Blog governista comemora fuga de brasileiros “ricos” para Miami. não deveria…

12
93

pragma_foto

A extrema-esquerda anda tão ávida por praticar as piores mesquinharias políticas que ultimamente não se cansa mais de dar tiros no próprio pé.

O Pragmatismo Político diz, sobre o êxodo de brasileiros para Miami:

“Os ricos e poderosos desprezam a atual presidente do Brasil”. Reportagem de jornal norte-americano diz que reeleição de Dilma está provocando uma invasão de brasileiros ricos em Miami.

Segundo eles, o êxodo de brasileiros para os Estados Unidos, após a vitória de Dilma, não é um problema. Qual o motivo? É que são ricos ou de classe alta. Doravante, eles dizem: “melhor que esses ricaços sumam mesmo”. Não que acreditem no que falem, claro. O que importa para eles é vender a sempre simulada pose de “amigo dos pobres, inimigo dos ricos”.

Porém, esses que vão são tipicamente investidores, empresários e profissionais, que geram empregos. Estas pessoas tem visto que no Brasil as coisas vão de mal a pior.

Então, qual o motivo para comemoração do Pragmatismo Político? O rebaixamento do Brasil no ranking de países (em termos de risco para negócios)? A fuga de investidores?

É cristalino que a fuga de investidores só faz piorar a vida dos pobres. Mas ao menos o discursinho de propaganda está garantido.

Este é o retrato perfeito da extrema-esquerda brasileira: trocam a destruição deliberada da vida dos brasileiros mais humildes por uma propaganda momentânea.

Foi exatamente assim que os chavistas levaram a Venezuela a se tornar um inferno na Terra.

Anúncios

12 COMMENTS

  1. Pode até parecer uma blasfêmia, mas na época do molusco barbudo, mesmo que idelogicamente semelhante, não havia esse radicalismo socialista. Essa disputa de classes.
    Dúvida: era assim porque o molusco era menos agressivo mesmo ou ele só estava preparando terreno pra revolução bolivariana?
    Digo isso até com certa ingenuidade por achar tão estupida essa virada que parece loucura. Toleraria uma certa dose de coletivismo desde que os pilares não fossem abalados.
    Entretanto o que parece estar havendo é confrontação mesmo.

  2. O sujeito tem que ser um boçal para achar que isso é bom.Criação de empregos, investimento no mercado brasileiro, o Brasil só tem a perder com isso.

    OBS:Engraçado citar esse “91 por cento” do Aécio.No Japão foram mais de 90 por cento dos eleitores brasileiros, na França ele ganhou com mais de 60.enfim, comentário absolutamente desnecessário e enviesado em meio a uma reportagem.

    • Mas até que faz sentido eles comemorarem: menos investidores igual a menos empregos, geração de riqueza e, consequentemente, mais pessoas pobres que poderão ser exploradas e escravizadas pelo governo o qual esses sites chapa branca apoiam.

      • Quem disse que eu vou ficar aqui, imbecil? E que idiotice é essa de adivinhar quanto eu tenho no banco?
        Tralha óbvia 1: vc não sabe.
        Tralha óbvia 2: mais um lixo que adora tentar rebaixar os outros pro próprio nível.

      • Respondendo a sua pergunta tosca, quem vai me dar emprego? Ninguém, eu sou meu próprio patrão, otária. Agora numa situação dessas quem vai dar emprego PRA VOCÊ? Não sei, não quero saber e i don’t give a fuck. Um povinho vagabundo tosco e parasita como o brasileiro, que trata o empresário desse jeito tem mais que se ferrar mesmo.
        E completando pra quem não sabe entender o óbvio, nisso a escória petista está certa porque nenhum Jhon Galt tem que ficar se matando pra criar riqueza e empregos pra um povo vagabundo, ao invés de ir fazer isso numa terra que está cada dia mais socialista, verdade, mas ainda é anos luz mais capitalista que o esgoto brasil.

  3. Como li em algum post, esses caras amam o pobre até que ele consiga ficar “rico”, se o pobre fica rico, ele não presta mais e vira um “coxinha”. Ou seja, pra eles, pobre tem que permanecer pobre, pois continua como massa de manobra.

  4. Só se for como imigrante ilegal ou turista, pois EUA não aceitam qualquer um assim não. E isso só mostra a limitação intelectual dessa elite brasileira, cuja vivência internacional limita-se aos EUA, pois é só o que conhecem devida tamanha alienação resultante do consumo massivo de produções estadunidenses.

Deixe uma resposta