questão é: de qual o tamanho é a barreira, e para o investidor se ele pode com barreira ou não, uma vez que acha poderá ter lucro depois de feita a entrada.

        A internet não tem regulamentação ainda. Espero que nunca tenha.
        A internet concorre com outras mídias. Mas tem barreiras de dependendo do negócio, mídia é um caso.

        Apesar da internet não ter regulamentação, concorre com a TV por exemplo. Mas TV é o principal canal brasileiro ainda. A barreira para ter um canal de televisão é bem maior que um blog na internet. E voce precisa pedir permissão para o governo para entrar.

        São pouco os que controlam os canais de TV no Brasil, dá pra contar nos dedos. A Globo é a líder. E as concessões ja são barreiras suficientes para impedir outros entrantes por um longo tempo. O pessoal que administra o oligopoólio vai tentar fazer de tudo para que as coisas continuem do mesmo modo. E para que novas ameaças, por exemplo a internet, não atrapalhem seu trono. E nesse caso uma aliança com o governo pode ser boa para quem detem o oligopólio.

        Então o oligopólio da Mídia existe.

        Quando me refiro ao PT, quiz dizer que o PT vai com o discurso de vai quebrar o oligopólio, mas na verdade vai é fortalece-lo e utliza-lo para controle da mídia em causa própria é claro.

      • Desculpe a sinceridade, mas não convenceu.
        Eu pedi que você apresentasse números comparativos com outros setores, para provar a existência de oligopólio na mídia, mas não em outros setores, como bancos, construção civil… e nada.
        Eu apresentei o caso do Porta dos Fundos, e você não refutou.
        Teu discurso é muito, mas muito vago, não é sustentado por evidências. E de novo me desculpe, se você citou Porter, deve saber que se você fizesse um Power Point para apresentar seu caso não duraria minutos em uma reunião, especialmente pela vagueza excessiva.
        Você não provou que existe oligopólio da mídia, desculpe.
        Tente de novo, por favor, mas seja mais ESPECÍFICO.

    • Me divirto vendo o Luciano batendo nesses MAVs que insistem em aparecer aqui. Ia dizer que não são bem vindos mas são sim, garantem a diversão do dia. Venham, tem porrada pra todo mundo.

    • Cara, desculpa, mas aplicar o modelo de 5 Forças de Michael Porter para fazer qualquer análise que fundamente qualquer decisão sobre políticas públicas já é um erro em si só. Esse modelo deve ser usado por empresas para elas decidirem se entram ou não, ou se permanecem ou não em um determinado negócio.

      Por mais que o próprio Porter tenha escrito que as empresas deveriam tentar criar uma situação que emule um monopólio, há um abismo entre uma empresa conseguir criar essa situação e ela conseguir manter. Para manter uma liderança absoluta no mercado, a empresa tem a cada dia que se manter mais eficiente que seus concorrentes, inclusive os concorrentes potenciais, que ainda não existem, mas podem surgir “do nada” com produtos capazes de desbancar tudo o que já existe até o momento, e isso acontece com frequência hoje em dia.

      Talvez fosse bom desconstruirmos as idéias que as pessoas possuem sobre o que é e como funciona um monopólio, e estes dois artigos são bons começos pra isso:

      http://www.mises.org.br/Article.aspx?id=1603
      http://www.mises.org.br/Article.aspx?id=1057

      • Então cara, tá desculpado.

        Quem disse, e de onde voce tirou que o modelo de porter só deve ser utilizado para saber se entra ou não num mercado?

        O modelo de Porter pode ser utilizado para vários coisas. Por exemplo, idenficiar grupos competitivos dentro de um setor; veririfcar a empresa que esta melhor posicionada para compra de ações/compra fusões e aquisições; redefinição estratégica para as empresas que ja operam num setor, entrada ou saida do setor; considerações sobre integração vertical ou não, etc. Em fim, é possível várias utilizações.

        O modelo de Porter é uma visão setorial baseada nos principios economicos, que por sua vez são baseados numa ordem natural das coisas, e que também estão presentes nos artigos que voce recomenda.

        Política assim como economia são tipos de relacionamento entre os homens, onde se trata questões sobre limites, acessos, direitos de várias coisas também ligadas ao homem.

        O modelo de porter é uma ferramenta para dar uma visão economica setorial apenas. Como uma lupa especifica para economia setorial.

        Por tanto, o modelo de porter pode muito bem auxiliar no entendimento dos ambientes setoriais seja para fins políticos ou quaisquer outros interessar.

  6. É muito engraçado esse contorcionismo para esconder as reais intenções do governo. A galera deve estar sempre pronto para decodificar a mensagem das esquerdas: usem sempre os antônimos.

    • Aqui o link:

      http://www.pco.org.br/internacional/uma-nova-guerra-ao-terror-a-quem-serve/abai,s.html

      Com direito para:

      “A esquerda pró-imperialista, como o PSTU, repudiaram o atentado contra o Jornal Charlie Hebdo fazendo eco da imprensa burguesa e declararam que defendem a liberdade de crítica.”

      Sim, segundo o pco, o pstu é pro-imperialista.

      “As reações violentas dos países atrasados contra o imperialismo são comuns. E os marxistas nunca as repudiaram, apesar de terem sido extremamente violentas. ”

      Uma declaração explícita de que para derrubar países de primeiro mundo vale tudo (inveja?).Não é à toa que esse partido apoia os terroristas do Hamas.

      Não disseram que o governo iria lançar um software para detectar mensagens de ódio?Que tal começar pela página do pco (aposto que vão encontrar muito material)?

    • Jesus, eles tão pedindo SOLIDARIEDADE para TERRORISTAS. Pra eles, então, mulçumanos assassinos e fanáticos são coitadinhos…
      Se apóiam assassinato de desenhistas, imagina outros tipos de assasinatos que devem apoiar esse partido…
      Cadê Jandira Fegalinha?
      Cadê Vadia do Corsário?

  7. Quando vejo esse papo de “monopólio” me dá vontade de ensopapar o mentiroso. Quer falar de monopólio? Que tal começar pela PETROBRÁS?
    Cambada!

  8. Muito bom, bem desembaçador. Já discuti com um esquerdopata num site aí sobre isso e ele ficou sem saber o que dizer. Agora, com essa página, vai ser mais fácil ainda ridicularizar quem está caindo nesse conto do vigário ou quem finge cair porque quer a teta pra mamar.

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